Jeová Campos

Sessão da ALPB homenageia artistas do cinema paraibano e debate apoio e incentivo à cultura e projetos locais

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O plenário da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) nesta quarta-feira (12), após a sessão plenária, se transformou no palco da cultura cinematográfica paraibana com a homenagem aos artistas paraibanos, especialmente, àqueles que se destacam nas artes cênicas e que foram premiados no Festival de Cinema de Cannes. Proposta pelos deputados Jeová Campos e Ricardo Barbosa, a sessão especial debateu o potencial cultural da Paraíba, exaltou os talentos da terra, abordou a importância de incentivo à produção local e a valorização dos artistas da terra e investimentos no cinema.

A sessão também homenageou alguns artistas com a outorga da Medalha Ednaldo do Egypto. Receberam a comenda Ingrid Trigueiro, Thardely Lima, Buda Lira, Suzy Lopes, Danny Barbosa e Jamila Costa. Houve ainda homenagens aos artistas Marcélia Cartaxo, Maria do Carmo Moreira, Buda Lira, Nanego Lira, Soia Lira, Eliezer Rolim, Thardely Lima, Lúcio Villar, Suzy Lopes, Ingrid Trigueiro, Jamila Costa, Dani Barbosa Ubiratan Pinheiro de Assis, Zezita Matos, Verônica Cavalcanti, José Dumont, Lucy Alves, Luci Pereira, Fernando Teixeira, Dadá Venceslau, Vó Mera, Lucas Veloso, Auxiliadora Braga, Jocélio Amaro, que participaram do filme Bacurau, vencedor do Prêmio do Júri no Festival do Cannes.

O deputado Jeová Campos lembrou a riqueza e grandeza da cultura paraibana e falou do entusiasmo de promover um debate em torno da cultura cinematográfica. “Nós temos grandes talentos, nossa produção é muito rica e tem expressão nacional e internacional e a minha intenção quando provoquei esse debate foi promover o setor de cinema paraibano e fazer, de alguma forma, um impulsionamento deste segmento”, disse Jeová.

O deputado Ricardo Barbosa anunciou que até a próxima semana dará entrada na ALPB num requerimento propondo a instituição do Prêmio Assembleia Legislativa da Paraíba Cinema Paraibano Contemporâneo. Os deputados Bosco Carneiro, Cabo Gilberto, Doutora Paula e Chió, o secretário de Cultura do Estado, Damião Ramos Cavalcanti, além de diretores, produtores e artistas ligados a diversos movimentos culturais do cinema paraibano participaram da sessão especial. Muitos deles deram depoimentos onde exaltaram a riqueza da cultura paraibana, as produções locais e, além de reivindicarem um maior apoio e incentivo para novos projetos e produções.

Deputado Jeová Campos reconhece que material divulgado por ele é fake news mas mantém opinião sobre postura de Moro e Dallagnol

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O deputado estadual Jeová Campos reconheceu hoje que a reprodução de trechos que seriam de conversas e troca de mensagens entre o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o coordenador da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, apresentados por ele em plenário da ALPB, durante a sessão desta terça-feira (11), de fato, eram Fake News. “Recebi as mensagens e assumo a culpa de não ter checado a veracidade da publicação em si e peço desculpas publicamente por isso, pois não aceito mentira e não divulgo mentira”, disse ele, reiterando, porém que não retira uma vírgula do que disse na tribuna sobre a postura dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato, especialmente, o ex-juiz federal Sérgio Moro e o procurador do Ministério Público Dallagnol, que atuaram no caso Lula.

Para o parlamentar, o vazamento destes áudios comprova o que todos já sabiam. “O conluio de Sérgio Moro e Dallagnol é público e notório. Eles agiram em nome do Estado Nacional, mas com violação profunda contra o Estado Nacional, pois atuaram no caso Lula motivado por questões políticas. A publicação do site The Intercept Brasil mostra a evidente colaboração inconstitucional entre o então juiz Moro e o procurador Deltan Dallagnol e eles merecem ser criminalizados por isso”, destaca Jeová.

