Jeová Campos

Jeová reivindica que a Paraíba dê sua contrapartida para concluir a obra de interligação de Mauriti (CE) a Bonito de Santa Fé (PB)

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A assinatura da ordem de serviço de uma obra estratégica de restauração da rodovia CE 397, que liga o município de Mauriti, localizado no Cariri cearense, ao limite com a Paraíba, nas imediações da divisa com a cidade de Bonito de Santa Fé, foi realizada na noite da última sexta-feira (09). O governador do Ceará, Camilo Santana, esteve na cidade de Nova Santa Cruz, quando autorizou a obra, que terá um investimento de R$ 19.095.631,99, com recursos oriundo do Tesouro do Estado do Ceará e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O deputado estadual paraibano, Jeová Campos (PSB)< prestigiou a solenidade e, na ocasião, reivindicou que o governador da Paraíba, João Azêvedo, faça os três quilômetros restantes para concluir a interligação entre os dois estados.

“Se a Paraíba der continuidade a essa obra, várias cidades, a exemplo de Bonito de Santa Fé, Monte Horebe, Serra Grande, entre outros municípios, terão um canal direto para o Ceará, via Juazeiro do Norte. Eu reivindiquei, de público, ao nosso governador João Azêvedo, que faça esses três quilômetros restantes”, destacou o parlamentar, lembrando que o evento foi muito bonito, principalmente, porque o governador cearense demonstrou ser uma pessoa do povo e comprometido com a democracia. “Eu quero saudar esse gesto do governador Camilo e aguardo que nosso governador conclua essa obra tão importante”, reiterou Jeová.

A obra da rodovia faz parte do Programa de Logística e Estradas do Governo, “Ceará de Ponta a Ponta”, e vai restaurar 33,12 quilômetros. Serão realizados serviços preliminares de pavimentação, revestimento asfáltico, obras d’arte correntes, drenagem, proteção ambiental e sinalizações (vertical e horizontal). A previsão é que dentro de 360 dias ela seja concluída e passe a promover o desenvolvimento local com a abertura de uma nova rota comercial.

Preparação de associações e entidades rurais para participação no projeto Cooperar começa com encontro em Cajazeiras

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O plenário da Câmara Municipal de Cajazeiras foi palco, neste sábado (10), pela manhã de um debate que envolveu o Cooperar e a inclusão dos trabalhadores rurais neste projeto de fomento a pequenos negócios e empreendimentos. O deputado estadual Jeová Campos, presidente da Frene Parlamentar da Água e Agricultura Familiar da ALPB, foi quem articulou e coordenou o encontro que teve a participação de dirigentes de associações comunitárias rurais de Cajazeiras e cidades circunvizinhas.

“Estamos preparando as associações e entidades ligadas ao setor para terem acesso ao projeto Cooperar, essa grande iniciativa do governo que ajuda a fomentar o desenvolvimento da economia estadual em diferentes segmentos e que, agora, vai contemplar também o setor de agricultura familiar”, disse Jeová, enaltecendo seu compromisso com a agricultura familiar da Paraíba.

“Hoje é sábado, mas estamos aqui dando uma contribuição para que as coisas aconteçam porque entendo que a política tem que ser um instrumento de modificação da sociedade para melhor e dentro deste prisma não há dia para buscar isso, qualquer hora e local é oportuno, como foi hoje”, finalizou o parlamentar, lembrando que a inclusão da agricultura familiar no projeto Cooperar foi uma das propostas contidas em um documento elaborado pela Frente Parlamentar da Água e Agricultura Familiar da ALPB e entregue ao governador João Azêvedo, no final de junho.

Frente Parlamentar Interestadual sobre Transposição tem primeiro encontro marcado para Recife

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A sessão plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco, na próxima segunda-feira (12), terá a participação de deputados de outros estados do Nordeste. Isto porque, durante a sessão, parlamentares que integram a Frente Parlamentar Interestadual, que reúne deputados dos estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará, serão chamados a se manifestar em plenário. O deputado Jeová Campos (PSB-PB), um dos integrantes da Frente, já confirmou presença na sessão que está prevista para às 10h. A Frente tem o objetivo de aglutinar forças para cobrar, de forma conjunta, do Governo Federal a conclusão das obras da Transposição do Rio São Francisco.

“Boa parte da resolutividade do problema da escassez hídrica no Nordeste brasileiro passa pela conclusão desta obra que, quando a presidenta Dilma deixou o governo só faltava 5% do Eixo Norte para ser concluída. E de lá para cá, não se avançou quase nada. É preciso que nos mobilizemos para cobrar do governo a conclusão desta obra e a Frente cumprirá esse papel porque ela representará com mais força essa reivindicação”, destaca Jeová que é presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB.

