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Colaboradores do Grupo A.Cândido participam de atividades alusivas ao Novembro Azul

Essa quarta-feira (26) foi marcada por uma ação especial de promoção à saúde masculina na garagem das empresas de transporte urbano Unitrans e Santa Maria, integrantes do Grupo A. Cândido, em João Pessoa. A iniciativa fez parte da campanha Novembro Azul, dedicada à prevenção e ao diagnóstico precoce do câncer de próstata e de outras doenças que afetam os homens. Aldo Marcio e Evanildo Pereira do SESMT, junto com integrantes da equipe de Recursos Humanos coordenaram a atividade que aconteceu nos turnos da manhã e noite.
A programação foi direcionada aos colaboradores dos setores administrativo e de manutenção, que participaram de uma sessão de ginástica laboral conduzida pelo professor de Educação Física da Faculdade Três Marias, Irapuran Galdino. Durante a atividade, o educador físico orientou os profissionais sobre a importância de adotar hábitos saudáveis no cotidiano de trabalho e reforçou a necessidade de cuidar da saúde de forma contínua.
Além dos alongamentos e exercícios de mobilidade, Irapuran conversou com o grupo sobre prevenção, destacando os benefícios da prática regular de atividades físicas e do acompanhamento médico periódico. Segundo ele, “o Novembro Azul é uma oportunidade para lembrarmos que a prevenção é o melhor caminho para garantir qualidade de vida”.
Após a sessão e antes de iniciarem a jornada de trabalho, os colaboradores participaram de um lanche coletivo, encerrando a ação de forma integrada e reforçando o clima de conscientização e cuidado mútuo dentro da empresa. A iniciativa faz parte do compromisso do Grupo A.Cândido em promover o bem-estar dos seus profissionais e estimular práticas de saúde no ambiente de trabalho. Também houve distribuição de um panfleto educativo institucional com dicas de como se cuidar, sobre fatores de risco do câncer de próstata, a importância do diagnóstico precoce e sintomas da doença.
Para o Serviços Gerais, José Gaudêncio Pessoa Filho, de 56 anos, que trabalha no Grupo há 14 anos, a atividade foi muito boa. “É sempre bom lembrar que a saúde é um bem precioso e se isso acontece no trabalho, melhor ainda porque a gente sente que a empresa também se preocupa com a gente”, disse ele que embora nunca tenha feito o exame de toque retal, faz anualmente os exames de sangue para identificação precoce do câncer de próstata.
O jovem aprendiz Pierry Augusto dos Santos, de 19 anos, que atua no monitoramento há nove meses, nunca tinha participado de uma atividade alusiva ao Novembro Azul, e elogiou a iniciativa. “Conhecimento é tudo e mesmo muito jovem gostei de saber que a prevenção é muito importante e vou sempre me cuidar”, afirmou.
José Gaudêncio Filho elogiou a ação da empresa
Atividade contou com sessão de ginástica laboral
Ação alusiva ao Novembro Azul aconteceu nesta quarta-feira (26) na garagem da Unitrans, em João Pessoa
A atividade incluiu exercicios físicos
A atividade aconteceu pela manhã e a noite
A ação alusiva ao Novembro Azul foi direcionada para os colaboradores da Administração e Oficina
A atividade aconteceu na garagem da Unitrans, em Água Fria