Sobre a conduta do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, Jeová foi enfático: “Um juiz nunca pode se vincular com a acusação. Ele tem que estar acima das partes. A acusação é feita pelo Estado, mas o juiz não tem o dever de seguir o Estado, mas a lei, que é a representação do Estado. Quando um juiz se alia a acusação e orienta como ela deve proceder, como coletar provas, prendendo pessoas para poder ter um delator que incrimine um réu, ele fere o princípio da ética e dos preceitos do código penal”, destaca Jeová. Ele lembra que no processo de Lula, 73 pessoas foram testemunhas e 72 delas absolviam o ex-presidente e apenas o depoimento de Léo Pinheiro, um delator, o acusava, mas foi, justamente, esse o depoimento que o condenou sem provas.

ALPB faz encerramento do Maio Amarelo e participantes da audiência criticam mudanças no Código de Trânsito Brasileiro

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O movimento do Maio Amarelo foi tema de uma audiência presidida pelo deputado estadual Jeová Campos (PSB), nesta segunda-feira (10), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Com diversas autoridades ligadas ao trânsito nas esferas nacional, estadual e municipal, o evento teve como objetivo encerrar a campanha e envolver a sociedade no sentido de pensar novas ações para reduzir a mortalidade no trânsito. Questões como as mudanças propostas pelo Governo Federal, através do Lei (PL 3267/19), foi bastante debatido, tendo gerado, inclusive, a necessidade de envio de uma carta aos senadores e deputados federais quanto à posição das diversas entidades que são contra essas alterações no Código de Trânsito Brasileiro – CTB.

O deputado Jeová Campos, que propôs a audiência junto com o deputado Cabo Gilberto Silva (PSL), afirmou que atividades como o Maio Amarelo são imprescindíveis para a educação no trânsito e elas devem continuar sempre. Além disso, o parlamentar também aproveitou a oportunidade e chamou de “insanidade” o que trata o Projeto de Lei 3267/19, que retira a obrigatoriedade do exame toxicológico para motoristas profissionais, amplia de cinco para 10 anos a validade da CNH, aumenta de 20 para 40 pontos o limite para a suspensão da carteira e retira a obrigatoriedade de cadeirinhas para o transporte de crianças nos veículos. “Não vamos concordar com esses pontos. Vamos enviar uma carta enumerando todas essas questões para nossa bancada federal”, comentou Jeová, ao final do debate, destacando que o trânsito causa quase 60 mil mortes ao ano no Brasil.

“É um retrocesso no nosso Código de Transito Brasileiro, uma insanidade. São quase 60 mil mortes no trânsito. E, como se não bastasse isso, o Governo ainda vem com a retirada de obrigatoriedades relacionadas à segurança no trânsito e ainda quer estimular o uso de armas para atender a empresas como a Taurus. A gente não precisa de outra guerra”, arrematou o parlamentar.

Segundo a representante do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), idealizadores da campanha do Maio Amarelo, Abimadabe Vieira, a mortalidade no trânsito deve ser encarada como uma epidemia. “Estamos vivendo uma epidemia. Matávamos 1,25 mil pessoas no trânsito. Segundo a ONU e o Observatório Nacional, isso aumentou para 1,35 milhão de pessoas. O Brasil vem matando, a cada 15 minutos, um cidadão ou cidadã no trânsito e, a cada minuto, uma pessoa fica com uma sequela irreparável”, explicou Abimadabe, frisando também que o órgão tem lutado contra o PL do Governo Federal.

“Trazemos aqui nessa audiência a preocupação com essas mudanças, principalmente, com a retirada da obrigatoriedade do uso da cadeirinha para crianças. Temos que continuar defendendo as regras. Temos que dar continuidade ao uso dos equipamentos de segurança”, comentou ela, que exibiu vários filmes de acidentes para o público. “Aqui na Paraíba foram mais de 30 ações durante a campanha, de Cabedelo a Cajazeiras e vamos continuar”, garantiu.

O Superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Carlos André, afirmou que só em 2019 a polícia já tinha 71 autuações por alcoolimetria nas estradas federais na Paraíba. “Precisamos despertar a sociedade a consciência de fazer a coisa certa. Mas fazer certo não porque é lei, mas porque é o melhor para todos”, disse Carlos André, deixando seu recado.

