Deputado Jeová Campos reforça importância da prorrogação do auxílio emergencial mas reitera necessidade dos valores se manterem

Deputado Jeová Campos reforça importância da prorrogação do auxílio emergencial mas reitera necessidade dos valores se manterem

O anúncio da possibilidade de o pagamento do auxílio emergencial poder ser prorrogado até o fim do ano deixou o deputado estadual Jeová Campos especialmente feliz. Isto porque, foi o parlamentar paraibano quem primeiro levantou, em nível nacional, o debate sobre a importância do auxílio ser mantido até o final do ano. O deputado lamentou somente o fato do presidente Jair Bolsonaro dizer que os valores não se manterão e ficarão abaixo dos atuais R$ 600,00. As declarações sobre a manutenção do auxílio foram feitas durante cerimônia no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (19).

O pagamento do auxílio emergencial é custeado pelo Governo Federal, com recursos do Tesouro Federal, às pessoas desempregadas, sem renda e autônomos. Inicialmente, eram três meses (março, abril e maio) que não serão suficientes para minimizar os prejuízos causados pela pandemia.

O deputado lembra que o benefício, que já foi estendido por mais dois meses e que agora pode ser prorrogado até dezembro, é fundamental para dar um aporte mínimo de sobrevivência a uma população vulnerável. “Os efeitos devastadores do Covid-19 no Brasil, não apenas na economia e saúde da população, mas, na vida das pessoas, estão sendo muito maiores e mais graves do que se previa anteriormente, principalmente, dos mais vulneráveis. Em função disso, sugerimos não apenas essa prorrogação como a manutenção do mesmo valor”, reitera Jeová.

O parlamentar paraibano lembra ainda que a manutenção do auxílio até dezembro não tem apenas o objetivo de minimizar os efeitos da pandemia, dando a uma parcela expressiva da população a oportunidade de ter o mínimo necessário para o sustento e sobrevivência, mas, também fazer girar a economia das cidades. “Essas camadas populares, consomem o que recebem, no mercado, no supermercado, na farmácia, o mercado, por sua vez, compra no atacadista, que compra da indústria e isso tudo faz a economia girar, produzindo renda e riqueza e, em contrapartida, impostos que fazem a economia se movimentar”, finaliza Jeová.

Posted on: 20/08/2020News Comunicação