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Serviço de nutrição do Complexo de Patos passa a ser gerido por autogestão com ganhos para a dieta dos pacientes, acompanhantes e funcionários
A alimentação tem grande importância na saúde e especialmente na atuação do processo saúde-doença. Como a Nutrologia atua para evitar que o paciente sofra com déficits nutricionais, preservando-o de complicações decorrentes do desequilíbrio metabólico, ao propiciar uma alimentação saudável, equilibrada e que promova a recuperação calórica do paciente a instituição hospitalar está também cumprindo um importante papel. E foi com esse foco, de melhorar ainda mais a qualidade das refeições ofertadas todos os dias para os pacientes, em seis diferentes formatos, que o serviço de Nutrição do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) deixou de ser terceirizado e passou, agora em março, para autogestão.
A nutricionista clínica, Luciana Wanderley, uma das profissionais responsáveis pelo Serviço no Complexo, explica a importância da nutrição num ambiente hospitalar. “A qualidade de uma alimentação afeta diretamente a saúde de um indivíduo e um profissional de nutrição inserido dentro de uma unidade hospitalar é de suma importância para manter a ingesta protéica calórica e dos micronutrientes não só dos pacientes como dos funcionários”, afirma ela, lembrando que já está comprovado que a intervenção de uma dieta balanceada diminui o tempo de internação. “Hoje, não conseguimos mais falar de saúde sem falar da importância da nutrição. uma boa nutrição é profilaxia para uma gama enorme de doenças e é tratamento auxiliar em outras. Não podemos mais separar a idéia de saúde física sem uma alimentação de qualidade e balanceada”, diz ela.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, explica que a mudança da terceirização para autogestão faz parte das ações de melhoria implementadas, desde o ano passado, na unidade. “Após analisar com mais profundidade o serviço, chegamos à conclusão que a terceirização não era mais a melhor forma de gerir a nutrição da unidade, então optamos por migrar desse sistema, para a autogestão, otimizando custos e, sobretudo, melhorando a qualidade de nossas refeições”, diz o diretor, destacando que com essa mudança foi possível unir a nutrição clínica com a de produção, o que melhorou consideravelmente a qualidade das refeições servidas não apenas para os pacientes e seus acompanhantes, mas também para funcionários, incluindo ai um olhar especial para a dieta de pacientes e funcionários que apresentam comorbidades e ainda reduzir custos, que será revertido em mais qualidade de serviço.
Luciana explica que, atualmente, são servidas seis refeições todos os dias para os pacientes do Complexo, num total de 900 refeições/dia, mais 120 refeições/dia para os pacientes do setor de Hemodiálise, estes de segunda a sábado, que são os dias de realização do serviço. Também são servidas três refeições para acompanhantes, num total de 160 refeições/dia, em média. Fora disso, os funcionários plantonistas noturno ainda têm três refeições e os plantonistas diurnos que antes da autogestão recebiam duas refeições/dia, agora passarão a ter direito a três, num total de mais 670 refeições/dia.
Pacientes do Complexo fazem seis refeições/dia, ou seja, desjejum (7h), colação (9h), almoço (12h), lanche (15h), jantar (18h) e ceia (21h). Funcionários, atualmente, têm cinco refeições/dia, a saber: desjejum (6h30 às 7h), colação (será também incluso), almoço (11h30 às 13h), lanche (15h às 16h), jantar (20h às 21h) e ceia (23 às 24h). Os acompanhantes têm o desjejum às 7h, o almoço de 11h as 11h30 e o jantar das 19h às 20h. “Por essa quantidade de refeições, você imagina a movimentação da cozinha e copa para assegurar pontualidade nos horários e qualidade das refeições servidas. Nutrição é um serviço fundamental em qualquer local, mas numa instituição hospitalar, onde a dieta é imprescindível para recuperação da saúde, é mais ainda”, reitera Luciana. Ela lembra que a migração do sistema terceirizado para a autogestão não comprometeu a continuidade do serviço porque a direção se programou com compras emergenciais para que não ocorresse nenhuma interrupção ou comprometimento do serviço e que ao longo do ano serão incorporado um cardápio especial em datas de celebração, a exemplo do dia da Mulher, das Mães, no Natal, etc.
E para dar conta de tantas refeições diariamente, a equipe de Nutrição do Complexo é composta pelos nutricionistas Cristiane Oliveira, Elaine Penha, Janaína Dantas, Raquel Marques, Rhayany Nóbrega, além de Luciana Wanderley e Marcos Sousa. A equipe de apoio e cozinha é formada por dois cozinheiros plantonistas e um diarista, seis auxiliares de cozinha, um copeiro, três copeiros de pacientes, dois auxiliares de serviços gerais, quatro sondaristas e ainda dois copeiros noturnos.
