Author: administrador
Hospital de Catolé do Rocha realiza cirurgias eletivas e ortopédicas com interiorização de serviços especializados
O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, unidade da rede estadual de saúde na cidade de Catolé do Rocha, realizou, nessa terça-feira (28), oito procedimentos cirúrgicos entre eletivos e ortopédicos. A ação se deve à interiorização dos serviços de assistência especializada de saúde promovida pelo Governo da Paraíba, a fim de facilitar o acesso da população aos procedimentos cirúrgicos na sua própria região.
Foram realizadas seis cirurgias eletivas, sendo uma histerectomia total (retirada do útero e do colo do útero), uma colecistectomia (remoção da vesícula biliar), uma colpoperineoplastia anterior e posterior (cirurgia plástica da vagina e do períneo), uma hernioplastia umbilical (tratamento da hérnia na região do umbigo), uma postectomia (fimose) e uma hemorroidectomia (tratamento de hemorroidas). Já as ortopédicas foram duas fraturas nos braços.
Neste mutirão de cirurgias eletivas foram beneficiados pacientes das cidades de Mato Grosso, São José do Brejo do Cruz, Belém do Brejo do Cruz e Catolé do Rocha. Todos os procedimentos foram agendados pelo sistema RegNutes. As cirurgias eletivas acontecem no hospital todas as terças e quintas-feiras, e aos sábados, a cada 15 dias. Já os procedimentos ortopédicos foram de pacientes da cidade de Brejo dos Santos e de Brejo de Cruz.
O diretor-geral do hospital, Fábio Cardoso, lembra a importância do serviço de ortopedia para a população de Catolé e região. “Antes, os pacientes que precisavam deste tipo de cirurgia tinham que ser transferidos para outros hospitais da rede estadual, a exemplo de Patos. Agora, eles dispõem do serviço em Catolé, o que agiliza processos, minimiza riscos e melhora a assistência”, destaca o médico, lembrando que os dados comprovam que há demanda para esse tipo de procedimento, pois, em menos de 15 dias de implantação do serviço, já foram realizadas 11 cirurgias.
Referência para 10 municípios da 8ª Região de Saúde, o Hospital de Catolé tem nas consultas ambulatoriais e exames sua maior demanda, com cerca de 6 mil atendimentos mensais e, mais recentemente, se tornou referência também para procedimentos ortopédicos, consolidando assim a expansão do serviço para o Sertão paraibano.





Presidente da Câmara Federal defende PL dos CBios e acende a esperança de que se faça justiça com produtores canavieiros
Nesta quarta-feira (29), a Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados pode colocar em votação o Projeto de Lei (PL 3.149/20) que inclui canavieiros e demais produtores de biomassa dos biocombustíveis no recebimento de Crédito de Descarbonização (CBios) referente ao RenovaBio. Na atual conjuntura, só as usinas são beneficiadas com o pagamento, uma vez que a classe produtiva ficou de fora do Renovabio. Mas, essa injustiça pode ser reparada, caso a Câmara aprove o PL que assegura esse direito também aos produtores. “Cerca de R$ 18 bilhões já foram pagos aos industriais e a gente que produz a matéria-prima não recebeu nada ainda”, reclama o presidente da União Nordestina dos Plantadores de Cana (Unida), Pedro Neto.
Ele e o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, o presidente da Feplana, Paulo Leal, e outros representantes de associações canavieiras do país, a exemplo da ORPLANA e AFCP, estão em Brasília desde a última segunda-feira conversando com parlamentares para buscar um consenso para agilizar a votação do PL que tramita desde 2020 na Câmara Federal.
Nesta quarta-feira (29), eles tiveram uma importante reunião com o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, que considerou o pleito justo e confirmou seu apoio ao PL. Segundo, Pedro Neto, o parlamentar concordou com a necessidade de votação do PL por considerá-lo um importante mecanismo de solucionar essa injustiça cometida contra os produtores que ficaram sem ter acesso ao recebimento do CBIOs por não terem sido incluídos na Lei do Renovabio. O encontro aconteceu na residência oficial do presidente da Câmara, em Brasília.
