Hospital Regional de Patos
Hospital de Patos registra aumento de 48% nos atendimentos de urgência no final de semana
O plantão de final de semana no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) teve muitas ocorrências. Entre às 18h da sexta-feira (04) e a meia noite deste domingo (06), a unidade realizou 26 cirurgias, sendo 20 de emergência e seis eletivas e teve um aumento de 48% nos atendimentos de urgência e emergência e de 29% nos sinistros de trânsito, em relação ao final de semana passado. Neste período, 213 pessoas deram entrada na unidade.
O plantão de maior movimento foi o do sábado, quando 97 pessoas foram atendidas, seguido do plantão de domingo quando deram entrada mais 83 pessoas. E das 18h até a meia noite da sexta-feira, mais 33 pessoas passaram pela Urgência e Emergência da unidade. Das 27 pessoas vítimas de sinistros no trânsito, nove precisaram permanecer internadas após os primeiros atendimentos. Foram 25 acidentados com motos e outros dois por atropelamento. Patos foi onde teve mais vítimas, com seis ocorrências, mas o hospital atendeu pacientes acidentados de outros 15 municípios.
Além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com sintomas de síndrome gripal, com 26 casos, queda da própria altura (24), dor abdominal (18), dor no peito (10), queda de nível (7), náusea e vômito (6), agressão animal (6), dor no pé (5), agressão física (5), dor nos testículos (5), entre outros motivos.
Das 26 cirurgias realizadas no plantão do final de semana, a maior parte delas foi vascular, seguida de procedimentos de cirurgia geral, com oito casos, cinco cirurgias oncológicas e outras quatro ortopédicas. “Foi um final de semana bastante movimentado, haja vista o alto número de procedimentos cirúrgicos, sendo a maioria de emergência. Também tivemos um aumento de quase 50% no volume de atendimentos na urgência e emergência em relação ao final de semana passado, o que exigiu ainda mais de nossa equipe, que conseguiu atender toda essa demanda”, destaca o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
- Das 26 cirurgias realizadas no Complexo neste final de semana, 20 foram de emergência
- Neste final de semana foram realizadas 26 cirurgias no Complexo de Patos
- Quatro cirurgias ortopédicas foram realizadas no plantão do final de semana
No Dia Mundial do Câncer oncologista do Hospital do Bem destaca importância da prevenção e identificação precoce da doença
O Dia Mundial do Câncer, lembrado dia 4 de fevereiro, é uma iniciativa global da União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e busca chamar atenção sobre a importância da prevenção e controle do câncer, além de levar questões atuais sobre a doença à população em geral. A oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Xavier, que acompanha a rotina da unidade desde sua inauguração, reitera a importância de se identificar a doença em seu estágio inicial. “Nem sempre um diagnóstico precoce de câncer aumenta as chances de cura. Mas, como regra geral, o prognóstico de uma doença localizada costuma ser mais favorável do que na avançada e quanto mais cedo for descoberta a doença, melhores são as chances de sucesso no tratamento”, destaca a médica, lembrando que isso também melhora a qualidade de vida, já que possibilita a intervenção antes da necessidade de um tratamento mais invasivo.
A equipe do Hospital do Bem, unidade oncológica que faz parte do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), e vem prestado relevantes serviços aos doentes que moram no sertão paraibano diagnosticados com câncer de pele, útero, mama e próstata tem, sistematicamente, abordado com pacientes, acompanhantes e colaboradores a importância da identificação precoce do diagnóstico. “Realizamos, ao longo do ano, várias ações para chamar atenção sobre a importância da prevenção”, destaca o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes. Ele lembra que além da importância de se diagnosticar a doença em sua fase inicial, é preciso que o paciente tenha o tratamento adequado para seu tipo de câncer e o mais rápido possível.
