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Asplan promove evento para debater sobre as variedades de cana-de-açúcar mais promissoras para o solo e clima da Paraíba
Os produtores da cana-de-açúcar da Paraíba terão uma nova oportunidade de debater sobre o comportamento e o manejo de variedades mais promissoras para plantio no estado. Isto porque, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), vai reunir especialistas daRIDESA/UFRPE, nesta quinta-feira (06), durante o 3° Encontro Técnico sobre esse tema. O evento, que acontece no auditório da sede da entidade, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, Centro, em João Pessoa, a partir das 8h30, é direcionado prioritariamente aos associados da Asplan, mas, é aberto ao público interessado e a inscrição pode ser feita, de forma gratuita, antes do início das palestras.
“Quem planta cana sabe que a variedade influencia, diretamente, na produtividade do canavial e que há tipos que melhor se adaptam ao nosso solo e clima, por isso a escolha do que será plantado é fundamental para uma boa produção e esses encontros buscam exatamente ajudar o produtor a fazer a escolha mais adequada”, explica o presidente da Asplan, Murilo Paraíso.
A programação do evento começa com a palestra “Censo Varietal e indicadores de safra’, que será proferida por Leonam José, da RIDESA/UFRPE. Em seguida, Paulo Rocha e Amaro Epifânio, da mesma instituição, falarão sobre “Resultados Experimentais e Variedades em Destaque”. A programação será encerrada com um debate com especialistas do setor, que vai contar com a participação do consultor, Benon Barreto, de Djalma Euzébio Neto, da UFRPE, do produtor Neto Siqueira e de Hugo Rodrigues, da usina Monte Alegre S/A.
O 3° Encontro sobre variedades de cana é uma ação do Departamento Técnico da Asplan (DETEC) que, mensalmente, promove eventos técnicos que abordam assuntos de interesse dos produtores canavieiros paraibanos. O coordenador do DETEC, Vamberto Rocha, ressalta a importância destes encontros. “São debates com especialistas que sempre trazem algo novo e informações importantes que ajudam o produtor a melhorar seus resultados”, finaliza Vamberto.
Asplan participa de café da manhã que debateu Programa RenovaBio em Brasília
O restaurante do SENAC, localizado no 10ª andar, do anexo 4, da Câmara dos Deputados, teve uma movimentação diferente nesta quarta-feira (28). Isto porque, o local foi o local escolhido para a realização de um café da manha, que reuniu políticos, empresários do setor sucroenergético, dirigentes de entidades ligadas ao setor produtivo, além de representantes quatro frentes parlamentares. Em pauta a apresentação do programa RenovaBio, que tem como objetivo expandir a produção de biocombustíveis, entre eles o etanol, o biodiesel, o biogás e o bioquerosene. O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, prestigiou o evento promovido pela Cãmara, em parceria com União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
O Renovabio, explica Murilo Paraíso, foi lançando no final de 2016 pelo governo federal, para garantir o cumprimento de um compromisso assumido na 21ª Conferência do Clima (COP21), em 2015, junto com outros países, com as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa. O Brasil se comprometeu a reduzir em 43% a emissão de gases, até 2030.
Ainda segundo Murilo, o Brasil só vai conseguir cumprir o que acordou se adotar uma política de estímulo a produção e consumo de biocombustíveis. “A emissão de gases é um assunto sério e que precisa ser encarado como prioridade não apenas pelo governo, mas, por toda a sociedade”, afirma Murilo, lembrando que a redução do uso dos combustíveis fosseis passa também pela mudança da mentalidade das pessoas. “Muitas vezes, é vantagem abastecer o carro flex com álcool, mas, se abastece com gasolina”, lembra ele.
Além de técnicos e representantes do governo federal, integrantes da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel, da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, da Frente Parlamentar Mista da Agropecuária e da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos falaram sobre o Renovabio e assuntos correlatos durante o café da manhã.
Redução da emissão de carbono passa pela adoção de combustíveis menos poluentes
“O Ethanol Summit foi um evento fantástico e super importante para o futuro do nosso país, pois o foco dos debates do evento foi a definição de estratégias para diminuir a emissão de carbono em meios de transporte, que representam 1/4 da emissão de gases de efeito estufa no mundo. E, nesse contexto, o etanol, que reduz em 90% as emissões se comparado com a gasolina, ocupa uma posição estratégica e coloca o Brasil em vantagem na questão da descarbonização, já que além de grandes produtores de cana-de-açúcar e etanol, temos um enorme potencial a ser explorado”. Foi desta forma que o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, avaliou o Ethanol Summit, que foi realizado em São Paulo, nos últimos dias 26 e 27.
