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Hospital de Patos realiza mais de 300 cirurgias de catarata e atende 212 pessoas no final de semana
O plantão do final de semana (19 a 21) na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, registrou o atendimento a 212 pessoas, das quais 22 vítimas de sinistros de trânsito. A unidade, que integra a rede estadual hospitalar, realizou 308 cirurgias de catarata pelo Programa Opera Paraíba e outros 22 procedimentos cirúrgicos, entre a sexta-feira (19) e o domingo (21), sendo 14 deles de urgência e oito eletivos.
Das cirurgias oftalmológicas do Opera Paraíba, 81 delas foram realizadas na sexta-feira, outras 139 no sábado e mais 88 no domingo, totalizando os 308 procedimentos. Já as 22 cirurgias eletivas e de urgência, oito foram gerais, outras oito ortopédicas, cinco vasculares e uma urológica. O diretor do hospital, Francisco Guedes, destaca como diferencial deste final de semana a capacidade do hospital absorver, além da demanda cotidiana na urgência e emergência, clinica médica e oncologia, no hospital do Bem, as cirurgias de catarata do Opera Paraíba.
“Não é fácil conciliar a assistência de nossa demanda regular com tantos procedimentos cirúrgicos como os que ocorreram neste final de semana, mas nos preparamos previamente e o resultado foi maravilhoso. Nossa equipe está de parabéns e o Governo do Estado por ampliar essas cirurgias e também trazer para Patos. Quando estivermos com as novas seis salas cirúrgicas que estão sendo construídas prontas e a nova UTI com 10 leitos, vamos ter condição de abraçar outros procedimentos do Opera”, afirmou.
Na urgência e emergência, o plantão com maior demanda de pessoas foi o de sábado (20) com o atendimento a 98 pacientes, seguido do domingo (21), com mais 83 atendimentos. Na sexta-feira, das 18h até a meia-noite, outras 31 pessoas deram entrada na unidade. Dos 22 pacientes vítimas de acidentes, 16 deles foram de pessoas que estavam em motocicletas. Houve ainda o registro de quatro casos com sinistros envolvendo automóveis, outro com bicicleta, além de um atropelamento.
Boa parte das vítimas de acidentes foi da cidade de Patos, com 11 pessoas no total, mas o hospital atendeu pacientes das cidades de Cacimba de Areia, Catingueira, Condado, Matureia, Piancó, Teixeira, Passagem, São José de Espinharas e Santa Luzia.
Além dos casos envolvendo os acidentados, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com dores diversas, com 83 ocorrências, seguido de pessoas que tiveram complicações decorrentes de quedas, com 25 casos, além de cefaleia e mordedura de animais, com 11 casos cada um.












Hospital de Catolé do Rocha atendeu mais de 13 mil pessoas e realizou mais de 1400 cirurgias e 12 mil exames no primeiro trimestre deste ano
O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, unidade pertencente à rede hospitalar do Governo do Estado, em Catolé do Rocha, realizou entre o dia 1º de Janeiro e 31 de Março de 2024, 13.558 atendimentos, entre consultas médicas, urgência emergência e assistência às vítimas de sinistros de trânsito. No primeiro trimestre, a unidade realizou ainda 1.453 cirurgias e 12.777 exames clínicos e de imagem, além de 196 partos já que o hospital funciona também como maternidade.
Somente de consultas médicas no ambulatório do hospital foram registradas 9.283 consultas com aplicação de medicamentos, outras 2.373 consultas simples e mais 807 consultas com observação. Nos primeiros três meses, o hospital atendeu 251 pessoas vítimas de sinistros de trânsito e outras 76 ocorrências na urgência e emergência. Além disso, a unidade realizou atendimentos especializados, a exemplo das 430 consultas no ambulatório de ortopedia, as 273 no ambulatório de cardiologia, outras 26 no ambulatório de oncologia e mais 39 no de endocrinologia.
