Maternidade de Patos

Bebê é acolhido pela equipe da Maternidade de Patos e força tarefa é acionada para enviá-lo em segurança para o Ceará

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Este último domingo (07) foi atípico na Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos. Isto porque, pela primeira vez na história da unidade, foi formada uma força-tarefa, que incluiu até um helicóptero, do serviço de aéreo transporte do estado do Ceará para levar um bebê em segurança para o Hospital do Coração, na cidade de Messejana, no distrito de Fortaleza (CE). A recém-nascida não nasceu em Patos, mas, na cidade de Aurora, e foi regulado inicialmente para Cajazeiras e depois para a Maternidade Peregrino Filho, em Patos onde permaneceu durante 17 dias sob os cuidados da equipe da UTI Neonatal da unidade com apoio da Rede Cuidar da Paraíba. A pequena Laiara Feliciano da Silva, filha de Keliane França Feliciano, apresentou uma complicação cardíaca poucos dias após seu nascimento.

“Nós acolhemos a recém-nascida durante 17 dias até este domingo quando conseguimos regulá-la para o estado de origem. Ela chegou a nossa unidade com suspeita de cardiopatia do canal dependente, uma condição que requer administração de pouco oxigênio, assim como uso de prostaglandina para manter a permeabilidade do canal arterial do RN. A suspeita confirmou-se através da realização do ecocardiograma de triagem realizado pela equipe da neonatologia e procedeu-se o acolhimento às demanda clínicas inerentes à patologia”, explica a diretora geral da Maternidade de Patos, Railda Gomes. Ela lembra que a RN foi colocada em ambas as regulações, a da Paraíba e do seu estado de origem, o Ceará.

Railda destaca que a transferência do bebê envolveu esforços conjuntos de muitas equipes, principalmente, do Núcleo Interno de Regulação (NIR) da Maternidade Peregrino Filho, juntamente com Dra. Vandezita chefe da Neonatologia da unidade, que buscou incansavelmente essa vaga. “Nos unimos e no final deu tudo certo e a bebê de Keliane França Feliciano foi transportada com segurança para Messejana, onde dará prosseguimento aos cuidados da cardiologia pediátrica. Desejamos muito sucesso em seu tratamento e que Deus a abençoe e aos seus pais nesta sua caminhada pela saúde”, complementa Railda, destacando que a força-tarefa contou ainda com a participação do Corpo de Bombeiros, SAMU, Serviços de Regulação Estadual e Núcleo Interno de Regulação NIR, Secretarias de Saúde, Serviço de Transporte Aéreo entre outros, sob a coordenação da Rede Cuidar, da Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES).

Sobre a cardiopatia do RN

Laiara Feliciano da Silva, que neste domingo completou 26 dias de nascida, foi diagnosticada com cardiopatia do canal dependente, ou seja, uma condição que requer administração de pouco oxigênio. “Essa é uma cardiopatia complexa, na qual a artéria pulmonar que leva o sangue para os pulmões oxigenar não se desenvolveu. E o fluxo que vai para os pulmões depende de uma estrutura que se chama CANAL ARTERIAL, que nesse momento inicial deixamos com medicações para não fechar. Mas temos que fazer o fluxo definitivo para os pulmões, é isso se dá através de intervenção cirúrgica ou cateterismo”, afirma a responsável pela equipe de Neonatologia da Maternidade Dr. Peregrino Filho, Dra Vandezita Dantas Mazarro, que foi quem esteve à frente de todo o caso desde a acolhida da RN até a transferência neste domingo.

“Esse recém-nascido precisava de um suporte especializado na área da cardiologia. Acionamos as referências na área, tanto na Paraíba como no Ceará, para potencializar e agilizar o tratamento urgente. E o acolhemos com os cuidados necessários durante sua permanência em nossa unidade e de comum acordo, com a família, acionamos o seu estado de origem, para assim dar mais celeridade ao processo de transferência”, destaca a médica, lembrando que a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos faz parte da Rede Cuidar Paraíba, que integra as maternidades públicas de todo estado. A Rede funciona, em tempo integral, durante todo o ano e tem como um de seus principais objetivos a busca ativa de crianças com cardiopatias que, ao serem diagnosticadas com problemas, passam a receber tratamento especializado, inclusive com acesso a procedimento cirúrgico, quando necessário.

