Author: News Comunicação

‘Decisão do Senado corrige o equívoco do STF’ afirma Artur Filho

Projeto de Lei aprovado pelos deputados federais e agora pelos senadores torna a vaquejada e o rodeio manifestação cultural nacional e patrimônio cultural imaterial.

 

“Os senadores e deputados federais corrigiram, felizmente, o equívoco do Supremo Tribunal Federal e, com isso, uma tradição secular do Nordeste poderá ser preservada”, afirmou o deputado estadual licenciado, Artur Filho. O parlamentar, que está de licença da ALPB, refere-se à decisão do plenário do Senado que aprovou, essa semana, um projeto de lei que torna a vaquejada e o rodeio manifestação cultural nacional e patrimônio cultural imaterial. O PL já tinha sido aprovado também pela Câmara, por isso, agora segue agora para sanção do presidente Michel Temer.

Segundo Artur Filho, a proposta aprovada pelos parlamentares não regulamenta a prática, com parâmetros e regras. “O objetivo do PL é ‘preparar o terreno’ para que o Congresso aprove, futuramente, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que libera a vaquejada e o rodeio como modalidades esportivas”, esclarece Artur.

“A vaquejada faz parte da cultura regional, é uma atividade econômica importante, que gera renda e emprego, passa de pai para ilho e não pode ser extinta pelo equívoco de quem não conhece a prática atual que incluiu uma série de medidas de proteção que asseguram que os animais não sofram maus tratos durante as competições”, finaliza Artur.

‘Matéria do Fantástico foi uma retaliação ao desembargar Siro Darlan’ afirma deputado Jeová Campos

“Eu acredito no desembargador, falei com ele essa semana, não tive a menor dúvida que se trata de uma retaliação da Rede Globo, que está agora ‘por cima da carne seca’ e todos aqueles que estiverem em sua alça de mira, ou seja, se opondo a posição golpista da emissora ou em algum momento tenha contrariado seus interesses, pode se preparar para retaliações desta natureza, infelizmente. Eu também poderei ser alvo desta perseguição. Não tenho dúvida disso” afirmou o deputado estadual Jeová Campos. O parlamentar se referiu a uma matéria veiculada no programa Fantástico, no último domingo (30) que questionou decisões do magistrado que concedeu liminares que beneficiaram réus do Rio de Janeiro em processos penais.

Segundo Jeová, na atual conjuntura, é muito estranho que a Rede Globo agora venha questionar o juízo firmado em processos onde o desembargador prestou sua jurisdição. “Ora, caberia à parte, no caso o Ministério Público, se não concordar com a decisão do magistrado, recorrer como qualquer pessoa que tem uma decisão em seu desfavor e tem o direito de recorrer para verificar as decisões”, explica o deputado que é advogado por formação e que, no ano passado, teve a iniciativa de conceder a mais alta honraria da ALPB para o magistrado. A medalha de Epitácio Pessoa foi entregue a Siro, este ano, em sessão solene realizada na cidade de Cajazeiras, terra natal do homenageado.

O parlamentar lembrou ainda que o juiz tem o poder e dever de julgar, quem se opor a decisão dele, que recorra. “Não tenho nenhuma dúvida da idoneidade e caráter deste magistrado e não acredito que alguém da ALPB possa levantar algum questionamento sobre a concessão da Medalha a ele. Se isso ocorrer, vou defendê-lo, até porque não vivo apresentando propositura de honraria. No meu primeiro mandato indiquei apenas uma concessão ao desembargador Robson Cananéia e agora a Siro Darlan. Os dois indicados merecem essa honraria, não tenho dúvida disso”.

Num passado recente, recorda Jeová, o desembargador teve a coragem de enfrentar a Rede Globo que colocava crianças para trabalhar em novelas e fazer parte de cenas e conteúdos inadequados para essa faixa etária, “Siro teve essa coragem e muitas novelas da Globo tiveram, inclusive, que mudar seu roteiro em função da atitude do desembargador”, disse Jeová afastando qualquer possibilidade de questionamento sobre a concessão da medalha ao magistrado. “Eu recebi de Cajazeiras, de Rivelino Martins, que tem um trabalho efetivo na defesa em favor da criança e adolescente, que tem um reconhecimento do desembargador Siro Darlan como um magistrado que teve e tem a melhor política e compreensão jurídica do Estatuto da Criança e do Adolescente. O mérito da honraria de conceder a Medalha de Epitácio Pessoa ao desembargador, de minha propositura, foi baseado nessa luta histórica, portanto, não cabe nenhum questionamento”, esclareceu o deputado.