Em relação aos procedimentos cirúrgicos, o Hospital de Catolé também apresenta dados expressivos de atendimentos. Foram 434 cirurgias pelo Programa Opera Paraíba, outros 280 procedimentos cirúrgicos eletivos próprios, 479 pequenas cirurgias e 85 cirurgias ortopédicas.
Os números de exames da unidade também são significativos no período. Foram 10.133 exames clínicos no laboratório próprio, 2.556 exames de Raios-X, 85 endoscopias, duas colonoscopias e uma retossigmoidoscopia (exame endoscópico que possibilita a visualização da parte final do intestino grosso: o reto e o cólon sigmóide).
O aposentado Damião Mendonça da Costa, de 83 anos, que sofre de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), foi um dos pacientes atendidos neste trimestre no hospital de Catolé. Ele foi internado no dia 12 de março, inicialmente, na Área Vermelha, depois foi para a UTI, onde permaneceu por quatro dias, depois melhorou e foi para a enfermaria onde ficou mais alguns dias até ter alta. “Sou muito grato ao tratamento que recebi no hospital e durante todo o tempo, principalmente, quando fiquei na UTI observei o cuidado e atenção que tiveram comigo e com todos que estavam lá. Só tenho a agradecer”, disse ele.
A agricultora Danuzia Tarciana de Oliveira, 49 anos, da cidade de Brejo dos Santos, foi socorrida para o hospital de Catolé depois de ser atropelada, no dia 22 de fevereiro, e teve que fazer uma cirurgia de urgência de correção de fratura de tíbia e fíbula. Danuzia parou na estrada para socorrer um amigo que tinha sido acidentado com uma moto na PB-323, quando foi surpreendida por um automóvel desgovernado que passou por cima dela e do amigo. “Fiquei muito agradecida pelos cuidados que recebi no hospital, fui atendida de imediato e muito bem cuidada”, disse ela.
O diretor geral do hospital, Fábio Cardoso, destaca a ampliação dos serviços da unidade como maior referência da melhoria da assistência em saúde disponibilizada à população de Catolé do Rocha e cidades circunvizinhas pelo governo do estado. “Ao nos deparamos com tantos dados importantes, números expressivos de assistência e atendimentos, a gente fica muito feliz em perceber que o hospital de Catolé vem crescendo em produção e com uma produção de qualidade que tem elevado para outro patamar a assistência ambulatorial e hospitalar à população local, com serviços de qualidade e especializados”, afirma o médico que dirige a unidade desde julho de 2023.














Hospital de Coremas realiza mais de seis mil atendimentos no primeiro trimestre de 2024
O Hospital e Maternidade Estevam Marinho, de Coremas, unidade pertencente à rede de saúde do Governo da Paraíba, contabilizou, nos primeiros três meses deste ano, 6.025 atendimentos, dos quais 3.167 foram na urgência e emergência, 2.042 foram de consultas com observação e 816 de consultas especializadas. Entre o dia 1º de janeiro e 31 de março, o hospital, que também é referência para atendimento à gestantes de baixo risco, teve 24 partos.
Dos 6.025 atendimentos, 1.796 aconteceram no mês de janeiro, 1.713 em fevereiro e 2.516 em março. Neste período, o hospital também realizou 190 pequenos procedimentos cirúrgicos, incluindo suturas. Em relação aos exames, foram realizados 980 exames laboratoriais, 548 Raios-X, 258 eletrocardiogramas e 13 tomografias (externas). A unidade também contabilizou 179 internações, entre clínica adulto e pediátrica.
Boa parte da procura pelos serviços na urgência e emergência foi por queixas de dores diversas, crises de amigdalite, quadros com diarreia, sintomas de síndrome gripal, crise nervosa, cefaleia, mal estar entre outras ocorrências com menos registros. No período, também se evidenciou muitos registros de casos de dengue.