- A cozinha do hospital agora é gerida por autogestão
- A entrega das refeições obedece horários pré estabelecidos para cada público
- As copeiras são as responsáveis pela distribuição das refeições para pacientes e acompanhantes
- As refeições são servidas em cada setor
- As refeições também são servidas no refeitório da unidade
- atualmente, são servidas seis refeições todos os dias para os pacientes do Complexo, num total de 900 refeiçõesdia
- O cardápio além de mais diversificado, agora inclui pratos especiais
- Parte da equipe de nutrição com o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes
- Profissionais de nutrição que integram a equipe do hospital
Jeová propõe e ALPB aprova criação da Frente Parlamentar em defesa da construção do Hospital Universitário do Sertão
A Assembléia Legislativa da Paraíba vai criar uma Frente Parlamentar em defesa da Construção do Hospital Universitário do Sertão. A iniciativa de sugerir a criação da Frente foi do deputado Jeová Campos, que desde o primeiro mandato, defende a concretização do Hospital Universitário em Cajazeiras, e é subscrita por vários deputados da Casa, inclusive, o presidente da ALPB, Adriano Galdino que em sessão remota nesta terça-feira (16) subscreveu o Requerimento 13.441/2021, que trata do tema e foi aprovado pelos deputados. “Essa é uma pauta muito necessária já que o hospital em questão visa a descentralização de serviços de alta complexidade que, atualmente, ficam muito concentradas em Campina Grande e João Pessoa, a 500 km de distância de Cajazeiras, além de ser um campo de estudo para estudantes da área na região”, defende Jeová.
O deputado autor da propositura explica que a Frente Parlamentar terá o objetivo de promover um amplo debate com a bancada federal, com os Ministérios da Educação e Cultura e da Saúde, Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), bem como com o governo do Estado da Paraíba, Prefeitos e Vereadores e todos os segmentos da sociedade civil organizada do sertão e alto sertão paraibano, demonstrando ao Ministério da Saúde que existe viabilidade para a construção do Hospital Universitário do Sertão. “A Frente Parlamentar deverá promover audiências públicas, reuniões, seminários, visitas técnicas, entre outras ações necessárias para que se concretize esse hospital que é fruto de uma luta da sociedade civil organizada, das instituições públicas, e da classe política sertaneja”, destaca Jeová.
O parlamentar lembra que esta obra é de extrema importância para o Sertão e Alto Sertão paraibano, principalmente no tratamento de alta complexidade que, atualmente, só é possível nos grandes centros, a exemplo de Campina Grande e João Pessoa. “Estamos a 500 km de João Pessoa e mais de 300 km de Campina Grande, imagina o transtorno que é necessitar de cuidados de alta complexidade e ter que se deslocar essa distância”, destaca Jeová, lembrado que além de disponibilizar esses serviços, o hospital também servirá de campo de estudo e estágio para os alunos dos cursos de Medicina, Enfermagem, Odontologia, Serviço Social, Psicologia, entre outros.
Para a edificação do referido hospital, a ser construído ao lado do Campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), já foram assegurados pelo governo federal, por meio de emendas parlamentares, no ano de 2019, o valor de R$ 25 milhões. De acordo com o projeto da unidade, ele terá capacidade de 200 leitos (145 gerais, 20 de UTI adulta, 15 de UTI pediátrica, 10 de UTI neonatal e 10 de UCI), além de centro de imagens avançado; unidades de Patologia e Citopatologia; centro de hemodiálise com 20 leitos; centro de média e alta complexidade em nefrologia; serviço cardiovascular, entre outros.
Ocorre que a sociedade sertaneja foi tomada de surpresa, explica Jeová, com a informação de que, apesar da verba de R$ 25 milhões encontrar-se disponível em caixa, a construção do Hospital Universitário do Sertão poderá não acontecer. “Desconhecemos os reais motivos que levaram o governo federal a tomar esta absurda decisão. Cajazeiras, conhecida como a cidade que ensinou a Paraíba a ler, possui um Campus da UFCG e um Campus do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia – IFPB, várias faculdades privadas, que ministram importantes graduações. O Hospital Universitário do Sertão beneficiará a população de todos os municípios do Sertão e Alto Sertão da Paraíba, minimizando a elevada carga de atendimentos diários dos Hospitais Universitários de Campina Grande e João Pessoa, além de ser um campo de estudo”, reitera Jeová, lembrando que com a criação da Frente esse importante projeto voltará a ser debatido com mais força. “Essa Frente insere a ALPB neste processo, fortalecendo o debate em prol da construção do Hospital Universitário do Sertão. Queremos não apenas evitar que a verba já assegurada de R$ 25 milhões para a edificação do hospital seja retornada aos cofres da União Federal, como viabilizar a construção do mesmo”, finaliza Jeová. Os deputados Galego de Sousa, Junior Araújo, Buba Germano, Dra. Paula, Estela Bezerra, Poliana Dutra, Taciano Diniz e Lindolfo Pires também subscrevem o requerimento de Jeová.
- Perspectiva do projeto da sede do Hospital Universitário do Sertão paraibano
Em nome de Simão Almeida me solidarizo com todas as famílias que estão perdendo seus entes queridos nesta pandemia disse Jeová
“Estou aqui para fazer mais um lamento deste tempo tão difícil que estamos atravessando desde o ano passado e todo dia se deparando com mortes e mais mortes como a do nosso querido Simão Almeida, um jovem de minha idade, um amigo, um profissional muito competente que morreu vítima de complicações da Covid. Essas mortes doem demais, imagina nos familiares destas vítimas este vírus terrível. Quero aqui me solidarizar com todas as famílias que estão perdendo seus entes queridos, especialmente, agora a família de Simão”, disse o deputado estadual Jeová Campos, durante sessão remota da ALPB, na manhã desta terça-feira (16). Simão Almeida era engenheiro civil e diretor de operação e manutenção da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e faleceu no último domingo.