O deputado Jeová lembra ainda que além de cobrar a conclusão das obras do Eixo Norte da Transposição, a Frente também reivindicará que o governo federal resolva os problemas que existem no Eixo Leste. “É preciso concluir o Eixo Norte, mas também é preciso resolver questões importantes no Eixo Leste que está pronto para funcionar, mas não tem bombeamento de água, por contingenciamento de recursos, para não se pagar energia que é cara. Essa luta então tem que ser conjunta, pois afeta vários estados do Nordeste, daí a criação desta Frente Interestadual”, reitera Jeová.

Vale lembrar que na sessão da última quarta-feira (06), os deputados paraibanos aprovaram, por unanimidade, a integração da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB na Frente Parlamentar Interestadual, que reunirá parlamentares dos estados quatro estados do Nordeste mais beneficiados com as obras da Transposição.

Pai do deputado Jeová Campos faleceu neste domingo e será enterrado nesta segunda-feira Caixa de entrada

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O Sr. Francisco de Assis Campos, pai do deputado estadual Jeová Campos faleceu na tarde deste domingo (11), aos 87 anos. Seu Assis de Noé, como era mais conhecido, deixa filhos, esposa, netos e bisnetos. Agricultor, pouco letrado, mas de uma inteligência e perspicácia acima da média, além de muito afetuoso, ele exerceu forte influência para que Jeová saísse do sítio, estudasse, se formasse e entrasse na vida pública. Ele estava em casa, no sítio Bom Jesus, localizado zona rural de Cajazeiras, onde será realizado o velório. A família ainda está definindo detalhes do velório, mas sabe-se que o sepultamento, será na tarde desta segunda-feira (12), no distrito de Bom Jesus.

O deputado, que estava no sertão onde desde sexta-feira participava de compromissos políticos, estava retornando na tarde deste domingo para João Pessoa e amanhã, pela manhã, iria para Recife, participar de uma audiência com deputados da Frente Parlamentar Interestadual da Transposição, quando soube, ainda na estrada, do ocorrido voltando imediatamente.

“Ele não era apenas meu pai. Era meu professor, era uma pessoa que esteve ao meu lado em todos os momentos de minha vida, era meu amigo e nós brincávamos muito e eu mais ainda com ele, como na última sexta-feira, quando gravei um vídeo provocando-o com coisas do passado”, disse Jeová, bastante emocionado.

Seu Assis, nos últimos tempos, oscilava momentos de vitalidade com idas a hospitais e permanência em casa, mas, manteve-se lúcido até o último momento de vida, inclusive, cantando em cerimônias familiares como o fez, recentemente, em um encontro da família. “É uma tristeza que eu não tenho palavras para definir. Fecha-se um ciclo em minha vida com essa partida, mas, ele permanecerá comigo, porque nunca sairá de meu coração e pensamentos”, disse Jeová.

Relatório da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB é apresentado durante reunião do Cooperar

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Os pontos e sugestões elencados num documento produzido pela Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, fruto de um trabalho de campo, realizado no primeiro semestre deste ano e coordenado pelo presidente da Frente, deputado Jeová Campos, foi apresentado nesta quinta-feira (08), durante reunião do projeto Cooperar, em João Pessoa. Foi o próprio deputado que apresentou, detalhadamente, as propostas que sugerem ao Governo do Estado um novo olhar e uma nova política sobre esse setor na Paraíba.

A ideia, segundo Jeová, é buscar o apoio do Cooperar para o fomento de projetos de desenvolvimento da Agricultura Familiar no estado. “Eu vim trazer a contribuição da ALPB, através de nossa Frente, para que possamos fazer essa integração Assembleia, Agricultura Familiar e Cooperar, visando atender essa finalidade pública de transformar essas sugestões em ações efetivas que possam melhorar as condições de nossos agricultores e agricultoras da Paraíba”, destacou o parlamentar.

Ainda de acordo com o presidente da Frente, a expectativa é muito boa neste sentido. “Estou muito animado com essa integração da ALPB, com a Secretaria de Agricultura Familiar, com Luiz Couto, e agora com o Cooperar e ainda a Empaer que também se integra para produzir um grande resultado, nos próximos quatro anos, para a agricultura paraibana”, finalizou Jeová.

