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Diretor do Complexo de Patos se reúne com secretário de saúde de Patos para debater melhorias no sistema público de saúde da cidade

Referência para mais de 80 municípios do sertão paraibano para casos de Urgência, Emergência e Clínica Medica, o Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) tem recebido uma demanda extra nos últimos tempos que deveria ser absorvida pela rede pública municipal, mas, que está sendo direcionada para o hospital do Estado. Essa situação recorrente tem superlotado a emergência do Complexo o que, eventualmente, provoca a retenção de macas do SAMU em função da indisponibilidade de leitos. Foi para conversar sobre essa questão e buscar soluções conjuntas para melhorar o atendimento à população, que o diretor geral do CHRDJC, Francisco Guedes, se reuniu nesta quinta-feira (08), com o secretário municipal de saúde de Patos, José Francisco.

Um dos principais pontos de pauta da reunião, segundo Francisco Guedes, foi a questão das macas retidas no hospital. “O secretário municipal está sensível a situação do Complexo, entendendo que nós temos suportado todo o gargalo da região, inclusive da cidade de Patos, que enfrenta grandes desafios na atenção básica, o que termina, inevitavelmente, sobrecarregando os serviços do hospital”, disse Francisco Guedes. Inda segundo o diretor do CHRDJC, Estado e Município farão ações conjuntas para fortalecer o atendimento dos serviços públicos de saúde em Patos, a fim de que os pacientes que hoje são atendidos na área verde do hospital possam dispor de atendimento nas unidades de saúde municipais, diminuindo o fluxo no Complexo.

Segundo o secretário, o município tem conhecimento da grande demanda de Atenção Básica que tem sido direcionada para o Complexo e está buscando soluções para resolver essa questão e melhorar os serviços municipais. “Há quatro meses, desde que assumi, venho trabalhando e buscando soluções que fortaleçam os serviços de Atenção Básica do município, com a reabertura de PSF’s, a fim de assegurar à população uma assistência melhor e, consequentemente, reduzir esse direcionamento que hoje está indo para o Complexo”, disse o secretário.

Nos próximos dias, o diretor do CHRDJC pretende se reunir com outros secretários municipais com o mesmo intuito. “A ideia é conversar com secretários de outros municípios para planejarmos ações conjuntas a fim de estabelecer parcerias que melhorem o serviço de Atenção Básica à população e, consequentemente, diminua os atendimentos de pessoas que deveriam estar em UPA’s ou PSF’s, mas hoje são atendidas pelo Hospital”, finalizou Francisco Guedes.

Jeová denuncia inoperância de empresa que foi contratada para executar obra no sertão e pede ao DER que rescinda contrato

O deputado estadual Jeová Campos fez uma grave denúncia durante pronunciamento na manhã desta quarta-feira (07), na sessão remota da ALPB, e pediu providências imediatas do Departamento de Estadas e Rodagens da Paraíba (DER), no sentido de determinar a imediata rescisão do contrato de execução da obra de pavimentação asfáltica da rodovia estadual que liga a BR 230 ao Distrito de Engenheiro Ávidos, no município de Cajazeiras. Segundo o parlamentar, a empresa executora da obra, a Tapajós, ao longo dos últimos dias, vem demonstrado que não tem qualificação técnica ou técnica/financeira suficiente para executar esta importante obra para o desenvolvimento do alto sertão paraibano.

“Essa é uma das obras mais pretendidas, queridas e esperadas pela população de Cajazeiras e também de parte de São José de Piranhas. A empresa que ganhou o processo licitatório para executar a obra, que não é da Paraíba, não está fazendo os serviços. Eu quero fazer de público um alerta ao diretor superintendente da PB do abandono do canteiro de obra pela Tapajós. Ontem, passei pelo local, a caminho de um sepultamento de um amigo e constatei que a obra está parada, que a única patrol que tinha está quebrada, que dos dez motoristas que tinham sido contratados, oito foram demitidos e apenas uma caçamba e um carro pipa estão funcionando”, denunciou Jeová.

