Jeová Campos

Deputado Jeová participou de diálogo virtual que debateu Políticas Públicas de Segurança Alimentar na Paraíba

Foi a partir do tema: “Diálogo com Parlamentares: Políticas Públicas de Segurança Alimentar na Paraíba”, que aconteceu uma reunião virtual, na manhã desta sexta-feira (03), com a participação de representantes de ONGs, movimentos sociais e parlamentares paraibanos, entre os quais, o deputado estadual Jeová Campos que preside a Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB. A reunião coordenada pelo vice-presidente do Consea-PB, Waldir Cordeiro, e que contou ainda com a participação da deputada Cida Ramos, do deputado Chió e da campesina Roselita Vitor, teve o objetivo de firmar compromissos para construção de políticas públicas de Segurança Alimentar que fortaleçam a Agricultura Familiar do Estado da Paraíba.

“Essa pauta precisa ser retomada o quanto antes. A saída do Brasil do Mapa Mundial da Fome da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) foi uma conquista da sociedade brasileira, consequência direta dos esforços dos governos Lula e Dilma e da sociedade civil, ancorada na decisão política de priorizar a soberania e a segurança alimentar e nutricional e o direito humano à alimentação adequada na agenda pública. Assim, o Brasil inovou com políticas públicas universais direcionadas prioritariamente às famílias de baixa renda, contribuindo, assim, para a ampliação do acesso a alimentos e a direitos sociais, conforme comprova a evolução dos indicadores sociais do país nos governos do PT. Contudo, o cenário político e econômico atual já apresenta ameaças e retrocessos sociais concretos, que têm repercussão direta na soberania e segurança alimentar e nutricional no Brasil. Por isso, essa discussão sobre políticas públicas de segurança alimentar é tão urgente, importante e necessária”, reitera Jeová.

O próximo passo agora será solicitar uma audiência com o governador, João Azevedo, o mais breve possível. O deputado Jeová também pediu a sua assessoria parlamentar para agendar, em data oportuna, uma audiência pública, na ALPB, para que se possa ampliar o debate sobre essa temática com os demais deputados. De acordo com o que foi debatido na reunião, o grupo pretende levar ao governador algumas pautas urgentes do setor, tais como, fortalecimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), a retomada imediata do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), a questão do Programa Emergencial de compra de alimentos da agricultura familiar e ainda o Projeto Cooperar/PB rural sustentável.

Hospitais privados poderão atender usuários que estejam com suspeita ou com diagnóstico de Covid-19 mesmo no tempo de carência dos planos

Graças a uma iniciativa do deputado estadual Jeová Campos os usuários de planos de saúde na Paraíba não mais precisarão se preocupar com o período de cumprimento de carência de seus contratos em relação a atendimentos quando houver suspeita ou comprovação de contágio do Covid-19. Aprovado pelos deputados no último dia 03 de junho, durante sessão remota da ALPB, o Projeto de Lei 1.658/2020 que proíbe a recusa de atendimento ou prestação de serviços, por parte das operadoras de planos de saúde, durante a vigência de carência contratual, aos usuários que estejam com suspeita ou com diagnóstico positivo de contaminação por COVID-19, foi promulgada pelo presidente da ALPB, Adriano Galdino e agora é a Lei 11.716-2020. A publicação está na edição do Diário Oficial desta quarta-feira (01).

“Estou muito feliz de poder dar minha contribuição no sentido de facilitar a vida das pessoas neste momento tão delicado e conturbado que estamos passando. E o objetivo deste PL foi justamente esse”, destacou o parlamentar tão logo tomou conhecimento da promulgação da matéria. Jeová explica que embora seja matéria da competência legislativa concorrente da União e dos Estados, diante da excepcionalíssima situação de pandemia, a recusa das operadoras de planos de saúde em atender seus consumidores/usuários contaminados ou com suspeita de COVID-19, dentro dos limites dos serviços contratados, mesmo no período de carência, é mais que oportuna e necessária.

