Author: News Comunicação

Complexo Hospitalar de Patos faz novas compras de EPI’s para o enfrentamento da pandemia de Covid-19

Atenta as atuais circunstâncias do mercado, que em tempos de pandemia pode resultar numa escassez ou mesmo dificuldade de encontrar EPI’s, a direção do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, realizou nesta terça-feira (07) a compra de mais 1000 máscaras N95 e de mais dois mil aventais descartáveis e impermeáveis. A quantidade de EPI’s que se encontra no hospital, inclusive de máscaras N95, é suficiente para suprir a demanda interna destes equipamentos por mais 10 dias. A unidade, que é referência para casos de Covid-19, tem, atualmente, três pacientes sob seus cuidados, em regime de isolamento, com suspeita da doença.

De acordo com a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, a unidade já vem se preparando para atender os casos suspeitos já há algum tempo, com ações que passaram pelo treinamento de equipes, inclusive na coleta de swuab para os exames, na adoção de protocolos específicos, de mudanças de rotina, destinação de área reservada para atendimento de casos respiratórios, suspeitos ou não, com a destinação de leitos de isolamento, etc. “A preparação para o enfrentamento desta pandemia já tem algum tempo e inclui uma série de medidas e protocolos que estão em sintonia com a Secretaria de Saúde do Estado e com os órgãos envolvidos nesta questão que buscam, de forma conjunta, as melhores formas de tanto atender os pacientes, quanto resguardar a saúde dos profissionais que atuam na linha de frente desta pandemia”, destaca a diretora.

Segundo Liliane, o Complexo tem EPI’s suficientes para mais dez dias de atuação, prazo que deve coincidir com a entrega da nova remessa de máscaras N95 comprados pela unidade no dia de hoje. Neste aspecto, ela reitera que mesmo que as máscaras demorem mais dias para serem entregues, isso não afetará o atendimento. “Seguindo orientações das autoridades de saúde, instituímos protocolos internos para que diante da escassez de EPI’s no mercado, que as máscaras N95, salvo as devidas condições da mesma, possam ser reutilizadas de acordo com os protocolos das sociedades brasileiras de várias especialidades médicas que já emitiram pareceres neste sentido”, tranquiliza a diretora, lembrando que a dificuldade de compra e entrega num prazo mais curto destes produtos de uso individual não é uma problemática isolada de nenhuma unidade de saúde, mas, uma realidade mundial, devido a pandemia do Covid-19.

Resumo dos casos suspeitos de COVID 19 no CHRDJC

Há três pacientes no Complexo aguardando resulados dos exames para o Coronavírus. Uma mulher, 55 anos, de Patos, que apresentou sintomas de tosse e dificuldade respiratória, com entrada no dia 04 de abril, que permanece internada em enfermaria de isolamento, com caso sendo investigado. Outra paciente de 16 anos, de Caatingueira, que chegou ao hospital no último dia 1º, apresentando dificuldade respiratória. A jovem está sob cuidados intensivos e por isso está internada em leito de terapia intensiva para casos de coronavírus. O terceiro paciente é do sexo masculino, tem 60 anos,e é de São José do Bomfim. Ele deu entrada com quadro de linfagite necrótica, no dia 14 de março, evoluindo com dificuldade respiratória e segue internado em leito de terapia intensiva, com estado geral que inspira cuidados. Foi coletado material para exames nos três pacientes e a unidade aguarda os resultados para confirmar ou não a suspeita de contaminação por Covid-19.

