Author: News Comunicação
Nadador paraibano Daniel Azevedo tem tudo para se destacar no Campeonato Brasileiro de Inverno Juvenil que será realizado em Recife
Depois de um longo período sem competições por causa das restrições da pandemia do Covid, mas, treinando cotidianamente para melhorar seus tempos, o nadador paraibano Daniel Azevedo volta a competir, essa semana, como um dos favoritos do Campeonato Brasileiro de Inverno Juvenil de Natação Arthur Sampaio Carepa. As provas serão realizadas em Recife, de 28 a 31de julho, no Parque Aquático Santos Dumont. O atleta paraibano vai disputar quatro provas, 100 e 200 Costas, 200 Medley e 100 Peito.
No último mês, o atleta dobrou seu tempo de treino, com treinos pela manhã e também à tarde e, na última semana, para não ficar tão cansado antes da competição, ele reduziu para um turno de treino. “Me preparei bastante para esse campeonato e a expectativa é muito boa, inclusive, porque essa prova vai marcar o meu reencontro com as competições e meus amigos atletas”, disse Daniel que está confiante que subirá ao pódio, principalmente, nas provas na modalidade Costas, onde ele tem sempre melhores performances.
Para o atleta, que teve Covid e passou um tempo sem treinar e que desde o ano passado não participa de competições, essa retomada gradativa aos torneios foi esperada com muita expectativa. “É chegado o momento de mostrar que mesmo sem participar de competições em função da pandemia, eu me mantive firme nos treinos e focado na melhoria de meu desempenho e tempos e é nas competições que poderei comprovar isso e espero trazer, novamente, medalhas para a Paraíba”, disse o atleta que é campeão brasileiro e sul americano de natação.
Como campeão e com excelentes tempos em várias provas nacionais e internacionais, Daniel tem um futuro promissor, já que é um atleta muito jovem, tem apenas 16 anos e muita água pela frente. Ele integra a equipe do Acqua R1, seu treinador é Stephano Vieira e os treinos dele acontecem na piscina do Esporte Clube Cabo Branco, em João Pessoa.
O atleta paraibano que desponta no cenário brasileiro de natação como um dos grandes nomes da atualidade não deixa de subir ao pódio em todas as competições que participa. Esperamos que em Recife essa situação se repita. “Vou dar o meu melhor, como faço em todas as provas que participo. O que posso dizer é que motivação não me falta. Amo treinar, nadar e competir, isso me motiva e me alegra, os resultados positivos são consequência”, finaliza Daniel.
- Daniel Azevedo e seu treinador Stephano Vieira
- Daniel Azevedo tem apenas 16 anos mas um histórico de vitórias nacionais e internacionais
- Daniel Azevedo treina no Clube Cabo Branco e faz parte do time do Acqua R1
- Daniel é atleta de nível internacional
- Daniel é considerado uma das maiores revelações da natação brasileira nos últimos tempos
- Daniel intensificou os treinos nos últimos dias
- Daniel tem amplas chances de trazer mais medalhas para a Paraíba
- O atleta paraibano, Daniel Azevedo, é uma das estrelas do campeonato que será disputado em Recife
Complexo de Patos realizou mais de 8 mil exames de tomografia nos primeiros seis meses deste ano
Entre janeiro e o último dia 21 de junho, o Centro de Imagens do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) realizou 8.165 tomografias. Em média, são realizados cerca de 1.300 tomografias/mês na unidade. Nos primeiros 21 dias de junho, 1.358 exames deste tipo já foram realizados. Como esse exame tem a finalidade de explorar através de imagens de alta resolução várias partes do corpo, a exemplo de ossos, cérebro, rins, fígado, pâncreas, pulmões, ovários, vias biliares e pleura, ele é um aliado importantíssimo no fechamento de diagnósticos e da conduta médica no paciente.
Desde a semana passada, no entanto, o Tomógrafo do Complexo está em manutenção para substituição de uma peça que vem de fora do estado da Paraíba. Mas, enquanto o equipamento do Centro de Imagem da unidade está sendo consertado, os pacientes de urgência, emergência, os que fazem tratamento oncológico e que estão internados no hospital estão fazendo suas tomografias numa clínica em Patos. A previsão de conclusão do conserto do equipamento, de acordo com a própria General Eletric, a empresa do tomógrafo, é de 25 dias.
