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Coasplan recebe produtores e parceiros neste sábado para apresentar sua estrutura e formas de atuação no mercado do agronegócio
Em operação desde a segunda quinzena de julho, com produtos para atender as linhas de cana-de-açúcar, de Hortifruti, de Pastagem, de Jardim, além de peças e máquinas agrícolas, a Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN), abre as portas de sua sede em Bayeux, no próximo sábado (15), para receber os produtores rurais, parceiros e integrantes da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). A ideia é apresentar a estrutura da Cooperativa e mostrar ao seu público alvo as vantagens de adquirir insumos e produtos nela. O evento, que seguirá os protocolos de cuidados em tempos de pandemia, acontece a partir das 8h, na sede da Coasplan, na Avenida Francisco Marques da Fonseca, 294, com um café da manhã.
O diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz, reforça que embora a Coasplan seja uma entidade ligada a Asplan, para adquirir os produtos da entidade não é preciso ser associado. “Temos herbicidas, fertilizantes e defensivos agrícolas e também um portfólio de produtos que inclui implementos e máquinas para todo o mercado agrícola, não apenas para os produtores de cana-de-açúcar”, destaca Thiago, lembrando que o público alvo é todo o mercado do agronegócio paraibano. Ainda segundo Thiago, essa ação do sábado servirá para mostrar como está a Cooperativa e como os produtores podem utilizar os serviços disponibilizados por ela.
A Cooperativa tem ainda uma Central de Compras, com um funcionário à disposição dos clientes para fazer a cotação de peças e equipamentos, incluindo EPI’s. Para acionar a Central, basta que o interessado ligue pelo número (083) 2177-0441 e diga qual é sua necessidade de compra que a Cooperativa se encarregará de fazer as cotações e adquirir o produto sem custo adicional algum para o cliente. “Esse é outro grande diferencial da Cooperativa que vai dar um importante suporte ao produtor na hora de comprar peças de reposição e outros itens ligados ao seu negócio”, destaca Thiago Queiroz.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, reitera que o grande objetivo da Coasplan é, primordialmente, baratear custos para os associados e facilitar o aceso dos produtores aos insumos e produtos do setor, permitindo que os investimentos necessários na produção sejam realizados com mais facilidade. “Como vamos comprar os produtos de forma cooperativada, teremos melhores condições de ter preços menores e mais atrativos”, ressalta José Inácio. O presidente da Coasplan é Fernando Rabelo Filho e o vice-presidente, Pedro Tavares Neto.
- A Coasplan trabalha com produtos, insumos, máquinas e equipamentos
- A sede da Coasplan fica em Bayeux
- Thiago Queiroz é o diretor comercial da Coasplan
Produtores não devem entregar o CAR às usinas para garantir acesso aos CBios do RenovaBio orienta Asplan
O repasse para os produtores da parte que lhes cabe dos Créditos de Descarbonização (CBios), do RenovaBio, ainda continua indefinido, mas, as usinas precisam ter acesso aos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), conforme manda a legislação, para atestar o perfil do uso correto da terra pelos produtores que é condição para a indústria estar apta a emitir os papéis correspondentes a cada lote de etanol negociado com as distribuidoras. Não entregando os dados para as indústrias, os canavieiros podem travar o novo programa nacional até que a parte que lhes cabe seja incluída nos CBios.
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), entidade que junto com a Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), sairam na frente, convocando reuniões com seus associados para orientá-los a não entregar o CAR, pressionam para que os produtores tenham acesso aos créditos de carbono do Renovabio. “É uma reivindicação justa, inclusive, apoiada pela maioria dos dirigentes industriais, que também avaliam que os ganhos com os CBios devam ter a participação dos produtores que direcionam boa parte da matéria-prima processada pelas indústrias”, afirma o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, que também preside a União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida).
José Inácio lembra que o pleito dos produtores, incluindo também os de biodiesel, já vem desde as primeiras discussões nacionais do RenovaBio, mas com a implantação do programa em 2020 – e com algumas emissões de CBios já no mercado – a reivindicação não prosperou e os ganhos ainda estão restritos a cadeia industrial. “A produção de uma cana cada vez mais limpa no seu processo produtivo e sem resíduos fósseis, que é o que ajudará a precificar o valor dos CBios das usinas, não pode desconsiderar e deixar de fora quem produz no campo. Os produtores precisam também ter acesso aos ganhos do CBios”, reitera José Inácio.