No Hospital do Bem, por exemplo, quando o paciente chega à unidade para consulta com os exames já feitos e o diagnóstico fechado, ele começa o tratamento de imediato. “Já tivemos pacientes que começaram a quimioterapia no mesmo dia que fizeram a consulta no ambulatório. Mas, isso varia de paciente para paciente e depende de alguns fatores, tais como, quadro clínico do paciente, tipo de lesão, disponibilidade de espaço na sala de quimioterapia, mas, nossos pacientes esperam o mínimo possível para começar o tratamento seja ele medicamentoso ou cirúrgico”, afirma Francisco. Quando o paciente não tem os exames conclusivos, todos os encaminhamentos são feitos pela própria unidade para que se feche o diagnóstico e se comece o tratamento.
Francisco Guedes lembra a importância do Hospital do Bem e do quanto a disponibilidade de serviços oncológicos no sertão mudou a rotina, para muito melhor, dos pacientes do interior. “O Governo do Estado foi muito assertivo em trazer um hospital deste porte e com esse foco para o interior do estado e manter um serviço tão complexo e com uma qualidade desta, pois nossos protocolos são os mesmos dos melhores hospitais referência para pacientes com câncer do país, nossa equipe multiprofissional é bastante competente e comprometida e nossa estrutura também é muito boa e os nossos dados mostram que o serviço é muito importante para a região”, finalizou o diretor.
Dados do Hospital do Bem
Em quatro anos de atuação, atendendo os pacientes do sertão paraibano em quatro tipos de câncer: mama, útero, próstata e pele, o Hospital do Bem, que integra o CHRDJC, já realizou 25.441consultas oncológicas, 2.109 cirurgias, 10.097 sessões de quimioterapia e 1.755 internações. Além destes serviços a unidade também realizou, neste período de quatro anos, 363 punções de mama, 301 biópsias prostáticas, 360 biópsias de pele, 32 biópsias de ovário e 248 biópsias de colo uterino.
Somente no ano passado, o Hospital do Bem realizou 3889 sessões de quimioterapia e o ambulatório de oncologia da unidade realizou 8653 atendimentos. Foram feitos ainda 785 diagnósticos de Anatomia Patológica e Citopatologia, 32 biópsias de colo uterino, 99 biópsias Prostáticas, 58 de nódulos de mama, 18 de ovário e 254 de pele. O ano de 2021 ainda inclui a realização de 119 cirurgias mastológicas, sendo 39 Mastectomias Radicais com Linfadenectomia Axilar, 21 Mastectomias simples com Linfadenectomia Seletiva Guiada (linfonodo sentinela), seis procedimentos de Quadrantectomias com Linfadenectomia Seletiva Guiada, oito Linfadenectomias Axilar Unilateral e 45 Setorectomias de Mama em Oncologia.
- Dra. Nayarah Xavier, oncologista do Hospital do Bem, alerta para a importância da prevenção e tratamento precoce na cura do câncer
- Dra. Nayhara Xavier, oncologista do Bem, durante atendimento no ambulatório de oncologia
- Dra. Nayhara e uma das pacientes do Hospital do Bem
- Francisco Guedes, diretor geral do Complexo destaca importância do Hospital do Bem no sertão
- O Hospital do Bem fica na cidade de Patos
Hospital Regional de Patos realiza 16 cirurgias e atende 144 pessoas no final de semana
O balanço de atendimentos do plantão do final de semana, referente ao período das 18h da última sexta-feira (28) até a meia-noite deste domingo (30), do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, registra a realização de 16 cirurgias, sendo nove de emergência e sete eletivas, e o atendimento a 144 pacientes, dos quais 21 decorrentes de sinistros de trânsito. Comparando os dados deste final de semana com o passado, a unidade teve uma queda de 20% nos atendimentos de urgência e emergência e de 16% nos sinistros de trânsito.
O plantão de maior movimento foi o do domingo, quando 68 pessoas foram atendidas, seguido do sábado, com mais 58 pacientes. Na sexta-feira, outras 18 pessoas foram atendidas, entre as 18h e a meia-noite. Dos 21 pacientes que deram entrada vítimas de sinistros de trânsito, a maioria deles foi com acidentes envolvendo motos, com 19 casos, além de dois casos de bicicleta. A cidade de Patos teve o maior número de vítimas, com oito casos no total, mas o hospital também atendeu pacientes acidentados vindos das cidades de Belém do Brejo do Cruz, Coremas, Desterro, Emas, Imaculada, Itaporanga, Malta, Santa Teresinha, Teixeira e São José do Bonfim.
