Author: News Comunicação
Hospital de Coremas registra 245 atendimentos ambulatoriais e de urgência no plantão do final de semana
O Hospital e Maternidade Estevam Marinho, de Coremas, unidade pertencente à rede estadual de saúde, registrou 245 atendimentos no final de semana. Entre a noite da última sexta-feira (11) e a meia-noite deste domingo (13), foram atendidas 128 pessoas no ambulatório médico e 117 na Urgência e Emergência, totalizando 245 atendimentos no período. Seis pacientes precisaram ficar internados para cuidados posteriores.
A maior demanda de atendimento foi de pessoas com queixas de dores diversas (38), seguida de casos de vômitos (14) e síndrome gripal (13). A quarta maior demanda de atendimento foi de pacientes com quadro de diarreia. Casos de queixas de dores de cabeça foram a quinta causa de maior frequência de atendimentos neste plantão. Além destes casos, o hospital atendeu pacientes por causa de quedas, com crise nervosa, ferimentos provocados por objetos perfuro/cortante, febre, crise hipertensiva, amigdalite, retenção urinária e dispneia. Houve ainda um caso de reação alérgica, um sinistro de trânsito com moto e ainda um caso de sangramento que requereu cuidados médicos.
Na urgência, o plantão de maior movimento foi o do dia 11, quando 48 pessoas foram atendidas, seguido do sábado (12), quando outras 41 deram entrada. No plantão de domingo (13), outras 28 pessoas foram atendidas. Nos atendimentos ambulatoriais, o dia de maior movimento também foi a sexta-feira (11), quando foram atendidas 51 pessoas, seguida do sábado, quando outras 45 pessoas foram assistidas. No domingo, mais 32 pessoas passaram por consulta clínica no ambulatório da unidade que, desde a semana passada, implantou a chamada eletrônica via sistema informatizado.
As cinco internações que ocorreram durante o plantão foram de pacientes com infecção de ferida, cefaleia, crise hipertensiva, DPOC- doença pulmonar que obstrui as vias aéreas e HDA – hemorragia digestiva alta.



Hospital de Catolé do Rocha registra 326 atendimentos no ambulatório e três partos no plantão deste final de semana
O plantão do final de semana no Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, de Catolé do Rocha, unidade pertencente à rede estadual de saúde, registrou 326 atendimentos ambulatoriais, sendo 247 de consultas médicas com prescrição de medicamentos, outras 69 consultas simples e mais 10 consultas de pacientes que precisaram permanecer em observação na unidade. O hospital registrou, ainda, entre a noite da sexta-feira (11) e a meia-noite desse domingo (13), sete atendimentos de vítimas de sinistros de trânsito e três de urgência e emergência.
Neste período, o hospital também realizou três partos cesarianos e duas cirurgias de laqueadura. Durante o plantão, foram feitos ainda 91 exames de Raio-X e mais 164 exames clínicos. O serviço de fisioterapia registrou 23 atendimentos e o setor de Assistência Social 47.



Hospital Regional de Patos registra aumento de cirurgias ortopédicas na primeira semana de agosto
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) registrou um aumento de cirurgias ortopédicas nesta primeira semana do mês de agosto. Um levantamento feito pela unidade aponta que nos primeiros seis dias foram realizados 37 procedimentos na área e que a maioria deles foram de pacientes vítimas de quedas de motos e de bicicleta. Idosos que se traumatizaram com quedas de nível e de própria altura também figuram como maior demanda
De acordo com o diretor técnico da unidade, Pedro Augusto, há uma alta demanda nos últimos dias e tem havido uma procura maior por usuários no hospital, principalmente, na parte de ortopedia. Ele explica que o relatório do bloco cirúrgico da unidade, mostra que no dia 1º de agosto foram realizadas oito cirurgias ortopédicas. No dia 2 foram mais cinco procedimentos, no dia 3, outros seis, no dia 4, nove cirurgias ortopédicas foram realizadas, no dia 5 foram mais três procedimentos e ontem (6), foram feitas mais seis cirurgias ortopédicas.
“Cerca de 30 a 40% de nossa atual demanda na urgência e emergência são de pacientes ortopédicos que, normalmente, ficam em tratamento na unidade por dias, uma vez que boa parte deles precisam de cirurgias”, afirma o médico, Pedro Augusto. Ainda segundo o diretor técnico, essa demanda é mais expressiva nos finais de semana, onde há um aumento significativo das ocorrências, principalmente, de acidentes.
