Asplan
Asplan participa da primeira reunião do Projeto Cultivo Limpo



PL do Renovabio aprovado na Câmara simboliza a reparação de uma injustiça com os produtores canavieiros brasileiros
PL que assegura pagamento de CBios a produtores é aprovado na Câmara e segue agora para Senado

Para o presidente da União Nordestina dos Plantadores de Cana (Unida), Pedro Campos Neto essa vitória na Câmara reforça a sensação de justiça com a classe produtiva. “Há mais de cinco anos que a gente esperava essa reparação que agora, de fato, está começando a se concretizar e virar Lei”, reitera o dirigente canavieiro.
Pedro agradece aos parlamentares pela aprovação, lembrando do importante papel ao então deputado federal paraibano, Efraim Filho, hoje Senador da República que foi o autor do PL e da união de todos em prol deste objetivo. “Esse resultado de hoje mostra a importância da união da classe produtiva que se deu as mãos e conseguiu elaborar essa proposta, depois chegar a um acordo com os industriais e agora conquistar essa aprovação na Câmara. Ainda tem a apreciação no Senado e a sanção presidencial, mas, estamos confiantes que teremos igual respaldo dos senadores, até porque é um pleito legítimo e justo”, reitera Pedro Campos Neto.
O presidente da Unida complementa que a participação do produtor no recebimento de CBios será proporcional a biomassa entregue às usinas produtoras de etanol, conforme sua nota de eficiência energética-ambiental. “Para começar, no perfil agrícola padrão, a participação será de 60% das receitas geradas com a venda de créditos obtidos pela produção de biocombustível com a matéria-prima entregue pelo produtor, mas esse percentual pode ser ampliado caso o produtor forneça dados para a indústria poder fazer o preenchimento do perfil específico, o que gera uma nota de eficiência maior e, consequentemente, mais créditos”, esclarece Pedro Campos Neto, que também preside a Câmara Setorial do Açúcar e do álcool do Ministério da Agricultura (MAPA).



Asplan comemora sucesso da operação de logística reversa de embalagens de Pedras de Fogo que recolheu três toneladas





Fiscalização da matéria-prima de associados da Asplan nas usinas completa 90 dias diuturnos e consecutivos
O trabalho de fiscalização dos agentes tecnológicos contratados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) para acompanhar a avaliação da qualidade da matéria-prima entregue pelos produtores canavieiros às usinas paraibanas está prestes a completar 90 dias consecutivos e diuturnos. Isto porque o trabalho desenvolvido pelos 19 agentes contratados este ano acontece 24h desde o início e até o final da safra. Os trabalhos da fiscalização na atual safra (2024/2025) começaram no dia 22 de julho e devem acontecer até fevereiro ou março de 2025, data prevista para o final da moagem.
“A análise da matéria-prima usa a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado) e nós acompanhamos todo o processo, desde a pesagem da cana do associado até a análise no laboratório da usina para que a remuneração paga pela cana seja fidedigna ao que está sendo entregue, até porque dizemos hoje que não vendemos mais a cana, mas o seu teor de sacarose”, explica o diretor do Departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, setor responsável pela coordenação dos trabalhos em campo da fiscalização. Ele lembra que a Asplan também colhe amostras que são analisadas no laboratório própria da entidade, que funciona no prédio sede, localizado em João Pessoa.
O trabalho de fiscalização da matéria-prima acontece simultaneamente, nas oito indústrias paraibanas, em regime de 24h, em turnos de trabalho que variam de uma unidade para outra. Dos 19 agentes, 17 deles atuam nas usinas, um atua como coletor das amostras e outro faz as análises no laboratório próprio. Antes de atuarem nas usinas todos os agentes receberam treinamento. Os novatos participaram de uma capacitação na sede da Asplan e os fiscais veteranos apenas reviram os procedimentos fiscalizatórios.
Na Paraíba, três indústrias fabricam álcool e açúcar (Miriri, Monte Alegre e Giasa), uma fabrica açúcar (Agroval) e três produzem só álcool (Tabu, Japungu e Pemel). A Paraíba detém a terceira maior produção de cana-de-açúcar do Nordeste, uma vez que produz mais que o Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe, Maranhão e Piauí. Em produção, a Paraíba só fica atrás de Alagoas e Pernambuco, que são tradicionalmente os maiores produtores da região. Atualmente, entre 50% e 60% da matéria-prima paraibana é oriunda de lavouras próprias ou arrendadas pelas indústrias, sendo o restante produzido pelos fornecedores de cana ligados a Asplan que contabilizam cerca de 1.400 associados, entre pequenos, médios e grandes produtores.