O presidente da Asplan considerou os contatos feitos em Brasília muito promissores. “Tivemos importantes reuniões e alguns encaminhamentos sobre essa questão e agora com esse posicionamento do deputado Arthur Lira, penso que as coisas estão mais perto de serem resolvidas e isso nos alegra muito porque já perdemos de ganhar pelo CBIOs durante cinco safras”, afirma José Inácio.
“Não estamos pleiteando nada de ninguém, nem muito menos queremos tirar os dividendos das indústrias. Queremos o que é nosso por justiça e merecimento. Não é no processo industrial que se reduz a emissão de CO2, é em todo o processo produtivo no campo”, reitera José Inácio, lembrando que as indústrias que produzirem com 100% de sua matéria-prima não vão precisar dividir o CBIOs com ninguém e as demais vão dividir proporcionalmente, descontando as despesas.






Unitrans realiza Roda de Conversa para lembrar aos seus colaboradores a importância do Novembro Azul e da prevenção
Com cerca de 80% de seu quadro funcional formado por profissionais homens, a empresa de transporte coletivo urbano Unitrans, de João Pessoa, sabe que é importante alertar seus colaboradores em relação à prevenção, principalmente, sobre um assunto que diz respeito à saúde do homem. E foi com esse objetivo que a empresa realizou nesta segunda-feira (27), uma Roda de Conversa sobre a campanha Novembro Azul com o médico Helton Andrade. O evento aconteceu no auditório da empresa, localizada no bairro de Água Fria, e foi aberto pelo Auxiliar de Recursos Humanos da Unitrans, Matheus Lima, que reforçou a importância do momento.
No início da ação foi distribuído um folheto educativo com orientações e sinais que precisam ser investigados e, em seguida, o médico abriu os diálogos abordando questões de fatores genéticos, de risco, as formas de tratamento e outros assuntos correlatos à saúde masculina. “O homem morre, em média, sete anos mais cedo que a mulher e isso está muito relacionado aos cuidados preventivos que nós deixamos de ter. Nós homens não cuidamos tanto de nossa saúde como deveríamos”, disse Dr. Helton, lembrando que é importante fazer o exame de sangue PSA para identificar possíveis alterações, assim como o exame do toque retal (nos homens com fatores de risco e história familiar da doença a partir dos 45 anos de idade, e, a partir dos 50 anos, caso não tenha história familiar nem fatores de risco).
O médico lembrou ainda que a prevenção contra o câncer de próstata é sempre tratado com muito preconceito, além de medo pelos homens e que o toque retal, de fato, pode ser constrangedor, mas, muito necessário, principalmente quando há identificação de alteração no PSA. “Por causa de medo ou preconceito em realizar o exame de toque retal, muitos preferem não procurar o urologista, fazendo com que o diagnóstico seja realizado tardiamente o que dificulta o tratamento”, reforçou Dr. Helton, lembrando que a obesidade, o sedentarismo, o tabagismo e o consumo excessivo de álcool são fatores de risco para o desenvolvimento da doença, que aparece, na maioria dos casos (75% dos casos), a partir dos 65 anos de idade.
Depois das explanações do médico, foi aberto a Roda de Conversa, com os colaboradores fazendo perguntas relativas ao assunto e à saúde masculina de forma geral. Entre os assuntos debatidos, esteve saúde sexual e reprodutiva masculina, infecção urinária, sintomas e sinais do câncer de próstata, indicações e implicações da cirurgia, fatores hereditários para desenvolvimento de algumas doenças que afetam mais os homens, etc. “A melhor conduta sempre será a identificação precoce e tratar o paciente no início da doença antes que a cura se torne mais difícil e suas implicações mais graves”, reforçou Dr. Helton, chamando atenção para os sintomas do câncer de próstata: diminuição da força do jato urinário, aumento da frequência de idas ao banheiro (principalmente urinar mais à noite e pela madrugada) e sensação de que a bexiga não está totalmente vazia após urinar. “Esses são indicativos de que há algo errado e precisa ser investigado”, disse ele.
