Maternidade de Patos

Maternidade de Patos registrou mais de 3,5 mil partos em 2019

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Referência de atendimento a gravidez de alto risco e nos serviços prestados às mulheres de mais de 90 municípios do sertão paraibano, a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos registrou, de janeiro a dezembro do ano passado, a realização de 3.508 partos, sendo 1.946 cesáreos e 1.562 normais. A unidade, que integra a rede estadual de saúde, que também é Hospital Amigo da Criança e tem um banco de leite padrão Ouro, fechou o ano de 2019 com a totalização de 11.624 internações maternas. O relatório de gestão referente a 2019 mostra ainda que 615 recém nascidos utilizaram os serviços da UCIN, 289 passaram pela UTI Neo e 246 pacientes foram admitidas na UTI Materna.

Em média, a unidade realiza cerca de 300 partos/mês. O mês de maior registro de nascimentos em 2019 foi janeiro, com 553 e o menor foi abril que registrou 238 partos. O relatório de gestão aponta ainda que a Maternidade realizou 5.092 mamografias, 2.757 ultrassonografias e 1.033 Raio-X e 317 pacientes se submeteram a procedimentos de curetagem.

O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, explica que o atendimento humanizado da unidade prioriza os partos normais, mas, que muitas das gestantes já chegam à Maternidade com intercorrências que impossibilitam que o parto não possa ser normal, daí a razão do número de partos cesáreos ter superado os normais em 2019. “Priorizamos o parto humanizado e sempre que é possível deixamos a natureza agir sem intervenções externas, mas, por sermos uma unidade de gravidez de alto risco, recebemos muitas gestantes que não são acompanhadas no pré-natal, que chegam com riscos iminentes tanto da própria vida, quando dos bebês, com quadros que impossibilitam a condução de um parto normal, daí esse registro de mais partos cesáreos que normal no ano passado”, explica o médico, lembrando que é gratificante olhar para os números e dados da unidade que comprovam a importância da prestação de serviços à população feminina do sertão.

Diferenciais da Peregrino Filho

A Maternidade além de atender gravidez de alto risco, integra a rede de cardiologia pediátrica que identifica cardiopatias congênitas, através de exames à distância, possibilitando um melhor acompanhamento dos bebês após o nascimento. A unidade também tem ambulatórios de microcefalia, que dispõe de uma equipe multidisciplinar, que acompanha crianças que nascem com a doença, outro de alto risco para gestantes, que são acompanhadas com maior atenção durante a gestação, reduzido assim o risco de intercorrências durante o parto, o ambulatório de egressos para recém nascidos prematuros que são acompanhados por pediatras durante o primeiro ano de vida e desde outubro do ano passado também dispõe do ambulatório de ginecologia.

Desde 2015, a Maternidade mantém uma sala de parto onde a gestante dispõe de um espaço especial, equipado com TV, bolas suíças e barras de apoio para exercícios que melhoram a mobilidade pélvica durante o trabalho de parto. Neste espaço, a paciente conta com acompanhamento de uma equipe de enfermeiros e técnicos de enfermagem. A inclusão da unidade, desde 2014, no programa Rede Cegonha, do Governo Federal, sendo a única unidade da região habilitada com esse atendimento também é outro diferencial da maternidade.

Tour da Gestante: Mulheres grávidas de Matureia visitam Maternidade de Patos

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A manhã desta quarta-feira (15) começou diferente para um grupo de gestantes da cidade de Matureia. Isto porque, em diferentes estágios da gestação, um grupo de mulheres daquele município, assistidas pela USB Esdras Guedes, tiveram a oportunidade de conhecer a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, o local onde elas vivenciarão uma experiência inesquecível e começarão, na prática, a linda jornada da maternidade. Elas participaram do projeto ‘Tour da Gestante’ que possibilita que as futuras mamães possam conhecer o ambiente que as acolherão no momento do parto, antes que isso aconteça, dando-lhes ainda mais segurança e confiança na unidade.

