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Hospital de Catolé do Rocha retoma cirurgias eletivas neste sábado

O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, unidade da rede estadual na cidade de Catolé do Rocha, prossegue, neste sábado (7), com as cirurgias eletivas. Serão 10, no total, sendo duas histerectomias, três colecistectomia, três hernioplastias (uma inguinal, outra epigástrica e outra umbilical), uma postectomia e uma colpoperineoplastia anterior e posterior.

A ação contribui para desafogar a demanda regional, além de melhorar a assistência aos pacientes que precisam de cirurgias eletivas.

Nessa quinta-feira (5), foram realizadas cinco cirurgias eletivas. Foram dois procedimentos de histerectomia total e três de colecistectomia. Nesse primeiro dia, foram atendidos pacientes das cidades de Brejo dos Santos e Catolé do Rocha.

O diretor-geral do hospital, Fábio Cardoso, adianta que a intenção é ampliar a regularidade das cirurgias eletivas na unidade. “Nós temos capacidade de ampliar a realização de procedimentos cirúrgicos e vamos fazer isso. A Secretaria de Saúde já autorizou a ampliação de escalas médicas e a aquisição de um novo foco cirúrgico e maca operatória que vão possibilitar essa ampliação”, afirmou o médico.

Referência para 10 municípios da 8ª Região de Saúde, o Hospital de Catolé tem nas consultas ambulatoriais e exames sua maior demanda, com cerca de seis mil atendimentos mensais.

O Hospital de Catolé vai ampliar o número de cirurgias eletivas
Uma das cinco cirurgias realizadas nesta quinta-feira, no Hospital de Catolé do Rocha

Hospital de Patos abre programação do Outubro Rosa

O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, que integra a rede do Governo do Estado, na cidade de Patos, iniciou, nessa segunda-feira (2), a programação do Outubro Rosa. Com temática voltada para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, o evento contou com palestras, musicoterapia, dinâmicas com pacientes e uma celebração dos cinco anos de atuação do Hospital do Bem, unidade oncológica que integra o Complexo e reforçou os cuidados com a saúde dos pacientes do interior.

De acordo com o diretor-geral da unidade, Francisco Guedes, durante todo o mês de outubro serão realizadas ações para marcar a participação do hospital nas comemorações do Outubro Rosa. “Incluindo, além das atividades lúdicas, a oferta de mais exames específicos, a exemplo de mamografias, papanicolau, entre outros, reforçando a importância dos cuidados”, destacou.

Durante o lançamento da programação, o médico mastologista do Hospital do Bem, Tiago Pereira, reforçou a importância do autoexame, dos exames de imagem e, sobretudo, da identificação precoce da doença. Ele lembrou que, a partir dos 40 anos, é importante que a mulher faça mamografias, anualmente.

“A identificação precoce do câncer de mama reduz a mortalidade em 40%. Criou-se um mito de que a mamografia provoca câncer quando, na realidade, é o exame que identifica a doença em seu estágio inicial, aumentando assim as chances de cura e diminuindo a intervenção seja ela cirúrgica ou de quimioterapia na terapia das pacientes”, pontuou.

Tiago também indicou a realização do autoexame, a partir dos 20 anos, como uma conduta que a mulher deve adotar para reforçar essa prevenção, lembrando que isso deve ocorrer, preferencialmente, entre o sétimo e o 10º dia após o ciclo menstrual. Achados como feridas, retração de mamilo e secreções anormais, segundo o médico, também devem chamar a atenção das mulheres para procurar orientação médica.

A paciente Maria Verônica Lima, da cidade de Patos, que fez tratamento de um câncer de mama, participou da abertura do Outubro Rosa e destacou a importância da assistência recebida no Hospital do Bem. “Eu sempre fui muito bem acolhida aqui. Fui operada por dr. Tiago, fiz radioterapia e hoje comemoro a minha vitória”, ressaltou.