Jeová destacou também que o desembargador Siro faz parte de uma associação nacional dos magistrados brasileiros pela Democracia que não apoiam atos que firam o processo democrático. “Ele tem uma posição firme e destacada no enfretamento do que ele entende como injusto, e o golpe que se instalou neste país, com o irrestrito apoio da Rede Globo, foi um destes atos que feriram de morte o estado Democrático de Direito. Por isso, acredito que a veiculação desta reportagem, no Fantástico, foi apenas uma desculpa para tentar afetar o magistrado”, finalizou Jeová.

Presidente da Asplan elogia postura do Congresso Nacional na defesa de uma festa tradicional do Nordeste

Murilo Paraíso se refere a aprovação do PL pelos deputados federais e senadores que

 torna a vaquejada manifestação cultural nacional e patrimônio cultural imaterial

 

“Os deputados federais e senadores estão de parabéns porque votaram favoráveis a um Projeto de Lei que além de preservar uma tradição cultural secular do Nordeste, ainda preserva empregos, a estabilidade do comércio e a geração de renda tão importante para nossa região já tão castigada pela seca e com poucas oportunidades no interior”, comemorou o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso. Ele se referiu a decisão do Senado que aprovou, no último dia 1º, um Projeto de Lei que torna a vaquejada manifestação cultural nacional e patrimônio cultural imaterial. O PL já tinha sido aprovado na Câmara, na semana passada, e agora segue agora para sanção do presidente Michel Temer.

Para Murilo, a decisão do Congresso, que deve ser referendada pelo presidente Temer, embora não regulamente a prática da vaquejada, com parâmetros e regras, abre um precedente importante para manter e valorizar essa tradição. “O PL, na realidade, é um preparativo para que o Congresso aprove, futuramente, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que libera a vaquejada e o rodeio como modalidades esportivas”, lembra Murilo.

“A vaquejada faz parte da cultura regional do Nordeste e de outras regiões do país, a exemplo do interior do Sudeste, é uma atividade econômica importante, que gera renda e emprego, e não pode ser extinta pelo equívoco de quem não conhece a prática atual que incluiu uma série de medidas de proteção que asseguram que os animais não sofram maus tratos durante a competições”, esclarece Murilo Paraíso.

 

Deputados Jeová Campos e Hervázio Bezerra são apontados como os melhores parlamentares da situação na ALPB no ano de 2016

Enquete feita pela Revista Tribuna há mais de 12 anos foi feita com

os profissionais da Imprensa que cobrem as atividades da ALPB

Os deputados Jeová Campos e Hervázio Bezerra, ambos do PSB, foram apontados pelos profissionais de comunicação que cobrem as atividades da ALPB como os parlamentares da bancada da situação mais atuantes deste ano. O resultado da enquete, realizada mês passado no Comitê de Imprensa da Assembleia, através de questionários individuais, está publicado na edição Nº 190, da Revista Tribuna, editada por Manoel Raposo, que já está circulando.

A enquete também apontou os deputados de oposição mais atuantes, sendo escolhido  Renato Gadelha (PSC), além de Tovar Correia Lima e Camila Toscano, ambos do PSDB, que ficaram empatados na indicação.

Reservado em se tratando de auto elogiar-se, o deputado Jeová Campos recebeu com alegria a notícia que, mais uma vez, tinha sido escolhido pelos jornalistas e radialistas, um dos mais atuantes da ALPB. “Creio que esse reconhecimento é fruto de um trabalho permanente de um mandato que se propõe a discutir um projeto de desenvolvimento descentralizado para o Estado, focando as potencialidades de cada região, que privilegia as classes menos favorecidas da população, que prioriza a questão social, que faz ecoar as necessidades de nossa gente, como a recorrente questão da água, da necessidade da conclusão das obras da Transposição, enfim, de um mandato que mantém um diálogo permanente com toda a sociedade civil, focando o que ela mais precisa”, argumentou Jeová, que no mandato anterior também foi apontado com um dos parlamentares mais atuantes.