A pediatra Emmanuelle Lira, que estava de plantão, na Peregrino, na hora da transferência, ficou emocionada por estar participando do processo de transferência. “A nossa Rede Cuidar não mediu esforços para melhorar a saúde deste recém-nascido. Agora, espero que continue tendo o mesmo cuidado para crescer saudável”, declarou a médica.

Depoimento da mãe

Para a mãe da RN, Keliane França, fica o agradecimento por contar com o apoio de muitas pessoas, desde as médicas que diagnosticaram a gravidade do quadro em sua cidade de origem até todos os profissionais que acompanharam sua despedida da Maternidade de Patos. “Primeiro agradeço a Deus por minha filha estar viva e ter tido todo o suporte necessário para sobreviver nestes primeiros dias. Foram tantas pessoas que me ajudaram desde o nascimento dela que nem dá para citar todos aqui”, diz ela, que afirma que na cidade onde a bebê nasceu à pediatra não identificou o problema, chegando a dizer que a bebê dela estava ótima.

Porém, 17 dias após o nascimento, o umbigo da RN continuava sangrando e a mãe resolveu levá-la ao hospital para averiguar. Quando as médicas Dra. Denise e outra que a mãe não lembra o nome começaram a examinar, logo identificaram algo errado pedindo a transferência para Patos, que era o centro mais próximo com capacidade para acolher a bebê com os cuidados que ele necessitava. Antes, porém, a RN passou pelo Hospital de Cajazeiras. “Minha filha foi tão bem cuidada em Patos, eu e meu esposo, que nem tenho palavras para expressar minha gratidão a todos que fazem parte deste grande serviço que é a Maternidade, médicos, enfermeiros, as assistentes sociais enfim, a todos que se uniram para salvá-la. Eles fizeram tudo o que puderam. Minha filha nas mãos de Deus e da equipe da Maternidade foi muito bem cuidada”, afirmou Keliane França.

Profissionais da Maternidade Dr. Peregrino Filho já tomaram a primeira dose da vacina contra o COVID-19

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Os profissionais da Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, começaram a ser vacinados com a vacina da Oxford na última quarta-feira (27). A aplicação da primeira dose da vacinas foi realizada pela Secretaria Municipal de Saúde, dentro da campanha Vacina Patos e seguiu até essa quinta-feira (28) quando foram imunizados todos os colaboradores. A diretora da unidade, Railda Gomes, destaca a importância desta ação. “Apesar de não sermos referência para casos de Covid recebemos, somente neste último final de semana, oito pacientes que testaram positivo para a doença e essa vacinação, portanto, dá mais segurança e tranqüilidade aos nossos profissionais no trato com nossas pacientes”, destaca Railda, que foi a última pessoa a ser imunizada na unidade.

            Na semana passada, a primeira etapa da vacinação aconteceu para os profissionais do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) que é uma das unidades referência para casos de Covid no sertão paraibano. A diretora da Maternidade lembra que as doses que chegaram na semana passada também poderiam ser direcionadas para a Peregrino, mas, ela abdicou da parte da Maternidade para direcionar esse montante para as unidades que tratam diretamente com pacientes de Covid, a exemplo do Complexo. “Era uma questão de prioridade, mas, estamos muito felizes que agora estamos também imunizando nossos colaboradores”, finalizou Railda, lembrando que a unidade tem 467 profissionais. A segunda dose da vacina será aplicada 90 dias após a primeira dose.

O prefeito de Patos, Nabor Wanderley, participou do momento e destacou o compromisso das equipes de imunização do município. “A cada remessa que chega as equipes estão dando agilidade no sentido de cumprir todas as metas”, destacou ele. O secretário Municipal de Saúde, Segundo Brito, explicou que a vacinação dos profissionais da Maternidade foi facilitada pela chegada da segunda remessa de 1.170 doses.

