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Meu voto favorável a PEC que trata da Reforma da Previdência na PB não foi uma decisão de princípio ideológico foi em favor de um equilíbrio fiscal inevitável
O voto favorável do deputado estadual Jeová Campos a PEC 20/2019 que trata da Reforma da Previdência do Estado da Paraíba, durante sessão remota, nesta quarta-feira (12), não foi uma decisão de princípio ideológico, mas, fruto de uma reflexão sobre a difícil situação da PBPrev. “Fui e sou contra o projeto de Reforma da Previdência que deveria ter taxado as grandes fortunas e não taxou, que deveria barrar os lucros exorbitantes dos bancos e punido sonegadores, mas, nada disso foi feito e a conta dessa benevolência recai agora sobre o plano estadual, obrigando Estados e Municípios a fazerem isso. No caso da Paraíba é preciso fazer esse equilíbrio financeiro com a PBPrev, cuja situação é extremamente difícil e não tem como o governo continuar mais colocando R$ 1 bilhão, todos os anos, para tapar o rombo da PBPrev. Eu apenas compreendi que qualquer que seja o governador, a gestão estadual precisará fazer esse equilíbrio fiscal, daí meu voto favorável”, argumentou o parlamentar.
O deputado lembra que a PEC adequa o regime estadual à reforma previdenciária aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional que, inevitavelmente, penaliza os servidores. “Infelizmente, os servidores municipais, estaduais e da União estão sendo chamados a pagar uma conta que os banqueiros não vão pagar, que os sonegadores não vão pagar, os mais ricos do país também não vão pagar. O Plano Nacional, chancelado pelo Paulo Guedes, jogou no colo dos servidores essa conta e agora estados e municípios não terão outra saída e serão obrigados a fazer isso”, reitera Jeová.
O deputado lembrou que, numa primeira votação, foi um dos parlamentares que solicitou mais tempo para debater essa Reforma, mas, que ela necessariamente terá que ser feita. “Não tem como a Constituição do Estado da Paraíba não se adequar a Constituição Federal. A Paraíba não vai ser agora um estado independente e autônomo em relação a República Federal. Eu fui contra a reforma porque sempre defendi que era preciso construir novas fontes de receita para a Previdência, tributando as grandes fortunas, combatendo a sonegação. De fato, a Previdência precisa ter novas fontes de receita. O estado da PB só tem a contribuição do estado ou dos próprios servidores. Não há como estabelecer aqui uma fonte de receita nova para a previdência baseada nas grandes fortunas, pois não temos competência legislativa para isso”, explicou o parlamentar, lembrando que Cajazeiras, Patos outros municípios e estados terão, inevitavelmente, que fazer a reforma.
Jeová criticou a incoerência, sem nominar, que muitos deputados estaduais que defenderam a reforma previdenciária do governo Bolsonaro, votaram contra a PEC 20/2019. “Esse discurso demagógico que tirou do Governo Federal a obrigação de resolver esse problema do déficit na Previdência e repassou para estados e municípios é uma incoerência”, disse ele, lembrando que se nada for feito hoje, o déficit atual da PBprev vai requerer do Governo Estadual, daqui há dez anos, um ano inteiro de receita apenas para tampar o rombo da previdência que, atualmente, é cerca de R$ 1 bilhão. A PEC que define regras de transição, aumenta o tempo de contribuição, de serviço e idade mínima para aposentadoria de mulheres (55 para 62 anos de idade) e homens (60 para 65 anos), além de propor a criação de uma contribuição extraordinária dos servidores públicos ativos, dos aposentados e dos pensionistas, caso seja apresentado déficit na previdência, foi aprovada por 24 votos a favor e 12 contra a Reforma.
- Deputado Jeová Campos justificou seu voto em defesa da PEC da Previdência
Dom Eraldo visita Hospital do Bem e leva palavras de apoio, fé e conforto para pacientes, familiares e colaboradores
Uma visita inesperada na manhã desta quarta-feira (12), mas que trouxe benção, conforto espiritual e alegria mudou a rotina, por instantes, do Hospital do Bem, de Patos. É que de surpresa, o Bispo da Diocese, Dom Eraldo da Silva, esteve na unidade para realizar um momento de oração. No hall do Hospital, que trata de pacientes oncológicos e que integra Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, o religioso fez uma pregação dando apoio e força para todos que estão trabalhando e para pacientes que estão sendo assistidos mesmo com a atual conjuntura de pandemia.
