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Hospital de Coremas realiza 253 atendimentos no plantão do final de semana
O Hospital e Maternidade Estevam Marinho, unidade pertencente à rede hospitalar do Governo do Estado, em Coremas, realizou, durante o plantão do final de semana, entre a sexta-feira (12) e o domingo (14), 253 atendimentos, registrados na Urgência e Emergência e no Ambulatório Médico. Deram entrada na sexta-feira, 85 pacientes. No sábado, foram 81 e no domingo, 87. Na unidade também foi registrado um parto natural, ocorrido na noite do domingo.
A maior demanda de atendimentos no ambulatório médico ocorreu em pacientes que se queixavam de dores diversas (46), seguido de pessoas com dengue (37) e de pacientes que deram entrada com sintomas de síndrome gripal (25).
O hospital atendeu ainda pessoas com amigdalite (16), com crise nervosa (15), com quadros de diarreia (14), com cefaleia (11), reação alérgica (6), com dificuldade de urinar (5), além de pessoas com quadro febril, mal estar, crise hipertensiva, infecção, queda, tontura, torção, vômito, dispneia, desmaio e sangramento. Houve ainda quatro casos de intoxicação por medicamentos e cinco vítimas de sinistros de trânsito com moto.
Quatro pessoas precisaram ser internadas no plantão do final de semana, sendo uma por causa de uma enterite (inflamações no intestino), outra por causa de dor aguda, outra por causa de Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) e a gestante que teve parto normal no domingo.





Hospital Regional de Patos atende 207 pessoas e realiza 31 cirurgias no final de semana
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, unidade da rede de saúde do Governo da Paraíba, em Patos, atendeu na urgência e emergência, das 18h da sexta-feira (12) até a meia-noite deste domingo (14), 207 pacientes que deram entrada por diversos motivos, inclusive por sinistros de trânsito. No plantão, a unidade também realizou 31 cirurgias, sendo 15 delas de urgência e outras 16 eletivas.
No plantão da noite da sexta-feira (12), foram atendidas 29 pessoas; no sábado (13), mais 91 pacientes deram entrada no hospital e foram atendidos; e no domingo (14), outras 87 pessoas procuraram assistência na urgência e emergência do hospital. A maior demanda foi de pessoas com queixas de dores, com 61 registros, seguida de problemas decorrentes de quedas, com 24 ocorrências, e de sinistros de trânsito, com 22 vítimas no total, sendo 21 com motocicletas e um por atropelamento. Doze pessoas procuraram o serviço em função de mordidas de animais e três feridas por arma de fogo.
Das 31 cirurgias realizadas, 10 foram procedimentos oncológicos em pacientes atendidos no Hospital do Bem, unidade de tratamento de câncer do Sertão que funciona dentro do Complexo de Patos, oito foram ortopédicas, seis gerais, quatro vasculares e três urológicas.
Deram entrada no hospital pacientes vítimas de sinistros de trânsito de Patos, com 17 ocorrências, além de acidentados de Condado, Matureia, Santa Luzia, Santa Teresinha e São José do Bonfim. Dos 22 feridos, 14 eram do sexo masculino e oito do sexo feminino. Apenas um paciente acidentado precisou permanecer internado para cuidados posteriores.



Ação que corre à revelia de municípios pode prejudicar mais de 1200 propriedades e empreendimentos no Conde, Alhandra e Pitimbu
Uma ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Federal, em 2022, e que tramita na Justiça Federal da Paraíba e obriga a FUNAI a realizar, na Paraíba a demarcação de terras indígenas nos municípios de Conde, Alhandra e Pitimbu, caso seja julgada procedente, vai impactar e prejudicar diretamente 1283 propriedades rurais, empreendimentos e comércios nestas localidades do Litoral Sul da Paraíba. O alerta é dado pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e pela Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa). Na semana passada, durante reunião na sede da Asplan, esse assunto foi debatido com representantes dos municípios envolvidos na ação.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, abriu a reunião reiterando que a Associação não é contra a demarcação de terras daquilo que é legítimo dos povos indígenas. “Porém, neste processo específico, há muitas falhas e do jeito que ele está sendo proposto, comércios, propriedades produtivas e empreendimentos serão bastante prejudicados, ou seja, se ele avançar da forma como estão propondo, o Conde, Alhandra e Pitimbu perderão muito com isso”, afirmou o dirigente canavieiro.