O prefeito Nabor Wanderley prestigiou o início da vacinação Profissionais da Maternidade sendo imunizados Médico da Maternidade sendo vacinado As vacinas usadas na Maternidade foi a de Oxford A vacinação da primira dose na Maternidade aconteceu nos dias 27 e 28 Alguns dos profissionais da Maternidade que foram vacinados no primeiro dia de imunização A segunda dose da vacina será dada em 90 dias A diretora da Maternidade, Railda Gomes foi a última a ser imunizada (1)

Maternidade de Patos registrou mais de 3,5 mil partos em 2019

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Referência de atendimento a gravidez de alto risco e nos serviços prestados às mulheres de mais de 90 municípios do sertão paraibano, a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos registrou, de janeiro a dezembro do ano passado, a realização de 3.508 partos, sendo 1.946 cesáreos e 1.562 normais. A unidade, que integra a rede estadual de saúde, que também é Hospital Amigo da Criança e tem um banco de leite padrão Ouro, fechou o ano de 2019 com a totalização de 11.624 internações maternas. O relatório de gestão referente a 2019 mostra ainda que 615 recém nascidos utilizaram os serviços da UCIN, 289 passaram pela UTI Neo e 246 pacientes foram admitidas na UTI Materna.

Em média, a unidade realiza cerca de 300 partos/mês. O mês de maior registro de nascimentos em 2019 foi janeiro, com 553 e o menor foi abril que registrou 238 partos. O relatório de gestão aponta ainda que a Maternidade realizou 5.092 mamografias, 2.757 ultrassonografias e 1.033 Raio-X e 317 pacientes se submeteram a procedimentos de curetagem.

O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, explica que o atendimento humanizado da unidade prioriza os partos normais, mas, que muitas das gestantes já chegam à Maternidade com intercorrências que impossibilitam que o parto não possa ser normal, daí a razão do número de partos cesáreos ter superado os normais em 2019. “Priorizamos o parto humanizado e sempre que é possível deixamos a natureza agir sem intervenções externas, mas, por sermos uma unidade de gravidez de alto risco, recebemos muitas gestantes que não são acompanhadas no pré-natal, que chegam com riscos iminentes tanto da própria vida, quando dos bebês, com quadros que impossibilitam a condução de um parto normal, daí esse registro de mais partos cesáreos que normal no ano passado”, explica o médico, lembrando que é gratificante olhar para os números e dados da unidade que comprovam a importância da prestação de serviços à população feminina do sertão.

Diferenciais da Peregrino Filho

A Maternidade além de atender gravidez de alto risco, integra a rede de cardiologia pediátrica que identifica cardiopatias congênitas, através de exames à distância, possibilitando um melhor acompanhamento dos bebês após o nascimento. A unidade também tem ambulatórios de microcefalia, que dispõe de uma equipe multidisciplinar, que acompanha crianças que nascem com a doença, outro de alto risco para gestantes, que são acompanhadas com maior atenção durante a gestação, reduzido assim o risco de intercorrências durante o parto, o ambulatório de egressos para recém nascidos prematuros que são acompanhados por pediatras durante o primeiro ano de vida e desde outubro do ano passado também dispõe do ambulatório de ginecologia.

Desde 2015, a Maternidade mantém uma sala de parto onde a gestante dispõe de um espaço especial, equipado com TV, bolas suíças e barras de apoio para exercícios que melhoram a mobilidade pélvica durante o trabalho de parto. Neste espaço, a paciente conta com acompanhamento de uma equipe de enfermeiros e técnicos de enfermagem. A inclusão da unidade, desde 2014, no programa Rede Cegonha, do Governo Federal, sendo a única unidade da região habilitada com esse atendimento também é outro diferencial da maternidade.

Tour da Gestante: Mulheres grávidas de Matureia visitam Maternidade de Patos

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A manhã desta quarta-feira (15) começou diferente para um grupo de gestantes da cidade de Matureia. Isto porque, em diferentes estágios da gestação, um grupo de mulheres daquele município, assistidas pela USB Esdras Guedes, tiveram a oportunidade de conhecer a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, o local onde elas vivenciarão uma experiência inesquecível e começarão, na prática, a linda jornada da maternidade. Elas participaram do projeto ‘Tour da Gestante’ que possibilita que as futuras mamães possam conhecer o ambiente que as acolherão no momento do parto, antes que isso aconteça, dando-lhes ainda mais segurança e confiança na unidade.

