Jeová Campos

O Congresso precisa pautar a continuidade do auxílio emergencial já que a pandemia não acabou e a situação não se normalizou afirma Jeová Campos

Um dos primeiros parlamentares do país a pautar a necessidade do Governo Federal conceder um auxílio emergencial para garantir a sobrevivência de milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade e que ficaram impossibilitados de garantirem suas rendas durante a pandemia, o deputado estadual paraibano Jeová Campos defende a continuidade do auxílio e disse que o Congresso Nacional precisa, urgentemente, pautar a continuidade desta ação. “A pandemia não acabou, estamos vivendo um aumento dos casos da doença, do número de mortes e não podemos desconhecer que milhares de brasileiros sobreviveram a esse momento graças à ajuda do auxílio emergencial”, disse o deputado, lembrando que o Congresso precisa priorizar essa agenda e discutir a necessidade de aprovar mais um decreto de calamidade pública para que o Governo Federal possa retomar o pagamento do auxílio emergencial sem estourar o teto dos gastos públicos.

O deputado lembra que o término do pagamento do auxílio trará repercussões muito negativas. “Será muita irresponsabilidade do poder público deixar trabalhadores sem proteção, considerando que Estados e municípios estão sendo obrigado a adotar novas medidas de isolamento para conter o aumento de mortes pela doença. O fim do pagamento terá repercussões drásticas para milhares de brasileiros”, reitera Jeová, lembrando que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) aponta um desemprego de 14,3% ou 14,1 milhões de pessoas desempregadas no país. “Isso é um contingente bastante considerável que não podemos ignorar e que tende a piorar ainda mais em um quadro agravado pela alta da inflação. Sem o auxílio, na atual conjuntura, teremos um cenário de miséria sem precedentes neste país”, destaca o parlamentar que defende o auxílio emergencial de R$ 600,00.

O deputado lembra que uma forma do Governo assegurar recursos para manter o pagamento do auxílio emergencial sem estourar o teto de gastos públicos ou mesmo implantar um programa de renda permanente é a taxação de grandes fortunas. “O Governo pode implementar um imposto sobre grandes fortunas. É uma saída viável e perfeitamente eficaz”, destaca Jeová, lembrando que o PSOL já apresentou um projeto vinculado à taxação de grandes fortunas como fonte de financiamento que transforma o auxílio emergencial em benefício permanente no valor de R$ 600,00 para 80 milhões maiores de 18 anos e mães adolescente menores de idade. “A iniciativa do PSOL busca financiar a Renda Justa através de um Imposto sobre Grandes Fortunas que tenham valor acima de R$ 5 milhões, com alíquotas progressivas de 0,5% até 5%, a revogação das isenções de imposto de renda sobre lucros e dividendos e o aumento da contribuição social sobre o lucro, entre outras sugestões”, finaliza Jeová. O parlamentar paraibano, inclusive, já havia defendido essa taxação na época que se discutia a reforma tributária.

Jeová Campos lembra perdas de vidas humanas na pandemia e se posiciona contra volta das sessões presenciais da ALPB

O deputado estadual Jeová Campos se antecipou a uma discussão que vai acontecer amanhã (02), dentro do grupo de deputados estaduais, sobre a volta ou não das sessões presencias da Assembléia Legislativa e já anunciou sua posição em relação ao tema. “Sou contra a volta das sessões presenciais porque primeiro nos não estamos sem trabalhar e a ALPB teve um ano de grande produtividade e produção parlamentar trabalhando de forma remota e não vejo necessidade de nos expormos na atual conjuntura onde o vírus ainda circula, onde o processo de vacinação está ainda começando e ainda registramos muitas mortes”, disse o parlamentar, lembrando que não dá para ignorar o registro de 224.504 mortes no Brasil por causa da Covid-19 até o dia 31 de janeiro.