Ainda de acordo com o deputado, a empresa não está cumprindo com o contrato. “Essa empresa, desde o início das obras, vem demonstrado que não possui qualificação técnica ou financeira para executar está obra tão importante e sonhada, que beneficiará mais de dez mil pessoas naquela região. Nos últimos dias, a empresa praticamente abandonou o canteiro de obras. Quase não existem mais maquinários executando a obra. Eu constatei in loco isso ontem”, reiterou Jeová, lembrando que a Tapajós só venceu a licitação porque apresentou o menor preço, baixou o preço na licitação, fazendo um desconto gigantesco e agora não está executando a obra.

Para ele, não é justo e muito menos legal, que uma empresa vencedora de uma licitação, não cumpra com os termos do contrato celebrado com o Poder Público. “Diante deste descaso, é imprescindível que o Governo Estadual promova imediatamente a rescisão do contrato com esta empresa Tapajós, nos termos da Lei nº 8.666/93 e considere-a inidônea, e convoque a empresa que ficou em segunda colocação, ou promova outra licitação”, destaca o parlamentar em Requerimento enviado ao governador João Azevêdo e também ao DER.

O parlamentar ainda chamou atenção do Sr. Silvio Silveira, diretor da Tapajós, e de seu sócio na Paraíba, Roberto Burity. “Não é possível que vocês queiram fazer o povo de Cajazeiras e desta região de bestas”, finalizou o parlamentar.

Asplan realiza visita técnica na usina Vale Verde em Baía Formosa e constata eficácia no uso de controladores biológicos

A usina Vale Verde, localizada em Baía Formosa, é uma das unidades industriais que utilizam controladores biológicos no combate a pragas que atacam canaviais. Na semana passada, o biólogo da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Roberto Balbino realizou uma visita técnica para avaliar vários talhões de produção tanto na cana planta, quanto de soca, constatando assim a eficácia do uso de insumos biológicos, principalmente, no combate a Diatraea que é combatida pela Cotesia flavipes (Vespas). “Constatamos, in loco, que esse insumo biológico, produzido na estação de Camaratuba, de fato, tem combatido com sucesso e sem agredir o meio ambiente a Diatraea”, afirmou o biológo.

Nas avaliações in loco, Roberto frisou a importância do monitoramento precoce da lavoura para identificar o ataque da Diatraea e logo fazer o manejo adequado para o controle. “Essas visitas técnicas em campo, para avaliar as condições de levantamento e liberação são importantes, pois tornam o controle de pragas com a utilização dos insumos, mais preciso”, afirma o biólogo da Asplan.

De acordo com o coordenador do Departamento Técnico da Asplan (Detec), o engenheiro agrônomo, Luis Augusto, a procura para produção de cana-de-açúcar com baixo impacto ambiental e a parceria existente há vários anos entre a Vale Verde e a Asplan para o fornecimento de insumos biológicos, mostra o quanto é importante o trabalho desenvolvido em Camaratuba. “Constatamos a eficácia do combate as pragas e conseguimos achar brocas parasitadas por Cotesia, que é o nosso controlador biológico. Isso é muito gratificante, pois confirma a qualidade da nossa Cotesia e o nosso compromisso com os nossos parceiros de que o nosso controlador é eficiente, contribuindo há décadas com a produção sustentável de cana não apenas na Paraíba, mas, na região Nordeste”, reforça Luis.

Sobre a Estação

A Estação Experimental de Camaratuba é mantida pela Asplan, através de convênios com o Ministério da Agricultura, Instituto Nacional de Meteorologia e Secretaria de Agricultura da Paraíba. Nos dois laboratórios da Estação são produzidos dois insumos biológicos capazes de controlar duas das principais pragas que atacam os canaviais: a Broca Comum e a Cigarrinha da Folha: Cotesia flavipes (Vespas) e Metahizium anisopliae (Fungo), Os insumos produzidos na Estação são registrados e aprovados para uso da agricultura orgânica e distribuídos, gratuitamente, para os produtores de cana associados e ainda vendidos no mercado paraibano, pernambucano e do Rio Grande do Norte.

Complexo de Patos contabiliza mais de 28 mil atendimentos e quase 2 mil cirurgias

O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, que integra a rede hospitalar do Governo do Estado, prestou no mês de agosto 2.516 atendimentos no setor de Urgência e Emergência, realizou 264 cirurgias, 481 internações, 995 atendimentos ambulatoriais, totalizando entre os dias 1º e 31 de agosto 3.511 serviços prestados. Contabilizando os pacientes da unidade nos primeiros oito meses de 2020, registramos um total de 28.058 atendimentos, 1.946 cirurgias.