A diretora-geral, Josielma Oliveira, destaca a importância dos serviços da unidade para a população de Coremas e municípios circunvizinhos. “O hospital de Coremas torna-se, a cada ano, cada vez mais uma referência em saúde pública hospitalar para a população desta região desempenhando um papel importante na assistência hospitalar da população local e de cidades próximas”, afirma ela.














Hospital de Catolé do Rocha atende 366 pessoas, realiza 12 cirurgias e cinco partos no final de semana
O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, unidade pertencente à rede hospitalar do Governo do Estado, em Catolé do Rocha, atendeu, durante o plantão do final de semana, entre a sexta-feira (12) e o domingo (14), 366 pessoas. Neste período, o hospital realizou ainda 12 cirurgias eletivas, cinco partos e registrou a internação de 27 pessoas.
Foram 140 atendimentos na sexta-feira (12), 119 no sábado (13) e outros 107 no domingo (14). Ainda no plantão do final de semana, foram realizados 87 Raios-X e 269 exames laboratoriais.
Das 12 cirurgias realizadas, três foram de laqueadura (esterilização definitiva da mulher), duas colecistectomias (remoção da vesícula biliar por meio de um corte abdominal), duas postectomias (remoção do prepúcio – fimose – ou parte dele), uma apendicite, além de quatro cirurgias ortopédicas, sendo uma de fratura de úmero, duas de fratura exposta e outra de fratura de arcos costais.
Os casos mais recorrentes de atendimento no plantão foram de pessoas com dores diversas (48), síndrome gripal (33), quadros infecciosos (26), diarreia (18), entre outros motivos de menor ocorrência.
Além dos pacientes que fizeram cirurgias, as demais causas de internação foram de pessoas com broncopneumonia, crise convulsiva, dengue, quadros infecciosos, insuficiência do trato urinário, mastoidite (infecção bacteriana das células aéreas da mastoide, que normalmente ocorre após otite média aguda), neoplasia de pulmão e tuberculose.





Hospital de Coremas realiza 253 atendimentos no plantão do final de semana
O Hospital e Maternidade Estevam Marinho, unidade pertencente à rede hospitalar do Governo do Estado, em Coremas, realizou, durante o plantão do final de semana, entre a sexta-feira (12) e o domingo (14), 253 atendimentos, registrados na Urgência e Emergência e no Ambulatório Médico. Deram entrada na sexta-feira, 85 pacientes. No sábado, foram 81 e no domingo, 87. Na unidade também foi registrado um parto natural, ocorrido na noite do domingo.
A maior demanda de atendimentos no ambulatório médico ocorreu em pacientes que se queixavam de dores diversas (46), seguido de pessoas com dengue (37) e de pacientes que deram entrada com sintomas de síndrome gripal (25).
O hospital atendeu ainda pessoas com amigdalite (16), com crise nervosa (15), com quadros de diarreia (14), com cefaleia (11), reação alérgica (6), com dificuldade de urinar (5), além de pessoas com quadro febril, mal estar, crise hipertensiva, infecção, queda, tontura, torção, vômito, dispneia, desmaio e sangramento. Houve ainda quatro casos de intoxicação por medicamentos e cinco vítimas de sinistros de trânsito com moto.
Quatro pessoas precisaram ser internadas no plantão do final de semana, sendo uma por causa de uma enterite (inflamações no intestino), outra por causa de dor aguda, outra por causa de Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) e a gestante que teve parto normal no domingo.





Hospital Regional de Patos atende 207 pessoas e realiza 31 cirurgias no final de semana
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, unidade da rede de saúde do Governo da Paraíba, em Patos, atendeu na urgência e emergência, das 18h da sexta-feira (12) até a meia-noite deste domingo (14), 207 pacientes que deram entrada por diversos motivos, inclusive por sinistros de trânsito. No plantão, a unidade também realizou 31 cirurgias, sendo 15 delas de urgência e outras 16 eletivas.