A advogada da Faepa, Martha Melquíades, explica que, atualmente, o processo está desmembrado em duas partes, sendo uma que obriga a demarcação de terras em áreas que hoje são ocupadas por vários empreendimentos, a exemplo de fábricas, hotéis, comércios, e mais de 14 km de área do litoral de Jacumã. “Isso afetará vários empreendimentos, vários produtores, inclusive, assentamentos que existem há mais de 40 anos, promovendo um verdadeiro retrocesso econômico e social nestas localidades”, afirma ela.
Ainda segundo a advogada, o processo afeta inúmeros produtores, de várias culturas nestas três localidades. “Em Pitimbu, por exemplo, são 427 propriedades atingidas, de alguma forma, por essa ação. No Conde, são mais 373 e em Alhandra, outras 483 propriedades serão afetadas diretamente com esses processos”, destaca a advogada. Além disso, segundo Martha, corre outro processo derivado deste original que quer obrigar a Sudema de não mais emitir licença ambiental nestes três municípios enquanto não cessar essa discussão sobre essa demarcação.
Ela chama atenção para outro agravante que é o fato desse processo está tramitando sem a participação dos municípios em questão, dos proprietários, dos posseiros, dos produtores rurais, de toda a sociedade local, afetando o direito de propriedade de muitas pessoas.
O Município de Alhandra, por exemplo, que se fez representar na reunião da Asplan através do Procurador, Márcio Cabral, tomou conhecimento das duas ações através de informações da Asplan e não da Justiça. “A Procuradoria de Alhandra acessou os autos virtuais destas duas ações e constatou que o Município não é réu em nenhuma das demandas e que nunca foi citado ou intimado para contestar ou participar de nenhuma audiência de conciliação ou mediação”, afirma o Procurador.
Ainda segundo Márcio Cabral, diante de tamanha falta de publicidade, o Município está protocolando junto à FUNAI uma petição baseada na Lei de Acesso à Informação para ter acesso aos autos do processo administrativo na íntegra. “Se houver real interesse atinente ao município de Alhandra, este irá se habilitar para exercer o contraditório e ampla defesa, como manda o art. 5º LV da Constituição. Os demais passos dependerão do teor do processo administrativo cujo conteúdo ainda é desconhecido para nós”, afirmou o Procurador de Alhandra.
“Nós queremos que o processo seja justo e legítimo, que seja respeitado o direito dos povos originários, mas, que também se respeite o direito de propriedade de todos aqueles que adquiriram suas terras legalmente, ergueram nelas benfeitorias, seguiram o rito legal de aquisição dos locais onde trabalham e produzem, que geram empregos e vivem nestas localidades produzindo, e ao mesmo tempo respeitando o Marco Legal. O que não pode acontecer é as autoridades atropelar tudo isso, ignorar o retrocesso que pode acontecer nestas localidades e simplesmente decidir desapropriar as terras sem levar em consideração questões de suma importância”, ponderou José Inácio.
A Asplan e a Faepa formaram um grupo de trabalho para acompanhar as ações e os advogados destas entidades estão à disposição dos seus associados para tirarem dúvidas sobre essa questão. “Nosso corpo jurídico está atento a esse processo, estamos mobilizado os agentes públicos que possam nos ajudar e vamos pleitear uma audiência com o governador João Azevêdo, pois como chefe do executivo ele deve ter conhecimento da gravidade desta situação que afetará com grandes proporções a economia e desenvolvimento do litoral Sul da Paraíba”, finalizou José Inácio.


Opera Paraíba vai ofertar cirurgias de reconstrução mamária no Hospital Regional de Patos
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), unidade pertencente à rede estadual de saúde, vai passar a disponibilizar cirurgias de reconstrução mamária, por meio do Programa Opera Paraíba, uma ação do Governo do Estado que tem o objetivo de facilitar o acesso da população às cirurgias eletivas e reduzir o tempo de espera por um procedimento.
Essa decisão foi tomada durante reunião, nessa quinta-feira (11), com a diretoria geral e técnica da unidade com representantes da Secretaria de Estado de Saúde (SES). Estavam presentes o secretário executivo de Saúde da Rede Hospitalar da Paraíba, Patrick Almeida; a superintendente de Regulação do Estado da Paraíba, Vivian Rezende; a gerente de Regulação Estadual, Lidiane Cassimiro, além dos diretores geral, Francisco Guedes; e técnico, Pedro Augusto, e das coordenações de clínica médica e enfermagem do Hospital de Patos.