- José Inácio lembra que produtores devem ter acesso aos CBios
Fiscais da Asplan participam de treinamento para monitorar qualidade da cana nas usinas na safra 2020/21
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) encerrou, nesta segunda-feira (27), o treinamento dos novos agentes tecnológicos que irão atuar nas usinas do estado durante toda a safra 2020/2021. A capacitação, que incluiu aulas práticas e teóricas, foi conduzido pelo supervisor dos fiscais, Edvam Silva. Os fiscais vão acompanhar o processo de moagem de cana-de-açúcar nas usinas sucroalcooleiras existentes na Paraíba, entre o mês de agosto, quando inicia a safra, e janeiro ou fevereiro do próximo ano. Por causa do atual momento de pandemia, apenas os cinco fiscais novatos participaram do treinamento presencial, assim mesmo respeitando todas as regras de distanciamento, uso de máscaras e higienização das mãos antes, durante e depois dos encontros que aconteceram no mini auditório da Associação.
A principal missão dos agentes tecnológicos será avaliar a qualidade da matéria-prima entregue pelos fornecedores, utilizando a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado). “A precisão no trabalho dos fiscais, a partir de uma avaliação correta, assegura uma remuneração justa pela matéria-prima fornecida pelos nossos associados”, explica Edvam Silva. Ele lembrou ainda que para se ter essa correta avaliação da cana é fundamental o domínio de conhecimentos técnicos e específicos. “Por isso, esse treinamento é tão importante para quem vai atuar na fiscalização das indústrias”, enfatizou ele, lembrando que a análise da cana para efeito de avaliação da remuneração é bem complexa porque é cheia de detalhes técnicos que precisam ser observados.
A expectativa, segundo o diretor do departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, é que os fiscais comecem a acompanhar a safra nas indústrias, na medida em que a cana dos associados for sendo entregue, já no início de agosto, quando está previsto o início da moagem. No total, 18 fiscais vão desenvolver esse trabalho durante a safra, sendo 16 com atuação nas usinas, um que vai ser o coletor das amostras e outro que ficará no laboratório fazendo as análises.
- Os novos fiscais terminaram o treinamento nesta segunda-feira
Asplan reitera posição em Assembleia de buscar incluir produtores no Renovabio que hoje só beneficia as indústrias com recursos do CBIOs
A atual política nacional de estímulo a redução de emissão de gases e retorno dessa eficiência energética em forma de créditos de carbono (CBIOs), a partir do Renovabio, por enquanto, só contempla às indústrias deixando de fora, injustamente, os produtores da matéria-prima, sejam eles de cana-de-açúcar, soja, milho, etc. Mas, no entendimento da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e de outras entidades ligadas ao campo e ainda de iniciativas como a de um Projeto de Lei do deputado federal paraibano, Efraim Filho, cujo objetivo é reverter essa injustiça, em breve, os produtores devem participar desse novo modelo de remuneração. E foi para atualizar seus associados sobre essa questão, que a Asplan realizou nesta segunda-feira (27), uma Assembleia Geral Extraordinária, que deliberou entre outras questões sobre a formalização de um convênio que vai criar o SELO ProAr.
O selo é, na realidade, uma certificação da cana-de-açúcar produzida na Paraíba, cujo propósito é agregar valor à matéria-prima, através de mecanismos de controle de qualidade de produção, desde a plantação até a entrega dela às indústrias, convertendo em ganhos financeiros e mercadológicos da cana produzida na Paraíba. “Não achamos justo o fornecedor ficar fora deste processo que assegura às industrias receberem o CBIOs. Hoje, pela atual legislação do Renovabio, só as indústrias se beneficiam com os créditos, mas, isso é uma injustiça com os produtores que fazem parte desta cadeia produtiva que existe desde o campo até o processo industrial e que também merecem ganhar dividendos oriundos desta eficiência energética, principalmente, quando a gente sabe que de 30% a 54% do peso do CBIOs é do campo, onde se dá a principal fonte de sequestro do carbono”, explica o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.
