Jeová Campos

O agravamento inevitável do caos sanitário por causa da pandemia aliado à postura do presidente criam o cenário para novo golpe diz Jeová

“O que Mário Sergio Conti antecipou no jornal Folha de São Paulo recentemente é o cenário inevitável da nossa tragédia e campo fértil para um novo golpe. Bolsonaro, amparado pela elite financeira, pelo corporativismo das forças armadas e por uma parcela da opinião pública (25% da população) que lhe apoia, tenta dar seu golpe. Mas, precisamos resistir, defender o estado Democrático de Direito e as instituições que preservam e representam a Democracia”, destaca o deputado estadual Jeová Campos. Para o parlamentar, essa prática de tentar desmerecer junto à opinião pública o Supremo, o Congresso e a Imprensa nada mais é que uma estratégia para alicerçar a intenção de ferir de morte a Democracia, instituir um regime autoritário e entregar o país ao capital especulativo e estrangeiro.

“O agravamento incontornável do caos sanitário, que será creditado aos governadores e prefeitos às custas de uma avalanche de fake news no whats zap e demais redes sociais, cria um cenário perfeito para as sandices do presidente. A comoção popular fomentada pelo desemprego, pela quebradeira generalizada e pela fome vai se voltar contra os gestores locais, não contra Bolsonaro, que semeia desordem e anarquia para colher poder. Como pode um presidente, em meio a um dado estarrecedor de mais de 12 mil mortes, da realidade de enterros em valas comuns, de hospitais entrando em colapso ir andar de jet sky como se nada tivesse acontecendo, marcar um churrasco fake para provocar, mandar jornalistas se calarem sem o menor pudor. O que está querendo mesmo esse presidente?”, questiona Jeová.

O deputado paraibano lembra que como chefe inconteste das Forças Armadas, Bolsonaro vem, não à toa, encurralando o Supremo e o Congresso para, na hora agá, ter ‘argumentos’ para recorrer à força bruta e peitá-los. “Numa paisagem de caos, provocada pela pandemia, com a economia fragilizada e contando com a simpatia de Trump e a obediência da tropa, o presidente pode muito. Precisamos reagir. Mas, como fazer isso num momento como esse que estamos em casa por conta de nosso zelo e nossa responsabilidade com a vida e com a saúde pública. Os governadores e prefeitos estão irmanados numa corrente pela vida e o presidente que deveria estar capitaneando e fortalecendo as ações de proteção está atuando de forma oposta e pior, debochando de tudo e de todos. Até onde vamos chegar?”, questiona Jeová, reiterando que é necessário resistir a tudo isso.

Deputado Jeová Campos afirma que decisão do governador da Paraíba de desconsiderar decreto de Bolsonaro está correta e é a mais prudente

Com mais de 12 mil mortes registradas por Covid-19, nesta terça-feira (12), e mais de 170 mil confirmações de infectados no Brasil, com um sistema de saúde próximo de entrar em colapso e ainda com projeções alarmantes caso medidas rigorosas de isolamento social e restrição de fluxo de pessoas nas ruas sejam flexibilizadas, o decreto do presidente Jair Bolsonaro liberando o funcionamento de salões de beleza, barbearias e academias de musculação, definindo essas atividades como essenciais, parece até uma piada de mau gosto. Mas, infelizmente, não é. Como bem lembra o deputado estadual Jeová Campos. “A liberação do funcionamento destes espaços e a flexibilização das medidas restritiva só iriam ampliar a grave situação que estamos vivendo. Ainda bem que o governador João Azevêdo é um gestor responsável e que preza pela vida das pessoas e toma uma atitude correta e prudente em manter as medidas restritivas no Estado”, destacou o parlamentar.

Jeová lembra que a medida não significa uma desobediência ao chefe do executivo nacional. “O Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu sobre isso. Mesmo que o Presidente da República edite decretos em relação a abertura do comércio em tempos de pandemia, a decisão final de acatar ou não o que estabelece os decretos presidenciais, cabe aos governos estaduais e municipais. E ainda bem que é assim”, destaca o deputado que é também advogado.

