Unitrans

Grupo A. Cândido realizou Missa de Natal restrita aos colaboradores do administrativo e manutenção em respeito aos protocolos de não aglomeração

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Mais um ano chega ao fim e o momento, como sempre, é de renovar as esperanças por dias melhores. Pensando assim, nesta segunda-feira (20) e aproveitando o momento de oração da semana, a direção do Grupo A. Cândido, realizou a sua Missa de Natal na garagem da Unitrans, em Água fria. A solenidade, que foi realizada este ano de forma bastante restrita, tendo sido apenas para os setores administrativos e de manutenção das empresas Unitrans e Santa Maria em respeito aos protocolos da pandemia, foi conduzida pelo padre Robson de Oliveira, pároco da Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, em João Pessoa. O evento foi marcado por mensagens otimistas para 2022 e o agradecimento da direção das empresas aos seus colaboradores diante dos desafios vividos nestes dois últimos anos de enfrentamento à Covid-19.

O diretor do Grupo A. Cândido, Alberto Pereira, fez uma breve retrospectiva dos acontecimentos recentes, falou das dificuldades que tiveram que ser superadas e ainda persistem, agradeceu a colaboração dos funcionários para que as empresas pudessem superar as adversidades e desejou um Feliz Natal a todos e um ano com boas novas. “Estes últimos dois anos foi um tempo de muita aflição, dificuldades, onde enfrentamos o inusitado, mas, também foi o momento em que tivemos que nos reinventar, sermos ainda mais fortes, de entender que unidos sempre seremos mais fortes e sobretudo, de manter a fé, porque é ela quem nos sustenta nos momentos de aflição e dificuldades”, disse Alberto, desejando em seguida um Feliz Natal e um 2022 mais alegre e próspero para todo mundo.

A diretora da Unitrans, Lorena Dantas, aproveitou a ocasião para destacar que em 2022 o Grupo A. Cândido completará 70 anos de existência e que este é o momento de acreditar que dias melhores virão para todos, tendo em vista o afastamento do período mais complicado da pandemia que tirou vidas e empregos de muita gente. “Foram dois anos muito difíceis para todos nós. Paramos nossas atividades por três meses durante lockdown e isso trouxe repercussão negativa para diversos setores. O nosso foi ainda mais difícil. Mas, agora é tempo de pensar em prosperidade. Algumas pessoas que saíram da empresa durante esse momento até já conseguimos trazer de volta e aos poucos nós vamos nos ajustando e retomando a nossa rotina”, comentou a dirigente.

“Em 2022 chegamos a 70 anos de vida de nosso Grupo, que começou com meu avô, o Sr. Argemiro Cândido. Se chegamos até aqui é porque tivemos um grupo de colaboradores também coeso, unido e isso não é fácil. Queremos aqui agradecer ao compromisso de todos, principalmente, durante os momentos mais difíceis que passamos. Que no próximo ano continuemos firmes no nosso propósito de oferecer sempre o melhor serviço ao nosso usuário e a defender o transporte coletivo público, e que vocês continuem acreditando e confiando nas decisões que tomamos até hoje”, destacou a diretora da Santa Maria, Larissa Nascimento.

O evento que também contou com falas dos colaboradores Ricardo, da Unitrans, e Mário, da Unidas, também contou com a participação do diretor do Sintur – Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de João Pessoa, Isaac Júnior. Todos reforçaram as dificuldades vividas pelo sistema de transporte público em tempos de pandemia e da superação no enfrentamento dos desafios que a situação exigiu de todos.

Semob encerra programa Humanizar 2021 com entrega de certificados e até medalha de Ser Humano Nota 10

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Esse não foi um ano fácil, mas, mesmo com todos os problemas causados por uma pandemia que parou diversos setores e fechou as portas de empresas – algumas definitivamente – o sistema de transporte público de João Pessoa continuou mantendo o compromisso e sua qualidade de serviço. O atendimento, que é e sempre foi um dos pontos mais importantes compartilhados pelas empresas que formam o Grupo A. Cândido (Unitrans e Santa Maria), este ano de 2021 teve um importante apoio do projeto Humanizar, desenvolvido pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP). Nesta sexta-feira (17), aconteceu o encerramento do programa no auditório do Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria, com a presença de representantes públicos do sistema e operadores. A ocasião foi uma oportunidade para valorizar o Humanizar como ação educativa e pequenas ações de empatia e humanidade no trânsito.

Com o tema “Humanização no atendimento do nosso cliente interno e externo”, a 5ª edição do Humanizar envolveu de forma singular 21 operadores – despachantes, coordenadores de área e fiscais – da Unitrans que participaram de 16 módulos do projeto entre os dias 27 de agosto e 10 de dezembro. Tendo em vista o amparo que proporcionou a muitos que perderam familiares e que conseguiram, através de exemplos e ensinamentos, praticar a empatia, o Humanizar cumpriu um papel importante tanto no trabalho, quanto na vida dessas pessoas.