Durante o ‘Tour’, elas conheceram os serviços, os alojamentos, a estrutura da Maternidade, tiraram dúvidas e receberam orientações importantes para a futura admissão como pacientes, como por exemplo, saber o que é importante levar para a maternidade, incluindo ai, os documentos necessários para a internação. O projeto, que está inserido nas ações de aperfeiçoamento do acolhimento e humanização da unidade, busca, sobretudo, tranquilizar as futuras mamães para o momento do parto. A visita desta manhã foi monitorada pela gerente assistencial da Maternidade, Milene Barbosa e pela gerente de Enfermagem, Elisama Naara.

Além da visita às instalações, houve um momento que as gestantes receberam orientações sobre o parto normal e humanizado, sobre seus direitos como paciente, incluindo aí a opção por ter um acompanhante, e sobre aleitamento materno, além de diversas orientações. A visita desta quarta-feira (15) também foi acompanhada pelo secretário de Saúde de Matureia, Bruno Wanderley Monteiro, e pela enfermeira Linaria­­­­­­­­­­­­­­ Nóbrega, da USB Esdras Guedes daquele município.

A agricultora Brasilina da Silva, 22 anos, que terá seu primeiro filho na unidade, ainda esse mês, foi uma das gestantes que fez parte do grupo dessa quarta-feira e disse que foi muito importante tudo o que ela viu e ouviu durante a visita. “Tirei muitas dúvidas, a exemplo do que levar para a maternidade, e achei bom ter conhecido a sala de parto onde vou ter meu filho”, disse ela, que estava acompanhada do esposo, Firmino Rodrigues. Apesar dele poder assistir ao parto do Samuel, quem vai acompanhar Brasilina é a sua irmã Josina da Silva. Brasilina que está com 39 semanas de gestação, tem parto previsto para o dia 25 deste mês. Ela já conhecia a Maternidade, mas numa situação não muito feliz, foi assistida por causa de um aborto sofrido em 2014. “Agora será diferente. Vou ter meu filho Samuel”, disse ela.

O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior afirma que o projeto tem cumprido seu objetivo que é deixar as futuras mamães mais tranquilas e seguras. “A partir do momento que elas conhecem nossa estrutura e dinâmica antes de serem admitidas como pacientes, ao chegarem para ter seus filhos, elas encontrarão um ambiente já conhecido e, portanto, mais familiar e isso ajuda a tranquilizá-las para esse momento que é único para cada mulher”, destaca o médico.

Sobre o Tour da Gestante

O ‘Tour da Gestante’ acontece sempre às quartas-feiras, sempre pela manhã, com o limite máximo de cinco gestantes por visita agendada. A gestante que se interessar pode agendar sua visita pelo e-mail consultaginecologicamdpf@iscb.org.br. A limitação do número de visitantes por vez, segundo Dr. Umberto, é para possibilitar que todas as dúvidas sejam tiradas e que as futuras pacientes possam compreender realmente como funciona a maternidade que é referência, inclusive, para gravidez de alto risco. Sobre a necessidade de prévio agendamento, o diretor explica que isso é necessário para que a unidade possa mobilizar a equipe para realização da visita e das orientações a serem repassadas para que tudo transcorra de forma eficiente.

Banco de Leite Humano de Patos tem estoque baixo e apela para mães doarem excedente

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Com somente treze mães doadoras regulares e com um estoque de poucos litros, a direção do Banco de Leite Humano Dra. Vilani Kehrle, da Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, faz um apelo para que as mães doem o excedente de sua produção. Nesta quarta-feira (15), 10 bebês internados na unidade, sendo cinco na UTI Neo, quatro no alojamento Canguru e um na UCIN dependem, exclusivamente, do estoque do banco para se alimentar. Juntos, eles consomem quase dois litros/dia do produto. Em média, o consumo de leite pasteurizado via Banco da unidade é 50 litros/mês.