“Ficou decidido pela SES que o Programa Opera Paraíba abraçará mais essa demanda de oncologia, beneficiando os pacientes do Hospital do Bem com mais esse serviço que vai ajudar diretamente e de forma muito positiva todos os pacientes da 3ª Macrorregião de Saúde, que passarão a dispor de mais esse procedimento”, afirmou Francisco Guedes. Segundo o diretor, também ficou definido que o Opera Paraíba ainda fará pequenas cirurgias oncológicas na unidade de Patos.
Ainda de acordo com Francisco, já existe empresa habilitada junto ao Governo do Estado para execução do serviço, o que agiliza a operacionalidade das ações, tanto que a expectativa de início das atividades já é o próximo mês de maio, tanto das cirurgias de reconstrução, como da realização dos outros pequenos procedimentos cirúrgicos oncológicos.
“Precisamos de tempo apenas para aquisição dos materiais e outras adequações que se fazem necessárias para podermos definir a data exata do início dos trabalhos e oferta destes novos serviços em nossa unidade. Só sabemos que será já em maio”, finalizou Francisco.
O diretor técnico do Hospital, Pedro Augusto, reiterou a importância desta ampliação da assistência aos pacientes oncológicos do Sertão. “É mais um passo que avançamos na evolução e melhoria da assistência aos pacientes com câncer no sertão e estamos muito felizes em poder disponibilizar mais esses serviços especializados para a população sertaneja”, finalizou o médico.



Pactuação entre Hospital Regional de Patos e FIP amplia assistência de saúde à população do Sertão
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) e as Faculdades Integradas de Patos (FIP) deram o primeiro passo no sentido de promover uma pactuação entre as instituições, nessa quinta-feira (11), durante reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e da FIP. A ação vai ampliar a assistência à população de Patos e região com a oferta de mais cirurgias e serviços ambulatoriais específicos.
A parceria entre as instituições vai possibilitar que usuários do SUS, regulados via Estado, possam usar os serviços do ambulatório da FIP em serviços especializados, desafogando o Hospital Regional. A pactuação vai permitir ainda o uso do bloco cirúrgico do Hospital Day, que pertence à FIP, para realização de cirurgias por meio do Programa Opera Paraíba, ampliando a oferta de procedimentos na região, inclusive os procedimentos cirúrgicos oncológicos.
“Estivemos reunidos hoje para dar andamento a esse projeto que vai viabilizar a ampliação de nossa parceria com a FIP, que hoje dispõe de um excelente centro hospitalar, tendo como foco a ampliação da assistência à população, que vai poder realizar atendimentos em serviços especiais e também terá o número de cirurgias ampliado, inclusive os procedimentos oncológicos”, afirmou o diretor-geral do Complexo de Patos, Francisco Guedes, que estava na reunião juntamente com o secretário executivo de Saúde da Rede Hospitalar da Paraíba, Patrick Almeida; e a superintendente de Regulação do Estado da Paraíba, Vivian Rezende. O reitor da FIP, João Leudson; e o coordenador do Curso de Medicina da FIP, Miguel Toledo, também participaram da reunião.
Para Miguel Toledo, a pactuação vai possibilitar também que os estudantes de Medicina da instituição possam dispor de um melhor cenário de formação, assim como contribuir para que a responsabilidade social da FIP seja também ampliada, não apenas no município de Patos, mas para todo o Sertão. “Com esse projeto de pactuação, vamos ampliar a assistência em saúde para a população, melhorando os acessos aos usuários do SUS a uma unidade hospitalar de excelência, com quadro de pessoal qualificado e estrutura diferenciada”, destaca.
Ainda não há uma data definida para disponibilização dos serviços desta parceria, mas já a partir da próxima semana começam os processos burocráticos de formalização da pactuação entre as instituições. Segundo o diretor geral do Hospital de Patos, há um interesse mútuo, tanto da parte do Governo do Estado, quanto da direção da FIP, de que esse processo seja realizado com celeridade para que a população já comece a usufruir dos serviços disponibilizados a partir deste convênio o mais breve possível. Ainda, segundo Francisco, em breve, a SES vai anunciar quais serão os serviços e as cirurgias a serem realizadas por meio desta pactuação.