O projeto é uma parceria com o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de João Pessoa (Sintur-JP) e o Sest/Senat e tem o objetivo de sensibilizar os operadores do sistema de transporte público para otimizar o trabalho oferecido por eles. De acordo com a psicóloga da Semob, Sandra Araújo, facilitadora do Humanizar, este ano, o programa abordou temas como as relações interpessoais na qualidade do atendimento, resolução de conflitos, comunicação, ética e comportamento, trabalhando as emoções como: medo, raiva, tristeza, calma e alegria.

Em sua fala de abertura do evento, Sandra destacou a importância das parcerias e agradeceu a todas as empresas de transporte coletivo na pessoa do gerente de tráfego da Unitrans, Alisson Ricarte. “Alisson foi uma força para todas as empresas não só para o consórcio dele, mas todas as empresas. Antes víamos empresa por empresa, hoje não. É um sistema que hoje está muito unido e preocupado em melhorar ainda mais e Alisson fez isso muito bem”, comentou ela, que entregou certificados para cerca de 40 lideranças, entre coordenadores de área, despachantes e chefes de tráfego das empresas concessionárias de transporte.

Mas, o desafio maior de todos eles, para o gerente Alisson Ricarte, não esteve em assistir às 16 aulas online, mas em ser multiplicador desse conhecimento. “São mais de 600 pessoas para quem eles precisam repassar o que aprenderam”, frisou Alisson, explicando que essa é a verdadeira aprendizagem para mudar o mundo: a que acontece de forma coletiva.

O Superintendente Executivo da Semob, Marcos Antônio Souto Maior Filho, também falou sobre o trabalho conjunto e parcerias para a melhoria do sistema. “Esse é o programa que deveria ser feito sempre. Nós incentivaremos sempre. Falo pelo executivo, pelo prefeito”, disse o dirigente, agradecendo a todos. “A palavra é agradecimento nesse momento. Agradecimento e parabenização por um trabalho desse constante e indiscutivelmente necessário”, frisou ele.

Necessário também foi o que achou o despachante Gutemberg Souza. Ele foi chamado ao palco por Sandra porque ele foi um dos participantes que afirmou mais ter sentido a mudança que o programa fez não apenas no seu trabalho, mas na sua vida. “Quero agradecer a todos. Todos eles viram que eu precisava de apoio. Viram meu problema no Humanizar”, disse ele, referindo-se a desafios vividos no seio da família e que mexeram com seu emocional durante a pandemia.

Sandra lembrou a dificuldade que foi durante esses dois anos lidar com tanta insegurança, desesperança e negativismo. “O que foi levar todos esses sentimentos para casa? Demissão, a empresa fazendo malabarismos. Foi muita dor”, destacou a psicóloga.

Humanizar capacita para a colaboração

Mas, Gutemberg foi entre muitos auxiliados pelo Humanizar em 2021. A diretora da Unitrans, Lorena Dantas, que representou também o Sintur na ocasião, encerrou o evento falando que foram dois anos de extrema dificuldade para todos, mas que nessas situações é que as pessoas mais aprendem, unem-se e se fortalecem.

“Perdemos gente pela Covid e também pelas demissões. Tudo isso foi como um trem em movimento que parou num freio brusco”, iniciou a diretora. “Paramos por três meses e vimos que muitos passageiros não sabiam andar de ônibus. Sabia que levava para a escola, por exemplo, mas se o usuário quisesse pegar outra opção, não sabia qual. Quando fizemos mudanças, víamos a dificuldade. E agora? Como vamos ensinar a todos? Quando vocês precisam de informação vocês recorrem a quem? Eles recorrem a nossos funcionários. E hoje nosso grande agradecimento é aos funcionários. Sempre a eles”, disse Lorena.

A diretora continuou explicando que o Humanizar foi de extrema importância nesse processo também porque tratou de temas muito urgentes no momento. Era preciso mais humanidade, mais união nesse período de pandemia. “Todos perdemos algo e estamos juntos e firmes. Espero muito que 2022 consigamos ter de volta tudo o que tínhamos. Até do RH tivemos que retirar e vieram vocês preencher essa lacuna. Para fazer melhor precisamos estar juntos. Quero agradecer a todos vocês do programa Humanizar por esse acolhimento e apoio”, finalizou Lorena Dantas.

Um motorista entre todos – Ser Humano Nota 10

Como o Humanizar contribui para o desenvolvimento das habilidades dos profissionais que lidam com situações vividas no trânsito todos os dias, um de seus participantes, o despachante Carlos Alberto, prestou uma homenagem a um colega motorista. José Maria, que atua na linha circular da Reunidas, foi o primeiro operador a receber a medalha Ser Humano Nota 10, que acabou de ser instituído pela Semob, haja vista a história contada pelo despachante.

Segundo Carlos Alberto, ele estava passando em seu carro particular quando observou o motorista José Maria sair de sua cadeira para ajudar um senhor que tentava subir ao ônibus com muitas sacolas. A ação do motorista, para Carlos, foi um exemplo de atendimento de respeito e qualidade ao usuário e , mais que isso, foi uma atitude humana, digna de conhecimento. “Então, como eu estava dirigindo, não filmei, mas anotei o número do ônibus e linha e passei para o pessoal da Semob para que reconhecessem a ação de José Maria”, disse o despachante, colocando a medalha em torno do pescoço do operador.