A coordenadora do BLH, Joana Sabino, chama a atenção para a importância da doação e da manutenção de estoques regulares no Banco e para a questão de que a doação não prejudica a amamentação, pois trata-se do excedente de leite. “Nossa demanda pelo produto é muito cíclica e estamos com poucas doadoras e, infelizmente, não temos como repor o estoque e garantir a alimentação dos bebês se não tivermos mais doações”, reitera ela. Segundo Joana, a situação sempre se agrava em períodos de final de ano e em janeiro, tradicional mês de férias.

O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, reitera a importância da manutenção de estoques regulares no BLH. “Nós somos uma unidade de referência que tem uma UTI Neonatal com oito leitos, uma UCI Neonatal com sete leitos e uma enfermaria Canguru com mais quatro leitos, ou seja, são várias as situações que é preciso usar o leite do Banco. Por isso, sem dúvida nenhuma o BLH é extremamente importante para a Maternidade e a doação de mães voluntárias é que mantém esse serviço essencial para os recém nascidos”, disse o médico. Ele lembra que a doação é um gesto muito nobre, pois o aleitamento materno até os seis meses é determinante para a saúde dos bebês, especialmente, os pré-maturos.

O BLH de Patos, que funciona num prédio anexo ao da Maternidade, é referência na área com avaliações que lhe confere um padrão de excelência no cumprimento de todas as normas. A coleta do leite também pode ser feita em domicílio, para tanto basta ligar para o 3423-2157.

Maternidade de Patos registra a realização de 13 partos no Natal

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A Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, que integra a rede estadual de saúde e é referência para mais de 60 municípios do sertão paraibano, teve um plantão bem movimentado no Natal. Da zero hora do dia 24 a meia noite do dia 25, nasceram na unidade 13 bebês, sendo 10 partos cesáreos e três normais. A maior parte dos nascimentos se deu por partos cirúrgicos pela urgência que os casos requereram. A unidade também é referência para gravidez de alto risco.

“Sabemos que o Brasil ainda vive uma epidemia de partos cesárea, alcançando números alarmantes e que não são motivo de orgulho, mas, a Maternidade de Patos atua para mudar essa realidade, através da implantação de normas e rotinas no sentido de dar prioridade aos partos humanizados e, consequentemente, aos partos normais, mas há situações que o médico avalia é que não permite se avançar para um parto humanizado, priorizando a melhor conduta para a mãe e seu filho como foram os casos deste plantão de Natal’, destaca o diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, lembrando que na unidade existe um sala especial para acolhimento das gestantes que dispões de vários equipamentos que ajudam a dar mais tranquilidade a mulher enquanto ela está em trabalho de parto, nas horas que antecedem o nascimento.

Maternidade de Patos capacita colaboradores para melhor assistir pacientes que forem vítimas de violência sexual

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Desde 2013 que os hospitais públicos do país devem ofertar assistência integral a pacientes vítimas de violência sexual. Isso é o que preconiza a Lei 12.845. Na Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, essa questão é levada muito a sério, tanto que a equipe é frequentemente treinada para atuar nessas circunstâncias, ofertando um serviço que estimule a empatia, a solidariedade, o acolhimento humanizado e sobretudo um serviço eficiente e de qualidade para pacientes que sofreram violência sexual. Nesta quinta-feira (19), houve uma capacitação neste sentido para os colaboradores recém contratados e também para outros funcionários que sentiram a necessidade de se atualizar.

A capacitação aconteceu no auditório do Banco de Leite e foi conduzida pela Psicóloga, Tuanny Dantas e pelo Farmacêutico, Rodrigo Jefferson, que integram a Comissão de Violência Sexual da unidade. “Atualizamos nosso pessoal em relação às políticas nacionais mais recentes, como se dá o fluxo de atendimento, quais intervenções precisam ser feitas nestes casos de violência sexual, qual a importância desse atendimento obrigatório e outras questões inerentes a essa temática”, explica a psicóloga. Thuany. Ela lembra que a Maternidade é um serviço de referência e que esse atendimento precisa ser diferenciado, ininterrupto e realizado 24h, por uma equipe multidisciplinar.