“A quebra e conserto do equipamento, mesmo que por poucos dias, exigiu de nós uma dinâmica e logística diferenciada. Como a peça não tem no mercado local e precisa vir de fora, o que demanda certo tempo, para não prejudicar nossos pacientes fizemos um contrato temporário e emergencial de terceirização deste serviço com a Clínica Integrada SOS de Patos”, afirma o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
Neste período, o procedimento interno para realização dos exames não mudou, já que o Núcleo de Regulação Interna (NIR) continua com a prerrogativa de fazer a marcação dos exames, coordenando os trabalhos da Clinimagem, a empresa responsável pelo Centro de Imagens do Complexo. “O que muda é o local da realização dos exames que ao invés de serem feitos na nossa unidade estão sendo na Clínica. O processo interno de solicitação e autorização continua sem alteração”, reitera Francisco. Ele reforça que apenas os exames eletivos e que não são urgentes estão sendo reagendados para quando o tomógrafo da unidade voltar a funcionar.
Deputado Jeová Campos entra de licença médica e Trocolli Jr. assume mandato na ALPB
Depois de vencer uma dengue hemorrágica, em 2008, fazer uma cirurgia delicada em 2015, superar um câncer na laringe, em 2018, e uma hemorragia digestiva em 2020, o deputado estadual Jeová Campos vai precisar tirar uma licença médica para fazer uma minuciosa reavaliação da ‘Enteroplastia Proporcional e Valvulada’, cirurgia feita em Recife, pelo médico Luiz Gonzaga, há seis anos. Nos últimos tempos, o deputado tem sentido um desconforto abdominal que precisa ser investigado com mais detalhamento e aprofundamento. Para tanto, o parlamentar protocolou nesta sexta-feira (23), seu pedido de licença médica. O suplente dele, Trocolli Júnior (Podemos) assumirá o mandato durante a licença de Jeová que, inicialmente, será de 30 dias.
“Em entendimento com meu médico, o Dr. Luiz Gonzaga, ele me orientou a tirar a licença para fazer a reavaliação e os exames de forma contínua, sem prejuízo de tempo, o que eu não conseguiria se continuasse exercendo as minhas atividades legislativas, que embora remotas precisam de continuidade, regularidade e frequência”, justificou o parlamentar, complementando que está confiante que breve retomará suas atividades.
Ainda segundo Jeová, saber que o mandato vai ter continuidade com o deputado Trocolli Júnior, o deixa mais tranquilo. “Conheço Trocolli, ele já tem significativos serviços prestados à Paraíba e sei que ele vai honrar a ALPB e representar à altura o parlamento paraibano durante minha ausência.”, afirmou Jeová.
De acordo com o deputado, inicialmente, sua licença será de 30 dias. “Embora meu médico tenha me tranquilizado que não deva ser nada grave, eu preciso ter um olhar voltado para minha saúde, neste momento, e se houve a necessidade de prorrogar esse tempo de licença eu o farei, até porque no próximo ano, que é um ano eleitoral, mesmo não disputando mais um mandato, quero estar presente na luta democrática, principalmente, nos palanques e na defesa de Lula, porque o Brasil não aguenta mais tanto desmantelo e descaso, principalmente, com a vida humana e os mais humildes”, finalizou Jeová.
- Deputado Jeová Campos vai tirar licença médica e se ausentar da ALPB a partir desta sexta
What does redux mean? definition, meaning and audio pronunciation Free English Language Dictionary
The Redux store is the main, central bucket which stores all the states of an application. It should be considered and maintained as a single source of truth for the state of the application. And firing the action of adding one item to the cart again will increase the number of items in the cart to 2. This task of handling multiple states from multiple components efficiently can become challenging when the application grows in size. Interesting question – indeed, “redux” likely means to return to, or to revisit the subject known as a vector class in the excerpt you posted, as many others have supported.

“Redux II” continues immediately afterwards with Scully hospitalized, and Mulder is offered a deal to ally with The Smoking Man. A store enhancer is a higher-order function that composes a store creator to return a new enhanced store creator. This is similar to middleware in that it allows you to alter the store interface in a composable way. If an action creator needs to read the current state, perform an API call, or cause a side effect, like a routing transition, it should return an async action instead of an action.
When to use Redux
A method for updating this state is provided by the parent component and passed as props to these sibling components. With Redux, we can make state data independent of the components, and when needed, a component can access or update through the Redux store. Simply put, Redux is used to maintain and update data across your applications for multiple components to share, all while remaining independent of the components. Redux is a predictable state container designed to help you write JavaScript apps that behave consistently across client, server, and native environments, and are easy to test.
- Then we will see how using Redux can help you in your app by using a simple but practical component.
- A store creator is a function that creates a Redux store.
- Redux can mean something has been reexamined, redone, made better, made more relevant, or been given increased importance.
- Define “redux” in one sentence, define “redux” in one word.
- And in React, state can also not be modified directly, it can only be done via the function setState.