Em sua fala, o parlamentar destacou a devoção como Simão se comportava na Cagepa, onde atuava a mais de três décadas tendo inclusive ocupado o cargo de gerente regional da Companhia em Campina Grande. “Simão era um profissional dedicadíssimo e todas as vezes que busquei a Cagepa para tratar de questões ligadas a Companhia, ele sempre esteve de braços abertos, inclusive o nosso projeto de fazer uma expansão trazendo água do açude de São Gonçalo, a partir da adutora de Marizopolis, para o distrito Divinópolis, de Cajazeiras, contou com a dedicação e empenho do engenheiro Simão assim como outras demandas”, destacou Jeová.
A morte de Simão simboliza esse momento de angústia que muitas famílias estão vivendo. “Eu mesmo lamento informar que a mãe de dois de meus filhos, está hospitalizada em João Pessoa e nós não temos vacina, nem para comprar, porque o governo federal obstrui a compra de vacinas. A Pfizer, no ano passado, ofereceu 70 milhões de dose de vacina ao governo brasileiro e até agora o Brasil não tem um contrato com a empresa e já falta vacina em várias cidades para continuar a campanha de vacinação”, lamentou Jeová.
O deputado lembrou que a falta de vacina é um problema mundial, mas, que o Brasil poderia estar numa situação mais tranqüila se o governo federal não tivesse sido tão negligente. “Os governos que acordaram para o problema mais cedo, que foram diligentes e que tiveram preocupação com a vida de seu povo trataram de fazer aquisição de vacinas e estão melhores que a gente. Os EUA, por exemplo, que foram campeões de mortes diárias, não é mais, conseqüência da vacinação. Hoje, o número de óbitos dos EUA comparado com o Brasil é menor, proporcionalmente, já que a população de lá é maior. Mas, lá o governo já vacinou 70 milhões de pessoas e a gente contabiliza apenas 1,76% da população brasileira imunizada com as duas doses”, lamentou Jeová, desejando que o novo ministro da Saúde, o paraibano Marcelo Queiroga, tenha autonomia para trabalhar e enfrentar essas questões não sendo subserviente. “Não adianta ser competente, se o ministro não tiver autonomia. Pazuello só fez o que Bolsonaro quis”, finalizou Jeová.
- Deputado Jeová lamentou morte de Simão Almeida, da Cagepa e falta de vacinas no país
Complexo de Patos recebe doação de um celular que será utilizado nas videochamadas de pacientes internados com Covid
O Serviço Social do Complexo Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) ganhou um instrumento que vai impactar positivamente e de forma importante o cotidiano dos pacientes de Covid da unidade. Trata-se de um celular, doado pelo diretor da Clindimagem, empresa que assumiu o Centro de Diagnóstico por Imagem do Complexo, Juan Demetrios. Sensibilizado com o distanciamento e isolamento que o Covid impõe aos pacientes e sabedor que as videochamadas do hospital eram feitos com celulares de profissionais da unidade, ele resolveu fazer a doação do equipamento. O equipamento foi entregue na manhã desta quinta-feira (11) e recebido pela assistente social, Maria do Socorro da Silva. Tão logo seja carregado, vai ser colocado, exclusivamente, à disposição das videochamadas.
“Com esse momento de pandemia e o isolamento que a doença requer, nos sensibilizamos com essa situação e doamos esse celular que propicia essa aproximação e, consequentemente, traz mais tranqüilidade aos pacientes e seus familiares, facilitando também essa ação para os profissionais do Complexo”, disse Juan. A direção do CHRDJC agradeceu o apoio e elogiou a iniciativa. “Ficamos muito gratos com esse gesto que vai facilitar essa comunicação”, disse o diretor geral, Francisco Guedes.
As videochamadas da unidade são realizadas de segunda a sexta e são mediadas pela psicóloga, Pryscilla Guedes, que todas as tardes, tem essa missão de mediar os diálogos de pacientes com suas famílias. “Todos os dias realizo visitas nas UTI’s e enfermarias para identificação dos pacientes conscientes e orientados e que estejam em condições clínicas e psicológicas para a realização das videochamadas”, explica ela, lembrando que os pacientes que ficam nas Enfermarias têm autorização de ficar com o próprio celular e já se comunicam com os familiares. Os de UTI não podem ficar com os aparelhos, mas são contemplados com as videochamadas quando estão em condições de se comunicar. As ligações duram entre dois e cinco minutos, em média, e dependem muito da condição do paciente e do fluxo das conversas.
A lista dos números de telefones dos pacientes é fornecida pelo Serviço Social e quando o paciente não possui aparelho ou não tem um telefone compatível com a realização de chamada de vídeo, até a doação do celular era utilizado o celular do Núcleo de Regulação Interna – NIR ou da própria psicóloga, já que as chamadas via watzapp são gratuitas.