Cai número de acidentados de trânsito atendidos no Hospital de Patos em março

O relatório de atendimentos do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, referente ao período de 1º a 31 de março trazem dados relevantes. O primeiro deles é que o número de atendimentos na urgência e emergência da unidade de vítimas de acidentes de trânsito diminuiu consideravelmente no mês passado. Essa redução coincide com a adoção das medidas de isolamento social adotadas na Paraíba em função da pandemia do Covid-19. Em março, foram registrados 266 atendimentos de vítimas de acidente de trânsito, número inferior ao do mês de fevereiro, que mesmo com dois dias a menos no calendário, contabilizou 342 ocorrências.
Outro dado relevante é que mesmo em função da redução dos acidentes, o número de ocorrências na urgência envolvendo motociclistas se manteve alto. Dos 266 pacientes atendidos, 233 estavam em motos. Os demais casos foram de vítimas de acidentes com bicicletas (19), seguidos de automóveis (07), atropelamentos (06) e ainda uma ocorrência com veículo de tração animal. Outro relatório emitido na manhã desta segunda-feira (06), referente ao período de 31 a 05 de abril, já contabilizava mais 49 atendimentos de vítimas de acidentes, dos quais 42 envolveram motos, cinco foram com automóveis, um com bicicleta e um atropelamento.
A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, confirma que a redução do número de atendimentos coincide com as medidas de restrição e isolamento social por causa da pandemia. “Era natural que com menos pessoas circulando, houvesse essa redução tanto que se formos comparar os dados da primeira quinzena, com a segunda metade do mês de março, a gente já percebe essa redução claramente”, disse Liliane. Do dia 01 a 15/03, foram registrados 156 atendimentos de vítimas de acidentes e na segunda quinzena esse quantitativo baixou para 110.
O relatório de gestão da unidade no tocante a atendimentos às vítimas de violência, durante o mês de março registra que foram atendidas 42 pessoas no total, sendo 17 por agressões físicas, 16 pacientes com ferimentos por arma branca e outros nove feridos por armas de fogo.

Defendo eleições simultâneas para todos os cargos eletivos, mas o momento não é de decidir adiar ou não o pleito de 2020, mas de salvar vidas e empregos diz Jeová

“A eleição ano sim, ano não é muito ruim e não está fortalecendo a democracia. Na realidade, isso fragiliza o processo democrático porque só está sendo bom para quem tem uma estrutura econômica forte, que tem grupo econômico que financia essas eleições. Não é o caso dos partidos que tem uma feição mais de base e popular, que é o campo que gravita a nossa política. Por isso, sempre defendi a unificação das eleições, e realização de eleições gerais, simultâneas, para todos os cargos eletivos, só acho que esse momento não é o de se discutir isso. Todas as atenções agora precisam estar voltadas para o combate a pandemia do Covid-19. É tempo de salvar vidas e os empregos”, disse hoje (02), o deputado estadual Jeová Campos, referindo-se a muitas declarações sobre a possibilidade de adiamento das eleições de 2020 diante deste cenário de pandemia.

Conjunturalmente, explica o parlamentar, ele acha que esse ano não ter eleição, é uma situação atípica. “De fato, agora há um fator presente na conjuntura que não existia, que é essa pandemia do Covid-19, até onde isso vai, quais serão as implicações econômicas e sociais que ficarão deste episódio de saúde grave, que impactou a economia mundial e também a do Brasil. Acho precipitado, neste momento, tomar essa decisão, pois não consigo enxergar agora se isso permitirá ter a normalidade necessária para ter uma eleição. Na minha percepção, esse conjunto de valores não estão claros, ainda para se avaliar com tanta convicção”, disse Jeová.

O deputado lembrou que ele defende há tempos a unificação das eleições de vereador a presidente da República e uma reforma política profunda. “O Brasil tem que fazer a unificação das eleições e uma reforma política que institua mandatos de cinco anos, sem reeleição para os cargos majoritários, apenas uma reeleição para os cargos proporcionais de vereadores, deputados e senadores. É necessário fazer uma reforma política profunda, com financiamento público exclusivo de campanha. É preciso dar garantia de igualdade nos pleitos eleitorais, de fato e de direito, não apenas na formalidade, do ponto de vista das oportunidades de quem pleiteia um cargo público na política. É assim que eu sempre me posicionei e mantenho minha coerência nesse debate”, reiterou ele.