Ainda segundo José Inácio, o Renovabio como está hoje é ambientalmente correto, financeiramente viável, mas, não é socialmente justo, uma vez que deixou os produtores fora deste contexto de ganhos com o CBIOs. “Independentemente do valor, se será R$ 0,10 ou qualquer outro valor, o produtor merece participar desse rateio de crédito. É preciso salientar que não estamos contra as usinas, mas reivindicando um direito que também nos pertence”, destaca o dirigente canavieiro. Para tanto, complementa José Inácio, a Asplan partiu na frente de outras entidades e formalizou convênio com a Associação Centro Interdisciplinar de Pesquisa em Educação e Direito – CIPED, entidade que é responsável por executar o SELO ProAr e conduzir os trabalhos de certificação da cana no Estado.
“Esse selo de qualidade que vai possibilitar o rastreamento de nossa cadeia produtiva, desde a plantação até a entrega do produto na usina, vai agregar valor ao produtor, na medida em que o associado da Asplan terá sua cana monitorada e certificada com a adoção de boas práticas podendo até negociar seus próprios créditos de carbono”, destaca ele. O CIPED, inclusive, já começou a atuar com a realização do cadastro de todos os associados e vai começar a coleta de dados para dar sequência ao trabalho. Segundo explicou o diretor da Asplan, Pedro Neto, esses dados incluirão informações sobre notas de óleo diesel, adubos, calcário, energia consumida, área plantada e queimada, entre outros tópicos que contabilizados depois corresponderá aos créditos de eficiência energética da propriedade. “Quanto maior a nota de campo do fornecedor, maior serão os créditos a serem revertidos para ele”, disse Pedro Neto, lembrando que a condição padrão básica para o produtor participar deste processo é ter seu Cadastro Ambiental Rural (CAR) em dia.
Segundo José Inácio, o entendimento com as indústrias locais está bastante adiantado. “Temos conversado com vários industriais e eles reconhecem a legitimidade e direito de nossa reivindicação de ter participação no recebimento dos créditos de CBIOs do Renovabio”, atesta ele, reiterando que esse não é apenas um pleito do setor canavieiro. “Só falta agora a legislação resguardar esse direito legítimo dos produtores, sejam eles de cana-de-açúcar, milho, soja, etc”, finaliza José Inácio.


Paraíba ganha dois campos de melhoramento genético da Ridesa para multiplicação de clones de cana-de-açúcar com apoio da Asplan
Paraíba ganha dois campos de melhoramento genético da Ridesa para
multiplicação de clones de cana-de-açúcar com apoio da Asplan
O Departamento Técnico (Detec) da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), através de um convênio com o Programa de Melhoramento Genético, da Rede Interuniversitária para Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro (Ridesa) montará dois campos de multiplicação de clones promissores de cana-de-açúcar. Os clones que serão produzidos na Paraíba já são variedades destaques de vários experimentos anteriores realizados nos campos de usinas de Pernambuco, Rio Grande do Norte e na própria PB. Ao todo, serão 17 variedades RB’s, que serão comparados com duas variedades já amplamente cultivadas no Estado que são a RB 92579 e RB 867515.
Os campos serão montados em duas regiões distintas da Paraíba, explica o engenheiro agrônomo da Asplan, Luís Augusto. “Um campo será montado no litoral Sul, no município de Santa Rita, outro no litoral Norte, no município de Mamanguape”, afirma Luis. Segundo ele, esse é um projeto a médio e longo prazo, tendo em vista que nos próximos anos, serão montados outros espaços a partir desse campo de multiplicação. “Estamos começando esse trabalho e faremos as devidas avaliações, como também programaremos alguns dias de campo, para que junto com os produtores possamos avaliar e conhecer o potencial desses novos materiais. Para se ter uma ideia da importância dessa iniciativa, basta lembra que 66% dos canaviais do Brasil são cultivados com variedades RBs, o que corresponde a uma área de 5,6 milhões de hectares”, destaca Luís.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, reitera que o trabalho de melhoramento genético é continuo e feito a longo prazo. Para se ter uma ideia, para ocorrer a liberação de uma nova variedade de cana leva algo em torno de 10 anos, desde o cruzamento a liberação do clone como variedade comercial”, afirma o dirigente canavieiro, destacando que o melhoramento genético é uma ferramenta importantíssima no aumento da produtividade. “O melhoramento genético permite desenvolver variedades mais adaptadas às condições de clima e solo adversos, bem como mais produtivas em relação as suas variedades padrões. A escolha de uma variedade correta está diretamente ligada ao sucesso na atividade, como uma escolha errada repercute diretamente nos resultados e produtividade da plantação”, finaliza José Inácio.