No plantão da noite da sexta-feira (12), foram atendidas 29 pessoas; no sábado (13), mais 91 pacientes deram entrada no hospital e foram atendidos; e no domingo (14), outras 87 pessoas procuraram assistência na urgência e emergência do hospital. A maior demanda foi de pessoas com queixas de dores, com 61 registros, seguida de problemas decorrentes de quedas, com 24 ocorrências, e de sinistros de trânsito, com 22 vítimas no total, sendo 21 com motocicletas e um por atropelamento. Doze pessoas procuraram o serviço em função de mordidas de animais e três feridas por arma de fogo.
Das 31 cirurgias realizadas, 10 foram procedimentos oncológicos em pacientes atendidos no Hospital do Bem, unidade de tratamento de câncer do Sertão que funciona dentro do Complexo de Patos, oito foram ortopédicas, seis gerais, quatro vasculares e três urológicas.
Deram entrada no hospital pacientes vítimas de sinistros de trânsito de Patos, com 17 ocorrências, além de acidentados de Condado, Matureia, Santa Luzia, Santa Teresinha e São José do Bonfim. Dos 22 feridos, 14 eram do sexo masculino e oito do sexo feminino. Apenas um paciente acidentado precisou permanecer internado para cuidados posteriores.



Ação que corre à revelia de municípios pode prejudicar mais de 1200 propriedades e empreendimentos no Conde, Alhandra e Pitimbu
Uma ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Federal, em 2022, e que tramita na Justiça Federal da Paraíba e obriga a FUNAI a realizar, na Paraíba a demarcação de terras indígenas nos municípios de Conde, Alhandra e Pitimbu, caso seja julgada procedente, vai impactar e prejudicar diretamente 1283 propriedades rurais, empreendimentos e comércios nestas localidades do Litoral Sul da Paraíba. O alerta é dado pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e pela Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa). Na semana passada, durante reunião na sede da Asplan, esse assunto foi debatido com representantes dos municípios envolvidos na ação.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, abriu a reunião reiterando que a Associação não é contra a demarcação de terras daquilo que é legítimo dos povos indígenas. “Porém, neste processo específico, há muitas falhas e do jeito que ele está sendo proposto, comércios, propriedades produtivas e empreendimentos serão bastante prejudicados, ou seja, se ele avançar da forma como estão propondo, o Conde, Alhandra e Pitimbu perderão muito com isso”, afirmou o dirigente canavieiro.
A advogada da Faepa, Martha Melquíades, explica que, atualmente, o processo está desmembrado em duas partes, sendo uma que obriga a demarcação de terras em áreas que hoje são ocupadas por vários empreendimentos, a exemplo de fábricas, hotéis, comércios, e mais de 14 km de área do litoral de Jacumã. “Isso afetará vários empreendimentos, vários produtores, inclusive, assentamentos que existem há mais de 40 anos, promovendo um verdadeiro retrocesso econômico e social nestas localidades”, afirma ela.
Ainda segundo a advogada, o processo afeta inúmeros produtores, de várias culturas nestas três localidades. “Em Pitimbu, por exemplo, são 427 propriedades atingidas, de alguma forma, por essa ação. No Conde, são mais 373 e em Alhandra, outras 483 propriedades serão afetadas diretamente com esses processos”, destaca a advogada. Além disso, segundo Martha, corre outro processo derivado deste original que quer obrigar a Sudema de não mais emitir licença ambiental nestes três municípios enquanto não cessar essa discussão sobre essa demarcação.
Ela chama atenção para outro agravante que é o fato desse processo está tramitando sem a participação dos municípios em questão, dos proprietários, dos posseiros, dos produtores rurais, de toda a sociedade local, afetando o direito de propriedade de muitas pessoas.
O Município de Alhandra, por exemplo, que se fez representar na reunião da Asplan através do Procurador, Márcio Cabral, tomou conhecimento das duas ações através de informações da Asplan e não da Justiça. “A Procuradoria de Alhandra acessou os autos virtuais destas duas ações e constatou que o Município não é réu em nenhuma das demandas e que nunca foi citado ou intimado para contestar ou participar de nenhuma audiência de conciliação ou mediação”, afirma o Procurador.
