Asplan

Sicredi apresenta proposta de crédito rural para fornecedores de cana

Taxas acessíveis e sem burocracia. Esse é o desejo de todo e qualquer produtor que quer investir no campo. Para isso, fornecedores de cana ligados à Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) reuniram-se na manhã desta sexta-feira (17), no auditório da entidade, para conhecer as propostas da Sicredi Evolução. Entre as modalidades que variam entre crédito comercial, consórcio, cartões, seguros de crédito, destacou-se a de CPR- Cédula de Produto Rural, que é um título que pode ser emitido por produtores rurais e por cooperativas de produção.

O crédito rural do Sicredi, segundo os gerentes Tomás Pontin e Claudemir Ferreira, tem opções para custeio e aquisição de insumos para fornecedores e cooperativas. “Essa é uma excelente oportunidade de crédito para o fornecedor da Paraíba. É muito atrativa. Inclusive já foram liberadas propostas para duas unidades industriais aqui”, destacou Claudemir Ferreira, acrescentando que a carta-fiança é uma das opções sem burocracia da instituição e que duas usinas que possuem propostas liberadas e através dela os fornecedores também poderão avançar.

Na ocasião, o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, frisou que as melhores taxas para o agronegócio os produtores tem encontrado no Banco do Nordeste, porém, a instituição tem elevada burocracia, o que limita muito o acesso aos recursos. “É a grande menina dos olhos do produtor, só que é uma instituição engessada em sua burocracia e isso só vai mudar quando existir uma política pública em Brasília destinada a alavancar a produção no país. Então, precisamos de parceiros de verdade para que possamos ser sócios, já que temos cooperativas já de sucesso em nossa região”, comentou o dirigente.

Asplan e o Sicredi já possuem parceria de mais de cinco anos. Agora é tentar firmar parcerias no âmbito da cooperativa da Asplan, a Coasplan, ou seja, de cooperativa para cooperativa. “O sentido é sermos sócios da cooperativa”, arrematou o presidente da Asplan, apostando que venha pela frente mais modelos interessantes de solução em crédito para o fornecedor através da Coasplan e do Sicredi.

Produtores canavieiros da PB podem receber cerca de R$ 10 milhões em ação coletiva contra cobrança inexigível do Salário Educação

A ação coletiva movida por produtores canavieiros paraibanos contra a União, que questiona a cobrança indevida referente ao Salário Educação de produtores rurais sobre pessoa física, está em fase de liquidação de sentença e até 2021 os autores da ação saberão o valor dos cálculos de quanto receberão. Essa boa notícia foi dada nesta sexta-feira (17), durante reunião na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), pelo advogado, Jeferson da Rocha, da Felisberto Córdova Advogados, que é o escritório que acompanha a ação em vários locais, inclusive na Paraíba. “Nós estamos trabalhando desde 2009 nesta ação do Salário Educação, que foi a primeira ação coletiva ajuizada no Nordeste e que, apesar de todos os percalços de lentidão na Justiça, hoje está em fase de liquidação de sentença e deve devolver aos produtores paraibanos entre R$ 10 e 8 milhões”, reiterou o advogado.

Segundo Jeferson da Rocha, a Fazenda Nacional deve seguir na Paraíba, o exemplo de Alagoas, Pernambuco e Sergipe, onde já foi firmada uma conciliação. “É a Fazenda quem apresenta os cálculos e ai não há discussão sobre os valores, porque são montantes que a própria Receita já apresenta”, esclareceu o advogado, adiantando que em Alagoas já foram devolvidos mais de R$ 15 milhões em precatórios. Em Pernambuco, a estimativa segundo o advogado é que seja em torno de R$ 10 a 15 milhões também. “Aqui na Paraíba, a ação é muito boa, pois pegamos um período de indébito muito bom, e estimamos que entre R$ 10 e 8 milhões serão devolvidos aos produtores a título de cobrança indevida do salário educação que vai retornar para quem de direito”, afirmou ele.

O advogado reforçou que o produtor pessoa física não é devedor deste tributo que é cobrado ilegalmente, há muito tempo e destacou que a ação que foi iniciada em 2009, buscou o indébito dos cinco anos anteriores e até hoje. “Essa é uma tese tributária que, felizmente, não é constitucional, por isso não foi para o STF e foi julgada no STJ, já com precedentes e, em 2010, já consolidada, portanto, não há mais discussão em cima deste tema”, destacou Dr. Jeferson.