O Farmacêutico, Rodrigo Jefferson falou sobre as profilaxias para HIV, infecções sexualmente transmissíveis e hepatites para vítimas de violência sexual atendidas na Maternidade. Foi apresentado os medicamentos que são utilizados durante o tratamento, o fluxo de dispensação e orientações a serem discutidas com a pessoa exposta a essa violência. “Essa intervenção se faz necessária para evitar que a vítima de violência sexual adquira uma doença transmitida pelo agressor, tanto o vírus HIV como outras infecções sexualmente transmissíveis que podem ser evitadas com essa assistência imediata”, explica Rodrigo, lembrando que todas as profilaxias adotadas na Maternidade seguem protocolos do Ministério da Saúde, que são obrigatórios em toda a rede de atendimento do SUS.

O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, reitera a importância da equipe da unidade estar preparada para atender casos desta natureza e da paciente buscar atendimento o mais rápido possível. “É preciso saber identificar e mais ainda tratar de forma adequada e imediata as pacientes que apresentem sintomas que possam estar relacionados ao abuso e à agressão, possibilitando, dessa forma, um atendimento integral e de qualidade. E é isso que essa capacitação busca, além, é claro, de disponibilizar um serviço que acolha essa paciente com humanização a fim de minimizar os traumas oriundos dessa violência”, destaca o médico, lembrando que a Maternidade mantém uma Comissão de Violência Sexual que tem justamente esse desafio cotidiano. Dr. Umberto reitera que é imprescindível que as vítimas busquem assistência o mais rápido possível e que essa assistência passa ainda pela Delegacia da Mulher e por um acompanhamento psicossocial.

Integrantes da Comissão de Ética e da Diretoria Clínica da Maternidade de Patos tomaram posse nesta terça-feira

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A nova legislação fixa como facultativa a constituição de Comissão de Ética Médica nas instituições com até 30 médicos, cabendo ao diretor clínico, se houver, ou ao diretor técnico, encaminhar as demandas éticas ao Conselho Regional de Medicina. Com 54 médicos em seu quadro, a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, obrigatoriamente tem que eleger, a cada dois anos, os membros da Comissão. O que foi feito, democraticamente, através de uma eleição com voto secreto e direto, realizada no dia 18 de outubro. Nesta terça-feira (26) à noite, os eleitos foram empossados, numa cerimônia coordenada por representantes do CRM e realizada na sede do Banco de Leite da unidade. Na mesma ocasião, foram empossados o novo diretor clínico, Dr. Rui Pontes da Nóbrega Filho e o vice-diretor clínico, Dr. Francimar Gomes de Farias.

A Comissão de Ética Médica da Maternidade passa a ser presidida pelo Dr. Odir Pereira Borges Filho, tendo como vice-presidente, o Dr. Josias Alvares da Nóbrega Neto e como secretário, o Dr. Rui Nóbrega de Pontes. O primeiro suplente é o Dr. Marconi Lustosa Félix, o segundo suplente, a Dra. Maria do Socorro Dias de Sousa e o terceiro suplente, a Dra. Maria de Fátima de Lacerda D. Queiroga. Os mandatos são de dois anos.

O diretor técnico da Maternidade, Dr. Paulo Athayde, explica que cabe à Comissão de Ética Médica fiscalizar o exercício da atividade médica na instituição a qual se encontra vinculada, atentando para que as condições de trabalho do médico, bem como sua liberdade, iniciativa e qualidade do atendimento oferecido aos pacientes estejam de acordo com os preceitos éticos e legais que norteiam a profissão. “A Comissão contribui para que o serviço médico tenha ainda mais qualidade e excelência e seus membros têm a missão de acompanhar as funções dos médicos que atuam na instituição, tanto na relação com pacientes e familiares como com público interno”, explica Dr. Paulo.

