Jeová Campos
Dra. Maria de Fátima Lúcia Ramalho receberá da ALPB Medalha do Mérito Jurídico Tarcísio de Miranda Burity
Os deputados paraibanos aprovaram, na manhã desta terça-feira (22), o Projeto de Resolução 462/2022, do deputado Jeová Campos (PT), que dispõe sobre a concessão da Medalha do Mérito Jurídico Tarcísio de Miranda Burity à doutora Maria de Fátima Lúcia Ramalho. A honraria é destinada às personalidades paraibanas ou não, de notório saber e que tenham se destacado nas ciências jurídicas.
“A Dra. Maria de Fátima além de ter notório saber é reconhecida com essa iniciativa pelas suas ações reconhecidamente meritórias na área da ciência jurídica”, disse o parlamentar autor da propositura antes da votação em plenário do PR. Jeová lembro que quando a magistrada era juíza de direito de segunda entrância na comarca de Cajazeiras, ela implantou o Conselho da Comunidade e desenvolveu um trabalho de ressocialização junto aos apenados, instalando e fazendo funcionar efetivamente esse Conselho. “Com essa iniciativa, a magistrada integrou toda a comunidade nas atividades, inclusive a classe empresária que absorvia a mão-de-obra egressa da prisão”, reitera Jeová.
“Este importante trabalho desenvolvido pela homenageada rendeu bons frutos para a sociedade sertaneja. Não temos dúvidas de que a homenageada, dedicou parte de sua vida acadêmica e profissional à ciência jurídica e colocando em prática seus conhecimentos em favor do povo paraibano. Por isto, entendemos que a mesma é digna e merecedora desta homenagem ora proposta, pois honra o cargo que exerce e as tradições paraibanas”, complementou Jeová.
A homenageada é paraibana, natural de São José de Piranhas e possui um vasto curriculum na área jurídica, tendo graduação na área de ciências jurídicas e sociais, inclusive com cursos no exterior e foi aprovada em quinto lugar, no concurso para Juiz Substituto do Estado da Paraíba, sendo nomeada em 30 de março de 1992.

Areia de Baraúnas ganha nova ambulância graças à Emenda Impositiva do deputado Jeová Campos
A população de Areia de Baraúnas recebeu, neste domingo (13), uma nova e moderna ambulância. E a aquisição do bem móvel só foi possível graças a uma Emenda Impositiva do deputado estadual Jeová Campos (PT), que destinou R$ 240 mil para que a Prefeitura recebesse o recurso e pudesse adquirir o equipamento. “Estou muito feliz de poder contribuir com a melhoria dos serviços de saúde do município, especialmente, para o transporte de pacientes”, afirmou o parlamentar.
Tal aquisição se deu através da emenda nº 122, incluída na Lei Orçamentária Anual-LOA 2022. “Solicitamos à Secretaria de Saúde da Paraíba a transferência de R$ 240.000,00, mediante convênio, para Areia de Baraúnas, viabilizando, assim, a compra deste importante veículo destinado ao transporte de pacientes”, reforça Jeová. Ele lembra que a assinatura do convênio que originou a Emenda aconteceu no dia 13 de junho do ano passado. “Na ocasião, o documento foi formalizado junto do prefeito baraunense, Toinho Macedo, sendo eu representado por nosso assessor parlamentar, Dr. Hugo Moreira”, destaca Jeová.
O deputado reitera sua felicidade em ver mais uma ação de seu mandato se reverter em benefício para a população paraibana. “A política que eu sempre defendi é essa de conseguir através da atuação parlamentar melhorar a vida do povo, ser um agente que ajuda a mudar a realidade para melhor. A ambulância, com certeza, vai ajudar muita gente”, finalizou Jeová.