O deputado que é também advogado salienta que o Supremo Tribunal Federal (STF) já entendeu pela constitucionalidade de lei estadual que determinava obrigações às operadoras de saúde, afastando assim a ideia de que seja uma relação contratual que deva ser regulada, exclusivamente, pela União. Jeová lembra ainda que a proposta diz respeito apenas aos serviços relacionados com o quadro de saúde apresentado em razão da contaminação pelo coronavírus. “Neste momento de calamidade pública, a rapidez no atendimento será fundamental para salvarmos vidas e considerando que estamos em uma situação extraordinária, é razoável que as cláusulas contratuais dos planos de saúde sejam flexibilizadas com o objetivo de garantir o atendimento para esses pacientes”, justifica ele lembrando, no entanto, que a referida Lei se reporta apenas a casos suspeitos ou confirmados de Covid-19.

Para Jeová, é mais que necessário que tais empresas, dada a situação que o país está enfrentando, não deixem de atender pessoas contaminadas pelo vírus e aquelas que possuem condições clínicas, de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, que as tornam consideradas como casos suspeitos ou prováveis de contágio pelo COVID. O Plano que descumprir a Lei pagará multa de 100 (cem) UFR-PB. A Lei também determina que o valor da multa deverá ser destinado ao Fundo Estadual de Saúde.

Água é um bem da população não uma mercadoria afirma Jeová Campos criticando possível privatização do setor no Brasil

O novo marco legal do saneamento básico no Brasil abre espaço para privatização dos serviços de tratamento de água e esgoto no país o que, na opinião do deputado estadual paraibano e presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, Jeová Campos, vai dificultar o acesso universal da população aos serviços de tratamento de água e esgoto. “Água não é uma mercadoria, embora a população pague para utilizá-la. Ela é um bem essencial, um direito da população. Privatizar as empresas públicas de tratamento de água e esgoto no Brasil não vai resolver o problema do saneamento básico no país. Vai tornar a água e o serviço mais caros, além de disponibilizar um bem imensurável ao capital especulativo”, disse o parlamentar.

Jeová se pronunciou após tomar conhecimento da aprovação no Senado do Projeto de Lei 4162/2019 que trata sobre o novo marco legal do saneamento básico no Brasil. O PL foi aprovado por 65 votos contra 13. O PL 4162 veio da Câmara dos Deputados e recebeu, no Senado, mais de 80 emendas, mas nenhuma delas foi acatada por seu relator, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Apenas o Partido dos Trabalhadores orientou o voto contrário ao projeto. As demais legendas liberaram suas bancadas. “Uma matéria como essa tão importante para a sociedade brasileira, especialmente, os mais humildes, inclusive para a soberania nacional precisaria ser melhor debatida”, reitera o parlamentar paraibano.

O senador Rogério Carvalho (SE), líder do PT no Senado, apresentou questão de ordem logo após a leitura do relatório e defendeu que matéria tão importante para a saúde da população deveria ser melhor debatida, inclusive à luz do Brasil que surgirá após a pandemia da Covid-19. A votação registrou 61 votos contra a questão de ordem. “Sou a favor de um marco regulatório do saneamento e não me oponho ao investimento privado na área que é, inclusive, já utilizado. Mas, a nossa avaliação é de que este debate deveria ocorrer mais à frente, no pós-pandemia, quando se apresentaria o cenário claro de que marco regulatório nós vamos precisar para garantir que teremos a universalização do saneamento básico”, alertou o senador.

Com informações da assessoria do PT

É preciso ampliar o prazo de pagamento do auxílio emergencial e manter o valor de R$ 600 afirma Jeová Campos

“Justamente quando o povo mais precisa, no momento em que a pandemia se alastra pelo país, que contabilizamos mais de 50 mil mortos e mais de 1 milhão de infectados, no momento em que sair às ruas atrás de renda pode significar ficar doente, Bolsonaro diz que não vai manter o pagamento do auxílio emergencial e nem vai assegurar os R$ 600, isso é desumano. Há recursos e o Governo Federal não vai quebrar por isso”, disse hoje (23), o deputado estadual Jeová Campos. Para o parlamentar, muito mais importante que destinar R$ 1,3 trilhão aos bancos, seria ajudar os brasileiros que se encontram em situação difícil nessa pandemia.