Grave crise no setor canavieiro do Nordeste é pauta de reunião da Unida

Os associados da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-açúcar (Unida) se reuniram nesta terça-feira (25), em transmissão online, para debater a crise que atravessa o setor, com baixos preços pagos pela matéria-prima, chegando a patamares superiores a 33% de defasagem em relação ao mesmo período do ano passado. O presidente da Unida, Pedro Campos Neto conduziu a reunião que contou com a participação de representantes de Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe. “Vamos pleitear ajuda dos governos federal e estadual até porque essa crise que nos afeta impacta não apenas no setor, mas em toda a sociedade porque muitos empregos estão em risco. Ajudar o setor a superar esse momento não é uma questão de solidariedade, mas de sobrevivência de um segmento importante para a economia e desenvolvimento do Nordeste”, afirma Pedro Campos Neto.
O dirigente da Unida iniciou o encontro destacando que essa é a pior safra que ele vivencia. “Eu estou na minha 20ª safra e nunca passei por uma situação tão preocupante”, disse Pedro Campos Neto. O presidente da Associação dos Plantadores de Cana de Pernambuco (AFCP), Alexandre Lima, reforçou o argumento, destacando que a situação é muito grave e o fornecedor de cana está trabalhando com prejuízo. “O que estamos recebendo não cobre nem os custos”, reiterou ele.
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana de Alagoas (Asplana), Edgar Antunes, destacou a problemática dos fornecedores alagoanos. “Diante desta situação, já nos mobilizamos para junto ao governo estadual buscar soluções que ajudem a minimizar o problema porque sem apoio não conseguiremos superar esse momento sem comprometer seriamente o equilíbrio da atividade e o custeio da próxima safra”, destacou ele que tenta uma audiência com o governador na próxima semana.
Em situação ainda mais complicada, o presidente da Associação dos Plantadores de Cana do Rio Grande do Norte, Hermano Neto, destacou que além do baixo preço pago pela matéria-prima, os pagamentos dos fornecedores já começam a atrasar. “Essa crise afeta toda a cadeia produtiva e acaba prejudicando todo mundo, inclusive com início de atraso nos pagamentos”, destacou ele
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que planta cana há mais de 40 anos, destaca que a atual situação é uma das mais graves que ele vivenciou. “Estamos com uma diferença de mais deR$ 50,00 na tonelada de cana e precisamos de ajuda para superar esse momento”, afirma ele que sugeriu propor aos governos estaduais uma proposta de crédito presumido. “Isso é algo que já foi feito no passado e pode ser feito novamente”, disse ele, destacando que na PB essa ajuda corresponderia a R$ 35 milhões, o equivalente a R$ 10,00 por tonelada de cana por fornecedor, beneficiando cerca de 1.500 produtores de cana, sendo 90% deles pequenos e micros.
Segundo José Inácio, o plano de salvação do setor precisa ser encarado como prioridade pelos governadores do Nordeste. “Somos o setor que mais emprega no campo, que gera divisas, mas sem apoio, milhares de empregos serão perdidos e a arrecadação reduzida, de forma que ao ajudar o setor, os governos estarão ajudando a eles também”, reforça o dirigente canavieiro, que estará na próxima segunda-feira (1º), em Recife, onde participará de uma Audiência Pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco cuja pauta é debater a crise do setor canavieiro do Nordeste. Além disso, José Inácio já encaminhou oficio pleiteando uma audiência com o governador da Paraíba, João Azevêdo para expor a situação.
José Amado, dirigente da associação de Sergipe, também presente a reunião disse que a situação dos produtores locais segue o mesmo patamar dos demais estados produtores de cana da região. “É uma situação difícil para todos nós, um momento seríssimo”, finalizou ele. Em nível federal, a Unida e outras entidades defendem a proposta de emenda à MP 1309, de autoria do senador Efraim Filho (União-PB) e do deputado federal Meira (PL-PE), que propõe o pagamento de uma subvenção econômica deR$ 12,00 por tonelada de cana produzida na região.
Presidente da Unida, Pedro Campos Neto conduziu a reunião desta terça-feira (22)
Participantes da reunião da Unida nesta terça-feira (25)
Presidente da Asplan, José Inácio durante reunião
Presidente da Asplan, José Inácio

Presidente da Asplan solicita audiência com João Azevêdo para expor crise no setor canavieiro e ver como governo pode ajudar