Na Urgência e Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais motivos dos atendimentos neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, sintomas de síndrome gripal, contusão diversa/pancada, dor no peito, agressão física, náusea e vômito, dor de cabeça e dor no tórax, entre outros motivos. Das 16 cirurgias realizadas, seis foram oncológicas, quatro ortopédicas, outras quatro vascular e ainda duas cirurgias geral.
- O Complexo de Patos realizou 16 cirurgias no plantão deste final de semana
Complexo de Patos remaneja leitos e amplia assistência aos pacientes Covid
Um verdadeiro mutirão aconteceu na noite desta quarta-feira (26), no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC). Isto porque, funcionários de vários setores redirecionaram leitos para serem utilizados por pacientes com coronavírus. A ação emergencial foi necessária em função da unidade ter atingido 100% de ocupação nos leitos de UTI e Enfermaria Covid. Com essa readequação de leitos, o Complexo dobra sua capacidade de atendimento na Unidade de Terapia Intensiva, saltando de cinco leitos de UTI Covid para 10 leitos e de 19 leitos de Enfermaria para 31.
“Não estamos medindo esforços para ampliar a assistência aos pacientes com Covid e esse remanejamento de espaços está dentro deste contexto que representa o esforço e empenho da rede estadual de saúde na assistência aos pacientes com coronavírus”, afirma o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes. Ainda segundo Francisco, os leitos Covid tinham sido redirecionados para atender pacientes com outras enfermidades no final do ano passado com a acentuada queda do número de doentes, mas diante do atual cenário de aumento de casos de coronavírus, os leitos voltarão a ser utilizados por esses pacientes.
Ainda de acordo com Francisco, mesmo com a lotação dos leitos de Covid em Patos, os pacientes continuaram sendo assistidos pela rede estadual de saúde. “Nós temos uma atuação em rede que possibilita que quando uma unidade lota, outra receba o paciente, mas, mesmo assim, a rede tem limites também, então, na atual conjuntura a população também precisa fazer sua parte e ajudar no que lhes compete para evitar ampliar a disseminação da doença”, reitera ele, lembrando que as medidas preventivas são simples e fáceis de serem cumpridas. “Lavar as mãos com frequência, usar máscaras e evitar aglomerações são basicamente as ações que as pessoas precisam seguir neste momento de nova onda da doença”, lembra Francisco, enfatizando que aos primeiros sintomas da doença, a pessoa deve procurar assistência médica e manter-se isolado.
- A instalação das divisórias aconteceu durante a madrugada
- O novo corredor do isolamento
- O pessoal da limpeza e higienização em ação para deixar tudo pronto
- Os funcionários da manutenção em ação para isolar o espaço dos leitos remanejados de Covid
- Os novos leitos já estão disponpiveis a partir desta quinta-feira
- Pacientes Covid tiveram asssitência ampliada no Complexo com o remanejamento de leitos
- Profissionais de vários setores participaram do mutirão de serviços na noite e madrugada desta quarta
- Profissionais de vários setores se uniram para deixar os espaços prontos
Hospital de Patos atendeu mais de 41 mil pessoas, registrou mais de 7 mil internações e realizou 3302 cirurgias em 2021
Os dados do balanço anual de prestação de serviços do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) não apenas impressionam pelo quantitativo e qualidade da assistência prestada, quanto demonstram o quanto a unidade, que integra a rede estadual de saúde, é importante para a população dos 89 municípios para os quais o Complexo é referência nas áreas de Clínica Médica, Urgência e Emergência, Oncologia e também para Covid. Entre janeiro e dezembro do ano passado, 41.419 pessoas foram atendidas na unidade, 3302 cirurgias foram realizadas, houve 7058 internações, a realização de 3889 sessões de quimioterapia e ainda 158.631 diagnósticos em exames clínicos.