Aplaudido por todos, José Maria também recebeu um certificado das mãos da facilitadora da Semob, Fátima Araújo. “É apenas um papel, mas é para que todas as vezes que você olhe, você se lembre de sua ação. Ser humano nota 10 não é fazer tudo perfeito, mas é ter empatia e se colocar no lugar do outro”, explicou ela. Ao final, o motorista ainda ganhou da PRG Material Hidráulico, uma caixa de ferramentas. José Maria, emocionado, agradeceu e disse que deseja que o sistema cresça muito mais porque é com ele que ele sustenta a sua família.

Quem não pôde ir ver a apresentação dos ônibus natalinos têm todo o mês de dezembro para andar neles em vários itinerários

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Os ônibus do sistema de transporte coletivo de João Pessoa, que foram decorados com a temática natalina, foram apresentados ao público em evento na noite desta quinta-feira (02), no Parque Sólon de Lucena (Parque da Lagoa). Dos 40 ônibus, três veículos foram adesivados com a temática natalina e todos têm decoração em LED. E quem não puder ir ver a apresentação, pode andar nos ônibus que circularão em vários itinerários da cidade, durante todo o mês de dezembro.

Dos 40 veículos, 20 integram a frota da Unitrans. Os três carros adesivados integram a frota das empresas Unitrans, Santa Maria e São Sebastião. A proposta é inserir as empresas nas comemorações natalinas trazendo a magia do Natal para o dia a dia dos usuários do transporte público da capital. A ação é uma parceria do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de João Pessoa (Sintur-JP) e da Prefeitura Municipal, através da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (SEMOB-JP).

Segundo a diretora da Unitrans, Lorena Dantas, os veiculos adesivados, além de se integrarem as atividades cotidianas de transporte coletivo nas linhas e itinerários tradicionais das empresas, também farão viagens especiais, pré-agendas para entidades e instituições filantrópicas e de ação social durante o mês de dezembro.

No último dia de atividade SIPAT da Unitrans aborda a Saúde Mental e psicóloga dá dicas de como manter a mente sempre saudável

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Há pesquisas em todo o mundo que colocam os problemas de saúde mental, principalmente, após o aparecimento do novo coronavírus, como parte de uma nova pandemia. A ansiedade, o estresse e a depressão passaram a ser vistas em pessoas próximas e isso tem sido tratado com mais seriedade hoje. Assim, levando em consideração que o assunto não é “frescura”, a empresa de ônibus Unitrans encerrou, nesta sexta-feira (26), sua Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT) com o tema “Saúde Mental”, com a Psicóloga e Coordenadora Corporativa de Recursos Humanos da empresa, Thalita Amarante. A profissional deu dicas de como cuidar melhor da mente programando-a para vivenciar melhor algumas situações.

Ela abriu sua palestra já com uma informação importante: “Cuidar bem da saúde mental é cuidar bem de nossa vida”, disse ela. Thalita explicou que o ser humano possui o corpo físico, cuidado com alimentação saudável e prática de exercícios, mas que também existe a mente. E como cuidar dela? Segundo a psicóloga, a Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que saúde mental depende de dois fatores: o primeiro deles é como a pessoa reage às exigências da vida e o outro é como a pessoa equilibra as vontades e expectativas na vida.

Ao final, Thalita deu sete dicas importantes: a primeira delas é que a vida, o estilo dela, depende daquilo que se nutre. “Pensamentos e atitudes que nutrimos vão influenciar a saúde mental. Sua vida é reflexo do que você alimenta dia a dia”, explicou ela, orientando o público a ter pensamentos assertivos. A segunda dica é que aquilo que é alimentado domina a pessoa. “Vai fazer parte de nossas características, será um óculos pelo qual vou ver o mundo. Quais os pensamentos que eu tenho alimentado? Temos que refletir sobre isso. Se a gente quer trabalhar para uma saúde mental equilibrada, em emoções, temos que filtrar esses sentimentos para manter o que é positivo”, frisou Thalita.

A terceira dica é a realização constante da autoanálise. Criar esse hábito. “Como está seu dia a dia? Se questione, procure se conhecer. Qual o caráter que eu tenho? Que tipo de pessoa eu quero ao meu lado?”, sugeriu ela, embalando com a quarta dica que é cultivar um olhar diferente sobre os problemas. “A vida é feita de problemas, obstáculos. Sim, eles são inevitáveis. No entanto, quanto mais temos habilidade de lidar com situações difíceis e trabalhamos essas habilidades, mais temos saúde mental. Às vezes temos que enfrentar os desafios e fechar ciclos”, comentou.

O quinto ensinamento foi: aceitar o que não se pode mudar, ou seja, aceite, enfrente e se adapte. “A gente precisa aprender a lidar com situações que não podem ser mudadas. As pessoas, às vezes, ficam preocupadas com o futuro, com as coisas que não tem controle. Temos que aprender a se adaptar, enfrentar e lidar com as coisas que não podemos mudar. Ora aceitando, ora se superando, ora se desenvolvendo”, afirmou.