Esses números revelam reduções de 10,38% nos atendimentos e de 17,30% nos procedimentos cirúrgicos, respectivamente, em comparação a 2019, quando no mesmo período foram prestados 31.309 atendimentos e realizadas 2.353 cirurgias. “Creditamos essa redução a pandemia, em função das pessoas estarem circulando menos e menos expostas aos riscos de acidentes e outras intercorrências”, afirma a diretora geral do Complexo, Liliane Sena.

Ainda no mês de agosto, os dez motivos mais prevalentes de atendimentos nos serviços de Urgência e Emergência, por ordem de quantitativo, foram: acidente de trânsito com vítimas de moto (232), dor abdominal (231), queda da própria altura (190), dificuldade de respirar (155), sintomas de síndrome gripal (135), dor de cabeça (127), dor na coluna (90), outros (81), queda de nível (70), além de dores no tórax (67).

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, lembra que embora os números de atendimentos tenham diminuído comparando ao mesmo período do ano passado, os dados de sintomáticos respiratórios e de pacientes Covid ainda são expressivos. “Os números referentes ao Covid, embora tenham tido uma discreta redução, nos mostram que ainda não é o momento de relaxar nas medidas preventivas”, alerta Liliane, lembrando que os impactos com as aglomerações que se formaram no feriadão de 07 de Setembro, em todo o país, deverão refletir no número de atendimentos nos próximos 15 dias em toda rede de saúde pública.

Selo ProAR 2030 vai certificar cana da PB e possibilitar que produtor seja incluído no Renovabio para recebimento de créditos de carbono

O lançamento do selo ProAR 2030, na tarde desta quarta-feira (9), na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa, é um feito inédito em nível nacional, no âmbito da cadeia produtiva primária, que vai possibilitar que os produtores canavieiros paraibanos sejam protagonistas do Renovabio e tenham acesso, ao recebimento dos créditos de carbono, a partir da adoção de boas práticas na área socioambiental e da certificação destes processos.

“Com a instituição do selo e da certificação, a Asplan parte na frente para assegurar que seus associados sejam inseridos no Renovabio e passem a receber CBIOs proporcional a sua produção e organização. A Paraíba é pequena, mas nós pensamos grande”, disse o presidente da entidade, José Inácio de Morais que estava acompanhado do presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil, Alexandre Lima, de Mário Borba, representante da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), do Secretário de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Efraim Morais e do deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar de Biocombustíveis e Energias Renováveis da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Tovar Correia Lima.

O projeto do selo é uma parceria da Asplan com a Associação Centro Interdisciplinar de Pesquisa em Educação e Direito – CIPED, entidade responsável por executar o projeto e pela implantação dos dados no aplicativo denominado ProAR. A certificação dos processos, que se dará através de mecanismos de controle de qualidade de produção, desde a plantação até a entrega da matéria-prima às indústrias, com informações que serão consolidadas num sistema próprio, utilizando um banco de dados antifraude e rasterável, chamado Blockchain. A auditagem dos dados será responsabilidade da empresa SGS, que atua em mais de 140 escritórios, em vários países e é líder mundial em certificação.

Segundo a diretora executiva da CIPED, Priscilla Maciel, a expectativa é que até o final deste ano, todos os dados da safra atual já estejam no sistema para certificação. “A Asplan ficará responsável pelo repasse das informações que alimentará o sistema, que seguirá os padrões internacionais de indicadores de produtividade”, disse Priscilla. Ela explicou ainda que a nota de eficiência energética é um somatório das fases agrícola, industrial e de distribuição. “Daí porque os produtores não podem ficar de fora destes recebíveis, pois o que acontece no campo vai impactar no coeficiente energético da indústria e, consequentemente, em seus recebíveis que precisam ser repartidos, proporcionalmente, com toda a cadeia produtiva”, explicou Priscilla.