Em sua fala, o deputado exemplificou suas ressalvas em voltar a ter sessões presenciais, lembrando que o assessor de seu gabinete Carlos Mello, perdeu seu irmão, Júlio, e sua mãe, Maria de Lourdes, num intervalo de poucos dias por causa de complicações da Covid. “Essa doença que mata, esse vírus que já está em mutação, continua entre nós, em todos os cantos, superlotando hospitais, desafiando a Medicina e levando a exaustão quem atua na linha de frente. Portanto, não acho que esse seja o momento de retornarmos”, disse Jeová, lembrando ainda de outras pessoas que estão lutando pela vida a exemplo do funcionário da ALPB, Washington e o professor Luiz de Sousa Júnior, que está intubado há 31 dias na UTI da Unimed lutando pela vida.

É muito bom ver nossas iniciativas se tornando realidade e ajudando os pacientes de Covid afirma Jeová Campos

A determinação de que as unidades de saúde da Paraíba realizem videochamadas para parentes de pacientes internados com Covid já é uma rotina de humanização implementada no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC). Desde agosto do ano passado, inicialmente de forma voluntária, e desde dezembro passado de forma cotidiana, essa prática foi introduzida na unidade com o propósito de atenuar a aflição dos parentes que têm pessoas isoladas por causa da doença e estimular os doentes na busca da cura do Covid-19. “Fico imensamente feliz em ver que a nossa iniciativa já se tornou uma realidade no cotidiano do Hospital de Patos e em outras unidades de saúde da Paraíba. Isso ressignifica nosso mandato que sempre teve foco na busca de ações que melhorem a qualidade de vida de nosso povo, especialmente, dos mais humildes e reforça a importância da atuação política quando ela tem foco na coletividade”, afirma o parlamentar.

Publicada na edição do dia 04 de dezembro ultimo, no Diário Oficial do Estado (DOE), a Lei nº 11.808, de 3 de dezembro de 2020, assegura o direito de ‘visita hospitalar virtual’, através de videochamada por qualquer aplicativo de celular, aos familiares de pacientes que estejam internados na rede de saúde pública ou privada do estado da Paraíba com diagnóstico do novo coronavírus, seja em unidades de Tratamento Intensivo, em enfermarias ou apartamentos. O autor da propositura, o deputado estadual Jeová Campos, explica que sua intenção foi minimizar o sofrimento de pacientes e seus familiares provocado pelo isolamento que o Covid-19 requer. “Imagina a angústia de alguém que tem um parente internado e não pode acompanhar e nem mesmo falar com ele. Com as videochamadas esse sofrimento é minimizado e se oferece uma alternativa de comunicação que atenua essa angústia”, destaca o parlamentar.

De acordo com a Lei, fica assegurada a visita hospitalar virtual diariamente, cujos horários serão estabelecidos por cada unidade de saúde. A realização da videochamada terá duração máxima de 10 minutos e será feita pelo profissional de saúde de onde o paciente estiver internado. “Nós antecipamos a Lei porque entendemos que essa é uma forma de amenizar o sofrimento e angústia de familiares de nossos pacientes e dos próprios pacientes que visivelmente melhoram o humor e bem estar após terem contato com seus familiares”, reitera o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.

No Complexo de Patos, essa missão cabe a psicóloga, Pryscilla Guedes, que todas as tardes, de segunda a sexta-feira tem essa missão de mediar os diálogos de pacientes com suas famílias. “Todos os dias realizo visitas nas UTI’s e enfermarias para identificação dos pacientes conscientes e orientados e que estejam em condições clínicas e psicológicas para a realização das videochamadas”, explica ela, lembrando que os pacientes que ficam nas Enfermarias têm autorização de ficar com o próprio celular e já se comunicam com os familiares. Os de UTI não podem ficar com os aparelhos, mas são contemplados com as videochamadas. “As ligações duram entre dois e cinco minutos, em média, e dependem muito da condição do paciente e do fluxo das conversas”, explica Pryscilla, lembrando que, em média, faz 15 ligações todos os dias.