- A assistente social, Maria do Socorro recebeu o aparelho
- A doação do aparelho foi feita pelo diretor da Clindiimagem, Juan Demetrios
- A doação foi feita nesta quinta-feira
- O celular doado vai ser utilizado, exclusivamente, nas chamadas dos pacientes de covid
Complexo de Patos amplia assistência com mais seis leitos de UTI e 12 leitos de enfermarias clínica e passa a contar com 64 leitos para Covid
A direção do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) anunciou nesta quarta-feira (10) mais uma ampliação de leitos de UTI e Enfermaria Clinica Covid. Eram 20 leitos de enfermaria Covid e agora foram implantados mais 12 leitos, totalizando 32. A ampliação também atingiu a UTI, com seis leitos. Com isso, o isolamento para tratamento de doentes com coronavírus passa a contar com 32 UTIs Covid e 32 enfermarias, totalizando 64 leitos direcionados a pacientes com a doença na unidade. O anúncio da ampliação acontece no dia em que, novamente, a UTI Covid atinge sua capacidade máxima de ocupação com pacientes graves. “Não estamos medindo esforços para ampliar os leitos de paciente com Covid e esse remanejamento de espaços está dentro deste contexto que representa o esforço e empenho da rede estadual de saúde na assistência aos pacientes com coronavírus”, afirma o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
A ampliação a que o diretor se refere, diz respeito a um remanejamento interno que recolocou pacientes dos setores de AVC e Cardiologia que agora ficarão em enfermarias instaladas no Hospital do Bem e também reativou uma enfermaria que estava em reforma. “Estamos isolando as enfermarias que funcionavam esses dois setores, ampliando assim em 12 vagas a enfermaria clínica covid, sem prejuízo algum de assistência a esses pacientes e os da ortopedia que serão relocados para as enfermarias do Hospital do Bem e ainda ocupamos uma enfermaria que estava em reforma para relocar alguns pacientes”, explica Francisco.
Ele reforça a gravidade da situação de aumento dos casos graves da doença e reitera que as unidades de saúde que atendem pacientes com Covid atuam em rede. “Nós temos uma atuação em rede que possibilita que quando uma unidade lote, outra receba o paciente, mas, mesmo assim, a rede tem limites também, então, na atual conjuntura a população também precisa fazer sua parte e ajudar as autoridades no que lhes compete para evitar ampliar a disseminação da doença”, reitera ele, lembrando que as medidas preventivas são simples e fáceis de serem cumpridas. “Lavar as mãos, usar máscaras e evitar aglomerações são basicamente as ações que as pessoas precisam seguir até boa parte da população estar vacinada”, lembra Francisco, destacando que a abertura de novos leitos exige toda uma logística que não incluiu apenas a disponibilidade de espaços físicos, mas de equipamentos, pessoal, equipes, insumos e outras questões.
Mais leitos no sertão e agreste
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) está ampliando a oferta de leitos para o tratamento do novo coronavírus no Sertão e no Agreste. Os equipamentos para a abertura de 38 novos leitos já foram enviados para os municípios de Patos, Cajazeiras e Campina Grande. Até o final deste mês, o Governo do Estado ampliará sua rede de referência em 287 leitos, para atender a população. Atualmente, a Paraíba dispõe de 1.003 leitos para atendimento Covid-19, sendo 428 de UTI e outros 578 de enfermaria.
Ainda no Sertão, a UPA de Cajazeiras passará a atender exclusivamente casos de síndrome gripal e o Hospital Regional de Cajazeiras receberá um incremento no número de leitos de UTI. A unidade sairá de 13 para 23 leitos de UTI, além dos outros cinco de Unidade de Decisão Clínica (UDC) já disponíveis no Hospital Regional.
De acordo com Daniel Beltrammi, a ampliação de leitos vem para tentar suprir a demanda crescente de casos moderados e graves da Covid-19, que precisam de internação. “O estado não mede esforços para prestar assistência adequada à população Paraíba, porém é preciso lembrar que os recursos não são infinitos. A abertura de leitos depende de recursos, insumos, medicamentos e também da contratação de profissionais qualificados, não são apenas camas e respiradores”, enfatizou ele, destacando que o momento atual é de cautela e preservação da vida.
Com informações da Secom/PB
- Complexo ganha mais seis leitos de UTI, totalizando 32 leitos de terapia intensiva
- Patos agora terá 64 leitos de Covid, sendo 32 de UTIs e 32 enfermarias
- Patos contará com mais leitos de enfermaria e UTIs Covid
Coordenadores e chefias se reúnem com direção do Complexo de Patos para avaliar avanços dos últimos 150 dias e definir novas metas
Reforma e instalação de novas cadeiras hospitalares na Área Verde, trazendo mais conforto para os pacientes em observação, abertura de mais uma UTI COVID com seis leitos, ampliando a assistência aos pacientes com coronavírus, reforma do necrotério e da casa do lixo, modernização e ampliação do sistema de monitoramento com câmeras Full HD, proporcionando mais segurança para pacientes, acompanhantes e funcionários, mudanças estruturais na recepção principal e no setor de classificação de riscos que melhoraram fluxos e implantação de repousos para mais categorias. Esses são alguns dos avanços e mudanças que aconteceram no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, nos últimos 150 dias. E foi para avaliar os avanços e projetar outras ações de melhorias que a direção do CHRDJC reuniu todos os coordenadores de setores, nesta quarta-feira (03).