O presidente do Instituto Via, João Eduardo Melo e o ex-diretor do DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito, Jackson Lucena, foram enfáticos sobre as propostas do Governo Federal. “O Maio Amarelo foi um movimento maravilhoso e em um momento muito propício. Aqui estávamos nós falando de vida e vem o Governo Federal com uma lei para ‘afrouxar’ as regras. As estatísticas mostram que houve uma redução de 60% no número de mortes pelo uso da cadeirinha. Temos índices altíssimos de uso de cocaína por caminhoneiros e vamos retirar o toxicológico. É um absurdo”, comentou ele, que levantou a possibilidade de se enviar uma carta a Brasília, após a audiência.

O ex-diretor do DENATRAN, Jackson Lucena, foi além e chamou de verdadeiro genocídio o que está sendo proposto pelo presidente Jair Bolsonaro. “Considero um genocídio esse PL. E o mais absurdo de tudo é que ele não traz nenhuma fundamentação. Os senhores sabem que qualquer ato jurídico, legislativo, enfim, carece de uma fundamentação que explique o porquê de se mudar. Mas, pelo contrário. No Brasil, 40% da mortalidade infantil é por acidente de trânsito. Mas, está morrendo pouco, eu acho”, ironizou. “Não existe lógica. O Brasil é o terceiro que mais mata no Trânsito, mesmo com a indústria das multas que o presidente fala”, concluiu.

Para Jeová, o Maio Amarelo foi um movimento que propôs o envolvimento da sociedade, uma mudança, um novo olhar para a mobilidade, portanto, um estímulo para continuar uma luta que é a de maior conscientização para o trânsito. “Esse é um tema que mexe com todas as nossas vidas e agora mais do nunca, com essa discussão sobre mudanças. Devemos mudar sim, para melhor, para o bem coletivo, e não para retroceder”, afirmou Jeová.

Também participaram da audiência pública a presidente da Comissão de Educação para o Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil na Paraíba (OAB-PB), Giordana Coutinho; representantes da Capitania dos Portos, do movimento “Não Foi Acidente”; o presidente da Associação das Autarquias de Trânsito, Wilson Nascimento; o gerente de trânsito do DER, Antônio Fleming e a presidente da Associação das Autoescolas da Paraíba, Sara Carvalho.

Eu sempre soube que essa sentença do então juiz Moro se tratava de uma vendita e de um linchamento moral de Lula afirma Jeová “Eu sempre soube, porque estudei aquela sentença, que ela se tratava de uma vendita, de um linchamento moral de uma liderança que, inevitavelmente, ganharia a eleição presidencial no primeiro turno. Aquela ‘encomenda’ foi feita de forma arbitrária porque feriu com todos os preceitos do código de processo penal. O então juiz federal Sérgio Moro, junto com o procurador do Ministério Público Deltan Dallagnol montaram uma verdadeira gang jurídica contra as instituições do Estado Nacional”, afirmou hoje (10), o deputado estadual Jeová Campos. Advogado e professor licenciado do curso de Direito da UFCG, ele fez referência aos áudios vazados pelo The Intercept Brasil que mostram que força-tarefa da Lava Jato atuou com o objetivo de impedir a vitória eleitoral de Lula, antecipando a prisão dele fazendo uso de provas consideradas inconsistentes pelos próprios acusadores. Ainda segundo o parlamentar, um juiz nunca pode se vincular com a acusação. “O juiz tem que estar acima das partes. A acusação é feita pelo Estado, mas o juiz não tem o dever de seguir o Estado, mas a lei que é a representação do Estado. Quando um juiz se alia a acusação e orienta como ela deve proceder, como coletar provas, prendendo pessoas para poder ter um delator que incriminasse Lula, ele fere o princípio da ética e dos preceitos do código penal”, reitera Jeová. Ele lembra que 73 pessoas foram testemunhas no processo e todas absolviam Lula e apenas o depoimento de Léo Pinheiro, um delator preso, foi considerada para poder firmar aquela vendita e justicialista sentença. Para o parlamentar, o vazamento destes áudios comprova o que todos já sabiam. “Agora está comprovada o conluio de Sérgio Moro e Dallagnol e o Supremo Tribunal Federal não tem alternativa. Tem que anular todo esse processo e digo mais é preciso responsabilizar criminalmente tanto Moro como Dallagnol que agiram em nome do Estado Nacional, mas com violação profunda contra o Estado Nacional”, reiterou Jeová, lembrando que a força-tarefa da Lava Jato atuou no caso Lula motivado por questões políticas. “Nos áudios fica evidente a colaboração inconstitucional entre o então juiz Sérgio Moro e o procurador do Ministério Público Deltan Dallagnol e eles merecem ser criminalizados por isso”, finaliza Jeová.