A paciente Ana Lúcia, da cidade de Patos, fez tratamento de câncer de mama, ficou curada, com remissão total, mas, devido ao histórico familiar teve que fazer mastectomia e histerectomia total. “Eu quero ressaltar a importância do hospital, o acolhimento humanizado que é dado para todos que precisam, além de uma assistência de excelência. Agradeço à toda equipe, aos meus familiares, e quero lembrar que a prevenção é tudo, porque o tratamento não é nada fácil, mas, tendo o apoio do Hospital do Bem fica mais tranquilo”, observou.

A programação do Hospital direcionada aos pacientes segue, nesta terça-feira (3), com a realização de testes de glicemia capilar e testagem sanguínea. À tarde, haverá realização de procedimentos estéticos e revitalização facial.

Na quarta-feira (4), nos turnos da manhã e tarde, a programação inclui momentos de beleza com representantes do curso de estética do colégio Santo Expedito, com ações de corte de cabelo, escova, maquiagem, manicure, SPA dos pés e sobrancelhas. No dia 5, a programação prevê a realização de sessões de musicoterapia em vários horários ao longo do dia. E, no dia 9, haverá coleta de material para o papanicolau.

A paciente Albanicia Ferreira continua seu tratamento no Hospital do Bem
Pacientes, médicos e profissionais do Hospital do Bem
Pacientes e acompanhantes participaram da abertura do Outubro Rosa
Pacientes e acomp0anhantes qu
O diretor geral do Hospital de Patos, Francisco Guedes, participou da abertura do Outubro Rosa
O mastologista Thiago Pereira fez uma fala na abertura do Outubro Rosa reforçando a importância da prevenção
O bolo comemorativo dos cinco anos de atuação do Hospital do Bem
Equipe do Hospital do Bem com o diretor geral, Francisco Guedes
As ações foram realizadas na recepção do Hospital do Bem
A paciente Albaniza Ferreira, junto da coordenadora do Serviço Social, Suenia Mota cortou o bolo comemorativo
Ana Lúcia, paciente do Hospital do Bem, destacou importância do tratamento recebido
A ação aconteceu na recepção do Hospital do Bem
A médica mastologista Ana Rita participou da abertura do Outubro Rosa e falou sobre prevenção

Hospital de Catolé do Rocha realiza mais de 300 consultas no plantão do final de semana

O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, de Catolé do Rocha, unidade pertencente à Rede Estadual de Saúde, realizou 307 consultas médicas entre às 18h da sexta-feira (29) e a meia noite do domingo (1). Foram 204 consultas com prescrição de medicamentos, outras 91 simples e sete consultas de pacientes que precisaram permanecer na unidade para observação e cuidados posteriores, além de cinco avaliações médicas.

Durante o plantão de final de semana, o hospital realizou ainda onze pequenas cirurgias de retirada de cistos e sinais, três atendimentos de urgência, e recebeu quatro vítimas de acidentes de trânsito. Durante os três dias, foram realizados ainda 51 exames de Raio-X, 304 exames clínicos, 16 eletrocardiogramas, 39 atendimentos do Serviço Social e 14 sessões de fisioterapia.

Uma das pequenas cirurgias realizadas no hospital de Catolé no final de semana
A maior parte das consultas médicas requereu prescrição de medicamentos
Hospital de Catolé do Rocha realizou mais de 300 consultas no ambulatório médico neste último final de semana

Queixas de dores, sintomas de síndrome gripal e crise nervosa lideram atendimentos no hospital de Coremas no final de semana

Entre a noite da sexta-feira (29) e do domingo (1), 131 pessoas utilizaram os serviços de Urgência e Emergência do Hospital e Maternidade Estevam Marinho, de Coremas. A maior demanda de atendimentos, com 41 casos no total, ocorreu em pacientes que se queixavam de dores diversas, seguida de pessoas com sintomas de síndrome gripal, com 13 ocorrências, e de pacientes que deram entrada com crise nervosa, com 10.

A unidade registrou ainda nove casos de pessoas que deram entrada no hospital por causa de amigdalite, sete pessoas deram entrada por causa de dificuldades de urinar e seis com ferimentos e traumas provocados por quedas. O hospital atendeu ainda casos de diarreia, dispneia, febre, suspeita de dengue, crise hipertensiva, intoxicação, mal estar, suspeita de pneumonia, tontura e vômitos e ainda uma vítima de sinistro de trânsito por moto.