A sexta e a sétima dica são: “ocupe a mente e adote um estilo de vida e expectativas saudáveis”. Thalita explicou que é preciso saber com o que ocupar a mente. “Augusto Cury descobriu a Síndrome do Pensamento Acelerado. Pessoas que não param de refletir e à noite, quando tentam dormir tem um sono muito ruim porque na mente vem uma enxurrada de pensamentos. Então, é preciso ocupar com o que nos dá prazer também e fazer o controle disso antes de dormir”, recomendou a psicóloga, encerrando com a adoção de um estilo de vida saudável. “Pequenas escolhas positivas fazem a diferença”, reiterou ela, desafiando seu público a testar suas dicas e observar a mudança em suas vidas.

A SIPAT da Unitrans aconteceu entre os dias 22 e 26 de novembro e foi realizada 100% online. Para cada dia, um tema: uso de EPIs foi tratado no dia 25; a prevenção do câncer de próstata no dia 24; IST/ DST abordado no dia 23, e a alimentação saudável foi o tema de abertura do evento, no dia 22. “Foi uma semana rica em conhecimentos e espero que a gente tenha contribuído para que nossos colaboradores tenham uma melhor qualidade de vida, tanto no cotidiano da empresa, quanto fora dela”, disse a diretora da Unitrans, Lorena Dantas.

Uso correto de EPIs foi tema do penúltimo dia de atividades da SIPAT da Unitrans

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Quando as empresas entendem a importância de ações que promovam a saúde e a segurança no trabalho, elas criam ambientes seguros e com condições adequadas para que o trabalhador exerça satisfatoriamente sua função. Agindo sempre assim, a Unitrans trouxe para esta quinta-feira (25), no penúltimo dia de sua Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT), a palestra “Uso de EPIs no ambiente de trabalho”. O engenheiro de Segurança do Trabalho, Irlan Targino, falou sobre as obrigações do empregador e do empregado contidas na Norma Regulamentadora – NR 06 e apresentou alguns equipamentos ao público, ressaltando a extrema importância de usá-los conforme suas finalidades.

O engenheiro abriu sua participação na SIPAT explicando o que são Equipamentos de Proteção Individual – EPIs. Ele ressaltou que para além do que próprio nome já diz, é preciso que o trabalhador compreenda que cada EPI é de uso exclusivo, pessoal e intransferível. “Não posso emprestar ao colega”, destacou. Irlan também lembrou que cada EPI é confeccionado para uma proteção específica. “São dimensionados uma atividade, finalidade que a ele se destina a proteger. Não posso pegar uma luva, por exemplo, e usar de apoio para torção de uma peça”, continuou.

Nesse sentido, Irlan Targino separou os equipamentos por grupos de proteção. Ele mostrou os que são de proteção de cabeça (capacete); visão (viseira/óculos); membros superiores – mãos (luvas e creme para proteção química); membros inferiores – pés (botas); vias respiratórias (máscara); assim como citou que também existem os de proteção de tronco (colete) e protetores auditivos.

Sobre a NR 06, o palestrante frisou que a obrigação do empregador é a de adquirir os EPIs, disponibilizá-los ao trabalhador e orientá-los no uso. Já o trabalhador deve estar atento, principalmente, ao uso correto do equipamento. “Nós funcionários temos um hábito de postergar, não utilizar os EPIs de forma certa por conta de hábitos adquiridos no passado e isso precisa acabar para se ter segurança e saúde no trabalho”, disse ele, lembrando que a NR também coloca como obrigação do empregado a comunicação à empresa de alguma avaria no equipamento para que haja a substituição, além da obrigação do funcionário fazer a limpeza, conservação e a guarda de seu EPI.

Irlan citou algumas funções dentro da Unitrans e relacionou aos EPIs. Botas, por exemplo, precisam ser utilizadas pelo pessoal que circula nas oficinas, lava-jato e no abastecimento. Colete de sinalização deve ser usado pelo pessoal que transita no pátio. A proteção de mãos (luvas) para pintor, lanterneiro, abastecimento e lavador. Nos olhos, a viseira deve ser usada principalmente pelo mecânico, pintor e lanterneiro, assim como as máscaras de proteção respiratória. “Pintor lanterneiro e quem estiver fazendo alguma atividade onde tenha surgimento de neblina ou poeira deve usar”, orientou o engenheiro concluindo com a proteção auditiva para mecânico, moleiro, borracheiro, todos que estão transitando na área de oficina.

Ao final, Irlan deixou a mensagem de que o foco da Segurança no Trabalho é o acidente zero, a doença zero. Para ele, é preciso lembrar que todos têm sua parcela de responsabilidade na prevenção. “É preciso ter consciência da importância e uso correto desses equipamentos porque estamos lidando com segurança. Foco em acidente zero, doença zero, no trabalho de forma saudável”, concluiu ele.

