Asplan
Ação que corre à revelia de municípios pode prejudicar mais de 1200 propriedades e empreendimentos no Conde, Alhandra e Pitimbu
Uma ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Federal, em 2022, e que tramita na Justiça Federal da Paraíba e obriga a FUNAI a realizar, na Paraíba a demarcação de terras indígenas nos municípios de Conde, Alhandra e Pitimbu, caso seja julgada procedente, vai impactar e prejudicar diretamente 1283 propriedades rurais, empreendimentos e comércios nestas localidades do Litoral Sul da Paraíba. O alerta é dado pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e pela Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa). Na semana passada, durante reunião na sede da Asplan, esse assunto foi debatido com representantes dos municípios envolvidos na ação.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, abriu a reunião reiterando que a Associação não é contra a demarcação de terras daquilo que é legítimo dos povos indígenas. “Porém, neste processo específico, há muitas falhas e do jeito que ele está sendo proposto, comércios, propriedades produtivas e empreendimentos serão bastante prejudicados, ou seja, se ele avançar da forma como estão propondo, o Conde, Alhandra e Pitimbu perderão muito com isso”, afirmou o dirigente canavieiro.
A advogada da Faepa, Martha Melquíades, explica que, atualmente, o processo está desmembrado em duas partes, sendo uma que obriga a demarcação de terras em áreas que hoje são ocupadas por vários empreendimentos, a exemplo de fábricas, hotéis, comércios, e mais de 14 km de área do litoral de Jacumã. “Isso afetará vários empreendimentos, vários produtores, inclusive, assentamentos que existem há mais de 40 anos, promovendo um verdadeiro retrocesso econômico e social nestas localidades”, afirma ela.
Ainda segundo a advogada, o processo afeta inúmeros produtores, de várias culturas nestas três localidades. “Em Pitimbu, por exemplo, são 427 propriedades atingidas, de alguma forma, por essa ação. No Conde, são mais 373 e em Alhandra, outras 483 propriedades serão afetadas diretamente com esses processos”, destaca a advogada. Além disso, segundo Martha, corre outro processo derivado deste original que quer obrigar a Sudema de não mais emitir licença ambiental nestes três municípios enquanto não cessar essa discussão sobre essa demarcação.
Ela chama atenção para outro agravante que é o fato desse processo está tramitando sem a participação dos municípios em questão, dos proprietários, dos posseiros, dos produtores rurais, de toda a sociedade local, afetando o direito de propriedade de muitas pessoas.
O Município de Alhandra, por exemplo, que se fez representar na reunião da Asplan através do Procurador, Márcio Cabral, tomou conhecimento das duas ações através de informações da Asplan e não da Justiça. “A Procuradoria de Alhandra acessou os autos virtuais destas duas ações e constatou que o Município não é réu em nenhuma das demandas e que nunca foi citado ou intimado para contestar ou participar de nenhuma audiência de conciliação ou mediação”, afirma o Procurador.
Ainda segundo Márcio Cabral, diante de tamanha falta de publicidade, o Município está protocolando junto à FUNAI uma petição baseada na Lei de Acesso à Informação para ter acesso aos autos do processo administrativo na íntegra. “Se houver real interesse atinente ao município de Alhandra, este irá se habilitar para exercer o contraditório e ampla defesa, como manda o art. 5º LV da Constituição. Os demais passos dependerão do teor do processo administrativo cujo conteúdo ainda é desconhecido para nós”, afirmou o Procurador de Alhandra.
“Nós queremos que o processo seja justo e legítimo, que seja respeitado o direito dos povos originários, mas, que também se respeite o direito de propriedade de todos aqueles que adquiriram suas terras legalmente, ergueram nelas benfeitorias, seguiram o rito legal de aquisição dos locais onde trabalham e produzem, que geram empregos e vivem nestas localidades produzindo, e ao mesmo tempo respeitando o Marco Legal. O que não pode acontecer é as autoridades atropelar tudo isso, ignorar o retrocesso que pode acontecer nestas localidades e simplesmente decidir desapropriar as terras sem levar em consideração questões de suma importância”, ponderou José Inácio.