O plantão de maior movimento na urgência foi na sexta-feira (29), quando foram atendidas 48 pessoas, seguido do sábado (30), com mais 44 atendimentos. No domingo (1), outras 39 pessoas deram entrada no hospital. No ambulatório, que atendeu 159 pessoas entre a sexta-feira e o domingo, o plantão de maior demanda também foi o da sexta-feira, com 60 consultas, seguida do sábado, com mais 54 atendimentos. No domingo, passaram pelo ambulatório outros 45 pacientes.

Os atendimentos por causa de dores foram a maior demanda do hospital de Coremas no plantão do final de semana

O setor produtivo paraibano está muito bem representado com Tovar na ALPB e Efraim Filho no Senado afirma presidente da Asplan

A inclusão dos produtores no Renovabio, que pode ser conquistada com a aprovação do Projeto de Lei 3149/2020, que tramita na Câmara dos Deputados, e a aprovação no Senado do projeto que regulamenta os direitos originários indígenas sobre suas terras – o PL 2.903/2023 -, o chamado Marco Temporal, são duas pautas que têm impactos diretos no setor produtivo e ter representantes nas casas legislativas que tenham um olhar atento sobre essas questões é um grande alívio para quem trabalha no segmento. “Contar com o deputado estadual Tovar Correia Lima e o senador Efraim Filho é um privilégio, pois ambos conhecem a importância do setor produtivo e o quanto é crucial fazer a defesa de pautas que impactam no setor. Na Paraíba, estamos muito bem representados”, afirma o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.

O dirigente canavieiro se refere, especialmente, a iniciativa do deputado Tovar que apresentou um requerimento na sessão plenária desta quarta-feira (27), solicitando ao coordenador da bancada federal paraibana, Damião Feliciano, e ao deputado Rodrigo de Castro, presidente da Comissão de Minas e Energia na Câmara, que ajudem na celeridade da apreciação do Projeto de Lei 3149/2020. A matéria, em tramitação há três anos na Câmara Federal, inclui os produtores no Renovabio, possibilitando que eles recebam CBIOs.

A aprovação do projeto contemplaria os produtores paraibanos a receber, somente na atual safra, cerca de R$ 12 milhões. Atualmente, apenas as indústrias são contempladas com o pagamento dos Créditos de Carbono.  O PL é, inclusive, de autoria do paraibano Efraim Filho, então deputado federal e hoje senador. O requerimento de Tovar foi aprovado pelos deputados estaduais paraibanos. “A aprovação desse projeto de forma célere é uma questão de justiça e, por isso, vamos continuar atuando junto com a Asplan e os produtores para que o setor não seja mais penalizado”, disse Tovar na ocasião.

Ainda sobre a atuação do deputado Tovar, José Inácio lembra que, recentemente, a participação e articulação dele na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALPB, foram fundamentais para que a ALPB não apreciasse um PL que proibia a pulverização aérea na Paraíba, o que seria um retrocesso. “Se isso passasse e fosse aprovado, por exemplo, nem a pulverização aérea de insumos biológicos poderia ser feita. Além disso, muito mais importante que discutir a proibição é entender as necessidades e vantagens de algumas práticas agrícolas sem as quais os alimentos não chegariam à mesa das pessoas”, disse José Inácio.

Sobre o senador Efraim Filho, o presidente da Asplan, reitera que desde que ele era deputado federal sempre defendeu os pleitos do setor e ajudou na aprovação de diversas matérias de interesse do segmento produtivo, além de ter uma atuação destacada em ações importantes para o setor. “Na questão do Marco Temporal, o senador repete sua conduta em defesa do segmento produtivo, já que ele foi um dos 43 senadores que votou favorável a aprovação do PL 2.903/2023, que devolve a segurança jurídica do campo no Brasil, já que hoje há um sentimento de insegurança e desconforto no meio rural, por conta da indefinição do limite para demarcação”, afirmou José Inácio. O PL aprovado em sessão plenária do Senado nesta quarta-feira (27) segue agora para a sanção da Presidência da República. “Contar com parlamentares que conhecem a realidade do campo, do setor produtivo e que têm responsabilidade com o crescimento e desenvolvimento do Brasil é um grande diferencial”, finalizou José Inácio.