O governador da Paraíba, João Azevêdo já anunciou que vai, a exemplo de outros governadores, desconsiderar o decreto do presidente Jair Bolsonaro que liberou o funcionamento de salões de beleza, barbearias e academias de musculação. Sobre esse assunto, o governador paraibano disse que nada vai mudar em relação ao decreto, atualmente, em vigor no Estado e que vale até o próximo dia 18. A normativa em vigor na Paraíba proíbe o funcionamento dos estabelecimentos flexibilizados pelo presidente.

Os governadores do Ceará, Camilo Santana, Flávio Dino, do Maranhão, Hélder Barbalho, do Pará, Renato Casagrande, do Espírito Santo, Wilson Witzel, do Rio de Janeiro e da Bahia, Rui Costa, foram alguns dos gestores que já se pronunciaram publicamente sobre não mudar as medidas de flexibilização de funcionamento do comércio, pelo menos, por enquanto, em seus estados. “A prudência e o respeito à vida de milhares de brasileiros deve prevalecer. E, neste sentido, evitar a disseminação em massa da doença é o mais correto e eficaz para evitar que mais mortes aconteçam”, finaliza Jeová.

A Paraíba será protagonista de uma ação nacional que pede prorrogação do Benefício Emergencial até o final do ano diz Jeová

“A ALPB dá um passo gigante, é pioneira num projeto que fará uma grande diferença na vida e milhares de brasileiros e eu estou imensamente feliz de ter tido a iniciativa de propor que a Paraíba fosse protagonista de uma ação nacional em defesa da manutenção e ampliação do prazo de vigência do pagamento as pessoas desassistidas e sem renda. Com isso, nós vamos ter a garantia de alimentos na mesa do mais simples, assim como a economia funcionando. Pode ter certeza que é uma grande conquista da Paraíba. Ao assumir essa causa, a ALPB fortalece a luta por uma causa tão nobre”, disse hoje (06), o deputado estadual Jeová Campos após votação e aprovação do Requerimento de nº 8595/2020, que era de sua autoria e agora passa a ser responsabilidade da Mesa Diretora da Casa.

A sugestão de que a matéria passasse a ser conduzida pela Mesa Diretora da ALPB, tendo todos os deputados paraibanos como autores da proposta, foi feita pelo deputado Jeová, durante sessão remota nesta quarta-feira (06). A sugestão foi de pronto acatada pelo presidente, Adriano Galdino. “Aceito a sugestão do deputado Jeová e o requerimento que era de sua autoria, passa a ser agora da Mesa Diretora e de todos os deputados da ALPB que quiserem subscrever o requerimento. Essa é uma causa que tenho certeza que vai contemplar todos os brasileiros necessitados”, disse Adriano Galdino.

Em seguida, Jeová solicitou que fosse oficiada a todas as assembleias legislativas do país essa iniciativa da ALPB e também o governador João Azevêdo. Adriano Galdino disse que a partir de hoje vai providenciar essa divulgação não só para as assembleias, mas para todos os parlamentares do Brasil, além do presidente da República, Jair Bolsonaro. A matéria em questão propõe a prorrogação do pagamento do benefício emergencial, custeado pelo Governo Federal, com recursos do Tesouro Federal, às pessoas desempregadas, sem renda e autônomos, até 31 de dezembro de 2020. A iniciativa, segundo Jeová, é importante porque os três meses de pagamento do auxílio emergencial (março, abril e maio) não serão suficientes para minimizar os prejuízos causados pela pandemia.

“Vamos levar esse pleito e iniciar uma campanha nacional em defesa das pessoas menos favorecidas e a Paraíba será pioneira neste processo. Os efeitos devastadores do Covid-19 no Brasil, não apenas na economia e saúde da população, mas, na vida das pessoas, estão sendo muito maiores e mais graves do que se previa anteriormente, principalmente, dos mais vulneráveis. Em função disso, sugerimos essa prorrogação do pagamento do auxílio de R$ 600,00, inicialmente, previsto para ser pago durante esses três meses”, argumenta o parlamentar.

Jeová destaca que a manutenção do benefício até dezembro não tem apenas o objetivo de minimizar os efeitos da pandemia para a população mais vulnerável, dando-lhe oportunidade de ter o mínimo necessário para o sustento e sobrevivência, mas, também fazer girar a economia das cidades. “Essas camadas populares, consomem o que recebem, no mercado, no supermercado, na farmácia, o mercado, por sua vez, compra no atacadista, que compra da indústria e isso tudo faz a economia girar, produzindo renda e riqueza e, em contrapartida, impostos que fazem a economia se movimentar. Na atual conjuntura, é preciso ampliar a base de consumo da sociedade brasileira. Nós precisamos ter o povo consumindo que é para a indústria não quebrar, porque se isso acontecer quebra o país”, reforça Jeová.