Asplan lembra importância do Abril Verde e destaca cultura de prevenção de acidentes que a entidade adotou em seu dia a dia
Entre 2012 e 2022, foram comunicados 6,7 milhões acidentes de trabalho, com 25,5 mil mortes no Brasil. Os dados são do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, desenvolvido no âmbito da Iniciativa SmartLab de Trabalho Decente, coordenada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pelo Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para o Brasil. E esses números contabilizam apenas casos em empregos formais, ou seja, ainda há uma subnotificação em relação aos acidentes. E, nos mês que se celebra a cultura da prevenção com o Abril Verde, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) é um bom exemplo de como essa questão é encarada com seriedade, cuidado, profissionalismo e de forma preventiva.
Para o Médico do Trabalho da Asplan, Dr. Tarcísio Campos, os dados demonstram a relevância do tema e da campanha Abril Verde que reforça a necessidade de um esforço conjunto de empregadores e empregados para que haja um ambiente cada vez mais seguro. “É fundamental que possamos viver em uma sociedade em que predomine a cultura da prevenção e o movimento Abril Verde é vital porque ele busca, justamente, criar e fortalecer essa cultura de prevenção nos ambientes de trabalho”, destaca o médico que atua tanto na sede da Associação, em João Pessoa, como nas fazendas dos associados da entidade canavieira.
O Engenheiro de Segurança do Trabalho da Asplan, Alfredo Nogueira Neto, reforça que essa campanha do Ministério do Trabalho é muito importante, pois ela visa a prevenção e não a correção depois que o acidente acontece. “Vale salientar que tanto empregador, quanto empregado têm que ter a consciência da prevenção. O empregador, por exemplo, quando compra um EPI e faz um treinamento, quando faz um exame complementar, uma avaliação de ruído ou vibração, ele está investindo na empresa e não gastando. E nós, da Segurança do Trabalho, somos os interlocutores de todo esse processo onde atuamos nesta interlocução da empresa e seus funcionários para que as ações sejam realizadas em conformidade com as normativas de Segurança do Trabalho”, reitera Alfredo. Ele lembra que a Asplan vem fazendo isso já há muito tempo com seus associados, mantendo uma equipe completa com Médico do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Técnico de Segurança do Trabalho à disposição de todos os associados e colaboradores da associação.
Já o Técnico de Segurança do Trabalho da Asplan, Natanael Leal, destaca que o Abril Verde, este ano, está completando dez anos e que a divulgação de ações voltadas a Saúde e Segurança do Trabalho, no âmbito de todas as atividades laborais, é de suma importância. “Nestes dez anos de existência do Abril Verde, a Asplan através do seu Serviço Especializado em Saúde e Segurança no Trabalho Rural – SESTER – esteve presente com suas ações voltadas para a Segurança e Higiene nas frentes de trabalho, levando a conscientização e a prevenção de acidentes na área canavieira, junto aos seus fornecedores associados, fazendo visitas técnicas, elaborando programas de Segurança e Saúde, levando palestras às frentes de trabalho sobre a conscientização da importância do uso dos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual e todas essas ações são fatores que reforçam a preocupação da entidade com a Saúde, Segurança e Higiene dos colaboradores do setor da cana-de-açúcar paraibano”, reforça Natanael.
O Médico do Trabalho explica ainda que dentro deste processo de valorizar a cultura de segurança e saúde no ambiente laboral alguns itens são fundamentais. “A proteção dos trabalhadores, do respeito ao período de descanso que é importante física e mentalmente, seguir o que todas as normas reguladoras determinam, especialmente, no caso do segmento canavieiro, as Normas Reguladoras NRs 7, 4, 31 são exemplos de ações que minimizam riscos, atuam preventivamente e reduzem acidentes”, diz Dr. Tarcísio.
Para o médico, o papel dos empregadores na promoção da saúde e segurança dos trabalhadores é fundamental para garantir a segurança do trabalhador, com investimento em EPIs, promovendo o bem estar e estimulando o autocuidado. “Mas, os trabalhadores também têm que cumprir as normas de segurança, usar os EPIs, estar atentos aos riscos, participar de treinamentos, obedecer as normas de segurança do trabalho adotando práticas seguras durante sua jornada de trabalho, além de fazer os exames anuais e ter um acompanhamento sobre sua saúde”, reitera Dr. Tarcísio, lembrando que isso é um caminho de mão dupla, onde empregados e empregadores se dão as mãos para um mesmo propósito. “Investir em segurança não é um custo a mais para a empresa, é um investimento que preserva a empresa e seus colaboradores e na Asplan esses cuidados fazem parte da cultura da Associação há muito tempo”, finalizou o médico.