- Log in or sign up to get involved in the conversation.
- They are often asynchronous primitives, like a Promise or a thunk, which are not passed to the reducer immediately, but trigger action dispatches once an operation has completed.
Pistol means any firearm with a barrel less than sixteen inches in length, or is designed to be held and fired by the use of a single hand. There goes John again reduxing all the old classic tv shows.. “try not to eat acid more times than you can count on your fingers, getting reduxed is no joke.”
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“Redux” became the second-most-watched episode ever broadcast, earning more than 27 million viewers in the United States alone. The first part of the episode received mixed to negative reviewes, whereas the second part received mixed to positive reviews from critics. The show centers on FBI special agents Fox Mulder and Dana Scully who work on cases linked to the paranormal, called X-Files. The episodes’ story continues on from the fourth season finale “Gethsemane”. “Redux I” follows Scully, who helps Mulder to fake his own death in an effort to discover which members of the FBI they can trust before the agents individually search for an answer to Scully’s cancer.
Opinion Let’s Say Gay – The New York Times
Opinion Let’s Say Gay.
Posted: Sun, 23 Oct 2022 07:00:00 GMT [source]
Without Redux, you would have to make data dependent on the components and pass it through different components to where it’s needed. One simple answer to this question is you will realize for yourself when you need Redux. If you’re still confused as to whether you need it, you don’t. This usually happens when your app grows to the scale where managing app state becomes a hassle; and you start looking out for making it easy and simple. While it’s mostly used as a state management tool with React, you can use it with any other JavaScript framework or library. It’s lightweight at 2KB , so you don’t have to worry about it making your application’s asset size bigger.
Compound-Complex Sentences with “redux”
For large scale apps, it’s critical to keep your app more predictable and maintainable. The word redux can be used in many different ways in the English language. Using words in a sentence is a great way to memorize their definitions.

I do not answer questions about technical English unless I have familiarity with the technical topic. But it appears here that the author simply means to work again with an example used earlier for a different purpose. The ASL fingerspelling provided here is most commonly used for proper names of people and places; it is also used in redux web development some languages for concepts for which no sign is available at that moment. Double-click any word on the page to look it up in the dictionary. By convention, the top-level state is an object or some other key-value collection like a Map, but technically it can be any type. Still, you should do your best to keep the state serializable.
Adjective
Amusingly, the Redux middleware implementation is itself a store enhancer. An action creator is, quite simply, a function that creates an action. Do not confuse the two terms—again, an action is a payload of information, and an action creator is a factory that creates an action. A reducer is a function that accepts an accumulation and a value and returns a new accumulation.

Whenever we dispatch an action with a certain type, we need to make sure to have appropriate reducers to handle that action. The state of the whole application is stored in the form of a JS object tree in a single store as shown below. Whenever https://globalcloudteam.com/ a user adds an item to the cart, the application has to internally handle that action by adding that item to the cart object. It has to maintain its state internally and also show the user the total number of items in the cart in the UI.
Redux Definition
They are used to reduce a collection of values down to a single value. As you can see in the example above, the component does not need to provide any state or method for its children components to share data among themselves. This greatly simplifies the app and makes it easier to maintain.

Text is available under the Creative Commons Attribution-ShareAlike License; additional terms may apply. By using this site, you agree to the Terms of Use and Privacy Policy. A theme or topic redone, restored, brought back, or revisited. Filmmakers utilize the term “redux” to highlight the fact that they are interpreting already existing works.
redux
Focus your English learning on sentences with “redux”. Here are 100 fantastic examples of sentences and phrases with the word “redux”. Similarly, removing an item from the cart should decrease the number of items in the cart internally.
Hospital Regional e Secretaria de Saúde de Patos firmam parceria para acompanhar pacientes de Covid pós-alta
OComplexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, vai ampliar o atendimento que vem sendo dado, desde agosto do ano passado, aos pacientes que receberam alta hospitalar após internação por Covid-19 e que adquiriram alguma sequela por causa da doença. A ampliação deste acompanhamento pós-alta foi garantida por meio de parceria firmada em reunião entre representantes do hospital e do Núcleo de Assistência aos Pacientes Pós-Covid, pertencente à Secretaria Municipal de Saúde de Patos.
A reunião contou com as presenças da chefe do Núcleo de Enfermagem do Complexo, Séfora Cândida Vasconcelos, e do fisioterapeuta Thaynan de Sousa Morais e da psicóloga Ingrid Gisely Alves de Oliveira, que integram o Núcleo de Patos. A parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde de Patos com o Complexo Regional abrangerá toda a população.