Durante o ‘Tour’, elas conheceram os serviços, os alojamentos, a estrutura da Maternidade, tiraram dúvidas e receberam orientações importantes para a futura admissão como pacientes, como por exemplo, saber o que é importante levar para a maternidade, incluindo ai, os documentos necessários para a internação. O projeto, que está inserido nas ações de aperfeiçoamento do acolhimento e humanização da unidade, busca, sobretudo, tranquilizar as futuras mamães para o momento do parto. A visita desta manhã foi monitorada pela gerente assistencial da Maternidade, Milene Barbosa e pela gerente de Enfermagem, Elisama Naara.

Além da visita às instalações, houve um momento que as gestantes receberam orientações sobre o parto normal e humanizado, sobre seus direitos como paciente, incluindo aí a opção por ter um acompanhante, e sobre aleitamento materno, além de diversas orientações. A visita desta quarta-feira (15) também foi acompanhada pelo secretário de Saúde de Matureia, Bruno Wanderley Monteiro, e pela enfermeira Linaria­­­­­­­­­­­­­­ Nóbrega, da USB Esdras Guedes daquele município.

A agricultora Brasilina da Silva, 22 anos, que terá seu primeiro filho na unidade, ainda esse mês, foi uma das gestantes que fez parte do grupo dessa quarta-feira e disse que foi muito importante tudo o que ela viu e ouviu durante a visita. “Tirei muitas dúvidas, a exemplo do que levar para a maternidade, e achei bom ter conhecido a sala de parto onde vou ter meu filho”, disse ela, que estava acompanhada do esposo, Firmino Rodrigues. Apesar dele poder assistir ao parto do Samuel, quem vai acompanhar Brasilina é a sua irmã Josina da Silva. Brasilina que está com 39 semanas de gestação, tem parto previsto para o dia 25 deste mês. Ela já conhecia a Maternidade, mas numa situação não muito feliz, foi assistida por causa de um aborto sofrido em 2014. “Agora será diferente. Vou ter meu filho Samuel”, disse ela.

O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior afirma que o projeto tem cumprido seu objetivo que é deixar as futuras mamães mais tranquilas e seguras. “A partir do momento que elas conhecem nossa estrutura e dinâmica antes de serem admitidas como pacientes, ao chegarem para ter seus filhos, elas encontrarão um ambiente já conhecido e, portanto, mais familiar e isso ajuda a tranquilizá-las para esse momento que é único para cada mulher”, destaca o médico.

Sobre o Tour da Gestante

O ‘Tour da Gestante’ acontece sempre às quartas-feiras, sempre pela manhã, com o limite máximo de cinco gestantes por visita agendada. A gestante que se interessar pode agendar sua visita pelo e-mail consultaginecologicamdpf@iscb.org.br. A limitação do número de visitantes por vez, segundo Dr. Umberto, é para possibilitar que todas as dúvidas sejam tiradas e que as futuras pacientes possam compreender realmente como funciona a maternidade que é referência, inclusive, para gravidez de alto risco. Sobre a necessidade de prévio agendamento, o diretor explica que isso é necessário para que a unidade possa mobilizar a equipe para realização da visita e das orientações a serem repassadas para que tudo transcorra de forma eficiente.

Banco de Leite Humano de Patos tem estoque baixo e apela para mães doarem excedente

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Com somente treze mães doadoras regulares e com um estoque de poucos litros, a direção do Banco de Leite Humano Dra. Vilani Kehrle, da Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, faz um apelo para que as mães doem o excedente de sua produção. Nesta quarta-feira (15), 10 bebês internados na unidade, sendo cinco na UTI Neo, quatro no alojamento Canguru e um na UCIN dependem, exclusivamente, do estoque do banco para se alimentar. Juntos, eles consomem quase dois litros/dia do produto. Em média, o consumo de leite pasteurizado via Banco da unidade é 50 litros/mês.

