Author: News Comunicação
Unitrans realiza exames clínicos nos colaboradores que atuam na oficina
Cuidados com a saúde e o bem-estar de seus operadores também são ações regulares das empresas de ônibus de João Pessoa Transnacional e Reunidas, que integram o consórcio Unitrans. Um exemplo disso é a realização de exames periódicos. Essa semana está sendo realizado, com toda comodidade e gratuitamente, os exames laboratoriais, a exemplo de hemograma completo e ácido hipurico, metil-hipurico, 2,5 Hexanodiona, em todos os funcionários que atuam no setor de oficina. A coleta do material acontece das 8h às 12h e das 14h às 17h, no ambulatório da empresa, em Água Fria. Essa avaliação também se estende aos operadores de todos os demais setores das empresas, de acordo com o cronograma do Ambulatório Médico. Os exames são encaminhados para o laboratório Pronto Análise.
“Essa aferição periódica é de grande importância, pois, assim podemos agir preventivamente no caso de detectarmos algum problema de saúde”, afirma o médico do Trabalho, Dr. Paulo Helosman. Fizeram os exames os profissionais que atuam como mecânicos, lanterneiros, borracheiros, torneiros mecânicos, eletricistas e capoteiros. Em abril e maio último, todos os profissionais da oficina passaram por exames de audiometria.
As coletas de sangue são feitas no ambulatório da empresa, em seguida, são encaminhadas ao laboratório Pronto Análise para realização dos exames. Depois, os resultados são avaliados por Dr. Paulo, que analisa caso a caso e dá os devidos encaminhamentos caso haja a identificação de alguma anormalidade.
O médico explica que essa assistência oferecida aos funcionários é muito mais que uma formalidade e exigência do Ministério do Trabalho é, sobretudo, o compromisso da Unitrans com a saúde de seus colaboradores. “Agimos preventivamente e com um controle rigoroso e permanente e isso só beneficia nossos profissionais, que ficam com os exames sempre em dia”, finaliza Dr. Paulo.
Governo do Estado vai atender pleitos de produtores, empresários e moradores de Santa Rita e melhorar estradas e pontes do município
Os serviços de terraplanagem das estradas vicinais de Santa Rita, situadas no entorno da Bacia do Gramame, por onde escoa boa parte da produção agrícola do município, serão realizados de imediato, já a partir da próxima semana. Além disso, o Governo do Estado vai elaborar o estudo e projeto de construção de quatro pontes e do asfaltamento da PB 016, que liga a BR 101 até o distrito de Odilândia, passando por Cicerolândia. Essas ações foram acordadas durante reunião realizada nesta quinta-feira (31), na sede do Departamento de Estradas e Rodagens (DER), entre o secretário de Estado dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, João Azevedo e representantes do DER, com produtores, empresários e políticos de Santa Rita, a exemplo do deputado José Paulo.
O vice-presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Raimundo Nonato, que é produtor de cana-de-açúcar em Santa Rita, também participou da reunião e disse que ficou satisfeito com as respostas e encaminhamentos do secretário. “Ele se comprometeu a solucionar os problemas que levantamos no menos tempo possível e reiterou a importância dos pleitos que levamos”, destaca Nonato. Ainda segundo o dirigente da Asplan, a melhoria da infraestrutura das estradas de Santa Rita é de fundamental importância, já que as vias são utilizadas para o escoamento da produção agrícola, no deslocamento dos habitantes das localidades e dos trabalhadores que lá atuam, no transporte de água mineral, já que a região tem grandes fontes, além da areia que é utilizada pela construção civil e indústrias cerâmicas.
Atualmente, as estradas vicinais estão em péssimas condições de tráfego, com muitos buracos e pontes precárias, que vêm sendo recuperadas, de forma amadora e voluntária, pela comunidade local. Durante a reunião foi debatida a necessidade de construção de pontes no Rio Gramame, mais conhecido como Rio da Geladeira, outra na Mumbaba, mais uma na Mumbaba Pinicho e ainda outra ponte sobre o Rio Mamuaba. Santa Rita é o maior produtor de cana-de-açúcar da Paraíba, além de produzir inhame, abacaxi, macaxeira, milho e batata.