A taxa de ocupação da unidade ficou em 75%. A maior demanda do hospital em 2021 foi na Urgência e Emergência onde se concentraram 27.024 atendimentos, seguida do setor de Ambulatório, onde foram registrados 14.395 atendimentos. Ao longo do ano, 7058 pessoas precisaram ficar internadas após darem entrada na unidade, e as que necessitaram de cuidados intensivos, contabilizaram 2187 diárias nas UTIs convencionais e mais 6800 nas UTIs Covid, além das diárias de Enfermarias.
O relatório de gestão anual do hospital demonstra ainda que das 3302 cirurgias realizadas, a maior parte delas, ou seja, 1544 procedimentos (47%), foram de procedimentos na área de Ortopedia, seguidos dos oncológicos, com 642 cirurgias (19%), depois Cirurgia Geral, com 537 casos (16%), cirurgia vascular, com 408 casos (12%) e mais 137 procedimentos Buco-Maxilo (4%). Houve ainda 24 cirurgias de Urologia, cinco de Otorrino e cinco Cirurgias Plásticas que juntas corresponderam a 1% dos procedimentos.
Um detalhe interessante, lembra o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, é que o bloco cirúrgico do hospital esteve em reforma durante seis meses e, neste período, os procedimentos eram realizados num espaço terceirizado, o que exigiu da equipe da unidade um esforço muito grande numa logística bem complexa. “Mesmo assim, com toda essa dinâmica, dentro e fora do hospital, ainda tivemos mais cirurgias em 2021 que em 2020, quando houve 3140 procedimentos. Isso demonstra o compromisso da equipe que deu o seu melhor para que os procedimentos continuassem ocorrendo sem prejuízos para nossos pacientes”, destaca o diretor, lembrando que não houve intercorrências em função dessa logística complexa. Os gráficos mensais de procedimentos cirúrgicos, inclusive, mostram que foi em meses do no segundo semestre, enquanto ocorreu a reforma, que houveram mais procedimentos. “Em outubro, tivemos o maior número de cirurgias/mês do ano, com 332 procedimentos, seguido de dezembro, com 319 e agosto, com 290”, disse o diretor. O novo bloco cirúrgico da unidade começou a ser utilizado em dezembro.
O setor de Exames Diagnósticos da unidade, que disponibiliza diversos exames de imagens, inclusive de Tomografia Computadorizada, também chama atenção pelos dados expressivos. Entre janeiro e dezembro do ano passado foram realizados 22.624 exames de Raios-X, 13.559 Tomografias Computadorizadas, 4.980 Eletrocardiogramas, 2570 Ultrassonografias, 338 Ecocardiogramas, 256 Endoscopias, 85 Ressonância Magnéticas. O laboratório de análises clínicas da unidade, que funciona nas dependências do hospital, realizou 158.631 exames, registrando uma média mensal de mais de 13 mil exames.
O Hospital do Bem, que integra o Complexo no atendimento aos pacientes oncológicos realizou ao longo de 2021, 3889 sessões de quimioterapia. O ambulatório de oncologia da unidade realizou 8653 atendimentos. Foram feitos ainda 785 diagnósticos de Anatomia Patológica e Citopatologia, 32 biópsias de colo uterino, 99 biópsias Prostáticas, 58 de nódulos de mama, 18 de ovário e 254 de pele. O balanço de atividades do Bem ainda inclui a realização de 119 cirurgias mastológicas, sendo 39 Mastectomias Radicais com Linfadenectomia Axilar, 21 Mastectomias simples com Linfadenectomia Seletiva Guiada (linfonodo sentinela), seis procedimentos de Quadrantectomias com Linfadenectomia Seletiva Guiada, oito Linfadenectomias Axilar Unilateral e 45 Setorectomias de Mama em Oncologia.