A Asplan e a Faepa formaram um grupo de trabalho para acompanhar as ações e os advogados destas entidades estão à disposição dos seus associados para tirarem dúvidas sobre essa questão. “Nosso corpo jurídico está atento a esse processo, estamos mobilizado os agentes públicos que possam nos ajudar e vamos pleitear uma audiência com o governador João Azevêdo, pois como chefe do executivo ele deve ter conhecimento da gravidade desta situação que afetará com grandes proporções a economia e desenvolvimento do litoral Sul da Paraíba”, finalizou José Inácio.


Asplan lembra importância do Abril Verde e destaca cultura de prevenção de acidentes que a entidade adotou em seu dia a dia
Entre 2012 e 2022, foram comunicados 6,7 milhões acidentes de trabalho, com 25,5 mil mortes no Brasil. Os dados são do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, desenvolvido no âmbito da Iniciativa SmartLab de Trabalho Decente, coordenada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pelo Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para o Brasil. E esses números contabilizam apenas casos em empregos formais, ou seja, ainda há uma subnotificação em relação aos acidentes. E, nos mês que se celebra a cultura da prevenção com o Abril Verde, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) é um bom exemplo de como essa questão é encarada com seriedade, cuidado, profissionalismo e de forma preventiva.
Para o Médico do Trabalho da Asplan, Dr. Tarcísio Campos, os dados demonstram a relevância do tema e da campanha Abril Verde que reforça a necessidade de um esforço conjunto de empregadores e empregados para que haja um ambiente cada vez mais seguro. “É fundamental que possamos viver em uma sociedade em que predomine a cultura da prevenção e o movimento Abril Verde é vital porque ele busca, justamente, criar e fortalecer essa cultura de prevenção nos ambientes de trabalho”, destaca o médico que atua tanto na sede da Associação, em João Pessoa, como nas fazendas dos associados da entidade canavieira.
O Engenheiro de Segurança do Trabalho da Asplan, Alfredo Nogueira Neto, reforça que essa campanha do Ministério do Trabalho é muito importante, pois ela visa a prevenção e não a correção depois que o acidente acontece. “Vale salientar que tanto empregador, quanto empregado têm que ter a consciência da prevenção. O empregador, por exemplo, quando compra um EPI e faz um treinamento, quando faz um exame complementar, uma avaliação de ruído ou vibração, ele está investindo na empresa e não gastando. E nós, da Segurança do Trabalho, somos os interlocutores de todo esse processo onde atuamos nesta interlocução da empresa e seus funcionários para que as ações sejam realizadas em conformidade com as normativas de Segurança do Trabalho”, reitera Alfredo. Ele lembra que a Asplan vem fazendo isso já há muito tempo com seus associados, mantendo uma equipe completa com Médico do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Técnico de Segurança do Trabalho à disposição de todos os associados e colaboradores da associação.
Já o Técnico de Segurança do Trabalho da Asplan, Natanael Leal, destaca que o Abril Verde, este ano, está completando dez anos e que a divulgação de ações voltadas a Saúde e Segurança do Trabalho, no âmbito de todas as atividades laborais, é de suma importância. “Nestes dez anos de existência do Abril Verde, a Asplan através do seu Serviço Especializado em Saúde e Segurança no Trabalho Rural – SESTER – esteve presente com suas ações voltadas para a Segurança e Higiene nas frentes de trabalho, levando a conscientização e a prevenção de acidentes na área canavieira, junto aos seus fornecedores associados, fazendo visitas técnicas, elaborando programas de Segurança e Saúde, levando palestras às frentes de trabalho sobre a conscientização da importância do uso dos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual e todas essas ações são fatores que reforçam a preocupação da entidade com a Saúde, Segurança e Higiene dos colaboradores do setor da cana-de-açúcar paraibano”, reforça Natanael.