O diretor da Asplan, Pedro Neto, explica que o rastreamento da cadeia produtiva, desde a plantação até a entrega do produto na usina, vai agregar valor ao produtor, na medida em que o associado da Asplan terá sua cana monitorada e certificada com a adoção de boas práticas. “Essa iniciativa agrega valor ao nosso negócio e fortalece nossa luta em busca de um direito que é nosso. Nós não queremos disputar nada com as indústrias, apenas pleiteamos a nossa parte nesse processo de recebíveis de créditos de carbono, o que é muito justo”, reiterou Pedro Neto.

O presidente da Feplana e da Associação de Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Alexandre Lima, parabenizou a Asplan pela iniciativa e lamentou que o Renovabio não tenha incluído os produtores neste processo de CBIOs. “É vergonhosa essa situação. Ainda nas discussões de implantação do Programa, chamamos a atenção para inclusão dos produtores no processo, mas, nada disso foi feito. Agora temos um projeto de autoria do deputado paraibano Efraim Filho tramitando no Congresso para corrigir essa distorção, mas, já ficamos sabendo que há toda uma movimentação de entidades industriais para que ele não avance. Mas, não vamos abrir mão de nossa parte. Só queremos o que cabe ao produtor”, enfatizou Alexandre, que discorreu ainda sobre a importância do sistema cooperativado, dando como exemplo de sucesso a COAF, em PE, que distribuiu na última safra R$ 8 milhões de lucro entre seus cooperados.

O secretário Efraim Morais, presente à solenidade de lançamento do selo ProAR 2030, enalteceu a iniciativa da Asplan, parabenizando a entidade pelo pioneirismo. “A Asplan, mais uma vez, dá um passo importante no fortalecimento do setor e reitero aqui o compromisso do Governo do Estado com esse segmento, inclusive na parceria de doação de cana-semente”, disse o secretário. Mário Borba, que representou a CNA, lembrou que a rastreabilidade e certificação não só da cana-de-açúcar, mas de outros produtos e culturas é uma exigência do mercado que se consolida cada vez mais. “Essa é uma condição que será cobrada, aqui no Brasil e também lá fora e a Asplan sai na frente com o lançamento deste selo, não apenas com vistas ao Renovabio, mas, sobretudo para melhoria e sustentabilidade do processo produtivo”, disse ele. Mário ainda abordou o impacto negativo e oneroso da Reforma Tributária na cadeia produtiva, conclamando o setor a se mobilizar contra o que está sendo proposto. “Da forma como está sendo proposta, a Reforma onerará os custos de produção da cana-de-açúcar, por exemplo, em 7%, dos derivados de leite em 11%, e por ai vai. Precisamos nos mobilizar para mudar isso”, disse Mario Borba.

“A cana tem um valor agregado que extrapola, e muito, o açúcar que ela possui. Queremos ter acesso aos créditos do CBIOs, aos créditos de carbono e a ganhar em cima do valor agregado que nosso produto possui e a certificação de nossa produção com o SELO ProAr 2030, com certeza, será um passo importante neste sentido. O fato de termos esse selo de qualidade já é um fator agregador de valor que será um facilitador para atingirmos nosso objetivo porque estaremos ampliando a credibilidade da cadeia produtiva paraibana e também nos organizando melhor”, finalizou José Inácio.

Ainda participou da solenidade a presidente da CIPED, Laryssa Almeida, o diretor de Estratégia da CIPED, Clynson Oliveira, o diretor financeiro, Bruno Souza, o diretor de Tecnologia, Thiago Monay e o diretor de Sustentabilidade da SGS, Fabian Gonçalves. Alguns associados prestigiaram o evento que não pôde contar com muita gente para evitar aglomerações em tempos de pandemia.

Presidente da Unida critica posição da Sefaz que dificulta benefício para reabertura da terceira usina cooperativada de Pernambuco

“Não estimular o cooperativismo, principalmente, num setor potencialmente gerador de progresso, desenvolvimento e muitos postos de trabalho como o sucroenergético, é um erro que se agrava ainda mais quando já se tem provas concretas de que dois empreendimentos similares no Estado já deram certo. Esperamos que o governador Paulo Câmara tenha a devida sensibilidade quanto ao pleito da Cooaf Sul, que somente com apoio e incentivo do governo pode repetir o sucesso da usina Cruangi (Coaf), em Timbaúba, e da antiga Pumaty (Agrocan), em Joaquim Nabuco”, disse nesta sexta-feira (28) o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), José Inácio de Morais.