Defensor da manutenção do pagamento do auxílio emergencial até dezembro, nos mesmo valores das três primeiras parcelas, Jeová apela para que os Congressistas não cedam a pressão do presidente que já anunciou que não manterá o pagamento no mesmo valor. “Bolsonaro já disse que quer negociar com o Congresso um novo valor para a quarta e a quinta parcelas do auxílio emergencial. Ele diz que a manutenção da ajuda no valor atual de R$ 600 não será possível, mas, há condições do governo manter esse valor e ampliar o prazo de pagamento. O que falta é prioridade e eu espero que os congressistas não cedam às pressões do presidente”, reitera o parlamentar paraibano.

Jeová lembra que há necessidade de ampliar o prazo de pagamento do auxílio por que haverá um período de transição entre o choque do isolamento e a efetiva retomada da atividade. “As coisas não voltarão ao normal de uma hora para outra. O mercado de trabalho costuma ser o último a reagir em momentos de crise e desta vez não será diferente”, argumenta Jeová.

A bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) apresentou o Projeto de Lei 2283/20 que aumenta para um ano o período de concessão do auxílio e prevê que, após esse prazo, a concessão do benefício poderá ser prorrogada novamente por ato do Poder Executivo.​ Os deputados do PT alegam que o período de três meses previsto para o pagamento do auxílio não é suficiente.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu com ironia à declaração de Bolsonaro sobre o Governo Federal não ter condições de pagar o auxílio no mesmo valor, lembrando que o governo não viu problema em abrir os cofres públicos para agradar o sistema financeiro e dar dinheiro aos bancos. “O mesmo governo que não viu nenhum problema no Banco Central distribuir R$ 1,2 trilhão para resolver o problema da liquidez do sistema financeiro, agora diz que não tem como pagar duas parcelas de R$ 600 do auxílio emergencial, que custa apenas R$ 50 bilhões por mês”, disse Lula.

Deputados que integram a Frente Parlamentar Interestadual sobre Transposição pedirão audiência ao ministro do Desenvolvimento Regional

Em live realizada na noite desta segunda-feira (22), deputados de quatro estados do Nordeste, que integram a Frente Parlamentar Interestadual sobre a Transposição, decidiram que vão pedir uma audiência ao Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. A sugestão da audiência foi do deputado estadual paraibano, Jeová Campos, que junto com seus colegas do Ceará, Guilherme Landim (PDT/CE). Do Rio Grande do Norte, Francisco do PT (PT/RN) e de Pernambuco, Antonio Fernando (PSC/PE), debateram por mais de uma hora a importância da conclusão das obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco e a manutenção das obras já conclusas, mas, que necessitam de manutenção e recursos para, efetivamente, cumprir seu papel de levar recursos hídricos, desenvolvimento e progresso para as comunidades nordestinas.

“Além de cobrarmos a conclusão das obras do Eixo Norte, precisamos pressionar o Governo Federal no sentido dele assumir a manutenção das obras e o custo dessa água pós-transposição. A União Federal tem que custear o preço dessa água que é muito alto. Só assim teremos a garantia de que as Vilas Produtivas cumprirão seu papel social e econômico”, disse Jeová em uma de suas participações na live. O parlamentar destacou que projetos que utilizem os recursos solar e eólico também podem ser agregados para viabilizar o custo com o bombeamento da água da Transposição. “É preciso garantir essa água para a produção e essa conta não pode recair em cima dos Estados, nem muito menos dos produtores. A União precisa garantir essa água”, argumentou Jeová.

A audiência, segundo o parlamentar paraibano, será solicitada, mas precisará esperar o momento oportuno devido a pandemia. “Nós sabemos que o momento não permite esse tipo de encontro, mas assim que houver segurança para debatermos presencialmente com o ministro essa questão, estaremos em Brasília”, disse Jeová, que recebeu o apoio dos demais deputados que integram a Frente Parlamentar Interestadual sobre a Transposição. Antes disso, porém, os deputados combinaram de manterem contatos remotos para atualizar informações dos quatro estados e debaterem pautas ligadas a essa temática que sirvam de subsídio para essa audiência em Brasília e para os próximos encontros na Paraíba ou no Rio Grande do Norte, já que já aconteceram momentos no Ceará e em Pernambuco.