As Comissões de Ética são criadas conforme a Resolução 1.812/07 do Conselho Federal de Medicina, tendo como finalidades específicas e competências, dentre outras, a de encaminhar relatórios de atividades ao respectivo Conselho de Medicina, e colaborar com o mesmo na tarefa de educar, discutir, divulgar e orientar sobre temas relativos à ética médica, combater o exercício ilegal da medicina e ainda promover debates sobre temas da ética médica, inserindo-os na atividade regular do corpo clínico da instituição de saúde.

Já os membros da direção clínica têm, entre outras atribuições, o papel de assegurar que todo paciente sob regime de internação seja atendido por um médico assistente, supervisionar as atividades de assistência médica, exigir da direção técnica condições de trabalho, assegurar a acadêmicos e residentes condições de exercer suas atividades com os melhores meios de aprendizagem, além de organizar os prontuários dos pacientes.

Para o diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, empossar os membros da Comissão de Ética e os novos diretores clínicos da unidade vai além de uma mera formalidade. “Não é à toa que a Maternidade Peregrino Filho é referência na sua área de atuação e isso se deve por uma série de fatores, entre o quais, destaca-se a atuação da equipe médica que tem compromisso com a qualidade do serviço que presta e, sobretudo, respeito ao paciente. Portanto, ao empossar os membros da Comissão de Ética e os novos diretores clínicos estamos, justamente, reforçando o nosso compromisso com um serviço de qualidade, com nossas pacientes e a sociedade a que servimos”, destaca Dr. Umberto.

Funcionários da Maternidade de Patos participam de treinamento para promover, estimular e apoiar o aleitamento materno

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Como Hospital Amigo da Criança, a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, leva muito a sério a questão do aleitamento materno, tanto que todos os seus colaboradores passam, necessariamente, por um treinamento para entender a importância de estimular, promover e apoiar essa ação que faz toda a diferença no desenvolvimento dos bebês e ainda na redução das mortes por causas preveníveis de crianças menores de cinco anos. Por isso, os novos funcionários que ainda não participaram do treinamento sobre Aleitamento Materno vão estar hoje (20) e amanhã (21), no colégio Vera Cruz, para uma capacitação sobre esse tema. Ao todo, 152 colaboradores participarão da iniciativa sob a orientação da Bioquímica e Responsável pelo Controle de Qualidade do Banco de Leite da Maternidade, Faldrecya Borges e da Enfermeira, Naara Moreira.

Para o diretor geral da Maternidade e pediatra, Dr. Umberto Marinho Júnior, a iniciativa é muito importante e vai além da obrigatoriedade de ter todos os colaboradores treinados sobre esse assunto. “Como detentora do título de ‘Hospital Amigo da Criança’, uma das exigências para mantermos essa distinção, é que todos os nossos colaboradores sejam capacitados para tal, mas, muito além de atendermos essa exigência, desenvolvemos uma cultura interna que valoriza esse gesto, porque entendemos que ele é fundamental e insubstituível”, destaca o médico. Ele lembra que o aleitamento materno tem repercussão direta ou indireta na vida futura do indivíduo, auxiliando na redução de doenças crônicas como hipertensão, diabetes e obesidade, reduzindo o risco da mulher que amamenta de contrair câncer de mama e de ovário e de ter diabete tipo II, além de promover uma melhoria na saúde física e mental da criança e da mãe, estreitando o vínculo entre eles.