Câncer de próstata: o preconceito sobre o exame e sua cura foram temas do terceiro dia da SIPAT da Unitrans

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Como Novembro é o mês de conscientização sobre a saúde do homem e tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT) da Unitrans não poderia deixar de abordar o assunto. Assim, nesta quarta-feira (24), esse foi o tema trazido pelo médico Tarcísio Campos aos colaboradores da empresa de ônibus urbanos de João Pessoa. O câncer de próstata é o mais frequente entre os homens brasileiros depois do câncer de pele e o médico convidado chamou a atenção para o exame precoce, tendo em vista que esse tipo de câncer é confundido com outras infecções, mas que tem cura.

Dr. Tarcísio abriu sua palestra frisando que em todas as faixas etárias o urologista deve ser consultado, no entanto, a partir dos 40 anos é necessário que o homem comece a realizar os exames de sangue para verificação da proteína antígeno prostático específico PSA, produzida pela próstata. “Fazer um check-up uma vez ao ano é a melhor forma de prevenir e evitar que o câncer de próstata seja tratado apenas em estágios mais avançados. O câncer de próstata atinge os homens, principalmente, a partir dos 50 anos e tem uma incidência muito grande. Um em cada seis homens a partir dessa idade vai desenvolver o câncer de próstata. É importante nesse mês do novembro para que a gente faça a nossa prevenção para uma qualidade de vida melhor”, alertou o médico, frisando que o câncer é uma desarrumação das células da próstata que leva ao aparecimento de tumores que podem ser benignos ou malignos, e que o tratamento vai depender do tempo em que foi diagnosticado (estágio de desenvolvimento tumoral).

Ele destacou ainda que por causa do preconceito que envolve o exame, muitos homens são diagnosticados quando a doença já está em estados mais avançados, o que leva a uma alta taxa de óbitos. “Quando identificado em fase inicial o câncer de próstata tem altos índices de cura e os homens têm que ter um comportamento diferente de antigamente. A gente sabe que com o envelhecimento da população esses canceres estão cada vez mais sendo diagnosticados. Antes, os homens morriam com outra doença sem saber se tinha ou não esse câncer. Hoje, tem casa vez mais homens se tratando e se curando. Os homens hoje tem uma expectativa de vida que passa dos 78 anos, então é preciso que se cuidem para viver com qualidade”, disse ele.

A partir dos 40 anos os exames laboratoriais começam a ser feitos para acompanhar a funcionalidade da próstata. O médico explicou que o exame “PSA” é pedido para medir o quantitativo da proteína e o médico verificará se tem crescimento desse número. “Se você faz esse exame e dá 0, 7 ; 0,8 e no outro ano dá 2, 3, 4 isso vai mostrar que sua próstata está alterando a funcionalidade. Então é necessário que você faça anualmente, a partir dos 40 anos esse controle. E é obrigatório a partir dos 50 porque é nessa faixa que a maior parte dos canceres são diagnosticados”, afirmou Dr. Tarcísio.

O médico esclareceu que os sintomas de câncer de próstata não são específicos e, por isso, são confundidos com infecção urinária ou outras infecções do trato urinário. Assim, mais uma vez ele chamou a atenção para a necessidade do acompanhamento dos exames de PSA. “Eles estão relacionados com a proteína e com as queixas”, disse.

Portanto, dando alterado o PSA é importante que se verifique outros sintomas como quantidade de urina produzida, ou seja, se o jato de urina continua forte, e o volume está normal. “Quando a próstata começa a aumentar ela faz um bloqueio entre a bexiga, a uretra e o canal peniano. Esse bloqueio faz com que diminua o volume e a força do jato. Quando ele termina de urinar, continua saindo a urina e continua molhando tudo”, comentou, citando também casos mais avançados em que o homem se queixa de dores ao urinar e em alguns estágios há também a retenção e a infecção urinária, que vão chamar atenção.

Esses sintomas quando não associados ao PSA e ao exame clínico, segundo Dr. Tarcísio, seriam muito facilmente confundidos com infecção urinária. Por isso, o melhor é a prevenção. Ele explicou que o exame do toque é rápido, indolor e é feito em consultório, ambulatório com o urologista. A via de acesso é através do reto. É desagradável, mas o médico assegura que é indolor e rápido: 40 segundos e pronto. O médico verifica se a próstata está aumentada, se apresenta algum endurecimento, formação de nódulos, enfim, vê toda a morfologia.

“Ela é uma azeitona de 20 gramas fácil de ser alcançada no exame e não trará nenhum prejuízo porque não é um procedimento invasivo. É melhor que fazer depois uma cirurgia, muitas vezes radical, porque tem que retirar toda a próstata, embora seja uma cirurgia via endoscópica ou aberta”, garantiu ele, finalizando sua palestra recomendando a prevenção. “Tem cura. Vamos nos cuidar e fazer exames precocemente”, orientou ele agradecendo a oportunidade de falar aos colaboradores da Unitrans.

SIPAT da Unitrans foca nas ISTs e DSTs mostrando que o uso de preservativo ainda é o melhor caminho da prevenção

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A Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT) da Unitrans chegou ao seu segundo dia nesta terça-feira (23) com um tema que ainda hoje, apesar da facilidade de acesso às informações a respeito, as pessoas ainda têm muitas dúvidas: ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). A enfermeira Hevillyn Cecília, em sua palestra, falou com detalhes o que caracteriza cada uma delas e como o homem e a mulher podem realizar a prevenção na rede pública de saúde.