Ainda segundo Jeová, a Paraíba, atualmente, se encontra numa posição privilegiada em relação aos demais estados beneficiados com a obra da Transposição, já que as águas já chegaram ao Estado e os recursos hídricos disponíveis para o próximo período são satisfatórios, mas, ainda há questões que precisam ser resolvidas e concluídas. “Inclusive, neste aspecto, quero anunciar aqui que o Canal Caiçara- Engenheiro Ávidos já está sendo construído e que, brevemente, essa canal vai levar água para Açú, no Rio Grande do Norte”, anunciou Jeová. Pouco tempo antes, no início da live, o deputado Francisco do PT tinha dito que o RN, infelizmente, não teve ainda o prazer de receber as águas da Transposição.

Na avaliação do deputado Jeová Campos, que foi presidente da Frente Parlamentar da Água na ALPB e um dos articuladores para formação da Frente Interestadual, o debate virtual foi extremamente positivo. “Apesar de ter entrado na live atrasado, por problemas técnicos, eu estava acompanhando o debate desde o início e a avaliação que eu faço, além do conteúdo discutido, é que a retomada dessa pauta é importante, ainda mais por estarmos unidos e fortalecidos nesta luta que não é só da Paraíba, de Pernambuco, do Ceará ou do Rio Grande do Norte. Essa é uma causa coletiva, do povo nordestino, um clamor social da região que tem nas águas da Transposição a redenção do Nordeste. A união das assembleias legislativas fortalece essa cobrança pela conclusão de uma obra fundamental para resolutividade do problema da escassez hídrica no Nordeste brasileiro”, finalizou Jeová.

PL de Jeová homenageia profissionais responsáveis pela preparação da merenda escolar

As merendeiras escolares são profissionais que fazem a diferença no dia a dia de instituições públicas de ensino e desempenham importante papel porque são responsáveis por garantir uma alimentação saudável e de qualidade para os estudantes. Mas, apesar de terem uma função relevante no âmbito das unidades educacionais públicas, essa categoria não tinha destaque até agora. Graças a uma iniciativa do deputado estadual Jeová Campos, as merendeiras poderão ser inseridas no calendário de eventos do Estado da Paraíba com o Dia Estadual da Merendeira Escolar. Projeto de Lei com esse propósito foi apreciado e aprovado nesta segunda-feira (22), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALPB.

De acordo com o PL, que ainda não tem data para ser apreciado em plenário, já que as matérias que tratam sobre ações de combate a pandemia e outras mais urgentes estão tendo prioridade de votação, a celebração do Dia Estadual da Merendeira Escolar será no dia 30 de Outubro.

“A escola é uma engrenagem da qual todos fazem parte, inclusive as merendeiras, que têm um trabalho digno e importantíssimo para os estudantes. Se o aluno não está bem alimentado, não consegue desenvolver corretamente as atividades escolares. As profissionais que preparam a alimentação escolar, merecem o reconhecimento deste Poder Legislativo Estadual”, argumenta o parlamentar autor da proposta na justificativa do PL.

Deputados nordestinos que integram a Frente Parlamentar Interestadual sobre Transposição fazem live na próxima segunda-feira

A conclusão das obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco é algo imprescindível para que as águas do Velho Chico consigam chegar ao sertão paraibano e a outras localidades dos estados de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte e como esse pleito diz respeito a todos esses estados e precisa voltar a ser pauta, deputados destes estados, que integram a Frente Parlamentar Interestadual, farão uma live na próxima segunda-feira (22), às 19h. O debate virtual, que será transmitido pelas redes dos parlamentares, contará com a participação dos deputados Jeová Campos (PSB/PB), Francisco do PT (PT/RN), Antonio Fernando (PSC/PE) e Guilherme Landim (PDT/CE).