Deputado Jeová Campos critica decisão do Governo Federal de não mais disponibilizar medicamentos para a população

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“Essa decisão do Governo Federal de não mais disponibilizar medicamentos que são importantíssimos para uma parcela significativa da população é cruel, desumana e irresponsável”, disse hoje (07), o deputado estadual Jeová Campos (PSB), ao se referir ao anúncio de que produtos que, atualmente, são distribuídos gratuitamente pelo SUS, em breve, não estarão mais disponíveis, tendo os pacientes que adquiri-los com recursos próprios.

“Como ficarão os pacientes oncológicos, por exemplo, para obter medicamentos caríssimos, para fazer o tratamento contra o câncer?”, questionou o parlamentar. O deputado disse que tomou conhecimento que os laboratórios que fornecem esses medicamentos tiveram os contratos suspensos nesta terça-feira, inclusive também foi suspenso as parcerias dos laboratórios brasileiros com os estrangeiros. “A população não mais receberá esses medicamentos e ai eu pergunto aos defensores de Bolsonaro: como vão ficar os pacientes do Hospital Laureano, por exemplo, se não teremos mais os medicamentos para fazer a quimioterapia?

Como vamos reagir diante disso ou nós vamos ficar calados, questionou o parlamentar, se adiantando e afirmando que essa decisão vai provocar um verdadeiro genocídio no Brasil. “Os pobres não têm condições de comprar remédios para quimioterapia. Isso tem que ser denunciado, combatido e, sobretudo, revisto”, finalizou Jeová.

ALPB aprova que a Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar integre Frente Parlamentar Interestadual sobre Transposição

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A conclusão das obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco é algo imprescindível para que as águas do Velho Chico consigam chegar ao sertão paraibano e a outras localidades dos estados de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte e como esse pleito diz respeito a todos esses estados, deputados estaduais destas localidades vão formar uma ampla frente parlamentar interestadual para que, de forma conjunta, possam cobrar do Governo Federal a conclusão desta obra fundamental para resolutividade do problema da escassez hídrica no Nordeste brasileiro. Na sessão desta quarta-feira (06), os deputados paraibanos aprovaram, por unanimidade, a integração da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB na Frente Parlamentar Interestadual, que reunirá parlamentares dos estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.

Em pronunciamento logo após a aprovação do requerimento de sua autoria, que solicitava a integração da Frente da Paraíba à Frente Interestadual, o deputado Jeová agradeceu a aprovação da matéria, falou da importância da conclusão das obras da transposição, convocou os deputados a se integrarem ao trabalho da Frente Interestadual e lembrou que desde que a ex-presidente Dilma deixou o governo, a obra do Eixo Norte não avançou. “Esta Casa tem cumprido seu dever de casa, tem feito esse debate através da Frente Parlamentar da Água, tem feito visitas, audiências, mas, infelizmente, as obras do Eixo Norte estão empancadas desde que a presidente Dilma saiu, desde então essa questão não anda”, disse o deputado.

Jeová lembrou ainda que embora o Eixo Leste esteja concluído, ainda há questões que precisam ser resolvidas. “É preciso concluir o Eixo Norte, mas também a gestão do Eixo Leste que está pronto para funcionar, mas não tem bombeamento, por contingenciamento de recursos, para não se pagar energia que é cara. Mas, caro é o povo ficar com sede. Uma obra de tamanha envergadura ficar sem atender a sua finalidade pública. Isso é o que é caro”, afirmou o deputado, lembrando que não justifica a água não chegar ao seu destino, nem essa luta ser ambiente exclusivo de um deputado. “É preciso que todos se unam e essa causa”, disse Jeová convocado seus colegas a se integrarem aos trabalhos da Frente.

“Não dá para entender como algo tão necessário, tão importante, tão sonhado, tão pretendido, tão desejado, por que não se conclui essa obra? Às vezes me sinto como se fosse um sabiá, numa árvores seca, olhando e cantando sozinho no deserto, mas eu não posso deixar de reconhecer que essa Casa sempre teve decisão política e correta ao levar esse debate das água da transposição e que agora dá mais um passo ao aprovar essa integração à Frente Interestadual, mas isso não pode ser feito apenas por Jeová, por isso convoco meus colegas a se engajar nessa causa”, reiterou Jeová, que aproveitou o feriado do dia 05 para se reunir com deputados pernambucanos, em Recife, para debater a formação desta Frente Interestadual.

No final de seu discurso, Jeová fez um apelo ao presidente do Brasil. “Bolsonaro, não dá para retaliar o Nordeste, não dá para retaliar o povo nordestino, não dá para discriminar a região, nós precisamos da conclusão desta obra, Vossa excelência tem que agir como estadista nesta questão, não pode olhar se a água vai chegar no Ceará ou na Paraíba, nós precisamos da conclusão desta obra que quando a presidente Dilma saiu faltava apenas 5%”, finalizou o parlamentar, lembrando que a ALPB estará de portas abertas para receber os parlamentares de outros estados para conduzir o processo de mobilização política que, de fato, sensibilize o Governo Federal para cumprir a sua missão de concluir essa obra tão importante para o Nordeste.