- Luis Augusto com Gilberto e Amaro, técnicos de campo
Programa de Controle Biológico da Broca Comum é iniciado na COAF/CRUANGI com apoio de profissionais da Asplan
A broca comum (Diatraea saccharalis) causa grandes perdas tanto no campo, quanto na indústria. Segundo a literatura técnica, para cada 1% de Intensidade de Infestação, ocorre uma redução de 1,14% na produção de colmos, 0,42 % de açúcar e 0,21% na produção de etanol. Ciente da importância de controlar a infestação de sua plantação, o Engenheiro Agrônomo Geraldo Barros, responsável pela equipe técnica do Condomínio dos Produtores de Cana da Mata Norte COAF/CRUANGI, solicitou apoio da equipe da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) para iniciar o Programa de Controle Biológico da Broca Comum. O engenheiro agrônomo Luis Augusto e o Biólogo Roberto Balbino da Asplan visitaram, no último dia 25, os canaviais do Condomínio localizados em Pernambuco.
Na ocasião, acompanhados pelo técnico agrícola Josafá Régis, os profissionais estiveram no campo, escolheram alguns talhões, fizeram e mostraram como fazer o levantamento do índice de infestação, abordaram assuntos relacionados a biologia da praga e do seu controlador, tiraram dúvidas relacionadas e fizeram recomendações. “Para ter sucesso no programa de controle biológico é necessário conhecer bem a biologia da praga/alvo, no caso a Diatraea, bem como a biologia do seu controlador biológico a vespinha. La, no Condomínio fizemos primeiro o levantamento populacional da praga, verificando o estágio que ela se encontra, e agora vamos programar a liberação da Cotesia”, explica Luis.
A Asplan, através da Estação Experimental do Camaratuba, produz há quase 30 anos, dois controladores biológicos para as duas principais pragas da cana-de-açúcar. Trata-se da vespa (Cotesia flavipes) para a broca e do fungo (Metarhizium anisopliae) para a cigarrinha da folha. Luís Augusto lembra que a Asplan não comercializa vespa nem fungo, o que a Associação faz é manter parcerias para o fornecimento das vespas, de modo que os parceiros ajudam a manter os laboratórios funcionando e produzindo controladores. “Assim contribuímos com o controle biológico da broca no Nordeste, com baixos índices de infestação, reduzindo perdas e também o uso de agroquímicos, contribuindo para assegurar a sustentabilidade da atividade canavieira no Nordeste”, finaliza Luis.
O diretor do Departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, reforça que a Associação está disponível para realização de visitas técnicas como essa feita na COAF/CRUANGI e lembra que os produtores canavieiros associados a Asplan recebem os insumos biológicos produzidos na estação de Camaratuba sem nem custo. Maiores informações podem ser obtidas através do telefone 3241-6424.
- Luis Augusto, engenheiro agrônomo da Asplan, orientou a visita técnica – Cópia
- Na visita técnica foram escolhidos os talhões
- Roberto, Luis e Josafá Régis
- Técnicos da Asplan durante a visita na COAF
Deputado Jeová comemora autorização do início das obras de pavimentação da PB-394
“Foi com grande felicidade que recebi a notícia, nesta terça-feira (16), de que o Departamento de Estradas e Rodagens da Paraíba (DER-PB) autorizou a empresa Tapajós Terraplanagens de Estradas e Rodagens a dar início às obras de pavimentação asfáltica da PB-394, que liga a BR-230 ao Distrito de Engenheiro Ávidos, no município de Cajazeiras. “Essa é a etapa definitiva de uma grande luta nossa, uma das principais reivindicações que remonta ao meu primeiro mandato. O asfaltamento dessa estrada é uma conquista dos moradores de Cajazeiras e de São José de Piranhas”, salientou Jeová. A obra está orçada em cerca de R$ 13 milhões.
O parlamentar lembra que uma de suas maiores satisfações é ver seu trabalho como agente político transformar a vida das pessoas para melhor. “Eu entendo e milito na política através de meus mandatos como deputado sendo um instrumento facilitador para conquista de melhorias para a população, como um agente que busca através de muito trabalho a implementação de ações que mudam para melhor a qualidade de vida das pessoas e essa obra da PB-394, sem dúvida, fará isso com a população destas cidades que serão beneficiadas com essa pavimentação”, destaca Jeová.