Deputado Jeová Campos lamenta morte de João Henrique e destaca postura de convicção e coerência do parlamentar

A Assembléia Legislativa da Paraíba, lamentavelmente, teve mais uma baixa com a morte do deputado João Henrique, vítima de Covid, falecido nesta terça-feira (12). “Esse vírus é ingrato, covarde e desconhecido. João tinha um jeito próprio de ser, pensávamos diferente politicamente, mas ele tinha uma coisa que todo homem e mulher decente que passou pela ALPB deveria ter que era a palavra. Com ele era Sim ou Não. E em nome dessa convicção, dessa forma sincera e decente de ser, fica aqui o registro de minha admiração por ele”, disse hoje o deputado estadual Jeová Campos, ao lamentar a morte de seu colega de parlamento.

“Me solidarizo com a família de João, reforçando que sempre lembrarei dele pela sua postura e correção. Quando uma pessoa tem uma postura coerente com suas convicções e diz aqui dá certo ou aqui não dá, não tem duas palavras, deixa um legado de coragem, de ser decente, de não abrir mão de suas posições e assim sempre foi João e é assim que lembrarei dele”, reforçou o parlamentar cajazeirense.

Morte de adolescente por doença rara reitera importância da implantação do teste do pezinho ampliado na rede de saúde da PB

Conhecida como Doença do Beijo Salgado ou Mucoviscidose, a Fibrose Cística é uma doença genética, que pode ser diagnosticada pelo Teste do Pezinho. Ela atinge 1 a cada 10 mil nascidos vivos no Brasil e poderia ter sido diagnosticada precocemente no adolescente Pedro Lucas Lins Leite, de 14 anos, que faleceu nesta quinta-feira (17), no Hospital Universitário, em João Pessoa, por complicações da doença associada ao Covid-19, caso a Paraíba já tivesse, à época em que ele nasceu, o Teste do Pezinho Ampliado à disposição na rede pública de saúde. Coincidentemente, o adolescente é parente do deputado estadual Jeová Campos, autor da Lei 11.566/19 que disponibiliza o teste ampliado nas unidades da rede de saúde paraibana, em vigor há mais de um ano. O teste está em vias de ser implantado no Estado faltando, para isso, a conclusão da licitação das compras dos kits e insumos para realização dos exames.

“Por ironia do destino, acabo de perder um parente por complicações de uma doença que se tivesse sido diagnosticada precocemente poderia ter sido tratada a tempo de não comprometer a qualidade, nem o tempo de vida de meu primo”, lamentou o parlamentar que destinou este ano, exclusivamente, sua emenda impositiva no valor de R$ 1,2 milhão para ajudar na implantação do teste ampliado na Paraíba. “Fiz essa destinação porque acho importante que esse teste seja disponibilizado o mais rápido possível, dada a importância dele no futuro e na qualidade de vida das próximas gerações de paraibanos. Essa política preventiva para diagnosticar precocemente as doenças raras é fundamental para dar garantia de melhor qualidade de vida”, reitera Jeová, que se solidarizou com o luto da mãe, Maria Lúcia, e do pai do adolescente, Pedro Herculano.

Em entrevista publicada no site do Ministério da Educação (https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/fibrose-cistica-atinge-1-a-cada-10-mil-nascidos-vivos-no-brasil), a médica pneumologista pediatra, professora doutora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFG e supervisora do Programa de Residência em Pneumologia Pediátrica do HC-UFG/Ebserh, Lusmaia Damasceno Camargo Costa, explica que a Fibrose Cística é uma doença genética, rara e ainda sem cura. “Também chamada de Doença do Beijo Salgado ou Mucoviscidose devido ao fato de que o muco é viscoso, ou seja, as secreções do organismo são mais espessas do que o normal, dificultando a sua eliminação. Trata-se de uma doença de origem genética, transmitida de pais portadores para seus filhos. Não é uma doença contagiosa. Apesar de rara, no Brasil, a Fibrose Cística é uma das doenças raras mais comuns, atingindo 1 a cada 10 mil nascidos vivos no país. Com o desenvolvimento científico e a melhoria da assistência aos pacientes, a sobrevida vem aumentando a cada ano. Dados de registros internacionais apontam uma sobrevida média atual de cerca de 40 anos.