O coordenador Administrativo do Hospital do Bem, Thiago Viana, foi quem recepcionou o Bispo que fez um momento de oração com a pregação de palavras de apoio, força e estímulo para os pacientes que estavam sendo atendidos naquele momento, inclusive, os que estavam na sessão de quimioterapia. “Foi uma visita surpreendente que nos encheu de alegria e ânimo e foi um momento ainda mais motivador por tudo o que todos estamos passando”, disse Thiago, lembrando que o Bispo também se dirigiu, especialmente, para os profissionais do Hospital, elogiando-os pela dedicação para manutenção do atendimento regular aos pacientes oncológicos durante a pandemia.
- o Bispo da Diocese, Dom Eraldo da Silva, esteve hoje no Hospital do Bem
- Dom Eraldo da Silva com pacientes e funcionários do Hospital do Bem
- Dom Eraldo da Silva com colaboradores do Hospital do Bem
Coasplan recebe produtores e parceiros neste sábado para apresentar sua estrutura e formas de atuação no mercado do agronegócio
Em operação desde a segunda quinzena de julho, com produtos para atender as linhas de cana-de-açúcar, de Hortifruti, de Pastagem, de Jardim, além de peças e máquinas agrícolas, a Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN), abre as portas de sua sede em Bayeux, no próximo sábado (15), para receber os produtores rurais, parceiros e integrantes da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). A ideia é apresentar a estrutura da Cooperativa e mostrar ao seu público alvo as vantagens de adquirir insumos e produtos nela. O evento, que seguirá os protocolos de cuidados em tempos de pandemia, acontece a partir das 8h, na sede da Coasplan, na Avenida Francisco Marques da Fonseca, 294, com um café da manhã.
O diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz, reforça que embora a Coasplan seja uma entidade ligada a Asplan, para adquirir os produtos da entidade não é preciso ser associado. “Temos herbicidas, fertilizantes e defensivos agrícolas e também um portfólio de produtos que inclui implementos e máquinas para todo o mercado agrícola, não apenas para os produtores de cana-de-açúcar”, destaca Thiago, lembrando que o público alvo é todo o mercado do agronegócio paraibano. Ainda segundo Thiago, essa ação do sábado servirá para mostrar como está a Cooperativa e como os produtores podem utilizar os serviços disponibilizados por ela.
A Cooperativa tem ainda uma Central de Compras, com um funcionário à disposição dos clientes para fazer a cotação de peças e equipamentos, incluindo EPI’s. Para acionar a Central, basta que o interessado ligue pelo número (083) 2177-0441 e diga qual é sua necessidade de compra que a Cooperativa se encarregará de fazer as cotações e adquirir o produto sem custo adicional algum para o cliente. “Esse é outro grande diferencial da Cooperativa que vai dar um importante suporte ao produtor na hora de comprar peças de reposição e outros itens ligados ao seu negócio”, destaca Thiago Queiroz.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, reitera que o grande objetivo da Coasplan é, primordialmente, baratear custos para os associados e facilitar o aceso dos produtores aos insumos e produtos do setor, permitindo que os investimentos necessários na produção sejam realizados com mais facilidade. “Como vamos comprar os produtos de forma cooperativada, teremos melhores condições de ter preços menores e mais atrativos”, ressalta José Inácio. O presidente da Coasplan é Fernando Rabelo Filho e o vice-presidente, Pedro Tavares Neto.