Jeová Campos vai à Brasília com proposta para deputados e integrantes do futuro governo Lula sobre uso otimizado das águas da Transposição na PB
“Se Petrolina, em Pernambuco, se transformou num grande polo produtor de frutas e hortaliças, inclusive, para exportação, graças ao uso de tecnologia e irrigação, por que não trazer algo similar para o sertão paraibano com um projeto de uso otimizado das águas da Transposição que já estão disponíveis?”. Foi com essa indagação e algumas propostas que o deputado estadual paraibano, Jeová Campos (PT) viajou nesta quarta-feira (9), para Brasília, a fim de cumprir agenda parlamentar como presidente da Frente Parlamentar da Água da ALPB. “Vim com a missão de levar essa ideia para deputados da bancada federal paraibana e também para alguns integrantes do governo de transição do presidente eleito Luis Inácio Lula da Silva”, disse o deputado paraibano.
Jeová, que foi um dos coordenadores da campanha de Lula na Paraíba e que está em seu terceiro mandato, sempre acompanhou de perto as obras da Transposição, promovendo inúmeras audiências públicas para debater o assunto e também cobrando a conclusão das obras. “Acompanho esse projeto de perto há muitos anos e agora que ele virou realidade, a água está disponível e precisamos criar projetos que façam com que essa água tão preciosa seja utilizada de forma otimizada, gerando desenvolvimento, renda, empregos e progresso”, afirma o parlamentar.
E não é de hoje que o deputado fala sobre um projeto de desenvolvimento econômico para fomentar a agricultura usando as águas da Transposição. “Na Paraíba, nós temos um potencial imenso que é o curso do Rio Piranhas que começa em São José de Piranhas e termina no Rio Grande do Norte, mas, é necessário um projeto para aproveitar essas águas. Se Petrolina é referência para o Brasil e o mundo, por que nós não podemos ser também? Por que não podemos produzir uva, manga, etc e criar um perímetro irrigado para tanto em nosso Estado?”, indaga Jeová, lembrando que é preciso buscar esse caminho e essa viagem à Brasília já representa o início de uma ação para trabalhar essa questão no próximo governo de Lula.
O deputado lamentou ainda que nos últimos quatro anos o governo Bolsonaro só direcionou esforços para o agronegócio, deixado de lado e a míngua a agricultura familiar e sua expectativa é que isso mude com o novo governo. “Nós precisamos recuperar a agricultura familiar pelo padrão de importância que ela tem para a economia, para a vida do pequeno e médio produtor, mas, também para quem mora na cidade e poderá ter acesso a um alimento mais saudável. Temos que ter um olhar voltado para a agroecologia e acho que isso será possível com o governo Lula”, disse o parlamentar que se despede da ALPB esse ano já que não foi candidato a um novo mandato de deputado.

ALPB realizará Sessão Especial em conjunto com a Câmara Municipal de João Pessoa para celebrar Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito
De acordo com estudos da ONU, apresentados na 3ª Conferência Ministerial de Segurança Viária realizada em fevereiro de 2020, em Estocolmo, e que constam no Relatório Global de Segurança no Trânsito – 2018 (Global Status Report on Road Safety 2018), morrem cerca de 1,35 milhão de pessoas vítimas de sinistros de trânsito todos os anos no mundo, sendo que 90% dessas mortes ocorrem em países de média ou baixa renda como o Brasil. E é justamente para reverenciar a memória destas vítimas que a ALPB e a Câmara Municipal de João Pessoa realizarão uma Sessão Especial conjunta. A propositura do deputado estadual Jeová Campos (PT) através do Requerimento 403/22, foi aprovada durante sessão plenária desta terça-feira (8). Ainda não foi definida data e horário da Sessão Especial que será realizada de forma híbrida, presencial e remota.
O parlamentar autor da proposta explica que a iniciativa surgiu a partir de um pleito da Sra. Abimadabe Vieira, Coordenadora de Educação para o Trânsito da SEMOB-Cabedelo e Observadora Certificada pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) e ex-Chefe de Divisão da Educação de Trânsito do DETRAN-PB. “Achamos oportuno e importante essa iniciativa não apenas para reverenciar a memória destas vítimas, mas, sobretudo, para chamar atenção para uma causa muito importante que são os sinistros de trânsito”, afirma Jeová. Ele lembra que o Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito foi criado em 1993 pela RoadPeace, uma organização social do Reino Unido, como uma forma de lembrar das vítimas de sinistros no trânsito.