Com perdas superiores a 33% no preço da matéria-prima no acumulado e de 7,30% em relação ao mês anterior, o setor canavieiro do Nordeste, incluindo a Paraíba que é o terceiro maior produtor de cana-de-açúcar da região, passa por uma das maiores crises das últimas duas décadas. E essa situação tem reflexos diretos na maior parte dos produtores de cana da Paraíba, que em sua imensa maioria são pequenos e micros produtores. Diante deste cenário desolador, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) já solicitou uma audiência com o governador João Azevêdo para expor a triste realidade dos produtores da maior e mais importante cultura do estado e tentar buscar soluções conjuntas para enfrentar o problema.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, explica que os baixos preços pagos pela matéria-prima é um reflexo direto da desvalorização internacional do açúcar e do tarifaço dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. “O presidente dos EUA anunciou recuo na taxação, mas esse recuo não atingiu o açúcar e diante deste cenário, vamos apelar ao governador para que o estado nos socorra neste momento de grande crise”, disse o dirigente canavieiro que aguarda agendamento da audiência.
Segundo José Inácio, há várias formas do governo ajudar o setor neste momento. “Há caminhos que podem ser trabalhados para salvaguardar uma cultura importantíssima para a Paraíba, manter os empregos no campo e tirar do sufoco os pequenos e micros produtores que representam mais de 80% de nossa categoria, mas precisamos da ajuda do governo para enfrentarmos esse momento, por isso solicitamos essa audiência com João Azevêdo”, destaca José Inácio. Em Pernambuco, segundo maior produtor de cana-de-açúcar do Nordeste, já há uma audiência pública marcada na Assembleia Legislativa para debater a crise, no próximo dia 1º.
Presidente da Asplan, José Inácio pleiteia audiência com o governador João Azevêdo para debater crise no setor

Grupo A.Cândido encerra etapa 2025 do projeto ‘Líderes em Ação’ trabalhando a temática ‘Comunicação’

