Author: Andrea Castro
Semob recebe pedido de reavaliação tarifária das empresas de ônibus

O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de João Pessoa (Sintur-JP) protocolou, Nesta sexta-feira (08), na Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), Pedido de reavaliação da tarifa dos Ônibus Desta capital. De a Acordo com o Diretor institucional que SINTUR-JP, Mário Tourinho, sem Documento protocolado na Semob consta that from uma Reunião de 1º de dezembro do ano Passado, faça Conselho Municipal de Mobilidade Urbana, o Setor Empresarial apresentou Uma Lista de Sugestões e de preocupações Ao relativas transporte coletivo e que Entre ELAS estava uma Questão da indispensabilidade do Equilíbrio Econômico-Financeiro parágrafo um Prestação Desse Serviço.
“O Que pedimos – e insistimos PEDIDO Nesse – E that um Própria Semob, atraves de SUA Equipe Técnica, perceber ESSE Estudo EO Apresente Ao Conselho de Mobilidade Urbana para, Conforme o Respectivo resultado, DEPOIS o encaminhe Pará uma Apreciação do Chefe do Executivo municipal “, Disse o Diretor do Sintur-JP, lembrando que no Documento Entregue uma Semob NÃO foi Feita a anexação de planilha Indicativa fazer Preço da tarifa.
AINDA de a Acordo com Mário Tourinho, o Setor Empresarial Conta com SUA planilha e Respectivo resultado tarifário, Mas Não cabe Divulgar LHE. “A planilha oficial e that Todas as vezes E uma apreciada no Conselho de Mobilidade Urbana E um da Semob e NÃO uma das Empresas. Se uma planilha da Semob apresentar Diferenças significativas da elaborada cabelo Setor Empresarial, aí, sim, oportunamente, fazermos NOSSOS questionamentos “, Destaca o representante do Sintur-JP.
Ao declarar that uma tarifa Atual ESTÁ defasada desde SUA Origem, Mário Tourinho justificou that na planilha apreciada anteriormente o Preço da Passagem Aprovado Pelo Conselho Municipal de Mobilidade Urbana foi de R $ 2,76 e R $ 2,70 NÃO. “Portanto, DESDE O Início da Tarifa Atual JÁ ESTAMOS TRABALHANDO COM Uma defasagem de SEIS centavos (R $ 0,06)”, DeCLARA Mário.
Para o Diretor do Sintur-JP, um Econômica Situação do país, com SUA crise e INFLAÇÃO Elevada, atingiu em Cheio principalmente o Setor de transporte coletivo a Partir da Elevação nsa Preços de hum dos insumos Básicos Desta Atividade, Que É o Combustível. “Nestes SOMENTE ULTIMOS 40 dias, o óleo diesel subiu R $ 0,26 litro POR, logotipo, parágrafo hum Setor that consome 1,6 Milhão de litros por MES, Só ai ESTA UM Adicional de CUSTO De Mais de R $ 400 mil reais “, enfatiza Mário.
Tarifas de OUTRAS Cidades
Diante da insistência Quanto Ao Por Que o SINTUR-JP NÃO informar Qual a tarifa that entende necessaria parágrafo um Prestação fazer SERVIÇO DE transporte coletivo Aqui em João Pessoa, Mário Tourinho sugeriu Que se observassem como Tarifas de OUTRAS Cidades de porte semelhante e Até Menores that João Pessoa. “Nem cabe that apontemos Uma Salvador Que ESTÁ com o Preço de R $ 3,30. Mas, Lá em Aracaju, Cidade Bem semelhante à paraibana de capital, desde dezembro that uma tarifa ESTÁ em R $ 3,10. E nenhuma interior de Pernambuco, a Cidade de Petrolina Já VEM Praticando tarifa de R $ 3,20, valor that MESMO ESTÁ Aprovado Pelo Conselho de Mobilidade Urbana de Maceió, Aguardando a Homologação do prefeito de la. E atentemos that in Varias Cidades há Isenção de ICMS fazer Combustível fazer transporte coletivo e also fazer ISS das Prefeituras, O Que NÃO ocorre aqui “, finalizou o Diretor do Sintur-JP.