- A Coasplan trabalha com produtos, insumos, máquinas e equipamentos
- A sede da Coasplan fica em Bayeux
- Thiago Queiroz é o diretor comercial da Coasplan
Produtores não devem entregar o CAR às usinas para garantir acesso aos CBios do RenovaBio orienta Asplan
O repasse para os produtores da parte que lhes cabe dos Créditos de Descarbonização (CBios), do RenovaBio, ainda continua indefinido, mas, as usinas precisam ter acesso aos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), conforme manda a legislação, para atestar o perfil do uso correto da terra pelos produtores que é condição para a indústria estar apta a emitir os papéis correspondentes a cada lote de etanol negociado com as distribuidoras. Não entregando os dados para as indústrias, os canavieiros podem travar o novo programa nacional até que a parte que lhes cabe seja incluída nos CBios.
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), entidade que junto com a Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), sairam na frente, convocando reuniões com seus associados para orientá-los a não entregar o CAR, pressionam para que os produtores tenham acesso aos créditos de carbono do Renovabio. “É uma reivindicação justa, inclusive, apoiada pela maioria dos dirigentes industriais, que também avaliam que os ganhos com os CBios devam ter a participação dos produtores que direcionam boa parte da matéria-prima processada pelas indústrias”, afirma o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, que também preside a União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida).
José Inácio lembra que o pleito dos produtores, incluindo também os de biodiesel, já vem desde as primeiras discussões nacionais do RenovaBio, mas com a implantação do programa em 2020 – e com algumas emissões de CBios já no mercado – a reivindicação não prosperou e os ganhos ainda estão restritos a cadeia industrial. “A produção de uma cana cada vez mais limpa no seu processo produtivo e sem resíduos fósseis, que é o que ajudará a precificar o valor dos CBios das usinas, não pode desconsiderar e deixar de fora quem produz no campo. Os produtores precisam também ter acesso aos ganhos do CBios”, reitera José Inácio.
- José Inácio lembra que produtores devem ter acesso aos CBios
Fiscais da Asplan participam de treinamento para monitorar qualidade da cana nas usinas na safra 2020/21
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) encerrou, nesta segunda-feira (27), o treinamento dos novos agentes tecnológicos que irão atuar nas usinas do estado durante toda a safra 2020/2021. A capacitação, que incluiu aulas práticas e teóricas, foi conduzido pelo supervisor dos fiscais, Edvam Silva. Os fiscais vão acompanhar o processo de moagem de cana-de-açúcar nas usinas sucroalcooleiras existentes na Paraíba, entre o mês de agosto, quando inicia a safra, e janeiro ou fevereiro do próximo ano. Por causa do atual momento de pandemia, apenas os cinco fiscais novatos participaram do treinamento presencial, assim mesmo respeitando todas as regras de distanciamento, uso de máscaras e higienização das mãos antes, durante e depois dos encontros que aconteceram no mini auditório da Associação.
A principal missão dos agentes tecnológicos será avaliar a qualidade da matéria-prima entregue pelos fornecedores, utilizando a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado). “A precisão no trabalho dos fiscais, a partir de uma avaliação correta, assegura uma remuneração justa pela matéria-prima fornecida pelos nossos associados”, explica Edvam Silva. Ele lembrou ainda que para se ter essa correta avaliação da cana é fundamental o domínio de conhecimentos técnicos e específicos. “Por isso, esse treinamento é tão importante para quem vai atuar na fiscalização das indústrias”, enfatizou ele, lembrando que a análise da cana para efeito de avaliação da remuneração é bem complexa porque é cheia de detalhes técnicos que precisam ser observados.
A expectativa, segundo o diretor do departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, é que os fiscais comecem a acompanhar a safra nas indústrias, na medida em que a cana dos associados for sendo entregue, já no início de agosto, quando está previsto o início da moagem. No total, 18 fiscais vão desenvolver esse trabalho durante a safra, sendo 16 com atuação nas usinas, um que vai ser o coletor das amostras e outro que ficará no laboratório fazendo as análises.