De acordo com ele, o problema é apenas o tempo do andamento do Poder Judiciário. “Infelizmente, há locais onde a Justiça é mais rápida e noutros mais lentas e aqui, na Paraíba, nós tivemos uma dificuldade maior com a lentidão da Vara Federal de João Pessoa. Mas, estamos aqui na fase final de conciliação e apresentação de cálculos, e, em 2021, não passará deste ano, a apresentação dos cálculos para que vocês saibam quanto terão a receber”, disse o advogado, lembrando que isso quer dizer, na prática, dinheiro na mão. “Isto porque, hoje o crédito de precatórios pode ser comercializado e muitos produtores tem vendido seus créditos para antecipar o valor, com deságio de até 20%. Há ainda a possibilidade de compensação de tributos federais que também é interessante”, explicou ele.

O presidente da Asplan, José Inácio Morais, lembrou que a Asplan está formando outro grupo para ingressar na Justiça contra essa cobrança indevida do Salário Educação. “De 2009 para cá, outros associados se integraram à nossa entidade e queremos que esse grupo tenha o mesmo direito dos que já estão pleiteando a reparação da cobrança indevida”, afirmou José Inácio, lembrando a importância do órgão de classe na defesa dos direitos de seus associados. “Nada se consegue sem a representação de uma entidade forte e sem unidade não teremos forças”, finalizou o dirigente canavieiro que tem tido seu nome lembrando para disputar um cargo eletivo nas eleições de 2022. A ação coletiva na Paraíba foi movida por 1.554 associados da Asplan e a nova ação a ser proposta deve reunir 688 associados que, à época da primeira ação ainda não faziam parte da Associação. Segundo Dr. Jeferson esse novo grupo pode aproveitar a interrupção do prazo prescricional numa ação coletiva ajuizada pelo Sindicato de Pernambuco. “Esse é um fato novo para que nós possamos buscar um indébito igual ao da primeira ação. Dos últimos cinco anos é certo que dá, mas queremos retroagir, nesta nova ação, até 2004/2005”, finalizou Dr. Jeferson.

O advogado da Asplan, Lindomar Soares, que acompanha a ação em nível local, adianta que o entendimento para julgar indevida a cobrança está respaldado no fato de que a atividade do empregador rural não se enquadra no conceito de empresa para fins de incidência da contribuição ao salário educação na Constituição Federal. “A cobrança de pessoa física é, portanto, inexigível”, esclareceu Lindomar. A tributação do Salário Educação está prevista na Lei 9.424/96.

Presidente da Asplan é homenageado em evento online pelo Grupo de Estudos Sucroenergético da UFPB do Campus de Areia

Como grande admirador e profundo conhecedor do universo canavieiro, o produtor, agrônomo, ex-secretário executivo de Estado da Agricultura e presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), José Inácio de Morais, sempre foi uma fonte de inspiração seja para quem cultiva, seja para quem simplesmente estuda esse setor, em seus diversos aspectos. Não apenas por esses motivos, mas também por ser um acervo vivo sobre o agronegócio paraibano e um grande incentivador e entusiasta da cultura canavieira. Nesta quarta-feira (15), por tudo o que representa para o segmento produtivo, José Inácio foi homenageado pela comunidade científica, mais especificamente pelo Centro de Ciências Agrárias – CCA da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Campus de Areia, e pelo Grupo de Estudos Sucroenergético (GESUCRO), durante a realização remota do III Dia de Campo sobre Cana-de-Açúcar.

Convidado a participar do evento online, José Inácio, que também foi aluno egresso do CCA da UFPB, foi recebido pelo coordenador do curso de Ciências Agrárias da UFPB, Fabio Mielezrski, e pela presidente da GESUCRO, Mayara Alves. Na ocasião, o dirigente da Asplan enalteceu a parceria com a UFPB, defendeu a cana-de-açúcar como pilar da economia paraibana, onde gera cerca de 30 mil empregos diretos durante a entressafra e 40 mil em épocas de safra, e como principal matéria para o uso do combustível limpo. Ele também falou dos ganhos que a permissão de venda direta do etanol aos postos de combustíveis (Medida Provisória publicada nesta segunda-feira, 13) vai trazer para o mercado, falou de cooperativismo e do sucesso de iniciativas em Pernambuco e ainda da potencialidade para a agricultura da Paraíba que além de cana, sua principal cultura, é rica em outros cultivares.

