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Complexo de Patos amplia assistência com mais seis leitos de UTI e 12 leitos de enfermarias clínica e passa a contar com 64 leitos para Covid

A direção do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) anunciou nesta quarta-feira (10) mais uma ampliação de leitos de UTI e Enfermaria Clinica Covid. Eram 20 leitos de enfermaria Covid e agora foram implantados mais 12 leitos, totalizando 32. A ampliação também atingiu a UTI, com seis leitos. Com isso, o isolamento para tratamento de doentes com coronavírus passa a contar com 32 UTIs Covid e 32 enfermarias, totalizando 64 leitos direcionados a pacientes com a doença na unidade. O anúncio da ampliação acontece no dia em que, novamente, a UTI Covid atinge sua capacidade máxima de ocupação com pacientes graves. “Não estamos medindo esforços para ampliar os leitos de paciente com Covid e esse remanejamento de espaços está dentro deste contexto que representa o esforço e empenho da rede estadual de saúde na assistência aos pacientes com coronavírus”, afirma o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.

A ampliação a que o diretor se refere, diz respeito a um remanejamento interno que recolocou pacientes dos setores de AVC e Cardiologia que agora ficarão em enfermarias instaladas no Hospital do Bem e também reativou uma enfermaria que estava em reforma. “Estamos isolando as enfermarias que funcionavam esses dois setores, ampliando assim em 12 vagas a enfermaria clínica covid, sem prejuízo algum de assistência a esses pacientes e os da ortopedia que serão relocados para as enfermarias do Hospital do Bem e ainda ocupamos uma enfermaria que estava em reforma para relocar alguns pacientes”, explica Francisco.

Ele reforça a gravidade da situação de aumento dos casos graves da doença e reitera que as unidades de saúde que atendem pacientes com Covid atuam em rede. “Nós temos uma atuação em rede que possibilita que quando uma unidade lote, outra receba o paciente, mas, mesmo assim, a rede tem limites também, então, na atual conjuntura a população também precisa fazer sua parte e ajudar as autoridades no que lhes compete para evitar ampliar a disseminação da doença”, reitera ele, lembrando que as medidas preventivas são simples e fáceis de serem cumpridas. “Lavar as mãos, usar máscaras e evitar aglomerações são basicamente as ações que as pessoas precisam seguir até boa parte da população estar vacinada”, lembra Francisco, destacando que a abertura de novos leitos exige toda uma logística que não incluiu apenas a disponibilidade de espaços físicos, mas de equipamentos, pessoal, equipes, insumos e outras questões.

Mais leitos no sertão e agreste

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) está ampliando a oferta de leitos para o tratamento do novo coronavírus no Sertão e no Agreste. Os equipamentos para a abertura de 38 novos leitos já foram enviados para os municípios de Patos, Cajazeiras e Campina Grande. Até o final deste mês, o Governo do Estado ampliará sua rede de referência em 287 leitos, para atender a população. Atualmente, a Paraíba dispõe de 1.003 leitos para atendimento Covid-19, sendo 428 de UTI e outros 578 de enfermaria.

Ainda no Sertão, a UPA de Cajazeiras passará a atender exclusivamente casos de síndrome gripal e o Hospital Regional de Cajazeiras receberá um incremento no número de leitos de UTI. A unidade sairá de 13 para 23 leitos de UTI, além dos outros cinco de Unidade de Decisão Clínica (UDC) já disponíveis no Hospital Regional.

De acordo com Daniel Beltrammi, a ampliação de leitos vem para tentar suprir a demanda crescente de casos moderados e graves da Covid-19, que precisam de internação. “O estado não mede esforços para prestar assistência adequada à população Paraíba, porém é preciso lembrar que os recursos não são infinitos. A abertura de leitos depende de recursos, insumos, medicamentos e também da contratação de profissionais qualificados, não são apenas camas e respiradores”, enfatizou ele, destacando que o momento atual é de cautela e preservação da vida.