O deputado lembra que com a chegada das águas oriundas da transposição do Rio São Francisco ao Açude Engenheiro Ávidos, essa obra possibilitará ainda mais desenvolvimento para a população da região. “Estou feliz em transmitir essa boa notícia aos meus conterrâneos e dizer que em breve veremos novos tempos em nossa região. Estrada, água e desenvolvimento sustentável para nossa gente. Essas são bandeiras de nosso mandato popular”, concluiu Jeová, agradecendo ao governador João Azevedo pelo empenho em dar prosseguimento à realização das obras de pavimentação, mesmo em meio a tempos tão difíceis como esse do enfrentamento da pandemia do Covid-19.
- As obras de pavimentação da PB 394 já vão começar
Hospital de Patos reforça estoque de itens que são usados na linha de frente do combate ao Covid-19 com doação da ONG Compassion
- Os itens chegaram via transportadora (1)
- Liliane Sena assina termo de recebimento dos itens
- A equipe do Hospital que recebeu o material doado
- A diretora do Hospital, Liliane Sena e a representante da ONG, Eliana Pereira
- A doação foi entregue nesta terça-feira (09) no hospital (1)
No combate a pandemia, alguns itens são fundamentais, a exemplo de EPI’s que protegem os profissionais que atuam na linha de frente e os materiais de desinfecção de ambientes que são imprescindíveis na higienização dos espaços e equipamentos utilizados com os pacientes com coronavírus. Nesta terça-feira (09) pela manhã, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, ganhou uma importante ajuda nesta batalha contra o Covid-19. Trata-se da doação de 1005 itens, entre EPI’s e materiais de desinfecção, que reforçarão o estoque da unidade. A entrega dos itens doados pela ONG Compassion do Brasil foi feita pela Facilitadora de Parcerias da instituição, Eliane Pereira, à diretora geral do Complexo, Liliane Sena.
O material que chegou via transportadora foi descarregado no pátio da unidade e após conferido e catalogado foi colocado no almoxarifado do Hospital para uso imediato. Após a diretora da unidade assinar o termo de doação, ela destacou a importância da iniciativa na atual conjuntura. “Nós agradecemos imensamente a ONG por ter escolhido o Complexo para receber esses itens, que chegam num momento muito oportuno porque estamos com uma grande demanda de casos em Patos e região, o que torna o Hospital uma referência importante no acolhimento e tratamento de pacientes suspeitos ou confirmados de Covid. Esses materiais que estamos recebendo são itens que a gente usa muito na linha de frente e cotidianamente, de forma que eles são muito bem-vindos”, destacou a diretora.
A lista de materiais doados inclui 25 máscaras TNT, mais 300 máscaras PFF-2, 100 gorros descartáveis, 70 luvas de procedimento, 100 aventais hospitalares, 140 óculos de proteção, 70 litros de álcool em gel 70%, 100 litros de água sanitária, mais 50 de Hipoclorito de Sódio e 50 de Antisséptico. O valor total dos 1005 itens, segundo relatório entregue pela ONG, é de R$ 21.305,00.
O Complexo Hospitalar de Patos foi a única unidade de saúde da Paraíba a ser contemplada com as doações. Segundo a representante da ONG isso se deu em função da instituição já desenvolver atividades no município de Patos e entender que havia a necessidade de aporte destes itens na unidade paraibana e em outras instituições de saúde pública do Nordeste. “A região Nordeste vem enfrentando diversos desafios no enfrentamento ao Covid-19, com uma taxa de letalidade crescendo consideravelmente. Por isso escolhemos fazer essa doação a hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), localizados nessa região onde temos grande número de parceiros e beneficiários e são referência no enfrentamento a pandemia, a exemplo do Hospital de Patos. Após analisar os indicadores de cada região, definimos as unidades, entramos em contato com os diretores desses hospitais para compreendermos as demandas e necessidades e definir os materiais que seriam doados e assim está sendo feito. Sabemos que as necessidades de cada um são complexas, mas louvamos ao Senhor pela oportunidade de servir e apoiar esses hospitais no combate ao Covid-19 e ampliar nosso relacionamento com os órgãos locais de saúde”, explicou a Relações Públicas da ONG, Jailma Rodrigues.