“Foi uma reunião de avaliação dos 150 primeiros dias de minha gestão à frente da direção geral do Complexo não apenas para elencarmos os avanços, mas, sobretudo avaliarmos esse trabalho que busca tão somente melhorar, cada vez mais, a prestação de serviços aos nossos pacientes, mas, também, dar melhores condições de trabalho a nossa equipe, fortalecendo um serviço essencial para a população de Patos e de mais de 60 municípios da região aos quais somos referência em atendimento”, destaca o diretor geral, Francisco Guedes.
Ainda segundo ele, duas vezes ao ano, haverá encontro similar para avaliação de ações e projeção de novas metas. “Teremos dois encontros de avaliação durante o ano, com a finalidade de debatermos o que avançamos e também de definirmos novas ações, além de um momento de fechamento de ciclo, no final do ano”, reforça ele, lembrando que esse primeiro momento, na realidade, se transformou numa conferência de saúde, haja vista tantas trocas de informações e dados que juntos embasam um trabalho que busca a excelência na prestação de um serviço importantíssimo de saúde pública da região. Isabella Cristina, ex-diretora Administrativa da unidade e que hoje responde pela direção geral do Hospital Infantil de Patos e Huislane Almeida, que atuava no RH e agora está na Maternidade Peregrino Filho também participaram do momento uma vez que fizeram parte da equipe da atual gestão, porque atuaram também nestes 150 dias.
Para Francisco Guedes, os resultados obtidos até agora mostram que sempre há possibilidades de aperfeiçoamento e melhorias. “Gestão é um processo dinâmico e numa casa de saúde com tantas demandas como a do Complexo poder contar com uma equipe motivada, comprometida, competente e, sobretudo, focada no processo contínuo de melhorias faz toda a diferença”, disse Francisco ao agradecer aos coordenadores e chefes de setor pelo empenho, pedindo-lhes que estendessem os elogios aos demais funcionários de cada setor. “A direção sozinha pouco ou nada conseguiria fazer se não estivéssemos todos numa sintonia, ou seja, fazer desta casa de saúde uma referência na prestação de serviços de urgência, emergência, clínica médica e ainda oncologia”, finalizou Francisco depois de uma reunião que durou quase sete horas.
Melhorias nos últimos cinco meses
Reforma e instalação de cadeiras hospitalares na Área Verde;
Recuperação e ampliação de toda iluminação externa do hospital;
Reforma e instalação de salas para todo o corpo administrativo (Direção Geral, Direção Administrativa, Rh, Financeiro e Setor de Compras).
Retomada do processo do elevador do Hospital do Bem que encontra-se em instalação;
Abertura de mais uma UTI COVID com seis leitos;
Reforma do Necrotério;
Recuperação de todos os portões nas vias de acesso ao Hospital;
Reforma da recepção principal e do setor de classificação de riscos;
Abertura dos leitos do piso superior do HOSPITAL DO BEM para os pacientes com fraturas de membros superiores da ortopedia;
Capacitação de toda a equipe do setor de compras e financeiro;
Estruturação e abastecimento em massa para toda a FARMÁCIA do Hospital, tendo a unidade o maior abastecimento dos últimos 10 anos;
Fortalecimento de toda a CENTRAL DE REGULAÇÃO. Atualmente, o NIR, Coordenação de Enfermagem e Diretoria Técnica encontram-se instalados em um mesmo espaço, isso fortaleceu todo o processo de comunicação da rede assistencial;
Ampliação das CIRURGIAS ORTOPEDICAS;
Conquista de mais uma VTR Suporte Básico para o Hospital;
Manutenção em toda FROTA da Unidade;
Instalação do Repouso dos MOTORISTAS e para os TECNICOS DE RADIOLOGIA.
REFORMA DOS REPOUSOS DA ENFERMAGEM, cobertura de todos os colchões e adaptações nos banheiros.