O deputado Jeová Campos, que foi presidente da Frente Parlamentar da Água na ALPB e um dos articuladores para formação da Frente Interestadual, destaca a importância deste debate virtual. “Precisamos resgatar essa pauta da Transposição, recolocá-la no hall dos assuntos em evidência e cobrar do Governo Federal a conclusão desta obra fundamental para resolutividade do problema da escassez hídrica no Nordeste brasileiro”, destaca o parlamentar, lembrando que, infelizmente, as obras do Eixo Norte não avançaram como deveria desde que a presidente Dilma foi afastada do governo.

“É preciso concluir o Eixo Norte, mas também rever a gestão do Eixo Leste que sofre interrupções de bombeamento, por contingenciamento de recursos, para não se pagar energia que é cara. Mas, caro é o povo ficar com sede. Uma obra de tamanha envergadura ficar sem atender a sua finalidade pública. Isso é o que é caro. Precisamos retomar essa discussão urgentemente e essa live é um excelente ponto de partida”, afirmou o deputado.

“Não dá para entender como algo tão necessário, tão importante, tão sonhado, tão pretendido, tão desejado, não seja prioridade para o governo”, reiterou Jeová, lembrando que esse descaso do presidente Bolsonaro com o Nordeste é inadmissível. “O presidente tem que agir como estadista nesta questão, não pode olhar se a água vai chegar no Ceará, em Pernambuco, No Rio Grande do Norte ou na Paraíba, nós precisamos da conclusão desta obra que quando a presidente Dilma saiu faltava apenas 5% para ser concluída”, finaliza Jeová.

PL que cria programa de Auxílio Emergencial para os trabalhadores do setor cultural e para os espaços culturais da Paraíba é aprovado

O setor cultural paraibano que está sofrendo com os efeitos da pandemia provocada pelo novo coronavírus acaba de ganhar um reforço significativo para o enfrentamento desta atual conjuntura. Trata-se de um programa de Auxílio Emergencial que foi aprovado, por unanimidade, pelos deputados paraibanos na sessão remota desta quinta-feira (18). O Projeto de Lei (1756/2020), de autoria do deputado estadual Jeová Campos, institui a criação de um Auxílio Emergencial para os trabalhadores do setor cultural e para os espaços culturais no Estado da Paraíba, durante o período de calamidade pública decorrente do Covid-19.

O PL foi aprovado com três emendas modificativas, propostas pelo presidente da Casa, Adriano Galdino, mais uma emenda do deputado Chió, que reforça a inclusão dos artistas circenses na matéria, e apensado a outra iniciativa, da deputada Estela Bezerra que aborda essa questão do apoio a classe artística neste período de pandemia. A relatoria da matéria foi do deputado Jutay Meneses que aprovou o parecer e a inclusão das emendas antes da votação. “Estou muito feliz com a aprovação deste Projeto que sai do campo da iniciativa individual. Na verdade, esse projeto só foi possível ser votado e aprovado, porque o coletivo entendeu que é fundamental incluir o setor de cultura numa política de Estado. A vida precisa ser protegida pelo Direito e a vida de um povo é expressa pela sua cultura”, disse Jeová, lembrando que os agentes culturais foram os primeiros a serem atingidos pela pandemia e serão os últimos a retomarem suas atividades. “Quando vamos poder ver um violeiro reunindo seu povo, o capoeirista, o dançarino, o teatrólogo”, reforçou Jeová.

O parlamentar destacou ainda que a aprovação da matéria pela ALPB não cria, necessariamente, um problema para o governo. “Essa aprovação unânime simboliza a necessidade desta questão. Nós reconhecemos as dificuldades que o momento impõe ao governo, que deverá regulamentar a matéria dentro do que o orçamento permitir. Eu quero dizer de público aos trabalhadores da cultura que estamos sensíveis a que eles podem contar com o apoio político não apenas do deputado Jeová, mas de toda a ALPB”, destacou o parlamentar que sugeriu a Mesa Diretora da Casa que assumisse a autoria da matéria já que ela era consenso entre todos os parlamentares. “O importante é que se viabilize o apoio ao setor cultural. Que ele seja inserido numa política de Estado”, complementou Jeová.