Ainda segundo Márcio Cabral, diante de tamanha falta de publicidade, o Município está protocolando junto à FUNAI uma petição baseada na Lei de Acesso à Informação para ter acesso aos autos do processo administrativo na íntegra. “Se houver real interesse atinente ao município de Alhandra, este irá se habilitar para exercer o contraditório e ampla defesa, como manda o art. 5º LV da Constituição. Os demais passos dependerão do teor do processo administrativo cujo conteúdo ainda é desconhecido para nós”, afirmou o Procurador de Alhandra.
“Nós queremos que o processo seja justo e legítimo, que seja respeitado o direito dos povos originários, mas, que também se respeite o direito de propriedade de todos aqueles que adquiriram suas terras legalmente, ergueram nelas benfeitorias, seguiram o rito legal de aquisição dos locais onde trabalham e produzem, que geram empregos e vivem nestas localidades produzindo, e ao mesmo tempo respeitando o Marco Legal. O que não pode acontecer é as autoridades atropelar tudo isso, ignorar o retrocesso que pode acontecer nestas localidades e simplesmente decidir desapropriar as terras sem levar em consideração questões de suma importância”, ponderou José Inácio.
A Asplan e a Faepa formaram um grupo de trabalho para acompanhar as ações e os advogados destas entidades estão à disposição dos seus associados para tirarem dúvidas sobre essa questão. “Nosso corpo jurídico está atento a esse processo, estamos mobilizado os agentes públicos que possam nos ajudar e vamos pleitear uma audiência com o governador João Azevêdo, pois como chefe do executivo ele deve ter conhecimento da gravidade desta situação que afetará com grandes proporções a economia e desenvolvimento do litoral Sul da Paraíba”, finalizou José Inácio.


Opera Paraíba vai ofertar cirurgias de reconstrução mamária no Hospital Regional de Patos
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), unidade pertencente à rede estadual de saúde, vai passar a disponibilizar cirurgias de reconstrução mamária, por meio do Programa Opera Paraíba, uma ação do Governo do Estado que tem o objetivo de facilitar o acesso da população às cirurgias eletivas e reduzir o tempo de espera por um procedimento.
Essa decisão foi tomada durante reunião, nessa quinta-feira (11), com a diretoria geral e técnica da unidade com representantes da Secretaria de Estado de Saúde (SES). Estavam presentes o secretário executivo de Saúde da Rede Hospitalar da Paraíba, Patrick Almeida; a superintendente de Regulação do Estado da Paraíba, Vivian Rezende; a gerente de Regulação Estadual, Lidiane Cassimiro, além dos diretores geral, Francisco Guedes; e técnico, Pedro Augusto, e das coordenações de clínica médica e enfermagem do Hospital de Patos.
“Ficou decidido pela SES que o Programa Opera Paraíba abraçará mais essa demanda de oncologia, beneficiando os pacientes do Hospital do Bem com mais esse serviço que vai ajudar diretamente e de forma muito positiva todos os pacientes da 3ª Macrorregião de Saúde, que passarão a dispor de mais esse procedimento”, afirmou Francisco Guedes. Segundo o diretor, também ficou definido que o Opera Paraíba ainda fará pequenas cirurgias oncológicas na unidade de Patos.
Ainda de acordo com Francisco, já existe empresa habilitada junto ao Governo do Estado para execução do serviço, o que agiliza a operacionalidade das ações, tanto que a expectativa de início das atividades já é o próximo mês de maio, tanto das cirurgias de reconstrução, como da realização dos outros pequenos procedimentos cirúrgicos oncológicos.
“Precisamos de tempo apenas para aquisição dos materiais e outras adequações que se fazem necessárias para podermos definir a data exata do início dos trabalhos e oferta destes novos serviços em nossa unidade. Só sabemos que será já em maio”, finalizou Francisco.