O parlamentar lembrou ainda que essa iniciativa também delimita o papel dos políticos que estão ou não comprometidos com as causas do povo. “Há políticos que estão comprometidos com ações e iniciativas que valorizam as causas populares e buscam, a partir daí, contribuir com a melhoria da qualidade de vidas das pessoas e outros que só sabem fazer proselitismo. Viva os mais humildes e se Deus quiser vamos conseguir no Congresso, na Presidência da República a extensão deste benefício até o mês de dezembro, atenuando o sofrimento de nosso povo”, finalizou Jeová.

Requerimento do deputado Jeová Campos que propõe prorrogação até o final do ano do Auxílio Emergencial vai a votação amanhã na ALPB

O Requerimento de nº 8595/2020, de autoria do deputado estadual Jeová Campos, que propõe a prorrogação do pagamento do auxílio emergencial, custeado pelo Governo Federal, com recursos do Tesouro Federal, às pessoas desempregadas, sem renda e autônomos, até 31 de dezembro de 2020, entrará na pauta de votação da ALPB, nesta quarta-feira (06). A iniciativa do parlamentar, segundo ele, é importante porque os três meses de pagamento do auxílio emergencial, não serão suficientes para minimizar os prejuízos causados pela pandemia. A proposta estará na pauta de votação da ALPB nesta quarta-feira (06).

“Os efeitos devastadores do Covid-19 no Brasil, não apenas na economia e saúde da população, mas, na vida das pessoas, estão sendo muito maiores e mais graves do que se previa anteriormente, principalmente, dos mais vulneráveis. Em função disso, sugerimos essa prorrogação do pagamento do auxílio de R$ 600,00, inicialmente, previsto para ser pago durante três meses”, argumenta o parlamentar.

Jeová lembra que a manutenção do auxílio até dezembro não tem apenas o objetivo de minimizar os efeitos da pandemia para a população mais vulnerável, dando-lhe oportunidade de ter o mínimo necessário para o sustento e sobrevivência, mas, também fazer girar a economia das cidades. “Essas camadas populares, consomem o que recebem, no mercado, no supermercado, na farmácia, o mercado, por sua vez, compra no atacadista, que compra da indústria e isso tudo faz a economia girar, produzindo renda e riqueza e, em contrapartida, impostos que fazem a economia se movimentar. Na atual conjuntura, é preciso ampliar a base de consumo da sociedade brasileira. Nós precisamos ter o povo consumindo que é para a indústria não quebrar, porque se isso acontecer quebra o país”, reforça Jeová.

“Entendemos que apenas três meses de pagamento do auxílio emergencial não será suficiente para minimizar os efeitos provocados pela crise financeira, de forma destacada daquelas pessoas desempregadas, sem renda ou autônomos. Diante disto, julgo necessário a prorrogação do pagamento desse auxilio emergencial até o final da vigência do decreto federal de calamidade pública. Conversei com o presidente da ALPB, Adriano Galdino, e ele disse que o Requerimento estará amanhã na pauta de votação”, afirmou Jeová, esperando total apoio a sua iniciativa por parte dos demais deputados. Aprovada a matéria, ela será enviada ao presidente Jair Bolsonaro, aos presidentes da Câmara e do Senado e aos integrantes da bancada federal paraibana no Congresso a quem cabem decidir pela prorrogação ou não do pagamento do auxílio emergencial da forma como foi proposta.

Deputado Jeová Campos requer prorrogação até o final do ano do Benefício de Prestação Continuada

Os efeitos da pandemia no Brasil não apenas na economia e saúde da população, mas, na vida das pessoas estão sendo muito maiores e mais graves do que se previa anteriormente, principalmente, dos mais vulneráveis. Em função disso e entendendo que os três meses de pagamento do auxílio emergencial, custeado pelo Governo Federal às pessoas desempregadas, sem renda e autônomos, não será suficiente para minimizar os prejuízos causados pelo efeito do Covid-19, o deputado estadual Jeová Campos (PSB-PB) protocolou requerimento na ALPB solicitando a prorrogação do pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), inicialmente, previsto para ser pago durante três meses. Ele requer a ampliação do benefício assistencial para até 31 de dezembro de 2020.