Ainda segunda a médica, a doença pode ser identificada a partir da suspeita clínica, pelos sinais de alarme, ou pelo Teste do Pezinho, ou ainda por ter um parente que tem a doença. “A partir da suspeita, é solicitado o Teste do Suor, que realiza o diagnóstico da doença, além do teste genético, que confirma e especifica qual o tipo de defeito genético (mutação) que a pessoa apresenta. Ressalto que o Teste do Pezinho ou Teste de Triagem Neonatal é fundamental e quanto mais cedo se detectar a doença e iniciar o tratamento, melhor será a qualidade de vida do paciente”, atesta a profissional de saúde.

Comissão de Desenvolvimento da ALPB se posiciona contra privatização da gestão das águas da Transposição

Durante reunião remota na última segunda-feira (14), a Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa deliberou que a Casa se colocará contra a privatização da gestão das águas do projeto de Transposição do Rio São Francisco como está propondo o governo Jair Bolsonaro. Aproveitando a decisão da Comissão, o deputado Jeová Campos propôs que a deliberação seja comunicada a bancada federal paraibana e as demais autoridades ligadas à questão de recursos hídricos do país, além da presidência da Câmara, do Senado e ao presidente Jair Bolsonaro.

“As águas da Transposição chegam para resolver um problema secular do setor setentrional do Nordeste e não tem sentido, a esse altura, depois de investimentos vultosos iniciados no governo Lula e depois no governo Dilma, já próximo da conclusão das obras, com o canal Caiçara-Engenheiro Ávidos, que a gente entregue à iniciativa privada a gestão das águas”, reforçou o parlamentar paraibano. Para Jeová, a água não pode ser tratada como uma mercadoria.

“Não podemos entregar a gestão das águas ao setor privado da economia, isso tem que ser gerido por uma política de Estado. A água não pode ser encarada como mercadoria, ela é um bem essencial, e um agricultor familiar não poderá fazer o seu roçado se tiver que pagar um valor alto pelo produto. Essa água terá que ser subsidiada e onde uma empresa privada irá subsidiar?”, questionou Jeová.

 “Vamos nos posicionar formalmente contra essa privatização, pois precisamos ter um olhar voltado para a melhoria da qualidade de vida dos nordestinos. Esse sempre foi o foco da Transposição e não pode ser desvirtuado”, finalizou Jeová.

 Deputado Jeová Campos é contra privatização da gestão das águas do projeto de transposição do São Francisco

ALPB aprova Projeto de Resolução que concede Medalha ao Padre Djacy Pereira Brasileiro

Os deputados paraibanos aprovaram, por unanimidade, na sessão remota desta quarta-feira (16), o Projeto de Resolução 211/2020, de autoria de Jeová Campos, que concede a Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim –Padre Rolim – ao Padre Djacy Pereira Brasileiro. A justificativa da proposta é que o Padre tem relevantes serviços prestados ao Estado da Paraíba, especialmente, na defesa dos mais humildes e na luta pela conclusão das obras do projeto de Transposição do Rio São Francisco. Foi dele a iniciativa de construir uma cruz de latas e depois acampar em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, visando chamando a atenção das autoridades constituídas, especialmente, do governo federal, para a extrema necessidade da execução do projeto de transposição para o povo nordestino.

A Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim –Padre Rolim, explica o parlamentar que também foi o autor do Projeto que criou essa honraria, é outorgada às personalidades que se destacarem nas áreas educacional e religiosa no Estado da Paraíba. “Pelos relevantes serviços prestados à Paraíba em face da sua atuação com princípios na área religiosa, abraçando diversas causas sociais, tendo em vista a dignidade da pessoa humana, pela luta que travou em favor do povo paraibano, especialmente os mais humildes, com destaque pela sua luta em prol da transposição de águas do Rio São Francisco, Padre Djacy é merecedor desta honraria”, argumentou Jeová, lembrando que o religioso foi membro efetivo do comitê pró-transposição.