“A celebração é uma oportunidade para aumentar a consciência pública em relação à inaceitável perda de um ente querido devido a um sinistro de trânsito, além de toda dor que acomete milhares de famílias em todo mundo devido a essas tragédias. A intenção da data é também enfatizar a necessidade de intensificar os esforços para controlar esse importante problema de saúde pública, além de desenvolver apoio para as milhares de vítimas que sobrevivem aos sinistros, mas têm a vida modificada, devido às sequelas adquiridas devido a esses eventos”, reforça o parlamentar.
O deputado lembra ainda que o Brasil é o terceiro país com mais mortes no trânsito em todo o mundo, atrás apenas da Índia e da China, segundo dados do relatório Global Status Report on Road Safety, da Organização Mundial de Saúde (OMS). “No Brasil, em média, 40 mil pessoas perdem a vida em acidentes automobilísticos todos os anos e as principais vítimas são jovens de 15 a 29 anos. Não podemos fingir que isso não acontece e a realização desta Sessão Especial é também uma forma de chamar atenção para esse grave problema”, finaliza Jeová.
Foto acidente: Site Gente Seguradora


Esse movimento nunca foi pela Democracia e a liberdade não permite o autoritarismo e a arrogância afirma deputado Jeová Campos
Invocando o respeito à Lei Federal 14.197/21 e o fim do movimento que afronta à Democracia, o deputado estadual paraibano Jeová Campos (PT) voltou hoje (8) a criticar essa ação golpista que se instalou no país a partir da proclamação do resultado do segundo turno das eleições, que consagrou Lula, pela terceira vez, presidente do Brasil. “Eu acredito na força da Lei e não na lei da força. A lei da força é dos ditadores, do autoritarismo, do totalitarismo. A força da lei é a que nasce pela finalidade pública de uma legislação própria como a Lei Federal 14.197”, destacou o parlamentar em discurso durante sessão plenária da ALPB na manhã desta terça-feira.
O deputado lembrou que a Lei Federal 14.197, em seu Artigo 359 L, destaca que: ‘quem tentar com emprego de violência ou grau de ameaça abolir e atentar contra o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo os poderes constitucionais, está sujeito a pena de reclusão de quatro a oito anos’ e que a Lei, em seu Artigo 359 M destaca que: ‘tentar depor por meio de violência ou ameaça o governo legitimamente constituído incorre em pena de reclusão de oito a 12 anos’.
“As forças que perderam a eleição, provavelmente, assinaram, através do voto, essa Lei. E Por que razão estão se insurgindo contra ela?”, questionou Jeová. Para o deputado, na realidade, esse movimento liderado por Bolsonaro e seus aliados nunca foi pela Democracia. “Bolsonaro e seus apoiadores sempre tentaram amordaçar e amedrontar o Supremo Tribunal Federal, o Superior Tribunal Eleitoral. Entre os apoiadores, ele tem uma deputada federal que saiu no meio da rua de arma em punho ameaçando um homem negro. Esse tipo de coisa não pode continuar acontecendo, sob o falso argumento da liberdade individual. A liberdade pressupõe freios e contrapesos, ela não permite autoritarismo e arrogância. Ela não substitui o poder político pela vontade individual de ninguém”, reiterou Jeová.
Para o deputado, é inaceitável essa ação criminosa que está acontecendo no país, assim como é absurdamente repudiável a atitude de um policial aposentado querer estrangular uma criança por causa de ele ter anunciado o nome de Lula. “Depois de uma eleição sem qualquer fraude, sem qualquer mácula, uma tropa chegar em frente ao quartel pedir uma intervenção militar e querer destituir alguém que nem assumiu ainda o cargo de presidente, mas, foi eleito legitimamente e democraticamente. O nome disso é ditadura, se chama desrespeitar a ordem democrática, é violência. Eu defendo a liberdade de expressão, mas ela não se coaduna com a liberdade para se praticar crimes contra o Estado Democrático de Direito”, reforçou Jeová.