No quinto e último módulo do projeto “Líderes em Ação” de 2025, realizado no último sábado (22), em João Pessoa, os profissionais líderes das empresas de transporte urbano e fretamento do Grupo A.Cândido, que atuam na Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará trabalharam a temática ‘Comunicação Assertiva no Trabalho’. Gerentes, supervisores, coordenadores e chefes de setor estiveram reunidos com os diretores do Grupo, Alberto Pereira, Lorena Dantas e Larissa Nascimento e com o consultor de Desenvolvimento Humano, Maurício Xavier para debater como o Grupo se comunica nos dias atuais e o impacto que essa comunicação tem no âmbito das suas empresas.
“Na era da comunicação as empresas não estão preocupadas em fazer você falar bem, mas a falar certo. Não queremos oradores, queremos profissionais que falem certo, pouco e objetivamente. Comunicação boa tem a ver com clareza, objetividade e assertividade. As empresas precisam de líderes que dominem a comunicação e tenham responsabilidade com o que se está dizendo”, destacou o consultor, lembrando que o colaborador do Grupo A.Cândido não fala o que quer, quando quer e se quiser. “Numa empresa a gente fala em nome da empresa”, reforçou ele.
Maurício lembrou ainda que o mundo exige dos profissionais cada vez mais conhecimento e além disso uma postura adequada no ambiente de trabalho, sobretudo ao comunicar-se. “O que você está construindo com sua comunicação? No Grupo A.Cândido todos têm que ter uma comunicação clara, objetiva e responsável para construir confiança, confiabilidade e relações mais acolhedoras”, reforçou ele, lembrando que a comunicação da liderança precisa ser norteadora.
 “Há estudos que mostram que 90% da insatisfação de funcionários parte da liderança e não da empresa em si e nesse aspecto a comunicação tem papel primordial dai porque ela tem que ser feita com respeito, educação, objetividade e gentileza”, disse Maurício. Um detalhe importante foi lembrado pelo consultor. “A gente se comunica na empresa falando em nome do Grupo e isso não pode ser esquecido. O canal do Whatzapp também precisa ser utilizado de forma corporativa e isso se aplica a qualquer canal de comunicação. Mensagens curtas e claras, evitar áudios longos, respeitar o horário de trabalho são posturas que se espera dos líderes do Grupo”, reforçou Maurício.
“Se comunicar no Grupo A.Cândido é se comunicar com acolhimento, segurança e confiabilidade. Se todos se comunicarem assim, estaremos cumprindo nossa missão e preservando nossos valores. A gente tem que saber como se comunicar senão a gente cria muros ao invés de pontes”, disse Larissa, destacando que ano que vem terão mais novidades. “Vamos continuar nesta jornada transformando nossas empresas a partir das pessoas que as integram porque se eu quero ter a equipe mais qualificada do mercado, eu tenho que ser a gestora mais qualificada do mercado, o motorista tem que ser o melhor, o supervisor, o gerente, todos têm que ser”, disse Larissa Nascimento.
“Esse processo de avanços prescinde de tempo, necessita persistência e determinação e a gente não consegue isso sozinho. Cada módulo deste projeto foi pensado no futuro, num planejamento de longo prazo e para atingirmos os objetivos precisamos estar juntos e focados “, destacou Lorena Dantas, agradecendo a dedicação de todos os líderes que estiveram nos cinco módulos do projeto.
Alberto Nascimento lembrou que a atividade de transporte prescinde de união e, portanto, também de boa comunicação. “Não atuamos isoladamente, pois para o motorista sair da garagem ele precisou do mecânico, do trabalho do serviços gerais que limpou o ônibus, do tráfego que organizou a liberação dos carros, para receber salário é preciso o RH e a Contabilidade e assim por diante, então sempre atuamos em conjunto e nesta missão desafiadora, que é a de transportar gente, além de precisar estar unidos e alinhados também precisamos nos comunicar bem”, reforçou o diretor.
Para a gerente de RH de Natal, Maria Clara, o projeto foi enriquecedor. “Vivenciamos aqui momentos de alinhamento, de debates e tenho certeza que 2026 será incrível porque essa base na liderança está formada”, destacou ela. Para o Diretor Jurídico do Grupo, advogado Marcos Neto, essas reuniões foram muito importantes. “Elas foram fundamentais tanto para reafirmação da cultura do Grupo, como para conscientizar as lideranças sobre suas respectivas missões para que tenhamos empresas que façam o acolhimento, que transporte com segurança e que sejam absolutamente sustentáveis”, afirmou.
Alberto Pereira, diretor do Grupo A.Cândido
Larissa Nascimento, diretora do Grupo A.Cândido
Larissa Nascimento, Maria Clara e Lorena Dantas.
Líderes do Grupo A.Cândido que participaram da turma da manhã do treinamento do último sábado (22)
Lorena Dantas, Alberto Pereira e Larissa Nascimento, diretores do Grupo
Lorena Dantas, diretora do Grupo A.Cândido
Marcos Neto reforçou importância dos valores do Grupo
Maria Clara achou importante o projeto
O consultor Maurício Melo conduziu os cinco encontros do projeto
O encontro de Líderes aconteceu no sábadop, dia 22, na Blu’nelle, em João Pessoa
O projeto reuniu lideranças das empresas da PB, PE, RN e CE

Hospital de Catolé do Rocha realiza 370 atendimentos e 17 cirurgias no fim de semana

O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, em Catolé do Rocha, registrou 370 atendimentos entre a sexta-feira (21) e o domingo (23). Foram 134 consultas médicas na sexta, 112 no sábado e 124 no domingo. No período, a unidade pertencente à rede estadual de saúde realizou 17 cirurgias, sendo 12 eletivas e cinco partos. Após atendimento, 24 pacientes permaneceram internados para observação ou cuidados posteriores.

Ao longo do plantão, também foram realizados 510 exames clínicos, 92 Raios-X e 37 tomografias. As cirurgias incluíram procedimentos de laqueadura e intervenções ortopédicas, como correção de fratura de punho e rádio, colocação de prótese parcial de quadril e fixação de perna.