Com informações da Secom/PB

Coordenadores e chefias se reúnem com direção do Complexo de Patos para avaliar avanços dos últimos 150 dias e definir novas metas

Reforma e instalação de novas cadeiras hospitalares na Área Verde, trazendo mais conforto para os pacientes em observação, abertura de mais uma UTI COVID com seis leitos, ampliando a assistência aos pacientes com coronavírus, reforma do necrotério e da casa do lixo, modernização e ampliação do sistema de monitoramento com câmeras Full HD, proporcionando mais segurança para pacientes, acompanhantes e funcionários, mudanças estruturais na recepção principal e no setor de classificação de riscos que melhoraram fluxos e implantação de repousos para mais categorias. Esses são alguns dos avanços e mudanças que aconteceram no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, nos últimos 150 dias. E foi para avaliar os avanços e projetar outras ações de melhorias que a direção do CHRDJC reuniu todos os coordenadores de setores, nesta quarta-feira (03).

“Foi uma reunião de avaliação dos 150 primeiros dias de minha gestão à frente da direção geral do Complexo não apenas para elencarmos os avanços, mas, sobretudo avaliarmos esse trabalho que busca tão somente melhorar, cada vez mais, a prestação de serviços aos nossos pacientes, mas, também, dar melhores condições de trabalho a nossa equipe, fortalecendo um serviço essencial para a população de Patos e de mais de 60 municípios da região aos quais somos referência em atendimento”, destaca o diretor geral, Francisco Guedes.

Ainda segundo ele, duas vezes ao ano, haverá encontro similar para avaliação de ações e projeção de novas metas. “Teremos dois encontros de avaliação durante o ano, com a finalidade de debatermos o que avançamos e também de definirmos novas ações, além de um momento de fechamento de ciclo, no final do ano”, reforça ele, lembrando que esse primeiro momento, na realidade, se transformou numa conferência de saúde, haja vista tantas trocas de informações e dados que juntos embasam um trabalho que busca a excelência na prestação de um serviço importantíssimo de saúde pública da região. Isabella Cristina, ex-diretora Administrativa da unidade e que hoje responde pela direção geral do Hospital Infantil de Patos e Huislane Almeida, que atuava no RH e agora está na Maternidade Peregrino Filho também participaram do momento uma vez que fizeram parte da equipe da atual gestão, porque atuaram também nestes 150 dias.

Para Francisco Guedes, os resultados obtidos até agora mostram que sempre há possibilidades de aperfeiçoamento e melhorias. “Gestão é um processo dinâmico e numa casa de saúde com tantas demandas como a do Complexo poder contar com uma equipe motivada, comprometida, competente e, sobretudo, focada no processo contínuo de melhorias faz toda a diferença”, disse Francisco ao agradecer aos coordenadores e chefes de setor pelo empenho, pedindo-lhes que estendessem os elogios aos demais funcionários de cada setor. “A direção sozinha pouco ou nada conseguiria fazer se não estivéssemos todos numa sintonia, ou seja, fazer desta casa de saúde uma referência na prestação de serviços de urgência, emergência, clínica médica e ainda oncologia”, finalizou Francisco depois de uma reunião que durou quase sete horas.

Melhorias nos últimos cinco meses

Reforma e instalação de cadeiras hospitalares na Área Verde;

Recuperação e ampliação de toda iluminação externa do hospital;

Reforma e instalação de salas para todo o corpo administrativo (Direção Geral, Direção Administrativa, Rh, Financeiro e Setor de Compras).

Retomada do processo do elevador do Hospital do Bem que encontra-se em instalação;

Abertura de mais uma UTI COVID com seis leitos;

Reforma do Necrotério;

Recuperação de todos os portões nas vias de acesso ao Hospital;

Reforma da recepção principal e do setor de classificação de riscos;

Abertura dos leitos do piso superior do HOSPITAL DO BEM para os pacientes com fraturas de membros superiores da ortopedia;

Capacitação de toda a equipe do setor de compras e financeiro;

Estruturação e abastecimento em massa para toda a FARMÁCIA do Hospital, tendo a unidade o maior abastecimento dos últimos 10 anos;

Fortalecimento de toda a CENTRAL DE REGULAÇÃO. Atualmente, o NIR, Coordenação de Enfermagem e Diretoria Técnica encontram-se instalados em um mesmo espaço, isso fortaleceu todo o processo de comunicação da rede assistencial;

Ampliação das CIRURGIAS ORTOPEDICAS;

Conquista de mais uma VTR Suporte Básico para o Hospital;

Manutenção em toda FROTA da Unidade;

Instalação do Repouso dos MOTORISTAS e para os TECNICOS DE RADIOLOGIA.