“O Hospital vai nos comunicar sobre as altas do setor Covid e nossa equipe fará uma busca ativa do paciente em todo o âmbito do município para que ele, em caso de necessidade, tenha uma reabilitação de maneira mais adequada”, explica o fisioterapeuta Thaynan de Sousa.
“Antes desta parceria, a unidade identificava a necessidade de o paciente continuar com sessões de fisioterapia, por exemplo, mas não havia um espaço referenciado para tal na cidade ou quando existia um serviço referenciado este não existia, especificamente, para atendimento de pacientes que tiveram Covid. Agora, com esse Núcleo, o paciente não terá apenas a identificação do acompanhamento que ele precisa, mas o cuidado adequado. Estamos muito felizes com essa parceria porque identificamos que a maioria dos pacientes que passam pelo ambulatório de egressos Covid do hospital precisam, principalmente, de fisioterapia e de serviços de psicologia. No caso de Patos, agora nós teremos esse serviço referenciado”, afirma Séfora Vasconcelos.
O ambulatório de egressos de Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro funciona uma vez por semana, com consultas pré-agendadas e é coordenado pelo médico Diego Varela, que é o responsável pelos atendimentos clínicos. Quando o paciente tem alta, é feito um cadastro no qual consta o histórico clínico dele e telefones para que, posteriormente, seja feito um contato, a fim de marcar uma consulta no ambulatório. Essa marcação, explica Séfora, pode ser feita tanto por uma equipe de teleconsulta, que funciona na sede da SES, em João Pessoa, ou diretamente, pela unidade onde o paciente esteve internado.
“Algumas vezes há dificuldade em localizar o paciente por causa dos telefones de contato que não atendem ou estão errados”, explica Séfora, lembrando que as consultas acontecem, geralmente, entre 15 e 30 dias após a alta. Na consulta médica, o paciente é avaliado e se o médico identificar que há necessidade de realização de novos exames, eles são realizados no Centro de Imagem da unidade e se houver necessidade de continuar a realizar outros procedimentos, ele é orientado a procurar atendimento posterior.
“Muitos pacientes, após o período inflamatório e mesmo após a pronta recuperação parcial ou total da sintomatologia do Covid e da alta, necessitam de um acompanhamento ambulatorial que lhes dê a assistência e restauração completa da saúde, não só com o acompanhamento médico, mas também fisioterápico entre outros e esse trabalho do ambulatório de egressos, além de reduzir a ocupação de leitos por uma eventual reincidência dos problemas, consegue uma diminuição considerável de mortalidade destes pacientes pós-alta”, afirma Dr. Diego.
O médico Pedro Augusto, que atua na linha de frente do setor Covid do Complexo, complementa que esse acompanhamento pós-alta é muito importante. “Uma das coisas que a gente tem que prestar bastante atenção são os efeitos futuros do Covid, pois nos deparamos, muitas vezes, com pacientes com déficit neurológicos, cognitivos, fraqueza muscular, dores articulares e são pessoas que não tinham isso antes da doença. E o pior de todos é o quadro respiratório crônico, essa fibrose pulmonar que o paciente pode virar um paciente dependente de oxigênio”, esclarece o médico.
- Dr. Diego Varela durante atendimento no ambulatório de pacientes que tiveram alta de Covid
- Séfora Vasconcelos, do Complexo, e os representantes do Núcleo de Patos, Thaynan e Ingrid
‘Nós não queremos favor, mas o que é nosso de direito’ afirma presidente da Unida sobre inclusão de produtores no CBios
‘Sempre ouvi falar e estudei sobre isso, de que a cana sequestra Carbono no campo, mas se ficar provado que não, a gente abre mão do pagamento do CBios. Ninguém está pleiteando esmola, não queremos favor, mas o que é nosso de direito e temos que ter uma posição clara. Ou estamos dentro do processo ou fora, essa história de meio termo não dá. Vamos deixar isso bem claro. Se provarem tecnicamente que o fundo agrícola não interfere em nada no processo de redução de emissão de Carbono, que a gente fique de fora. Mas, caso contrário, é preciso pagar o que é justo”, disse hoje (19), o presidente da União Nordestina de Plantadores de Cana (Unida) e da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro se refere à disputa que se formou em torno da inclusão dos produtores no recebimento dos créditos de carbono (CBios), do RenovaBio.