José Inácio, presidente da Asplan, elogiou atuação de Efraim FIlho, no Senado, e Tovar Correia Lima, na ALPB
Presidente da Asplan, José Inácio elogiou atuação do deputado estadual Tovar Correia Lima
Senador Efraim Filho e deputado estadual Tovar Correia Lima, na foto, com Raimundo Nonato, diretor da Asplan

Aprovação do PL do Marco Temporal no Senado devolve a segurança jurídica para quem produz no Brasil afirma presidente da Asplan

“Com a aprovação do projeto que regulamenta os direitos originários indígenas sobre suas terras – o PL 2.903/2023 – todo o segmento produtivo nacional volta a ficar aliviado”, afirmou nesta quinta-feira (28), o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. Segundo ele, a aprovação da matéria devolve a segurança jurídica do campo no Brasil. “Ela leva segurança e paz ao campo, preservando ao mesmo tempo os direitos povos originários e de quem investe no campo e produz no país”, reitera o dirigente canavieiro.

José Inácio agradeceu o empenho e voto favorável do senador paraibano, Efraim Filho. “Mais uma vez, em nome do setor canavieiro, venho agradecer o empenho em defesa de nossos interesses, que também são interesses do país. Toda nação democrata precisa de regras claras para sua segurança e crescimento, que é o caso do marco temporal. Obrigado mais uma vez, que o bom senso e a justiça prevaleçam sempre e conte sempre com o apoio do nosso setor”, disse ele.

O PL que segue agora para sanção da Presidência da República foi aprovado em sessão plenária do Senado nesta quarta-feira (27), por 43 votos a favor e 21 contrários. A matéria foi aprovada na manhã do mesmo dia pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e enviada ao Plenário, onde foi aprovado um requerimento para o texto tramitar em regime de urgência, o que aconteceu e culminou com a aprovação.

Entre os principais pontos, o texto só permite demarcar novos territórios indígenas nos espaços que estavam ocupados por povos originários em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal. Essa tese jurídica ficou conhecida como marco temporal para demarcação de terras indígenas. O projeto também prevê a exploração econômica das terras indígenas, inclusive em cooperação ou com contratação de não indígenas. A celebração de contratos nesses casos dependerá da aprovação da comunidade, da manutenção da posse da terra e da garantia de que as atividades realizadas gerem benefício para toda essa comunidade.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que não houve, por parte da Presidência da Casa, nenhum “açodamento” para apressar a votação. O presidente ainda defendeu que o Congresso Nacional se posicione sobre questões importantes para o país. Pacheco reafirmou seu respeito a todos os setores, negou que a aprovação do projeto seja um enfrentamento ao STF e pediu foco na conciliação e no respeito entre os Poderes. “Não há sentimento revanchista com a Suprema Corte. Sempre defendi a autonomia do Judiciário e o valor do STF. Mas não podemos nos omitir do nosso dever: legislar”, declarou Pacheco.

Presidente da Asplan, José Inácio agradeceu apoio do senador Efraim Filho, na aprovação do PL do Marco Temporal

Hospital de Patos lembra importância do Setembro Amarelo com palestra, debate e visita a pacientes

O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, unidade integrante da rede de saúde do Governo da Paraíba, está trabalhando a temática do Setembro Amarelo com ações como palestras e diálogos dentro do hospital. Nesta terça-feira (26), o serviço realizou, em parceria com alunos do curso de Psicologia da Unifip, uma agenda que incluiu visitas a pacientes, explanação e debates sobre saúde mental. Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que quase 800 mil pessoas morrem por suicídio no mundo. No Brasil, esse número vai para aproximadamente 13 mil. Diante disso, é importante o debate sobre Saúde Mental que é evidenciado durante o Setembro Amarelo.