A coordenadora do BLH, Joana Sabino, chama a atenção para a importância da doação e da manutenção de estoques regulares no Banco e para a questão de que a doação não prejudica a amamentação, pois trata-se do excedente de leite. “Nossa demanda pelo produto é muito cíclica e estamos com poucas doadoras e, infelizmente, não temos como repor o estoque e garantir a alimentação dos bebês se não tivermos mais doações”, reitera ela. Segundo Joana, a situação sempre se agrava em períodos de final de ano e em janeiro, tradicional mês de férias.

O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, reitera a importância da manutenção de estoques regulares no BLH. “Nós somos uma unidade de referência que tem uma UTI Neonatal com oito leitos, uma UCI Neonatal com sete leitos e uma enfermaria Canguru com mais quatro leitos, ou seja, são várias as situações que é preciso usar o leite do Banco. Por isso, sem dúvida nenhuma o BLH é extremamente importante para a Maternidade e a doação de mães voluntárias é que mantém esse serviço essencial para os recém nascidos”, disse o médico. Ele lembra que a doação é um gesto muito nobre, pois o aleitamento materno até os seis meses é determinante para a saúde dos bebês, especialmente, os pré-maturos.

O BLH de Patos, que funciona num prédio anexo ao da Maternidade, é referência na área com avaliações que lhe confere um padrão de excelência no cumprimento de todas as normas. A coleta do leite também pode ser feita em domicílio, para tanto basta ligar para o 3423-2157.

Maternidade de Patos registra a realização de 13 partos no Natal

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A Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, que integra a rede estadual de saúde e é referência para mais de 60 municípios do sertão paraibano, teve um plantão bem movimentado no Natal. Da zero hora do dia 24 a meia noite do dia 25, nasceram na unidade 13 bebês, sendo 10 partos cesáreos e três normais. A maior parte dos nascimentos se deu por partos cirúrgicos pela urgência que os casos requereram. A unidade também é referência para gravidez de alto risco.

“Sabemos que o Brasil ainda vive uma epidemia de partos cesárea, alcançando números alarmantes e que não são motivo de orgulho, mas, a Maternidade de Patos atua para mudar essa realidade, através da implantação de normas e rotinas no sentido de dar prioridade aos partos humanizados e, consequentemente, aos partos normais, mas há situações que o médico avalia é que não permite se avançar para um parto humanizado, priorizando a melhor conduta para a mãe e seu filho como foram os casos deste plantão de Natal’, destaca o diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, lembrando que na unidade existe um sala especial para acolhimento das gestantes que dispões de vários equipamentos que ajudam a dar mais tranquilidade a mulher enquanto ela está em trabalho de parto, nas horas que antecedem o nascimento.

Maternidade de Patos capacita colaboradores para melhor assistir pacientes que forem vítimas de violência sexual

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Desde 2013 que os hospitais públicos do país devem ofertar assistência integral a pacientes vítimas de violência sexual. Isso é o que preconiza a Lei 12.845. Na Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, essa questão é levada muito a sério, tanto que a equipe é frequentemente treinada para atuar nessas circunstâncias, ofertando um serviço que estimule a empatia, a solidariedade, o acolhimento humanizado e sobretudo um serviço eficiente e de qualidade para pacientes que sofreram violência sexual. Nesta quinta-feira (19), houve uma capacitação neste sentido para os colaboradores recém contratados e também para outros funcionários que sentiram a necessidade de se atualizar.

A capacitação aconteceu no auditório do Banco de Leite e foi conduzida pela Psicóloga, Tuanny Dantas e pelo Farmacêutico, Rodrigo Jefferson, que integram a Comissão de Violência Sexual da unidade. “Atualizamos nosso pessoal em relação às políticas nacionais mais recentes, como se dá o fluxo de atendimento, quais intervenções precisam ser feitas nestes casos de violência sexual, qual a importância desse atendimento obrigatório e outras questões inerentes a essa temática”, explica a psicóloga. Thuany. Ela lembra que a Maternidade é um serviço de referência e que esse atendimento precisa ser diferenciado, ininterrupto e realizado 24h, por uma equipe multidisciplinar.