Murilo que junto com o presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, participou do evento, destaca a importância do setor sucroenergético nacional. “Nós respondemos por 2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e empregamos mais de 1 milhão de pessoas”, lembra Murilo. Para ele, o programa RenovaBio, que busca diminuir emissões no setor de transporte tende a valorizar os biocombustíveis, que são menos poluentes e renováveis. “Como diz o adágio popular, o Brasil ‘tem a faca e o queijo’ basta, apenas, ter políticas que valorizem o setor e que estimulem o investimento na produção dos biocombustíveis. A implementação do RenovaBio não é somente boa para o país, porque ela terá reflexos em todo o planeta”, finaliza Murilo, enaltecendo as atividades do Ethanol Summit.
Agenda do presidente da Asplan inclui importantes eventos em São Paulo e Brasília na próxima semana
Entre os dias 26 e 28 de junho, o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, tem importantes compromissos. O primeiro deles acontece em São Paulo, na segunda e terça-feira. Trata-se do Ethanol Summit, um dos principais eventos do mundo voltado para as energias renováveis, particularmente, o etanol e os produtos derivados da cana-de-açúcar. Na quarta-feira (28), o dirigente canavieiro estará em Brasília, onde participa, na Câmara dos Deputados, de um café da manhã promovido pela Frente Parlamentar Mista do Biodiesel e a Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, dentro do programa RenovaBio.
“Serão eventos importantes e que interessam a toda a cadeia produtiva, onde se debaterá temas relevantes do setor sucroenergético” destaca Murilo, lembrando que no Ethanol Summit, além das palestras, acontecerá apresentações, discussões e debates em grandes plenárias, painéis temáticos, além de eventos paralelos. O Ethanol Summit é organizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), que lançou o evento em 2007 e o realiza a cada dois anos.
O presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, também confirmou participação nos eventos de São Paulo e Brasília.
Asplan confirma presença em evento do Renovabio
Na próxima quarta-feira, dia 28, em Brasília, o programa RenovaBio, lançado pelo Ministério de Minas e Energia e aprovado pelo Conselho Nacional de Política Energética no início deste mês, será tema de café da manhã promovido pela Frente Parlamentar Mista do Biodiesel e a Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, com apoio da Frente Parlamentar Mista da Agropecuária e da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos. O evento, que acontece na Câmara dos Deputados, vai reunir além de parlamentares, lideranças do setor produtivo e de biocombustíveis. Os presidentes da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), respectivamente, Alexandre Lima e Murilo Paraíso já confirmaram presença no evento.
A partir do tema “RENOVABIO: eficiência energética e descarbonização”, o evento tem o objetivo de debater as contribuições que os combustíveis renováveis podem oferecer à matriz energética nacional, promovendo desenvolvimento econômico e ajudando o país a cumprir as metas estabelecidas no Acordo de Paris sobre o Clima.
“A regulamentação do Renovabio é muito importante para o país, pois, a partir daí toda a cadeia produtiva ficará mais fortalecida, tendo o produtor mais segurança para investir na produção e a indústria mais respaldo para produzir etanol, que é uma matriz energética 100% nacional, não poluente, renovável e que tem um papel fundamental para que o país cumpra as metas de redução de emissão de carbono da atmosfera, como assumiu no Acordo de Paris”, destaca Murilo Paraíso.
Brasil será primeiro país do mundo a iniciar a produção de cana-de-açúcar transgênica
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) decidiu, recentemente, baseada em estudos sobre a produção de cana-de-açúcar transgênica, liberar comercialmente a produção da matéria-prima geneticamente modificada. A decisão coloca o país na vanguarda da produção deste tipo de cana que não oferece riscos e ainda é resistente à pragas.
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, comemorou a notícia, lembrando que ela abre novas perspectivas para o setor produtivo. “Além de mais resistente, a cana modificada geneticamente tem maior produtividade e também mais qualidade o que proporcionará um ganho em vários aspectos. Essa tecnologia, sem dúvida, será importante para o futuro do Brasil”, destaca Murilo.