REFORMA DOS REPOUSOS DA ENFERMAGEM, cobertura de todos os colchões e adaptações nos banheiros.

Instalação de um sistema de CÂMERAS MODERNO, visando mais segurança e monitoria 24 horas;

Instalação de CERCA DE ARAME FARPADO ao redor de todo o Hospital;

Contratação de uma empresa de SEGURANÇA para proteção de corpo hospitalar;

Implantação do SERVIÇO DE SUPERVISÃO 24 HORAS, assim como também o repouso e sala administrativa dessa equipe;

Recuperação de vários AR-CONDICIONADO que estavam sem funcionar;

Instalação de DUAS CORTINAS de ar nas portas principais do Hospital do Bem;

Fortalecimento e ampliação de consultas ambulatórias, procedimentos e cirurgias de pacientes ONCOLOGICOS DO HOSPITAL DO BEM;

REUNIÕES MOTIVACIONAIS realizadas com todos os setores;

Implantação da uma CENTRAL DE DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS próximo aos postos de enfermagem;

Recuperação de diversas MACAS;

Implantação das COORDENAÇÕES MULTIPROFISSIONAIS de acordo com as categorias, essa mudança otimizou o trabalho em equipe

É alentador saber que com picos de internações por Covid uma iniciativa minha pode tornar esse momento menos cruel afirma Jeová Campos

A determinação de que as unidades de saúde da Paraíba realizem videochamadas para parentes de pacientes internados com Covid é uma rotina de humanização que está determina em Lei e não depende apenas da boa vontade de funcionários de casas de saúde. A Lei nº 11.808, de 3 de dezembro de 2020, de autoria do deputado Jeová Campos, assegura o direito de ‘visita hospitalar virtual’, através de videochamada por qualquer aplicativo de celular, aos familiares de pacientes que estejam internados na rede de saúde pública ou privada do estado da Paraíba com diagnóstico do novo coronavírus, seja em unidades de Tratamento Intensivo, em enfermarias ou apartamentos. “Num momento como esse, de aumento de internações por Covid, saber que uma iniciativa minha pôde trazer algum alento para pacientes e seus familiares, muito me conforta”, afirma o parlamentar.

Jeová explica que sua intenção ao propor essa ação foi minimizar o sofrimento de pacientes e seus familiares provocado pelo isolamento que o Covid-19 requer. “Imagina a angústia de alguém que tem um parente internado e não pode acompanhar e nem mesmo falar com ele. Com as videochamadas esse sofrimento é minimizado e se oferece uma alternativa de comunicação que atenua essa angústia”, destaca o parlamentar.

Implementada no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), uma das unidades da rede estadual de saúde referência para casos de coronavírus no sertão paraibano, desde agosto do ano passado, inicialmente de forma voluntária, e desde dezembro passado de forma cotidiana, essa prática é uma constate do dia a dia da psicóloga da unidade, Pryscilla Guedes, que todas as tardes, de segunda a sexta-feira tem essa missão de mediar os diálogos de pacientes com suas famílias. “Todos os dias realizo visitas nas UTI’s e enfermarias para identificação dos pacientes conscientes e orientados e que estejam em condições clínicas e psicológicas para a realização das videochamadas”, explica ela, lembrando que os pacientes que ficam nas Enfermarias têm autorização de ficar com o próprio celular e já se comunicam com os familiares. Os de UTI não podem ficar com os aparelhos, mas são contemplados com as videochamadas quando estes têm condições de se comunicar. “As ligações duram entre dois e cinco minutos, em média, e dependem muito da condição do paciente e do fluxo das conversas”, explica Pryscilla, lembrando que, em média, faz 15 ligações todos os dias.

“Fico imensamente feliz em ver que a nossa iniciativa já se tornou uma realidade no cotidiano do Hospital de Patos e em outras unidades de saúde da Paraíba. Isso ressignifica nosso mandato que sempre teve foco na busca de ações que melhorem a qualidade de vida de nosso povo, especialmente, dos mais humildes e reforça a importância da atuação política quando ela tem foco no bem da coletividade”, afirma o parlamentar.