Dirigindo-se nominalmente ao deputado Cabo Gilberto, eleito deputado federal no último pleito, Jeová afirmou que o discurso de ódio proferido pelo parlamentar no plenário da ALPB não terá ressonância e espaço no Congresso Nacional. “Essa sua valentia vai ter que diminuir Cabo Gilberto e seu discurso atual não vai caber no Congresso Nacional. Pode caber na Paraíba, mas, esse diálogo flertando com a ditadura não encontrará espaço no parlamento federal”, finalizou Jeová.

Jeová parabeniza desembargador Siro Darlan pela iniciativa de processar criminalmente mulher que discriminou o povo nordestino
“Ninguém nasce odiando outra pessoa por sua cor da pele, sua origem ou sua religião. As pessoas podem aprender a odiar e, se podem aprender a odiar, pode- se ensiná-las a aprender a amar. O amor chega mais naturalmente ao coração humano que o contrário.” É com essa citação de Nelson Mandela que o desembargador Siro Darlan de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, abre a Representação Criminal junto a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância solicitando a apuração dos fatos supostamente delituosos praticados pela Sra. Angela Rollemberg Santana Landim Machado, atual Diretora de Responsabilidade Social do Clube de Regatas do Flamengo. “Com essa iniciativa, o meu amigo e conterrâneo Dr. Siro Darlan, mostra que não há mais espaço para preconceito e intolerância. As pessoas precisam entender, de uma vez por todas, que ninguém é melhor que ninguém e que não há espaço para posturas e condutas desta natureza”, disse o deputado estadual paraibano Jeová Campos.
No último dia 31 de outubro, a Sra. Angela publicou em suas redes sociais ofensas aos nordestinos, expressando grau de rancor, ódio e descriminação, nos seguintes termos: “Ganhamos onde se produz, perdemos onde se passa férias, bora trabalhar, pq se o gado morrer o carrapato passa fome”. Na Representação Criminal, o desembargador se refere à prática de crime de racismo. “A conduta da Requerida não se consubstanciou em propagar publicações eletrônicas nas redes sociais de cunho depreciativo contra vítima determinada em razão de sua procedência nacional, mas com o intuito de ofender diretamente a honra subjetiva, em verdade, consistiu em conduta preconceituosa, visto que promoveu fato ofensivo contra o povo nordestino, comparando como um “carrapato que passará fome se o gado morrer”, destaca o texto.
Mais adiante, o texto relembra que ‘trata-se de delito de ódio, que fere a dignidade da pessoa humana, um dos fundamentos da República Federativa do Brasil (CF, art. 1º, III), e viola um dos objetivos fundamentais (CF, art. 3º, IV), que é o de promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação’.
O Desembargador que é paraibano de nascimento, natural de Cajazeiras, lembra ainda que o Brasil é signatário de Tratados Internacionais que visam combater todas as formas de discriminação racial, como as Declarações das Nações Unidas de dezembro de 1960 e dezembro 1963, visando a eliminação de todas as formas de discriminação racial.
A Representação Criminal que é assinada pelos advogados Albérico Montenegro e Mary Montenegro solicita que a representada seja intimada a prestar os esclarecimentos dos fatos, com a instauração do competente inquérito policial e, posteriormente, o seu respectivo indiciamento, pela violação do crime previsto no artigo 20 da Lei 7.716/89, a remessa dos autos para o Ministério Público, para competente deflagração da ação penal, requer ainda que seja determinada a representação cautelar da quebra do sigilo eletrônico e telemático dos terminais telefônico utilizados pela Sra. Angela, buscando todas as informações eletrônicas, alvo dos fatos em apuração e, por fim, que seja aceito a produção de todos os meios de provas por todos os meios admitidos em direito.