O dirigente canavieiro que também preside a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), lembra que na contramão do que aconteceu nos últimos anos no Brasil, quando muitas usinas de etanol e açúcar fecharam, os produtores de cana-de-açúcar de Pernambuco, organizados em cooperativas e estimulados por políticas fiscais do Estado, reabriram duas usinas que hoje são modelo para uma terceira unidade, prevista para abrir em setembro. Contudo, mesmo com leis fiscais vigentes, a Sefaz dificulta o benefício para abertura deste terceiro empreendimento (antiga usina Estreliana) previsto para ser reativada mês que vem, em Ribeirão.

O presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de PE (AFCP) e da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, lamenta que às vésperas da reabertura deste terceiro empreendimento, o governador Paulo Câmara, recue e não mantenha sua arrojada política de incentivos fiscais, baseada nas leis 16.505/18 e 15.584/15. “A Cooaf Sul tem capacidade para gerar 2,5 mil postos de trabalho na indústria e no campo e a nossa intenção é começar a produção em meados de setembro. Essa unidade tem as mesmas características da Coaf, em Timbaúba, e da Agrocan, em Joaquim Nabuco e portanto está enquadrada nestas leis de incentivo fiscais”, reitera Alexandre.

O presidente da Feplana lembra que a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) tem impedido o mesmo benefício de crédito presumido do ICMS para Cooaf Sul, mesmo com as legislações vigentes até 2022, sem nenhuma justificativa. “Vamos nos mobilizar e cobrar do governador esse apoio e além dessa coerência, pois ele é fundamental para que possamos reabrir essa terceira usina em Pernambuco, gerando assim mais empregos, renda e desenvolvimento”, finaliza Alexandre Lima.

Jeová destaca produção parlamentar em tempos de pandemia e diz que decisão de retomada das atividades da ALPB deve ver o coletivo

“Eu quero parabenizar todos os deputados que fizeram tudo o que foi possível para poder responder as necessidades que a ALPB tinha neste período de pandemia, que atenderam as demandas da Casa neste período tão difícil e trouxeram questões que ajudaram o povo paraibano a passar por esse drama. Nesse período, não houve debates em plenário, mas houve uma importante e significativa produção legislativa. A questão de retomada das atividades presenciais da Casa, na minha opinião, é prematura e precisa ser analisada sob o ponto de vista coletivo e não individual”, disse hoje (26), o deputado estadual Jeová Campos, referindo-se ao debate sobre a retomada ou não das sessões presenciais e das atividades da Casa de Epitácio Pessoa.

O deputado aproveitou para parabenizar o presidente da ALPB, Adriano Galdino que, na opinião ele, está conduzindo esse processo com muita competência. “Embora tenhamos limitações nos debates, eu avalio que esse foi um período que a Assembleia mais produziu. A produção legislativa, mesmo com as sessões remotas, teve um alto nível de produtividade e isso é inquestionável. Eu gostaria muito que a ALPB pudesse voltar as sessões presenciais, mas, na atual conjuntura, isso não me parece sensato”, disse o deputado.

Ainda segundo Jeová, as colocações da deputada Cida Ramos e de outros parlamentares sobre o risco de se retomar as sessões plenárias tradicionais e as atividades da Casa, precisam ser levadas em consideração com muito cuidado. “Eu, pessoalmente, me associo as palavras da deputada Cida Ramos e também não podemos esquecer que estamos nos igualando aos EUA no número de mortes pelo Covid, exatamente pela falta de ações preventivas. Esse assunto não pode ser tratado como uma questão de natureza individual. É necessário olhar o conjunto da Casa. Eu próprio, que tive Covid, poderia voltar sem nenhum problema comigo, mas os demais parlamentares, os funcionários, os profissionais de Imprensa que cobrem a Casa poderiam voltar sem correr riscos?”, reforçou o deputado.

Equipe Covid do Complexo de Patos participa de treinamento em parceira com o Cefor com aulas virtuais e presencial

Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas que integram a equipe do setor Covid do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) estão participando de uma capacitação, com aulas virtuais e presenciais, para melhorar ainda mais a assistência qualificada aos pacientes acometidos pelo coronavírus. O treinamento, realizado em parceria com o Centro Formador de Recursos Humanos da Paraíba – Cefor, denomina-se ‘Projeto de apoio as ações de Educação Permanente em Saúde para profissionais de saúde dos serviços hospitalares da PB’ e além dos profissionais de Patos, estão integrando esse módulo de capacitação funcionários de unidades de saúde estadual das cidades de Pombal, Piancó e Cajazeiras que também têm unidades referências para tratamento de pacientes com Covid-19.