A diretora da Unitrans, Lorena Dantas, lembra que a exemplo da campanha do Outubro Rosa, o Novembro Azul também é fundamental para chamar atenção da importância da prevenção e dos cuidados que devemos ter com a saúde. “Tanto o câncer de mama que acomete as mulheres, quanto o câncer de próstata, quando são descobertos no estágio inicial da doença, as chances de cura são muito altas. Por isso é fundamental a prevenção, com a realização dos exames e fizemos essa ação para reforçar a importância de se cuidar”, reiterou Lorena.
Sobre o Novembro Azul
O Novembro Azul é um movimento nacional que objetiva alertar a população, especialmente, a masculina sobre o câncer de próstata. Esse movimento internacional, comemorado inicialmente na Austrália, desde 2003, volta-se para a conscientização do público masculino a respeito do câncer de próstata, que é uma importante causa de morte entre os homens. O mês de novembro foi o escolhido, pois o dia 17 de novembro é o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata. Durante todo o mês, ações são realizadas com o objetivo de alertar sobre a doença.












Hospital de Coremas vai ofertar exames de PSA durante a ação do Novembro Azul
A rotina no Hospital e Maternidade Estevam Marinho, de Coremas, foi alterada na manhã desta segunda-feira (20). Isto porque a unidade, que integra a rede estadual de saúde, fez a abertura das ações do Novembro Azul com uma palestra, na recepção do hospital, com médicos da unidade. Além da palestra, houve distribuição de laços azuis e panfleto educativo com pacientes, acompanhantes e funcionários e iniciou-se a realização de exames de PSA que serão ofertados, de segunda a quinta-feira, durante todo o mês de novembro, para a população masculina da cidade e região. Neste primeiro dia de atendimento, já houve coleta de sangue para o exame. A recepção do Hospital também foi decorada com bolas azuis para reforçar a ação do Novembro Azul.
A programação foi aberta com a palestra dos médicos Marcus Miguel de Morais e Danilo Ferreira de Sousa. Os profissionais falaram sobre os cuidados preventivos, mostraram a importância da prevenção e abordaram os cuidados necessários para identificação da doença em seu estágio inicial, o que eleva as chances de cura. O médico Marcus, inclusive, um dia já se tornou paciente e deu um testemunho de quem foi salvo e se curou de um câncer de próstata. “Descobri a doença ainda em estágio bem inicial, o que permitiu que eu fizesse o tratamento e a cirurgia e nem precisar de quimioterapia. Portanto, sou a prova de que a prevenção faz uma enorme diferença quando se trata de cura”, destacou ele.
A diretora-geral do hospital, Josielma Oliveira, reforça a importância da prevenção e convida a população masculina de Coremas a realizar o exame de PSA. “Este ano, graças à modernização de nosso laboratório, que ganhou novos equipamentos, estamos ofertando os exames de PSA para a população masculina. A coleta pode ser feita pela manhã e tarde, de segunda a quina-feira”, disse ela, complementando que caso o exame dê algo alterado, a unidade encaminhará o paciente para avaliação e consulta em hospitais da rede que trabalhe com urologistas.
Sobre o Novembro Azul – A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem foi formulada para promover ações de saúde que contribuam significativamente para a compreensão da realidade singular masculina nos seus diversos contextos socioculturais e político-econômicos. O movimento Novembro Azul teve início em 2003, na Austrália, com o objetivo de chamar a atenção para a prevenção e o diagnóstico precoce das doenças que atingem a população masculina, com ênfase na prevenção do câncer de próstata. Pouco tempo depois ganhou o mundo, inclusive, o Brasil. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) atestam que cerca de 15 mil mortes/ano acontecem em decorrência do câncer de próstata no Brasil, que é o tipo de câncer mais frequente entre os homens brasileiros, depois do câncer de pele.