Jeová prestigia lançamento de livro do professor Junior e enaltece as qualidades do profissional e amigo de infância
O deputado estadual Jeová Campos prestigiou, essa semana, o lançamento do livro do professor e pesquisador da UFPB, Luiz de Sousa Junior, intitulado “No Meio da Travessia: breves narrativas sobre gestão municipal da educação”. O livro é um relato da vivência do autor durante sua gestão na Secretaria de Educação de João Pessoa. “Eu não poderia deixar de prestigiar o meu amigo, colega de universidade e, sobretudo, um grande educador e ser humano”, disse Jeová em discurso de improviso, durante o evento realizado no espaço Budega Arte e Café.
“Júnior , que vocês conhecem um pouquinho menos do que eu, pode ter certeza, tem muito ainda o que oferecer ao ensino superior deste país, a educação básica deste estado e, porque não dizer, tem muito a oferecer a instituição que ele é vinculado. Um dia ainda o verei reitor. Ele tem uma vida acadêmica, politicamente centrada, que lutou pelas residências universitárias, e tem história para ser contada com muito conteúdo e qualidade”, disse Jeová, lembrando que conheceu o autor ainda menino, andando descalço nas ruas de Cajazeiras.
O livro “No Meio da Travessia: breves narrativas sobre gestão municipal da educação”, lançado pela Editora do CCTA, explicita as opções políticas educacionais adotadas pelo autor, desde o planejamento até a execução de seus projetos à frente da educação municipal da capital paraibana.
Criação de alíquota sobre importação do Etanol anunciada pela Camex semana passada beneficia toda a cadeia produtiva
A escalada de importação do Etanol, de forma especulativa, começou a ter um enorme crescimento em outubro do ano passado. Isso fez com que o fornecedor de cana-de-açúcar recebesse menos pela cana. O preço da matéria-prima caiu a partir de outubro cerca de 20% e isso fez com que o Nordeste, em plena safra, mesmo tendo uma safra menor, que na Paraíba foi de 4,9 milhões de toneladas, se visse obrigado a ficar com Etanol no tanque das usinas sem conseguir vender para as distribuidoras, que viam comprando o produto dos importadores. Diante desta situação, em dezembro, a Paraíba começou a elaborar um pedido para a Câmara do Comércio Exterior (Camex) para criar uma alíquota sobre a importação do produto como defesa comercial. Essa solicitação, depois encampada por outras entidades em nível regional e nacional, foi acatada na semana passada, com a criação da cota de importação de 600 milhões de litros de etanol ao ano livre de tarifa. A importação acima desse volume passará a ser tarifada em 20%. A medida terá duração de 24 meses e, após esse prazo, será novamente avaliada pela Camex. A medida beneficia toda a cadeia produtiva.
O presidente do Sindicato da Indústria de Produção do Álcool da Paraíba (Sindalcool), Edmundo Barbosa, confirma que a criação da cota de importação só foi acatada pela Camex depois de muitas articulações e com o apoio dos fornecedores, de parlamentares, da Unida, da Feplana, de todos os sindicatos e associações, inclusive da Única. “De fato, a proposta da Paraíba, apreciada na Camex acabou sendo aprovada no último dia 23 com uma restrição, ou seja, com uma cota livre de importação de 600 mil metros cúbicos”, explica Edmundo. Ele ressalta que somente este ano, a importação de Etanol já alcançou 1,4 bilhão de litros, com aumento de 320% em relação a 2016, quando foram importados 832 milhões de litros, prejudicando não só os produtores do Nordeste, mas de todo o Brasil. “A definição dessa alíquota é extremamente benéfica e nós estávamos lutando para que isso acontecesse”, destaca Edmundo.
De acordo com o presidente do Sindálcool, a medida beneficia toda a cadeia produtiva, inclusive os produtores de cana. “A criação dessa alíquota não beneficia somente o setor industrial. Ela também é positiva para os produtores. “Os fornecedores de cana se beneficiam na medida em que, como o Brasil é o maior exportador de açúcar e o açúcar está com os preços muito abaixo do custo de produção, já que ele não está remunerando nem o custo de produção, isso em função da pouca atenção do governo, já que o Brasil é o maior produtor mundial de açúcar e o segundo de etanol. Portanto, o fornecedor de cana se beneficia, a partir de agora, com uma provável elevação no preço do açúcar e também por uma provável elevação do preço do etanol em função do programa RenovaBio”, reitera ele.