As principais demandas registradas foram pacientes com queixas de dor (53), pessoas em aplicação de medicação própria (32) e cefaleia (12). A unidade também contabilizou 11 casos de diarreia, 11 de náuseas, nove vítimas de sinistros de trânsito com moto e oito pacientes com crise de ansiedade. No ambulatório, foram realizadas 32 avaliações ortopédicas, três obstétricas, duas análises de exames, uma avaliação cardíaca e outra cirúrgica.

 

Hospital de Catolé realizou 17 cirurgias neste final de semana
Um dos atendimentos no ambulatório médico neste fim de semana

Serviço de Emergência e Urgência do Hospital Regional de Patos realiza mais de 270 atendimentos no fim de semana

O serviço de Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), unidade da rede estadual de saúde, em Patos, registrou 277 atendimentos entre a sexta-feira (21) e o domingo (23). Durante o período, das 18h da sexta até a meia-noite do domingo, a unidade realizou 27 procedimentos cirúrgicos, sendo 16 eletivos e 11 de urgência. Foram contabilizadas 16 cirurgias oncológicas, seis vasculares, três gerais e duas ortopédicas.

O sábado (22) foi o dia com maior volume de atendimentos, totalizando 105 registros. No domingo (23), foram 77 atendimentos, enquanto outros 95 ocorreram na sexta-feira (21). Após avaliação médica, 48 pessoas precisaram permanecer internadas para observação ou cuidados posteriores.

O relatório de gestão apontou ainda a entrada de 16 vítimas de sinistros de trânsito: 12 envolvidas em acidentes com motocicleta, duas com bicicleta e duas com automóvel. A maioria dos casos (13) é de moradores de Patos, mas também houve registros de pacientes de Cacimba de Areia, Cacimbas e Teixeira.

Entre os demais atendimentos, destacaram-se pacientes com queixas de dor (48), vítimas de mordida de animais (11), pancadas (9) e traumas (8). A unidade também recebeu seis casos de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), quatro de Acidente Vascular Cerebral (AVC), além de pacientes com crise nervosa, vítima de agressão física e um caso que necessitou de hemotransfusão.

 

Urgência do Hospital de Patos atendeu 277 pessoas neste fim de semana
Uma das 27 cirurgias no Hospital de Patos nestye fim de semana
Hospital de Patos realizou 27 coirurgias no fim de semana
Hospital de Patos é referência para 89 municípios do sertão paraibano
Hospital de Patos atendeu na urgência e emergência 277 neste fim de semana
Das 27 cirurgias realizadas no Hospital de Patos neste fim de semana, 11 foram de urgência
48 pessoas tiveram que ser internadas após avaliação médica no fim de semana

Hospital de Coremas registra 249 atendimentos no fim de semana

O Hospital e Maternidade Estevam Marinho, unidade da rede estadual de saúde, em Coremas, registrou 249 atendimentos entre a sexta-feira (21) e o domingo (23). Foram 96 atendimentos na sexta-feira, 72 no sábado e 81 no domingo, entre consultas ambulatoriais e urgências. O período chamou atenção pela quantidade de pacientes atendidos com crise de ansiedade: foram 23 no total.

As principais demandas do plantão foram queixas de dor (73), crise de ansiedade (23) e amigdalite (16). Além disso, a unidade recebeu 14 pacientes com sintomas de síndrome gripal, sete com cefaleia, mais sete com dificuldade de urinar, seis com traumas, seis com diarreia, quatro com abscesso, quatro com sangramento e três vítimas de sinistro de trânsito com moto.

Nove pessoas precisaram ser internadas para observação ou continuidade dos cuidados médicos, com diagnósticos de pneumonia, desidratação, celulite, dor abdominal, lombalgia, Gastroenterocolite Aguda, surto psicótico, para reconstrução de orelha e com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).