Instalação de um sistema de CÂMERAS MODERNO, visando mais segurança e monitoria 24 horas;
Instalação de CERCA DE ARAME FARPADO ao redor de todo o Hospital;
Contratação de uma empresa de SEGURANÇA para proteção de corpo hospitalar;
Implantação do SERVIÇO DE SUPERVISÃO 24 HORAS, assim como também o repouso e sala administrativa dessa equipe;
Recuperação de vários AR-CONDICIONADO que estavam sem funcionar;
Instalação de DUAS CORTINAS de ar nas portas principais do Hospital do Bem;
Fortalecimento e ampliação de consultas ambulatórias, procedimentos e cirurgias de pacientes ONCOLOGICOS DO HOSPITAL DO BEM;
REUNIÕES MOTIVACIONAIS realizadas com todos os setores;
Implantação da uma CENTRAL DE DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS próximo aos postos de enfermagem;
Recuperação de diversas MACAS;
Implantação das COORDENAÇÕES MULTIPROFISSIONAIS de acordo com as categorias, essa mudança otimizou o trabalho em equipe
- Chefia e coordenação se reuniram nesta quarta-feira
- Complexo Regional de Patos ganhou mais seis leitos de UTI Covid
- Coordenação do Complexo participou da reunião
- Coordenadores e chefes de setor do hospital participaram do momento
- Diretor geral Francisco Guedes está na gestão do hospital há cinco meses
- Foi apresentado resultados e definido novas metas de melhorias
- Nova classificação de risco
- Novas cadeiras da Área Verde
- Novo sistema de monitoramento por câmeras full HD
- Reuniçao foi de avaliação e projeção de metas
- Todos os setores apresentaram seus resultados
- Todos os setores participaram
É alentador saber que com picos de internações por Covid uma iniciativa minha pode tornar esse momento menos cruel afirma Jeová Campos
A determinação de que as unidades de saúde da Paraíba realizem videochamadas para parentes de pacientes internados com Covid é uma rotina de humanização que está determina em Lei e não depende apenas da boa vontade de funcionários de casas de saúde. A Lei nº 11.808, de 3 de dezembro de 2020, de autoria do deputado Jeová Campos, assegura o direito de ‘visita hospitalar virtual’, através de videochamada por qualquer aplicativo de celular, aos familiares de pacientes que estejam internados na rede de saúde pública ou privada do estado da Paraíba com diagnóstico do novo coronavírus, seja em unidades de Tratamento Intensivo, em enfermarias ou apartamentos. “Num momento como esse, de aumento de internações por Covid, saber que uma iniciativa minha pôde trazer algum alento para pacientes e seus familiares, muito me conforta”, afirma o parlamentar.
Jeová explica que sua intenção ao propor essa ação foi minimizar o sofrimento de pacientes e seus familiares provocado pelo isolamento que o Covid-19 requer. “Imagina a angústia de alguém que tem um parente internado e não pode acompanhar e nem mesmo falar com ele. Com as videochamadas esse sofrimento é minimizado e se oferece uma alternativa de comunicação que atenua essa angústia”, destaca o parlamentar.
Implementada no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), uma das unidades da rede estadual de saúde referência para casos de coronavírus no sertão paraibano, desde agosto do ano passado, inicialmente de forma voluntária, e desde dezembro passado de forma cotidiana, essa prática é uma constate do dia a dia da psicóloga da unidade, Pryscilla Guedes, que todas as tardes, de segunda a sexta-feira tem essa missão de mediar os diálogos de pacientes com suas famílias. “Todos os dias realizo visitas nas UTI’s e enfermarias para identificação dos pacientes conscientes e orientados e que estejam em condições clínicas e psicológicas para a realização das videochamadas”, explica ela, lembrando que os pacientes que ficam nas Enfermarias têm autorização de ficar com o próprio celular e já se comunicam com os familiares. Os de UTI não podem ficar com os aparelhos, mas são contemplados com as videochamadas quando estes têm condições de se comunicar. “As ligações duram entre dois e cinco minutos, em média, e dependem muito da condição do paciente e do fluxo das conversas”, explica Pryscilla, lembrando que, em média, faz 15 ligações todos os dias.
“Fico imensamente feliz em ver que a nossa iniciativa já se tornou uma realidade no cotidiano do Hospital de Patos e em outras unidades de saúde da Paraíba. Isso ressignifica nosso mandato que sempre teve foco na busca de ações que melhorem a qualidade de vida de nosso povo, especialmente, dos mais humildes e reforça a importância da atuação política quando ela tem foco no bem da coletividade”, afirma o parlamentar.
Outra lei em tempos de pandemia
É também de autoria do deputado Jeová Campos outra Lei que em tempos de aumento de casos da doença e de necessidade de internação por Covid contribui para ajudar a população menos favorecida economicamente a ter assegurado um leito de hospital para tratar-se de coronavírus. A Lei 11.722, de 03 de julho de 2020, garante a internação de pacientes infectados pelo novo coronavírus (COVID-19), na rede hospitalar privada, na hipótese de inexistência de vagas nos hospitais públicos do Estado da Paraíba, quando requisitado por médico credenciado ao Sistema Único de Saúde. “Se não houver leitos na rede pública, essa Lei assegura a internação de paciente do SUS em hospitais particulares não de forma gratuita, mas, com pagamento efetuado baseado nas tabelas de valores do Sistema Único de Saúde.
- A psicóloga Pryscilla durante videochamada na com paciente da Enfremaria Covid no Complexo de Patos
- Deputado Jeová Campos destaca que leis atenuam sofrimento de pacientes e familiares em tempos de pandemia
Direção do Complexo de Patos alerta para ocupação de leitos de UTI e Enfermarias Covid e destaca crescimento de casos e internações
Com picos de ocupação de leitos de UTI Covid oscilando entre 75% e 85% e de Enfermarias Clínicas Covid entre 65% e 80% e com dados que comprovam um crescimento de demanda para este setor, a direção do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) chama atenção para a população redobrar os cuidados neste momento em que novo pico da pandemia está lotando os hospitais públicos e privados referência para a doença em todo o país. “O momento é de alerta. Se o sistema colapsar, ou seja, se houver uma demanda de pacientes maior que a capacidade de leitos, infelizmente, vamos vivenciar também em Patos o que estamos assistindo país afora e não queremos chegar a isso”, alerta o diretor geral do CHRDJC, Francisco Guedes.