A enquete da revista Tribuna ainda apontou quais são, na opinião dos profissionais de comunicação que cobrem a ALPB, os deputados federais, os senadores e os vereadores de João Pessoa mais atuantes, além de avaliar percentualmente a gestão do governador Ricardo Coutinho, do prefeito Luciano Cartaxo, da mesa diretora da ALPB e da CMJP, além dos prefeitos mais atuantes de cidades da Paraíba. Os resultados estão na página 25, da edição da revista que está circulando em toda a Paraíba.

 

Deputado Jeová Campos descarta possibilidade de tirar licença da ALPB por causa de fratura no punho esquerdo

Mesmo com o punho e parte do braço esquerdo imobilizado, consequência de uma queda em sua residência, no último domingo (30), e na iminência de ter que se submeter a uma cirurgia no punho, o deputado estadual Jeová Campos (PSB) descartou a necessidade de licenciar-se da ALPB. “Esse problema não vai me impedir de exercer minhas atividades na ALPB, portanto não será necessário me licenciar para tratar do problema. Ficarei ausente, no máximo, uma semana”, disse hoje (01), o parlamentar que, mesmo sentindo dores e com a imobilização no antebraço esquerdo, participou na manhã desta terça-feira dos trabalhos na CCJ, da audiência pública que debateu a LOA e ainda teve uma reunião com dirigentes sindicais.

“O médico está aguardando a evolução do quadro para decidir se precisarei me submeter a uma cirurgia no punho. Mas, mesmo que o procedimento cirúrgico seja necessário, não há necessidade de me ausentar da ALPB, até porque o procedimento não é um impeditivo para que eu me locomova, nem desenvolva minhas atividades normais”, destacou o parlamentar que  não precisará tirar licença médica, apenas justificar a ausência nos dias de pós-operatório.

Asplan sai em defesa das vaquejadas por causa da preservação dos empregos, geração de renda e reconhecimento de uma tradição secular

Presidente da Asplan, Murilo Paraíso,  alerta que se decisão do STF continuar em vigor muitos comércios fecharão e muita gente vai ficar desempregada e passar necessidade no Nordeste

 

“Não bastasse a seca que castiga o Nordestino sem piedade, agora vem uma decisão do STF proibindo uma prática, no caso as vaquejadas, que gera emprego, renda, movimenta o comércio e faz a alegria do povo do Nordeste. Se essa decisão não for revista, vai fechar muitos comércios na região, desempregar muita gente, tirar o pão da boca do povo e também a alegria, já que a vaquejada, além de gerar renda e emprego, é uma tradição secular da região, que passa de pai para filho. Ela é uma festa popular que precisa ser respeitada e mantida”, afirma o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, que saiu em defesa da manutenção das vaquejadas, agora proibidas de serem realizadas, em função de uma decisão, recente, do Supremo Tribunal Federal.

Ontem (25), em  Brasília, criadores de animais, vaqueiros, empresários do comércio que vendem artigos afins, integrantes da cadeia produtiva de produção de selas, rações e medicamentos, além de simpatizantes e defensores da continuidade das vaquejadas, também mostraram sua indignação com a realização de um protesto contrários à decisão do STF. Os defensores da vaquejada na Paraíba também realizaram um ato público em João Pessoa, no último dia 11, para protestar.

O presidente da Asplan lembra que a vaquejada de hoje é bem diferente da de anos atrás e que uma série de mudanças foram adotadas para evitar danos aos animais. “Hoje, se usa o protetor de cauda, a cama de areia onde o animal é derrubado é mais espessa, o cavalo não é mais cortado. Essas mudanças foram adotadas para proteger os animais e já estão em pleno uso, por isso, o argumento de maus-tratos, que motivou a decisão do STF, não tem mais embasamento e precisa ser revista urgentemente”, finaliza Murilo Paraíso, lembrando que a vaquejada gera 700 mil empregos diretos e indiretos.