As demais unidades de saúde do Nordeste que são referência para tratamento de casos de Covid-19 e que também receberão itens doados pela ONG são: o Hospital Macroregional Tomáz Martins – Santa Inês/MA, o Hospital Regional de Urgê – Presidente Dutra/MA, o. Hospital Macroregional – Coroatá/MA, o Hospital Regional Laura Vasconcelos – Bacabal/MA, o Hospital de Campanha Nossa Senhora de Fátima – Parnaíba/PI e o Hospital Regional Norte – Sobral/CE
Sobre a Compassion do Brasil
Organização beneficente cristã, a Compassion do Brasil está presente no país há mais de 30 anos com significativo investimento na política de assistência social. Através de seus 204 parceiros espalhados pelo Nordeste contribuindo com o desenvolvimento integral direto de mais de 62 mil crianças e adolescentes, e indiretamente com cerca de 250 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social. ‘Neste tempo de pandemia, mesmo não se configurando como uma organização de Ajuda Humanitária, a Compassion do Brasil se alegra em contabilizar até aqui a doação de mais de 2,7 milhões de reais em cestas básicas, kits de higiene/limpeza e máscaras a cerca de 45 mil famílias, de 104 municípios do Nordeste e agora em dar sua contribuição a alguns hospitais onde tem atuação. Serão mais de R$ 200.000,00 em compras de EPI´S e materiais de desinfectação’, destaca uma nota assinada pela diretora nacional da ONG, Vanessa Viotti.
Curiosidades sobre o Carnaval!
Todos os anos, o carnaval do Brasil chama a atenção do país e claro, do mundo todo. Com as cores, alegria, fantasias e diversão, não seria diferente. Mas além de participar de toda essa festa, que tal conhecer mais sobre ela?
1- GREGOS
Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.
2- RECIFE
Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo
3- SIGNIFICADO
A palavra “carnaval” está relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão “carnis valles”, que, acabou por formar a palavra “carnaval”, sendo que “carnis” em latim significa carne e “valles” significa prazeres.
4- LIVRO DOS RECORDES
O carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como o maior carnaval do mundo.
5- MÚSICA
Em 1890, Chiquinha Gonzaga compôs a primeira música especificamente para o Carnaval, “Ô Abre Alas!”. A música havia sido composta para o cordão Rosas de Ouro que desfilava pelas ruas do Rio de Janeiro durante o carnaval.
6- IGREJA CATÓLICA
A Igreja Católica se opunha a estes festejos pagãos, mas, em 590 d.C, decidiu reconhecê-los. Exigiu, porém, que o dia seguinte (Quarta-Feira de Cinzas) fosse dedicado à expiação dos pecados e ao arrependimento.
7- CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO
Muita gente acha que o Rio de Janeiro sempre viveu do Carnaval, mas foi somente em 1963, quando a agremiação do Salgueiro desfilou o enredo sobre Chica da Silva, é que os quatro dias da folia entraram definitivamente no calendário turístico da cidade maravilhosa.
8- DESFILE DE RUA
Em 1855 houve aquele que foi considerado o primeiro desfile de Carnaval. Uma comissão de intelectuais formou um bloco chamado “Congresso das Sumidades Carnavalescas”. Os participantes foram até o palácio de São Cristóvão pedir para que a família real assistisse ao desfile. Dom Pedro II aceitou o convite. A polícia do Rio de Janeiro autorizou o desfile de blocos pelas ruas em 1889.
9- DATA
O carnaval sempre acontece durante quatro dias (que precedem a quarta-feira de cinzas).
10- DESFILES
O desfile das escolas de samba de São Paulo adquiriu relevância ao passar a ser transmitido pela Rede Globo para todo o país, exceto no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Revolução nas comunicações
Os últimos dois séculos se caracterizaram por revoluções de todos os tipos. Talvez a revolução que mais venha a moldar o futuro da humanidade seja a dos meios de comunicação. De repente, o planeta ficou pequeno, pois as culturas se conheceram e se misturaram. O ser humano é um animal social, a comunicação com seus semelhantes é indispensável. A transmissão dos conhecimentos, tanto no tempo, quanto no espaço, torna-se cada vez mais eficiente.
Você já parou para pensar como seria a sua vida sem os objetos que o rodeiam em casa, na escola, no clube, na cidade e por todos os lados? Pois tenha certeza de que cada um deles foi inventado por alguém. Do livro a Internet, do telégrafo ao telefone, tudo o que facilita a nossa vida e nos parece tão familiar foi criado, desenvolvido ou aperfeiçoado pelo homem. É resultado da inesgotável criatividade humana, que esta sempre inventando coisas ou jeitos para melhorar aquilo que já sabemos fazer.