O Médico do Trabalho explica ainda que dentro deste processo de valorizar a cultura de segurança e saúde no ambiente laboral alguns itens são fundamentais. “A proteção dos trabalhadores, do respeito ao período de descanso que é importante física e mentalmente, seguir o que todas as normas reguladoras determinam, especialmente, no caso do segmento canavieiro, as Normas Reguladoras NRs 7, 4, 31 são exemplos de ações que minimizam riscos, atuam preventivamente e reduzem acidentes”, diz Dr. Tarcísio.
Para o médico, o papel dos empregadores na promoção da saúde e segurança dos trabalhadores é fundamental para garantir a segurança do trabalhador, com investimento em EPIs, promovendo o bem estar e estimulando o autocuidado. “Mas, os trabalhadores também têm que cumprir as normas de segurança, usar os EPIs, estar atentos aos riscos, participar de treinamentos, obedecer as normas de segurança do trabalho adotando práticas seguras durante sua jornada de trabalho, além de fazer os exames anuais e ter um acompanhamento sobre sua saúde”, reitera Dr. Tarcísio, lembrando que isso é um caminho de mão dupla, onde empregados e empregadores se dão as mãos para um mesmo propósito. “Investir em segurança não é um custo a mais para a empresa, é um investimento que preserva a empresa e seus colaboradores e na Asplan esses cuidados fazem parte da cultura da Associação há muito tempo”, finalizou o médico.






I Bioconferênciacana reúne interessados na sustentabilidade do setor sucroenergético e produção de insumos biológicos
Uma verdadeira imersão no mundo dos produtos biológicos na cultura da cana-de-açúcar. Isso é o que prometem os responsáveis pela realização da I Bioconferênciacana, que acontece no próximo dia 11 de abril, no auditório do SESC Guadalupe, em Sirinhaém (PE), das 8h as 17h30. A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) é um das co-patrocinadoras do evento que reunirá estudantes, profissionais, produtores rurais canavieiros e interessados no debate de questões importantes sobre a sustentabilidade do setor sucroenergético com ênfase na contribuição dos produtos biológicos.
“A produção de cana-de-açúcar, assim como a de outras culturas agrícolas, enfrenta grandes desafios impostos pelo mundo moderno. É consenso entre os diversos atores da sociedade que a produção desta importante cultura seja sustentável e, para isto, deve ter como base pilares importantes, tais como: a viabilidade econômica, a promoção social e a sustentabilidade ambiental. E os produtos biológicos sem sombra de dúvidas, estão contribuindo e contribuirão cada dia mais para a sustentabilidade do setor sucroenergético”, afirma o coordenador técnico da Bioconferência, Willams Oliveira, lembrando que o evento foi idealizado e preparado para ser uma verdadeira imersão no fantástico mundo dos biológicos na cultura da cana-de-açúcar.
O presidente da Asplan, José Inácio, destaca a importância do evento, lembrando que a Associação paraibana já desenvolve um trabalho de produção de insumos biológicos há mais de duas décadas. “A sustentabilidade do setor sucroenergético passa também pela produção e consumo de produtos biológicos e a Asplan já tem bastante conhecimento e prática neste aspecto porque produzimos insumos biológicos na Estação de Camaratuba há mais de 20 anos”, afirma o dirigente canavieiro. José Inácio lembra ainda que esse debate além de salutar é necessário. “O debate da sustentabilidade é mundial e nosso setor tem muito a agregar neste sentido”, reitera ele.
Como co-patrocinadora do evento, a Asplan terá direito a 20 participações gratuitas para associados na I Bioconferênciacana. E as inscrições já podem ser feitas através do telefone 3241-6424, com Andréa. Os primeiros 20 inscritos na Asplan não precisarão pagar pela participação que custa R$ 240,00 para profissionais e público em geral e R$ 120,00 que corresponde a meia entrada social e também para inscrição de estudantes. As inscrições podem ser feitas através do link https://www.even3.com.br/bioconferenciacana/.