De acordo com o diretor do CHRDJC, Francisco Guedes, é preciso atuar na prevenção e debater sobre a importância de como ajudar alguém que está passando por algum sofrimento psicológico que pode acarretar o suicídio. “Principalmente orientar sobre como e onde procurar ajuda. A doença mental tem tratamento, controle e com o devido acompanhamento, as pessoas podem reacender a vontade de viver”, pontuou.

A ação foi dividida em dois momentos: um de abordagem e debate que foi realizado na recepção do Hospital do Bem para pacientes que estavam na espera do atendimento, acompanhantes e funcionários da unidade; e outro, por meio de visita às enfermarias.

Para a aluna da Unifip Bianca Sousa, o intuito da agenda foi conscientizar e enfatizar sobre a importância do cuidado com a saúde mental, que muitas pessoas ainda deixam de lado. “Conversamos com pacientes, brincamos e tentamos levar um pouco de alívio e felicidade em um momento tão difícil de suas vidas. Queremos agradecer a toda a equipe do hospital por nos receber e acolher tão bem, foi uma experiência maravilhosa e ficaremos felizes em voltar outras vezes”, destacou.

O Sr. Napoleão Martins de Oliveira, da cidade de São Bento, recebeu a visita das alunas da universidade e disse que a abordagem lhe ensinou várias coisas boas. “Tudo o que elas disseram foi sensacional, bom e verdadeiro e achei muito importante conversar sobre isso”, disse ele. A Sra. Geralda Ferreira, esposa do paciente Francisco Coelho Ferreira, elogiou a ação e destacou a necessidade de se falar mais sobre saúde mental. “Essa atividade trouxe muitas palavras bonitas, muito conforto e debateu um tema muito importante”, afirmou ela, que também elogiou o serviço. “A equipe aqui é muito boa. Todos estão de parabéns”, reforçou ela.

A coordenadora do Serviço Social do Complexo, Suênia Mota, que também participou da atividade, reiterou a importância de as pessoas debaterem a temática suicídio sem preconceitos ou julgamentos. “Essa não é uma questão que deva ser tratada com superficialidade, dada à complexidade que envolve um suicídio ou tentativa de suicídio, principalmente porque toda morte é uma tragédia para a família, amigos e colegas e desta forma é mais ainda”, finalizou.

Geralda, acompanhante do paciente Francisco Ferreira, falou da importância da ação
Uma das visitas às enfermarias
A equipe que desenvolveu a atividade alusiva ao Setembro Amarelo no Hospital de Patos
A palestra e debate aconteceu na recepção do Hospital do Bem
A temática do Setembro Amarelo foi trabalhada também com os pacientes nas enfermarias
As alunas durante uma das visitas às enfermarias do hospital de Patos
Durante as visitas às enfermarias a temática do Setembro Amarelo foi abordada
Napoleão Martins, paciente do hospital, elogiu a ação
Profissionais do Complexo de Patos com alunas do curso de Psicologia da UNIFIP
Suênia Mota, coordenadora do Serviço Social do hospital, com duas acompanhantes que elogiaram a ação do Setembro Amarelo

Asplan lembra que encerra nesta sexta-feira prazo para envio da DITR/2023

A próxima sexta-feira, dia 29 de Setembro, é o prazo final para envio a Receita Federal da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural 2023. O alerta é da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e vale para todos os donos de imóveis rurais, sejam eles pessoa física ou jurídica proprietária, titular do domínio útil ou possuidora de qualquer título, inclusive a usufrutuária, de imóvel rural.

O valor mínimo do imposto é R$ 10. Valores inferiores a R$ 100,00 devem ser pagos em quota única até o dia 29 de setembro de 2023. Valor superior a R$ 100,00 pode ser pago em até quatro quotas, mas cada quota deve ter valor igual ou superior a R$ 50. A primeira parcela deverá ser paga até 29 de setembro.