O treinamento começou no último dia 17 e se estenderá durante as duas próximas semanas, com aulas às segundas e quintas-feiras, através da plataforma Google Meet. Nos dias seguintes as aulas ocorrem a aplicação do conhecimento revisado pelos profissionais envolvidos no projeto, dentro dos setores Covid onde eles atuam. No Complexo, 121 profissionais estão sendo treinados. Além das aulas, os participantes do curso ainda fazem acompanhamento pela plataforma Moodle para descrever os momentos vivenciados e trocar experiências adquiridas.

O conteúdo do curso incluiu tópicos como ‘Assistência ao paciente com Covid’, ‘Fisiopatologia do Covid-19 e Oxigenoterapia’, ‘Parada cardiorrespiratória e oxigenoterapia’, ‘Prevenção de lesão por pressão’, ‘Fisioterapia motora’ e ‘Ventilação não invasiva no Covid-19’. “Estamos recebendo um feedback muito positivo de toda a equipe que está participando deste projeto. Os momentos são de trocas de experiências entre os profissionais e supervisores de práticas e isso vai nos possibilitar melhorar ainda mais a assistência qualificada ao paciente acometido pela Covid 19 e que esteja sob nossos cuidados. A equipe está unindo teoria e prática, para que embasados tecnicamente desenvolvam as atividades de forma cada vez mais adequada”, afirma a gerente assistencial do Complexo de Patos, Aretusa Delfino.

Complexo Regional de Patos registra aumento de 23% no número de atendimentos

A procura de atendimento no Hospital Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), que teve redução desde março em função da pandemia, ainda não se normalizou, mas, apresentou um aumento de 23% em julho em relação a junho. Os aumentos mais expressivos foram nos atendimentos ambulatoriais que passaram de 693 para 889 e nas internações que somaram 378, em junho, e subiram para 482, em julho. No mês passado, a unidade que integra a rede estadual de saúde realizou 3.272 atendimentos, destes, 2.383 pacientes foram atendidos na Urgência e Emergência. O Hospital realizou 260 cirurgias, em sete diferentes áreas da Medicina.

Conforme relatório de gestão, o maior número de procedimentos cirúrgicos foi na especialidade Ortopedia, com um total de 134 cirurgias, sendo que dentre esses procedimentos, 27 deles foram realizados em pacientes de zero a 14 anos. As cirurgias gerais aparecem em segundo lugar, com um total de 53 procedimentos, seguida de Vascular, com 31 casos. As cirurgias Oncológicas ficaram na quarta posição com 25 procedimentos. Houve ainda 14 cirurgias bucomaxilo, duas urológicas e uma de Otorrino.

O Centro de Imagens da unidade, que funciona num prédio anexo ao hospital, realizou 1.688 Tomografias, 1.529 Raio X, 139 exames de Ultrassonografia, 18 Ecocardiogramas, 11 Endoscopias, cinco ressonâncias e ainda duas Colonoscopias e mais duas Cintilografias Óssea. Dos 889 atendimentos ambulatoriais da unidade, 460 deles foram de pacientes do Hospital do Bem, 404 foram de retorno da Ortopedia e os outros 25 de retorno de procedimentos da Bucomaxilo.

“Em janeiro e fevereiro, nós mantivemos nossa média mensal que era em torno de 4.700 atendimentos. Em março, no começo da pandemia, começamos a registrar queda nos atendimentos, o que se deu de forma mais acentuada em abril. Em maio e junho tivemos um discreto aumento de atendimento e de junho para cá essa curva vem se mantendo ascendente, tanto que contabilizamos um aumento de 23% nos atendimentos agora em julho”, explica a diretora geral do Complexo, Liliane Sena. Com a retomada gradual das atividades, ela estima que os dados de agosto sejam ainda maiores que os de julho.