Estrada de Cachoeira dos Índios passa a ser denominada ‘Rodovia Professor José de Jesus Moreira’
A estrada estadualizada através da Lei nº 12.334/2022, que inicia no entroncamento da BR-116 e termina na divisa com o Município de Aurora (CE), localizada no Sítio Bom Jardim, Município de Cachoeira dos Índios (PB), agora será denominada de ‘Rodovia Professor José de Jesus Moreira’. A Lei 12.435 está publicada na edição do último dia 1º do Diário Oficial do Estado. A iniciativa foi do deputado estadual Jeová Campos, através do Projeto de Lei nº 3975/2022.
A estrada tem uma extensão de, aproximadamente, cinco quilômetros e é uma importante via de escoamento e tráfego daquele município sertanejo. Jeová explica que propôs a homenagem depois que vários moradores daquela localidade externaram o desejo de homenagear um de seus ilustres e queridos filhos. “Procuraram nosso gabinete com essa ideia e achamos justo abraçá-la e hoje fiquei feliz de constatar que agora é Lei”, disse Jeová, lembrando que o professor era uma pessoa muito querida daquela região e, certamente, mereceu a homenagem.
Sobre o homenageado
Nascido no Sítio Bom Jardim, o Professor José de Jesus Moreira, nasceu no dia 17 de julho de 1943 e faleceu em 13 de setembro de 2018. Jesus Moreira iniciou seus estudos no Sítio Bom Jardim, depois foi estudar na cidade de Cajazeiras, frequentando os bancos escolares do Colégio Salesiano Padre Rolim (Seminário) e do Colégio Comercial, onde cursou o Técnico em Contabilidade. No ano de 1967, prestou vestibular para o curso de Licenciatura em Língua Portuguesa e Inglesa na Universidade Federal da Paraíba, na cidade de João Pessoa. No exame vestibular foi o único candidato que obteve nota 10 em Inglês entre todos os concorrentes. Concluiu o curso superior no ano de 1970, e logo foi selecionado para o Curso de Mestrado, no Rio de Janeiro, que concluiu em dois anos.
Em seguida, estudou na Inglaterra onde aperfeiçoou sua graduação, e nesse período, aproveitou para conhecer alguns países europeus, a exemplo da França e Suíça. Após sua formação acadêmica, retornou à cidade de Cajazeiras onde
iniciou sua atividade docente no Colégio Estadual Professor Crispim Coelho, o tradicional Colégio Estadual de Cajazeiras, onde exerceu, ainda, as funções de Vice-diretor e Diretor daquele educandário. Jesus Moreira também ingressou no magistério superior na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras, antiga FAFIC. Anos depois, migrou para a Universidade Federal da Paraíba – UFPB, lecionando no Centro de Formação de Professores, Campus V de Cajazeiras, onde se aposentou, em setembro de 1994.
Mesmo morando em Cajazeiras, o Professor José de Jesus Moreira, nos finais de semana, sempre retornava ao Sítio Bom Jardim para visitar seus pais e demais familiares. Quando destas idas e vindas raramente viajava sozinho, pois
sempre encontrava algum habitante do Sítio Bom Jardim à espera de transporte para a cidade ou vice- versa, e ele, sempre gentil, oferecia a sua carona, sem querer nada em troca. Viveu com resiliência as dificuldades enfrentadas ao longo da vida. Contribuiu para o sustento da família e para o desenvolvimento do Sítio Bom Jardim, berço dos seus ancestrais.

Deputado chama atenção para crime cometido no Brasil e diz que autoridades precisam cumprir missão constitucional de assegurar a ordem
“Quem não pode aceitar a derrota, não deve participar das eleições. A Democracia pressupõe o respeito à vontade da maioria. As autoridades precisam agir de forma mais enérgica. Quem perde tem que respeitar o resultado. Lamento que ainda haja uma certa letargia das autoridades em fazer valer o resultado das urnas. Esse movimento é criminoso, não é contestatório. Estão querendo deslegitimar o processo democrático e isso não é aceitável. Não há nada que tire a licitude do processo eleitoral”, disse hoje (3), o deputado estadual paraibano, Jeová Campos. Segundo o parlamentar que também é advogado, essas pessoas que estão nas ruas estão cometendo um crime, previsto no Artigo 359, que trata de atuar com ação de deslegitimar o Estado Democrático de Direito.