O presidente do Sindalcool, no entanto, faz uma ressalva em relação à outra frente de trabalho que é na regulamentação da Resolução Nº 11, do Conselho Nacional de Política Energética. “Nós não estamos conseguindo avançar na defesa comercial no tocante a Resolução Nº 11, que estabelece que em qualquer importação, o importador deve guardar, ou seja, deve ter tancagem para armazenar pelo menos uma parcela da importação. Isso depende da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e nós estamos vendo um enorme favorecimento das distribuidoras nesta área e isso seria um ponto muito importante que precisa ser resolvido também a partir de uma decisão de governo”, argumenta Edmundo Barbosa.
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, reitera que essa criação da cota e do limite de importação, com alíquota zero, reequilibra o mercado interno e traz alívio para toda a cadeia produtiva. “Essa decisão da Camex que, oportunamente, começou a ser solicitada pela Paraíba não apenas reequilibra o setor sucroenergético nacional, como é uma demonstração de sensibilidade do atual governo que reconheceu que era hora de estancar os prejuízos, que essa desastrada medida estava causando”, destaca Murilo.
O dirigente da Asplan lembra que essa redução para zero da tarifa da importação foi uma decisão intempestiva do governo da presidente Dilma. “Na época, o Nordeste foi contra, mas, mesmo assim, houve essa medida. Havia uma hipótese, no Centro Sul, de que os EUA também reduziria a zero a sua tarifa, o que nunca aconteceu, já que até hoje a tarifa dos Estados Unidos é 2,5%”, explica Murilo.
O presidente do Sindalcool lamenta que embora a medida tenha sido aprovada pela Camex, na semana passada, ainda é possível obter licenças de importação de Etanol Anidro. “Isto mostra que a Secretaria de Comércio Exterior está aceitando ainda pedidos de importadores. Há empresas com grandes volumes de produto já importado e ainda fazendo pedidos para os próximos meses. A influência dos Importadores e o interesse das distribuidoras em se auto abastecerem tem prejudicado a todos os produtores no Brasil”, afirma Edmundo, lembrando que é preciso requerer maior urgência do Governo e dos Parlamentares para a defesa da região Nordeste. “Há leniência na sistemática de internação / nacionalização do etanol importado, principalmente no porto de Itaqui, no Maranhão. Vai ser difícil controlar a tal cota de importação se eles ainda continuam permitindo requerer licenças”. Finaliza Edmundo.
Grupo de trabalho que está elaborando o Projeto de Incentivo ao Polo de Confecção do Sertão se reúne para definir prioridades
Depois da definição do novo regime tributário para o setor têxtil no alto sertão da Paraíba, que já está em vigor e reduziu de 17% para 2% a alíquota do ICMS sobre a venda de produtos oriundos das micros e pequenas empresas de confecção instaladas no alto sertão da Paraíba, o desafio agora e elaborar o Projeto de Incentivo ao Polo de Confecção paraibano. Para tanto, foi criado um grupo de trabalho para estudar formas de estimular a produção das peças e fortalecer o arranjo produtivo local, incluindo a questão do acesso ao crédito, via Empreender e outras instituições. Nesta quinta-feira (31), o grupo se reuniu sob a coordenação do secretário executivo da Receita Estadual, Leonilson Lins e do deputado estadual Jeová Campos (PSB), que foi o principal articulador para que o Polo de Confecção do Sertão se concretizasse. A próxima reunião já está agendada para o dia 18 de setembro.
Nesta primeira reunião ficou definido que as empresas precisam adquirir uma máquina para lavagem de jeans, já que somente com esse equipamento fica viável a produção de peças com esse tipo de material e que será importante a implantação de um laboratório industrial de confecção na Escola Técnica de Cajazeiras para formar mão de obra para atuar nas fábricas da região. Além do secretário e do parlamentar, participaram da reunião e integram o grupo de trabalho representantes da CINEP, da Escola Técnica Federal de Cajazeiras, da Secretaria Estadual de Educação, do Empreender e ainda microempresários do setor têxtil do sertão paraibano.