No setor Covid, ao longo de 2021, o Hospital registrou um total de 1480 internações, 806 altas e 528 óbitos. A média da taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid esteve em 49%, considerando-se a totalidade de leitos disponíveis e de retaguarda, com picos de 88%, nos meses de maio e junho, e 87%, em março. A média da taxa de ocupação dos leitos das enfermarias Covid ficou em 29%, com picos de ocupação de 67% no mês de março, 66%, em maio e 62%, em junho. O pico de internações de pacientes Covid aconteceu no mês de maio, com 252 pacientes, seguido de junho, com 217 e março, com 198.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, destaca como muito positiva a atuação da unidade ao longo de 2021, num ano que continuou atípico por causa da pandemia e teve ainda intervenções de melhorias na unidade. “A rotina do hospital se manteve mesmo com a continuidade da pandemia, tivemos ampliação de indicativos em relação ao ano anterior e mantivemos uma prestação de serviço de qualidade, acolhendo nossos pacientes em suas mais variadas demandas. Foi um ano desafiador e que serviu também para mostrar a capacidade, profissionalismo e união de nossa equipe, pois, sem isso nós não teríamos conseguido manter essa logística de cirurgias fora da unidade com dados tão expressivos e resultados satisfatórios, tanto do ponto de vista de quantitativo, como de qualidade de atendimento”, reitera Francisco.
Francisco complementa, lembrando que o apoio da Secretaria de Estado de Saúde e a atuação dos profissionais, em todos os setores e funções, foi fundamental para que a unidade conseguisse fechar o ano com todos esses dados. “Tivemos todo o apoio da Secretaria de Saúde e nossa equipe foi guerreira e arregaçou as mangas, se doou e fez acontecer. Quero aproveitar a oportunidade e agradecer a todos pelo compromisso, empenho, dedicação e profissionalismo com que trataram nossos pacientes e despenharam suas funções”, finaliza o diretor que se prepara para novas obras na unidade que ganhará seis novas salas cirúrgicas, mais uma nova UTI. O processo de licitação já foi autorizado pelo governador João Azevêdo. O Complexo de Patos foi fundado em 1953 e tem, atualmente, 804 colaboradores e 158 leitos o total, sendo 27 deles no Hospital do Bem.
- A realização de biopsias é um dos serviços à disposição dos pacientes do Hospital do Bem
- A taxa média de ocupação do Complexo em 2021 ficou em 75%
- A urgência e emergência realizou mais de 27 mil atendimentos em 2021
- As cirurgias oncológicas de mama do Hospirtal do Bem são feitas pelo mastologista Thiago Pereira Alencar
- As cirúrgias ortopédicas lideraram o ranking de procedimentos em 2021
- Foram feitas 119 cirurgias mastologicas
- Foram realizadas mais de 13 mil tomografias computadorizadas no Centro de Imagem do Complexo
- Hospital de Patos atendeu mais de 41 mil pessoas em 2021
- Mesmo com o bloco em reforma, o hospital manteve sua rotina de cirurgias
- O ambulatório do Complexo registrou mais de 14 mil atendimentos ao longo de 2021
- O Complexo realiza cirurgias de várias especialidades
- O Complexo realizou 1544 cirúrgias ortopedicas em 2021 (2)
- O diretor geral do Complexo de Patos, Franccisco Guedes destaca os bons indicadores da unidade em 2021
- O esforço da equipe do Complexo conseguiu superar os desafios enquanto o bloco da unidade passava por reforma
Diretor técnico do Complexo de Patos orienta população sobre tempo necessário de isolamento em tempos de pandemia
Há muitas informações desencontradas e até fake news circulando por rede social sobre aspectos que dizem respeito à pandemia, inclusive, sobre como adotar uma postura correta em relação ao tempo de isolamento quando a pessoa identifica que foi contaminada pelo vírus da Covid ou mesmo da Influenza. O diretor técnico do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), Dr. Pedro Augusto que, entre março de 2020 e dezembro de 2021, coordenou o setor Covid da unidade, esclarece neste texto algumas questões sobre o tempo necessário para isolamento e cuidados que as pessoas devem ter para evitar a disseminação destas doenças.