- Os novos fiscais terminaram o treinamento nesta segunda-feira
Asplan reitera posição em Assembleia de buscar incluir produtores no Renovabio que hoje só beneficia as indústrias com recursos do CBIOs
A atual política nacional de estímulo a redução de emissão de gases e retorno dessa eficiência energética em forma de créditos de carbono (CBIOs), a partir do Renovabio, por enquanto, só contempla às indústrias deixando de fora, injustamente, os produtores da matéria-prima, sejam eles de cana-de-açúcar, soja, milho, etc. Mas, no entendimento da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e de outras entidades ligadas ao campo e ainda de iniciativas como a de um Projeto de Lei do deputado federal paraibano, Efraim Filho, cujo objetivo é reverter essa injustiça, em breve, os produtores devem participar desse novo modelo de remuneração. E foi para atualizar seus associados sobre essa questão, que a Asplan realizou nesta segunda-feira (27), uma Assembleia Geral Extraordinária, que deliberou entre outras questões sobre a formalização de um convênio que vai criar o SELO ProAr.
O selo é, na realidade, uma certificação da cana-de-açúcar produzida na Paraíba, cujo propósito é agregar valor à matéria-prima, através de mecanismos de controle de qualidade de produção, desde a plantação até a entrega dela às indústrias, convertendo em ganhos financeiros e mercadológicos da cana produzida na Paraíba. “Não achamos justo o fornecedor ficar fora deste processo que assegura às industrias receberem o CBIOs. Hoje, pela atual legislação do Renovabio, só as indústrias se beneficiam com os créditos, mas, isso é uma injustiça com os produtores que fazem parte desta cadeia produtiva que existe desde o campo até o processo industrial e que também merecem ganhar dividendos oriundos desta eficiência energética, principalmente, quando a gente sabe que de 30% a 54% do peso do CBIOs é do campo, onde se dá a principal fonte de sequestro do carbono”, explica o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.
Ainda segundo José Inácio, o Renovabio como está hoje é ambientalmente correto, financeiramente viável, mas, não é socialmente justo, uma vez que deixou os produtores fora deste contexto de ganhos com o CBIOs. “Independentemente do valor, se será R$ 0,10 ou qualquer outro valor, o produtor merece participar desse rateio de crédito. É preciso salientar que não estamos contra as usinas, mas reivindicando um direito que também nos pertence”, destaca o dirigente canavieiro. Para tanto, complementa José Inácio, a Asplan partiu na frente de outras entidades e formalizou convênio com a Associação Centro Interdisciplinar de Pesquisa em Educação e Direito – CIPED, entidade que é responsável por executar o SELO ProAr e conduzir os trabalhos de certificação da cana no Estado.
“Esse selo de qualidade que vai possibilitar o rastreamento de nossa cadeia produtiva, desde a plantação até a entrega do produto na usina, vai agregar valor ao produtor, na medida em que o associado da Asplan terá sua cana monitorada e certificada com a adoção de boas práticas podendo até negociar seus próprios créditos de carbono”, destaca ele. O CIPED, inclusive, já começou a atuar com a realização do cadastro de todos os associados e vai começar a coleta de dados para dar sequência ao trabalho. Segundo explicou o diretor da Asplan, Pedro Neto, esses dados incluirão informações sobre notas de óleo diesel, adubos, calcário, energia consumida, área plantada e queimada, entre outros tópicos que contabilizados depois corresponderá aos créditos de eficiência energética da propriedade. “Quanto maior a nota de campo do fornecedor, maior serão os créditos a serem revertidos para ele”, disse Pedro Neto, lembrando que a condição padrão básica para o produtor participar deste processo é ter seu Cadastro Ambiental Rural (CAR) em dia.
Segundo José Inácio, o entendimento com as indústrias locais está bastante adiantado. “Temos conversado com vários industriais e eles reconhecem a legitimidade e direito de nossa reivindicação de ter participação no recebimento dos créditos de CBIOs do Renovabio”, atesta ele, reiterando que esse não é apenas um pleito do setor canavieiro. “Só falta agora a legislação resguardar esse direito legítimo dos produtores, sejam eles de cana-de-açúcar, milho, soja, etc”, finaliza José Inácio.