A DITR deve ser enviada por meio do Programa Gerador da Declaração do ITR (Programa ITR 2023), que está disponível no site da Receita Federal. Além disso, continua sendo possível a utilização do Receitanet para a transmissão da declaração. . Quem não enviar a DITR até o dia 29/09, pagará multa de 1% ao mês ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido. O contribuinte cujo imóvel rural já esteja inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR) deve informar na DITR 2023 o respectivo número do recibo de inscrição.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, lembra que o Departamento Técnico (DETEC) da entidade está à disposição dos associados que tenham alguma dúvida ou dificuldade em preencher a Declaração nesta reta final de prazo. “A entrega da declaração é obrigatória, portanto todos os nossos associados que sejam donos de imóveis rurais precisam declarar e caso ainda haja dúvidas, o nosso DETEC está à disposição para ajudar”, reitera o dirigente canavieiro. O DETEC fica no primeiro andar do prédio sede da entidade, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, no Centro, em João Pessoa.

Asplan alerta para fim do prazo de entrega da DITR 2023
Presidente da Asplan, José Inácio lembra prazo e diz que Asplan pode ajudar produtor a realizar declaração

Asplan prestigia posse de nova diretoria da Aspeca e incentiva entidade a expandir a venda de cachaça produzida na Paraíba

A Paraíba é produtora de grandes marcas de cachaça, reconhecida nacional e internacionalmente, e ainda tem um mercado grandioso para ser conquistado e é, justamente, focando nesta expansão que a nova diretoria da Associação Paraibana dos Engenhos de Cachaça de Alambique – Aspeca assumiu a gestão da entidade. Em solenidade bastante concorrida, realizada nesta quinta-feira (21), em João Pessoa, o ex-deputado federal, André Amaral Filho tomou posse como presidente. O evento contou com a presença do senador Efraim Filho, do Presidente da Cooperativa dos Associados da Asplan e diretor secretário da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba, Fernando Rabelo Filho, além de empresários do setor e convidados.

“A Paraíba é um dos maiores produtores de cachaça de alambique do país, com excelentes produtos, e o setor canavieiro é um dos que mais emprega no estado. Então temos grandes marcas de cachaça e matéria-prima em abundância, o que nos coloca em situação privilegiada. Com essa nova diretoria, a expectativa é que busquemos ampliar esse mercado, expandindo os negócios em nível nacional e internacional e a Asplan, enquanto entidade maior do setor em nível local, apoia essa expansão”, destaca Fernando Rabelo Filho. Para ele, União e Unidade deverão ser palavras-chave desta nova gestão e mola propulsora de expansão de um vasto mercado ainda a explorar e conquistar.

O novo presidente da Aspeca é o ex-deputado federal e empresário André Amaral Filho, proprietário do Engenho Don Amaral, em Alagoa Grande, onde é produzida a cachaça Monarca. Em sua posse, ele reiterou que vai buscar o fortalecimento da marca ‘Cachaças da Paraíba’, além de buscar junto às instituições financeiras novas linhas de crédito para que os empresários do setor possam investir na modernização dos engenhos. A exemplo do que disse o representante da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), André Amaral Filho também destacou a importância da união entre os produtores. “É preciso estar unidos para avançarmos mais”, disse ele.

Durante a solenidade de posse, o senador Efraim Morais Filho proferiu uma palestra sobre a Reforma Tributária, que propõe várias mudanças na arrecadação de tributos no país e que, atualmente, encontra-se no Senado para ser avaliada. Na condição de coordenador do grupo de trabalho sobre Reforma Tributária da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, ele falou com propriedade sobre o assunto. Na ocasião, o senador ainda lembrou que o setor produtivo canavieiro sempre se destacou com relevante contribuição para o desenvolvimento da Paraíba. “O setor canavieiro paraibano tem um papel importante não apenas no aspecto econômico, mas, social e trabalhista, pois é o que mais emprega no campo e representa a cultura agrícola mais forte do estado, a que resistiu a crises, períodos difíceis de seca e sempre se manteve de pé”, afirmou Efraim.