Hospital de Catolé do Rocha implanta serviço de orientação e estímulo ao aleitamento materno
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até os 6 meses de idade. E que, mesmo após a introdução dos primeiros alimentos sólidos, sigam sendo amamentados até, pelo menos, os 2 anos de idade. Essa e outras informações sobre o incentivo ao aleitamento passaram a ser rotina, a partir desta semana, no Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, de Catolé do Rocha, que integra a rede estadual de saúde e também funciona como maternidade.
A ação, que faz parte da ampliação à assistência das mães que têm filhos na unidade, foi uma iniciativa da psicóloga Andrea Freitas que, por meio de abordagens na enfermaria obstétrica, passa informações necessárias para as pacientes sobre o aleitamento, tendo como ênfase o aumento do vínculo afetivo entre mãe e filho. “Trata-se de uma abordagem sobre a importância do aleitamento, com o objetivo de estimular o ato de amamentar, fortalecendo o vínculo emocional entre eles”, explicou. A psicóloga complementa que a ação também é uma troca de conhecimento, experiências e acolhimento.
Ainda segundo Andrea, na abordagem é explicada a importância do aleitamento materno nas primeiras horas de vida, que é bom tanto para o bebê quanto para a mãe, pois auxilia nas contrações uterinas, diminuindo o risco de hemorragia.
Para a agricultora Hávila Beatriz, de 23 anos, da cidade de São Bento, que teve sua primeira filha, Beatriz, nessa terça-feira (9), a palestra foi muito esclarecedora. “Gostei muito das informações, aprendi coisas que eu não sabia como, por exemplo, como segurar o peito ao amamentar para evitar que o bebê sufoque e fique mais fácil para mamar”, frisou.
Visando ajudar ainda mais as mães que estão amamentando, a iniciativa também aborda as dificuldades comuns no início do aleitamento, como o bebê não sugar direito, não conseguir abocanhar o mamilo e a aréola, pegar a mama, mas não conseguir manter a pega, sobre a mama apresentar uma condição que dificulta o processo ou ainda o bebê possuir a língua presa, entre outros fatores.



Hospital de Patos realiza mais de 13 mil atendimentos e mil cirurgias no 1º trimestre de 2024
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), o maior centro de referência para urgência e emergência no sertão do estado, realizou durante o 1º trimestre deste ano, que compreende o período de 1º de janeiro a 30 de março, 13.887 atendimentos. Na unidade também foram feitas 1.163 cirurgias, entre eletivas, de urgência e oncológicas.
Nestes três primeiros meses, o ambulatório do hospital realizou 5.081 atendimentos, enquanto a urgência e emergência teve 8.806 registros de entrada e 2.203 internações. Das 1.163 cirurgias realizadas, 373 foram oncológicas, 315 ortopédicas, 277 cirurgias gerais, 146 vasculares, 24 buco maxilo, 15 torácicas, 11 urológicas, uma nefrológica e outra otorrino.
O balanço de prestação de serviços do primeiro trimestre incluiu ainda a realização de 58.100 exames laboratoriais, o que correspondeu a uma média de mais de 19 mil exames/mês, 5.802 Raios-X, além de 236 endoscopias, 65 ressonâncias magnéticas, 96 cintilografias, 5.427 tomografias computadorizadas, 944 ultrassonografias, 349 ecocardiogramas, 1.481 mamografias, 29 colonoscopias, e ainda 354 diagnósticos por a anatomia patológica e citopatologia e 547 himunohistoquímica. No período, o serviço de hemodinâmica, que é administrado pela Fundação PB Saúde e funciona dentro do Complexo, contabilizou 774 atendimentos, sendo 688 cardiológico e 86 vascular.