Apresentação da sede da Coasplan reúne produtores, cooperados e parceiros do agronegócio paraibano

A apresentação da sede da Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN) ao mercado paraibano do agronegócio reuniu produtores, cooperados e parceiros da entidade, na manhã deste sábado (15). Respeitando as devidas regras de flexibilização na pandemia, com convidados e anfitriões todos de máscaras, a inauguração da sede da Cooperativa aconteceu em meio a um café da manhã, com direito a descerramento de placa comemorativa, discursos e apresentação das instalações da entidade que chega ao mercado paraibano para ampliar os serviços de comercialização de insumos, produtos, máquinas e equipamentos para o setor do agrobusiness, com especial atenção, para os produtores canavieiros. A sede da COASPLAN fica na Avenida Francisco Marques da Fonseca, 294, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, e aos sábados, das 7h ao meio dia.

O presidente da Associação dos Planadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que descerrou a placa de inauguração da COASPLAN junto com o presidente da Cooperativa, Fernando Rabelo Filho, lembrou que a inauguração da entidade simboliza a concretização de um sonho antigo, que segue o sucesso de outras iniciativas no país que fomentam o agronegócio de forma consorciada e que pode ser uma semente de projetos ainda mais audaciosos. “A união de forças fortalece qualquer negócio e a gente já conhece iniciativas de sucesso com o sistema cooperativado em outras regiões do país e até mesmo aqui pertinho, em Pernambuco, com a COAF, de forma que começamos agora a disponibilizar na Paraíba, não apenas para nossos associados uma forma diferente de adquirir produtos, insumos, implementos e máquinas. Não chegamos para competir com ninguém, mas para somar”, disse José Inácio.

O presidente da COASPLAN, Fernando Rabelo Filho, destacou que a Cooperativa já nasce forte e com grande representatividade, mas que vai precisar da união e apoio de seus cooperados, dos associados da Asplan e do próprio mercado para crescer cada vez mais. “Nós representamos diretamente 1.600 produtores associados, que juntos respondem por 60 mil hectares de terra e temos 50 cooperados que plantam em 20 mil hectares, ou seja, que detém mais da metade de área cultivada de cana na Paraíba, isso só fazendo referência a cultura canavieira, porém não estamos focados apenas nela, mas, no mercado do agro de um modo geral”, destacou ele, lembrando que o apoio dos produtores em prestigiar a Cooperativa será fundamental para o sucesso da iniciativa. Fernando lembrou ainda que além das vantagens de ter mais um canal de compras, os cooperados ainda participarão do rateio proporcional de lucros da COASPLAN no final de cada exercício fiscal. “A Casa é nossa e quanto mais prestigiá-la, mais vantagens e dividendos teremos”, reiterou Fernando Filho.

O presidente do Sistema OCB/PB, André Pacelli, que estava acompanhado do superintendente do Sistema, Pedro Albuquerque, elogiou as instalações da COASLAN e desejou sucesso no novo empreendimento. “É com muita satisfação e alegria que vemos surgir essa cooperativa. Isso mostra a força do agronegócio e o quando o sistema cooperativado tem conquistado o mercado pelos seus inúmeros atrativos e desejamos muito sucesso para a COSPLAN na prospecção de novas parcerias que devem ser ampliadas além da área comercial e, inclusive, com o Sistema OCB/PB na área de capacitação e de outros projetos”, disse André.

O gerente de Negócios Agro da Sicredi Evolução Aurélio Pizano, destacou a similaridade de foco da instituição que representa com a COASPLAN, lembrando que ambos têm o mesmo ‘DNA’. “Tanto o Sicredi, quanto a COASLAN atuam no mercado com foco num sistema cooperativado que traz ganhos diversos para os cooperados e nós esperamos que a partir de agora ambas as instituições possam estreitar seus laços e serem parceiros”, disse Aurélio, lembrando que o Sicredi Evolução é a terceira melhor referência de crédito para o agronegócio na Paraíba, ficando atrás apenas do BNB e BB, respectivamente, primeiro e segundo lugares neste ranking.