Outra lei em tempos de pandemia

É também de autoria do deputado Jeová Campos outra Lei que em tempos de aumento de casos da doença e de necessidade de internação por Covid contribui para ajudar a população menos favorecida economicamente a ter assegurado um leito de hospital para tratar-se de coronavírus. A Lei 11.722, de 03 de julho de 2020, garante a internação de pacientes infectados pelo novo coronavírus (COVID-19), na rede hospitalar privada, na hipótese de inexistência de vagas nos hospitais públicos do Estado da Paraíba, quando requisitado por médico credenciado ao Sistema Único de Saúde. “Se não houver leitos na rede pública, essa Lei assegura a internação de paciente do SUS em hospitais particulares não de forma gratuita, mas, com pagamento efetuado baseado nas tabelas de valores do Sistema Único de Saúde.

Direção do Complexo de Patos alerta para ocupação de leitos de UTI e Enfermarias Covid e destaca crescimento de casos e internações

Com picos de ocupação de leitos de UTI Covid oscilando entre 75% e 85% e de Enfermarias Clínicas Covid entre 65% e 80% e com dados que comprovam um crescimento de demanda para este setor, a direção do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) chama atenção para a população redobrar os cuidados neste momento em que novo pico da pandemia está lotando os hospitais públicos e privados referência para a doença em todo o país. “O momento é de alerta. Se o sistema colapsar, ou seja, se houver uma demanda de pacientes maior que a capacidade de leitos, infelizmente, vamos vivenciar também em Patos o que estamos assistindo país afora e não queremos chegar a isso”, alerta o diretor geral do CHRDJC, Francisco Guedes.

Dos 26 leitos de UTI Covid do Complexo, 21 deles estão ocupados, nesta quinta-feira (04), com pacientes que necessitam de cuidados intensivos para superar as intercorrências da doença. O relatório de gestão do setor Covid do hospital aponta ainda que dos 20 leitos de Enfermarias Clínica Covid, 15 deles estão ocupados nesta data com pacientes com coronavírus.

“A taxa de ocupação da UTI vem se mantendo elevada e estamos constatando, pelo aumento de internações, a expansão do contágio, por isso estamos em estado de alerta permanente”, reforça o diretor geral do Completo, Francisco Guedes, lembrando que as autoridades sanitárias não apenas da Paraíba, mas do Brasil apontam um março negro’ de aumento de casos, repercussão das aglomerações do período carnavalesco e do descuido e relaxamento de medidas por parte da população. “As medidas restritivas impostas por prefeitos e governadores não são à toa. Precisamos frear essa onda de contaminação e só conseguiremos baixar essa curva de contágio com a população se expondo o menos possível”, reforça a diretora clínica do CHRDJC, Dra. Jaqueline de Andrade, lembrando que a cobertura vacinal ainda é muito baixa e não há outra forma de conter o avanço da contaminação que não tendo os devidos cuidados.

“As unidades de saúde tanto públicas, quanto privadas, têm seu limite de atendimento. Nós não podemos colapsar o sistema de atendimento, porque se isso ocorrer as pessoas podem necessitar de um leito e não ter disponível como já ocorre em alguns estados do país. Então, a única forma de evitar isso é conter o avanço da doença e, neste aspecto, a população tem um papel fundamental para contribuir evitando aglomerações, usando a máscara e mantendo as medidas de higiene. São ações simples, mas extremamente eficazes que só requer boa vontade e bom senso”, finaliza o diretor do Complexo.

Dados COVID no Brasil e na Paraíba

O boletim oficial de evolução da Covid no país, disponibilizado no link https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&q=dados+covid+atualizados+no+B+rasil com dados até 03.03.21, demonstra que o Brasil já atingiu a marca de 10.718.630 de pessoas infectadas pelo Covid-19, das quais 9.548.315 se recuperaram da doença, no entanto, quase 260 mil brasileiros (259.271) não tiveram a mesma sorte e morreram devido a complicações do coronavírus. Na Paraíba 224.287 pessoas foram infectadas, das quais 164.712 conseguiram se recuperar. Contudo, 4.588 paraibanos foram a óbito por complicações do Covid-19.