O Farmacêutico, Rodrigo Jefferson falou sobre as profilaxias para HIV, infecções sexualmente transmissíveis e hepatites para vítimas de violência sexual atendidas na Maternidade. Foi apresentado os medicamentos que são utilizados durante o tratamento, o fluxo de dispensação e orientações a serem discutidas com a pessoa exposta a essa violência. “Essa intervenção se faz necessária para evitar que a vítima de violência sexual adquira uma doença transmitida pelo agressor, tanto o vírus HIV como outras infecções sexualmente transmissíveis que podem ser evitadas com essa assistência imediata”, explica Rodrigo, lembrando que todas as profilaxias adotadas na Maternidade seguem protocolos do Ministério da Saúde, que são obrigatórios em toda a rede de atendimento do SUS.

O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, reitera a importância da equipe da unidade estar preparada para atender casos desta natureza e da paciente buscar atendimento o mais rápido possível. “É preciso saber identificar e mais ainda tratar de forma adequada e imediata as pacientes que apresentem sintomas que possam estar relacionados ao abuso e à agressão, possibilitando, dessa forma, um atendimento integral e de qualidade. E é isso que essa capacitação busca, além, é claro, de disponibilizar um serviço que acolha essa paciente com humanização a fim de minimizar os traumas oriundos dessa violência”, destaca o médico, lembrando que a Maternidade mantém uma Comissão de Violência Sexual que tem justamente esse desafio cotidiano. Dr. Umberto reitera que é imprescindível que as vítimas busquem assistência o mais rápido possível e que essa assistência passa ainda pela Delegacia da Mulher e por um acompanhamento psicossocial.

Integrantes da Comissão de Ética e da Diretoria Clínica da Maternidade de Patos tomaram posse nesta terça-feira

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A nova legislação fixa como facultativa a constituição de Comissão de Ética Médica nas instituições com até 30 médicos, cabendo ao diretor clínico, se houver, ou ao diretor técnico, encaminhar as demandas éticas ao Conselho Regional de Medicina. Com 54 médicos em seu quadro, a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, obrigatoriamente tem que eleger, a cada dois anos, os membros da Comissão. O que foi feito, democraticamente, através de uma eleição com voto secreto e direto, realizada no dia 18 de outubro. Nesta terça-feira (26) à noite, os eleitos foram empossados, numa cerimônia coordenada por representantes do CRM e realizada na sede do Banco de Leite da unidade. Na mesma ocasião, foram empossados o novo diretor clínico, Dr. Rui Pontes da Nóbrega Filho e o vice-diretor clínico, Dr. Francimar Gomes de Farias.

A Comissão de Ética Médica da Maternidade passa a ser presidida pelo Dr. Odir Pereira Borges Filho, tendo como vice-presidente, o Dr. Josias Alvares da Nóbrega Neto e como secretário, o Dr. Rui Nóbrega de Pontes. O primeiro suplente é o Dr. Marconi Lustosa Félix, o segundo suplente, a Dra. Maria do Socorro Dias de Sousa e o terceiro suplente, a Dra. Maria de Fátima de Lacerda D. Queiroga. Os mandatos são de dois anos.

O diretor técnico da Maternidade, Dr. Paulo Athayde, explica que cabe à Comissão de Ética Médica fiscalizar o exercício da atividade médica na instituição a qual se encontra vinculada, atentando para que as condições de trabalho do médico, bem como sua liberdade, iniciativa e qualidade do atendimento oferecido aos pacientes estejam de acordo com os preceitos éticos e legais que norteiam a profissão. “A Comissão contribui para que o serviço médico tenha ainda mais qualidade e excelência e seus membros têm a missão de acompanhar as funções dos médicos que atuam na instituição, tanto na relação com pacientes e familiares como com público interno”, explica Dr. Paulo.

As Comissões de Ética são criadas conforme a Resolução 1.812/07 do Conselho Federal de Medicina, tendo como finalidades específicas e competências, dentre outras, a de encaminhar relatórios de atividades ao respectivo Conselho de Medicina, e colaborar com o mesmo na tarefa de educar, discutir, divulgar e orientar sobre temas relativos à ética médica, combater o exercício ilegal da medicina e ainda promover debates sobre temas da ética médica, inserindo-os na atividade regular do corpo clínico da instituição de saúde.