Se for para prorrogar mandato, na opinião de Jeová, é necessário fazer um plebiscito nacional. “Essa consulta pública não deve se restringir a questão da prorrogação de eleições, mas, incluir também a unificação de eleição e mais do que isso, incluir, a questão do financiamento de campanha. Mas, se tivermos eleições precisamos ter fundo eleitoral, para evitar que as eleições se tornem um comércio de quem dá mais. É necessário financiamento público de campanha sim, porque além de barrar esse ‘comércio’, o financiamento público iguala as oportunidades”, finaliza o parlamentar que já tornou público que não mais disputará eleições na condição de candidato.

Produtores de cana da PB reforçam importância dos pedidos da Feplana para evitar quebradeira no setor por causa do Covid-19

O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, faz um alerta sobre os impactos negativos da pandemia do Covid-19 e sobre as medidas que precisam ser tomadas urgentemente para que os efeitos dessa problemática mundial não quebrem o setor sucroenergético nacional. “Os impactos da pandemia do Covid-19 sobre a economia, as empresas e, especialmente, sobre o setor sucroenergético nacional, que sofre diretamente com as quedas acentuadas nos valores das commodities responsáveis pela precificação do valor da cana, ou seja, o açúcar e o petróleo, que tiveram quedas acentuadas de -15,3% e -59%, respectivamente, nas bolsas de valores, requerem das entidades representativas do segmento uma urgente atitude diante desse cenário que tem impactos diretos sobre as lavouras e em toda cadeira produtiva canavieira”, atesta José Inácio.

Neste sentido, ele destaca a iniciativa da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), que encaminhou algumas propostas ao Governo Federal no sentido de buscar apoio para superação deste momento, preservando um setor vital para a economia e estabilidade do país e milhares de empregos. As sugestões passam pela prorrogação das dívidas até 2022, a venda direta de etanol aos postos e a solicitação de que os créditos do RenovaBio sejam extensivos a cadeia produtiva e não fiquem restritos apenas às indústrias.

Para José Inácio de Morais, muito mais que propostas, esses encaminhamentos da Feplana às autoridades federais, especialmente, aos Ministérios da Agricultura, Minas e Energia e Economia, são a única forma de sobrevivência do setor não apenas diante das consequências da pandemia, mas, também de questões pertinentes à atividade na região Nordeste. “Nossa região passou por sete anos de seca, temos condições adversas de solo, clima e topografia em relação ao Sudeste, estávamos convivendo com baixos preços de remuneração e quando a gente vislumbrava um cenário de recuperação, vem essa pandemia. A sensibilidade do governo federal é imprescindível com o setor neste momento. Ou a gente tem esse olhar atento dos ministérios da Agricultura, Minas e Energia e Economia, ou quebraremos numa proporção inimaginável”, assegura José Inácio.

O dirigente canavieiro lembra que o setor canavieiro é responsável por milhares de empregos e responde por ampla fatia do PIB do País e que em boa parte do Nordeste a atividade é o principal sustentáculo econômico e social. Segundo ele, as propostas elencadas pela Feplana não sobrecarregam o governo que tem que se desdobrar para atenuar os efeitos devastadores dessa pandemia porque não passam pelo repasse de recursos. “O que a Feplana pleiteia, com apoio das entidades que ela representa, a exemplo da Unida e da Asplan, é a prorrogação do prazo de pagamento das dívidas rurais de empréstimos realizados para custeio e investimento dos canaviais, definidas para o final de 2020, para 2022, a repactuação de dívidas agrícolas, sem que isso mude as aquisições de créditos rotineiros para o financiamento da safra atual, o fim da exclusividade da venda do etanol das usinas pelas distribuidoras, para que o produto fique mais competitivo diante da queda do preço da gasolina, o que melhoraria a rentabilidade das unidades produtoras e, com isso, o aumento do preço da cana dos fornecedores, e ainda a possibilidade dos produtores independentes obter os créditos financeiros da Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio)”, destaca José Inácio.