Asplan tem expressiva participação na I Oficina de Educação Ambiental para Prevenção de Desmatamentos e Queimadas llegais de Mamanguape
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) teve expressiva participação na I Oficina de Educação Ambiental para prevenção de desmatamento e queimadas ilegais em Mamanguape (PB), que aconteceu na quarta-feira (16). O evento realizado pela Prefeitura da cidade, em parceria com a PREVFOGO/IBAMA-PE e a Superintendência do IBAMA-PB, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, teve como foco a preservação ambiental com debate de temas importantes, a exemplo da adoção de práticas sustentáveis, a fim de prevenir desmatamentos e queimadas ilegais.
O Engenheiro de Segurança do Trabalho da Asplan, Alfredo Nogueira, representou a Associação na Oficina e reiterou a importância da realização de eventos desta natureza, com esse foco na necessidade da orientação aos produtores sobre condutas que preservem a natureza e o meio ambiente. “Muitas vezes, o produtor se quer sabe que precisa de uma autorização para fazer uma supressão vegetal, tanto para queimadas quanto para desmatamento, e é importante se debater essas normativas para que as práticas adotadas sejam sustentáveis e dentro do que determina a legislação em vigor”, falou Alfredo.
Durante sua fala, Alfredo lembrou também que as queimadas realizadas pelos produtores de cana são feitas com segurança, são controladas e realizadas com prévia autorização de órgãos estaduais competentes. “São queimadas controladas, que acontecem à noite e são permitidas para fins agropecuários em áreas específicas, inclusive com plano de manejo integrado do fogo”, reiterou Alfredo.
Além da Asplan, também participaram do evento representantes da FAEPA (Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba), SEMAS/PB (Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade da Paraíba), STRAAF Mamanguape (Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares), além de técnicos da SUDEMA (Superintendência de Administração do Meio Ambiente) e SINDALCOOL (Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool).




Presidente da Unida e da Câmara Setorial do Açúcar e Álcool vai participar do Encontro de Lideranças e Produtores de Cana em SP
O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-açúcar (Unida) e da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do Ministério da Agricultura, Pedro Campos Neto será um dos palestrantes do ‘Encontro Entre Lideranças e Produtores de Cana’ que acontecerá no próximo dia 24 de outubro, na sede da Associação dos Fornecedores de Cana da Região de Catanduva (AFCRC), no Estado de São Paulo. Ele participará do painel cujo tema será ‘A importância do diálogo entre as entidades’.
Além de Pedro Campos Neto farão parte do painel Nelson Perez Júnior, presidente da Comissão Nacional de Cana-de-Açúcar da CNA e o presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Paulo Leal. O evento é promovido pela AFCRC e Feplana e na programação consta, além do painel, quatro palestras e a fala da presidenta da associação paulista, Nádia Gomiere. “Será um importante momento de atualizarmos informações do setor e ainda reiterarmos a importância da união entre as entidades que representam o segmento produtivo canavieiro, afinal, quanto mais unidos estivermos, mais fortes nos posicionaremos na defesa dos nossos interesses”, afirmou Pedro Campos Neto.
As palestras serão proferidas pela representante da CNA, Eduarda Lee que abordará o tema ‘Resultados do levantamento de custos de produção ano agrícola 2024’; ‘O meio ambiente e a defesa do seu patrimônio’, por Guilherme Lui de Paula Bueno, Engenheiro Agrônomo e Técnico Florestal da CANASOL; ‘Manejo correto dos tratos culturais em condições climáticas adversas’, com o engenheiro agrônomo Luiz Carlos Dalben, da ASCANA e ‘Lei de cultivares x pagamento de royalties’, com Luis Henrique Scabello de Oliveira, presidente da CANASOL. O encontro será encerrado com fala do presidente da Feplana, Paulo Leal, sobre ‘Ações da Feplana na representação nacional dos produtores de cana’.