Reforma da Previdência aprovada na Câmara é um tiro de morte no trabalhador e deputados que votaram contra têm meu respeito e admiração diz Jeová

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“Banqueiros cada vez mais ricos e o trabalhador sem garantias. Essa é a realidade de um país onde o governo se alia a banqueiros e deixa os trabalhadores à mercê da própria sorte. Esse texto aprovado ontem na Câmara é um verdadeiro golpe contra o trabalhador brasileiro e os deputados que votaram contra têm o meu respeito e admiração”. Foi assim que o deputado estadual Jeová Campos (PSB) avaliou a aprovação na Câmara do texto-base da reforma da Previdência, no primeiro turno de votação. A matéria foi aprovada por 379 votos, contra 131, em sessão desta quarta-feira (10).

Indignado, o parlamentar reiterou o que vem dizendo em inúmeros encontros e audiências que tratam deste temática, de que essa proposta só aumenta o abismo existente entre ricos e pobres porque ela foi formulada para dificultar o acesso à aposentadoria e pensões, ou seja, está colocando o “rombo” da Previdência Social na mesa dos trabalhadores mais fragilizados do sistema. “É uma proposta de rico para ficar ainda mais rico e para o pobre ficar ainda mais pobre”, disparou Jeová.

No início deste ano, Jeová requereu, junto à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o encaminhamento de cinco propostas sobre a reforma para o Congresso Nacional. Dentre as sugestões, o deputado que é também advogado, sugeria a tipificação como crime o não recolhimento das contribuições, a revogação do limite máximo do salário de contribuição (princípio da Solidariedade), bem como a instituição de um imposto sobre as grandes fortunas, sendo esta última uma das mais importantes para o parlamentar, tendo em vista que até hoje os ricos não pagam impostos sobre seus dividendos e isso só aumenta a pobreza no país.

“Como já afirmei em outras ocasiões, a justificativa para reforma vem em nome do ajuste fiscal, que necessitaria de medidas estruturais para reduzir os gastos do Governo. Mas, o fato é que o texto continua sem instituir o imposto sobre as grandes fortunas. Só essa medida, dentre outras que enviamos ao Congresso, equilibraria em parte a situação. Contudo, a negativa para isso só coloca em evidência os interesses nefastos do governo que se alia não ao povo brasileiro, mas aos grandes banqueiros que vão ficando ainda mais ricos enquanto que o povo, está cada vez mais pobre”, disse o deputado, destacando que a Previdência deveria gerar garantias ao trabalhador, mas, ao contrário disso, ela está colocando como protagonista o empresário, a iniciativa privada e os banqueiros.

“Ela tem priorizado os acordos formulados pelos patrões. Além disso, essa é uma proposta dos ricos porque ela não pune as grandes empresas que não recolhem às contribuições, porque não combate a apropriação indébita dos recursos da previdência, porque não taxa as grandes fortunas, nem afeta os lucros exorbitantes dos banqueiros”, reforçou Jeová. Visivelmente indignado com os parlamentares que aprovaram e apoiam a reforma, ele lembra que a proposta aprovada mexe ainda com as pensões de viúvas/viúvos. “Eles não poderão mais acumular seus vencimentos ou proventos com a pensão do cônjuge falecido. Terão que optar e além disso os valores pensionatórios serão reduzidos em 60% do numerário salarial do falecido”, destacou o parlamentar.

Jeová Campos fez questão de elogiar a postura dos quatro deputados paraibanos – Damião Feliciano (PDT), Frei Anastácio (PT), Gervásio Maia (PT) e Hugo Motta (PRB) que mantiveram suas posições contra o texto. “Bravos aqueles que continuam em suas trincheiras a favor do povo brasileiro, dos trabalhadores e contra a inviabilização da Previdência Social, que agora se desmantela atendendo assim apenas aos interesses do sistema financeiro e do capital especulativo”, disse o deputado.

Jeová Campos lamenta sucateamento da Educação Pública no Brasil

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O fomento à sabedoria, ao conhecimento, é o único modo de transformar as pessoas e o mundo. A frase pode até soar clichê, mas, assim como muitos estudiosos, pesquisadores, escritores e intelectuais, o deputado Jeová Campos (PSB) também defende mais investimentos em educação, particularmente, e de forma muito específica, o parlamentar costuma dizer que foi a Educação que lhe salvou, que mudou sua realidade para melhor e que ela carrega em si uma salvação. Na contramão desse pensamento, o Governo Federal anunciou cortes nos investimentos da educação no país, especialmente, das verbas destinadas às instituições públicas de ensino. Para ele, essas medidas têm um único propósito: sucatear a Educação no país o que é uma pena.