A ação da ANVISA privilegia o mercado do ‘cannabusiness’ em detrimento da qualidade de vida de milhares de pacientes afirma deputado Jeová

Estima-se que no Brasil cerca de 13 milhões de pessoas poderiam se beneficiar do tratamento com Cannabis e esse mercado, em projeções modestas, pode movimentar entre R$ 1,1 bilhão a R$ 4,7 bilhões por ano, segundo estudo das empresas de dados do setor New Frontier e Green Hub. De olho nesta fatia lucrativa e no mercado bilionário de ‘cannabusiness’, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) entra na contramão da história e defesa dos pacientes ao pedir na Justiça que a Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace), com sede em João Pessoa (PB), perca o direito de plantar, colher, manusear e produzir produtos de qualidade, a preços acessíveis, a base de canabidiol. A entidade, que atende famílias de todo o Brasil que precisam dos produtos para ter melhor qualidade de vida, e não tem fins lucrativos, aguarda o julgamento do recurso da ANVISA, que acontecerá no dia 18 de março, com grande expectativa. “A decisão da ANVISA atende interesses deste mercado em ascensão, em detrimento de um trabalho sério que busca unicamente a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas que se beneficiam destes produtos a base do de canabidiol”, afirma o deputado estadual paraibano Jeová Campos.

Para mobilizar a opinião pública e sensibilizar as autoridades sobre essa determinação da Anvisa, a Abrace lançou uma campanha com a hashtag #abracenãopodeparar. O parlamentar, que preside a Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa da Paraíba, reitera que a Cannabis com fins medicinais é utilizada no tratamento de doenças como Epilepsia, Mal de Parkinson, dor crônica, entre outras e também apresenta grandes resultados para o autismo, dando melhor controle da condição cognitiva. “Já foi comprovado que as pessoas tratadas com os produtos à base de canabidiol ganham melhores condições para viver e entidades como a Abrace, que tem o único objetivo de facilitar o acesso a esses produtos, sem fins lucrativos, vai de encontro a esse tipo de conduta que não agrada a indústria farmacêutica e o lucrativo mercado de medicamentos tradicionais”, afirma o parlamentar.

O pedido de suspensão dos direitos da Abrace foi impetrado pela Anvisa no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5). Caso seja julgado favorável, a Associação perde o direito conquistado em 27 de abril de 2017, em decisão assinada pela juíza federal substituta da 2ª Vara, Wanessa Figueiredo. A Associação disponibiliza os produtos a base de Cannabis como óleo, pomada e spray para tratamento de epilepsia e outras doenças neurológica, apenas para os associados, assim como determina a decisão judicial deferida em 27 de abril de 2017.

O deputado alerta para o fato de que se uma indústria farmacêutica conseguir patentear o canabidiol, com insumos de fora do país, não vai vender esse produto a preço acessível. “O produto final desta indústria vai chegar ao consumidor com preço final muito caro e será acessível apenas a uma elite de privilegiados. A Anvisa com essa atitude deve estar de olho nessa fatia do bolo, por isso ataca as associações sem fins lucrativos, a exemplo da Abrace, que não entram nesse jogo de lucratividade”, destaca Jeová, lembrando que a ANVISA ao mesmo tempo em que pede a suspensão dos trabalhos da Abrace já está autorizando laboratórios de grande porte a vender produtos a base de canabinóides. “Será apenas coincidência tudo isso”, questiona Jeová.

Sobre Lei

Há em tramitação no Congresso Nacional, desde 2006, um PL que busca viabilizar o uso lícito dos medicamentos que tenham como princípio ativo substâncias oriundas da maconha. Trata-se do PL 399/2015, de autoria do deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE), que altera o art. 2º da Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006. A proposta é viabilizar a comercialização de medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da planta Cannabis sativa em sua formulação, permitindo que a sociedade brasileira possa ser beneficiada com o uso de apresentações farmacêuticas que tenham na sua fórmula a Cannnabis sativa, ou partes dela, ou ainda de canabinoides.