“Nos últimos anos, os estudos desenhados por diversas consultorias e orgãos públicos mostram que a utilização de produtos biológicos no Brasil aumentou e continuará aumentando. Este cenário não é diferente para a cultura da cana-de-açúcar, onde tradicionalmente já são utilizadas ferramentas do manejo biológico há muito tempo. Porém, diante de tantas tecnologias ofertadas, é importante cada dia mais, que todos os envolvidos nesta cadeia produtiva possam aprofundar os seus conhecimentos e essa Biocoferência será, sem dúvida, um espaço muito rico neste sentido”, destaca o diretor de Departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira.


União Europeia flexibiliza regras ambientais mas quer impor às nossas exportações regras de antidesmatamento critica presidente da Asplan
Os países da União Europeia (UE) aprovaram nesta terça-feira (26), em Bruxelas, a flexibilização das normas ambientais exigidas a agricultores do bloco. A Comissão Europeia, braço executivo do bloco, propôs eliminar completamente a obrigação de deixar pelo menos 4% das terras produtivas em pousio ou áreas não produtivas. Esta medida seria substituída por uma simples “diversificação” e a manutenção de pastos permanentes seria consideravelmente flexibilizada. Além disso, terras com menos de 10 hectares estariam isentas da fiscalização associada às normas ambientais. As normas da Política Agrícola Comum (PAC) que estão sendo flexibilizadas estavam em vigor desde 2023. A reforma da PAC foi aprovada quase sem alterações pelos ministros da Agricultura e agora será enviada ao Parlamento Europeu.
O presidente da Associação dos plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, disse que a proposta da Comissão Europeia em relação a flexibilização das regras ambientais é, no mínimo, um contrasenso frente às exigências da União Europeia em relação as exportações brasileiras. “Temos aqui no Brasil regras ambientais muito rígidas e mesmo assim essa mesma União Europeia, que agora flexibiliza suas regras ambientais, quer impor barreiras comerciais usando, inapropriadamente, a bandeira do desmatamento. Logo nós que temos que preservar de 20% a 80%. Parece até uma piada de mau gosto isso”, destacou o dirigente canavieiro.
No twitter, a ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina, também se manifestou sobre o assunto, lembrando que o presidente da França, Emmanuel Macron, maior defensor desta ‘hipocrisia europeia’, segundo ela, que impõe barreira comercial, transvestida de exigências ambientais, está no Brasil e se encontrará com o presidente Lula, mas que esse assunto não consta na pauta oficial do encontro dos dois chefes de estado. “Essa mesma União Europeia que não reconhece o Código Florestal Brasileiro, que exige preservação de 20% a 80% das propriedades rurais brasileiras, contra 4% de lá, quer impor regras próprias de antidesmatamento para nós. Ou seja, faça o que eu digo, não o que faço”, twitou ela.
Fonte: Exame.com e Twitter

Expectativa é que façam uma proposta equilibrada e justa para os produtores afirma presidente da Asplan sobre pagamento de CBios
Desde que foi implantado o Renovabio, há cinco anos, as indústrias sucroalcooleiras do Brasil recebem créditos de carbono (CBios) e, durante todo este período, o programa deixou de fora os produtores de matéria-prima que são justamente o elo da cadeia produtiva que mais resgata carbono no campo, gerando uma distorção que o Projeto de Lei 3.149 pretende reparar. Essa semana, em Brasília, as negociações entre produtores e usinas avançaram no sentido de se chegar a um consenso que contemple formalmente os produtores no recebimento deste crédito. Tanto que o PL que iria ser votado na Comissão de Minas e Energia da Câmara, nesta quarta-feira (20), foi retirado de pauta para posterior apreciação, se necessário.
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio, esteve essa semana em Brasília, junto com diretores da Associação, onde participou de várias reuniões e voltou otimista. “As usinas já aceitam colocar em lei o nosso direito de participar do Renovabio e ter acesso ao pagamento dos Cbios, o que já é um avanço, falta agora acordar o percentual a que teremos direito”, afirma ele, lembrando que algumas usinas já pagam um percentual de 60% no Nordeste e algumas em São Paulo chegam a pagar 63% informalmente, já que não há legislação que regule esse pagamento em vigor.