Há quase três safras, que os produtores pleiteiam a justa parte que lhes é devida no pagamento do crédito financeiro de Descarbonização (CBios) criado pelo RenovaBio e até agora só há pagamentos pontuais e na base de acordos caso a caso. Diante dessa situação, a classe produtiva não teve outra saída e foi buscar apoio no Congresso e através do Projeto de Lei 3149/2020, que tramita na Comissão de Agricultura da Câmara Federal, eles pleiteiam a garantia que as usinas passem a pagar o crédito que lhes é devido. “Nós não estamos pleiteando nenhum real a mais de nenhuma usina. Que isso fique claro. Infelizmente não tivemos outra alternativa a não ser apelar para o Projeto de Lei porque não foi cumprido o acerto que foi feito lá atrás. Tinha ficado acertado que o projeto do Renovabio ia ser aprovado da forma como estava para depois se corrigir as distorções, como essa de deixar os produtores fora do recebimento do CBios, mas isso já vem se arrastando por três safras e ninguém resolve nada”, afirma José Inácio, lembrando que o PL não se restringe a cultura canavieira, mas também a soja e milho e os produtores de forma geral.
Segundo ele, na Paraíba usinas e destilarias estão dando R$ 40,00 de ajuda de custo para o produtor, mas se recusando a instituir o pagamento do CBios como algo permanente. “Não vejo outra maneira de resolver definitivamente essa questão. Temos que ter uma legislação que regulamente a situação do fornecedor de forma clara e que não deixe margem a dúvidas no que deve ser pago ao fornecedor”, destaca José Inácio. Para ele, não há outra saída que não a de estabelecer em Lei o direito dos produtores de receber CBios. “Eu acho que não precisava a gente chegar a esse ponto de discussão, mas não vejo outra maneira do produtor receber a sua parte no RenovaBio. Eu escutei muitos industriais dizendo que estão pagando porque querem pagar e que a Lei não obriga, então a gente tem que ter uma legislação estabelecendo isso não como um favor, mas como obrigação legal”, reitera o dirigente da Unida e da Asplan.
Para José Inácio, na atual conjuntura, infelizmente, não existe outra maneira de inserir os produtores no recebimento do CBios que não criando essa legislação. “Se a Lei determinar que deva pagar 10, 20 ou 50%, seja lá quanto for, eles terão que cumprir e o pagamento tem que se dar de forma igualitária para o pequeno, o médio ou o grande produtor de cana. Eu volto a dizer, nós queremos somente o que é nosso. O que não pode continuar acontecendo é essa negociação caso a caso, uma usina pagando a um fornecedor um valor e pagando ao pequeno produtor muito menos, porque ele não tem força para lutar pelos seus direitos. Isso está errado e só se resolve com uma Lei. O fato é que essa situação é muito ruim para o setor e da forma como está, atualmente, o produtor está perdendo”, afirma José Inácio.
Para o dirigente canavieiro, o que não pode é a situação continuar como está. “Se o Congresso entender que a gente não tem direito, que não tenha. A gente sobreviveu até agora sem isso”, disse José Inácio, lembrando que os industriais não querem uma regulamentação, uma lei que proteja o direito dos produtores, mas, na hora de se criar o Renovabio, todos defenderam a Lei. “Eles foram para o Congresso, pressionaram os parlamentares e ficou tudo regulamentado, mas na hora que é para dividir os ganhos com a nossa classe, eles dizem que o governo, nem o Congresso devem intervir. Como assim? Quando era para beneficiar as indústrias, era necessário a intervenção do governo e do Congresso, porém quando é para defender a inclusão de um direito dos produtores não pode?”, finaliza José Inácio.

Reforma do bloco cirúrgico do Complexo de Patos já está em andamento e previsão de conclusão da obra é final de outubro
A reforma do bloco cirúrgico do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) já está em ritmo acelerado. Com um investimento de R$ 260 mil, o novo espaço contará com três amplas e modernas salas cirúrgicas construídas conforme determinação da norma reguladora RDC 50, ganhará mais um repouso pós-anestésico, um posto de enfermagem e um estar médico. Além das novas salas e espaços, a reforma vai permitir ampliar a quantidade de leitos pós-anestésico, de dois para três unidades. Desde que começou a obra, as cirurgias da unidade foram transferidas para a sede da Ginecam, sem nenhum prejuízo aos pacientes.
“Lógico que a logística das cirurgias mudou um pouco, requerendo de nós uma série de ações complementares, incluindo o transporte deste paciente, mas, sem nenhum prejuízo para eles, pois pensamos nos mínimos detalhes antes de começar a obra e tivemos o cuidado de só iniciá-la após estarmos com toda a estrutura pronta para receber nossos pacientes na Ginecam”, afirma a diretora técnica do Complexo, Dra. Jaquelline Andrade.