Ele lembra ainda que num momento difícil, na época do Plano Real, que nem era um momento de tanta fragilidade como esse agora, o Brasil já teve uma experiência exitosa de fazer uma securitização com o setor agrícola, que contemplou os produtores com um alongamento de dívidas de 20 anos, com juros compatíveis. “Acho que é também oportuno pedir agora ao governo uma securitização de todos os débitos, em qualquer banco”, diz José Inácio. Em relação a proposta de participação nos créditos do CBios, o dirigente da Unida lembra que mesmo com os fornecedores de cana representando 36% de toda matéria-prima usada nas indústrias, só os parques fabris estão garantidos pela lei para se habilitarem e receberem os ganhos econômicos dos créditos de carbono gerados por elas (CBios).

“Se formos analisar, as propostas da Feplana não impactam o governo porque não há pedidos de liberação de recursos, mas, ajudarão o setor a ter fôlego para sobreviver a essa pandemia e seus efeitos desastrosos na economia e nos mercados e aos baixos preços da matéria-prima”, reitera José Inácio. Ele destaca ainda que, particularmente, no Nordeste uma outra sugestão seria o pagamento de uma subvenção que ajudasse os produtores nordestinos a terem melhores condições de competitividade em relação aos do Sudeste. Antecipar o aumento do álcool anidro na gasolina e diesel, colocar, postergar pagamentos de INSS, FGTS, PIS, COFINS a CID na gasolina e, em nível estadual, acabar com a bitributação sobre mercadorias, reduzindo o valor dos insumos agrícolas, são outras sugestões que devem ser levadas em consideração na atual conjuntura. “É preciso fazer algo e urgente e somente o governo federal e estadual têm essas prerrogativas”, finaliza José Inácio.

Diretoria do Complexo de Patos recebe elogios de filho de paciente agradecendo o serviço humanizado que sua mãe está recebendo

Paciente do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, a Sra. Francisca Nunes de Assis, está sob os cuidados da equipe da unidade desde a última quinta-feira (26), na Enfermaria 3. Moradora de Itaporanga, a Sra. Francisca inspira cuidados especiais por ser diabética, ter 81 anos e estar com a taxa de glicemia bem alterada, razão pela qual ela foi internada. Acompanhada sempre pelos quatro filhos – Geralda, Damiana, Francisca e Francisco Cirilo Nunes, que fazem um revezamento entre si para não deixá-la sozinha em nenhum momento, ela segue se recuperando sob os cuidados do Complexo, com a ajuda de um respirador, de uma sonda e cercada de muito amor. Como a Dona Francisca, há muitas pacientes sendo acolhidas na unidade, mas, o que chama atenção neste caso, foi a iniciativa do filho da paciente, o auditor fiscal, Francisco Cirilo, em enviar para a diretora do Complexo, Liliane Sena, um comunicado de gratidão e elogio pelo atendimento prestado a sua mãe.

“As pessoas devem reclamar quando há procedência, mas, também precisam elogiar e reconhecer quando um serviço público é bem feito, como esse agora, do Hospital de Patos. Não só eu, mas, também minhas irmãs, temos presenciado e testemunhado o atendimento cordial, eficiente, prestativo e, sobretudo, humanizado de todos os que integram o Hospital de Patos. Desde a recepção, passando pelos porteiros, como os enfermeiros, técnicos e médicos, a gente percebe que há compromisso no trato com as pessoas. Tudo o que solicitamos chega com presteza e não só para minha mãe, temos observado isso aqui e por isso recebi tomar a iniciativa de fazer tanto o elogio, como o agradecimento”, destacou Cirilo, que mesmo diante da gravidade do quadro de sua mãe, parou um pouco para reconhecer o trabalho da equipe do Complexo. “Está sendo feito tudo o que é possível para reverter este quadro. O Hospital está fazendo a sua parte. Tudo o mais está nas mãos de Deus”, reitera ele, que mora em João Pessoa, mas está em Patos, junto com as irmãs que têm residência em Itaporanga e também em Campina Grande, nessa missão de cuidado e amor.