Sobre a MP, que é um dos assuntos mais atuais, José Inácio explicou que ela foi um pleito antigo da Feplana – Federação dos Plantadores de Cana do Brasil, apoiado pela Asplan, e que tem o objetivo de não apenas baratear o preço do combustível nas bombas, como favorecer a cadeia produtiva do etanol no país e contribuir para o meio ambiente. “Se observarmos, ao longo do ano tem vários meses que o etanol ganha na bomba de combustível para o consumidor. A ideia do carro flex foi essa: sempre dar opções. Então o governo precisa editar medidas que favoreçam essa ideia”, comentou o presidente da Asplan, frisando que a MP vem para beneficiar inclusive o consumidor. “Você vende o etanol, coloca na carreta, às vezes ela vai para Suape, para a revenda dos postos Ipiranga, por exemplo, e volta para a comercialização no município de origem criando onerações desnecessárias”, explicou ele, destacando que daqui a 30 anos ninguém mais falará em combustíveis fósseis.

José Inácio, com seu distinto conhecimento do agronegócio, também enalteceu a parceria da Asplan com a UFPB, citou o nome de diversos professores e pesquisadores da cana-de-açúcar que tem dado um apoio muito importante aos produtores locais e ao estudo da cultura canavieira. Ele citou a transposição das águas do São Francisco e a necessidade da UFPB “chegar junto” para pesquisa de potenciais culturas. “Se os estados se unirem para gerenciar a chegada dessa água, teremos cerca de 16 mil hectares de terra irrigáveis. Dessas, quatro mil é de cana, mas é preciso ver a aptidão da região para outras culturas”, disse ele, complementando que a UFPB será uma grande aliada nisso, como tem sido para o setor sucroalcooleiro. José Inácio lembrou ainda que defende o cultivo concomitante de outras culturas junto à cana-de-açúcar. “Nos não defendemos a monocultura. Quem pensa assim se engana com o setor”, frisou o presidente da Asplan.

Sobre a Homenagem do CCA

Ao final de sua participação na live, José Inácio, que participou do evento da sede da Asplan, recebeu uma comenda enviada à Associação pelos organizadores do III Dia de Campo sobre Cana-de-Açúcar. A presidente do GESUCRO, Mayara Alves, explicou que o gesto simbolizava todo o agradecimento do setor acadêmico ao apoio e dedicação de José Inácio à UFPB. “Pelo apoio e contribuição também para o setor da Paraíba e no Nordeste”, comentou a dirigente, sendo seguida pelo coordenador do curso de Ciências Agrárias da UFPB, Fabio Mielezrski. José Inácio agradeceu a homenagem e disse estar de portas abertas sempre para boas parcerias. “Tenho muito orgulho de ter feito meu curso de Agronomia na UFPB, em Areia, e fico extremamente feliz com esse gesto. Muito obrigada e estou sempre à disposição de alunos, professores e quem quiser acrescentar conhecimento no setor canavieiro. Sou um apaixonado pelo campo, meu filho Inacinho seguiu meus passos e meu neto, também deverá seguir, já que mesmo pequeno ele gosta de terra, de trator e de cana”, finalizou José Inácio.

Modelos de crédito da Sicredi serão apresentados aos produtores de cana-de-açúcar da Paraíba durante evento na Asplan

 Quem não gostaria de ter um parceiro para o seu negócio com atendimento personalizado e de uma instituição que conhece a realidade do campo, suas dificuldades e vantagens? Pois essa é a proposta do Sicredi que será apresentada ao produtor canavieiro paraibano, nesta sexta-feira (17), às 11h, durante evento na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa. Na oportunidade, os produtores conhecerão os novos gerentes agrícolas da instituição financeira cooperativa de João Pessoa e as novidades que a cooperativa dispõe de modelos de crédito “desenhados”, exclusivamente, para atender às necessidades do agronegócio local.