A coordenadora de Regulação em Saúde do Complexo, Lidiane Nascimento explica como se dá esse fluxo. “Os pacientes que chegam à nossa porta de entrada são acolhidos e passam por uma avaliação dos nossos plantonistas. A partir desta avaliação e da necessidade de exames complementares, nós teremos uma equipe de transporte 24h, com médicos e enfermeiras, que estarão transferindo esse paciente para a Ginecam se ele necessitar de algum procedimento cirúrgico”, destaca Lidiane. Ela lembra que, paralelamente, a essa conduta uma equipe da unidade já avisa a equipe da Ginecam que esse paciente está sendo transferido. “Ao chegar à Ginecam a sala e equipe já está pronta para realizar o procedimento”, enfatiza Lidiane. As equipes médicas e de enfermagem e suporte ficam de plantão tanto na sede da Ginecam, quanto na unidade.
Ainda segundo Lidiane, após a realização do procedimento, o paciente fica em observação numa sala de estabilização e, somente após o período de observação necessário a cada caso e com absoluta segurança, o paciente é removido para o seu leito no Complexo. Lidiane destaca que além das ambulâncias para o transporte dos pacientes 24h, todos os dias da semana, o Complexo ainda dispõem de dois veículos que estão exclusivos, um para o transporte de material sujo e o outro para o transporte de material limpo. Além disso, todos os dias, uma equipe da Farmácia do Complexo visita a Ginecam para repor os insumos e medicamentos necessários aos procedimentos. A coordenadora do bloco cirúrgico dá expediente na sede da Ginecam para dar todo o suporte necessário aos procedimentos enquanto durar o processo de reforma do bloco cirúrgico do hospital.
“A reforma era necessária e urgente e pensamos muito em como proceder sem que houvesse interrupção de nossos serviços, garantindo a segurança de procedimentos e a melhor forma que encontramos foi esse convênio com a Ginecam. Daí montamos toda uma logística que está nos permitindo manter o mesmo ritmo de trabalho, atendendo a nossa demanda e assegurando a segurança dos procedimentos e, consequentemente, preservando os nossos pacientes que é o mais importante”, finaliza o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
- A obra está sendo feita respeitando a norma reguladora RDC 50
- A previsão é de que em outubro tudo esteja concluído
- A reforma do bloco cirurgico da unidade era uma ação necessária e urgente
- A reforma do bloco cirurgico já está em andamento
- A reforma vai ampliar o níumero de leitos pós-anestésico
- As novas salas cirurgicas serão mais amplas e modernas
- As obras representam um investimento de R$ 260 mil
- Dra. Jaqueline Andrade, diretora técnica do Complexo
- Francisco Guedes, diretor geral do Complexo
Hospital de Patos registra aumento de 12% nos atendimentos de urgência e emergência e 35% nos acidentes de trânsito
A Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, teve um final de semana bem movimentado com um aumento de 12% nos atendimentos em relação ao mesmo período da semana passada. De sexta-feira à noite (16), a partir das 18h, até a meia-noite deste domingo (18), a unidade atendeu 175 pessoas e realizou 11 cirurgias. Houve também um aumento de 35% nos casos de atendimento às vítimas de acidentes em relação ao final de semana anterior, com 31 pessoas socorridas, sendo 24 homens e sete mulheres.
Coincidentemente, os plantões do sábado e do domingo, registraram o mesmo número de atendimentos na urgência e emergência, com 78 pessoas em cada um deles. Entre as 18h e a meia-noite da sexta-feira, mais 19 pessoas deram entrada no Complexo, totalizando 175 pacientes do final de semana.
Das 31 pessoas atendidas por causa de acidentes de trânsito, a maior parte estava em motocicletas, com 25 ocorrências, quatro de automóvel e houve ainda o registro de dois atropelamentos. Das 31 vítimas de acidentes, cinco precisaram ficar internadas no hospital para cuidados posteriores. As demais tiveram alta após o atendimento médico.
Além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura (25), dor abdominal (16), dor renal (9), entorse ou torção (7), acidente com animal peçonhento ou raivoso (7), hemorragia (4), dor no peito (4), entre outros motivos. Das 11 cirurgias realizadas neste final de semana, a maior parte foi de procedimentos oncológicos, com sete cirurgias, seguido de ortopedia, com dois casos e mais dois casos de cirurgia geral.