Já os membros da direção clínica têm, entre outras atribuições, o papel de assegurar que todo paciente sob regime de internação seja atendido por um médico assistente, supervisionar as atividades de assistência médica, exigir da direção técnica condições de trabalho, assegurar a acadêmicos e residentes condições de exercer suas atividades com os melhores meios de aprendizagem, além de organizar os prontuários dos pacientes.

Para o diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, empossar os membros da Comissão de Ética e os novos diretores clínicos da unidade vai além de uma mera formalidade. “Não é à toa que a Maternidade Peregrino Filho é referência na sua área de atuação e isso se deve por uma série de fatores, entre o quais, destaca-se a atuação da equipe médica que tem compromisso com a qualidade do serviço que presta e, sobretudo, respeito ao paciente. Portanto, ao empossar os membros da Comissão de Ética e os novos diretores clínicos estamos, justamente, reforçando o nosso compromisso com um serviço de qualidade, com nossas pacientes e a sociedade a que servimos”, destaca Dr. Umberto.

Funcionários da Maternidade de Patos participam de treinamento para promover, estimular e apoiar o aleitamento materno

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Como Hospital Amigo da Criança, a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, leva muito a sério a questão do aleitamento materno, tanto que todos os seus colaboradores passam, necessariamente, por um treinamento para entender a importância de estimular, promover e apoiar essa ação que faz toda a diferença no desenvolvimento dos bebês e ainda na redução das mortes por causas preveníveis de crianças menores de cinco anos. Por isso, os novos funcionários que ainda não participaram do treinamento sobre Aleitamento Materno vão estar hoje (20) e amanhã (21), no colégio Vera Cruz, para uma capacitação sobre esse tema. Ao todo, 152 colaboradores participarão da iniciativa sob a orientação da Bioquímica e Responsável pelo Controle de Qualidade do Banco de Leite da Maternidade, Faldrecya Borges e da Enfermeira, Naara Moreira.

Para o diretor geral da Maternidade e pediatra, Dr. Umberto Marinho Júnior, a iniciativa é muito importante e vai além da obrigatoriedade de ter todos os colaboradores treinados sobre esse assunto. “Como detentora do título de ‘Hospital Amigo da Criança’, uma das exigências para mantermos essa distinção, é que todos os nossos colaboradores sejam capacitados para tal, mas, muito além de atendermos essa exigência, desenvolvemos uma cultura interna que valoriza esse gesto, porque entendemos que ele é fundamental e insubstituível”, destaca o médico. Ele lembra que o aleitamento materno tem repercussão direta ou indireta na vida futura do indivíduo, auxiliando na redução de doenças crônicas como hipertensão, diabetes e obesidade, reduzindo o risco da mulher que amamenta de contrair câncer de mama e de ovário e de ter diabete tipo II, além de promover uma melhoria na saúde física e mental da criança e da mãe, estreitando o vínculo entre eles.

Segundo a bioquímica Fraldrecya, o aleitamento materno é a prática isolada de maior impacto contra a mortalidade na infância. “Atribui-se ao aleitamento materno a capacidade de reduzir em 13% as mortes de crianças menores de cinco anos por causas preveníveis em todo o mundo”, reforça a responsável pela capacitação dos colaboradores da Maternidade. Durante o treinamento, será abordado os Dez Passos do Aleitamento Materno, os Dez Passos para o Hospital Amigo da Criança e Amigo da Mulher, além da Política Interna de Normas e Rotinas da Maternidade.