Ainda segundo José Inácio, o PL que iria ser votado nesta quarta-feira (20), foi retirado de pauta por causa de um possível acordo com os industriais que está em curso. “A retirada da pauta foi aprovada em assembleia na Feplana e foi estabelecido um prazo de 15 dias para essa negociação avançar. Caso contrário, o PL segue com a votação na comissão, mas esperamos que haja um entendimento entre as partes”, afirma José Inácio, lembrando que essas negociações têm tido um apoio importante e direto do senador paraibano Efraim Filho, autor do PL 3.149, quando era deputado federal, e também do relator da matéria, deputado Benes Leocádio.
Além de José Inácio participaram das atividades em Brasília o primeiro e segundo vice-presidentes da Asplan, Pedro Neto, que é também presidente da UNIDA, e Raimundo Nonato, respectivamente, além do diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira. Na mesa de negociação que aconteceu reunindo produtores e industriais estiveram ainda presentes representantes da Feplana, CNA e UNICA.





Asplan presenteia senador Efraim no dia de seu aniversário com desenho feito por um artista adolescente autista de João Pessoa
Neste dia 18 de março, o senador paraibano Efraim Filho, comemorou mais um aniversário. E, certamente, ele deve ter recebido muitos presentes, mas, um em especial deve ter lhe chamado atenção: um desenho que reproduz seu rosto. Mas, não se trata de um desenho qualquer. Esse, em especial, foi feito por um garoto paraibano autista de 12 anos que, desde um ano de idade começou a revelar o seu talento artístico. Trata-se de Gleydiandersson Macedo Mendes Oliveira. O presente foi encomendado pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e entregue ao senador paraibano, em Brasília, pelo presidente da Associação, José Inácio que estava acompanhado do primeiro e segundo vice-presidentes da entidade, respectivamente, Pedro Neto e Raimundo Nonato e ainda pelo Diretor Técnico do DETEC, Neto Siqueira, nesta segunda-feira (18).
“A gente tem uma relação muito próxima com o senador Efraim Filho que é um político que tem uma atuação voltada para as questões do campo e em defesa do setor produtivo e que também é nosso amigo e queríamos presenteá-lo com algo que fosse marcante e enquanto estávamos pensando surgiu a ideia de aproveitar o talento deste garoto paraibano e ao mesmo tempo divulgar um trabalho tão bonito feito por ele, mas, ainda desconhecido”, afirma José Inácio
O senador ficou agradecido com a homenagem. “Gostei muito, fiquei lisonjeado com esse presente e externo aqui minha gratidão a todos que fazem a Asplan, a todos os amigos que tenho na Asplan, que fazem um belíssimo trabalho junto aos associados, incluindo, esse trabalho social e porque não dizer também a Paraíba, representando um setor muito importante na cadeia produtiva do estado”, disse Efraim Filho.
Segundo a Gerente Administrativa da Asplan, Kiony Vieira, cujo esposo, Antônio descobriu o trabalho de Gleydiandersson, o presente de Efraim foi o pontapé inicial para ajudar a divulgar os desenhos e pinturas do adolescente artista e com isso conseguir ajudá-lo a expandir seu talento. “Ele é um menino muito talentoso, mas, extremamente humilde e que se não tiver ajuda para desenvolver esse talento nato, dado por Deus, terá muita dificuldade para continuar desenhando e pintando”, afirma ela, lembrando que tanto a mesa, quanto a cadeira que ele usa para desenhar são inapropriadas e bastante velhas (a cadeira está inclusive quebrada) e também há pouco material de trabalho porque sua mãe, Cedilma Macedo Silva, tem apenas um benefício do INSS para mantê-los.