Dos 26 leitos de UTI Covid do Complexo, 21 deles estão ocupados, nesta quinta-feira (04), com pacientes que necessitam de cuidados intensivos para superar as intercorrências da doença. O relatório de gestão do setor Covid do hospital aponta ainda que dos 20 leitos de Enfermarias Clínica Covid, 15 deles estão ocupados nesta data com pacientes com coronavírus.
“A taxa de ocupação da UTI vem se mantendo elevada e estamos constatando, pelo aumento de internações, a expansão do contágio, por isso estamos em estado de alerta permanente”, reforça o diretor geral do Completo, Francisco Guedes, lembrando que as autoridades sanitárias não apenas da Paraíba, mas do Brasil apontam um março negro’ de aumento de casos, repercussão das aglomerações do período carnavalesco e do descuido e relaxamento de medidas por parte da população. “As medidas restritivas impostas por prefeitos e governadores não são à toa. Precisamos frear essa onda de contaminação e só conseguiremos baixar essa curva de contágio com a população se expondo o menos possível”, reforça a diretora clínica do CHRDJC, Dra. Jaqueline de Andrade, lembrando que a cobertura vacinal ainda é muito baixa e não há outra forma de conter o avanço da contaminação que não tendo os devidos cuidados.
“As unidades de saúde tanto públicas, quanto privadas, têm seu limite de atendimento. Nós não podemos colapsar o sistema de atendimento, porque se isso ocorrer as pessoas podem necessitar de um leito e não ter disponível como já ocorre em alguns estados do país. Então, a única forma de evitar isso é conter o avanço da doença e, neste aspecto, a população tem um papel fundamental para contribuir evitando aglomerações, usando a máscara e mantendo as medidas de higiene. São ações simples, mas extremamente eficazes que só requer boa vontade e bom senso”, finaliza o diretor do Complexo.
Dados COVID no Brasil e na Paraíba
O boletim oficial de evolução da Covid no país, disponibilizado no link https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&q=dados+covid+atualizados+no+B+rasil com dados até 03.03.21, demonstra que o Brasil já atingiu a marca de 10.718.630 de pessoas infectadas pelo Covid-19, das quais 9.548.315 se recuperaram da doença, no entanto, quase 260 mil brasileiros (259.271) não tiveram a mesma sorte e morreram devido a complicações do coronavírus. Na Paraíba 224.287 pessoas foram infectadas, das quais 164.712 conseguiram se recuperar. Contudo, 4.588 paraibanos foram a óbito por complicações do Covid-19.
- Dra. Jaqueline Andrade, diretora técnica do Complexo
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- Novo pico da Covid está aumentando demanda de UTI e isolamento
A ação da ANVISA privilegia o mercado do ‘cannabusiness’ em detrimento da qualidade de vida de milhares de pacientes afirma deputado Jeová
Estima-se que no Brasil cerca de 13 milhões de pessoas poderiam se beneficiar do tratamento com Cannabis e esse mercado, em projeções modestas, pode movimentar entre R$ 1,1 bilhão a R$ 4,7 bilhões por ano, segundo estudo das empresas de dados do setor New Frontier e Green Hub. De olho nesta fatia lucrativa e no mercado bilionário de ‘cannabusiness’, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) entra na contramão da história e defesa dos pacientes ao pedir na Justiça que a Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace), com sede em João Pessoa (PB), perca o direito de plantar, colher, manusear e produzir produtos de qualidade, a preços acessíveis, a base de canabidiol. A entidade, que atende famílias de todo o Brasil que precisam dos produtos para ter melhor qualidade de vida, e não tem fins lucrativos, aguarda o julgamento do recurso da ANVISA, que acontecerá no dia 18 de março, com grande expectativa. “A decisão da ANVISA atende interesses deste mercado em ascensão, em detrimento de um trabalho sério que busca unicamente a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas que se beneficiam destes produtos a base do de canabidiol”, afirma o deputado estadual paraibano Jeová Campos.
Para mobilizar a opinião pública e sensibilizar as autoridades sobre essa determinação da Anvisa, a Abrace lançou uma campanha com a hashtag #abracenãopodeparar. O parlamentar, que preside a Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa da Paraíba, reitera que a Cannabis com fins medicinais é utilizada no tratamento de doenças como Epilepsia, Mal de Parkinson, dor crônica, entre outras e também apresenta grandes resultados para o autismo, dando melhor controle da condição cognitiva. “Já foi comprovado que as pessoas tratadas com os produtos à base de canabidiol ganham melhores condições para viver e entidades como a Abrace, que tem o único objetivo de facilitar o acesso a esses produtos, sem fins lucrativos, vai de encontro a esse tipo de conduta que não agrada a indústria farmacêutica e o lucrativo mercado de medicamentos tradicionais”, afirma o parlamentar.