Jeová lembra que o processo eleitoral foi concluído e os eleitos proclamados, sem nenhuma mácula, inclusive com o acompanhamento e fiscalização da OEA e de organismos internacionais. “Lula foi eleito e será diplomado e tomará posse no dia 1º de Janeiro de 2023. Então qual a razão para não se respeitar a vontade da maioria? As autoridades precisam cumprir a missão constitucional de assegurar a ordem, fazendo o que tem que ser feito, identificando os responsáveis para que eles sejam responsabilizados pela prática deste crime atentatório contra o Estado Democrático de Direito”, reitera o deputado.
Jeová lembra que quando Fernando Haddad perdeu as eleições em 2018, com uma diferença que não foi tão grande assim, de 46% a 54%, não houve qualquer resistência da esquerda sobre o resultado das eleições. “Então, qual a razão agora para se levantar contra o resultado da democracia, que elegeu Lula presidente, manifestado pelo voto popular?”,questiona ele, lembrando que o Artigo 359, incisos “L” e “M” trata exatamente disso. “O que essas pessoas estão fazendo, ocupando ruas, interditando vias, provocando baderna, é querer substituir a vontade da minoria em cima da expressão da maioria. Isso é tipificado no Código Penal, no Artigo 359”, diz ele.
Na opinião do parlamentar, as pessoas que estão fazendo isso precisam ser identificadas para responder legalmente pelos seus atos. “Isso porque esse movimento não trata de livre manifestação do pensamento, mas de um ato desproposital e que fere o Código Penal Brasileiro. Esse movimento é um ato autoritário e arrogante dos que perderam e não se conformam. Se isso fosse legítimo, não era preciso ter eleições. Se tem que prevalecer a vontade de um grupo e, neste caso, sendo minoria, para que eleições?”, indaga Jeová.
Ele lembra que ser patriota e democrático é respeitar o resultado das urnas. “O Código Penal Brasileiro está sendo violentado com esse ilícito e isso é também uma afronta às autoridades constituídas. O Supremo Tribunal Federal não pode permitir esses atos antidemocráticos que entram para o quarto dia de baderna Brasil afora. As autoridades constituídas e de segurança não podem permitir esse abuso, inclusive, com atos de violência contra quem não compactua com esse absurdo. Nesta quarta-feira, em João Pessoa, numa das principais avenidas da cidade, uma mulher foi violentamente agredida e teve seu carro depredado por esses manifestantes e outros atos de agressões também foram registrados em vários locais do país”, diz Jeová lamentando tudo isso.
Foto: tribunademinas.com.br

Bolsonaro faz um discurso tardio, medíocre e deplorável e não surpreende ninguém afirma deputado Jeová Campos
“Se Bolsonaro não tivesse sido derrotado nas urnas por Lula, ele certamente faria uma intervenção no Supremo Tribunal Federal. Ele sonhava em governar esse país, sob a batuta de suas ordens, mas, o que prevaleceu foi a eleição democrática e legítima de Lula e o respeito à soberania do povo brasileiro e sua derrota, mesmo a contragosto, ele teve que admitir com esse discurso tardio, medíocre e deplorável”, disse hoje (01), o deputado estadual Jeová Campos, referindo-se ao pronunciamento de Jair Bolsonaro na tarde desta terça-feira.
Segundo o parlamentar, Bolsonaro, mais uma vez, não surpreendeu ninguém. “Tudo o que ele pregou, ao lado de Roberto Jefferson, agora ficou materializado pelo não reconhecimento que ele perdeu as eleições, que Lula foi eleito legitimamente, num processo eleitoral transparente”, afirma Jeová, lembrando que até aliados de primeira linha já reconheceram publicamente a eleição de Lula, a exemplo do vice-presidente, Mourão, que até já convidou o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, para conhecer o Palácio do Jaburu, a residência oficial que ele vai ocupar a partir de janeiro de 2023.