Segundo a bioquímica Fraldrecya, o aleitamento materno é a prática isolada de maior impacto contra a mortalidade na infância. “Atribui-se ao aleitamento materno a capacidade de reduzir em 13% as mortes de crianças menores de cinco anos por causas preveníveis em todo o mundo”, reforça a responsável pela capacitação dos colaboradores da Maternidade. Durante o treinamento, será abordado os Dez Passos do Aleitamento Materno, os Dez Passos para o Hospital Amigo da Criança e Amigo da Mulher, além da Política Interna de Normas e Rotinas da Maternidade.

Sobre os dez passos para o sucesso do aleitamento materno, destaca-se, o fato de ter uma norma escrita sobre aleitamento materno, que deve ser rotineiramente transmitida a toda a equipe do serviço; treinar toda a equipe, capacitando-a para implementar essa norma; informar todas as gestantes atendidas sobre as vantagens e o manejo da amamentação; ajudar a mãe a iniciar a amamentação na primeira meia hora após o parto; mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas de seus filhos; não dar a recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida além do leite materno, a não ser que tenha indicação clínica; praticar o alojamento conjunto – permitir que mães e bebês permaneçam juntos 24 horas por dia; encorajar a amamentação sob livre demanda; não dar bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas e encorajar o estabelecimento de grupos de apoio à amamentação, para onde as mães devem ser encaminhadas por ocasião da alta hospitalar. Esse conjunto de atitudes, segundo Dr. Umberto, aumenta a duração do aleitamento materno durante a internação hospitalar e estimula as mães a continuar amamentando após a alta.

Para a jornalista Mary Landim, que teve seu primeiro filho em janeiro deste ano, e amamentou Victor, exclusivamente, no peito até os seis meses e após esse período continua amamentando, mesmo com a complementação alimentar de frutas, papinhas e outros alimentos, essa relação que ela estabeleceu com o filho foi além da própria questão da saúde. “É inquestionável as vantagens nutricionais de uma criança alimentada com leite materno, do quanto de ganho em sua vida ela terá em função deste gesto, isso sem falar no vínculo que se forma entre mãe e filho, na cumplicidade da troca de afeto, além de ser uma experiência incrivelmente enriquecedora”, destaca Mary que, atualmente, deixa Victor mamar em livre demanda, ou seja, quando ele solicita. Para ela, a Maternidade de Patos e todos os hospitais Amigos da Criança têm um papel fundamental no estímulo ao aleitamento. “Dificilmente, mães bem orientadas deixarão de amamentar seus filhos”, finaliza a jornalista que não pensou ainda como se dará o desmame de Victor.

Sobre o Hospital Amigo da Criança

A Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) é uma estratégia lançada no mundo inteiro pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e UNICEF, em 1991, com o intuito de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno no âmbito hospitalar. A iniciativa consiste no treinamento dos profissionais de saúde do estabelecimento de saúde para o cumprimento dos dez passos para o sucesso do aleitamento materno. No Brasil, a iniciativa foi adotada pelo Ministério da Saúde, em 1992 e, dez anos depois, já havia 335 hospitais com esta qualificação, entre os quais, a Maternidade de Patos.

Maternidade de Patos treina profissionais para atuarem na Brigada de Incêndios

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Oferecer maior segurança no âmbito hospitalar ao ter uma equipe treinada para atuar em situações que requeiram noções de primeiros socorros e de como proceder em casos de emergências e incêndios, dentre outras situações que dizem respeito à ação de brigadistas. Foi com esse propósito que 29 colaboradores da Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, participaram de um treinamento com representantes do Corpo de Bombeiros. A capacitação para atuar na Brigada de Incêndio, realizada nesta terça-feira (19), incluiu aulas teóricas e práticas e foi conduzida pelos sargentos Luciano e Benício.

Durante a capacitação os funcionários tiveram aulas sobre prevenção e combate a incêndios, além de socorro à vítimas, com simulações de combate a incêndio e atendimentos diversos. O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior destaca a importância da capacitação. “O conhecimento da forma e do uso dos equipamentos de combate ao fogo, ou de socorro a pessoas numa situação emergencial é de extrema importância para garantir a segurança não só dos funcionários, mas de todos aqueles que utilizam os serviços da unidade e com essa formação estamos mais seguros, pois agora temos mais pessoas capacitadas para agir em momentos como estes”, disse o diretor.