Devemos apoiar todos os projetos que fortaleçam e estimulem a cadeia produtiva do álcool afirma presidente da Unida
“Quanto mais estímulo e incentivo, mais o setor sucroenergético nacional fica fortalecido e por consequência a matriz energética brasileira, de forma que qualquer iniciativa que venha fortalecer a cadeia produtiva do etanol terá nosso apoio e adesão”, afirma o presidente da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool do Mapa e presidente da União Nordestina de Produtores de Cana (Unida), Pedro Campos Neto. Ele se refere ao Projeto de Lei 1852/24 que zera as alíquotas das contribuições federais (PIS/Cofins) incidentes sobre operações no mercado interno envolvendo o etanol combustível. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.
Pela proposta, explica Pedro, essas alíquotas permanecerão zeradas até o surgimento de outro combustível renovável que venha a substituir o etanol. Sobre as perdas na arrecadação, o texto sugere que deverão ser supridas por cortes nos gastos com propaganda do governo federal. O PL é de autoria do deputado José Medeiros (PL-MT) e tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta terá de ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.
“O álcool é renovável, ecologicamente correto e mais limpo e o Brasil tem uma enorme capacidade de produção, porque tem terra, matéria-prima, tecnologia e indústria e nada mais natural e racional que o governo estimular, cada vez mais, o consumo de etanol em detrimento dos combustíveis fósseis”, afirma Pedro Campos Neto.

Parceria Asplan/BB possibilitou que palestras técnicas fossem realizadas no local da Expofeira Paraíba Agronegócios 2024
O Circuito de Negócios Agro BB na Expofeira Paraíba Agronegócios 2024, que acontece de 15 a 22 de setembro, no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, em João Pessoa, teve como uma das atrações, nesta quarta-feira (18), a participação de integrantes do Departamento Técnico da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) que fizeram apresentações sobre ações desenvolvidas pela entidade canavieira. O geotecnólogo, Thybério Luna, falou sobre o uso de drones e o agrônomo, Luis Augusto, abordou Safra, Projeto Campo Futuro, Renovabio e Preço de Cana. As apresentações dos Profissionais da Asplan aconteceram na Carreta Agro do BB, uma às 15h e a outra às 16h. Acompanharam o evento produtores canavieiros e profissionais do banco.
A apresentação do geotecnólogo focou na importância, agilidade e vantagens do uso do drone para identificar falhas no campo, manchas, matas, mapear áreas de APPs, etc. “O uso do drone agiliza muito a identificação de questões importantes numa propriedade propiciando ganhos para quem o utiliza”, disse Thybério. Ele lembrou que muitas vezes o proprietário anda no canavial, vê um paredão muito bonito de cana, mas quando se faz o voo com drone se identifica que há falhas ou manchas no talhão e isso tem um impacto significativo na produtividade.
A Asplan, explicou Thybério, começou a mapear áreas com GPS em 2005 e de lá para cá evoluiu esse trabalho de geoprocessamento com a aquisição de drones e outros programas. O primeiro drone da associação tem capacidade para mapear 50 hectares por voo. Já o segundo equipamento, que é bem mais sofisticado e detém melhores recursos tecnológicos, faz de 120 a 130 hectares por voo. Cada voo demora, em média, 15 minutos.
A apresentação de Luis Augusto iniciou com uma breve apresentação histórica da Asplan, que tem mais de 60 anos de atuação na defesa dos produtores canavieiros paraibanos, com cerca de 1.300 associados, sendo a maioria de pequenos e médios produtores. Ele lembrou ainda que houve na safra 2023/24 um recorde de produção, mas, também uma queda de ATR, com cerca de 10 kg de perda por tonelada de cana, fato que ele atribuiu a interferência climática, mas também a falhas na colheita que termina destinando muitas impurezas junto da matéria-prima. “E isso se deveu muito pela dificuldade de disponibilidade de mão de obra, fato que vem se agravando safra a safra”, afirmou ele.
Sobre a previsão de moagem da safra atual, ele disse que não houve precipitações que estavam sendo esperadas e que o cuidado agora é para a cana não perder tanto peso. “O recorde de safra que a gente esperava alcançar novamente, de 7,6 milhões de toneladas na safra passada, não deverá se concretizar e trabalhamos com a estimativa de perca de 10% a 15% em relação à safra anterior, caso esse verão se prolongue mais”, disse Luis. Em seguida, ele falou da metodologia desenvolvida pela PECEGE que, anualmente, levanta junto a Asplan os dados de produção para elaboração dos resultados da safra. Na apresentação, ele mostrou a simulação de como os dados são tabulados e fixados os custos operacionais do produtor. “A melhoria da produtividade, com o uso de tecnologia, de irrigação, a renovação de canaviais, etc, impacta diretamente nos resultados”, enfatizou o agrônomo que também abordou as vantagens do Programa Renovabio.
O diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, teve uma participação no evento, destacando o uso dos bioinsumos produzidos pela Asplan pelos produtores canavieiros paraibanos. “Os bioinsumos, aliados às tecnologias disponíveis no mercado, o uso de drones e pulverizadores, de adubos foliares, também impactam na produtividade, tendo produtores conseguindo chegar até 70 toneladas por hectare, conseguindo também aumentar seu ATR”, disse Neto, lembrando que hoje o produtor não vende mais tonelada de cana por hectare, mas açúcar por hectare. Neto destacou ainda a disponibilidade do DETEC para ajudar o produtor associado nas suas mais variadas demandas no campo. “Estamos à disposição”, finalizou Neto Siqueira.
A produtora canavieira Ana Cláudia Tavares, que participou do evento junto com seu esposo, também produtor, Marcos Américo, elogiou a iniciativa das palestras e destacou a importância do evento ter sido realizado no espaço da carreta Agro do Banco do Brasil. “A gente sabe que o Banco do Brasil é a maior instituição quando se fala em fomento ao agronegócio e sem os recursos para financiamento de compra de insumos e equipamentos e aquisição de novas tecnologias, nós, produtores não teríamos condição de ter acesso a todos esse bens, então foi importante esse evento ter sido realizado em parceria com o BB porque fortalece os vínculos da instituição com a Asplan e, consequentemente, isso traz benefícios para os associados”, disse ele.
E por falar em benefícios, há uma parceria em andamento entre a Asplan e o BB que vai mudar as regras de operações de crédito entre as duas instituições, com ganhos muito significativos para os produtores associados à Asplan. “Em breve, vamos divulgar essa novidade”, afirma a Assistente Técnica da Asplan, Fernanda Vasconcelos, que também estava presente ao evento da Expofeira, junto com o Engenheiro de Segurança do Trabalho da Asplan, Alfredo Nogueira Neto. O segundo vice-presidente, Raimundo Nonato, e o diretor tesoureiro da Associação, Oscar de Gouvêa, também acompanharam as apresentações.