O diretor técnico do Hospital, Pedro Augusto, reiterou a importância desta ampliação da assistência aos pacientes oncológicos do Sertão. “É mais um passo que avançamos na evolução e melhoria da assistência aos pacientes com câncer no sertão e estamos muito felizes em poder disponibilizar mais esses serviços especializados para a população sertaneja”, finalizou o médico.



Pactuação entre Hospital Regional de Patos e FIP amplia assistência de saúde à população do Sertão
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) e as Faculdades Integradas de Patos (FIP) deram o primeiro passo no sentido de promover uma pactuação entre as instituições, nessa quinta-feira (11), durante reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e da FIP. A ação vai ampliar a assistência à população de Patos e região com a oferta de mais cirurgias e serviços ambulatoriais específicos.
A parceria entre as instituições vai possibilitar que usuários do SUS, regulados via Estado, possam usar os serviços do ambulatório da FIP em serviços especializados, desafogando o Hospital Regional. A pactuação vai permitir ainda o uso do bloco cirúrgico do Hospital Day, que pertence à FIP, para realização de cirurgias por meio do Programa Opera Paraíba, ampliando a oferta de procedimentos na região, inclusive os procedimentos cirúrgicos oncológicos.
“Estivemos reunidos hoje para dar andamento a esse projeto que vai viabilizar a ampliação de nossa parceria com a FIP, que hoje dispõe de um excelente centro hospitalar, tendo como foco a ampliação da assistência à população, que vai poder realizar atendimentos em serviços especiais e também terá o número de cirurgias ampliado, inclusive os procedimentos oncológicos”, afirmou o diretor-geral do Complexo de Patos, Francisco Guedes, que estava na reunião juntamente com o secretário executivo de Saúde da Rede Hospitalar da Paraíba, Patrick Almeida; e a superintendente de Regulação do Estado da Paraíba, Vivian Rezende. O reitor da FIP, João Leudson; e o coordenador do Curso de Medicina da FIP, Miguel Toledo, também participaram da reunião.
Para Miguel Toledo, a pactuação vai possibilitar também que os estudantes de Medicina da instituição possam dispor de um melhor cenário de formação, assim como contribuir para que a responsabilidade social da FIP seja também ampliada, não apenas no município de Patos, mas para todo o Sertão. “Com esse projeto de pactuação, vamos ampliar a assistência em saúde para a população, melhorando os acessos aos usuários do SUS a uma unidade hospitalar de excelência, com quadro de pessoal qualificado e estrutura diferenciada”, destaca.
Ainda não há uma data definida para disponibilização dos serviços desta parceria, mas já a partir da próxima semana começam os processos burocráticos de formalização da pactuação entre as instituições. Segundo o diretor geral do Hospital de Patos, há um interesse mútuo, tanto da parte do Governo do Estado, quanto da direção da FIP, de que esse processo seja realizado com celeridade para que a população já comece a usufruir dos serviços disponibilizados a partir deste convênio o mais breve possível. Ainda, segundo Francisco, em breve, a SES vai anunciar quais serão os serviços e as cirurgias a serem realizadas por meio desta pactuação.


Asplan lembra importância do Abril Verde e destaca cultura de prevenção de acidentes que a entidade adotou em seu dia a dia
Entre 2012 e 2022, foram comunicados 6,7 milhões acidentes de trabalho, com 25,5 mil mortes no Brasil. Os dados são do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, desenvolvido no âmbito da Iniciativa SmartLab de Trabalho Decente, coordenada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pelo Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para o Brasil. E esses números contabilizam apenas casos em empregos formais, ou seja, ainda há uma subnotificação em relação aos acidentes. E, nos mês que se celebra a cultura da prevenção com o Abril Verde, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) é um bom exemplo de como essa questão é encarada com seriedade, cuidado, profissionalismo e de forma preventiva.