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“Eu sempre soube, porque estudei aquela sentença, que ela se tratava de uma vendita, de um linchamento moral de uma liderança que, inevitavelmente, ganharia a eleição presidencial no primeiro turno. Aquela ‘encomenda’ foi feita de forma arbitrária porque feriu com todos os preceitos do código de processo penal. O então juiz federal Sérgio Moro, junto com o procurador do Ministério Público Deltan Dallagnol montaram uma verdadeira gang jurídica contra as instituições do Estado Nacional”, afirmou hoje (10), o deputado estadual Jeová Campos. Advogado e professor licenciado do curso de Direito da UFCG, ele fez referência aos áudios vazados pelo The Intercept Brasil que mostram que força-tarefa da Lava Jato atuou com o objetivo de impedir a vitória eleitoral de Lula, antecipando a prisão dele fazendo uso de provas consideradas inconsistentes pelos próprios acusadores.

Ainda segundo o parlamentar, um juiz nunca pode se vincular com a acusação. “O juiz tem que estar acima das partes. A acusação é feita pelo Estado, mas o juiz não tem o dever de seguir o Estado, mas a lei que é a representação do Estado. Quando um juiz se alia a acusação e orienta como ela deve proceder, como coletar provas, prendendo pessoas para poder ter um delator que incriminasse Lula, ele fere o princípio da ética e dos preceitos do código penal”, reitera Jeová. Ele lembra que 73 pessoas foram testemunhas no processo e todas absolviam Lula e apenas o depoimento de Léo Pinheiro, um delator preso, foi considerada para poder firmar aquela vendita e justicialista sentença.

Para o parlamentar, o vazamento destes áudios comprova o que todos já sabiam. “Agora está comprovada o conluio de Sérgio Moro e Dallagnol e o Supremo Tribunal Federal não tem alternativa. Tem que anular todo esse processo e digo mais é preciso responsabilizar criminalmente tanto Moro como Dallagnol que agiram em nome do Estado Nacional, mas com violação profunda contra o Estado Nacional”, reiterou Jeová, lembrando que a força-tarefa da Lava Jato atuou no caso Lula motivado por questões políticas. “Nos áudios fica evidente a colaboração inconstitucional entre o então juiz Sérgio Moro e o procurador do Ministério Público Deltan Dallagnol e eles merecem ser criminalizados por isso”, finaliza Jeová.

Jeová e Cabo Gilberto farão audiência pública para encerramento do Maio Amarelo nesta segunda-feira

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Os deputados estaduais Jeová Campos (PSB) e Cabo Gilberto, realizarão, na próxima segunda-feira (10), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), uma audiência pública para marcar o encerramento do movimento Maio Amarelo, uma ação desenvolvida pelo Observatório Nacional de Segurança Viária – ONSV com o objetivo de envolver a sociedade em novas ações sobre mobilidade urbana e a segurança no trânsito. O evento terá início às 15h e contará com a presença de diversas autoridades e entidades ligadas à mobilidade urbana do estado, bem como também já confirmaram presença os representantes do ONSV, idealizadores da campanha.

Como autor de uma indicação de Projeto de Lei que introduz os estudos de Código de Trânsito nas escolas da rede em ensino estadual, na missão de formar os futuros condutores, Jeová acredita que o Maio Amarelo é um estímulo à reflexão de todos que fazem parte do Trânsito. O parlamentar afirmou que a discussão acontece em um momento muito propício, tendo em vista as mudanças que estão sendo propostas pelo Governo Federal que, na opinião dele, faz com que a sociedade retroceda em segurança.