Durante o curso foram abordadas noções de primeiros socorros e orientações de como agir em casos de emergências clínicas, tipo fraturas, hemorragias, ressuscitação cardiopulmonar, queimaduras, dentre outras situações causadas, inclusive, por incêndios. Na parte prática, os novos brigadistas aprenderam a conter e apagar incêndios de pequena proporção, sobre o uso correto do extintor e evacuação do local atingido pelas chamas, bem como as simulações de resgate.

A Brigada é formada por funcionários de vários setores e de todos os turnos, de forma que em qualquer setor da Maternidade e a qualquer hora haverá sempre brigadistas à postos para atuar com segurança em situações emergenciais. O treinamento obedece a regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas- ABNT no que diz respeito a Brigada e Plano de Emergência Contra Incêndios.

Maternidade de Patos realiza atividades para mães de bebês prematuros

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As mães de recém-nascidos prematuros que acompanham seus bebês que ainda estão sob os cuidados da UTI Neo, UCIN ou do alojamento Mãe Canguru da Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, viveram momentos bem diferentes da rotina que estão acostumadas na unidade, nesta terça-feira (19). Graças as comemorações do Dia Internacional da Sensibilização para a Prematuridade, as mães tiveram uma tarde com diversas atividades, que incluiu cortes de cabelo, escova, sobrancelha e depilação. A ação foi encerrada com um coffee break, idealizado especialmente para elas. Todos os serviços foram realizados por funcionárias voluntárias que no contra turno de trabalho se dispuseram a tornar a tarde destas mães mais alegre.

A programação especial que aconteceu no dia 18 e foi encerrada nesta terça-feira (19), segundo o diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Junior, foi idealizada para debater o tema da prematuridade, mas, também para propiciar momentos de descontração às mães que permanecem na unidade acompanhando a evolução de seus bebês prematuros. “Os bebês nestas condições necessitam de cuidados especiais e um olhar mais atento, pois muitos problemas futuros podem ser evitados quando os procedimentos nos primeiros dias de vida são corretos e adequados”, destaca Dr. Umberto, que é Pediatra.

Ele aproveitou para agradecer a disponibilidade das funcionárias que propiciaram esses momentos de descontração para a mães-pacientes. “Elas têm uma rotina estressante, pois não é fácil ficar internada numa unidade de saúde para acompanhar os filhos que se encontram sob cuidados especiais em função de terem nascido com baixo peso, com órgãos ainda em desenvolvimento e necessitando de todo um aporte tecnológico para ganharem peso e evoluírem até receberem alta e essa ação de hoje trouxe uma distração tão importante em momentos como esse”, disse o médico, lembrando que, recentemente, a Maternidade começou o projeto Crochê Terapia, justamente, para propiciar momentos de descontração as mães de prematuros na unidade. “Ganhamos até o reconhecimento, em forma de um certificado de Menção Honrosa, da Secretaria de Estado de Saúde por essa iniciativa”, lembra Dr. Umberto.

Ontem, dentro da programação do Dia da Prematuridade aconteceu uma palestra com a nutricionista Silvânia Rodrigues sobre a importância de uma alimentação saudável na vida de um prematuro e, em seguida, foi exibido um documentário sobre essa temática e feita uma complementação com fala da psicóloga Tuanny de Sá. A enfermeira Valéria, as Técnicas de Enfermagem, Valdilene e Edivânia e a Técnica em Farmácia, Rariany foram as responsáveis pela tarde de beleza das mães pacientes.