Para o Médico do Trabalho da Asplan, Dr. Tarcísio Campos, os dados demonstram a relevância do tema e da campanha Abril Verde que reforça a necessidade de um esforço conjunto de empregadores e empregados para que haja um ambiente cada vez mais seguro. “É fundamental que possamos viver em uma sociedade em que predomine a cultura da prevenção e o movimento Abril Verde é vital porque ele busca, justamente, criar e fortalecer essa cultura de prevenção nos ambientes de trabalho”, destaca o médico que atua tanto na sede da Associação, em João Pessoa, como nas fazendas dos associados da entidade canavieira.
O Engenheiro de Segurança do Trabalho da Asplan, Alfredo Nogueira Neto, reforça que essa campanha do Ministério do Trabalho é muito importante, pois ela visa a prevenção e não a correção depois que o acidente acontece. “Vale salientar que tanto empregador, quanto empregado têm que ter a consciência da prevenção. O empregador, por exemplo, quando compra um EPI e faz um treinamento, quando faz um exame complementar, uma avaliação de ruído ou vibração, ele está investindo na empresa e não gastando. E nós, da Segurança do Trabalho, somos os interlocutores de todo esse processo onde atuamos nesta interlocução da empresa e seus funcionários para que as ações sejam realizadas em conformidade com as normativas de Segurança do Trabalho”, reitera Alfredo. Ele lembra que a Asplan vem fazendo isso já há muito tempo com seus associados, mantendo uma equipe completa com Médico do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Técnico de Segurança do Trabalho à disposição de todos os associados e colaboradores da associação.
Já o Técnico de Segurança do Trabalho da Asplan, Natanael Leal, destaca que o Abril Verde, este ano, está completando dez anos e que a divulgação de ações voltadas a Saúde e Segurança do Trabalho, no âmbito de todas as atividades laborais, é de suma importância. “Nestes dez anos de existência do Abril Verde, a Asplan através do seu Serviço Especializado em Saúde e Segurança no Trabalho Rural – SESTER – esteve presente com suas ações voltadas para a Segurança e Higiene nas frentes de trabalho, levando a conscientização e a prevenção de acidentes na área canavieira, junto aos seus fornecedores associados, fazendo visitas técnicas, elaborando programas de Segurança e Saúde, levando palestras às frentes de trabalho sobre a conscientização da importância do uso dos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual e todas essas ações são fatores que reforçam a preocupação da entidade com a Saúde, Segurança e Higiene dos colaboradores do setor da cana-de-açúcar paraibano”, reforça Natanael.
O Médico do Trabalho explica ainda que dentro deste processo de valorizar a cultura de segurança e saúde no ambiente laboral alguns itens são fundamentais. “A proteção dos trabalhadores, do respeito ao período de descanso que é importante física e mentalmente, seguir o que todas as normas reguladoras determinam, especialmente, no caso do segmento canavieiro, as Normas Reguladoras NRs 7, 4, 31 são exemplos de ações que minimizam riscos, atuam preventivamente e reduzem acidentes”, diz Dr. Tarcísio.
Para o médico, o papel dos empregadores na promoção da saúde e segurança dos trabalhadores é fundamental para garantir a segurança do trabalhador, com investimento em EPIs, promovendo o bem estar e estimulando o autocuidado. “Mas, os trabalhadores também têm que cumprir as normas de segurança, usar os EPIs, estar atentos aos riscos, participar de treinamentos, obedecer as normas de segurança do trabalho adotando práticas seguras durante sua jornada de trabalho, além de fazer os exames anuais e ter um acompanhamento sobre sua saúde”, reitera Dr. Tarcísio, lembrando que isso é um caminho de mão dupla, onde empregados e empregadores se dão as mãos para um mesmo propósito. “Investir em segurança não é um custo a mais para a empresa, é um investimento que preserva a empresa e seus colaboradores e na Asplan esses cuidados fazem parte da cultura da Associação há muito tempo”, finalizou o médico.