Ainda segundo Jeová, o pronunciamento do presidente além de envergonhar o país também não pôs fim, como deveria, a essas manifestações antidemocráticas que só prejudicam o Brasil. “A eleição acabou domingo e ele deveria reconhecer isso logo após o TSE anunciar que Lula estava eleito, mas, não. Trancou-se, calou-se, quis dar uma de vítima para estimular a rebeldia de seus seguidores, mas, isolado, sem apoio, nem dos mais próximos, sem o aval das Forças Armadas, tendo toda a comunidade internacional já reconhecido e aplaudido a vitória de Lula, Bolsonaro não tinha outra saída a não ser se manifestar, mesmo num discurso tão pobre de conteúdo e razão, aliás, que simboliza bem quem é esse cidadão e o que representa seu governo”, disse Jeová.

Vencemos o ódio, a indústria de fake news, o fascismo e agora é arregaçar as mangas para reconstruir e pacificar o país afirma Jeová
“O povo brasileiro foi às urnas neste domingo e disse não a uma política desastrosa, a perda de direitos trabalhistas, ao negacionismo, ao orçamento secreto, ao sigilo de 100 anos, as rachadinhas da família Bolsonaro, às investidas contra a Democracia e ao Estado Democrático de Direito. Os eleitores brasileiros disseram não ao cinismo, reprovaram o uso de Deus para angariar votos, protestaram contra a falta de assistência aos mais vulneráveis, a derrubada de árvores, ao desmonte da saúde, educação e a volta do país ao mapa da fome, enfim, elegemos Lula para salvar o país da maldade, do atraso, da brutalidade e agora é arregaçar as mangas para ajudar o presidente eleito a conduzir a reconstrução e pacificação deste país”, disse hoje (31), o deputado estadual paraibano Jeová Campos (PT) ao avaliar o resultado das eleições neste segundo turno.
Na opinião do parlamentar, Lula terá pela frente desafios gigantes, mas, haverá de superar tudo com sua experiência, poder de mobilização, inteligência, capacidade de aglutinação e, sobretudo, pela imensa vontade de ajudar o país a sair da situação que o governo Bolsonaro o colocou. “A tarefa não será fácil. Teremos um Congresso Nacional muito adverso, Lula herdará problemas para serem administrados que não serão fáceis de resolver, mas, ele certamente se cercará de uma equipe capaz para ajudá-lo neste processo de reconstrução nacional”, reitera Jeová.
O deputado lembra que a eleição de Lula não é a vitória de um partido, de um homem, de um projeto pessoal. “A vitória de Lula é de todos os brasileiros, pois ela simboliza a paz, o respeito a pluralidade, ela nos conduz para termos mais desenvolvimento, mais empregos, mais estabilidade, mais respeito às instituições, menos truculência, mais inteligência, mais diplomacia mais saúde, mais educação, mais alimentos. Viveremos muito melhor a partir de 2023 e a imensa maioria do povo brasileiro sentirá isso em breve”, afirma ele.
Sobre o silêncio do presidente Bolsonaro, que passadas quase 24 horas depois de proclamado os resultados das urnas ainda não ter se pronunciado, inclusive, para dar início a transição, Jeová avalia como desespero. “O presidente tentou dar golpes em vários momentos da história recente. Tentou colocar o povo contra o STF, insuflou a população a pedir um golpe militar, desrespeita publicamente os ministros da suprema corte, não respeita a Constituição, colocou em suspeição o processo eleitoral, até tentou um último golpe usando a PRF numa fiscalização descabida e duvidosa no dia do pleito para impedir que muitos fossem votar, mas, nada disso adiantou, nem prosperou. O povo decidiu e Lula voltou. Não há como mudar essa realidade. Nem o Brasil, nem o mundo admitirá uma jogada fora dos quatro cantos do campo democrático”, finalizou Jeová.