 

 

Canasplan chega a segunda edição reforçando o protagonismo da Paraíba no setor produtivo

Com o sucesso da primeira edição, em 2024, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e a União Nordestina dos Produtores de Cana – UNIDA realizam, no dia 19 de dezembro, em João Pessoa, a segunda edição do Canasplan – Destaques do setor. O evento, que reúne produtores, profissionais, convidados e especialistas do segmento, tem o objetivo de debater desafios e oportunidades e reconhecer personalidades que são importantes para o setor e que se destacam em sua área de atuação contribuindo para o desenvolvimento e fortalecimento da cultura canavieira.
Na edição 2025 serão homenageados o presidente da Câmara dos Deputados, Ugo Motta, e os dirigentes canavieiros José Inácio de Morais, atual presidente da Asplan, o segundo vice-presidente da entidade canavieira paraibana, Raimundo Nonato, e o diretor-tesoureiro, Oscar de Gouvêa Barreto. O Canasplan 2025 é voltado para associados, técnicos, pesquisadores, representantes de usinas e autoridades do setor e traz a cada edição anual temas estratégicos para discussão.
Na primeira edição, em 2024, o presidente da Datagro e um dos maiores especialistas do setor Sucroenergético, Dr. Plínio Nastari, fez uma palestra sobre perspectivas do setor. Este ano, o evento traz como palestrante Guilherme Nastari, também da Datagro. O evento é gratuito e direcionado para associados e convidados.
De acordo com o presidente da Asplan, José Inácio, o evento representa uma grande oportunidade de reunir conhecimento e fortalecer o diálogo entre todos os elos do setor, estimulando a inovação e a competitividade da produção canavieira nordestina, além de ser um momento de troca de ideias e fortalecimento dos laços entre todos que integram a cadeia produtiva do Nordeste. “Além de atualizar os participantes sobre tendências do mercado, temas atuais e de interesse do setor, e avanços, o Canasplan busca também valorizar o papel do produtor e fortalecer a representatividade do setor paraibano no cenário regional e nacional e também homenagear personalidades que se destacam tanto na área, quanto no cenário nacional, com ações voltadas para a defesa e desenvolvimento do segmento produtivo”, afirma José Inácio.
Ele lembra que o tema da palestra deste ano foi pensado, justamente, no momento em que está vivendo o setor. “Estamos em meio a uma grande crise, onde o preço da matéria-prima está muito ruim e precisamos entender bem essa questão dos custos de produção para poder, a partir daí, nos planejarmos melhor da porteira para dentro que é onde nós podemos atuar para melhorar os nossos custos porque, infelizmente, não temos poder para modificar as questões de mercado, mas, podemos atuar para melhorar a produtividade e eficácia de nossa produção”, finaliza José Inácio.

Presidente da Asplan, José Inácio lembra que o Canasplan reúne conhecimento e oportunidade de diálogo para o setor
Card do Canasplan 2025

Crise no setor canavieiro do Nordeste chega a patamares preocupantes e entidades de classe clamam por ajuda para superação desse momento