         De acordo com diretor comercial da Cooperativa dos Associados da Asplan – Coasplan, Thiago Queiroz, embora o Sicredi já atue apresentando as vantagens do Cooperativismo de Crédito ofertadas para o agronegócio, nas modalidades de Custeio, Investimentos, Comercialização e Industrialização, os novos gerentes Tomás Pontin, Claudemir Ferreira e Wellington Ferreira, trazem consigo a expertise que faltava ao agronegócio na Paraíba. “Eles já desenvolveram estudos e trabalhos com cooperativas em outros estados e tem muito a nos mostrar”, comentou Thiago.

         Segundo Thiago, os representantes do Sicredi apresentarão as linhas de crédito disponíveis para o produtor, principalmente, no que se refere à compra de insumos. “A instituição tem financiamento de crédito em conta com 14 meses para pagar na compra de insumos, crédito com carta-finança e outras opções de crédito que chagam a 300 modelos de financiamento”, lembra Thiago, destacando que a parceria da Coasplan e o Sicredi vem desde a fundação da cooperativa, há um ano, mas os produtores de cana pessoa física já conhecem e confiam na instituição há muito tempo.

“O Sicredi é sólido e está no mercado há mais de 100 anos. Além disso, são milhões de associados no país, muitos na Paraíba, e queremos com esse evento de sexta-feira estreitar, ainda mais, as relações de nossos associados com o Sicredi porque nosso interesse é buscar parcerias que favoreçam os produtores sejam eles com o Sicredi, com o Banco do Brasil, com o Bradesco ou com qualquer outra instituição que possa fomentar o desenvolvimento e crescimento do setor”, reiterou o presidente da Asplan,  José Inácio de Morais, convidando os associados a participarem deste evento nesta sexta-feira (17).

Thiago Queiroz, diretor comercial da Coasplan fala da importância do apoio do Sicredi

Cobrança inexigível do Salário Educação sobre pessoa física será tema de reunião na Asplan

Uma ação coletiva movida por produtores canavieiros contra a União que questiona a cobrança indevida referente ao Salário Educação de produtores rurais sobre pessoa física, com decisões judiciais já favoráveis em outros Estados, será tema de debate na próxima sexta-feira (17), na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). O evento, que vai contar com a participação do advogado, Jeferson da Rocha, da Felisberto Córdova Advogados, que acompanha a ação em vários locais, inclusive na Paraíba, também tem o objetivo de incluir no processo outros produtores que na época ainda não eram associados à entidade canavieira. O advogado José Lindomar Soares Júnior que acompanha a ação na Paraíba também estará presente. O encontro acontecerá às 10h, no auditório da Asplan, na Rua Rodrigues de Aquino, 630.

O advogado da Asplan, Lindomar Soares destacou que esses novos produtores devem se informar sobre a ação impetrada pela Asplan para que possam dispor da exclusão do pagamento do Salário Educação sobre suas folhas de pagamento. O tema já tem decisão da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que compreendeu a inexigibilidade do tributo de 2,5% do INSS referente à comercialização da matéria-prima junto às usinas para o produtor pessoa física.

“O entendimento é de que a atividade do empregador rural não se enquadra no conceito de empresa para fins de incidência da contribuição ao salário educação na Constituição Federal. A cobrança de pessoa física é, portanto, inexigível”, esclareceu o advogado. A tributação do Salário Educação está prevista na Lei 9.424/96.

Diretoria, associados e funcionários da Asplan se juntam a milhares de brasileiros para referendar apoio ao país e a Bolsonaro neste Dia 7

“Foi lindo de se ver, um verdadeiro ato de patriotismo e de apoio a um presidente que defende o Brasil e, mais que isso, fomos às ruas e num imenso grito nacional dissemos que a força do povo é e sempre será soberana”. Foi desta forma que o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais avaliou o movimento das manifestações do Dia da Independência, neste sete de Setembro, em todo o país. José Inácio lembrou ainda que na capital paraibana também houve mobilizações significativas. Na sede da Asplan, em João Pessoa, por exemplo, diretores, associados e funcionários, antes de se juntarem a outros patriotas na Praça da Independência e depois seguirem para o Busto de Tamandaré, houve hasteamento de bandeira com o Hino Nacional e inflamados discursos em defesa da soberania nacional.