Paraíba ganha dois campos de melhoramento genético da Ridesa para multiplicação de clones de cana-de-açúcar com apoio da Asplan
Paraíba ganha dois campos de melhoramento genético da Ridesa para
multiplicação de clones de cana-de-açúcar com apoio da Asplan
O Departamento Técnico (Detec) da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), através de um convênio com o Programa de Melhoramento Genético, da Rede Interuniversitária para Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro (Ridesa) montará dois campos de multiplicação de clones promissores de cana-de-açúcar. Os clones que serão produzidos na Paraíba já são variedades destaques de vários experimentos anteriores realizados nos campos de usinas de Pernambuco, Rio Grande do Norte e na própria PB. Ao todo, serão 17 variedades RB’s, que serão comparados com duas variedades já amplamente cultivadas no Estado que são a RB 92579 e RB 867515.
Os campos serão montados em duas regiões distintas da Paraíba, explica o engenheiro agrônomo da Asplan, Luís Augusto. “Um campo será montado no litoral Sul, no município de Santa Rita, outro no litoral Norte, no município de Mamanguape”, afirma Luis. Segundo ele, esse é um projeto a médio e longo prazo, tendo em vista que nos próximos anos, serão montados outros espaços a partir desse campo de multiplicação. “Estamos começando esse trabalho e faremos as devidas avaliações, como também programaremos alguns dias de campo, para que junto com os produtores possamos avaliar e conhecer o potencial desses novos materiais. Para se ter uma ideia da importância dessa iniciativa, basta lembra que 66% dos canaviais do Brasil são cultivados com variedades RBs, o que corresponde a uma área de 5,6 milhões de hectares”, destaca Luís.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, reitera que o trabalho de melhoramento genético é continuo e feito a longo prazo. Para se ter uma ideia, para ocorrer a liberação de uma nova variedade de cana leva algo em torno de 10 anos, desde o cruzamento a liberação do clone como variedade comercial”, afirma o dirigente canavieiro, destacando que o melhoramento genético é uma ferramenta importantíssima no aumento da produtividade. “O melhoramento genético permite desenvolver variedades mais adaptadas às condições de clima e solo adversos, bem como mais produtivas em relação as suas variedades padrões. A escolha de uma variedade correta está diretamente ligada ao sucesso na atividade, como uma escolha errada repercute diretamente nos resultados e produtividade da plantação”, finaliza José Inácio.
- Luis Augusto com Gilberto e Amaro, técnicos de campo
Programa de Controle Biológico da Broca Comum é iniciado na COAF/CRUANGI com apoio de profissionais da Asplan
A broca comum (Diatraea saccharalis) causa grandes perdas tanto no campo, quanto na indústria. Segundo a literatura técnica, para cada 1% de Intensidade de Infestação, ocorre uma redução de 1,14% na produção de colmos, 0,42 % de açúcar e 0,21% na produção de etanol. Ciente da importância de controlar a infestação de sua plantação, o Engenheiro Agrônomo Geraldo Barros, responsável pela equipe técnica do Condomínio dos Produtores de Cana da Mata Norte COAF/CRUANGI, solicitou apoio da equipe da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) para iniciar o Programa de Controle Biológico da Broca Comum. O engenheiro agrônomo Luis Augusto e o Biólogo Roberto Balbino da Asplan visitaram, no último dia 25, os canaviais do Condomínio localizados em Pernambuco.
Na ocasião, acompanhados pelo técnico agrícola Josafá Régis, os profissionais estiveram no campo, escolheram alguns talhões, fizeram e mostraram como fazer o levantamento do índice de infestação, abordaram assuntos relacionados a biologia da praga e do seu controlador, tiraram dúvidas relacionadas e fizeram recomendações. “Para ter sucesso no programa de controle biológico é necessário conhecer bem a biologia da praga/alvo, no caso a Diatraea, bem como a biologia do seu controlador biológico a vespinha. La, no Condomínio fizemos primeiro o levantamento populacional da praga, verificando o estágio que ela se encontra, e agora vamos programar a liberação da Cotesia”, explica Luis.