Na justificativa do requerimento nº 8595/2020, o parlamentar paraibano destaca que ‘o mundo, o Brasil, especialmente a Paraíba, estão enfrentando os efeitos financeiros e de saúde pública provados pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19)’ e lembra que ‘em 20 de março de 2020, foi editado o Decreto Legislativo Federal nº 06, que reconhece a ocorrência do estado de calamidade pública no Brasil, em face da pandemia do novo coronavírus, até 31 de dezembro de 2020 e que em 02 de abril de 2020, o governo federal sancionou a Lei nº 13.982/2020, que altera a Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, para dispor sobre parâmetros adicionais de caracterização da situação de vulnerabilidade social para fins de elegibilidade ao benefício de prestação continuada (BPC), e estabelece medidas excepcionais de proteção social a serem adotadas durante o período de enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (Covid-19) responsável pelo surto de 2019, a que se refere a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020’.

As escolhas de Bolsonaro impactam na atuação das instituições e também na condução de questões importantes afirma Jeová

“É lamentável que as escolhas para cargos tão importantes no alto escalão do Governo Federal levem em consideração questões tão secundárias como, por exemplo, o fato do escolhido ser ‘evangélico’ ou amigo pessoal dos filhos do presidente. Afinal, Bolsonaro não pode esquecer que está formando uma equipe de trabalho que vai se debruçar e responder por coisas muito importantes para os brasileiros como o Ministério da Justiça e a Direção Geral da Polícia Federal?”, disse o deputado estadual Jeová Campos, lembrado que critérios técnicos e de formação deveriam ser priorizados no preenchimento de cargos tão importantes. “Vi declarações do presidente dizendo que o novo ministro tinha um excelente predicado que era ser evangélico. Desde quando isso é critério para escolha de alguém que vai ocupar um alto cargo no primeiro escalão do governo?”, indaga Jeová.

O parlamentar se refere a escolha do presidente do advogado André Luiz Mendonça, que era titular da Advocacia-Geral da União como novo ministro da Justiça. Acho até que o advogado pode ter seus méritos, mas, definitivamente, ser evangélico é uma questão pessoal e não deve ser levada em consideração até porque o Estado brasileiro é laico. Ele lembra ainda que a escolha de Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), muito próximo da família Bolsonaro, que foi nomeado para ser o diretor-geral da Polícia Federal (PF) também passou por outro crivo que não apenas a qualificação. “Eu temo que ele passe as informações que o presidente quiser, mesmo que isso comprometa a autonomia da Polícia Federal”, afirma Jeová, que achou que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que revogou, nesta quarta-feira (29), a nomeação de Alexandre Ramagem para diretor-geral da Polícia Federal e, com isso, suspendeu a posse dele, que seria às 15 horas desta quinta-feira, foi acertada. “Creio que a PF perderia muito de sua autonomia na gestão de Ramagem, tendo uma interferência indevida do Planalto nas ações da instituição”, enfatizou o deputado paraibano.

Segundo Jeová, pelo menos o nome mais cotado anteriormente para a vaga de Ministro da Justiça não foi escolhido que era Jorge Oliveira. “Oliveira teria sido uma escolha de fundo de quintal, já que há uma relação familiar muito próximo dele com os filhos do presidente que parecem comandar o Palácio do Planalto até mais que o próprio pai. Aliás, nesse aspecto, tenho a lamentar a escolha para a direção geral da PF que é uma pessoa muito amiga dos ‘meninos’ de Bolsonaro e do próprio presidente. Temo que a escolha vá comprometer a autonomia da instituição que, como o próprio Sérgio Moro disse tinha plena liberdade de atuar nos governos Lula e Dilma”, destacou Jeová.

A suspenção das atividades presenciais na ALPB não impede que deputados apresentem produção parlamentar em tempos de pandemia

Com as atividades da ALPB suspensas há quase um mês, a rotina dos deputados estaduais mudou também em tempos de pandemia, mas, mesmo sem a realização de sessões presenciais, os parlamentares continuam a produzir e trabalhar através de sessões remotas. É o caso do deputado Jeová Campos (PSB), um dos mais atuantes da Casa de Epitácio Pessoa, cuja produção legislativa continua em alta. Somente na semana passada, um conjunto de requerimentos de sua autoria foi aprovado na sessão remota realizada no dia 22, muitos deles, inclusive, em virtude de necessidades urgentes deste período de isolamento social.