‘O povo da Paraíba não pode aceitar isso’ afirma Jeová referindo-se a inércia do Ministério da Integração em retomar as obras abandonadas pela Mendes Júnior

Deputado Jeová Campos, em discurso na ALPB, na manhã de hoje (26),  também cobrou da bancada federal paraibana um posicionamento sobre essa questão

 

“Está com mais de 90 dias, e a gente não tem do Ministério da Integração, qualquer informação sobre quais medidas estão sendo tomadas para resolver o abandono da obra da transposição pela construtora Mendes Júnior, no Eixo Norte, nos trechos 3, 4 e 8, na chamada Meta 1, que compreende toda aquela região de Terra Nova até Salgueiro”, indagou hoje (26), o deputado estadual Jeová Campos, em discurso na tribuna da ALPB. O parlamentar cobrou ainda dos representantes paraibanos que estão em Brasília um posicionamento. “O Ministério precisa dar uma resposta ao Nordeste sobre o que está fazendo para que as obras sejam retomadas e a bancada federal precisa agir. Até quando vamos esperar o posicionamento da bancada federal paraibana? Até quando eles vão ficar calados? O povo da Paraíba não pode aceitar isso”, disse Jeová Campos.

O parlamentar lembrou que há um mês, esteve em Brasília, com os deputados Renato Gadelha, Jandhuy Carneiro e Guilherme Almeida, para tratar da suspensão das obras, mas, desde então, não tem notícias de algum encaminhamento do Ministério. “Quem está morando naquela região de Patos até Cajazeiras sabe que Coremas, hoje, só tem quase 2,5% de sua capacidade para abastecer toda aquela região. Todos sabem também que o açude de Engenheiro Ávidos só tem apenas 5% de sua capacidade na atualidade e a nossa esperança era termos as águas do Rio São Francisco que não vão chegar no tempo que prevíamos”, lembrou Jeová.

Segundo o deputado, a Mendes Júnior abandou a obra em julho e até agora nada de concreto foi feito para resolver essa questão, inclusive, pela bancada federal paraibana. “Eu não sei o que está acontecendo. Será que os deputados federais e senadores da Paraíba renunciaram os mandatos? Porque se eles não representam o povo da Paraíba, eles representam quem? Os deputados federais da Paraíba e os três senadores precisam, sem exceção, dizer o que efetivamente está sendo buscado e qual a providência, objetiva e concreta, que o Ministério está tomando, se é que está, para retomar essas obras”, indagou o deputado.

Jeová lembrou que repassou a presidência da Frente Parlamentar da Água da ALPB para Renato Gadelha,  por ele ter um diálogo com o governo Temer, mas que não vai se furtar de cobrar das autoridades uma solução para esse problema. “A obra está paralisada, não há sinalização de que teremos um inverno normal no próximo ano”. Você vai falar com o setor de Meteorologia, seja em qualquer lugar, eles dão as previsões as mais diversas possíveis. Você não tem uma previsão segura se teremos inverno regular no próximo ano. E onde é que nós vamos buscar água para o nosso povo, para que ele não tenha que abandonar o sertão. Isso é uma questão urgente, o maior problema nosso na atualidade”, lembrou o deputado.

Sobre o fato de ser recorrente em suas falas a questão da água, o deputado foi enfático: “As pessoas podem até indagar se o deputado Jeová só fala deste assunto. Não, eu sei falar de energia solar, de desenvolvimento, de arranjos produtivos, de economia e política, de desenvolvimento econômico da região do sertão e de outro temas, mas sem ter água, em nenhum lugar do mundo, não há possibilidade de avanços,  e nós estamos na iminência de um colapso total, de a nossa região sertaneja se transformar, realmente, num deserto. Quem é que vai morar num canto sem ter água para beber? Sem ter água para fazer sua comida, sua higiene?”, finalizou o deputado.