O Hospital Regional de Patos atende demandas de alta e média complexidade reguladas pelos municípios da região e também de forma espontânea, à população que precisa ser acolhida no servido de urgência. Além da ortopedia, o hospital é referência para o serviço cardiológico de alta complexidade, com o serviço de hemodinâmica, atendendo a pacientes com síndrome coronariana, o que de acordo com o diretor técnico contribui para um aumento na demanda geral de atendimentos na unidade de saúde. “Esse paciente que está com dor no peito, que vem de um município, por vezes por via própria, também aumenta nosso fluxo”, salienta. Neste período específico há ainda um grande aumento de casos de síndromes gripais, principalmente de idosos com quadros de pneumonia, doenças respiratórias, fazendo com que a assistência ao paciente seja prolongada.





Motoristas do Grupo A.Cândido passam a ter acesso a uma plataforma exclusiva de treinamentos
Uma universidade corporativa que segue um conceito inovador de aprendizagem móvel, com conteúdo técnico e aulas digitais que auxiliam na formação profissional, com a vantagem de estar ao alcance de um toque no visor do celular ou da tela de um computador, em qualquer horário, local e dia da semana. Essa é a proposta do UniMobin, um aplicativo disponibilizado pelo Grupo A.Cândido para seus motoristas, que já pode ser acessado a partir deste dia 1º de Agosto. ‘Mãos para conduzir. Mãos para aprender’ é o slogan do projeto.
“Nós, do Grupo A.Cândido, sempre tivemos a preocupação com o desenvolvimento de nossos colaboradores e o mundo mudou, está mais rápido e conectado e a gente também precisa acompanhar essa evolução e buscar novos caminhos, foi ai que surgiu a ideia da criação da UniMobin, uma ferramenta exclusiva nossa”, explica a diretora do Grupo, Larissa Nascimento.
E a plataforma é de fácil acesso, basta que o operador baixe o aplicativo UniMobin, entre com seu login e senha, para ter acesso ao conteúdo que não se limita a cursos técnicos. “Além de um programa educacional de treinamento, o UniMobin trará conteúdo que ampliará conhecimentos com vídeos e podcasts contribuindo para o desenvolvimento das pessoas como um todo, com o objetivo de ser uma solução educacional moderna, colaborativa e inovadora”, complementa Lorena Dantas, também diretora do Grupo A.Cândido.
E o primeiro curso já estará disponível a partir desta terça-feira (1). Será um treinamento sobre ‘Direção Defensiva’, com seis aulas que podem ser assistidas de uma vez só ou de forma fracionada. “A cada mês a gente vai incluir novo treinamento e o operador terá 30 dias para assistir o curso. Todos os cursos terão certificados e a plataforma permite que a gente acompanhe o acesso dos profissionais aos conteúdos”, explica o Auxiliar de Estatística do Grupo A.Cândido, Thalison Santos, que junto com o instrutor, Everton Talisson e a equipe de Recursos Humanos da Unitrans, de João Pessoa, apresentou a novidade aos motoristas da empresa paraibana.
Em alguns terminais de ônibus de João Pessoa, a exemplo do 301,302, 510 e 1500, já há disponibilidade de wifi para acesso mais fácil ao conteúdo da UniMobin e a ideia é ampliar, em breve, esse acesso para todos os terminais. Nas garagens da Unitrans, em João Pessoa, e de Bayeux, há pontos de apoio com disponibilidade de tablets onde os motoristas podem acessar o conteúdo, além de uma equipe de suporte para auxiliar os operadores com a nova ferramenta de treinamento.
Além da Paraíba, o Grupo A.Cândido atua nos mercados do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Ceará.








Hospital de Coremas ganha novos equipamentos que propiciam melhorias para pacientes e acompanhantes
O Hospital e Maternidade Estevam Marinho, de Coremas, ganhou 30 novos leitos, 20 poltronas reclináveis, além de aparelhos de ar condicionados mais modernos, o que permitirá a climatização de todos os ambientes do hospital. Além de modernizar os serviços, os novos equipamentos vão impactar positivamente no acolhimento e assistência à população. As melhorias estão inseridas nas ações do Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), de modernização das unidades da Rede Hospitalar. O Hospital de Coremas funciona como porta aberta com atendimentos em urgência e emergência, clínica médica e maternidade.