Na justifica do PR, Jeová destaca que “no ano de 2007, com uma “cruz de latas” (que se tornou símbolo da luta por água), de aproximadamente dez metros de altura, Padre Djacy acampou em frente ao Palácio do Planalto e também percorreu diversas cidades da Paraíba, na sua luta pela água. No sertão, a sua maior preocupação foi com as vítimas da seca, seca esta que tanto castigou os sertanejos nos últimos oito anos”, destaca o texto.

“Por essas e outras contribuições, por justiça e mérito, como fruto de reconhecimento pelo incansável trabalho e, especialmente, pelas ousadas e vitoriosas lutas em favor da transposição de águas do Rio São Francisco, amparado em seu lema religioso: na fé, no amor e na luta, não temos dúvidas de que o homenageado, Padre Djacy Pereira Brasileiro, é possuidor de um vasto currículo e se habilita ao recebimento da Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim –Padre Rolim,outorgada pela Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba”, reitera o deputado autor da propositura. O Padre Djacy Pereira Brasileiro, atualmente, mora em João Pessoa, no Bairro dos Bancários, onde atua como vigário numa igreja no mesmo bairro.

 Padre Djacy quando levou sua cruz de latas para Brasília será homenageado pela ALPB

Jeová propõe Moção de Pesar pelo falecimento de Francisco Matias Rolim ocorrido nesta quarta-feira em Cajazeiras

“O homem que levou a universidade para Cajazeiras, que fez obras de esgotamento sanitário no município em 1976 e tantas outras ações importantes não será esquecido pelos seus conterrâneos. Chico Rolim será lembrado como um grande líder político do povo cajazeirense”, disse hoje (16), durante sessão remota da Assembléia Legislativa, o deputado Jeová Campos, ao lamentar a morte do ex-prefeito de Cajazeiras Francisco Matias Rolim, mais conhecido como Chico Rolim, que faleceu nesta quarta-feira, aos 98 anos, de causas naturais. O parlamentar propôs uma Moção de Pesar e se solidarizou com a família de Chico Rolim.

 

Outros deputados da região, a exemplo de Dra. Paula e Júnior Araújo, se acostaram a manifestação e iniciativa de Jeová e pediram para subscrever a Moção de Pesar, assim como também enalteceram a importância do ex-prefeito e político para Cajazeiras. Chico Rolim foi prefeito de Cajazeiras por mais de um mandato, no total ocupou o cargo por 11 anos. Ele também foi candidato a deputado federal, ficando na suplência, mas chegou a assumir o cargo por um período.

Jeová prôpos Moção de Pesar pelo falecimento de ex-prefeito de Cajazeiras

Lei do Teste do Pezinho ampliado na PB completa um ano e Jeová destina todo valor de sua Emenda Impositiva para ajudar na sua implantação

Cuidar do bem-estar dos paraibanos desde o nascimento e garantir-lhes uma melhor qualidade de vida. Essa é a proposta de Lei 11.566/19, de autoria do deputado Jeová Campos, e que institui o Teste do Pezinho Ampliado em toda rede pública de saúde no Estado. Nesta quarta-feira (10), a Lei completa um ano que está em vigor e, em breve, essa política pública de saúde preventiva estará à disposição dos bebês nascidos na rede pública, na forma de teste de triagem neonatal em sua modalidade ampliada. Para ajudar na implantação da Lei, o deputado destinou, exclusivamente, a sua Emenda Impositiva ao Orçamento do Governo, no valor de quase R$ 1,2 milhão, para a operacionalização do Teste Ampliado. “Essa é uma conquista da sociedade paraibana, do Governo do Estado e da ALPB, porque ela foi construída dentro da Assembléia, e ela é importantíssima, por isso meu empenho para ajudar a tornar realidade esse teste em nosso Estado”, disse Jeová.