Deputados aprovam PL que disponibiliza ferramenta digital no site do DETRAN de comunicação online de compra e venda de veículos

Quem comprar ou vender um veículo na Paraíba poderá dispor, em breve, de uma ferramenta online que vai tornar-se um marco temporal para efeito de responsabilidades perante ao DETRAN. O PL 1.495/20, de autoria do deputado Jeová Campos, foi aprovado por unanimidade em sessão remota desta terça-feira (02). Na prática, com a disponibilização da ferramenta, o comprador e o vendedor do veículo poderão comunicar ao Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba – DETRAN-PB, o ato da transação. “O grande alcance desta proposta entre os proprietários de veículos automotores é assegurar a comunicação da transferência de propriedade, evitando que infrações de trânsito cometidas pelo comprador do bem não fiquem em nome do antigo proprietário. Com isso, as multas ou qualquer infração que seja praticado com esse veículo passam a ser respondidos por quem de direito. Essa ferramenta facilita a vida de quem compra e quem vende o veículo, evitando dores de cabeça desnecessárias a partir da transação”, reitera Jeová.

De acordo com a proposta, será disponibilizado no site do DETRAN-PB uma ferramenta digital destinada à comunicação on line de venda de veículos para comunicação da venda, contendo campos destinados ao preenchimento obrigatório pelo comunicante dos dados do vendedor e do comprador – nomes completos, CPF/CNPJ, RG, endereços e telefones, e do veículo – placa, Renavan e chassi. O PL prevê ainda que esse campo inclua a inserção de documentos. Ainda de acordo com o PL, o proprietário de veículo que deseje realizar a comunicação on line definida no art. 1º, deverá anexar cópia autenticada do CPF/CNPJ do comunicante, e do Certificado de Registro de Veículo – CRV devidamente preenchido, datado e com assinaturas do vendedor e comprador reconhecidas na modalidade por autenticidade.

Pela proposta aprovada pelos deputados, após a finalização da comunicação on line da venda do veículo, o sistema do DETRAN-PB deve emitir um protocolo do comunicado que conterá o número do processo, sendo que a comunicação de venda deverá ser analisada e aprovada ou não pela Divisão de Registro de Veículos – DRV do DETRAN-PB, cabendo ao comunicante o acompanhamento da tramitação até a efetiva conclusão.

“Com esse processo, os efeitos legais serão produzidos imediatamente após o deferimento da comunicação de venda, inclusive eximindo o comunicante de multas de trânsito. Hoje é comum você vender um carro e receber multas em seu nome depois da transação porque quem comprou o veículo não fez a transferência e com essa ferramenta isso não mais acontecerá”, argumenta o deputado que na defesa de seu PL agradeceu aos assessores técnicos de seu gabinete, Hugo Moreira e Carlos Mello, pela redação do PL. A matéria agora segue para apreciação do governador João Azevêdo.

Biólogo paraibano tem artigo de mestrado sobre a Cotesia Flavips publicado em revista de renome nacional e internacional

O biólogo e mestre em Ciência Agrárias, Roberto Balbino, concluiu recentemente seu mestrado na Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Campus III, e logo após teve seu artigo publicado na rsdjournal.org. O trabalho de pós-graduação do biólogo da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) foi sobre o tema “Aspectos comportamentais do parasitóide Cotesia Flavips”. O artigo, que aborda questões relevantes sobre a Cotesia, tem importância vital para o setor canavieiro porque dá condições de se conhecer mais profundamente o parasitóide que combate a Broca-Comum, uma das que mais causam prejuízos na lavoura canavieira.

“Fiquei muito feliz com o resultado do estudo para meu mestrado, fruto de muitas pesquisas e avaliações in loco, principalmente, no trato com esse parasitóide já que nós produzimos essa vespa utilizada no combate à Broca-Comum”, disse Roberto, lembrando que a Asplan mantém um laboratório de produção de insumos biológicos, em Camaratuba, que além de produzir a vespa, também produz o Metahizium anisopliae (Fungo), que combate outra praga da cana, a Cigarrinha da Folha.

Ele aproveita para agradecer o apoio recebido pela Asplan na complementação de seus estudos para o mestrado, lembrando que o trabalho desenvolvido na Estação é muito importante para a produção de insumos de combate biológico de duas das principais pragas da cana no campo. “Esse trabalho é fundamental tanto para a pesquisa científica, como também para apoiar a cadeia produtiva que tem na estação a garantia de produção de produtos de primeira linha”, reitera o biólogo, destacando que todo o estudo foi desenvolvido na Estação de Camaratuba, com total apoio da Associação.