Ginásio Poliesportivo de Poço Dantas vai receber o nome do ex-vereador João Guilherme Estrela

Propositura do deputado Jeová Campos foi aprovada pela ALPB, na semana passada

 

O Ginásio Poliesportivo construído pelo governo do Estado da Paraíba, na cidade de Poço Dantas, receberá o nome ‘Vereador João Guilherme Estrela’ (Joca de Duca).  A propositura do deputado Jeová Campos (PSB), aprovada em plenário na semana passada, atende um pleito da população de Poço Dantas, representada pela vereadora Maria Eva de Sousa Lira. “O ex-vereador Joca de Duca foi um grande colaborador da sociedade Poço-dantense e participou ativamente da política daquele importante município situado no Alto Sertão da Paraíba e foi um exemplo de homem público”, justifica Jeová.

“Foi o ex-vereador João Guilherme Estrela que deu posse ao primeiro prefeito constitucional de Poço Dantas, José Milton Santiago, de saudosa memória”, lembra Jeová. O líder político Joca de Duca, segundo o parlamentar,  possuía uma característica essencial ao ser humano: a solidariedade. “Ele era um homem probo, ético, honrado e leal. Cultivava um vasto círculo de amizades e seu nome era respeitado como pessoa de reputação ilibada. Um exemplo de cidadão, seja no seio familiar, seja na política. Atuava como conciliador  e mediador nos conflitos locais. Era solidário e nunca se negava a abraçar uma causa nobre”, destaca o deputado na justificativa do Projeto de Lei 781/2016.

“Joca de Duca não media esforços para ajudar as pessoas da região da Vila de Barra de Piabas e dos municípios de Poço Dantas e Uiraúna e na defesa de sua região. Como homem público sempre defendeu os interesses dos menos favorecidos, lutando por dias melhores em prol de sua gente, tornando-se referência política no alto sertão. Pela sua brilhante trajetória de homem público, João Guilherme Estrela deixou marcas profundas na seara política de Poço Dantas, Uiraúna e região”, lembra Jeová. Para o parlamentar, a homenagem a  João Guilherme Estrela é justa e representa o reconhecimento do Poder Legislativo Paraibano a um cidadão que sempre lutou pelos seus conterrâneos.

Perfil do homenageado                              

João Guilherme Estrela nasceu na Vila de Barra de Piabas, em Poço Dantas. Era filho de Guilherme Duque de Equitane e Minervina Maria da Conceição.  Foi casado com D. Maria Barreto, também natural de Poço Dantas e desta união nasceram onze filhos. João Guilherme Estrela exerceu o mandato de vereador nos municípios de Poço Dantas e Uiraúna. Trabalhador desde a infância, ele foi produtor rural, criador de gado e comerciante. Mas, foi no Poder Legislativo Municipal que encontrou a sua verdadeira vocação: a de representante do povo. Além de ser um homem público, de notória reputação e elevado caráter, o  saudoso vereador Joca de Duca foi um homem de fé, que se doou completamente para sua família, para o trabalho, para a atividade política,  para as comunidades de Bulandeira, Vila de Barra de Piabas e localidades circunvizinhas  e para sua cidade. Hoje a sua herdeira política é a vereadora do PSB, Maria Eva de Sousa Lira.

Colaboradoras do Grupo A. Cândido participam de palestra sobre como prevenir o câncer de mama

Ação foi realizada na última sexta-feira (21), no Sest/Senat, em alusão às atividades do Outubro Rosa das empresas do Grupo A. Cândido com sedes na Grande João Pessoa

 

As mulheres que fazem parte do quadro de colaboradores das empresas de ônibus Unitrans e Santa Maria, da Rodoviário Nordestino e da Unidas Mercedes-Benz que integram o Grupo A. Cândido, participaram, na última sexta-feira (21), de uma palestra sobre o câncer de mama com a médica mastologista Valéria Ataide. A apresentação aconteceu no auditório do SEST/SENAT, no Distrito Industrial e contou com a participação das diretoras do Grupo Lorena Dantas, Larissa Nascimento e Gisa Melo, além da coordenadora do SEST, Rozimar Firmino, da chefe de seção da Semob, Fátima Araújo (Fatoca), da psicóloga da São Jorge, Erika Dornelas e da gerente de RH da Unitrans, Isabela Maria, e ainda da empresária Marília Ramos que deu um testemunho de como encarar a doença com altivez, sem enxergá-la como uma sentença de morte.