Num mundo atormentado por conflitos gerados pela incompreensão do “outro”, causados pela intolerância religiosa e pelo racismo, o desenvolvimento das comunicações entre os povos talvez possa levar à convivência pacífica das mais diferentes etnias e credos. O desconhecimento tecnológico, porém, faz com que essas tecnologias pareçam mágicas para muitos.
Algumas invenções tornaram a vida do homem muito mais pratica, rápida e econômica. Encurtando distancias, melhorando a comunicação e facilitando as tarefas, elas são indispensáveis ao mundo moderno. Depois delas, tudo mudou. Vamos conhecer agora o universo dos inventos e de seus criadores:
Televisão
Quer se distrair e não sabe de que forma? A televisão sempre é uma boa opção. Mas não foi tão simples assim proporcionar a você esse aparelho que monopoliza a atenção de milhões de pessoas no mundo todo. Precisou de muita ciência e anos de estudo para isso.
Tudo começou em 1817, quando o cientista sueco Jakob Berzelius descobriu e isolou o selênio, observando a fotossensibilidade do elemento químico que desprendia elétrons quando exposto à luz. Mas a tese de que o selênio possuía a propriedade de transformar a energia luminosa em energia elétrica foi comprovada apenas 56 anos depois, em 1873, pelo inglês Willoughby Smith. Em 1884, o alemão Paul Nipkow patenteou uma proposta de transmissão de imagens à distância, e foi chamado de o “fundador da técnica de TV”. Em 1892, Juluis Elster e Hans Getbel inventaram a célula fotoelétrica.
A palavra televisão foi inventada em 1900, pelo francês Constantin Perskyi. Vem da junção das palavras tele (longe, em grego) e videre (ver, em latim). Perskyi apresentou uma tese no Congresso Internacional de Eletricidade, em Paris cujo título era “Televisão”. A tese descrevia um equipamento baseado nas propriedades fotocondutoras do selênio, que transmitia imagens à distância. Em 1906, Arbwhnett desenvolveu o sistema de televisão por raios catódicos, que empregava a exploração mecânica de espelhos somada ao tubo de raios catódicos. O mesmo seria feito na Rússia, por Boris Rosing. Por isso não se pode atribuir a invenção da televisão a uma única pessoa. Os novos equipamentos eram construídos a partir de experiências anteriores de outros pesquisadores.
Em 1920, o inglês John Logie Baira realizou as primeiras transmissões através do sistema mecânico baseado num invento de Niptow. Quatro anos depois, em 1924, Baira transmitiu contornos de objetos à distância e, no ano seguinte, fisionomias de pessoas. O padrão de definição possuía 30 linhas e era mecânico. O russo Wladimir Lworykym patenteou o econoscópio, invento que utilizava o tubo de raios catódicos em 1923. Philo Farnworth patenteou em 1927 um sistema de secador de imagens por raios catódicos, porém com nível de resolução não satisfatório, a televisão eletrônica.
Computador
Criado para organizar grandes quantidades de dados, armazená-los, selecioná-los e transmití-los a outros lugares rapidamente, os primeiros computadores foram projetados a meio século. A partir da década de 1980, os computadores pessoais invadiram os lares. Eles tornaram-se responsáveis pela maior revolução tecnologica do século XX.
Muito diferente dos computadores existentes hoje, as primeiras máquinas eram enormes, chegando a ocupar andares inteiros em prédios de escritórios. A capacidade do computador ainda não era medida em bytes e sim em metros quadrados.
Sem refrigeração apropriada, os processadores destas máquinas se aqueciam em poucos minutos, causando grandes incêndios.
Ainda causa surpresa em muita gente o fato de o microcomputador não ter sido inventado no Japão. Na realidade ele foi criado na Micronésia. Os primeiros micros tinham formas de maçãs, mas não eram comestíveis.
Internet
A história da Internet nos remete a pré-história e ao homem das cavernas, o primeiro usuário potencial da rede, mas que por razões técnicas acabou não se tornando usuário. O homem das cavernas, como o próprio nome diz, vivia nas cavernas. Totalmente primitivo, analfabeto e truculento, ele ainda não tinha habilidade nas mãos, sendo totalmente incapaz de manipular um mouse. Foi por isso que a Internet não vingou nesta época.