Maternidade de Patos inicia projeto ‘Crochê Terapia’ para alegrar mães que estão com filhos sob cuidados especiais

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Um novelo, uma agulha e criatividade podem mudar o astral de uma pessoa e se tornar um passatempo que tem um poder terapêutico muito grande. Foi partindo dessa premissa e buscando formas de ampliar a humanização e acolhimento às mães que acompanham a recuperação de seus filhos internos na UTI NEO ou no alojamento Mãe-Canguru, que a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, começou nesta quinta-feira, o projeto ‘Crochê Terapia’. Com a ajuda de uma professora voluntária, as mães que acompanham seus recém-nascidos sob cuidados especiais na unidade têm agora a oportunidade de aprender crochê. A primeira aula aconteceu hoje (07), e se repetira todas as quintas-feiras, das 10h às 11h. Entre uma aula e outra, as mães vão colocar em prática o que aprenderam na oficina de trabalhos manuais.

O objetivo do projeto, reforça o diretor geral da maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, é possibilitar que essas mães se distraiam e amenizem o estresse durante sua permanência na Maternidade. “Com essa iniciativa, buscamos acolher essas mães, que passam boa parte do tempo ociosas, convivendo com a expectativa de evolução do quadro de seus filhos, com algo que lhes desse prazer e as distraísse, ai surgiu essa ideia de implantar uma oficina de crochê, que vai funcionar como uma terapia alternativa de combate ao estresse”, destaca o médico, lembrando que a Maternidade comprou todo o material necessário para a realização das oficinas e que as peças produzidas pelas mães pertencem a elas, que têm ainda a liberdade de escolher quais peças querem produzir.

A professora voluntária e dona de casa, Oberlândia Avelino, moradora do bairro Brasília, em Patos, já vivenciou a experiência de necessitar permanecer internada acompanhando um filho que precisou de cuidados especiais ao nascer. “Foram 30 dias de muita angustia, expectativa, estresse cotidiano, de muito sofrimento e de quase nada para fazer, para preencher o tempo quando eu não estava retirando o leite para amamentação ou mesmo visitando meu filho na UTI. Ai quando soube da ideia da Maternidade em promover essa ação, não pensei duas vezes em aceitar o desafio e assumir o compromisso de dar minha colaboração para que essas mães possam amenizar sua angustia com algo que é tão prazeroso de fazer”, afirma Oberlândia, que vivenciou essa situação em 2015, durante 30 dias, fruto de uma gravidez gemelar e de um parto complicado.

Antes da primeira aula desta quinta-feira, Dr. Umberto se reuniu com as pacientes, no auditório do Banco de Leite, onde serão realizadas as aulas, e explicou a concepção do projeto. Em seguida, Oberlândia falou sobre a arte de fazer crochê, sobre os diferentes pontos e em pouco tempo as mães já estavam produzindo as primeiras correntinhas. “O crochê exige concentração para contagem dos pontos, ao mesmo tempo em que propicia um descanso da mente, além de dar uma sensação prazerosa a quem o pratica”, explicou ela, sugerindo que ao longo da semana, as mães busquem treinar e se aprofundar na produção dos pontos.

Para a motorista, Sayonara Medeiros, moradora do bairro Belo Horizonte, de Patos, que está na Maternidade acompanhando seu filho Sávio, que está internado na UTI Neo desde a data de seu nascimento, no dia 28 de outubro, o projeto chegou num momento muito oportuno. “Achei super interessante e adorei a iniciativa. A situação por que passamos é angustiante e essa atividade me ajudou a tirar o foco e me distraiu muito, tanto que num instante a aula aconteceu. Mesmo com as idas a UTI, o tempo demora a passar quando vivenciamos uma situação como essa e o crochê, não só no momento das aulas, mas durante todo o tempo vai nos propiciar essa distração”, disse ela, que sempre admirou quem faz crochê, mas nunca tinha parado para aprender como se faz. “Chegou o momento e até a próxima aula eu vou treinar bastante”, finalizou Sayonara.