Além destes equipamentos, a unidade ainda recebeu 12 computadores que já estão em uso na recepção, consultórios médicos, triagem, direção, setor administrativo, farmácia e regulação. Também recebeu 12 nobreak, três webcans, três fones de ouvido e três impressoras. Recentemente, o hospital também modernizou o laboratório com a chegada de novos equipamentos, o que possibilitou ampliar o quantitativo e tipos de exames.
Sobre os computadores, a diretora geral da unidade, Josielma Oliveira, explica que todos os trâmites do hospital passam a ser sistematizados ao invés de manuais. “Essa mudança propiciou uma melhoria na assistência e na própria dinâmica da unidade, já que isso agilizou o atendimento e melhorou o fluxo de informações já que os dados agora ficam disponíveis dentro do sistema para que todos que precisem, tenham acesso de forma rápida e fácil”, explicou.
Na semana passada, ainda foi concluída a padronização da medição de energia elétrica da unidade que passou a ter uma rede redimensionada para suprir, de uma forma ainda mais eficaz, toda a sua demanda de consumo.






Equipe do Hospital Oswaldo Cruz realiza visita técnica e constata avanços nas ações do Hospital Regional de Patos
Maior rotatividade de leitos, melhoria nos fluxos internos que impactam positivamente na assistência ao paciente, mudanças no fluxo da Urgência e Emergência, que agilizaram com ganho de qualidade o serviço do setor, além de evoluções no gerenciamento e controle de infecções. Esses são alguns avanços conseguidos a partir da implementação do Projeto de Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP), desenvolvido pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Na Paraíba, a iniciativa inclui o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, e na última semana a equipe do RHP esteve na unidade para verificar o andamento dos processos implementados.
As visitas da equipe técnica, composta por profissionais do Hospital Oswaldo Cruz, de São Paulo, ocorreram na terça-feira (25) e na quinta-feira (27) e contemplaram a verificação dos processos no Bloco Cirúrgico, Urgência e Emergência, no Núcleo Interno de Regulação (NIR), na Engenharia. Junto com a equipe multidisciplinar e do Núcleo Interno de Regulação (NIR), os técnicos avaliaram o cumprimento de diretrizes do Projeto no que diz respeito aos protocolos e processos de trabalho que estão melhorando o fluxo interno da unidade e o impacto na melhoria da assistência e serviços prestados aos pacientes.
De acordo com o diretor técnico do hospital, Pedro Augusto, a própria dinâmica de trabalho dos profissionais também é avaliada, uma vez que o foco do Projeto é buscar uma redução do tempo de permanência do paciente no hospital. “Com um serviço mais eficiente e eficaz, as respostas acontecem em menor tempo, o que impacta diretamente na evolução do paciente, que tem uma recuperação melhor e isso, consequentemente, promove uma maior rotatividade de leitos em função do aumento das altas hospitalares”, reitera o médico.
Já o diretor geral do hospital, Francisco Guedes, destaca que os avanços ocorreram de forma geral e trouxe impactos positivos em toda a unidade. “O Projeto nos trouxe outro olhar, novos conhecimentos e novas práticas, e a equipe do hospital abraçou a ideia, vestiu a camisa e está fazendo acontecer. Todos entenderam que esse formato de assistência multiprofissional permite uma atenção maior e melhoria na qualidade da prestação de serviço”, explica Francisco, lembrando que o projeto segue os princípios do Programa Nacional de Segurança do Paciente, do Ministério da Saúde.
“No Centro Cirúrgico, o Projeto só trouxe avanços, agregou novos conhecimentos e ajudou no processo de trabalho. Hoje, nós trabalhamos com indicadores, a partir dos quais podemos medir o tempo médio entre uma cirurgia e outra, também temos indicadores que referenciam o tempo médio da limpeza entre um procedimento e outro e, na Meta 4, trabalhamos a questão de assegurar cirurgias em local seguro, tornando o processo de trabalho no bloco ainda mais alinhado, ganhando com isso tanto os pacientes, como os profissionais e a própria dinâmica do setor”, destaca a coordenadora do Bloco Cirúrgico, Silvana Araújo Barbosa.
No final das visitas, a equipe do Oswaldo Cruz se reuniu com os coordenadores do hospital e com as direções Geral e Técnica para fazer uma avaliação do que foi percebido nos setores visitados. Um relatório técnico será enviado em breve.