Várias cidades já reajustaram a tarifa do ônibus em 2016

De acordo com dados levantados pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos – NTU, embora ainda estejam em definição os reajustes tarifários de algumas capitais, várias cidades já definiram novos valores para serem aplicados a partir de janeiro. Desde o último dia 3, a nova tarifa de Florianópolis é de R$ 3,50, o mesmo valor de São Paulo, que sofrerá reajuste, a partir do próximo sábado (09) para R$ 3,80. A tarifa do Rio de Janeiro, desde o dia 2, passou para R$ 3,80, igual preço que será a de São Paulo, sendo que na capital paulista a Prefeitura banca 36% desse valor como subsídio governamental. Em Belo Horizonte a tarifa vigente desde o dia 2 é de R$ 3,70. O valor de R$ 3,30 ainda está sendo praticado em Salvador, Goiânia e Curitiba. Em Salvador, esse preço vigora desde o dia 2, mas em Curitiba e em Goiânia, em breve, haverá novos valores.
Em Porto Alegre e em Campo Grande o valor vigente é de R$ 3,25. Quanto à tarifa de Cuiabá e Boa Vista o preço é de R$ 3,10. Em Manaus, Rio Branco e Brasília vigora o preço de R$ 3,00. Em Palmas é de R$ 2,95. Já em Boa Vista a passagem custa R$ 2,90. Em Maceió e Fortaleza, assim como em Macapá, ainda está em R$ 2,75. Entretanto, em Maceió o Conselho de Transporte já aprovou reajuste para R$ 3,20, que aguarda homologação do prefeito.
Mesmo em capitais incluídas entre as de maiores tarifas, cujos preços estão entre R$ 2,75 e R$ 3,80, mesmo entre essas há casos de subsídios e isenções tributárias. Sem dúvida, a de maior volume é São Paulo cujos subsídios anuais chegam a quase R$ 2 bilhões, além de haver isenção total do ISS e redução na alíquota do ICMS do óleo diesel utilizado no transporte coletivo. Em Brasília, além de isenção total do ISS e do ICMS, há subsídio governamental também.
Aliás, em capitais como Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Macapá, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Teresina e Vitória, em menor ou maior proporção, o setor de transporte coletivo é contemplado com isenções tributárias e/ou subsídios governamentais. Mesmo assim o desequilíbrio econômico-financeiro tem sido contrário às empresas operadoras do serviço principalmente pela falta de melhor estrutura viária específica para a circulação dos ônibus. Em João Pessoa a tarifa é R$ 2,70.
Ônibus parados
“Por muitos anos o país ficou a incentivar o uso e a aquisição de veículo individual, proporcionando descontos ou isenções de impostos. E, por outro lado, nada ou muito pouco fez em favor do transporte coletivo, seja mediante isenções tributárias ou subsídios governamentais, seja com investimentos na infraestrutura para a circulação dos ônibus”, explica o diretor institucional do Sindicatos das Empresas de Transportes Coletivos Urbanos de João Pessoa (Sintur-JP), Mário Tourinho. O Resultado, afirma Mário, é que as cidades estão semiparadas, vez que as ruas e avenidas encontram-se quase sempre congestionadas e no meio delas estão os veículos do transporte coletivo, também semiparados.
“Por isso, os ônibus que tempos atrás conseguiam realizar 10 a 12 viagens por jornada, hoje, com os atrasos em seus tempos face aos congestionamentos, quando muito, conseguem fazer sete viagens. Estes fatos acarretam, de um lado, aumento nos custos operacionais e, de outro lado, mais reclamações por parte dos passageiros pelos atrasos dos ônibus”, justifica Mário, lembrando que as faixas exclusivas são um opção de priorizar o transporte de massa e agilizar seu deslocamento.