Segundo o médico, a variante Ômicron do coronavírus é responsável hoje, segundo estudos, por 98% dos casos de Covid no Brasil. “Essa variante tem uma transmissibilidade maior, porém, tem um tempo de transmissão menor, ou seja, ela é mais transmissível, se propaga mais rápido, mas, o tempo da pessoa doente transmitir o vírus é menor”, explica Dr. Pedro, complementando que, a partir desta constatação, a orientação é a seguinte: Se a pessoa fez o Swab e positivou e está assintomático, essa pessoa deve permanecer isolada, a partir do momento da confirmação do Swab, por mais cinco dias”, diz ele, complementando que isso se faz necessário porque não se sabe o tempo da contaminação, já que ela está assintomática.
No caso das pessoas sintomáticas, aquelas que apresentam sinais da doença, se orienta para aumentar um pouco mais o tempo de isolamento, indo de sete a dez dias. Segundo o médico, o que vai determinar a quantidade de dias, neste caso, é o resultado de um novo Swab. “Com sete dias, a pessoa deve se submeter a novo teste para identificar se ainda transmite a doença ou não, voltando ou ainda permanecendo em isolamento de acordo com o resultado do exame”, reitera Dr. Pedro.
Ainda segundo ele, em ambos os casos e quando se teve contato com alguém que positivou, mesmo assintomático, é necessário se manter em isolamento preventivo pois, desta forma, se evita a proliferação do vírus. “O uso de máscaras, a higienização frequente das mãos, evitar aglomerações são outros cuidados fundamentais na atual conjuntura de aumento de casos de síndrome respiratória, seja pelo coronavírus ou a Influenza, para se evitar ainda mais casos destas doenças”, alerta Dr. Pedro
- Dr. Pedro Augusto, diretor técnico do Complexo de Patos, orienta como proceder
UTI Covid do Complexo lota mas unidade tem leitos de prontidão que podem ser redirecionados ao isolamento em função da alta demanda
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), unidade que integra a rede estadual de saúde e que é também referência para casos de Covid no sertão, chegou a 100% de ocupação de leitos de UTI Covid na noite desta quarta-feira (19). Segundo o diretor geral da unidade, Francisco Guedes, os pacientes não ficarão desassistidos em função desta lotação, haja vista que a unidade tem um total de 24 leitos, sendo cinco de UTI e mais 19 de Enfermaria destinados ao isolamento Covid. Os demais leitos que estão sendo utilizados para outras demandas do hospital poderão ser redirecionados para assistência dos pacientes Covid e sintomáticos respiratórios graves se assim a demanda exigir. Além disso, explica Francisco, há ainda o sistema de regulação da rede que possibilita a transferência para outras unidades com leitos disponíveis.
“Toda essa estrutura de leitos Covid, fruto de um alto investimento do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Saúde, continua sendo patrimônio do Complexo, porém com a diminuição dos casos de coronavirus no último trimestre do ano passado, quando chegamos a um cenário de não ter nenhum paciente internado nas enfermarias e apenas um ou dois nas UTIs, fizemos um redirecionamentos deste leitos para tratarmos outras doenças que precisavam de suporte, mas, os leitos continuam a existir na unidade”, explica o diretor.
Francisco explica que dentro deste contexto de redirecionamento de leitos, por exemplo, a UTI 1 Covid com 10 leitos, que foi montada para atender o auge da demanda de pacientes do isolamento, hoje estão sendo utilizados na Ala Amarela, dando suporte a urgência. Francisco explica ainda que mesmo com a UTI de Patos lotada, os pacientes têm a assistência necessária porque há um sistema de regulação estadual que faz o encaminhamento dele para outras unidades da rede que tenham disponibilidade de vagas. “O Estado permanece com sua estrutura montada e alerta para dar todo o suporte caso necessário para os pacientes Covid”, reitera ele.