O presidente da ALPB que incluiu emendas modificativas no PL, entre as quais, a que retira do programa os trabalhadores que já recebem o Auxílio Emergencial do Governo Federal, levantou questão da constitucionalidade da matéria, argumentando que a referida proposta cria uma despesa alta em outro poder. “Com essa iniciativa, a ALPB cria despesas no âmbito do Poder Executivo e nós não temos essa prerrogativa. Só temos essa prerrogativa para criar despesas no poder legislativo”, argumentou Adriano, lembrando que o governador João Azevêdo pode torná-la constitucional, mandando para a Casa outro Projeto semelhante. O deputado Buba Germano lembrou que o Congresso Nacional criou despesa semelhante em nível nacional, recentemente, com o mesmo objetivo de ajudar a classe artística a enfrentar esse período de pandemia.

Ainda segundo Jeová, sua iniciativa se baseou nas repercussões sobre o setor artísticos das medidas de restrição de contato social que afetaram sobremaneira o meio cultural e deixou tanto os profissionais, quanto os espaços à mercê da própria sorte. “Era necessário ter um olhar atento para essa classe artística que ficou, literalmente, sem palco e espaço para trabalhar e também além dos trabalhadores da cultura é urgente e vital salvaguardar os espaços culturais que integram uma das bases da cadeia produtiva das Artes e da Cultura e estão sendo gravemente prejudicados em virtude da paralisação das atividades”, defende Jeová.

O que propõe o PL

O Programa de Auxílio Emergencial proposto pelo PL durará enquanto perdurar o fechamento dos espaços culturais durante o período de estado de calamidade pública decretado pelo governo do Estado da Paraíba. A proposta inicial beneficiava o trabalhador do setor cultural com um recebimento do Auxílio Emergencial no valor equivalente a um salário mínimo nacional, ou seja, R$ 1.045,00 ou da complementação até este valor, caso o beneficiário receba auxílio de renda básica no âmbito do Governo Federal. Mas, com a inclusão da Emenda Modificativa esse valor ficou estabelecido em R$ 600,00. Já os estabelecimentos, que no PL original receberiam um subsídio mensal no valor de R$ 3.500 para a manutenção desses Espaços Culturais, passarão a receber R$ 1.000,00. As duas propostas modificativas partiram do presidente da ALPB e segundo ele, servirão para ajudar o governo a ter melhores condições de arcar com as despesas decorrentes do Programa.

Para efeito de fazer jus ao benefício, o PL original reconhecia como trabalhador do setor cultural toda e qualquer pessoa inserida na cadeia produtiva da cultura, que adquire sua renda através de trabalhos desempenhados no setor, sejam eles de produção, promoção, técnica e atuação em qualquer área cultural ou linguagem artística, e todo aquele que fomenta, produz e pertence à cultura popular brasileira, afro-brasileira e indígena, que comprove efetiva realização de atividades ou prestação de serviços no período compreendido entre 1º de janeiro de 2019 e 29 de fevereiro de 2020. Com a emenda modificativa, o trabalhador precisará comprovar junto a Secretaria de Cultura que exercia uma atividade cultural para fazer jus ao recebimento do auxílio.

Em relação aos estabelecimentos, o Projeto de Lei inclui os Espaços Culturais como sendo Pontos de Cultura, Teatros independentes, Sedes que abrigam grupos ou coletivos culturais, Escolas de Música, Escolas de Dança, Escolas de Artes, Cineclubes, Centros Culturais Independentes em comunidades e pequenos municípios, com atividades para saraus, hip hop, cultura popular, capoeira, escolas de samba, casas de cultura popular, bibliotecas comunitárias e todo o fazer artístico. Os recursos necessários para as despesas previstas na proposta correrão à conta de dotações orçamentárias do Fundo Estadual de Cultura e da Secretaria de Estado da Cultura acrescidos, se necessário, de créditos extraordinários.