“A situação das universidades e institutos federais no Brasil é extremamente preocupante”, destaca o parlamentar. Jeová lembra que na Paraíba, a direção tanto da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), quanto da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) já anunciaram que devem parar suas atividades em outubro por causa do contingenciamento de recursos feito pelo Ministério da Educação. Segundo declarações da reitora da UFPB, Margareth Diniz, a universidade teve cerca de R$ 44 milhões contingenciados e os recursos liberados só darão para sustentar as atividades até setembro.

Vale lembrar que o Ministério da Educação (MEC) bloqueou, no final de abril, uma parte do orçamento de universidades e institutos federais de ensino. O corte foi aplicado sobre gastos não obrigatórios, como água, luz, terceirizados, obras, equipamentos e realização de pesquisas. O MEC alega que a medida é apenas um contingenciamento e os recursos poderão voltar a ser liberados com a melhoria da arrecadação e do cenário econômico.

“Se antes falávamos em transformar, agora, com o governo de Jair Bolsonaro, a palavra é salvar mesmo. Depois de uma construção do pensamento de que a Educação era a única forma de transformar a sociedade brasileira, agora, com o eminente declínio do que conquistamos, com o contingenciamento de verbas para as universidades, o sucateamento delas, eu falo sim em salvação”, disse o parlamentar.

“Só o fomento ao conhecimento pode nos trazer melhoria de vida no futuro. Mas, pessoas como o Jair Bolsonaro têm medo de gente inteligente, do pensamento crítico e da liberdade de expressão, por isso o ataque às Universidades, que são os locais de excelência onde há pensamento crítico e uma firme resistência ao desmonte do país com esse governo”, finalizou o parlamentar.

Só resta a Moro pedir para sair do Ministério, se arrepender pelo que fez e responder criminalmente pelos seus atos afirma Jeová Campos

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Aos poucos, a opinião pública vem tendo acesso a divulgação do conteúdo das mensagens trocadas entre o então juiz federal e hoje ministro da Justiça, Sérgio Moro e o procurador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol. Nesta sexta-feira (05), o site da revista Veja trouxe mais um recorte dessas conversas. Desta vez, Moro se colocando contra a delação de Eduardo Cunha e pedindo para que o mantivessem informado a respeito da Lava-Jato. Para o deputado estadual Jeová Campos (PSB) essa é mais uma prova do quanto o ex-juiz opinava em ações exclusivas do Ministério Público e burlava os trâmites legais relacionados à Lava-Jato e o código de ética da Magistratura. “Ele envergonha toda uma classe, que o tinha como um grande nome do Judiciário e a sociedade, que acreditava ser ele um juiz imparcial. A máscara de Moro caiu. Só lhe resta agora pedir demissão, se arrepender de tudo o que fez e responder criminalmente pelos seus atos”, afirma o parlamentar.

O deputado paraibano que desde o início da Lava Jato já criticava a condução da Operação, avalia que o caso é muito mais grave do que se imagina. “Moro cometia irregularidades sistematicamente. Falam em pedido dele para que a acusação incluísse provas nos processos que chegariam em suas mãos, fez pressão em relação ao andamento ou não de delações, revisou peças dos procuradores e ainda pedia que ficassem informando a ele sobre o assunto, num completo universo paralelo, onde ele ordenava como um verdadeiro chefe do Ministério Público”, disse Jeová Campos, destacando que em virtude da imparcialidade do ex-juiz, a sentença que mantém o ex-presidente Lula preso já era para ser anulada e ele estar livre.

“Parcialidade é apenas um dos crimes que temos nesse caso. Na realidade, existia um conluio entre Moro e Dallagnol. Mas, o que ele fez foi muito maior, utilizou-se de sua ‘fama’ durante a lava-jato e começou uma série de tráfico de influência para condenar alguém sem provas e depois tornar-se Ministro. Isso é vergonhoso”, comentou o parlamentar.

Para Jeová, a única saída para Moro é pedir exoneração do cargo de ministro. “Quem se vendeu como paladino da Justiça, arauto da legalidade e contra a corrupção, não poderia nunca ter uma conduta como essa. Ele cometeu um crime de natureza pública porque abusou da autoridade e precisa responder por isso”, finaliza Jeová.