Em sua palestra, a Dra. Valéria explicou como se desenvolve o câncer de mama, quais os fatores de risco, as medidas de prevenção que as mulheres podem ter, quais exames são indicados e as formas de tratamento para cada caso. Além disso, também foi mostrado um perfil da doença no Brasil e na Paraíba. “Cada paciente tem um tratamento individualizado, portanto o que serve para uma mulher pode não ser indicado para outra”, destacou a médica. Segundo ela, a estimativa é de que no Brasil, até o final deste ano, deverão ser descobertos mais de 50 mil novos casos de câncer de mama. Na Paraíba, algo em torno de 700 novos casos. “Os números são altos, mas poderiam ser ainda maiores caso não existisse uma campanha como o Outubro Rosa e outras ações de conscientização para a importância do autoexame e da mamografia depois dos 40 anos ou ao menor sinal de anormalidade nas mamas”, destacou a mastologista, lembrando que quando diagnosticado e tratado ainda em fase inicial, as chances de cura do câncer de mama são enormes, algo em torno de 90 a 95%.

A médica ainda explicou que como fatores de risco, o câncer de mama não tem uma causa única. Seu desenvolvimento se deve a uma série de fatores, alguns deles modificáveis, outros não. “O histórico familiar é um importante fator de risco para o câncer de mama. Mulheres com parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) que tiveram a doença antes dos 50 anos podem ser mais vulneráveis”, comentou a médica.  De acordo com ela, outros desses fatores são: a menarca precoce, a menopausa tardia, nunca ter engravidado ou ter tido o primeiro filho depois dos 30 anos, etc. Os fatores modificáveis estão relacionados com o estilo de vida, a reposição hormonal, o excesso de peso e a ingestão regular de álcool. A médica também rechaçou a ideia de que traumas mamários e anticoncepcionais causam câncer de mama.

“O  mundo desabou quando recebi o diagnóstico de câncer, mas eu tinha duas saídas: ou lutar para viver e me curar ou me entregar. Resolvi ficar com a primeira opção e encarar a doença com fortaleza e determinação”, disse a empresária Marília Ramos que, após a palestra da Dra. Valéria, deu um testemunho de como enfrentar a doença sem se deixar abater pelas circunstâncias. Marília não sentia nada, fez exames e a doença não tinha sido diagnosticada, mas um sonho ( de que estaria com a doença)  a despertou para a necessidade de pedir a sua médica para aprofundar os exames. “Eu sabia que aquele sonho não tinha sido em vão. Que eu estava doente e precisaria me cuidar”, afirmou Marília que encarou a realização da cirurgia de mastectomia, as sessões de quimioterapia e todas as etapas do tratamento mantendo o alto astral. “As sessões de quimioterapia que fiz, num hospital particular,  eram verdadeiros encontros de amigas e familiares, eu levava bolo, salgados, refrigerante e ficava conversando com todos durante o tratamento. Eu decidi não me render à doença. Certa vez a minha médica disse que achava que eu era ‘doida’, mas que depois de tudo não achava mais ‘tinha certeza”, brincou ela.

Para Marília, que criou a home Page “Estou com câncer e agora?”, para ajudar outras mulheres a superar essa difícil fase, desde o diagnóstico até a cura, o importante em todo o processo e manter-se confiante. “Eu ainda estou em tratamento, tomando remédios, mas essa experiência do câncer me fez ver o quanto sou forte, perceber o quanto sou querida e comprovar que o alto astral é importante para superar esse momento difícil na vida de qualquer mulher”, disse a empresária.

No final do encontro, a diretora da Unitrans, Lorena Dantas agradeceu a presença de todas as colaboradores, a palestrante e ao depoimento de Marília, e ainda enalteceu a importância da prevenção. Um bolo foi servido para todas as mulheres presentes após o evento e todas as colaboradoras ganharam de presente uma viseira rosa, numa alusão ao Outubro Rosa.