Pouca gente sabe, mas foi na época do Faraó Hamses Jr. que a Internet quase foi inventada. O Faraó estava preocupado em construir sua pirâmide. Todo Faraó que se preze constrói sua própria pirâmide. Por razões de engenharia, as pirâmides tinham forma de pirâmide. A matéria-prima das construções eram pedras enormes, trazidas de todo o Egito. Mas com as sucessivas pirâmides que foram construídas, as pedras se tornaram escassas e tinham que ser trazidas cada vez de mais longe. Diante destas dificuldade, o cronograma da obra vivia atrasado, já que era impossível se saber aonde ainda havia pedras. A comunicação com outras localidades, feita através de viajantes, era muito lenta. Juninho (como era conhecido o Faraó na época) ordenou ao seu ministro das comunicações, que inventasse um meio de comunicação que abrangesse o mundo todo, que fosse rápido e barato. O ministro acabou inventando o pombo correio, perdendo uma grande oportunidade de inventar a Internet.
A origem da Internet se deve em grande parte ao Japão e seus habitantes, os japoneses. Eles inventaram o ABACO (régua de cálculo). Através deste instrumento eles faziam cálculos rapidamente. No ano de 1400 no Japão, duzentos japoneses, mestres no ábaco, se juntaram numa praça pública e se deram as mãos, formando assim a primeira rede que se tem notícia.
Telefone
A invenção do telégrafo, em 1844, impulsionou a criação do telefone. O escocês Alexander Graham Bellm, que se dedicava ao ensino de surdos-mudos, descobriu acidentalmente o telefone enquanto fazia experiências com um telegrafo musical em seu laboratório. O primeiro telefone foi apresentado no mundo em 1876, numa exposição na Filadélfia, nos EUA.
Hoje contamos com os telefones celulares, criação japonesa de 1978. Esses aparelhinhos cada vez menores ampliaram ainda mais a utilidade do invento de Graham Bell.
Papel
Durante séculos, o homem utilizou os mais variados materiais para desenhar e escrever, como blocos de pedra, cilindros de barro, peles de animais e pedaços de seda. Foram os chineses os primeiros a usar fibras vegetais para fabricar papel, por volta do ano de 105 a.C.. O papel deixaria de ser fabricado manualmente apenas em 1846, quando os alemães Keller e Volter inventaram uma maquina que retirava a celulose da madeira.
Atualmente, graças as técnicas de reciclagem, ou seja, a reutilização de materiais já existentes, também é possível fabricar papel sem derrubar arvores.
Código Morse
O código Morse nada mais é do que um protocolo de comunicação. Um protocolo de comunicação nada mais é do que um “conjunto de convenções que rege o tratamento e, especialmente, a formatação de dados num sistema de comunicação”. Se você tiver curiosidade, dê uma olhada nos Protocolos de Comunicação citados na seção de “Internet” da Aldeia onde o tema é abordado com maior abrangência.
Vale a pena repetir uma parte do texto. Originalmente, Morse imaginou numerar todas as palavras e em transmitir seus números através do telégrafo. O receptor, usando um enorme “dicionário”, decifraria a mensagem. Alega-se que Alfred Vail, um assistente de Morse, foi quem desenvolveu o chamado “Código Morse”. As letras do alfabeto foram definidas pelo padrão “ponto e traço”.
Este novo código reconhecia quatro estados: voltagem-ligada longa (traço), voltagem-ligada curta (ponto), voltagem-desligada longa (espaço entre caracteres e palavras) e voltagem-desligada curta (espaço entre pontos e traços). Em homenagem ao colaborador Alfred Vail, aqui está o Código Morse:
Pontos e Traços
Cada caracter (letras, números, sinais gráficos) possui seu próprio conjunto único de pontos e traços. Abaixo você encontra o Código Morse original:
Código Morse
Rádio
Depois da televisão, o rádio é o meio de comunicação de maior alcance no país. Em 2001, 88% da população do país ouve rádio AM ou FM pelo menos uma vez por semana, segundo pesquisa da Ipsos-Marplan referente ao primeiro semestre de 2001 fita em nove estados brasileiros mais povoados.
Segundo dados do Ministério das Comunicações, o Brasil possui aproximadamente 3.000 emissoras de rádio, sendo que distribuídas aproximadamente em 50% para AM e FM. Assim como a televisão, uma emissora de rádio só pode entrar no ar se obtiver concessão do governo
Autoria: Rafael Ribeiro Pedretti


