Hospital de Catolé implanta dispositivo de avaliação de serviço e elogios de usuários despontam com maior índice
O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, em Catolé do Rocha, unidade pertencente à rede de saúde do Governo da Paraíba, desde o mês passado conta com um instrumento de avaliação de seus serviços pela população usuária. E na primeira tabulação de resultados, os elogios à unidade se destacam com um índice de 71,6%, seguido de reclamações com 15,4%. As sugestões ficaram com 11% e com um índice de 2% aparecem as denúncias. O sistema de avaliação usado é uma ferramenta do Google, por meio da Plataforma Forms.
O diretor-geral do hospital, Fábio Cardoso, que teve a iniciativa de implantar a ouvidoria neste novo modelo de avaliação, reforça que a opinião dos pacientes é muito importante. “Ela é um excelente indicador, inclusive, para aprimoramento da nossa conduta enquanto prestadores de serviços em saúde pública. A partir das observações e avaliações de nossos usuários, nós temos uma resposta de como o serviço está chegando neles”, afirma o médico.
Para acessar o sistema de avaliação, basta que o paciente direcione o celular para um QR Code que já o direciona para um questionário com 16 perguntas. Nele o usuário pode responder como avalia o atendimento de vários setores do hospital, a exemplo da recepção, da classificação de risco, o atendimento médico, da portaria, do maqueiro, da assistente social, da psicologia, da enfermagem, da fisioterapia, do serviço de exames, além de avaliar as instalações físicas e a higienização do ambiente. O paciente pode ainda arbitrar uma nota de zero a 10 pelo atendimento e alimentação servida no hospital. No final, o paciente clica em enviar e as respostas são tabuladas automaticamente pelo Programa, sem nenhuma interferência dos gestores que têm acesso apenas aos relatórios gerados pelo sistema.
E neste primeiro mês de avaliação o relatório apontou que 71,6% das pessoas que responderam ao questionário elogiaram o serviço e 15,4% fizeram reclamações que, segundo a direção serão devidamente encaminhadas aos setores responsáveis. As sugestões enviadas por 11% das pessoas também serão levadas em consideração, segundo Fábio, além dos 2% que fizeram denúncias. “Não vamos ficar somente na análise dos dados. Vou cobrar de minha equipe a resolução dos problemas apontados e apurar se as denúncias levantadas procedem”, reitera o diretor-geral.
E para quem não quiser usar o sistema por meio do QR Code, pode mandar um e-mail para a ouvidoria para o endereço ouvidoriaregionaldecatole@gmail.com. “A transparência nas relações entre o Estado e sociedade é uma questão muito importante e ao disponibilizar esse sistema e também o e-mail a gente está reforçando isso em nossa unidade”, finaliza o diretor-geral Fábio Cardoso.


‘Não existe atualmente um quadro de super El Niño’ afirmou o doutor em meteorologia Alexandre Magno durante palestra na Asplan
Na contramão do que alardeou a Imprensa nacional em reportagens em vários veículos afirmando que o atual fenômeno El Niño poderia se transformar em um Super El Niño em 2023, o doutor em Meteorologia, Alexandre Magno, afirmou nesta terça-feira (14), durante palestra na Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), que o El Niño não tem energia com essa atual configuração para prejudicar a pré-estação de chuvas do litoral em março de 2024 e no período chuvoso entre abril a julho no Nordeste. “Ele vai durar mais uns quatro meses, mas, sem dúvida não se configura um Super El Niño como se divulgou”, reforçou o especialista para alivio dos produtores canavieiros que assistiram à palestra.