Para o Diretor-geral do Complexo, Francisco Guedes, os dados mostram a importância da disponibilidade dos serviços da unidade para a população dos 89 municípios para os quais a unidade é referência. “Ao observar os dados consolidados percebemos o quanto o Hospital Regional de Patos, incluindo sua unidade oncológica, faz a diferença na assistência hospitalar para a população sertaneja, atendendo com resolutividade e eficiência a população em suas mais variadas demandas”, destacou. O gestor também lembrou que a taxa de ocupação do hospital, neste primeiro trimestre, ficou em torno de 80%.
Unidade oncológica – Os dados referentes ao primeiro trimestre do Hospital do Bem atestam que a unidade, que integra o Complexo de Patos, foi responsável por 3.226 atendimentos ambulatoriais e realizou 1.336 sessões de quimioterapia, 1.417 procedimentos de hormonioterapia e inibidor de osteolólise, além de registrar 471 internações.
Das 373 cirurgias oncológicas, 113 foram de ressecção de tumor, 68 no trato urológico, 42 de cabeça e pescoço, 16 torácica, 55 mastológicas e 79 de outros processos cirúrgicos para remoção de carcinomas diversos.
Entre janeiro e março, foram feitas 83 punções de mama, 84 biopsias/exerese de mama, 39 biopsias prostáticas, uma de ovário, duas conizações, 123 biopsias de pele e três de colo uterino.









Hospital de Coremas registra mais de 250 atendimentos no final de semana
Os serviços de Urgência e Emergência e do Ambulatório Médico do Hospital e Maternidade Estevam Marinho, unidade integrante da rede de saúde do Governo da Paraíba, em Coremas, foram procurados, entre a noite da sexta-feira (5) e a deste domingo (7), por 251 pessoas. Foram 82 atendimentos no dia 5, mais 90 no sábado (6) e outros 79 no domingo, entre os quais dois casos de sinistro de trânsito com moto.
A maior demanda de atendimentos, com 34 registros, foi de pessoas com quadro de diarreia, seguida de queixas de dores diversas, com 32 casos no total. Outras 27 pessoas foram atendidas com sintomas de síndrome gripal e 12 com cefaleia, 11 pessoas precisaram de assistência por causa de crise nervosa e ainda nove pacientes deram entrada com complicações oriundas de dengue.
Outras intercorrências, tais como acidente com objeto perfurocortante, crise de amigdalite, convulsão, retirada de corpo estranho, dificuldade de urinar, dispneia, febre, crise hipertensiva, mal-estar, reação alérgica, tontura, torção, trauma e vômito também constaram na relação de motivos para procura pelos serviços da unidade.
Durante o plantão do final de semana, duas pessoas precisaram ficar internadas após a consulta médica para observação e cuidados posteriores. Uma com pneumonia e outra por causa de complicações decorrentes de infecção do trato urinário (ITU).



Hospital de Catolé do Rocha registra mais de 400 atendimentos e realiza sete partos e quatro cirurgias no final de semana
O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, em Catolé do Rocha, realizou, entre a noite da última sexta-feira (5) e a meia-noite do domingo (7), 446 consultas médicas ambulatoriais. Durante o plantão do final de semana, o hospital, que também é maternidade e integra a rede de saúde do Governo da Paraíba, realizou sete partos, além de quatros cirurgias eletivas. No período, houve 32 internações.
Na sexta-feira (5), foram realizadas 138 consultas médicas ambulatoriais, no sábado (6), foram mais 146 atendimentos e no domingo (7), outras 162 pessoas passaram por consulta médica. Neste período, a unidade ainda realizou 480 exames laboratoriais e 91 Raios-X.
Entre as causas de maior recorrência de atendimento, destacam-se por ordem de registros pacientes com queixas de dores diversas, com 53 casos, seguidos de pessoas com sintomas de síndrome gripal, com 28 casos e com cefaleia, que teve 26 ocorrências. O hospital atendeu ainda 23 pessoas com quadros de diarreia, e outras 23 com quadro infeccioso, entre outros motivos. Na urgência, a unidade registrou nove casos de pessoas acidentadas com motos e uma com bicicleta.
As causas de internação foram por broncopneumonia, cirrose hepática, constipação, derrame pleural, hipersonia (distúrbio do sono), neoplasia de pulmão, pionolefrite (inflamação renal causada por bactérias do trato urinário) e Traumatismo Crânioencefálico (TCE), além dos pacientes que fizeram cirurgias. Foram três laqueaduras e uma cirurgia de fratura de tornozelo.