“Sempre disse que o trabalho do deputado não se limita as sessões legislativas. O mandato legislativo funciona no sentido de propor questões que melhorem a vida dos paraibanos, de variadas formas. As sessões legislativas são apenas uma delas, pois nós não atuamos somente em plenário, muito dos nossos trabalhos é realizado em reuniões externas, em audiências dentro e fora da Casa, em encontros com a comunidade, etc. Por isso, essa pandemia, apenas mudou a nossa forma de atuar, agora com as sessões remotas, mas, o importante, é que isso não nos impediu de exercer a atividade política e contribuir com a população paraibana no que for de nossa competência”, destaca Jeová.

Nesse sentido, o gabinete do deputado fez um levantamento da produção parlamentar dele, referente a semana passada, para reiterar que mesmo sem estar na ALPB, o parlamentar continua atuante. Entre os requerimentos aprovado de sua autoria, destacam-se o endereçado ao TJ-PB, sugerindo que os diretores de fóruns de todas as comarcas do Estado, promovam a destinação dos recursos depositados em conta judicial para as ações de combate e enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (covid-19), especialmente para os hospitais regionais das respectivas comarcas.

O deputado também teve o requerimento endereçado ao governador João Azevêdo, solicitando reparos, pintura e dedetização na escola estadual de ensino médio Adalberto de Sousa Oliveira, na cidade de Cachoeira dos Indíos, aprovado na semana passada, assim como o que determina a liberação de R$ 500.000,00, oriundos de parte da emenda ao orçamento de 2020, para o Hospital Regional de Cajazeiras e a transferência, mediante convênio, de R$ 200.000,00, oriundos da emenda ao orçamento de 2020, para a APAE de Campina Grande. O requerimento que pede a transferência, mediante convênio, de R$ 400.000,00, oriundos de emenda ao orçamento de 2020, para a Fundação Napoleão Laureano, em João Pessoa, foi outra iniciativa do deputado aprovada.

A solicitação que o Governo do Estado avalie, em caráter de urgência, a possibilidade de elevar o consumo de tarifa mínima de 10 m³ para 15 m³ de água por residência, sem o acréscimo do valor da tarifa mínima, em face do isolamento social decretado pelo Poder Executivo Estadual, durante o período da pandemia da Covid-19, foi outro requerimento da autoria de Jeová aprovado na sessão remota do último dia 22, assim como a solicitação endereçada ao Governador do Estado e ao Secretário de Estado da Cultura, no sentido de implantar ações de suporte financeiro para as entidades, grupos, pontos de cultura e outras pessoas físicas ou jurídicas que fazem parte da cadeia cultural do Estado da Paraíba e que não tenham renda comprovada para o período da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Outro requerimento aprovado em caráter de urgência, foi o pedido ao Governador e ao Secretário de Estado da Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido, no sentido de propor e implantar ações concretas de atendimento e apoio aos agricultores familiares da Paraíba, além de uma moção de Aplauso, pelo reconhecimento público, aos serviços essenciais prestados pelos profissionais de saúde que têm atuado no combate ao Coronavírus. “O isolamento social é necessário, mas, graças ao uso da tecnologia continuamos atuante, prova disso é o resumo de minha produção legislativa da última semana”, finaliza Jeová.

Declarações de Moro aprofundam crise no governo e tem fato gerador de mais um pedido de impeachment afirma deputado Jeová Campos

“As declarações dadas hoje pelo agora ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, precisam ser levadas em consideração porque são muito sérias, pois cabe mais um pedido de impeachment de Bolsonaro. Mais grave que a mudança de um cargo de confiança de alto escalão, são os fatores alegados pelo ex-ministro para essa mudança de que o presidente Bolsonaro quer que os órgãos de controle e investigação como a Polícia Federal fiquem subordinados aos interesses políticos e particulares dele. Esses órgãos devem estar blindados de interferências políticas e atuar sempre com autonomia e isenção, esse é um princípio imprescindível numa democracia”, disse o deputado estadual Jeová Campos após o pronunciamento de entrega do cargo por Sérgio Moro, até então titular do Ministério da Justiça.