Ele lembrou que o El Niño é um aquecimento anômalo que se estabelece próximo à costa oeste do Peru, na época de Natal e que o mais devastador deles aconteceu em 1997/98 e reforçou que o atual fenômeno se configura como moderado. “Esse El Nino é fraco em relação ao evento de 1998. Desde fevereiro, ele foi aquecendo e em agosto e setembro, segundo institutos americanos, o El Niño alcançou o máximo de 2.7ºC e dados de novembro mostram que ele vem reduzindo sua intensidade, ao contrário do que se tem sido divulgado pela Imprensa”, explicou Alexandre.
O especialista, no entanto, lembrou que há possibilidade de acontecer um repique. “Isso é possível, mas, de forma isolada. Ele hoje está com temperatura média de 1,7ºC e vem perdendo força. A evolução do El Nino apresenta uma tendência de redução de temperatura que demonstra a dissipação do fenômeno que, nesta época do ano, deveria ser o contrário, ou seja, ele deveria estar aquecendo mais, mas, não está”, reiterou lembrando o fenômeno de 1998. “Naquele ano, nesta época do ano, ele estava na média de 2,5 a 3 graus enquanto que o fenômeno atual vem reduzindo, com tendência de decréscimo de calor e perda de energia”, destacou Alexandre.
O aquecimento da parte central do Pacifico e a instabilidade do El Niño, que oscila sua temperatura, segundo ele, é um sinal do estabelecimento do El Niño padrão Modoki que, normalmente, traz chuva de normal à acima da média no Nordeste. O especialista lembrou ainda que o clima, principalmente, no Leste se baseia muito na área do Atlântico. “O Atlântico basicamente domina nosso clima, tanto que em torno de 20 a 25% dos eventos de El Niño não têm impacto significativo nesta região”, disse ele, lembrando que a seca histórica da Amazônia é um efeito direto da configuração do El Niño Modoki e não do aquecimento global como vem sido dito erroneamente por ai.
Ele lembrou que o Nordeste passa por ciclos de estiagem e ciclos de tempos de boas chuvas. “De 2000 a 2010 a chuva foi muito regular, foi o período mais abundante do Nordeste. Mas, nós estamos no final destas oscilações favoráveis as chuvas no Nordeste e vamos entrar nestes próximos dez anos na oscilação decadal positiva, que ela é desfavorável às chuvas na região, com em torno de 63% dos ciclos poderão ser mais secos. Então nós vamos ter um período de 30 a 35 anos de mais anos com tendência a estiagem no Nordeste. Isso não é uma previsão, mas um ciclo que acontece normalmente na atmosfera. Se for pesquisar oscilação decadal do Pacífico, vocês verão que isso é cíclico. Quando se fala em litoral, não há tanto impacto, pois nessa região chove em torno de 2 mil mm e se tem uma redução para 1500 mm, o que não causa tanto impacto, mas para o semiárido que já chove pouco, isso terá um maior impacto”, disse ele.
Alexandre destacou ainda que a atmosfera é dinâmica e que existem coisas que atualmente não se explicam, como por exemplo, a velocidade de deslocamento os sistemas, os modelos estimam, mas, não há precisão absoluta. “Mas, há uma tendência, em virtude da fase favorável da oscilação decadal do Pacífico, que nestes próximos oito anos, haja um período mais favorável de chuvas no Nordeste, com boas perspectivas de manter um padrão de neutralidade e há perspectivas de formação de uma La Nina no final de 2024, lembrando que esse fenômeno não significa mais chuvas, mas, apenas um fator mais favorável ao Nordeste. Temos uma perspectiva do El Niño continuar dissipando e chegarmos a março e abril de 2024 com um padrão de neutralidade que poderá ser favorável as chuvas no Leste”, disse ele, reiterando que o Atlântico está aquecendo e isso favorece as chuvas. “Mantendo esse padrão, nós teremos um padrão favorável de chuvas com tendência de melhoria para o setor leste do Nordeste. Os modelos de previsão de clima mostram o período de novembro e dezembro deste ano e janeiro de 2024 com tendência de precipitações abaixo da média para o semiárido nordestino”, finalizou ele.