Missa de 30º Dia do paraibano que morreu em loja do interior de Alagoas acontece sem que ninguém ainda seja culpado pela tragédia

A celebração da Missa de 30º Dia do paraibano Sidney Marques Leite (Ney), que morreu tragicamente em um acidente no interior da loja Joel Auto Peças, na cidade de São Miguel dos Campos (AL), no dia 20 de setembro, aconteceu neste sábado (22), na capela Nossa Senhora da Piedade, no bairro do Cristo, em João Pessoa. Familiares, amigos e clientes de Ney que participaram do ato ecumênico ainda esperam que as autoridades policiais de Alagoas deem encaminhamento aos procedimentos legais que o caso requer para que, enfim, os culpados pela morte prematura de Ney respondam pelos seus atos perante à Justiça.

Durante a missa, irmãos, filhos e parentes próximos a Ney leram trechos da celebração eucarística e Ligia Maria, filha do segundo casamento dele, redigiu e leu um texto que fazia referência a escritos e postagens feitas por ele em rede social, a partir do qual relembrou e agradeceu os 15 anos de convivência com ele e todos os ensinamentos deste período compartilhado com muito amor e cumplicidade. “O plano material não será capaz de nos separar, pois estamos ligados de todas as formas possíveis através do amor”, destacou ela, lembrando que saberá honrar a memória de seu pai, levando em consideração todos os conselhos que recebeu dele.

A mãe de Ney, Francisca Marques Leite, mais conhecida como Nininha, não conteve as lágrimas durante toda a celebração, assim como os filhos do primeiro casamento dele, Pedro Neto, Allan Vinícius e Letícia Maria, que vieram de Teresina (PI), cidade onde residem, especialmente, para participar da celebração na capital paraibana, onde o pai residia. “Meu coração está em pedaços, a saudade é imensa, há um vazio enorme em minha existência. Nossos domingos não serão os mesmos sem ele”, disse ela sem conter as lágrimas. Ney costumava almoçar com os pais nos domingos em que estava em João Pessoa, já que seu trabalho, por vezes, o impedia por causas das viagens por todo o Nordeste.

A esposa, Kalina Ligia de Moura, fez uma homenagem especial a Ney, ao produzir um livreto com homenagens de familiares e pessoas próximas a ele, dedicando uma página da publicação com destaque de trechos de músicas de Roberto Carlos, intercalando-os com citações próprias, onde explicitou o seu sentimento de amor, paixão, admiração e dor pela saudade. “Ney foi um excelente companheiro, um grande pai, era um ótimo filho e um amigo de todas as horas. Eu não perdi apenas um marido, perdi meu referencial, meu alicerce, meu grande e único amor. Seguirei em frente, sem perder a ternura, pois tenho uma grande responsabilidade agora que é conduzir, educar e acompanhar nossas filhas, Ligia Maria e Anelise Maria”, disse Kalina.

Ney, como era mais conhecido, ocupava o cargo de gerente da Mônaco Distribuidora e estava no momento do acidente, no dia 20 de setembro, anotando um pedido de compras no interior da loja junto com um vendedor da mesma empresa, quando um carro desgovernado, dirigido por um mecânico, que estava sendo consertado no referido local, bateu nele e em seu companheiro de trabalho, imprensando-os contra o balcão. O vendedor teve apenas ferimentos leves, mas Ney foi atingido em cheio, ficando imprensado entre o carro e o balcão da loja. Foi encaminhado a UPA da cidade, em estado grave, onde recebeu os primeiros atendimentos. No local, ele teve duas paradas cardíacas, foi ressuscitado, mas logo entrou em coma, vindo a falecer poucas horas depois do ocorrido, no Hospital Geral do Estado (HGE), para onde tinha sido transferido de helicóptero.

O laudo do IML de Maceió, onde foi feita a autopsia, deu como causa da morte perfuração do baço e comprometimento de outros órgãos internos ocasionados por causa do impacto do veículo, além de constatar fraturas diversas nas pernas, costelas e bacia. O sepultamento de Ney aconteceu no Parque das Acácias, em João Pessoa, no dia 22 de setembro. Ele era paraibano de Patos e tinha 52 anos.