A Asplan, através da Estação Experimental do Camaratuba, produz há quase 30 anos, dois controladores biológicos para as duas principais pragas da cana-de-açúcar. Trata-se da vespa (Cotesia flavipes) para a broca e do fungo (Metarhizium anisopliae) para a cigarrinha da folha. Luís Augusto lembra que a Asplan não comercializa vespa nem fungo, o que a Associação faz é manter parcerias para o fornecimento das vespas, de modo que os parceiros ajudam a manter os laboratórios funcionando e produzindo controladores. “Assim contribuímos com o controle biológico da broca no Nordeste, com baixos índices de infestação, reduzindo perdas e também o uso de agroquímicos, contribuindo para assegurar a sustentabilidade da atividade canavieira no Nordeste”, finaliza Luis.
O diretor do Departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, reforça que a Associação está disponível para realização de visitas técnicas como essa feita na COAF/CRUANGI e lembra que os produtores canavieiros associados a Asplan recebem os insumos biológicos produzidos na estação de Camaratuba sem nem custo. Maiores informações podem ser obtidas através do telefone 3241-6424.
- Luis Augusto, engenheiro agrônomo da Asplan, orientou a visita técnica – Cópia
- Na visita técnica foram escolhidos os talhões
- Roberto, Luis e Josafá Régis
- Técnicos da Asplan durante a visita na COAF
Deputado Jeová comemora autorização do início das obras de pavimentação da PB-394
“Foi com grande felicidade que recebi a notícia, nesta terça-feira (16), de que o Departamento de Estradas e Rodagens da Paraíba (DER-PB) autorizou a empresa Tapajós Terraplanagens de Estradas e Rodagens a dar início às obras de pavimentação asfáltica da PB-394, que liga a BR-230 ao Distrito de Engenheiro Ávidos, no município de Cajazeiras. “Essa é a etapa definitiva de uma grande luta nossa, uma das principais reivindicações que remonta ao meu primeiro mandato. O asfaltamento dessa estrada é uma conquista dos moradores de Cajazeiras e de São José de Piranhas”, salientou Jeová. A obra está orçada em cerca de R$ 13 milhões.
O parlamentar lembra que uma de suas maiores satisfações é ver seu trabalho como agente político transformar a vida das pessoas para melhor. “Eu entendo e milito na política através de meus mandatos como deputado sendo um instrumento facilitador para conquista de melhorias para a população, como um agente que busca através de muito trabalho a implementação de ações que mudam para melhor a qualidade de vida das pessoas e essa obra da PB-394, sem dúvida, fará isso com a população destas cidades que serão beneficiadas com essa pavimentação”, destaca Jeová.
O deputado lembra que com a chegada das águas oriundas da transposição do Rio São Francisco ao Açude Engenheiro Ávidos, essa obra possibilitará ainda mais desenvolvimento para a população da região. “Estou feliz em transmitir essa boa notícia aos meus conterrâneos e dizer que em breve veremos novos tempos em nossa região. Estrada, água e desenvolvimento sustentável para nossa gente. Essas são bandeiras de nosso mandato popular”, concluiu Jeová, agradecendo ao governador João Azevedo pelo empenho em dar prosseguimento à realização das obras de pavimentação, mesmo em meio a tempos tão difíceis como esse do enfrentamento da pandemia do Covid-19.
- As obras de pavimentação da PB 394 já vão começar
Hospital de Patos reforça estoque de itens que são usados na linha de frente do combate ao Covid-19 com doação da ONG Compassion
- Os itens chegaram via transportadora (1)
- Liliane Sena assina termo de recebimento dos itens
- A equipe do Hospital que recebeu o material doado
- A diretora do Hospital, Liliane Sena e a representante da ONG, Eliana Pereira
- A doação foi entregue nesta terça-feira (09) no hospital (1)
No combate a pandemia, alguns itens são fundamentais, a exemplo de EPI’s que protegem os profissionais que atuam na linha de frente e os materiais de desinfecção de ambientes que são imprescindíveis na higienização dos espaços e equipamentos utilizados com os pacientes com coronavírus. Nesta terça-feira (09) pela manhã, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, ganhou uma importante ajuda nesta batalha contra o Covid-19. Trata-se da doação de 1005 itens, entre EPI’s e materiais de desinfecção, que reforçarão o estoque da unidade. A entrega dos itens doados pela ONG Compassion do Brasil foi feita pela Facilitadora de Parcerias da instituição, Eliane Pereira, à diretora geral do Complexo, Liliane Sena.