O pedido de liberação foi feito pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), que desenvolveu uma variedade da planta resistente à broca do colmo, praga comum nos canaviais do centro-sul do país. O CTC protocolou em 27 de dezembro de 2015 o pedido de liberação comercial que motivou uma audiência pública realizada em outubro passado, em Brasília. A CTNBio é uma instância colegiada multidisciplinar ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Sua finalidade é prestar apoio técnico-consultivo e assessoramento ao governo federal para formular, atualizar e implementar a Política Nacional de Biossegurança. Agora, a liberação da cana de açúcar segue para registro e avaliação do Ministério da Agricultura.
Projeto que facilita acesso do produtor rural ao crédito é aprovado pelo Senado
Em sessão do último dia 14, o plenário do Senado aprovou o Projeto de Lei N° 212/15, originário da Câmara, que autoriza o proprietário de imóvel rural a submeter a área total ou fração de seu imóvel ao regime de afetação e instituir a Célula Imobiliária Rural (CIR). Isto significa que o produtor rural poderá separar uma parte do seu imóvel para dar como garantia ao pedir um empréstimo. Desta forma, o produtor não compromete toda a propriedade e separa uma fração que tenha valor equivalente ao da negociação.
O PL de autoria do deputado Roberto Balestra (PP), que teve a relatoria do senador Ronaldo Caiado (DEM), tem o objetivo de ampliar e tornar mais simples e ágil o acesso do produtor rural ao crédito. Após aprovação no Senado, o texto volta à Câmara dos Deputados, já que foi alterado por emendas do relator.
Para o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, com esse PL amplia-se as possibilidades de acesso ao crédito. “Tudo o que venha para facilitar o acesso do produtor a linha de crédito é bem-vinda e esse PL, de fato, torna mais simples o acesso aos recursos, já que o produtor terá a maleabilidade de poder fracionar ou mesmo instituir a Célula Imobiliária Rural de todo o seu imóvel e dar como garantia do empréstimo”, argumenta Murilo.
O PL, no entanto, também prevê que ficará sujeito à condenação, por crime de estelionato, o produtor rural que mentir sobre a área do imóvel rural ou suas características, instalações e acessórios, lançados como patrimônio de afetação. A mesma punição será aplicada a quem omitir, na CIR, que o bem está sujeito a outro ônus ou responsabilidade de qualquer espécie, inclusive de natureza fiscal e ambiental.
Fonte: Agência Senado
Produtor tem até dezembro para realizar seu CAR
O prazo já foi prorrogado e mesmo assim muitos produtores ainda não concluíram o seu registro no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O prazo final para a inscrição de imóveis, que não será mais prorrogado, é 31 de dezembro. O alerta é feito pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), entidade que congrega cerca de 1.800 associados, entre pequenos, médios e grandes produtores.
O CAR, lembra o presidente da Asplan, Murilo Paraíso, é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais e consiste numa base de dados estratégica para o controle, o monitoramento e o combate ao desmatamento das florestas e da vegetação nativa do Brasil. Colabora também para o planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.
Esse cadastro, segundo Murilo, também é importante porque é pré-requisito para que o produtor tenha acesso ao crédito rural e a subsídios. Ele também é uma exigência para o acesso à emissão das Cotas de Reserva Ambiental e aos benefícios previstos nos Programas de Regularização Ambiental (PRA) e de Apoio e Incentivo à Preservação e Recuperação do Meio Ambiente. “Sem a regularização, o produtor além de não ter acesso a crédito, fica com uma série de restrições”, alerta o dirigente da Asplan.
A inscrição no CAR pode ser feita junto ao órgão ambiental estadual, que no caso da Paraíba é a SUDEMA, ou municipal competente, que disponibilizará na internet programa destinado ao cadastro. O associado da Asplan conta com um suporte permanente no Departamento Técnico (DETEC), com profissionais que orientam o produtor como proceder para fazer o registro do CAR, “É importante que não se deixe para fazer o CAR de última hora, porque há uma série de exigências e documentos que precisam ser cumpridas”, finaliza Murilo, fazendo um alerta especial para os produtores associados.
Avaliações comprovam eficácia do Humitec WG no aumento da produção de cana-de-açúcar na Paraíba
Dados foram apresentados durante evento técnico na Asplan, nesta quirta-feira (01)
Os resultados de avaliações em três propriedades da Paraíba comprovaram a eficácia e eficiência do Humitec WG no aumento da produtividade da cana-de-açúcar. Em uma das fazendas, o incremento de produção chegou a 24 toneladas por hectare. Essa e outras informações sobre o produto da Tradecorp, revendido com exclusividade na Paraíba pela Agronil, de Mamanguape, foram apresentadas durante palestra técnica do professor Gilson Moura Filho, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), e do representante técnico da Tradecorp, Jadson Cardoso, para os produtores de cana da Paraíba. O evento, organizado pela Agronil, com apoio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), foi realizado nesta quinta-feira (01).