No comunicado enviado a direção do Hospital, Cirilo ainda pede que o agradecimento seja extensivo a todos os que integram a equipe da unidade. “Transmita, por favor, aos profissionais deste hospital a gratidão e reconhecimento do trabalho que vocês estão fazendo pelos que mais precisam. Estes dias que estou aqui testemunho todo o profissionalismo e comprometimento de sua equipe”, destacou ele, que ainda reconhece o agravamento do atual momento vivido pelos profissionais de saúde, diante da pandemia do Covid-19. “Sabemos que quem atua na área hospitalar vive em constante estresse pela própria atividade e ambiente de trabalho, imagina no atual momento em que passamos. Mas, aqui, no Hospital de Patos encontramos um ambiente que me surpreendeu. De muito acolhimento, compromisso com a vida e humanização. Acho que nem num hospital privado teríamos tantos cuidados”, reforçou ele.

“De fato, apesar de termos consciência de que cotidianamente, em inúmeras situações, nos desdobramos para prestar um serviço de qualidade, que consiga reverter quadros por vezes muito críticos, que atenda os nossos pacientes da melhor forma possível, de saber que nossa missão de salvar vidas e contribuir para reestabelecer a saúde de nossos pacientes é cumprida, na maioria das vezes as pessoas não reconhecem e quando o fazem não tornam público por achar que temos obrigação e não merecemos esse tipo de reconhecimento. De fato, não trabalhamos para sermos reconhecidos publicamente, temos uma missão nobre e a desempenhamos com muita dedicação, responsabilidade, profissionalismo, mas, confesso que receber elogios como esse nos dá muita alegria, uma energia a mais, um fôlego, um entusiasmo que em tempos tão sombrios nos inspiram e nos encorajam, mais ainda, a enfrentar as batalhas cotidianas com a certeza de que estamos no caminho certo”, argumenta Liliane Sena.

Presidente da ALPB está correto e sua decisão está respaldada em quem se orienta a partir de recomendações de autoridades que sabem o que dizem afirma Jeová

A decisão de prorrogar a suspensão das atividades legislativas até o dia 10 de abril, por conta da pandemia do coronavírus, anunciada pelo presidente da Casa, Adriano Galdino, segundo opinião do deputado Jeová Campos, não poderia ser outra. “Enquanto o mundo se fecha em suas casas, obedecendo às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), às autoridades sanitárias e de saúde dizem que é preciso respeitar o isolamento social como principal arma para deter a disseminação do vírus, no momento em que os governadores dos estados fazem um chamamento à população para respeitarem a reclusão e anunciam medidas para contenção da pandemia decidir prorrogar a volta dos trabalhos presenciais na sede da ALPB é uma decisão prudente, acertada, correta, coerente e, sobretudo, responsável”, disse o parlamentar.

Em comunicado, o presidente da ALPB, Adriano Galdino, reiterou que as Sessões Ordinárias da Casa, bem como as atividades legislativas relativas às Comissões Permanentes e Temporárias, e das Frentes Parlamentares, permanecerão em pleno funcionamento, por meio do Sistema de Deliberação Remota (SRD), de forma online e ressaltou que é importante evitar aglomerações de pessoas neste momento em que o mundo enfrenta essa grave doença, lembrando que é necessário a união de todos em prol do bem coletivo. Com a decisão, todos os prazos de processos administrativos estão suspensos, exceto as licitações. A Secretaria de Administração e Recursos Humanos e a Comissão Permanente de Licitação da Casa continuam trabalhando em regime de plantão e teletrabalho.

O deputado Jeová Campos lembra que a iniciativa de continuar com a suspensão das atividades legislativas acontece em assembleias e casas legislativas de vários estados e reitera que isso não significa que os deputados não estejam à disposição para votação em sessões online. “É preciso entender que o momento pede essa reclusão e que matérias importantes não deixarão de ser apreciadas em função disso, já que podemos votar em sessões não presenciais como fizemos na semana passada”, explica o parlamentar, enaltecendo que a exceção à regra do isolamento social fica apenas para aqueles profissionais que exercem atividades que não podem ser paralisadas. “E, nesse aspecto, quero aqui prestar minha homenagem e respeito a todos que integram essas categorias, indistintamente, cada um com suas habilidades e funções, desde o gari, que continua recolhendo o lixo produzido em nossas casas, até o médico e enfermeiro que está na linha de frente deste combate nos hospitais Brasil afora”, afirma o deputado que tem seguido todas as orientações de isolamento social.