O boletim de atendimento de pacientes vítimas de acidentes de trânsito mostra que, além de acidentados da cidade de Patos, que teve 17 ocorrências, a unidade ainda recebeu pacientes das cidades de Condado, Teixeira, Conceição, São Bento, Piancó, São José de Caiana, Catolé do Rocha, Aguiar, Desterro, Imaculada e Olho D’água.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, destaca que os aumentos dos atendimentos que têm sido notados nos últimos finais de semana refletem a volta da circulação de mais pessoas, mas alerta a população para continuar evitando saídas desnecessárias. “O aumento da circulação de pessoas nas cidades é sentido diretamente na nossa porta de entrada, principalmente na urgência e emergência e nos acidentes de trânsito, mas é preciso que a população se conscientize de que é importante circular o mínimo possível, em função da pandemia ainda existir, além de continuar mantendo os cuidados de proteção preventivos, como o uso de máscaras e a higienização frequente das mãos, além do distanciamento seguro”, reforçou Francisco.
- Francisco Guedes, diretor geral do Complexo lembra que o momento ainda é de muita cautela
Palestra promovida pela Asplan atualiza conhecimento de produtores de cana-de-açúcar sobre manejo de herbicida
Mais uma vez, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), através de seu Departamento Técnico (Detec), cumpriu seu papel de difundir conhecimento para seus associados. Nesta quinta-feira (15), produtores paraibanos se reuniram no auditório da entidade, em João Pessoa, para reciclar conhecimento durante palestra sobre “Manejo de herbicida em cana-de-açúcar”. Durante quase duas horas, o professor doutor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Renan Cantalice, abordou esse tema focando na importância do combate eficaz às plantas daninhas que afetam os canaviais, destacando que o manejo deve acontecer em todas as fases, desde o pré ao pós-plantio, após a colheita e ainda de forma pré ou pós-emergência. “A interferência negativa das plantas daninhas nos canaviais pode causar reduções na quantidade e qualidade do produto colhido, diminuir o número de cortes viáveis, além de aumentar os custos de produção”, destacou o palestrante na abertura de sua fala.
Antes da participação do professor, o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, deu as boas-vindas ao palestrante e falou sobre a importância da retomada gradual dos eventos técnicos presenciais na sede da entidade, suspensos por mais de um ano em função da pandemia. “Estamos retomando aos poucos nossa rotina de atividades presenciais de forma que essa palestra marca a retomada deste novo tempo e com um assunto que muito nos interessa e faz a diferença nos resultados de nossa cultura”, disse José Inácio, destacando que as palestras técnicas fazem parte de um conjunto de ações que a entidade disponibiliza gratuitamente aos seus associados.
“Todo bom resultado está ligado a bons produtos e à aplicação deles no campo, ou seja, na dose e épocas certas de aplicação”, disse o palestrante, lembrando que em se tratando de manejo de plantas daninhas é preciso que o produtor acompanhe de perto as espécies e veja de qual forma é melhor atacá-las. “Há espécies mais resistentes que requerem produtos mais específicos”, disse ele, reiterando que a escolha e o uso adequado de produtos evita a deriva do produto ou o excesso de aplicação, culminando em maior custoxbenefício para o produtor. “É preciso definir o alvo, qual planta e qual momento, e levar em consideração as características climáticas da região onde o produto será aplicado”, reforçou ele.
Renan Cantalice lembrou ainda que a recomendação do herbicida deve estar fundamentada na previsão da condição hídrica do solo após sua aplicação. “Precisamos averiguar se o solo é seco ou úmido, assim os herbicidas de socarias, por exemplo, são divididos em herbicidas de seca e herbicidas de úmido”, disse o professor. Ele lembrou ainda a importância da pulverização, advertindo que não adianta comprar o melhor herbicida se a pulverização do produto não for realizada da forma correta. “A regulagem e calibração do pulverizador faz toda a diferença na aplicação e, consequente, resposta do produto. O ideal é que essa revisão no pulverizador seja diária, mas é muito comum ela nem ser feita com frequência, o que é um erro que gera desperdícios”, disse o palestrante, lembrando que o ideal é que essa revisão do equipamento seja diária.
No final do evento, o diretor do Detec, Neto Siqueira agradeceu a participação do palestrante, enaltecendo a abordagem do tema proposto. “Foi uma palestra bastante esclarecedora, bem didática e que nos orientou melhor em relação ao uso de herbicidas, já que a ocorrência de plantas daninhas na cultura de cana-de-açúcar provoca perdas sérias na produtividade, quando não controladas adequadamente”, disse Neto, agradecendo ainda a presença do consultor técnico Rodolfo Guerra, da empresa Semear, de Alagoas, que há 14 anos atua no mercado de revenda de defensivos agrícolas. O coordenador comercial da Semear, Antônio Aquino também prestigiou o evento promovido pela Asplan, no mini auditório da entidade.