“Temos obrigação cívica de ir às ruas hoje e mostrar de que lado estamos e o que defendemos. O Brasil não pode retroceder”, disse José Inácio, em discurso na sede da Asplan, durante cerimônia cívica de hasteamento de bandeiras que aconteceu no estacionamento externo da Asplan. Ele lembrou que o STF não pode continuar a julgar e prender cidadãos da maneira que bem entender, reforçando a fala do presidente Bolsonaro, que também externou a sua indignação com essa conduta. “Que Deus continue abençoando nosso país e todos os brasileiros, nos livrando de regimes ditatoriais e pseudo socialistas. Viva a família, a honestidade, os valores morais e essa nação de homens e mulheres fortes”, reforçou o dirigente canavieiro, lembrando que o país continue sempre andando para frente.

O vice-presidente da entidade, Raimundo Nonato, que estava acompanhado da esposa Glória e do filho Neto Siqueira, também diretor da Associação, reforçou o discurso de José Inácio. “Estamos atravessando um momento muito delicado em nosso país e estamos muito felizes em participar deste momento aqui, pois, estamos unidos e demonstrando um grande patriotismo. Estamos aqui com as nossas famílias, com símbolos da bandeira nacional, demonstrando o grande amor a esse país e a preocupação com o futuro de nossos filhos e netos”, disse Nonato, lembrando que os valores que são fundamentais precisam ser defendidos e essa defesa passa, obrigatoriamente, pelo apoio ao atual governo que muito tem feito pelo nosso país, especialmente, para o agronegócio”, disse Nonato, lembrando a celebre frase reiteradamente usada por Bolsonaro: “O Brasil acima de todos e Deus acima de tudo”!

O diretor tesoureiro da Asplan, Oscar Gouveia, mesmo se reestabelecendo de um tratamento de saúde fez questão de participar do ato cívico na sede da entidade. “Essa demonstração de patriotismo é muito importante e deve servir de exemplo para outras categorias”, disse Oscar, lembrando que é preciso lutar não contra o STF mas, contra os membros do STF que estão tendo um comportamento atípico. “Vou me resguardar de ir para as ruas priorizando minha saúde, mas, não poderia deixar de vir aqui, prestar meu irrestrito apoio a esse ato patriótico e necessário para que tenhamos um país melhor e parabenizar nosso presidente por essa iniciativa de reunir todos nós aqui” disse ele. A gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira, falou em nome dos funcionários. “Estamos aqui com muita alegria, pois compactuamos dos mesmos pensamentos e defendemos nosso país, nossa família, nossos empregos e nossa soberania” disse ela.

O hasteamento da bandeira do Brasil foi feita de forma conjunta pelo presidente e vice-presidente da Asplan, respectivamente, José Inácio e Raimundo Nonato, e na intenção do país e de todos os brasileiros. Após a solenidade no prédio sede da entidade, todos rumaram para a Praça da Independência, quando se juntaram a outros patriotas e seguiram para o Busto de Tamandaré onde houve a concentração e discursos do ato pró-Bolsonaro em João Pessoa. “Foi um evento grandioso, à altura do que nosso país merece. Somos brasileiros e temos que ter orgulho disso”, finalizou José Inácio.

Além da capital paraibana e cidades do interior do estado, outros locais realizaram manifestações similares, com destaque para Brasília e São Paulo, com a participação do presidente Bolsonaro, que fez eloquentes discursos, além de Rio de Janeiro, Recife e outras capitais brasileiras.

Asplan enaltece importância dos produtores e dos paraibanos participarem do ato cívico deste 07 de Setembro

“Mostrar ser patriota, vestir uma camisa amarela e portar uma bandeira do Brasil e ir às ruas neste 07 de Setembro, feriado do Dia da Independência é, sobretudo, demonstrar que se ama esse país, que se defende valores que são importantíssimos, como a família e a sociedade, e é também uma forma dos brasileiros mostrem que apoiam esse governo e que estão do lado do presidente Bolsonaro que muito tem feito para moralizar esse país e recolocá-lo no caminho do desenvolvimento”, disse hoje (06), o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro, que representa cerca de 1.800 produtores paraibanos, destaca que a entidade vai prestigiar os atos cívicos deste feriado nacional, através da participação de seus associados, em atividades em João Pessoa e em outras cidades do interior paraibano.