Muitas dúvidas pairam nas cabeças das pessoas quando se fala a respeito do tema. Uma causa verrugas, outra ferimento, tem aquelas silenciosas que nada mostram, e tem a AIDS, a mais temível delas. No entanto, o pouco que as pessoas sabem através de campanhas e de orientação médica é justamente o que as protege de “pegar” uma IST ou DST: o uso do preservativo ou camisinha, popularmente falando.

Na palestra da SIPAT, a enfermeira Hevillyn Cecília falou sobre a camisinha e tudo o que esse pedacinho de borracha pode fazer. Ela explicou que uma das infecções mais conhecidas é a do vírus HIV (vírus da imunodeficiência humana), que tem uma afinidade pelas células de defesa do corpo humano e causa um déficit nos leucócitos e dá espaço para doenças oportunistas. Assim, Hevillyn também diferenciou o HIV da AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida).

“Quando o indivíduo tem apenas o vírus do HIV ele tem o vírus incubado com carga viral em desenvolvimento. Com o HIV, ele pode viver toda a vida e não evoluir para a Aids, o que é difícil se não procurar tratamento. Já quando a pessoa tem a Aids, ela possui o vírus do HIV e associado a ele possui um quadro de alguma doença oportunista ou estágio avançado da doença. Ou seja, o HIV causa a Aids”, destacou ela.

A enfermeira prosseguiu comentando sobre as demais problemáticas de não se utilizar preservativo nas relações sexuais. “Tendo ou não parceiro fixo, é necessário se manter seguro porque tem vírus que passa muito tempo incubado e a pessoa nem sabe que carrega como é o caso do HPV”, explicou Hevillyn. O HPV – Papilomavírus Humano – é um vírus que infecta a pele ou mucosas (oral, genital ou anal) das pessoas, provocando verrugas anogenitais (na região genital e ânus) e câncer, a depender do tipo de vírus. A infecção pelo HPV é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST). “Ele causa verrugas em casos leves, mas os subtipos evoluem para casos de câncer”, disse ela, indicando o citopatológico para as mulheres e a consulta ao urologista aos homens.

Outro vírus que pouco se fala é o da Hepatite B. “Pouco se fala porque temos vacina, mas é importante também saber que não é só por transfusão de sangue”, alertou ela, destacando que a candidíase também pode ser um problema quando ela for do tipo sexualmente transmissível porque ela chega acometer outras áreas como língua e esôfago. E ainda falou sobre a infecção por bactérias como a sífilis. “Mesmo com tantas campanhas ainda temos muitos números de infectados. Essa sempre deixa uma lesão que pode se curar, mas que mantem o vírus no indivíduo”, lamentou ela.

A enfermeira ressaltou, portanto, que não há nada mais importante e saudável que o uso do preservativo e a procura pelo Sistema Único de Saúde (SUS), através da Atenção Básica para o cuidado preventivo. “Qualquer cidadão pode e deve procurar a atenção básica para a realização de exames anuais. Eles são os que detectam precocemente essas complicações. Muitas delas tem cura. Outras temos como fazer o controle da sintomatologia”, esclareceu a enfermeira que deu prosseguimento a programação da SIPAT 2021 da Unitrans que, em respeito as regras sanitárias impostas pela pandemia do Covid-19, está sendo realizada de modo remoto.

Unitrans abre SIPAT 2021 trazendo o tema alimentação como primeiro ponto de reflexão

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Alimentação Saudável foi o assunto da abertura da Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT) da empresa de ônibus Unitrans, nesta segunda-feira (22). O tema foi abordado pela nutricionista Kennya Cristina, do SEST/SENAT de Campina Grande. O evento, que é 100% online em função da pandemia do coronavírus, é organizado pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da Unitrans (CIPA) e segue com programação até sexta-feira (26). A Diretora da Unitrans, Lorena Dantas, pediu que os colaboradores aproveitassem o momento, tendo em vista que a SIPAT é um evento voltado não só para a prevenção de acidentes, mas para melhoria da qualidade de vida de todos.

Sendo assim, a nutricionista Kennya Cristina, abriu sua palestra explicando que não existe qualidade de vida e alimentação saudável se o organismo deixa de ingerir esse ou aquele grupo de alimentos. O equilíbrio é a palavra de ordem para ser saudável comendo de tudo. “A chave, base da alimentação saudável é o equilíbrio. Carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, minerais e as fibras. Tudo isso é o que nosso organismo precisa. Então, não se pode cortar, sem acompanhamento de um profissional, nenhum alimento desses grupos porque vai prejudicar sua saúde”, alertou a nutricionista.

Ela citou dietas da moda que podem trazer prejuízos para a saúde como a “dieta sem glúten”, a “detox”, a “low carb”. “Encontramos o glúten no centeio, trigo. Para quem não digere bem, o glúten é inflamatório. Só deve realizar uma dieta dessa quem precisa dessa restrição e com acompanhamento. A detox, que é feita através de sopas, apesar de conter vitaminas e minerais, são muito restritas e prejudica demais a saúde, inclusive provocando queda de cabelo”, explicou a profissional.