Sobre o Projeto
O Projeto de Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP) é uma ação de intervenção e de instrumentalização em gestão em saúde que desenvolve ações para fortalecer e fomentar melhorias nos processos assistenciais, administrativos e gerenciais dos hospitais do SUS, com enfoque na avaliação e no monitoramento contínuo de processos, na redução de custos e no gerenciamento consciente de recursos humanos e materiais, consequentemente contribui para a padronização de rotina e a redução de riscos aos pacientes, aos familiares e trabalhadores da saúde.
O projeto já contempla outros 56 hospitais públicos no país, localizados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, áreas onde o número de casos de Covid cresceu muito nos últimos meses. Na Paraíba, além do Complexo Hospitalar de Patos, outras unidades desenvolvem o Projeto, a exemplo do Hospital de Trauma de Campina Grande e o Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa.





‘Vamos acabar com essa história de agricultura boa, agricultura ruim’ diz presidente da Asplan durante Simpósio de Cana-de-açúcar na PB
“Vamos acabar com essa história de agricultura boa e agricultura ruim. Toda cultura que gera emprego, renda e desenvolvimento, é boa. Quem segura o Brasil é o agro junto com a agricultura familiar e nós somos bons, independente de governos”, afirmou o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, durante palestra de abertura do II Simpósio Paraibano de Cana-de-Açúcar, que aconteceu nos dias 26 e 27 de julho, na cidade de Areia (PB). O dirigente canavieiro falou sobre “Panorama atual, perspectivas e novos desafios do setor’.
Para uma plateia formada em sua grande maioria por estudantes dos cursos do Campus II, da UFPB, José Inácio lembrou que a cana representa o grosso do PIB agrícola da Paraíba e é a única cultura que se mantém há mais de 500 anos. “O sisal e o algodão colorido não resistiram. As demais culturas são importantes também, mas, nenhuma delas tem a abrangência e importância que a cana”, afirmou ele. “Cheguei aqui na Paraíba em 1978, quando a usina Santa Maria estava sendo reformada e a usina Tanques moendo. Enfrentamos a maior seca, em 1993, quando tivemos 90% de redução de safra e sobrevivemos e, neste período, a cana passou pelo seu momento mais difícil. Agora estamos com novos desafios, tais como, o surgimento do álcool de milho”, disse ele.
Em sua participação, José Inácio fez uma retrospectiva histórica da cultura canavieira no Nordeste. “A cana-de-açúcar começou bem, com o Proálcool, de 1975 a 1990. Foi o auge da cultura no país. O ano de 1990 foi um divisor, mas, em 1986, já estava ruim, com uma inflação muito alta, de 82% ao mês, que culminou, para piorar, com o fechamento do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA), no governo Collor de Melo”, lembrou ele.
“Eu vi produtores de cana chorarem porque não sabiam como iam continuar produzindo, sem a tutela do IAA. Porque, naquela época, a produtividade de cana do Nordeste em relação ao Sul era gritante. Eles já estavam nos três dígitos, e o NE ainda patinava com 50 toneladas de cana. Naquele tempo, havia um subsídio, tutelado pelo governo, existia cotas preferenciais americanas e europeias. E depois, abriu o mercado nacional e nós tivemos que concorrer com a produtividade do Sul. Essa é a história da cana real. Acabou o IAA, mercado aberto, veio a seca de 93, a maior seca que o Nordeste já viu, e a consequência foi uma redução de 90% na safra, naquele ano. Quem moía 10 mil toneladas, moeu 1000”, recordou José Inácio.
Mas, segundo ele, quando chega o desafio, também surgem as oportunidades. “O desafio era produzir cana na Paraíba neste cenário, numa região seca. Ai, a Paraíba partiu na frente de Alagoas e Pernambuco e também no Rio Grande do Norte, na busca por tecnologia, com irrigação e manejo”, afirmou José Inácio, lembrando que agora quase que está equiparada a produtividade do Nordeste com o Centro/Sul. “Com os investimentos feitos na região, foi reduzida a diferença entre as regiões produtoras do país. Lá, eles estão na média de 78/80 toneladas de cana/média, e nós estamos aqui com 80 toneladas na usina Monte Alegre”, destacou. Ele lembrou que no Nordeste há ainda a vantagem de uma boa logística, com as usinas a 40/50 km do porto, enquanto que no Mato Grosso, essa distância equivale a 700 km.