Sobre os dez passos para o sucesso do aleitamento materno, destaca-se, o fato de ter uma norma escrita sobre aleitamento materno, que deve ser rotineiramente transmitida a toda a equipe do serviço; treinar toda a equipe, capacitando-a para implementar essa norma; informar todas as gestantes atendidas sobre as vantagens e o manejo da amamentação; ajudar a mãe a iniciar a amamentação na primeira meia hora após o parto; mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas de seus filhos; não dar a recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida além do leite materno, a não ser que tenha indicação clínica; praticar o alojamento conjunto – permitir que mães e bebês permaneçam juntos 24 horas por dia; encorajar a amamentação sob livre demanda; não dar bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas e encorajar o estabelecimento de grupos de apoio à amamentação, para onde as mães devem ser encaminhadas por ocasião da alta hospitalar. Esse conjunto de atitudes, segundo Dr. Umberto, aumenta a duração do aleitamento materno durante a internação hospitalar e estimula as mães a continuar amamentando após a alta.

Para a jornalista Mary Landim, que teve seu primeiro filho em janeiro deste ano, e amamentou Victor, exclusivamente, no peito até os seis meses e após esse período continua amamentando, mesmo com a complementação alimentar de frutas, papinhas e outros alimentos, essa relação que ela estabeleceu com o filho foi além da própria questão da saúde. “É inquestionável as vantagens nutricionais de uma criança alimentada com leite materno, do quanto de ganho em sua vida ela terá em função deste gesto, isso sem falar no vínculo que se forma entre mãe e filho, na cumplicidade da troca de afeto, além de ser uma experiência incrivelmente enriquecedora”, destaca Mary que, atualmente, deixa Victor mamar em livre demanda, ou seja, quando ele solicita. Para ela, a Maternidade de Patos e todos os hospitais Amigos da Criança têm um papel fundamental no estímulo ao aleitamento. “Dificilmente, mães bem orientadas deixarão de amamentar seus filhos”, finaliza a jornalista que não pensou ainda como se dará o desmame de Victor.

Sobre o Hospital Amigo da Criança

A Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) é uma estratégia lançada no mundo inteiro pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e UNICEF, em 1991, com o intuito de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno no âmbito hospitalar. A iniciativa consiste no treinamento dos profissionais de saúde do estabelecimento de saúde para o cumprimento dos dez passos para o sucesso do aleitamento materno. No Brasil, a iniciativa foi adotada pelo Ministério da Saúde, em 1992 e, dez anos depois, já havia 335 hospitais com esta qualificação, entre os quais, a Maternidade de Patos.

Maternidade de Patos treina profissionais para atuarem na Brigada de Incêndios

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Oferecer maior segurança no âmbito hospitalar ao ter uma equipe treinada para atuar em situações que requeiram noções de primeiros socorros e de como proceder em casos de emergências e incêndios, dentre outras situações que dizem respeito à ação de brigadistas. Foi com esse propósito que 29 colaboradores da Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, participaram de um treinamento com representantes do Corpo de Bombeiros. A capacitação para atuar na Brigada de Incêndio, realizada nesta terça-feira (19), incluiu aulas teóricas e práticas e foi conduzida pelos sargentos Luciano e Benício.

Durante a capacitação os funcionários tiveram aulas sobre prevenção e combate a incêndios, além de socorro à vítimas, com simulações de combate a incêndio e atendimentos diversos. O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior destaca a importância da capacitação. “O conhecimento da forma e do uso dos equipamentos de combate ao fogo, ou de socorro a pessoas numa situação emergencial é de extrema importância para garantir a segurança não só dos funcionários, mas de todos aqueles que utilizam os serviços da unidade e com essa formação estamos mais seguros, pois agora temos mais pessoas capacitadas para agir em momentos como estes”, disse o diretor.

Durante o curso foram abordadas noções de primeiros socorros e orientações de como agir em casos de emergências clínicas, tipo fraturas, hemorragias, ressuscitação cardiopulmonar, queimaduras, dentre outras situações causadas, inclusive, por incêndios. Na parte prática, os novos brigadistas aprenderam a conter e apagar incêndios de pequena proporção, sobre o uso correto do extintor e evacuação do local atingido pelas chamas, bem como as simulações de resgate.

A Brigada é formada por funcionários de vários setores e de todos os turnos, de forma que em qualquer setor da Maternidade e a qualquer hora haverá sempre brigadistas à postos para atuar com segurança em situações emergenciais. O treinamento obedece a regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas- ABNT no que diz respeito a Brigada e Plano de Emergência Contra Incêndios.