Segundo o parlamentar, as afirmativas de Moro sobre a tentativa de aparelhamento político da Polícia Federal, tendo como principal base o ato de exoneração do delegado Valeixo, diretor geral da PF, constitui forte prova para um processo de impeachment. “As revelações de Moro foram gravíssimas e deixam o governo numa posição constrangedora e vulnerável, com um quadro institucional muito nebuloso e incerto”, reitera Jeová que também é advogado. E ele lembra que Moro também desmentiu ter autorizado sua assinatura no ato de exoneração do delegado geral da PF, embora a assinatura dele conste no documento do DOU. “Isso é, no mínimo, surreal. Até o que consta no documento que é ‘a pedido’ ele disse que também foi falso”, destaca Jeová.

Para ele, não se pode esquecer o papel de juiz parcial de Moro no processo da Lava Jato e os erros e injustiças cometidos ao longo da Operação, mas, há de se reconhecer agora sua atitude de denunciar essa tentativa do presidente Bolsonaro querer interferir e manipular as investigações em curso ou as que poderia ser desencadeadas, inclusive, tendo acesso a informações sigilosas. “A escolha de pessoas para cargos relevantes na estrutura do Ministério da Justiça e da Polícia Federal deve ser impessoal, guiada por princípios republicanos e técnicos e Moro disse, claramente, que o presidente estava ignorando tudo isso e deixou no ar que a intenção de interferir politicamente causaria sérios danos ao país. Ai eu pergunto: quais danos? É preciso convocar Sérgio Moro para explicar melhor o que ele quis dizer”, reitera Jeová que lamenta, que além dos desmandos do atual governo, em plena pandemia o Brasil tenha que conviver com outra crise de proporções indefinidas. “O Brasil não merece esse desgoverno”, finaliza o deputado.

Deputado Jeová Campos lamenta morte do empresário João Claudino e lembra que apesar de muito rico ele era simples e humilde

“A morte sempre nos toca de maneira abrupta, por vezes, e noutras situações de maneira já esperada, mas não menos sofrida e triste. Este último exemplo, foi o caso do meu amigo, o empresário paraibano João Claudino Fernandes, que morreu aos 90 anos de idade, nesta sexta-feira (24), em Teresina. O que posso dizer diante deste acontecimento. Que homens de alma leve, bom coração e vida plena, como ele, têm um lugar de luz e paz reservado no infinito, porque não pode ser diferente”. Foi desta forma que o deputado estadual, Jeová Campos se manifestou após tomar conhecimento do falecimento do empresário.

Jeová lembrou que João Claudino, junto com seu irmão construíram um império empresarial, entre os quais se destaca uma das marcas mais fortes do Nordeste, que é o Armazém Paraíba. Ele recordou o apreço e amizade que João Claudino, mesmo morenado distante, sempre lhe dispensou. “Ele tinha uma atenção muito grande por mim e, neste momento, meu sentimento é de pesar, mas, também de alegria por ter tido a chance de conhecer um homem de alto quilate, de envergadura moral, que tinha atenção por muitas pessoas, que foi um apoiador e incentivador de minha carreira política e que toda campanha lembrava de mim, me abraçava e se preocupava comigo”, reiterou o parlamentar.

Jeová destacou ainda outra virtude e diferencial de João Claudino, pouco afeita a homens de muitas posses e poder. “Ele tinha um simplicidade que brotava de seu ser, ele nunca se deixou embriagar pelo dinheiro, nem permitiu que isso o deixasse com a sensação de ser melhor que as outras pessoas, por mais humildes que fossem. Ele sempre procurou preservar as amizades, enxergando os outros como seres iguais e por isso não perdeu a capacidade de bem conviver com o mais humildes e isso era o que mais me encantava nele. Homens de bom coração como ele, olham nos olhos das pessoas enxergando o coração e abraçando a alma, não o que as pessoas representam na sociedade. Que Deus o acolha como ele acolheu as pessoas durante toda a sua vida”, disse Jeová.

“Em nome de Joca Claudino, abraço toda a família Claudino e, neste momento de perda, reitero a minha admiração pela humildade, grandeza, pelo legado de João Claudino e, sobretudo, por tudo o que ele representou como cidadão, amigo, empresário, e, mais ainda, como ser humano”, finalizou o parlamentar que só não foi se despedir do amigo por causa da atual situação de pandemia, reforçada pelo fato da família informar que não haverá velório.