“A ideia de retratar Efraim no desenho e presenteá-lo com esse quadro também foi a forma que achamos de chamar atenção de um político influente que pode não só projetar esse trabalho para muito mais pessoas, como pensar em formas de ajudar a criar, por exemplo, um centro cultural para pessoas autistas onde elas possam desenvolver seus dons e habilidades e talentos artísticos”, reitera Kiony, complementando que a Asplan também pensa em realizar uma exposição com os desenhos e pinturas de Gleydiandersson em um dos próximos eventos promovidos pela entidade em sua sede, em João Pessoa. A doação de uma mesa e cadeira para o artista mirim também já está garantida pela entidade.






Asplan participa do Dia de Campo da Tecmaq Agro na usina Caeté em Alagoas
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) prestigiou o Dia de Campo da Tecmaq, realizado na sede da usina Caeté, em São Miguel dos Campos (AL), no último dia 15. Na ocasião foi apresentada a nova colhedora de cana Austoft 4010 Maxx. O agrônomo da Associação, Luis Augusto representou a entidade no evento que reuniu convidados, profissionais do setor e produtores de cana de Alagoas e outros estados do Nordeste.
“Foi muito interessante, pois tivemos a oportunidade de conhecer essa nova colheitadeira, a Case 4010 Maxx, e ver in loco o desempenho desta máquina que chega com melhorias em relação ao modelo anterior, o A4000 que foi fabricada no Brasil até 2013”, afirma Luis. Segundo ele, a nova colheitadeira traz melhorias relacionadas à limpeza da cana, possui auto reverso no sistema de limpeza do radiador, com maior potência de motor, o que permitindo colher a cana com uma produtividade maior, inclusive acima de 100 t/há.
“A máquina anterior não colhia em áreas acima de 80 t/ha.
e esse novo modelo se mostra mais eficiente e se encaixa perfeitamente nas áreas dos fornecedores de cana, porque é uma máquina menor, mais simples de operação, mais fácil de manobrabilidade, colhe no espaçamento simples, inclusive com 1,0 m que a grande maioria possui”, acrescenta Luis.
Segundo informações do fabricante, a colheitadeira 4010 Maxx, colhe em média 300 toneladas de cana por dia, variando em função de diversos fatores. “No meu ponto de vista, a máquina atende as necessidades dos fornecedores por tudo o que foi dito anteriormente e vem para somar e preencher uma lacuna muito grande existente na falta de mão de obra que vem afetando o nosso planejamento e encarecendo os nossos custos, passando a ser um problema crucial na atividade hoje aqui no Nordeste”, finalizou Luis.





Asplan participa do maior evento sobre controle biológico para cana-de-açúcar do NE com o case da produção de insumos em Camaratuba
O maior evento sobre controle biológico de pragas na cana-de-açúcar no Nordeste, o 2º Tecnobio Cana NE aconteceu em Maceió (AL), no dia 14 de março e teve expressiva participação da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), com a palestra do biólogo da Estação de Camaratuba, Roberto Balbino, sobre ‘Manejo da broca da cana com parasitoide”. A Estação mantida pela entidade paraibana que produz Cotesia flavipes (vespas), que combate a broca-comum (Diatraea spp) e o Metarhizium anisopliae (fungos), que combate a cigarrinha da Folha (Mahanarva posticata).
Na minha apresentação, destaca Roberto, eu mostrei nossos cases de sucesso utilizando a Cotesia flavipes e utilizado outros parasitoides. “Eu apresentei toda a nossa tecnologia na produção de insumos biológicos para o Nordeste, principalmente em plantações da Paraíba e Rio Grande do Norte, com metodologia de avaliações, com posicionamento de produto de controle da broca da cana, os estudos, os levantamentos pré e pós-aquisição dos produtos biológicos, mostrando todas as condições de manejo próprias para a região Nordeste e também como a Asplan vem realizando os trabalhos no campo e em campo”, afirmou o biólogo.
Na ocasião, Roberto abordou ainda o importante apoio que a Asplan vem dando a pesquisa de insumos biológicos e investindo na Estação de Camaratuba. “Esse trabalho de manejo com insumos biológicos exige uma equipe preparada, estudos constantes, avaliações frequentes e o apoio que a diretoria e presidência da Associação vem dando a essa atividade tem sido fundamental para o sucesso deste trabalho”, reiterou Roberto.