Sobre a dúvida que paira na população sobre a identificação de ser Covid ou a gripe Influenza, já que os sintomas são similares, o diretor orienta que ao aparecer os sintomas a pessoa busque fazer o teste para identificação de qual doença apresenta. “É necessário o teste para identificar o que se tem, o município de Patos tem testado em massa, a UPA tem acolhido os pacientes com sintomas gripais leves, que é a função da UPA, e nós temos recebido a demanda de pacientes mais graves”, disse o diretor, lembrando que esse cenário atual reflete as grandes aglomerações de final de ano e o relaxamento da população nas medidas preventivas.
Sobre leitos Covid
Atualmente, o CHRDJC tem 24 leitos destinados a pacientes Covid, sendo cinco leitos de UTI Covid e 19 leitos de Enfermaria Covid, distribuídos assim: Enfermaria 3 com cinco leitos, Enfermaria 4 com sete leitos e Enfermaria 5 com mais sete leitos. O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, explica que há ainda os leitos de prontidão que foram redirecionados para uso em outras enfermidades, em função de outras demandas da unidade e da baixa procura por pacientes com síndrome respiratória, mas que voltarão a qualquer momento a ser destinados aos pacientes do isolamento Covid se houver aumento de casos.
- A UTI Covid do Complexo atingiu 100% de ocupação na noite desta quarta-feira
- Diretor geral do Complexo, Francisco Guedes pede que população também se proteja
Hospital de Patos atende mais de 160 pessoas e realiza 17 cirurgias no final de semana
O plantão do final de semana na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, registrou o atendimento a 161 pessoas, das quais 16 vítimas de sinistros de trânsito. Entre as 18h da última sexta-feira (14) até a meia-noite deste domingo (16) foram realizadas ainda 17 cirurgias, sendo 13 de emergência e outras quatro eletivas.
O plantão de maior movimento foi o de domingo, quando foram atendidas 75 pessoas, seguido do sábado, com mais 68 atendimentos e, na sexta-feira, das 18h até a meia-noite, outras 18 pessoas deram entrada na unidade. Dos pacientes vítimas de sinistros, a maioria, 13 no total, foi de pessoas que estavam em motocicletas. Mas, houve ainda o registro de três casos de pessoas que se acidentaram com bicicleta. Desses 16 pacientes, três permaneceram internados para cuidados posteriores.
A maior parte das vítimas de acidentes foi da cidade de Patos, com nove pessoas no total, mas o hospital atendeu pacientes das cidades de Aguiar, Imaculada, Princesa Isabel, Santa Luzia, Santa Teresinha, São Bento e São José do Bonfim.
Na Urgência e Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com sintomas de síndrome gripal, queda da própria altura, dor abdominal, dor renal, dor no peito, dificuldade de respirar, queda de nível, entre outros motivos. Dos 17 procedimentos cirúrgicos, a maior parte foi de Cirurgia Geral, com sete casos, seguido de Vascular e Oncológica, com quatro procedimentos em cada especialidade e ainda aconteceram duas cirurgias ortopédicas.
- Foram realizadas 17 cirurgias no plantão deste final de semana
Censo de ocupação de leitos Covid e de sintomáticos respiratórios do Complexo de Patos comprova aumento de internações
Nas duas últimas semanas tem aumentado a ocupação de leitos com pacientes com problemas associados à síndrome respiratória e chegamos a uma ocupação importante de leitos nas enfermarias e na UTI de pacientes com sintomas respiratórios. O alerta foi feito nesta sexta-feira (14) pelo diretor técnico do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), Dr. Pedro Augusto. De acordo com o último boletim do setor de isolamento da unidade uma das UTIs Covid atingiu sua capacidade de 100% de ocupação, com seis pacientes graves, e o número de internações nas enfermarias está crescente. O censo do Hospital disponibiliza 32 leitos de UTI, em três espaços distintos, e 34 leitos de enfermaria.
Segundo Dr. Pedro, o Complexo teve um ambiente tranquilo em novembro e dezembro, mas, agora em janeiro começou o agravamento de uma situação epidemiológica com o aumento dos casos de Covid e da gripe Influenza. “Atualmente, estamos com uma de nossas UTIs Covid 100% ocupada e estamos nos reorganizando para atender essa demanda, inclusive, com o agravamento de outras doenças respiratórias, como a Influenza, com uma cepa nova que é a H3N2, que era desconhecida até o ano passado”, reitera o médico.