Antes de se juntarem, por volta das 12h, a outros patriotas na Praça da Independência, local definido como a concentração dos manifestantes, a diretoria e associados da Asplan prepararam uma solenidade na sede da entidade, no Centro de João Pessoa. Lá, às 10h, no estacionamento, haverá o hasteamento da bandeira ao som do Hino Nacional. Após esse ato cívico, todos seguirão em comboio até a Praça da Independência para, em seguida, seguirem rumo ao Busto de Tamandaré, em Tambaú, onde haverá a concentração dos atos pró Brasil e Bolsonaro na capital paraibana.

“Nós não vamos perturbar a ordem pública, não vamos infringir normas, não vamos bloquear ruas, não vamos promover baderna, não vamos invadir prédios públicos, nem muito menos dilapidar patrimônio, nos vamos às ruas neste dia 07, Dia da Independência do Brasil, de forma organizada e pacífica, reiterar nosso apoio ao presidente Bolsonaro, nossa confiança neste governo e, acima de tudo, defender o nosso país”, finalizou José Inácio, reforçando o convite para os associados da Asplan participem do ato cívico desta terça-feira.

DETEC da Asplan se reúne com representantes da Yara para conhecer programa que aumenta rentabilidade e desempenho da lavoura

Aumentar a rentabilidade dos produtores e melhorar a sustentabilidade agrícola. Essa é a proposta do Digital Farming, um programa de Sistema de Recomendações da Yara Fertilizantes que agora estará à disposição dos canavieiros da Paraíba. E nesta quinta-feira (02), representantes da empresa, que é líder em nutrição de plantas, se reuniram com a equipe do Departamento Técnico da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), para divulgar as vantagens de uso desta tecnologia. A reunião aconteceu na sede da Associação, em João Pessoa, e contou com a participação do diretor técnico do DETEC, Neto Siqueira.

“A Yara possui esse software que foi desenvolvido pela empresa e que realiza a recomendação de adubação e calagem, com base na análise de solo de cada produtor e que alinha as necessidades nutricionais de cada área, com todo o portfólio da Yara, relacionando também com os diferentes estágios da cultura que no nosso caso é a cana, mas, pode ser qualquer outra”, explica Neto.

O diretor do DETEC lembra ainda que para ter acesso às vantagens desta tecnologia disponibilizada pela Yara, o produtor trará uma amostra de seu solo para ser analisada por um laboratório parceiro do DETEC/ASPLAN e, em seguida, receberá uma recomendação genérica do Departamento recomendando as doses dos nutrientes e receberá também essa recomendação da Yara, onde ela fará a sugestão com base no seu portfólio. “Com essas observações, o produtor ficará livre para escolher se compra da Yara ou de outra empresa fornecedora, mas, terá um indicativo muito bom de como proceder para melhorar sua produtividade”, reitera Neto Siqueira, lembrando que essa análise fica a cargo da Asplan e não da Yara.

O agrônomo da Asplan, Luis Augusto, destaca ainda a vantagem de que o software da Yara foi criado utiĺizando uma ampla base de dados e diversos experimentos, além de trabalhos de campo e científicos realizados em cada região produtora do país, nas mais diversas culturas. “Esse universo de informações cruzadas, dá ao produtor uma excelente coordenada de como investir em nutrientes, tirando deles a maior vantagem possível”, afirma Luis.

O representante da Yara, Eduardo Saldanha, reforça que o principal objetivo do Sistema de Recomendações da Yara é fornecer, por meio da interpretação de resultados de análise de solo, indicações muito exatas do estado da fertilidade do solo, e a partir daí, poder recomendar um programa de adubação muito mais assertivo, no que diz respeito a suprir as necessidades nutricionais da cultura, tanto em macro, quanto micronutrientes. “Tudo isso, aliado ao fato de uso de fertilizantes e dados de alta performance, tanto de fertilizantes sólidos, quanto fertilizantes foliares ou bioestimulantes”, reforçou Saldanha, lembrado que para ter acesso ao sistema, o produtor precisa vir através da Asplan.

Produtores terão ponto de recolhimento itinerante em Pedras de Fogo para realizarem a logística reversa de embalagens de agrotóxicos

O descarte incorreto de embalagens de agrotóxicos pode prejudicar a saúde dos seres humanos e também acarretar em contaminação de solo, mananciais e rios. Daí porque a logística reversa, que assegura a destinação correta para as embalagens de agrotóxicos, ser uma ação importante para a proteção das pessoas e do meio ambiente.  No próximo dia 09 de Setembro, das 8h às 16h, os produtores rurais de cidades próximas a Pedras de Fogo, no litoral Sul da Paraíba, terão à disposição um ponto de coleta para entrega das embalagens vazias de agrotóxicos. O local de recolhimento será no antigo Posto Fiscal, na entrada de Pedras de Fogo.