Os controladores biológicos produzidos na Estação mantida pela Asplan são distribuídos gratuitamente para os associados da Associação e vendidos a preços acessíveis para o mercado. O Diretor do Departamento Técnico (DETEC) da Asplan, Neto Siqueira, explica que a entidade trabalha agora para expandir a produção. “Já fizemos várias melhorias na Estação, contratamos mais técnicos visando ampliar a produção de vespas, que acontece durante todo o ano, e também a de fungo que se concentra nos meses de março, abril, maio e junho. Além disso, disponibilizamos para nossos associados equipamentos para aplicação dos produtos e orientação técnica para o melhor uso deles”, explica Neto. A Estação, atualmente, conta com uma equipe de 25 profissionais, que atuam sob a supervisão do biólogo Roberto Balbino.




Evento com executivos da Caixa Econômica na Asplan reforça direcionamento do banco no fomento ao agronegócio no país
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Com R$ 56,2 bilhões em carteira, com 60% deste montante destinados para custeio e 39% para investimento, a Caixa Econômica Federal entrou para valer no mercado de fomento ao agronegócio e quer ser protagonista do setor no que diz respeito à concessão de linhas de crédito para o produtor rural brasileiro. Isso ficou evidenciado para os produtores de cana-de-açúcar paraibanos que participaram, nesta segunda-feira (4), de um evento promovido pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa, com a participação de executivos do banco.
O evento denominado AgroCaixa foi aberto pelo presidente da Asplan, José Inácio de Morais, e aconteceu no auditório da Asplan e trouxe à Paraíba o Superintendente da Rede de Agronegócios do banco, João Henrique Cruz Oliveira, que junto com os superintendentes da Rede de João Pessoa, Lucius Fabiani, e de Campina Grande, Martoni Sobral, além do Gerente Geral na Paraíba, Marcelo Castro. Durante o evento, os executivos da Caixa expuseram os objetivos, diferenciais e vantagens da instituição no tocante a concessão de linhas de crédito rural.
Na abertura, o dirigente da Asplan fez um breve histórico da evolução e importância da cultura canavieira na Paraíba e reiterou à necessidade do setor produtivo ter instituições financeiras que tenham um olhar diferenciado no tocante a disponibilidade de recursos para o segmento. “É interessante que a gente possa dispor de variadas opções de linhas de crédito e nós merecemos isso, pois somos um setor economicamente viável, socialmente responsável e temos muito potencial para contribuir com o desenvolvimento do país e tendo o aporte de bancos que nos ajudem nesta caminhada tudo fica mais fácil”, destacou José Inácio, lembrando que a Asplan não tem preferência por nenhuma instituição. “O que a gente quer é ter linhas de crédito com juros justos, prazo e facilidade de acesso. Quem nos ofertar isso, terá nosso aval para novos negócios”, reiterou José Inácio.
O Superintendente da Rede de Agronegócios do banco, João Henrique Cruz Oliveira, enfatizou que a Caixa tem condições de mercado diferenciadas e que trabalha para ampliar o acesso às linhas de crédito para todo o segmento. “A Caixa tem linhas para o pequeno, o médio e grande produtor, com diferenciais de mercado e somos um banco público com foco no crescimento e desenvolvimento do país e queremos cada vez mais ser agentes de transformação também no setor produtivo”, disse o superintendente. Ele citou o caso do Pronamp, cuja taxa na Caixa é de 7% enquanto que no mercado esse percentual gira em torno de 8%.
O Superintendente da Rede em Campina Grande, Martoni Sobral, lembrou outros diferenciais da Caixa no mercado paraibano que é a existência de duas superintendências do banco, uma em Campina Grande e outra em João Pessoa, além de uma agência agro exclusiva para atendimento ao setor produtivo.