Urgência e Emergência do Hospital de Patos atende mais de 180 pessoas e realiza 17 cirurgias no final de semana
O plantão do final de semana (10 a 12) na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, unidade integrante da rede de saúde do Governo da Paraíba, registrou o atendimento a 187 pessoas, das quais 18 foram vítimas de sinistros de trânsito. Entre as 18h da sexta-feira (10) até a meia-noite do domingo (12), foram realizadas 17 cirurgias, sendo 13 de urgência e quatro eletivas.
Dos 17 procedimentos cirúrgicos, a maior parte foi de cirurgias ortopédicas, com sete casos, seguido de cirurgia vascular, com cinco procedimentos, três cirurgias gerais e duas oncológicas. O plantão com maior atendimento foi o do sábado (11), com 88 pessoas, seguido do domingo, quando foram atendidos mais 72 pacientes. Na sexta-feira (10), entre as 18h e a meia-noite, outras 27 pessoas deram entrada na unidade.
Dos 18 pacientes vítimas de sinistros de trânsito, 15 deles foram de pessoas que estavam em motocicletas e três em automóvel. Dos 18 acidentados, três permaneceram internados para cuidados posteriores. A maior parte das vítimas de acidentes foi da cidade de Patos, com 10 pessoas no total, mas o hospital atendeu pacientes das cidades de Areia de Baraúnas, Condado, Juru, São Mamede, Teixeira e Santa Luzia.
Na Urgência e Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados no trânsito, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com dores diversas, sendo a maior demanda, com 66 casos, seguido de pessoas que sofreram quedas, com 24 casos. O hospital atendeu também nove pessoas com traumas, oito com dispneia, sete pacientes por causa de torção, seis com crise hipertensiva, cinco por mordida de animais, outros cinco para tratar ferimentos, entre outros motivos.





Hospital de Coremas realiza 100 cirurgias de Catarata no oitavo mutirão do ano pelo Opera Paraíba
O Hospital e Maternidade Estevam Marinho, de Coremas, que integra a rede estadual de saúde, realizou 100 cirurgias de Catarata durante os três dias de procedimentos do oitavo mutirão do ano pelo Programa Opera Paraíba. As cirurgias foram realizadas nos dias 8, 9 e 10 de novembro. Este ano, a unidade já realizou 1344 cirurgias de Catarata, tornando-se referência neste tipo de procedimento na região.
No primeiro dia do mutirão foram realizadas 45 cirurgias, no segundo dia foram mais 38 procedimentos e no último dia aconteceram outras 17 cirurgias. Além de pacientes de Coremas, o hospital atendeu pacientes dos municípios de Serra Grande,
Curral Velho, Nova Olinda, Santana de Mangueira, Santana dos Garrotes, São José do Caiana, Igaracy, Itaporanga, Aguiar, Santa Inês, Conceição, Cajazeiras, Pedra Branca,
Diamante, Boa Ventura, Ibiara, Olho D’água e Piancó.
A diretora-geral do hospital, Josielma Oliveira, destaca que todos os procedimentos aconteceram sem intercorrências. “Encerramos esse oitavo mutirão do ano com muita alegria, pois todos os procedimentos foram realizados com sucesso”, afirma ela.
A professora Rita de Cássia, de Conceição, foi uma das pacientes atendidas. “O atendimento foi excelente. Fui para o oftalmologista em junho e já estou fazendo minha cirurgia. Estava com muita dificuldade para acessar computador, ler as coisas e agora vou ficar bem e agradeço ao governador, as pessoas do hospital que tão bem me atenderam, ao médico que fez a cirurgia, enfim, estou muito agradecida por ter resolvido o meu problema”, disse ela. A aposentada Rita Maria de Sousa Queiroz, da cidade de Santana dos Garrotes, também fez sua cirurgia. “Minha vista estava embaçada toda vez que eu fazia exame, o médico dizia que eu precisava fazer a cirurgia e eu fui adiando. Mas, quando decido fazer, consegui marcar rápido o procedimento e o atendimento aqui no hospital foi muito bom. Só tenho a agradecer por tudo”, disse ela.