Expofeira Paraíba Agronegócios 2024 terá Circuito de Negócios Agro BB e participação da Asplan com exposição de ações da Associação
A Expofeira Paraíba Agronegócios 2024, que acontece de 15 a 22 de setembro, no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, em João Pessoa, terá como uma das atrações o Circuito de Negócios Agro BB e também a participação de integrantes do Departamento Técnico da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) que farão apresentações de atividades com drones realizadas pela entidade em propriedades dos produtores canavieiros paraibanos. A entrada é gratuita e o horário de funcionamento será das 10h às 22h. A apresentação da Asplan acontece no dia 18, em dois momentos: o primeiro às 15h e o segundo às 16h na carreta agro do BB. A carreta do Circuito estará na Expofeira de 17 a 21 de Setembro.
O objetivo do Circuito de Negócios Agro BB, segundo divulgação institucional do banco, é levar bons negócios para os produtores rurais, movimentar a economia de cada município, bem como realizar palestras para disseminar conhecimento técnico e boas práticas no campo, além de incentivar o empreendedorismo feminino, tanto que a expofeira também contará com a Caravana Mulheres no Topo, antes chamada de BB Pra Elas, que seguirá a mesma agenda do Circuito.
A participação da Asplan acontecerá através da apresentação do projeto de utilização e uso de drones em propriedades de associados da entidade com diversas finalidades, além de outras ações e atividades desenvolvidas pela Asplan. O geotecnólogo e coordenador do projeto de drone, Thybério Luna, fará a apresentação.
Agenda
Além disso, durante os oito dias do evento acontecerão palestras, reuniões, exposições de animais (bovinos, caprinos e equinos), além de realizações de seminários sobre temas referentes ao agronegócio e degustações de comidas regionais. O evento é uma realização do Governo da Paraíba, por intermédio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), em parceria com o Sebrae-PB, sistema Faepa/Senar, Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado da Paraíba (OCB-PB) e a Associação Paraibana de Criadores de Caprinos e Ovinos (Apacco). A entrada é gratuita ao público e com horário de funcionamento das 10h às 22h.
De acordo com a programação da Paraíba Agronegócios, haverá exposição de diversas raças bovinas, num total de 700 animais: Nelore, Sindi, Gir, Girolando, Guzerá, Tabapuã e Holandês. Também estão previstas duas exposições de ranqueada nacional de minigado (120 animais). Além dos bovinos, ocorrerá a ranqueada nacional de pôneis e cabritos (130 animais no total). Outra atração prevista é a exposição de 300 cavalos da raça Manga Larga. O público que comparecer ao evento poderá visitar estandes e currais com caprinos das raças boer, saaney, kalahari, alpina, alpina britânica e de ovinos, com cerca de 550 animais. No sábado (21) vai ocorrer um leilão de animais da raça boer. Haverá ainda no local um agroshopping para a exposição de máquinas, equipamentos agrícolas e implementos.