            A ação, denominada Recolhimento Itinerante, conta com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP),e com a parceria de outras entidades, a exemplo da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN) e da Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE).

O objetivo da ação, explica o engenheiro agrônomo e coordenador do Departamento Técnico da Asplan, Luís Augusto, é facilitar e estimular o recolhimento dos recipientes, em atendimento ao que determina à Lei federal nº 9.974 de junho de 2000, que dispõe sobre a logística reversa de embalagens de agrotóxicos.  “O descarte correto das embalagens é obrigatório e a disposição de um posto de coleta, como esse que será montado em Pedras de Fogo, facilita esse descarte”, diz Luis, lembrando que tudo o que for  arrecadado será destinado a uma unidade de recolhimento da ARPAN.  Ele lembra ainda que é necessário realizar a tríplice lavagem antes de encaminhar as embalagens para o posto de coleta.

           O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que a Associação bem como os produtores canavieiros estão comprometidos não só em cumprir a Lei, mas em preservar o meio ambiente. “Todos sabem que não podemos queimar, enterrar, nem jogar em lixo comum essas embalagens. Isso é contra a lei, pode contaminar o meio ambiente e prejudicar a saúde das pessoas”, disse José Inácio, lembrando que a legislação que regula essa questão das embalagens de agrotóxicos só permite que o produtor guarde recipientes vazios até um ano. “Depois disso, é preciso que ele faça a logística reversa e essa ação do próximo dia 09 acontece justamente com esse propósito de ajudar o produtor a descartar corretamente as embalagens”, finaliza o dirigente canavieiro, convidando os produtores, especialmente, os produtores de cana-de-açúcar a prestigiar a ação em Pedras de Fogo.

 A logistica reversa de embalagens usadas é muito importante para proteção da vida e do  meio ambiente

Representantes das Forças de Segurança Pública se reúnem com produtores para debater combate à criminalidade na zona rural

O aumento no número de assaltos e roubos na zona rural tem preocupado tanto as forças de segurança pública, quanto os produtores rurais e industriais cujas plantas estão fora do perímetro urbano. E na tentativa de unir forças e tornar ainda mais efetivas às ações de combate ao crime no perímetro rural está se formando uma força tarefa, a partir de uma parceria público/privada, que aglutina as atribuições de inteligência e combate da Secretaria de Segurança Pública, das Polícias Militar e Civil e de outras instituições que integram as forças de segurança da Paraíba, juntamente com a vivência experiências e troca de informações da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), do Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool na Paraíba (Sindalcool) e outras entidade ligada ao agronegócio local.

Na manhã desta terça-feira (31), o secretário de Segurança Pública da Paraíba, Jean Nunes, acompanhado de comandantes da Polícia Militar e de dirigentes da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros, se reuniu com produtores de cana e industriais para definirem uma pauta de trabalho conjunto com o objetivo de reduzir a criminalidade, com ênfase, no entorno de propriedades rurais localizadas em Alhandra, Pedras de Fogo, Mamanguape e Santa Rita, municípios onde, ultimamente e historicamente, há maior registro de ocorrências. Como primeira ação efetiva neste sentido, foram formados grupos de trabalho, por regiões geográficas, sob a coordenação dos comandos locais. “A gente irá fornecer as informações e as forças de segurança pública traçarão os planos de ação e combate”, explica o presidente da Asplan, José Inácio. A implantação de sistemas de vídeo monitoramento, via rádio, nos pontos mais críticos, é outra solução que deverá ser implantada neste esforço conjunto. A iniciativa privada entraria com os investimentos para instalação dos sistemas que serão operados pelas Forças de Segurança.

Segundo o secretário, a ideia é somar esforços e formar uma rede protetiva de apoio com o objetivo de inibir as ocorrências e reduzir a criminalidade na zona rural. “Nós não corremos do problema, pois somos a solução nesta questão de combate a criminalidade, que ganha um reforço significativo quando há uma contribuição efetiva, como agora, da sociedade civil, no sentido de municiar as forças de segurança com informações que possam ajudar nossa inteligência a ser ainda mais resolutiva e nos apoiar em outras ações”, disse o secretário, reiterando que “quando a polícia é acionada, ela resolve”. Jean Nunes reforçou ainda a necessidade do registro oficial das ocorrências que é o que baliza e norteia as ações policiais.