O material que chegou via transportadora foi descarregado no pátio da unidade e após conferido e catalogado foi colocado no almoxarifado do Hospital para uso imediato. Após a diretora da unidade assinar o termo de doação, ela destacou a importância da iniciativa na atual conjuntura. “Nós agradecemos imensamente a ONG por ter escolhido o Complexo para receber esses itens, que chegam num momento muito oportuno porque estamos com uma grande demanda de casos em Patos e região, o que torna o Hospital uma referência importante no acolhimento e tratamento de pacientes suspeitos ou confirmados de Covid. Esses materiais que estamos recebendo são itens que a gente usa muito na linha de frente e cotidianamente, de forma que eles são muito bem-vindos”, destacou a diretora.
A lista de materiais doados inclui 25 máscaras TNT, mais 300 máscaras PFF-2, 100 gorros descartáveis, 70 luvas de procedimento, 100 aventais hospitalares, 140 óculos de proteção, 70 litros de álcool em gel 70%, 100 litros de água sanitária, mais 50 de Hipoclorito de Sódio e 50 de Antisséptico. O valor total dos 1005 itens, segundo relatório entregue pela ONG, é de R$ 21.305,00.
O Complexo Hospitalar de Patos foi a única unidade de saúde da Paraíba a ser contemplada com as doações. Segundo a representante da ONG isso se deu em função da instituição já desenvolver atividades no município de Patos e entender que havia a necessidade de aporte destes itens na unidade paraibana e em outras instituições de saúde pública do Nordeste. “A região Nordeste vem enfrentando diversos desafios no enfrentamento ao Covid-19, com uma taxa de letalidade crescendo consideravelmente. Por isso escolhemos fazer essa doação a hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), localizados nessa região onde temos grande número de parceiros e beneficiários e são referência no enfrentamento a pandemia, a exemplo do Hospital de Patos. Após analisar os indicadores de cada região, definimos as unidades, entramos em contato com os diretores desses hospitais para compreendermos as demandas e necessidades e definir os materiais que seriam doados e assim está sendo feito. Sabemos que as necessidades de cada um são complexas, mas louvamos ao Senhor pela oportunidade de servir e apoiar esses hospitais no combate ao Covid-19 e ampliar nosso relacionamento com os órgãos locais de saúde”, explicou a Relações Públicas da ONG, Jailma Rodrigues.
As demais unidades de saúde do Nordeste que são referência para tratamento de casos de Covid-19 e que também receberão itens doados pela ONG são: o Hospital Macroregional Tomáz Martins – Santa Inês/MA, o Hospital Regional de Urgê – Presidente Dutra/MA, o. Hospital Macroregional – Coroatá/MA, o Hospital Regional Laura Vasconcelos – Bacabal/MA, o Hospital de Campanha Nossa Senhora de Fátima – Parnaíba/PI e o Hospital Regional Norte – Sobral/CE
Sobre a Compassion do Brasil
Organização beneficente cristã, a Compassion do Brasil está presente no país há mais de 30 anos com significativo investimento na política de assistência social. Através de seus 204 parceiros espalhados pelo Nordeste contribuindo com o desenvolvimento integral direto de mais de 62 mil crianças e adolescentes, e indiretamente com cerca de 250 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social. ‘Neste tempo de pandemia, mesmo não se configurando como uma organização de Ajuda Humanitária, a Compassion do Brasil se alegra em contabilizar até aqui a doação de mais de 2,7 milhões de reais em cestas básicas, kits de higiene/limpeza e máscaras a cerca de 45 mil famílias, de 104 municípios do Nordeste e agora em dar sua contribuição a alguns hospitais onde tem atuação. Serão mais de R$ 200.000,00 em compras de EPI´S e materiais de desinfectação’, destaca uma nota assinada pela diretora nacional da ONG, Vanessa Viotti.






