O diretor técnico da Asplan, Neto Siqueira, destaca o empenho do biólogo Roberto no desenvolvimento de sua pesquisa de mestrado, enaltecendo que a Asplan tem muito orgulho de tê-lo em seus quadros. “Nós que integramos a Asplan temos muita satisfação de contar com o talento do Roberto e ficamos muito felizes de poder colocar nosso laboratório e o trabalho que desenvolvemos na estação à disposição de um estudo científico, colaborando desta forma também com a Academia e, sobretudo, com um estudo que vai beneficiar quem produz cana-de-açúcar”, reitera Neto.

Sobre o estudo

Dentre os múltiplos aspectos que perpassam pelo controle biológico e sustentável na cultura da cana-de-açúcar (Saccharumofficinarum), o estudo conduzido pelo biólogo Roberto privilegiou os aspectos comportamentais de Cotesia flavipes produzidas no laboratório da estação de Camaratuba, localizado no litoral norte paraibano, no município de Mamanguape. O objetivo foi avaliar o comportamento da produção em laboratório para melhor desempenho em campo. Os experimentos foram desenvolvidos no Laboratório de Produção Massal de Controle Biológico (LPMCB) da ASPLAN e realizados em delineamento inteiramente casualizado, em salas climatizadas com temperaturas de 21, 25 e 29 ºC, umidade relativa do ar variando de 70±10% e fotofase de 12 horas.

Foram utilizadas 34 lagartas (repetição) para cada temperatura, avaliando-se as seguintes variáveis biológicas: durações de ovo-larva; duração de pupa; adultos; quantidade de casulos por lagarta, viabilidade de pupas; razão sexual nas três temperaturas e a eficiência entre manipuladores masculino e feminino. Os resultados obtidos no estudo enaltecem que os aspectos comportamentais de parasitóides produzidos em laboratório apresentam diferenças em suas populações quando submetidas a diferentes temperaturas, tendo o melhor desempenho obtido na temperatura de 25 ºC, com eficiência de eclosão em 92,12%.

Hospital do Bem firma parceria com empresa que produz perucas e beneficia pacientes

Uma parceria firmada nesta quarta-feira (24), entre a direção do Complexo Hospitalar Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, que administra o Hospital do Bem que integra a unidade, com a empresa Perucas Santa Catarina vai possibilitar que pacientes oncológicos recebam perucas de cabelos naturais. Caberá ao Hospital recolher os cabelos e enviar para a empresa que fará a confecção das perucas. O contrato firmado já está em vigor e como forma de consolidar a parceria, a empresa já doou 20 perucas que serão entregues durante uma ação alusiva ao Dia Internacional da Mulher, no próximo 08 de Março.
“Sabemos que os cabelos é um item importante para manter a auto estima em alta e o tratamento oncológico, via de regra, afeta diretamente os cabelos. Daí, ser tão importante essa parceria que vai ajudar nossos pacientes a recuperarem a auto estima e enfrentarem o tratamento ainda mais motivadas”, explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, que junto ao diretor da Perucas Santa Catarina, Tiago Lamego, assinou o contrato, que não trará nenhum ônus para o Hospital, na noite desta quarta-feira.
Ainda segundo Francisco, no próximo dia 08 de Março as primeiras 20 perucas doadas serão distribuídas com as pacientes da unidade. “Vamos realizar uma ação em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e nada mais oportuno que distribuir as perucas, nesta data tão emblemática, para as nossas pacientes”, afirma Francisco, lembrando que por causa do período de pandemia, a comemoração será restrita e obedecerá todos os protocolos de proteção, principalmente, em função dos pacientes oncológicos terem sua imunidade baixa por causa do tratamento.

Asplan convida associados para participar de ação que fará a logística reversa de embalagens de agrotóxicos em Itapororoca

No próximo dia 12 de março, durante todo o dia, os produtores rurais de cidades próximas a Itapororoca, terão à disposição um posto de coleta para entregar embalagens vazias de agrotóxicos. A ação, denominada Recolhimento Itinerante, é uma iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Prefeitura de Itapororoca, em parceria com a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), a Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN), a Associação dos Engenheiros Agrônomos (AEA-PB), Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (CREA) e a Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP).