Asplan doa 500 litros de álcool a 70% ao Trauminha de João Pessoa como forma de contribuir no combate a disseminação do Covid-19

O Hospital Trauminha, de Mangabeira, que integra a rede municipal de atendimento à população ganhou, nesta segunda-feira (30), um reforço de um suprimento muito importante em tempos de combate a disseminação do Covid-19. A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), entidade que congrega cerca de 1.600 produtores no Estado, doou ao hospital 500 litros de álcool a 70%. O insumo é imprescindível para higienização em tempos de pandemia do coronavírus e é um produto que está em escassez no mercado devido à grande procura. O quantitativo doado foi entregue ao responsável do setor de Farmácia da instituição de saúde acondicionado em 100 bombonas, de cinco litros cada uma.

“Nós que fazemos a Asplan estamos solidários e disponíveis para ajudar o Estado da Paraíba a superar essa crise o mais rápido possível. Sabemos da importância da saúde pública no combate ao coronavirus e por isso resolvemos dar nossa contribuição, também desta forma ao Hospital Trauminha”, afirmou o presidente da Associação, José Inácio de Morais. Ele lembrou ainda que o Trauminha já prestou relevantes serviços ao atender associados e funcionários da entidade e que essa doação também é uma retribuição a esses serviços.

Outras iniciativas

A Asplan se engajou numa campanha solidária, semana passada, e doou R$ 30 mil para a compra de equipamentos de combate ao Covid-19 para o Hospital Público de Cabedelo e ainda fez uma campanha estimulando a doação individual de recursos com seus associados conseguindo arrecadar R$ 52 mil em doações para a referida unidade de saúde pública.

No último sábado (28), a entidade emprestou dois atomizadores tratorizados, um equipamento usado na agricultura para a aplicação de insumos biológicos e que pode ser usado também na desinfecção de áreas, à Prefeitura de Campina Grande. Eles serão úteis na desinfecção das calçadas e comércio do Centro de Campina Grande em tempos de pandemia. Os dois atomizadores já estão com a Prefeitura para serem utilizados.

Colégio GEO usa redes sociais da escola com informações importantes sobre como enfrentar a pandemia do Covid-19

Partindo do princípio que a informação relevante e educativa é um importante aliado no combate a disseminação do Covid-19 e que em tempos de muitos fake News e notícias desencontradas sobre a pandemia seria interessante manter um canal de informações relevantes com a comunidade GEO, a direção das duas unidades da escola iniciou nesta segunda-feira (30) a publicação de post sobre essa temática. O projeto ‘GEO Informa’ consiste na publicação de post diários, tanto no feed quanto nos stories das redes sociais do colégio, com dicas e informações baseadas em dados oficiais, tirados de entidades sérias e referência, mundial e nacional, a exemplo, respectivamente, da OMS e Ministério da Saúde.

A ideia, explica o diretor do Geo Tambaú, surgiu depois que observamos que poderíamos usar nossas redes com informações interessantes e que pudessem orientar nossa comunidade com algo que ajude nestes tempos em que há muitas coisas circulando na internet e nem todas elas são de fontes confiáveis.

O diretor do Geo Sul, Roberto Oliveira, lembra que as redes sociais da escola têm uma visibilidade além da comunidade escolar e que com essa iniciativa o Geo também prestará uma espécie de serviço de utilidade pública. “Na medida em que disponibilizaremos em nossos canais na internet informações importantes, sérias e de fontes confiáveis, não só contribuiremos para a difusão de informações úteis, mas daremos a nossa contribuição enquanto escola socialmente responsável na difusão de notícias que ajudem a gente a passar por essa pandemia, numa espécie de corrente do bem”, destaca Roberto.