“A decisão do Governador Ricardo Coutinho de instituir esse novo regime tributário é uma demonstração de que o governo tem sensibilidade para o tema e mais que isso tem uma visão de longo alcance, porque sabe que isso vai mudar, para muito melhor, a realidade de muitas pessoas e até da região e porque não dizer do próprio estado”, destaca Jeová. O deputado lembra que desde quando assumiu seu primeiro mandato de deputado, em 2007, iniciou um diálogo com o governo mostrando que no sertão da Paraíba se vivia um fenômeno muito importante, que era a atividade da venda da confecção, mas que apenas o governador Ricardo Coutinho, através da Secretaria da Receita, na pessoa do secretário Leonilson Lins, apoiou o pleito e se empenhou na formatação do Decreto do novo regime tributário, que institui uma alíquota de 2% para vendas na Paraíba e de apenas 1% para vendas fora do estado.
Jeová lembra que a região já conta com curso na área de vestuário, na Escola Técnica e que com o Laboratório essa formação profissional será ampliada. Segundo o deputado, a ideia é que até a 2ª quinzena de outubro todo o projeto esteja concluído e seja apresentado, em Cajazeiras, numa solenidade que vai contar com a presença do governador e do secretário que, na ocasião, reforçarão a importância do incentivo às micro e pequenas indústrias têxteis do alto sertão paraibano. “Já vislumbro o sertão da Paraíba, daqui a dez anos, como é as cidades produtoras do interior de Pernambuco, a exemplo de Santa Cruz e Toritama”, finalizou Jeová.
Deputado propõe que ALPB realize uma audiência pública para debater os prejuízos do fechamento de comarcas na Paraíba
Durante a sessão desta quarta-feira (30), o deputado estadual Jeová Campos (PSB) propôs que a Assembleia Legislativa realize uma audiência pública para debater a questão do fechamento de Comarcas e a repercussão desse fato na vida dos cidadãos paraibanos. A sugestão do parlamentar é que a audiência seja realizada no próximo dia 06 ou no dia 14 de setembro. Para realização da audiência é preciso que a proposta seja aprovada em plenário.
“Recebi da Associação dos Analistas do Ministério Público um documento alertando sobre o fechamento das comarcas na Paraíba. Isso não é possível, porque o fechamento de uma comarca representa um retrocesso, desinstalar comarcas é o mesmo que extingui-las e nós temos que lutar para que isso não aconteça. Já fecharam zonas eleitorais e agora as comarcas. A quem interessa isso?”, questionou Jeová.
Maternidade de Patos amplia serviço de ambulatório de alto risco para gestantes
A Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, está aumentando a oferta de um serviço muito importante para às gestantes de alto risco, com a ampliação dos atendimentos ambulatoriais para esse público. A iniciativa está inserida na política de saúde pública do estado que busca reduzir os índices de mortalidade materna, tendo como foco a ampliação deste serviço preventivo. Com a iniciativa, a unidade passa de dois para seis ambulatórios de alto risco.
“Essa ampliação do serviço vai possibilitar atender um maior número de gestantes, fazendo com que elas tenham a oportunidade de terem um acompanhamento mais criterioso e com isso diminuir o índice de complicações e morbidade durante essas gestações de alto risco”, explica o diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior.
Antes da mudança, o ambulatório de alto risco da Maternidade funcionava dois dias, às terças e quintas-feiras, pela manhã. Desde a semana passada, houve o acréscimo de mais um dia, com a inclusão da segunda-feira, com atendimentos pela manhã e à tarde. Na terça-feira, o serviço continua pela manhã. Essa semana começa os atendimentos também nas quartas-feiras, à tarde, e os da quinta-feira, ganham mais um horário, funcionando em dois turnos, pela manhã e à tarde.