O objetivo da ação, explica o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, é facilitar o recolhimento dos recipientes, em atendimento ao que determina à Lei federal nº 9.974 de junho de 2000, que dispõe sobre a logística reversa de embalagens de agrotóxicos. O posto de Itapororoca funcionará no campo de futebol, localizado na saída da cidade sentido Araçagi, na PB 057. Os produtores que quiserem aproveitar a oportunidade de realizar o descarte correto das embalagens no local terão das 8 às 16h.

O coordenador do Departamento Técnico da Asplan, o engenheiro agrônomo Luís Augusto, lembra da importância da parceria para a destinação correta das embalagens. “O descarte correto das embalagens é obrigatório e a disposição de um posto de coleta facilita esse descarte”, diz Luis, lembrando que tudo o que for arrecadado será destinado a uma unidade de recolhimento da ARPAN.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que a Associação bem como os fornecedores estão comprometidos não só em cumprir a Lei, mas em preservar o meio ambiente. “Todos sabem que é preciso fazer a tríplice lavagem do recipiente e entregá-lo no posto montado durante a ação. Não podemos queimar, enterrar, jogar em lixo comum. Isso é contra a lei e contamina o meio ambiente e prejudica a saúde das pessoas”, disse José Inácio.

Ao entregar as embalagens de agrotóxicos com segurança a uma unidade de recebimento, que se encarregará de dar a destinação adequada do recipiente, como essa que será disponibilizada em Itapororoca, o produtor receberá um recibo que deve ser guardado e apresentado em uma possível fiscalização. “A lei só permite que o produtor guarde recipientes vazios de agrotóxicos até um ano. Depois disso, é preciso que ele faça a logística reversa”, reforça Luis, convidando os produtores, especialmente, os canavieiros a prestigiar a ação.

O descarte de embalagens de agrotóxicos precisa obedecer as regras vigentes
O descarte de embalagens de agrotóxicos precisa obedecer as regras vigentes

Deputado Jeová compara dados de mortes no Brasil e Cuba e afirma que país deveria investir mais na produção da vacina contra a Covid

Com 46.197 registros de pessoas contaminadas pela Covid-19, das quais 40.979 se recuperaram e com um número de óbitos pequeno (304), Cuba prepara-se para ofertar aos seus 11,34 milhões de habitantes a vacina ‘Soberana 2’, produzida pelo Instituto Finlay de Vacinas de Havana. Para o deputado estadual paraibano Jeová Campos, o Brasil poderia se inspirar no exemplo de Cuba, investir em pesquisas e estimular a fabricação de vacinas contra a doença. “Cuba, mais uma vez, dá exemplo para o mundo, enfrentando essa pandemia estimulando seus cientistas a produzirem vacinas e já fala em imunizar em massa a população. Isso é o que deveria estar sendo feito aqui em nosso país”, afirma o parlamentar.

O deputado lembra que fazendo uma comparação com os dados do Brasil, proporcionalmente, em relação ao número de pessoas, há claramente uma discrepância no número de mortes. “Enquanto Cuba só registrou 304 óbitos, nós já estamos na casa dos 250 mil mortos e o número de óbitos não para de crescer. Essa segunda onda do Covid, ainda mais forte que a primeira, é não apenas uma constatação que a população não colaborou como deveria com as medidas restritivas, mas, sobretudo, que o governo Bolsonaro negligenciou e muito nesta pandemia”, afirma Jeová.

Os estudos clínicos da vacina ‘Soberana 2’ entram na fase 3 de testes clínicos agora em março e, segundo divulgação na Imprensa, o imunizante deve ser usado em caráter emergencial logo em seguida. “Enquanto assistimos perplexos o Governo Bolsonaro sequer ter um plano nacional de vacinação e ainda se recusar a comprar a vacina russa Sputnik V, Cuba nos dá uma lição de cidadania e respeito não só aos seus habitantes, inclusive, estendendo esse benefício aos turistas que visitarem a ilha este ano e ofertando as vacinas até para outros países, a exemplo de Vietnã, Irá, Venezuela e Índia”, destaca Jeová.