Hospital de Coremas atende mais de 300 pessoas no final de semana
O Hospital e Maternidade Estevam Marinho, de Coremas, unidade pertencente à rede estadual de saúde, registrou o atendimento a 318 pessoas no plantão deste final de semana, entre a sexta-feira (10) e a meia-noite do domingo (12). No período, foram atendidas 143 pessoas na urgência e outras 175 no ambulatório. Os casos de dores, sintomas de síndrome gripais e cefaleia lideraram a procura pelo serviço na urgência, com 32, 21 e 15 casos, respectivamente.
O plantão de maior movimento na urgência foi o do sábado (11), quando 50 pessoas foram atendidas, seguido do domingo (12), com mais 48 atendimentos. Na sexta-feira (10), outras 45 pessoas foram atendidas na urgência da unidade.
No ambulatório, o dia de maior número de atendimentos foi também o sábado, quando 67 pacientes passaram por consulta médica. Na sexta-feira (10), outras 58 pessoas foram atendidas e no domingo (12), foram realizadas mais 50 consultas. Dois pacientes precisaram ser internados para cuidados posteriores, ambos com gastroenteroculite aguda, um tipo de diarreia mais severa.
Além de pessoas com dores, sintomas de síndrome gripais e cefaleia, o hospital atendeu na urgência pacientes com diarreia, dificuldades de urinar, com crise nervosa, febre, com crise hipertensiva, reação alérgica, amigdalite, por causa de quedas, com vômitos, intoxicação, luxação, entre outros sintomas.



Hospital de Catolé do Rocha começa a ofertar cirurgias ortopédicas a partir desta segunda-feira
O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, unidade da rede estadual de saúde na cidade de Catolé do Rocha, está expandindo sua atuação na assistência à população e começou, nesta segunda-feira (13), a ofertar cirurgias ortopédicas. A projeção inicial é de fazer 100 cirurgias/mês. A unidade realizará procedimentos cirúrgicos de urgência e também programados.
A disponibilidade deste novo serviço integra as ações de melhoria e regionalização da assistência especializada da saúde implementadas pelo Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado de Saúde. “Antes da disponibilidade deste serviço na cidade, os nossos pacientes tinham que ser transferidos para outros hospitais da rede estadual, a exemplo de Patos, e agora eles farão a cirurgia aqui”, destaca o diretor-geral do Hospital de Catolé, Fábio Cardoso. Ele lembra que, com isso, além do ganho dos pacientes locais que não precisarão mais ser transferidos, o novo serviço irá contribuir com outras unidades desafogando o fluxo de pacientes.
O médico observa ainda que só foi possível implantar as cirurgias ortopédicas para o Hospital de Catolé com a chegada de um arco cirúrgico, equipamento que possibilita realizar os procedimentos com excelência. “O arco foi adquirido graças a uma emenda parlamentar do deputado federal Gervásio Maia, que destinou recursos para o hospital de Catolé”, lembra Fábio. Foram cerca de R$ 2,5 milhões também para custeio da unidade e ainda R$ 1,5 milhão para a nova etapa de construção do futuro centro de hemodiálise.
Pequenas cirurgias – O Hospital de Catolé ampliou essa semana a rotina da realização de pequenos procedimentos cirúrgicos, melhorando a assistência à população. Os atendimentos, que antes eram feitos nas segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras, apenas nos turnos da manhã, agora passarão a ser realizados também no turno da tarde. As marcações são feitas na própria recepção do hospital, após avaliação ambulatorial.
Referência para 10 municípios da 8ª Região de Saúde, o Hospital de Catolé tem nas consultas ambulatoriais e exames sua maior demanda, com cerca de seis mil atendimentos mensais. A unidade funciona ainda como maternidade e agora sendo também referência para cirurgias ortopédicas.