O pedido de suspensão dos direitos da Abrace foi impetrado pela Anvisa no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5). Caso seja julgado favorável, a Associação perde o direito conquistado em 27 de abril de 2017, em decisão assinada pela juíza federal substituta da 2ª Vara, Wanessa Figueiredo. A Associação disponibiliza os produtos a base de Cannabis como óleo, pomada e spray para tratamento de epilepsia e outras doenças neurológica, apenas para os associados, assim como determina a decisão judicial deferida em 27 de abril de 2017.
O deputado alerta para o fato de que se uma indústria farmacêutica conseguir patentear o canabidiol, com insumos de fora do país, não vai vender esse produto a preço acessível. “O produto final desta indústria vai chegar ao consumidor com preço final muito caro e será acessível apenas a uma elite de privilegiados. A Anvisa com essa atitude deve estar de olho nessa fatia do bolo, por isso ataca as associações sem fins lucrativos, a exemplo da Abrace, que não entram nesse jogo de lucratividade”, destaca Jeová, lembrando que a ANVISA ao mesmo tempo em que pede a suspensão dos trabalhos da Abrace já está autorizando laboratórios de grande porte a vender produtos a base de canabinóides. “Será apenas coincidência tudo isso”, questiona Jeová.
Sobre Lei
Há em tramitação no Congresso Nacional, desde 2006, um PL que busca viabilizar o uso lícito dos medicamentos que tenham como princípio ativo substâncias oriundas da maconha. Trata-se do PL 399/2015, de autoria do deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE), que altera o art. 2º da Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006. A proposta é viabilizar a comercialização de medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da planta Cannabis sativa em sua formulação, permitindo que a sociedade brasileira possa ser beneficiada com o uso de apresentações farmacêuticas que tenham na sua fórmula a Cannnabis sativa, ou partes dela, ou ainda de canabinoides.
- Jeová critica ação da ANVISA e se coloca em defesa da manutenção da atuação da Abrace
- Live para debater a questão acontecerá nesta quinta-feira
Deputados aprovam PL que disponibiliza ferramenta digital no site do DETRAN de comunicação online de compra e venda de veículos
Quem comprar ou vender um veículo na Paraíba poderá dispor, em breve, de uma ferramenta online que vai tornar-se um marco temporal para efeito de responsabilidades perante ao DETRAN. O PL 1.495/20, de autoria do deputado Jeová Campos, foi aprovado por unanimidade em sessão remota desta terça-feira (02). Na prática, com a disponibilização da ferramenta, o comprador e o vendedor do veículo poderão comunicar ao Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba – DETRAN-PB, o ato da transação. “O grande alcance desta proposta entre os proprietários de veículos automotores é assegurar a comunicação da transferência de propriedade, evitando que infrações de trânsito cometidas pelo comprador do bem não fiquem em nome do antigo proprietário. Com isso, as multas ou qualquer infração que seja praticado com esse veículo passam a ser respondidos por quem de direito. Essa ferramenta facilita a vida de quem compra e quem vende o veículo, evitando dores de cabeça desnecessárias a partir da transação”, reitera Jeová.
De acordo com a proposta, será disponibilizado no site do DETRAN-PB uma ferramenta digital destinada à comunicação on line de venda de veículos para comunicação da venda, contendo campos destinados ao preenchimento obrigatório pelo comunicante dos dados do vendedor e do comprador – nomes completos, CPF/CNPJ, RG, endereços e telefones, e do veículo – placa, Renavan e chassi. O PL prevê ainda que esse campo inclua a inserção de documentos. Ainda de acordo com o PL, o proprietário de veículo que deseje realizar a comunicação on line definida no art. 1º, deverá anexar cópia autenticada do CPF/CNPJ do comunicante, e do Certificado de Registro de Veículo – CRV devidamente preenchido, datado e com assinaturas do vendedor e comprador reconhecidas na modalidade por autenticidade.
Pela proposta aprovada pelos deputados, após a finalização da comunicação on line da venda do veículo, o sistema do DETRAN-PB deve emitir um protocolo do comunicado que conterá o número do processo, sendo que a comunicação de venda deverá ser analisada e aprovada ou não pela Divisão de Registro de Veículos – DRV do DETRAN-PB, cabendo ao comunicante o acompanhamento da tramitação até a efetiva conclusão.
“Com esse processo, os efeitos legais serão produzidos imediatamente após o deferimento da comunicação de venda, inclusive eximindo o comunicante de multas de trânsito. Hoje é comum você vender um carro e receber multas em seu nome depois da transação porque quem comprou o veículo não fez a transferência e com essa ferramenta isso não mais acontecerá”, argumenta o deputado que na defesa de seu PL agradeceu aos assessores técnicos de seu gabinete, Hugo Moreira e Carlos Mello, pela redação do PL. A matéria agora segue para apreciação do governador João Azevêdo.
- PL é de autoria do deputado Jeová Campos e foi aprovado por unanimidade na sessão remota desta terça-feira





