Senador Efraim Filho com o presidente da Coasplan e diretor da Asplan, Fernando Rabelo Filho
Senador Efraim Filho e Fernando Rabelo Filho da Asplan, com as respectivas esposas na posse da Aspeca
Posse da nova diretoria da Aspeca foi bastante prestigiada

Produtores paraibanos vão deixar de receber na safra atual R$ 12 milhões de CBIOs porque ainda continuam de fora do Renovabio

A Lei nº 13.576, de 26 de dezembro de 2017, instituiu a Política Nacional de Bicombustíveis (RenovaBio) visando ampliar a produção e o uso de biocombustíveis na matriz energética brasileira. E, desde então, as indústrias sucroalcooleiras do Brasil vêm sendo remuneradas com Créditos de Carbono (CBIOs), mas, a classe produtiva, responsável pela maior parte do resgate do carbono no campo ainda não participa desta distribuição financeira. Estima-se que o setor industrial já tenha recebido cerca de R$ 6 bilhões neste período e que, somente na atual safra, os produtores paraibanos deixem de receber R$ 12 milhões equivalentes ao CBIOs que lhes pertenceria.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais já foi inúmeras vezes à Brasília, já participou de diversas reuniões com ministros e deputados federais junto com represententes da classe produtiva para solicitar celeridade na apreciação do Projeto de Lei 3149/2020, que prevê a inclusão dos produtores no programa de remuneração do CBIOs, mas, até agora o PL que tramita na Câmara dos Deputados há três anos, ainda está em apreciação na primeira, de cinco comissões da Casa. Atualmente, ele está sendo analisado na Comissão de Minas e Energia para, posteriormente, seguir para as comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça.

“Até quando a gente vai esperar que essa injustiça seja reparada? E as perdas que a gente já teve pelo não recebimento do CBIOs nas últimas quatro safras? O que falta para que essa política que estimula a produção de biocombustíveis no país contemple o elo da cadeia produtiva que mais resgata carbono no campo? Esses são questionamentos que a gente faz e que até agora não receberam a devida atenção e resposta”, afirma José Inácio.

Ele lembra que  o Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, já se mostrou favorável à inclusão dos produtores na política nacional do Renovabio. O aceno do ministro à pauta da classe produtiva foi dado em maio, durante reunião com representantes da Organização das Associações de Produtores de Cana do Brasil (ORPLANA), em Brasília.

Em agosto, o deputado federal Benes Leocádio, relator da matéria que será apreciada na Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara Federal, se reuniu com representantes de associações de plantadores de cana-de-açúcar do Nordeste, em Natal (RN), e garantiu que seu relatório será favorável às reivindicações da categoria.

Segundo José Inácio, os próprios industriais, em sua grande maioria, não se opõem a repassar o percentual de CBIOs aos produtores, e algumas indústrias já pagam percentuais aos seus fornecedores de forma espontânea. “Mas, é preciso essa regulamentação em Lei porque o que a gente pleiteia não é favor, é algo que é de direito, justo e razoável e que precisa ser definido para todos, de forma igualitária. Nós não queremos nada de ninguém, apenas receber a parte que nos cabe dentro do Renovabio. O que não se pode admitir é continuarmos de fora deste rateio de CBIOs”, reitera o dirigente canavieiro.

José Inácio lembra que o cálculo do prejuízo dos produtores na atual safra leva em conta o volume estimado de cana produzido por eles ( algo em torno de 3 milhões de toneladas) multiplicado pelo valor de R$ 4,00 de CBIOs por tonelada de cana ( que seria a parte do produtor), o que daria um montante equivale a R$ 12 milhões. Ainda segundo José Inácio, na Paraíba, estão sendo prejudicados cerca de 1.600 produtores de porte grande, médio e pequeno, além de micros produtores, entre os quais se encontram assentados e indígenas. “Precisamos aprovar esse PL urgentemente, aliás, já passou da hora de aprovar essa matéria na Câmara”, finaliza José Inácio. O PL 3.149 é de autoria do atual senador Efraim Filho (União Brasil-PB), que na época de criação do projeto era Deputado Federal.

Efraim Filho é autor do PL que repara a injustiça com os produtores
O presidente da Asplan, José Inácio reclama da demora da inclusão dos produtores no Renovabio para fins de recebimento do CBIOs