“Nós acreditamos no potencial do agro na Paraíba que, em 2023, contratou R$ 1,3 bilhão”, reiterou o gerente geral, Marcelo Castro que também falou sobre linhas de investimentos, a exemplo da RenovAgro, que trabalha com uma taxa de 7%, do Pronaf investimento, cuja taxa na Faixa 1 é de 4%, o Pronaf Tratores e Colheitadeiras, cuja taxa pré-fixada é de 5%, além do Inovagro, Moderagro, cujas taxas são de 10,50%, entre outras linhas para investimento. Ele também lembrou que a Caixa já ocupa a segunda posição no ranking de instituições financeiras que fomenta o agro, ficando atrás apenas do Banco do Brasil.
Lucius Fabiani, Superintendente da Rede em João Pessoa, reiterou a disponibilidade da instituição em fomentar o agronegócio na Paraíba, especialmente, a cultura canavieira que é a mais expressiva do estado. “Estamos de portas abertas para receber o produtor paraibano em qualquer uma das unidades da Caixa e prontos para fazer novos negócios”, reforçou ele.
O presidente da Asplan, José Inácio, fez uma avaliação positiva do encontro. “É bom saber que a gente pode contar também com uma instituição forte como a Caixa, e ter mais opções na hora de buscar crédito no mercado financeiro”, disse ele, agradecendo a disponibilidade dos executivos do banco. O evento foi encerrado com um almoço no hall social da Associação.











Asplan contabilizou mais de cinco mil atendimentos no setor de Assistência Social e ampliou serviços em 2023
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) não se diferencia apenas como uma entidade de classe que representa uma das culturas mais importantes do Estado. A Asplan, que existe há mais de 60 anos, também é destaque na Assistência Social aos seus associados, funcionários e familiares. Tanto que em 2023, a entidade contabilizou 5014 atendimentos, sendo 3512 no Departamento Médico e Ocupacional. e 1502 no Departamento de Odontologia. Os dados são referentes ao período de janeiro a dezembro do ano passado.
Os serviços médicos incluíram a realização de 2.400 atendimentos Clínico/Ocupacional, sendo 538 realizados na sede da entidade, em João Pessoa, e outros 1853 no campo, em propriedades de associados, além de outros nove procedimentos clínicos. O departamento que é coordenado pelo Médico do Trabalho, Dr. Tarcísio Campos, também ampliou serviços sendo responsável pela realização de 598 exames laboratoriais, 108 atividades de enfermagem, 27 Raios-X, 143 testes de acuidade visual, além de 236 exames de audiometria. Computando todos os serviços, o Departamento contabiliza 3512 atendimentos
No Departamento de Odontologia, a dentista Wilma Dantas, junto com o colega José Jadelson Filho, realizaram 1502 atendimentos em 706 pacientes, entre associados, seus dependentes, além de funcionários da entidade. O dentista José Jadelson começou a atuar no Departamento em março, com atendimentos as sextas-feiras e aos sábados. Entre os serviços executados destacam-se Restauração de Resina Foto, Tartarectomia, Aplicação de Flúor, entre outros.
Os procedimentos de Enfermagem que totalizaram 108 correspondem a curativos, medição de pressão, entre outros e são oferecidos pela Asplan no período da manhã, de segunda a quinta-feira, das 8h às 12h. Os serviços médicos, incluindo exames admissional, demissional, periódicos, são feitos tanto na sede da Asplan, quanto na propriedade dos associados com agendamento prévio.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que a manutenção e ampliação dos serviços do Departamento de Assistência Social reforça o compromisso da entidade com a saúde e bem estar de seus associados funcionários e dependentes. “Enquanto muitas associações cortaram benefícios, a Asplan segue ampliando seus serviços, tanto que ultrapassamos a marca dos cinco mil atendimentos no Departamento de Assistência Social no ano passado. Em 2023, contratamos mais um dentista e ampliamos nossa assistência e isso a gente só consegue em parceria com nossos associados, que nos apoiam e contribuem para manter a Asplan cada vez mais forte”, finaliza o dirigente.