- A palestra aconteceu no mini auditório da Asplan – Cópia
- A palestra focou o combate as plantas daninhas com o uso de herbicidas
- A palestra foi direcionada a produtores canavieiros associados
- O diretor do Detec da Asplan, Neto Siqueira agradeceu a presença do professor
- O presidente da Asplan, José Inácio falou da retomada das ações presenciais
- O professor doutor, Renan Cantalice, foi o palestrante
- Rodolfo Guerra, da Semear prestigiou o evento
O aumento do gás de cozinha é apenas um detalhe frente a essa espiral desumana do atual governo contra o povo diz Jeová
A maioria do povo brasileiro está assustada com os aumentos consecutivos do gás de cozinha e de outros serviços e produtos. De maio do ano passado até agora, o GLP já teve 12 aumentos, alguns com intervalos inferiores há trinta dias. Os aumentos somados desde maio de 2020 até agora já representam um acréscimo de mais de 50% no preço final repassado ao consumidor. “O pobre, que mal tem dinheiro para comprar alimento, agora não tem como adquirir um botijão de gás para cozinhar. Mas, o gás de cozinha é apenas um detalhe da espiral desta política cruel e desumana contra o povo brasileiro que aumenta preços, congela salários e amplia a pobreza no país”, lamenta o deputado estadual paraibano, Jeová Campos.
O parlamentar lembra que o gás, assim como os outros combustíveis, é uma commodity, e que por isso tem seus preços determinados no mercado global, mas, que se o governo tivesse um olhar social, poderia amenizar essa questão subsidiando o produto ou parte dele. “Na realidade, essa é uma situação que precisa ser avaliada com mais profundidade para se entender que, embora o governo não seja diretamente responsável pelo aumento dos preços do GPL, haveria alternativas para não penalizar tanto a classe menos favorecida da população. Mas, isso tudo tem reflexos no golpe que foi dado no Brasil e contra a autossuficiência e autonomia nacional na questão do petróleo e gás”, afirma Jeová.
Ele reitera que na questão do gás deveria existir uma política social ampla. “Gás é um produto que todo mundo precisa. Quem está na favela, os mais humildes, que não têm uma renda digna para viver não estão mais conseguindo adquirir o produto. Se o governo tivesse compromisso com o povo teria um olhar diferenciado e o gás seria subsidiado. Mas, o governo Bolsonaro só favorece as grandes estruturas econômicas e os ricos que estão cada vez mais acumulando riquezas no país. E, em contrapartida, o que vemos é a ampliação da pobreza, que se alastra em todo o país, de forma violenta e até anticristã”, disse o deputado.
Para Jeová, o atual governo federal vai entrar para a história como o pior governo de todos os tempos, principalmente, pelo crescimento avassalador da miséria, do desemprego, da fome e da ampliação das disparidades sociais. “Veja quanto era um litro de gasolina no governo Dilma, por exemplo, era menos de R$ 3,00. Neste governo agora está R$ 6,00. Um botijão de gás era R$ 28,00. Hoje, está em torno de R$ 100,00 ou mais. E quem paga essa conta com muito sacrifício? Os mais pobres, os que trabalham e os desempregados, mas que precisam comer também”, reforça Jeová.
O deputado reforça que há um esgaçamento das relações sociais no país que, fatalmente, descambam para a violência. “Por isso, que o Brasil é um país cada vez mais marcado pela violência e a concentração da riqueza e a proliferação da pobreza. A volta da fome ao mapa nacional é cruel demais, por isso é preciso estancar as atrocidades deste governo. Desde quando deram o golpe o fundamento era acabar com as refinarias, desacreditar a Petrobras e acabar com a autossuficiência do petróleo para sermos subservientes aos Estados Unidos e isso reduz a independência do país, porque não se pode falar em independência política, sem autossuficiência econômica”, reiterou Jeová.
Segundo a opinião do deputado, o golpe além de destituir um governo legítimo está quebrando o país. “A Lava Jato acabou com a nossa grande estrutura da construção civil, aniquilando as grandes construtoras nacionais. Está acabando com o setor de petróleo e gás nacional, entregou parte importantíssima do nosso pré-sal a preço de banana e agora a Eletrobrás, os Correios e por ai vai. A Reforma Previdenciária e Trabalhista e dos Serviços Públicos todas foram contra os trabalhadores, retirando direitos conquistados e merecidos. Paulo Guedes está privilegiando o capital estrangeiro e especulativo e os brasileiros é que estão pagando essa conta ingrata e arcarão com os prejuízos desta nefasta e entreguista política econômica”, finalizou Jeová, lamentando os rumos que o país tomou nos últimos três anos
- O preço do gás de cozinha está pesando no bolso do brasileiro e é apenas um detalhe da crise

