O vice-presidente da Asplan, Raimundo Nonato, abriu o evento, dando as boas-vindas aos produtores canavieiros, ressaltando a importância do acesso às informações que ajudem o produtor a melhorar seus resultados. Em seguida, o professor Gilson começou sua apresentação com uma abordagem sobre as características dos solos paraibanos, com ênfase aos do litoral onde o plantio de cana se dá com mais frequência. “Os solos daqui são arenosos, de baixa fertilidade e de retenção de água, de forma que é necessário repor nutrientes para se ter uma boa produção”, disse ele. Depois, o professor concentrou sua explanação sobre a importância da matéria orgânica e dos ácidos húmicos e fúlvicos no solo. “Os ácidos em questão estimulam o desenvolvimento da raiz, aumentam a retenção de nutrientes e melhoram a absorção da água”, reiterou ele, lembrando que o Humitec WG tem altas concentrações de ácidos húmicos e fúlvicos.
Os dados de eficácia do Humitec WG, em propriedades da Paraíba, foram apresentados pelo representante técnico comercial da Tradecorp, Jadson Cardoso. As fazendas avaliadas foram a Zumbi, localizada no município de Capim. Nesta propriedade, a produtividade por hectare, no primeiro ano de avaliação, teve um incremento de 12 toneladas. No segundo ano, foram mais de 5,5 e, no terceiro ano, mais 2,5 toneladas, perfazendo um aumento de produtividade de 20 toneladas por hectare, em apenas três anos. A fazenda Tirol, em Rio Tinto, também comprovou a eficácia do Humitec WG quando saltou, apenas no primeiro ano de uso do produto, para mais 24 toneladas por hectare. A avaliação na Fazenda Nossa Senhora da Conceição, localizada em Itapororoca, mostrou que o uso do Humitec WG deu um incremento de produtividade de 12 toneladas por hectare.
O Humitec WG, que é apresentado sob a forma de grânulos solúveis, lembra o coordenador do Departamento Técnico da Asplan, Vamberto Rocha, melhora as características físicas, químicas e biológicas do solo, aumentando a produção e, consequentemente, a rentabilidade do produtor. O produtor e fornecedor de cana, Celso Morais, dono da fazenda de Itapororoca, disse que está muito satisfeito com o retorno de seu investimento no produto. “Ao compararmos uma área que fez uso do produto com outra que não teve a aplicação, a diferença do plantio é nítida”, disse ele.
Ao final da palestra, foi aberto espaço para perguntas sobre eventuais dúvidas a respeito da aplicação do Humitec. O evento foi encerrado com um almoço oferecido pelos diretores da Agronil, Rose e Nilton Cavalcanti, no salão de festas da Asplan.
Plantadores vão conhecer importância de produto que melhora a disponibilidade dos nutrientes do solo
O Humitec, um produto desenvolvido para ser um corretor húmico natural e que aumenta a superfície de retenção dos adubos solúveis, será tema do próximo encontro técnico promovido pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). A palestra “A importância do uso de Humitec WG no manejo de produção de cana-de-açúcar da Paraíba” será proferida pelo professor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Gilson Moura, nesta quinta-feira (01), no auditório da Associação, a partir das 9h.
Obtido a partir da Leonardita Americana e apresentado sob a forma de grânulos solúveis (WG), o produto melhora as características físicas, químicas e biológicas do solo. O Humitec já vem sendo utilizado em 65 países e em diversas culturas.
A palestra é uma ação do Departamento Técnico da Asplan (DETEC) que, periodicamente, realiza encontros com temas que são importantes para o produtor associado. As palestras do DETEC são, prioritariamente, direcionadas aos produtores canavieiros, mas aberta ao público interessado. O auditório da Asplan fica no térreo do prédio sede da entidade, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, Centro, em João Pessoa.
Segundo o Coordenador do Departamento Técnico, Vamberto de Freitas Rocha este produto visa uma melhoria na produtividade dos canaviais, portanto, resulta num maior lucro para o produto final.