O vice-presidente da COASPLAN, Pedro Neto, também prestigiou o evento e afirmou que essa data ficará como um marco no mundo do agronegócio paraibano. “Já há algum tempo que a gente sonhava com essa Cooperativa e este ano conseguimos realizar esse sonho e agora é acreditar e apostar nele, fortalecendo a entidade cada vez mais”, disse ele, lembrando que na sede da entidade, em Bayeux, além de amplas instalações que ocupam uma área de quase 1000 metros quadrados, incluindo um amplo galpão para o armazenamento de mercadorias e produtos, o cooperado tem além de todas as vantagens de compra, uma sala a disposição para a realização de reuniões.

O produtor canavieiro, associado da Asplan e cooperado da COASPLAN, Celso Morais, não apenas prestigiou o evento deste sábado, como já efetuou sua primeira compra através da Cooperativa. Ele adquiriu 60 litros do produto Implanta, um bio estimulante e complexo de nutrientes da empresa Agrivalle, para melhorar o enraizamento de parte de sua lavoura localizada na Fazenda Santa Emília, em Rio Tinto. “Essa é a primeira compra de outras que irei realizar, pois acho importante a gente prestigiar a Cooperativa, não apenas para obter vantagens na aquisição dos produtos, mas, também para fortalecer a entidade que quanto mais apoio tiver, mais forte ficará”, disse ele. O Representante Técnico da Agrivalle, Flávio Alves, não divulgou quais vantagens Celso tinha tido ao adquirir o Implanta através da Cooperativa, mas, adiantou que ele teve uma condição comercial vantajosa.

O diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz, que recepcionou os convidados, reforçou que embora a COASPLAN seja uma entidade ligada a Asplan, não é preciso o produtor ser associado para adquirir produtos da entidade. “Temos herbicidas, fertilizantes e defensivos agrícolas e também um portfólio de produtos que inclui implementos e máquinas para todo o mercado agrícola, não apenas para os produtores de cana-de-açúcar, de forma que estamos de portas abertas para todo o m mercado do agronegócio”, reforçou ele, agradecendo a parceria da Agrivalle, da PH Química e da Sumitomo neste início de operação da entidade. A COASPLAN está em operação desde a segunda quinzena de julho, com produtos para atender as linhas de cana-de-açúcar, de Hortifruti, de Pastagem, de Jardim, além de peças e máquinas agrícolas.

A Cooperativa tem ainda uma Central de Compras, com um funcionário à disposição dos clientes para fazer a cotação de peças e equipamentos, incluindo EPI’s. Para acionar a Central, basta que o interessado ligue pelo número (083) 2177-0441 e diga qual é sua necessidade de compra que a Cooperativa se encarregará de fazer as cotações e adquirir o produto sem custo adicional algum para o cliente. O representante da Yara Brasil Fertilizantes S/A, Mozart Cavalcante, também prestigiou a inauguração da sede da COASPLAN.

O evento aconteceu em meio a um café da manhã para convidados
O evento aconteceu em meio a um café da manhã para convidados

José Inácio, presidente da Asplan
José Inácio, presidente da Asplan
Fernando Rabelo Filho, presidente da Coasplan
Fernando Rabelo Filho, presidente da Coasplan
Fernando Filho e José Inácio descerraram a placa de inauguração
Fernando Filho e José Inácio descerraram a placa de inauguração
Dirgentes da Asplan e da Coasplan
Dirgentes da Asplan e da Coasplan
Clientes e cooperados prestigiaram a inauguração
Clientes e cooperados prestigiaram a inauguração
Celso Morais já fez sua primeira compra na Coasplan
Celso Morais já fez sua primeira compra na Coasplan
Alguns dos itens comercializados pela Cooperativa
Alguns dos itens comercializados pela Cooperativa
A sede da Coasplan fica em Bayeux
A sede da Coasplan fica em Bayeux
ThiagoQuiroz, diretor comercial da Coasplan
ThiagoQuiroz, diretor comercial da Coasplan
Sede da Coasplan em Bayeux
Sede da Coasplan em Bayeux
O gerente de negócios Agro da Sicredi, Aurélio Pizano também prestigiou o evento
O gerente de negócios Agro da Sicredi, Aurélio Pizano também prestigiou o evento
O presidente do Sistema OCBPB, André Pacelli esteve no evento
O presidente do Sistema OCBPB, André Pacelli esteve no evento
Produtores prestigiaram o evento
Produtores prestigiaram o evento
Produtores e associados marcaram presença
Produtores e associados marcaram presença