Sobre novos desafios, ele aponta o surgimento da concorrência do etanol de milho. “Para se ter uma ideia, a cana tem 500 anos e em pouco mais de quatro anos o etanol de milho já se equipara a toda cana do Nordeste, com tendência a aumentar muito. E o que a gente vai fazer com isso. Concorrer, se adequar. Investir em novas tecnologias, bioinsumos, para melhorar a produtividade e competitividade”, enfatiza ele, lembrando que há outras alternativas para uso do etanol, pois, já se fala em biocombustível marítimo, de aviação. Outro desafio enfrentado pelo setor, segundo ele, é a questão do governo segurar o preço da gasolina de forma artificial. “Esperamos que se encontre um equilíbrio onde o produtor não seja penalizado e o consumidor também não seja prejudicado. Mas, ninguém vai produzir álcool de graça para ninguém, pois sem ganhar dinheiro, nenhuma atividade sobrevive”, afirmou.
“A exportação de açúcar está segurando o preço da cana. Um ano o etanol ajuda, no outro o açúcar ajuda, e a gente continua produzindo. E a Paraíba teve uma particularidade. Na década de 90, fecharam as três usinas do Brejo. E quem comemorou isso, criticando a monocultura da cana, se arrependeu depois porque aumentou o desemprego, diminuiu a arrecadação e anos depois o IDH do Brejo estava menor que o do Cariri paraibano, considerada a região mais pobre do estado. Mas, tivemos aqui no Brejo os que migraram para produção de cachaça e hoje são grandes produtores das melhores cachaças nacionais”, lembrou José Inácio.
Sobre o futuro, ele disse: “O que a gente precisa fazer é agregar valor com qualidade de produto. Eu continuo otimista, o mais difícil já passou, há desafios, a concorrência é enorme, mas, é preciso pesquisar, chegar junto”, afirmou. Sobre uma das questões que mais preocupam os produtores de cana do Nordeste hoje, que é o corte de cana, ele foi enfático: “É uma situação complicada. Vai chegar um momento que não teremos mais cortador de cana, pois a média de idade hoje dos cortadores, que há alguns anos era 30/32 anos, já passou de 40. Os jovens não querem mais cortar cana. É um serviço que remunera bem, mas é pesado e não é todo mundo que aguenta. Então vamos ter que arrumar alternativas para colher cana. Infelizmente, ainda não chegou uma máquina boa para colher em topografias acidentadas e em encostas”.
Sobre o futuro dos jovens estudantes do setor agrícola, ele lembrou que o Brasil tem vaga no campo e precisa de mão de obra qualificada. “Se não tiver espaço na Paraíba, tem em Mato Grosso, no Maranhão, em várias localidades. Espaço tem e o Brasil precisa de mão de obra qualificada. Não tenham medo de ousar, façam estágio, aprimorem conhecimento porque essa profissão tem futuro”, disse ele.
Sobre não desistir da atividade, ele reitera que o pior já passou. “No ano passado, batemos recorde de produção com a maior safra da Paraíba, além da produtividade. E esses resultados refletem um esforço conjunto de produtores, pesquisadores, especialistas que fazem experimentos e investem para melhorar a produtividade. O açúcar cresce e a Paraíba continua firme e forte. O Brasil é agro, quem segura esse país é o agro junto com o agricultor familiar. Eu tenho orgulho de ser agricultor, engenheiro agrônomo e de plantar cana também”, finalizou ele.
O II Simpósio Paraibano de Cana-de-Açúcar foi promovido pelo Grupo de Estudos Sucroenergético (Gesucro) em parceria com a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), e teve como tema central nesta edição “Tecnologia e Produção no Nordeste”.










Hospital de Patos realiza 21 cirurgias e mais de 200 atendimentos no final de semana
Foram 21 cirurgias, sendo 18 de urgência e outras três eletivas, e mais 209 atendimentos na Urgência e Emergência. Esse foi o balanço do plantão de final de semana do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, compreendido entre as 18h da sexta-feira (21) e a meia-noite de domingo (23). Dos procedimentos cirúrgicos realizados, boa parte foi de cirurgias vasculares, com 10 casos, seguida de oito ortopédicas e mais três gerais.