Empresas de prestação de serviços terão que dar EPI’s de proteção contra o Covid-19 a funcionários que executem trabalhos externos

As empresas de prestação de serviços no âmbito da Paraíba terão que fornecer Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), destinados à prevenção da contaminação pelo COVID-19, aos seus funcionários que atuam no ambiente externo. Essa deliberação partiu de um Projeto de Lei (1.657/20), de autoria do deputado Jeová Campos, aprovado, por unanimidade, na sessão remota desta quinta-feira (18). O PL que, incialmente, contemplava apenas funcionários da Energisa, foi acrescido de uma Emenda, proposta pelo deputado Anísio Maia, ampliando a obrigatoriedade de fornecimento dos equipamentos a todas as empresas de prestação de serviços.

Como o PL não tinha passado em todas as comissões da Casa, apenas pela CCJ, o presidente da ALPB, Adriano Galdino, entregou a relatoria especial da matéria ao deputado Bosco Carneiro, que deu parecer favorável e ainda acatou a Emenda de Anísio Maia, ampliando a obrigatoriedade de entrega dos EPI’s aos funcionários de todas as empresas que prestam serviços externos, a exemplo de telefonia. Tanto o parecer do relator, como a matéria foram aprovados por unanimidade.

O PL original tinha dois artigos. O Art. 1º, que obriga as empresas concessionárias de energia elétrica sediadas no Estado da Paraíba a fornecerem equipamentos de proteção individual para os seus funcionários que atuam em ambiente externo da empresa, seja urbano ou rural, destinados à prevenção da contaminação pelo novo coronavírus (COVID-19) e o Art. 2º, que institui uma multa em valor equivalente a 100 (cem) UFRPB vigente na data da aplicação da penalidade, caso haja descumprimento. O valor da multa será destinado ao Fundo Estadual de Saúde para o combate da pandemia. Com a emenda do deputado Anísio Maia, a obrigatoriedade foi ampliada para as demais empresas prestadoras de serviços.

O deputado Jeová Campos falou sobre a importância desta iniciativa. “Os profissionais que atuam no ambiente externo estão mais expostos a contraírem a doença e precisam estar paramentados devidamente para minimizar esse risco de contágio e as empresas é quem devem ser responsáveis por essa distribuição”, destaca o parlamentar. A matéria segue agora para apreciação do governador João Azevedo.

Deputado Jeová comemora autorização do início das obras de pavimentação da PB-394

“Foi com grande felicidade que recebi a notícia, nesta terça-feira (16), de que o Departamento de Estradas e Rodagens da Paraíba (DER-PB) autorizou a empresa Tapajós Terraplanagens de Estradas e Rodagens a dar início às obras de pavimentação asfáltica da PB-394, que liga a BR-230 ao Distrito de Engenheiro Ávidos, no município de Cajazeiras. “Essa é a etapa definitiva de uma grande luta nossa, uma das principais reivindicações que remonta ao meu primeiro mandato. O asfaltamento dessa estrada é uma conquista dos moradores de Cajazeiras e de São José de Piranhas”, salientou Jeová. A obra está orçada em cerca de R$ 13 milhões.

O parlamentar lembra que uma de suas maiores satisfações é ver seu trabalho como agente político transformar a vida das pessoas para melhor. “Eu entendo e milito na política através de meus mandatos como deputado sendo um instrumento facilitador para conquista de melhorias para a população, como um agente que busca através de muito trabalho a implementação de ações que mudam para melhor a qualidade de vida das pessoas e essa obra da PB-394, sem dúvida, fará isso com a população destas cidades que serão beneficiadas com essa pavimentação”, destaca Jeová.

O deputado lembra que com a chegada das águas oriundas da transposição do Rio São Francisco ao Açude Engenheiro Ávidos, essa obra possibilitará ainda mais desenvolvimento para a população da região. “Estou feliz em transmitir essa boa notícia aos meus conterrâneos e dizer que em breve veremos novos tempos em nossa região. Estrada, água e desenvolvimento sustentável para nossa gente. Essas são bandeiras de nosso mandato popular”, concluiu Jeová, agradecendo ao governador João Azevedo pelo empenho em dar prosseguimento à realização das obras de pavimentação, mesmo em meio a tempos tão difíceis como esse do enfrentamento da pandemia do Covid-19.