Asplan empresta atomizadores à Prefeitura de Campina Grande para a desinfecção de ruas da cidade em tempos de Covid-19

Diante da crise relacionada à pandemia de coronavírus, todos tem dado as mãos e feito o que podem para atenuar a curva de transmissão do vírus e o contágio de mais pessoas. Os fornecedores de cana, através da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba – Asplan, também tem feito sua parte. No último sábado (28), a entidade emprestou dois atomizadores tratorizados, um equipamento usado na agricultura para a aplicação de insumos biológicos e que pode ser usado também na desinfecção de áreas, à Prefeitura de Campina Grande. Eles serão úteis na desinfecção das calçadas e comércio do Centro de Campina Grande em tempos de pandemia.

O engenheiro agrônomo Luís Augusto, coordenador do Departamento Técnico da Asplan foi quem realizou a entrega dos atomizadores. “A Prefeitura entrou em contato com a Asplan e a Associação, que já tinha esses dois atomizadores na estação de Camaratuba, preparou os equipamentos. Ficamos com esse equipamento a maior parte do ano parado. Usamos três vezes ao ano, então emprestamos os atomizadores e também explicamos como funcionam”, disse o engenheiro, destacando que esses equipamentos são utilizados em alta pressão, e lançarão cloro sobre as superfícies das ruas ajudando a matar o vírus.

Para o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, esse é o momento de todos estarem juntos e cada um contribuir como pode para combater a pandemia. “O setor sucroalcooleiro está empenhado em fornecer toda e qualquer ajuda aos órgãos num momento como esse. As indústrias estão doando, desde o dia 20, álcool 70% a diversas entidades, empresas e prefeituras, e nós estamos ajudando agora com a disponibilidade destes equipamentos na desinfecção das ruas”, comentou o dirigente. lembrando que a Asplan também se uniu, recentemente, a uma campanha solidária para angariar recursos para o hospital de Cabedelo, doando R$ 30 mil e muitos de seus associados, atendendo ao apelo da entidade, também fizeram doações individuais atingindo a cifra de R$ 52 mil.

Presidente da Asplan enaltece centenário da Escola Técnica de Bananeiras e diz que instituições formaram grandes profissionais

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba – Asplan, José Inácio de Morais, parabenizou nesta segunda-feira (30), os 100 anos do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros – CAVN, pertencente ao campus V da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, localizado em Bananeiras. O dirigente destacou a importância das Escolas Técnicas Agrícolas abertas no país no passado e que foram responsáveis pelo desenvolvimento de técnicas e arcabouço científico para o fortalecimento de diversas culturas no Brasil e formação de muitos agricultores que passaram a atuar na área não apenas com conhecimento empírico, mas cientifico e técnico

“Uma escola que iniciou suas atividades em 1920 e que deu oportunidade a tanta gente nesse país, especialmente, no Nordeste, onde a agricultura além de tudo tem uma forte vocação social. Só temos que enaltecer uma formação que preparava esses profissionais para o mercado de trabalho e que muitos filhos de produtores puderam ter acesso a técnicas e informação cientifica que aplicaram no dia a dia da agricultura. Isso foi importante, principalmente no Nordeste, onde as escolas técnicas têm uma função social muito importante e ainda têm”, destacou o dirigente da Asplan.

José Inácio também frisou que ele mesmo tem parentes que são exemplo do respeito e seriedade com que a formação oferecida nas Escolas Técnicas é vista no país. “Tenho dois tios oriundos dessas escolas e que atuaram no Ministério da Agricultura e outro no BNB justamente em função dos conhecimentos que adquiriram nessas escolas técnicas. Eles são exemplo que como o ensino deu encaminhamento a produtores do país e como o campus foram e são importantes na formação dos profissionais que atuam na agricultura no Brasil”, destacou José Inácio, lembrando do Campus de Areia, que também se destaca, há anos, e é outro referencial na formação de engenheiros agrônomos na Paraíba.

O Colégio Agrícola Vidal de Negreiros – CAVN, desde o ano de 1920, vem mantendo tradição na excelência de Ensino Técnico. O CAVN destaca-se como unidade de ensino profissionalizante, devido à sua vinculação à Universidade Federal da Paraíba, fator responsável pela alta qualificação de seu Corpo Docente, contando com profissionais que possuem pós-graduação, seja a nível de especialização, mestrado ou doutorado.