O plantão de maior movimento foi o do sábado (22), que ultrapassou os 100 atendimentos, registrando 104 casos, seguido do domingo (23) com mais 79 pessoas atendidas. Na sexta-feira, entre as 18h, quando começou o plantão, e meia-noite, mais 26 pessoas foram atendidas na Urgência e Emergência. Destes atendimentos, 15 pessoas deram entrada no hospital por causa de sinistros de trânsito, sendo 12 por acidentes que envolveram motos e outras três de carro.
Boa parte das vítimas de acidentes foi da cidade de Patos, com 10 pessoas no total, mas o hospital atendeu pacientes das cidades de Cacimba de Areia, Imaculada, Princesa Isabel, Santa Luzia e São José de Caiana.
Na Urgência e Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com dores diversas, quedas da própria altura ou de nível, lesões, crise hipertensiva, mordida de animais, fraturas, mal estar, pancadas, entre outros motivos. Duas pessoas deram entrada por agressão física, três por crise nervosa e uma por coma alcoólico.







Queixas de dores diversas lideram atendimentos do final de semana no hospital de Coremas
Dos 101 atendimentos realizados no plantão deste final de semana (21 a 23), na Urgência do Hospital e Maternidade Estevam Marinho, de Coremas, 31 casos foram de pessoas se queixando de dores. A segunda maior causa de atendimentos na unidade, das 18h da sexta-feira (21) até a meia-noite de domingo (23), foi de síndrome gripal, com 11 casos e, em terceiro lugar, pessoas com crise hipertensiva, com 10 casos registrados.
Além destes atendimentos, o hospital registrou vários casos de pessoas com retenção urinária, com quadro de dispneia, amigdalite, cefaleia, reação alérgica, crise nervosa, além de vítimas de quedas e de sinistros de trânsito, com três casos de acidentes com motos. Os plantões dos três dias foram quase equivalentes em quantitativo de pacientes atendidos. No sábado (22), 36 pessoas foram admitidas na urgência do hospital, no domingo, outras 35 e na sexta-feira foram mais 31 pessoas.
A diretora geral Josielma Oliveira relata que os casos de atendimentos mais frequentes se repetem quase sem alterações nos relatórios dos plantões. “O que muda de plantão para plantão é o quantitativo de pessoas atendidas, mas as nossas maiores demandas são sempre similares na área de clínica médica de baixa complexidade”, afirma a diretora. Ela destaca que tanto neste quanto no plantão da semana passada, excepcionalmente, foram registrados casos de atendimento de crises nervosas, sem nenhuma relação uma com as outras. “No plantão da semana passada, foram cinco casos e, nesta, mais três casos”, afirmou ela.
O Hospital e Maternidade Estevam Marinho funciona de portas abertas para a demanda que surgir dentro do espectro de assistência ofertada pelo hospital que é urgência e emergência de baixa complexidade, clinica médica e maternidade, além do Opera Paraíba, com cirurgias de Catarata.





Complexo de Patos atende 197 pessoas na Urgência e Emergência e realiza 23 cirurgias no plantão do final de semana
Entre as 18h da última sexta-feira (7) e a meia noite do domingo (9), o plantão da Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) registrou o atendimento de 197 pessoas e a realização de 23 cirurgias, sendo 15 de urgência e outras oito eletivas. Das pessoas atendidas, 33 delas foram vítimas de sinistros de trânsito, a maior parte de motocicletas, com 30 casos, mais dois atropelamentos e um sinistro com automóvel.
O plantão de maior movimento foi o de sábado, quando 97 pessoas foram atendidas. No domingo foram mais 79 pacientes e na noite da sexta-feira, entre as 18h e a meia noite, outras 21 pessoas deram entrada na unidade. Das 23 cirurgias, 14 foram ortopédicas, quatro vasculares, outras quatro gerais, e um procedimento urológico.
Dos acidentados, boa parte deles foi da cidade de Patos, com 13 pessoas no total, mas o hospital atendeu pacientes das cidades de Água Branca, Catingueiras, Coremas, Mãe D’água, Malta, Matureia, Nova Olinda, Quixaba, Santa Teresinha, São Bento, São José do Bonfim, Teixeira e Santana de Mangueira.
Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste último final de semana foram de pacientes com dores diversas, quedas de nível ou da própria altura, pancadas, mal estar, mordida de animais, hipertensão, dispneia, entre outros sintomas.