Com perdas superiores a 33% no preço da matéria-prima, reflexo direto da desvalorização internacional do açúcar e do tarifaço dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o Setor da Agroindústria Canavieira do Nordeste passa por uma grave crise que ultrapassa as oscilações normais do segmento. E isso tem forte repercussão no contexto social nesta safra 2025/2026, que está em curso com risco de solução de continuidade para centenas de produtores de cana, várias usinas e milhares de trabalhadores no campo e nas indústrias da região. Para o enfrentamento da crise, o setor está pleiteando ajuda dos governos federal e estadual.
Em Pernambuco, segundo maior produtor de cana-de-açúcar do Nordeste, já há uma audiência pública marcada para o próximo dia 1º para debater a crise. Na Paraíba, diretores da Associação dos Plantadores de Cana se mobilizam há algum tempo entre viagens à Brasília para buscar apoio de parlamentares na aprovação de uma subvenção de R$ 12,00 por tonelada de cana e já solicitaram audiência com o governador João Azevêdo para expor a situação e discutir soluções que minimizem a situação, principalmente de micro e pequenos produtores que são os que mais sofrem e representam 80% do segmento no estado. Além disso, já entraram em entendimento com deputados estaduais que conhecem o setor para propor um debate público também na ALPB.
“A crise é grande, os produtores não vão conseguir honrar seus pagamentos sem ajuda porque a conta não fecha, estamos sendo remunerados abaixo do que investimos e a continuar assim, o produtor não terá condições nem de adubar sua cana”, afirma o presidente da Asplan, José Inácio. Ele lembra que em 2024, neste mesmo período, o valor da cana era de R$ 175,00 por tonelada e que a projeção para novembro é de R$ 134,31, equivalente ao valor negociado há quatro anos atrás.
Além das tratativas com os governos locais, o setor se articula no Congresso para incluir na Medida Provisória 1.309, que instituiu o Plano Brasil Soberano, o auxílio emergencial, a título de equalização, de R$ 12,00 por tonelada. “Esse valor não acaba a crise, mas ameniza a situação do produtor que, na atual conjuntura, é, de fato, desesperadora. Imagine você investir para produzir uma tonelada de cana e receber muito menos do que você investiu. É isso que está acontecendo”, reitera José Inácio.
O Consultor do setor, Gregório Maranhão, confirma que essa é a maior crise do segmento em duas décadas e afirma que qualquer ajuda que o estado venha a colocar à disposição do setor, é um investimento no próprio estado. “É fundamental conscientizar os gestores públicos no plano federal e estadual, que o gesto de socorro atendendo o clamor das lideranças agroindustriais canavieiras do Nordeste não é favor, é investimento na região mais carente do Brasil, na cultura mais expressiva do Nordeste, a que mais emprega no campo. E repetindo o jargão do pedido de socorro à cana-de-açúcar nordestina é preciso lembrar que “se tá ruim com cana, muito pior sem ela”, para governo e governados”, finaliza Gregório.

Presidente da Asplan, José Inácio, alerta sobre a crise e reforça necessidade de ajuda para o setor
O valor pago pela matéria-prima está muito abaixo dos custos de produção
Produtores estão preocupados com o preço da tonelada de cana

Hospital de Catolé do Rocha registra mais de 390 atendimentos e realiza 31 cirurgias no fim de semana

O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, em Catolé do Rocha, pertencente à Rede Estadual de Saúde, realizou 394 consultas médicas, entre atendimentos de urgência, emergência e ambulatoriais, durante o plantão que compreendeu a sexta-feira (14) e o domingo (16). Desse total, 41 pacientes precisaram ser internados para observação e cuidados posteriores. A unidade também realizou 31 cirurgias, sendo 24 eletivas e sete partos.
Foram 160 consultas na sexta, 120 no sábado e 114 no domingo. No período, a unidade também realizou 411 exames laboratoriais, 92 Raios-X e 33 tomografias. As causas das 41 internações foram: Acidente Vascular Encefálico (AVE), coledocolitíase (presença de cálculos no ducto colédoco), Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC), pneumonia e Traumatismo Crânio-Encefálico (TCE).
No ambulatório médico, além das consultas, ocorreram 28 avaliações ortopédicas, nove avaliações de exames, cinco obstétricas, duas cirúrgicas, uma cardíaca e uma pediátrica. As cirurgias realizadas no plantão foram: laqueadura (esterilização permanente), histerectomia (retirada do útero), hernioplastia (correção de hérnia), acesso venoso central em jugular e procedimentos ortopédicos para correção de fraturas de rádio, mão, tornozelo e polegar.
As três principais causas de procura pelo serviço durante o plantão foram queixas de dores, com 55 registros; aplicação de medicação própria, com 29 atendimentos; e crises de ansiedade, com 18 ocorrências. Entre outras situações, a unidade também atendeu 14 pessoas com enxaqueca, 13 casos de amigdalite e 11 vítimas de sinistros de trânsito (10 envolvendo motos e um automóvel).