Ainda de acordo com Dr. Pedro Augusto, todos os pacientes que entram no Complexo com sintomas respiratórios são submetidos ao teste do Swab que tem um combo de identificar infecção pelo H3N2, pelo H1N1 e ainda pelo Sars Cov 2. O médico alerta, no entanto, que o uso de EPIs, de máscaras, a constante lavagem de mãos e evitar aglomerações continuam sendo medidas muito importantes neste novo momento epidemiológico. “Qualquer sintoma que se sinta, deve-se procurar um pronto atendimento, UPA ou UBS para iniciar o tratamento, evitar a automedicação, o uso de corticoides e antibióticos na fase inicial da doença. Deixe para usar esses medicamentos para se houver infecções associadas e, sobretudo, manter os cuidados preventivos descritos acima”, reforça Dr. Pedro, lembrando que o Complexo só deve ser acionado pela rede de atenção básica quando houver necessidade de internação e de cuidados hospitalares.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, faz um apelo à população. “Evitem aglomerações, não descuidem das medidas protetivas. Além das novas variantes da Influenza, ainda mais agressivas que as anteriores, ainda identificamos o aumento dos casos de Covid. Estávamos com a ocupação de leitos para pacientes respiratórios caindo, mas, observamos que essa situação mudou nas duas últimas semanas e se intensificou nesta, o que nos deixa preocupados e atribuímos isso a flexibilização das medidas restritivas e também ao relaxamento das pessoas que passaram a sair mais, a negligenciar no uso de máscaras, aglomerar mais e isso é tudo o que essas doenças precisam para ampliar o número de contaminados”, afirmou Francisco, solicitando apoio da população para que faça a sua parte no combate a proliferação tanto da Covid, quando da Influenza.



Jardins do Complexo Hospitalar de Patos inspiram pacientes, profissionais e visitantes
Uma área verde bem cuidada, com várias flores, árvores, grama verdinha e saudável, não apenas deixa o lugar mais bonito como propicia a quem vê momentos de relaxamento e contemplação e, no caso de hospitais, até melhoram os resultados no tratamento com os pacientes. E é com essa percepção que os jardins que se espalham por variadas áreas do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos são cuidados cotidianamente. E não é apenas a equipe da unidade que toma para si essa grata tarefa. Não raro, visitantes e até pacientes regam as plantas e assim têm a oportunidade de ficarem mais sintonizados com a natureza.
A Chefe do Núcleo Médico do Complexo, Dra. Jaqueline Andrade, é uma das profissionais mais entusiastas da unidade quando o assunto é o jardim. Ela própria já plantou várias mudas de flores, não raro depois de plantões também rega as plantas e registra em fotografias o quanto as pessoas interagem com esse ambiente natural. “Num ambiente hospitalar, ter um jardim como esse é um privilégio, pois ele propicia paz, contemplação, inspiração e isso interfere também nos resultados do tratamento dos pacientes, deixando-os até mais tranquilos”, afirma a médica.
Ela se lembra da história de uma paciente que estava em estado terminal e poucos dias antes de falecer lhe perguntou se o céu era tão bonito quanto as flores do jardim da unidade. “Ela disse: doutora, eu sei que vou morrer, só queria saber se o céu tem flores tão lindas quanto essas que vejo agora. Esse episódio me marcou muito, porque essa paciente se inspirou em nosso jardim para aceitar a morte como algo natural”, diz Dra. Jaqueline, lembrando que os jardins ainda proporcionam um espaço de refúgio aos familiares e também às equipes que trabalham no hospital. “Além dos benefícios psicológicos, esse visual também reduz o estresse e a ansiedade em pacientes com resultados físicos concretos na recuperação deles e também inspiram os profissionais da unidade numa rotina que é sempre estressante”, finaliza a médica.













