O parlamentar autor da proposta lembra que o Teste Ampliado assegura o diagnóstico precoce de várias doenças que, atualmente, não são identificadas com o teste do pezinho usual, o que dificulta o tratamento e, em alguns casos, compromete a qualidade de vida das pessoas para o resto da vida. “A fenilcetonúria e outras aminoacidopatias, o hipotireoidismo congênito, a hiperplasia adrenal, a galactosemia, a deficiência de biotinidase, a toxoplasmose congênita, a deficiência de G6PD, a fibrose cística, a anemia falciforme e outras hemoglobinopatias e leucinose só são identificadas com esse teste ampliado. Os filhos de quem têm poder aquisitivo fazem o teste, mas, os pobres não conseguem arcar com esse custo. Nossa proposta dá as mesmas oportunidades que tem os filhos de ricos de identificar precocemente alguma doença a tempo de tratá-la”, reitera Jeová.

Segundo o deputado, que na semana passada, esteve reunido com o secretário Estadual de Saúde, Dr. Geraldo Medeiros e outros representantes do Lacen, o processo licitatório para aquisição dos kits e insumos para realização dos testes ampliados na rede pública está em fase adiantada e, em breve, o exame estará disponível. “Espero que esse processo seja concluído ainda esse ano para iniciarmos 2021 dando mais segurança aos futuros paraibanos”, destaca Jeová, lembrado que Paraíba será pioneira no Nordeste a implantar tal exame, seguindo outros estados que já estão realizando os testes, a exemplo de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul. “A Paraíba será o sexto estado do Brasil a implantar em sua rede pública o teste do pezinho ampliado e eu estou muito feliz por ter sido o autor desta Lei”, finalizou o parlamentar que é um dos deputados mais atuantes da Paraíba na atual legislatura.

Jeová Campos reúne equipe do gabinete para avaliar os dois primeiros anos do atual mandato e programar segundo biênio

No terceiro mandato de deputado estadual, Jeová Campos (PSB) se destaca como um dos parlamentares mais atuante da Casa de Epitácio Pessoa e deixa, juntando as três legislaturas, incluindo a que está em andamento, contribuições importantes ao povo paraibano, a exemplo da Lei que institui o teste ampliado do pezinho em recém-nascidos na Paraíba, de sua autoria. Também foi de Jeová a iniciativa de oportunizar aos pacientes internados com Covid em hospitais públicos do Estado as videochamadas para atenuar o sofrimento que a doença causa por conta do isolamento aos pacientes e seus familiares. A Lei foi publicada no Diário Oficial de hoje (04). E também foi o parlamentar quem primeiro identificou que não existia no projeto inicial da Transposição o Canal Caiçara-Engenheiro Ávidos, sem o qual as águas da Transposição não chegariam a Cajazeiras.

“Temos contribuições importantes na área de recursos hídricos, saúde, educação, agricultura familiar e em outras áreas também, além de uma produção muito boa de projetos e propostas, muitas das quais viraram leis importantes e acho importante que as pessoas conheçam essa produção até para usufruírem delas. Penso que dei nos meus dois mandatos anteriores e neste atual, que estamos na metade dele, uma importante contribuição ao parlamento paraibano e ainda faremos muita coisa até 2022”, destacou o deputado.

A lamentar somente o desgaste físico, emocional e também da limitação de sua voz que o impede, atualmente, de fazer grandes e eloqüentes discursos. “Todos sabem que tive um câncer na garganta, que graças a Deus foi curado, mas me deixou seqüelas que limitam meu timbre de voz e minha capacidade de expressão através de discursos, mas, sigo teimando e superando meus limites porque a missão que o povo paraibano me confiou eu vou honrar até o último dia desta legislatura”, reforçou ele.

Participaram da reunião o assessor jurídico do gabinete, Hugo Moreira, a chefe de gabinete, Luciana Mendes, o assessor Carlos Mello, o ativista cultural Buda Lyra, a advogada Tais Campos e a jornalista Eliane Sobral, assessora de imprensa do parlamentar, que ficaram com a missão de produzir um documentário institucional sobre o mandato, um informativo de balanço dos dois primeiros anos de atuação do parlamentar no atual mandato e ainda avaliar a possibilidade de lançar esses materiais em um encontro com a Imprensa paraibana.