“Na semana passada, aumentamos um ambulatório, essa semana vamos incluir mais dois e, na primeira semana de setembro, disponibilizaremos mais um totalizando seis ambulatórios”, contabiliza Dr. Umberto. Ele lembra que essa ampliação é fruto de uma parceria com as instituições de ensino superior Faculdades Integradas de Patos (FIP) e a Faculdade Santa Maria (FSM), de Cajazeiras, do curso de Medicina, que estão cedendo os profissionais obstetras para fazer os ambulatórios com o acompanhamento dos alunos destas instituições.
Ampliando bases
O deputado estadual Jeová Campos (PSB), cuja principal base eleitoral se encontra no sertão, neste segundo mandato, amplia seus horizontes com ações em outras regiões do estado. Na sessão desta terça-feira (29), na ALPB, foi aprovado o Requerimento Nº 7.780, de sua autoria, que solicitava à presidência da Cagepa, o imediato reestabelecimento do abastecimento de água do Sítio Paulo, localizado em Cuité de Mamanguape. “É um pleito justo e tem tudo a ver com meu mandado, que interage com a questão hídrica de forma direta. Além do que, sou deputado da Paraíba, não de uma região do estado”, disse o parlamentar.
Ele viverá para sempre
“A partida de Dom José, em tempos de trevas, como vive o Brasil, deve ser momento de reflexão sobre o bem comum e a vida com qualidade, sem injustiças econômicas, com liberdade de expressão e fé cristã. Esse lindo homem de Deus, Dom José Maria Pires viverá para sempre, pois plantou sementes de amor ao próximo na vida dos mais humildes, que jamais o esquecerão. Que Maria o receba na pureza do amor que ele sempre pregou”, disse o deputado estadual Jeová Campos, em homenagem ao arcebispo emérito da Paraíba, falecido no último domingo.
Asplan comemora aprovação de PRS que coloca fim ao Funrural e diz que essa decisão corrige distorção que bitributava o setor produtivo
O Projeto de Resolução do Senado (PRS) 13/2017, de autoria da senadora Kátia Abreu (PMDB/TO) foi aprovado, nesta quarta-feira (23), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O texto suspende, em definitivo, a cobrança do Fundo de Assistência do Trabalhador Rural (Funrural), um imposto já considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O projeto suspende a execução da lei 8.540/1992, que estabelecia uma alíquota de 2,1% sobre a receita da comercialização da produção agrícola. O PRS, que segue para promulgação, caso não haja recurso, foi aprovado com os votos dos senadores paraibanos Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB). Como o PRS é terminativo, não precisa passar por análise do Senado, nem da Câmara.
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), cujos associados vinham depositando o imposto em juízo, comemorou a decisão. “Ela repara uma injustiça com o setor produtivo e corrige uma distorção jurídica”, disse o presidente da Asplan, Murilo Paraíso. Ainda segundo Murilo, a aprovação do PRS 13 na CCJ, representa um alívio para o produtor rural brasileiro. “Nós tínhamos uma bitributação, já que também recolhemos a Previdência sobre a folha de pagamento, o que não ocorre com o empregador urbano”, explica o dirigente canavieiro.
O advogado Jeferson Rocha, que representa a Asplan nesta questão do Funrural, lembra que essa decisão do Senado cumpre a Constituição ao retirar o Funrural do ordenamento jurídico. “O Senado Federal recebeu dois ofícios do STF, em 2013 e 2014, onde o Supremo orientava a retirada do Funrural do ordenamento jurídico, porque o tributo é inconstitucional. Contudo, essa orientação dada ao Senado pelo STF não foi obedecida. Esses ofícios foram arquivados e, recentemente, depois do julgamento que contrariou decisões anteriores da própria Corte, que considerou constitucional a cobrança do Funrural, por uma votação de 6×5, a bancada ruralista reativou essa ideia dentro do Senado, a partir do PRS da senadora Kátia Abreu, que recebeu parecer favorável do relator, Jader Barbalho e hoje foi aprovado na CCJ em caráter terminativo”, esclareceu o advogado.
Ainda segundo Jeferson Rocha, a aprovação do Projeto de Resolução do Senado deverá resolver a questão do Funrural, tanto para o futuro quanto para o passado, pois seus efeitos terão alcance prospectivo e também retroativo.