Dicas que valem ouro

Kennya prosseguiu dando dicas de como introduzir esses nutrientes sem “sofrimento”, já que tem pessoas que acham difícil mudar hábitos de uma hora para outra. “A ideia é ingerir frutas e verduras. Uma sugestão é sopa, no caso de verduras e legumes, e suco, no caso de frutas, para melhorar a nutrição”, indicou. Além disso, ela também falou da necessidade de reduzir sal (nada de saleiro em cima da mesa), açúcar, usar os temperos mais naturais, como orégano, alecrim, manjericão e destacou a hidratação e a relação da imunidade com a nutrição.

Motoristas e cobradores normalmente carregam sua garrafinha de água para onde vai. Mas, a profissional reforçou: “A maior parte do nosso corpo é composto de água e se não hidratamos, há sonolência, dor de cabeça. E o que podemos fazer para lembrarmo-nos de beber água? Coloca aplicativo, despertador, água saborizada com limão, laranja, hortelã. Isso facilita”, disse.

Para finalizar, Kennya ainda disse que uma boa noite de sono, praticar atividade física e alimentação saudável, compõem o trio de sucesso da qualidade de vida e, sobretudo, da boa imunidade. “Para imunidade temos o zinco, encontrado em ovos, feijão, leite. Vitamina C das frutas cítricas; vitamina A que tem nos alimentos amarelos alaranjados, como abóbora; e selênio, encontrado nas castanhas”, concluiu a palestrante.

A diretora da Unitrans, Lorena Dantas, aproveitou a oportunidade para lembrar que a saúde e a felicidade de seus colaboradores sempre foram prioridade para a empresa. “Hoje demos início à nossa SIPAT. Essa é uma semana de reflexões e de imersão em informações. Espero que cada uma das palestras que vocês vão assistir produzam significados importantes para a melhoria da qualidade de vida e de um projeto de vida saudável porque queremos colaboradores cada vez mais saudáveis e felizes”, afirmou Lorena, pedindo que todos divulguem as ações da SIPAT entre seus colegas e participarem das atividades que, inclusive, vai ter sorteios diários.

Unitrans abre sua garagem e realiza sonho de garoto que é apaixonado por ônibus de conhecer um veículo articulado

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Como avaliar o impacto emocional na vida de uma criança ao realizar um sonho dela e, ainda mais, quando essa criança precisa ser incluída e acolhida de forma ainda mais afetuosa? No último dia 27, a empresa de ônibus Transnacional, que integra o consórcio Unitrans, foi protagonista de uma ação que ficará na memória afetiva de uma família paraibana e, de forma mais marcante, nas lembranças da infância do garoto Derek Bryan Figueiredo Finn. Autista, Derek, de apenas cinco anos, tem uma paixão por ônibus fora do comum e também por rodas e, especialmente, por ônibus articulados. Procurada pela família, a Unitrans, que tem em sua frota veículos deste modelo, abriu as portas da garagem para que Derek pudesse realizar seu desejo de conhecer o ônibus de seus sonhos.

Paraibano de nascimento, mas, com dupla nacionalidade, já que seu pai é americano, Derek, segundo sua mãe, a bióloga e professora de inglês, Taynah Finn, é apaixonado por ônibus desde muito cedo. “Ele dorme e acorda falando em ônibus e o modelo articulado é uma paixão maior. Ele conhece vários modelos, canta músicas que remetem a ônibus e fala que quando crescer quer ser motorista de ônibus”, afirma Taynah. Mas, se isso se concretizar no futuro, é muito pouco provável que Derek assuma o volante de ônibus no Brasil, já que a família está de mudança, definitiva, para a Califórnia, onde passarão a residir, a partir de novembro próximo. Só faltava o Green Card para possibilitar essa mudança, mas, o documento já está sendo emitido.

A mãe de Derek também vai guardar boas lembranças da Unitrans, uma empresa, que segundo ela, ao abrir as portas para realizar o sonho de Derek, atendendo um pedido da família, deu uma demonstração de cidadania plena. “A gente está acostumado à exclusão e julgamentos, mas, na Unitrans encontramos acolhimento e muita receptividade, especialmente, dos colaboradores Lucas e Alisson, que foram muito gentis ao acatar nosso pedido, prontamente autorizado pela direção da empresa”, agradece Taynah. Ela destaca outro ponto importante da visita que foi a preocupação da Unitrans com todos os protocolos de segurança. “Eles avisaram logo que era para usar máscaras, manter o distanciamento e isso é muito importante na atual conjuntura em que vivemos, demonstra também o cuidado da empresa com seus colaboradores e visitantes”, pontua a mãe de Derek.