Sobre os negócios

O empresário João Claudino Fernandes, co-fundador do Grupo Claudino, estava doente há algum tempo. Ele fundou o Armazém Paraíba, em Teresina, no ano de 1968. Ao longo de mais de 50 anos de atuação no mercado, João Claudino se tornou dono de uma das maiores redes varejistas do Nordeste, tendo mais de dez empresas, a maior parte delas com sedes na capital piauiense e empregando mais de 17 mil funcionários. O empresário começou a atuar em sociedade com o irmão Valdecy, mas, a sociedade foi repartida em 2013. Valdecy ficou com a Socic (Sociedade Comercial Irmãs Claudino), que abriga os negócios de transportes, a administradora de cartões de crédito e um shopping e João ficou com o Grupo Claudino, que controla o Teresina Shopping, a Houston e o Armazém Paraíba.

Emenda de Bancada Impositiva destina recursos para implantação do teste do pezinho ampliado na rede estadual de saúde da PB

O incremento de procedimentos de alta e média complexidade nas redes de saúde pública estaduais e municipais, muitas vezes necessita do aporte de recursos federais para se concretizar. É o caso da política de saúde pública que trata da implantação do teste do pezinho ampliado, que assegura aos bebês nascidos em hospitais e maternidades da rede pública de saúde da Paraíba o direito ao teste de triagem neonatal, na sua modalidade ampliada. A propositura do deputado estadual Jeová Campos, transformada em Lei após sanção do governador João Azevêdo, no final do ano passado, ganhou reforço significativo com a destinação de parte de R$ 500.055,00 oriundos de Emenda de Bancada Impositiva. A boa notícia foi comunicada nesta quarta-feira (22), ao parlamentar, através de ofício do deputado federal Gervásio Maia.

No ofício 129/2020, encaminhado ao gabinete de Jeová, o deputado Gervásio Maia destaca que ‘os recursos orçamentários disponibilizados referente à Emenda de Bancada Impositiva, na ordem de R$ 500.055,00, se destinarão para incremento de média e alta complexidade, em especial para atender aos exames do teste do pezinho ampliado’. No documento, o parlamentar federal ainda reitera que ‘a destinação dos recursos vai contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população do Estado da Paraíba’.

Atualmente, o teste do pezinho diagnostica apenas seis doenças e com a ampliação ele poderá identificar até 30 patologias. “Estou muito feliz com essa iniciativa do deputado federal Gervásio Maia, que com apoio de outros parlamentares paraibanos, destinaram esse meio milhão de reais para que o Governo da Paraíba, através da Secretaria Estadual de Saúde, possa dotar a rede estadual e o Lacem de condições para que os testes ampliados possam, efetivamente, serem realizados”, disse Jeová.

O deputado lembra que com os testes ampliados será possível diagnosticar precocemente várias doenças, proporcionando um tratamento eficiente e imediato, o que por si só, contribuirá para o progresso da saúde pública do Estado. A proposta, segundo Jeová, também resultará numa substancial racionalização dos gastos públicos com a assistência médico-hospitalar. “A maioria dos pacientes atingidos pelas doenças, terminam toda a sua vida sob os cuidados do SUS – Sistema Único de Saúde, gerando um ônus financeiro nada desprezível e esses testes feitos de maneira precoce têm condições de minimizar isso”, lembra o parlamentar.

O teste do pezinho ampliado vai tornar possível o diagnóstico precoce das seguintes patologias: Fenilcetonúria e outras aminoacidopatias, Hipertireoidismo congênito, Hiperplasia Adrenal, Galactosemia, Deficiência de Biotinidase, Toxoplasmose Congênita, Deficiência de G6PD, Fibrose Cística, Anemia Falciforme e outras Hemonoglobinopatias e Leucinos. No Distrito Federal, que hoje é referência em Teste do Pezinho Ampliado, são feitas, em média, 400 novas consultas de primeira vez no Centro de Referência de Doenças Raras da Secretaria de Saúde. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil abriga cerca de 13 milhões de pessoas com alguma enfermidade rara, ou seja, um a cada 16 indivíduos, sendo que 75% destas pessoas são crianças.