José Inácio, presidente da Asplan, entidade que primeiro manifestou o desejo de buscar soluções conjuntas para a problemática dos crimes e aumento da violência na zona rural, falou da importância de contar com as forças de segurança pública no reestabelecimento da tranquilidade do homem do campo. “O medo tomou conta da gente, mas não podemos cruzar os braços e temos que buscar o apoio das forças de segurança para resolver esse problema, até porque isso é uma prerrogativa exclusiva da polícia, e é isso que estamos fazendo aqui. Discutindo formas de ajuda mútua para que possamos reestabelecer a tranquilidade no meio rural”, reiterou José Inácio.

A produtora canavieira, Simone Rangel, reforçou a importância de ações mais efetivas da polícia no segmento rural e lamentou a benevolência da legislação com criminosos. “Enquanto a polícia prende, a justiça solta. Nós não podemos viver a mercê da bandidagem, somos trabalhadores e trabalhamos duramente. Ser produtor não é fácil e ainda ter que lidar com essa situação de violência no campo é terrível, mas confiamos nas forças de segurança e estamos aqui na tentativa de unir esforços para termos mais assertividade e pro atividade nesta questão do combate à criminalidade”, disse ela.

O coronel da PM, Anderson Benevides, também presente ao encontro, destacou a importância desta união de forças entre o poder público e a iniciativa privada. “Quando a rede de contatos entre a polícia e a sociedade, neste caso, os produtores rurais e industriais, acontece de forma mais efetiva e colaborativa, a rede protetiva se fortalece e se expande”, destacou ele. A mesma referência foi feita pelo Delegado Geral da Polícia Civil, André Rabelo. “O Estado precisa da iniciativa privada e vice-versa e a união de forças só tende a fortalecer as ações de combate à criminalidade”, destacou ele.

O coronel Paiva Neto, comandante do Corpo de Bombeiros da Paraíba, destacou a importância da colaboração dos produtores na questão do combate as queimadas criminosas. “Quando começamos a trabalhar de forma conjunta, a partir das informações dos produtores, tivemos mais assertividade no combate aos incêndios criminosos, isso vale também em relação à questão dos assaltos e roubos, pois é também a partir dos relatos e das informações passadas, que a gente age de forma mais direcionada”, afirmou ele, lembrando que isso vale também no combate aos roubos de transformadores, fios e outros equipamentos na zona rural.

O representante das indústrias sucroenergéticas paraibanas, Gilvan Cavalcanti, diretor da Miriri, destacou que é preciso reforçar as ações de segurança pública para dar mais tranquilidade à comunidade que atua nas indústrias sucroenergéticas locais. “Nós, por exemplo, representamos um contingente de cerca de 1.700 trabalhadores, de cerca de seis mil pessoas, que habitam uns cinco municípios e precisamos ter mais tranquilidade para trabalhar e transitar. Penso que ao aproximarmos nossas ações e unirmos nossas forças, principalmente, usando a inteligência, combateremos de forma mais efetiva a violência e a criminalidade no campo”, reforçou Gilvan.

O diretor técnico da Asplan, Neto Siqueira, alertou para pontos críticos de acontecimento de assaltos no entorno da bacia hidrográfica. (Gramame, Mumbaba e Mamuaba), lembrando que e necessário que as forças de segurança tenham atenção especial, principalmente, de 5ª a domingo, quando acontece maior fluxo de pessoas naquela localidade para os banhos. O vice-presidente da Asplan, Raimundo Nonato, externou sua felicidade de, pela primeira vez na história da Paraíba, a Asplan estar recebendo tantas autoridades de Segurança Pública, de uma só vez. “Estou muito feliz de identificar aqui representantes do poder público compromissados com a sociedade civil e dispostos a cumprirem seu papel de combate à criminalidade”, disse Nonato, que externou ainda a esperança de voltar a ter tranquilidade de permanecer em sua propriedade. “Hoje, não tenho mais coragem de ficar em minha propriedade, infelizmente”, disse ele.