A visita foi rápida, em função do horário que a família chegou à garagem, no bairro de Água Fria, já que o agendamento se deu no mesmo dia em que eles tiveram que ir à Recife, no Consulado Americano, entregar os últimos documentos para emissão do Green Card. “Como só conseguimos chegar por volta das 17h e o expediente do administrativo termina às 17h30, foi uma visita rápida, mas, o suficiente para encantar Derek que além de andar no ônibus, inclusive, enquanto o veículo estava sendo lavado, o que foi uma experiência diferente, ele pôde sentar na cadeira do motorista e se sentir condutor do veículo, mesmo com o ônibus parado”, contou a mãe, completando que ele não para de falar no acontecido. “Estamos muito gratos à direção da empresa e ficamos muito felizes com essa acolhida. Essa ação vai ficar na nossa memória com muito carinho, principalmente, pelo fato disso tudo ter deixado Derek muito feliz e realizado”, concluiu a mãe que, na ocasião da visita estava acompanhada do pai do Derek, Michael Finn e da filha caçula, Victoria Liz, de dois anos que também pegou carona na realização do sonho de Derek.

A diretora da Unitrans, Lorena Dantas, explica que não é usual receber visitantes de forma individualizada na sede da empresa e que isso, normalmente, em períodos antes da pandemia, acontecia com grupos de estudantes ou de profissionais, mas, que ao tomar conhecimento do caso de Derek, não houve restrição em atender ao pedido. “Nosso negócio é transportar bem e em nossos ônibus. Tudo na empresa gira em torno dos veículos. Temos motoristas que dirigem ônibus, nossa manutenção cuida dos ônibus, nossa operação vive em função dos ônibus, nosso administrativo atua em função de nossa operação, então quando nos disseram que o Derek era uma criança apaixonada por ônibus, não poderíamos negar esse pedido de conhecer de perto um ônibus de verdade e ficamos muito felizes de ter podido ser o canal de realização deste sonho”, disse Lorena.

No final da visita Derek foi presenteado com um ônibus miniatura e ainda com uma sacolinha de guloseimas. Mas, ao contrário de outras crianças, os olhos de Derek se voltaram unicamente para o onibusinho, numa óbvia demonstração que a paixão que ele nutre por ônibus é mesmo enorme. “Continue sonhando Derek, pois sonhos são trampolins para uma vida mais feliz e que seus sonhos sempre se concretizem”, é o desejo de todos os que integram a Unitrans!

Projeto reconhece compromisso de profissionais que contribuem com a melhoria de indicadores e serviços em empresas de transporte

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Contribuir com a preservação do meio ambiente, ter capacitação contínua, evoluir profissionalmente, ajudar no aumento da segurança e conforto dos passageiros de ônibus e promover uma economia de combustível. Esses são os pilares do projeto multissetorial do Grupo A. Cândido ‘Operador Sustentável’, que é desenvolvido em empresas de transporte público urbano e metropolitano na Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. E os profissionais que mais se destacam dentro dos objetivos do Projeto são reconhecidos e premiados a cada semestre. Na semana passada, os 20 operadores que mais se destacaram nas empresas de ônibus Unitrans e os 10 profissionais que apresentaram melhores resultados pela Santa Maria foram homenageados pelas empresas.

O Projeto surgiu na empresa Santa Maria Transportes e fretamento LTDA, em 2013, com outro nome. A partir de 2019, o projeto se expandiu para todas as empresas de transporte público urbano e metropolitano do Grupo A. Cândido na Paraíba e no Rio Grande do Norte. Este ano, o projeto foi implantado nas garagens da Transnacional Locações na Paraíba – João Pessoa e em Pernambuco – Jaboatão e Goiana. As empresas de Natal e Fortaleza serão contempladas, em breve.

O Analista de Planejamento e Coordenador do Projeto, Lucas de Souza, explica que o ‘Operador Sustentável’ é devolvido através de treinamentos e capacitações da operação, manutenção e administrativo, na busca de melhorias de processos internos e externos, especialmente, buscando o aperfeiçoamento da condução inteligente dos motoristas. “O projeto busca a melhoria dos indicadores e serviços e conta com o envolvimento e todos os setores da empresa, a exemplo da operação, manutenção, tráfego, gerência, Rh, estatística, digitação, CCO, diretoria, instrutores, entre outros”, explica Lucas.

Segundo ele, os operadores são acompanhados quinzenalmente pela equipe interna com relação aos resultados e acompanhados por instrutores capacitados. O resultado mensurável dos operadores vem do abastecimento diário feito nas garagens. “Os operadores que atingem o objetivo no mês são reconhecidos por meio de cartão de reconhecimento. E existe uma premiação diferenciada a cada semestre para os TOPS 10 de cada empresa nesse período”, destaca Lucas. Ele lembra que ao reduzir o consumo de combustível, a empresa também reduz a emissão de poluentes e ao ter uma melhor dirigibilidade, o motorista aumenta a segurança e conforto dos passageiros.

“Esse é um projeto que não impacta apenas no âmbito da empresa, mas atinge também o nosso público e o meio ambiente, pois ao evitar freadas e arrancadas bruscas, curvas acentuadas, o operador torna a viagem mais tranquila e agradável. Ao reduzir o consumo de óleo diesel e de pneus, reduzimos também as emissões e descartes no meio ambiente”, reforça a diretora da Unitrans, Lorena Dantas.