“Ele foi um movimento que propôs o envolvimento da sociedade, uma mudança, um novo olhar para a mobilidade. Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, para escolher a vida, um trânsito mais seguro e ele deve continuar sempre, agora, mais do nunca”, comentou, acrescentando que as propostas do Governo Federal a respeito da liberação do exame toxicológico e o fim das multas para quem deixa de usar cadeirinha para crianças é um verdadeiro atraso em relação a todas às ações já conquistas pela sociedade em relação à paz e segurança no trânsito.

“O rigor nas leis de trânsito só fez bem. Reduzimos o número de acidentes por embriaguez ao volante, garantimos um pouco mais de segurança para as crianças através de cadeirinhas apropriadas, o uso obrigatório dos cintos de segurança, radares nas estradas, então, ignorar essas conquistas agora é um retrocesso. Não podemos voltar no tempo, principalmente quando temos outro trânsito. Diferente de tempos atrás, hoje temos uma frota muito maior de veículos e temos que garantir sempre um mínimo de segurança a todos nós”, explicou o deputado.

Deputado Jeová Campos tem agendas no Ministério do Desenvolvimento Regional e no Tribunal Superior do Trabalho em Brasília

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Buscar respostas e cobrar soluções sobre algumas ações ligadas as obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, sobre a recuperação das barragens de Engenheiro Ávidos e de São Gonçalo e também do canal que liga Caiçara a Engenheiro Ávidos. Essas foram as pautas do encontro do deputado estadual Jeová Campos (PSB) com o secretário Nacional de Infraestrutura Hídrica, Marcelo Borges, no Ministério do Desenvolvimento Regional, em Brasília, nesta quarta-feira (05). Após se reunir com o secretário, o deputado seguiu para a sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST), para debater com o presidente da instituição, ministro João Batista Brito Pereira, a extinção da Vara do Trabalho de Cajazeiras.

“O presidente do TST se sensibilizou com nosso pleito e se prontificou a buscar junto ao Tribunal Regional do Trabalho na Paraíba um diálogo que possa construir uma alternativa a essa extinção da Vara do Trabalho da cidade de Cajazeiras”, disse Jeová, destacando a união da classe política de Cajazeiras que, independente, de siglas partidárias, abraçou essa causa de forma conjunta. “Essa união e nossos argumentos sensibilizou o presidente do TST que disse que iria buscar esse entendimento”, reiterou Jeová.

A extinção da Vara do Trabalho em Cajazeiras foi decidida, por unanimidade, pelo pleno do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em sessão realizada no dia 16 de maio, em João Pessoa. Além de Jeová, participaram da audiência no TST, o senador José Maranhão e os deputados federais, Frei Anastácio, Efraim Filho e Wilson Santiago, os deputados estaduais, Wilson Filho, Dra. Paula e Júnior Araújo, além do prefeito de Cajazeiras, José Aldemir e o vice-presidente da OAB Paraíba, João de Deus Quirino Filho e outros representantes da OAB estadual. Essa decisão compromete, diretamente, o acesso à Justiça para 154 mil pessoas, de 12 municípios do sertão paraibano.

Além de Cajazeiras, os cidadãos de Cachoeira dos Índios, Bom Jesus, São João do Rio do Peixe, Triunfo, Santa Helena, Bernardinho Batista, Poço José de Moura, São José de Piranhas, Carrapateira, Monte Horebe e Bonito de Santa Fé, que fazem parte da Vara, foram prejudicados com essa extinção.

A Paraíba tem grande potencial para energia solar mas ainda não está aproveitando essa riqueza da natureza como deveria afirma Jeová

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Como ex-presidente da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e um defensor da preservação do Meio Ambiente e do uso de energias renováveis, o deputado estadual Jeová Campos (PSB), voltou a destacar, nesta quarta-feira (05), ao lembrar do Dia Mundial do Meio Ambiente, que a Paraíba tem grande potencial para o uso da energia solar e precisa se movimentar mais em relação a isso. Para ele, que hoje preside a Frente Parlamentar da Água e da Agricultura, o dia 05 de junho levanta diversas discussões, inclusive sobre o uso racional dos recursos renováveis. “Aqui, em nosso estado, há abundância de radiação solar, mas muito pouco ainda é aproveitado disso que a natureza nos dá de graça”, afirma ele.

O parlamentar, enquanto esteve à frente da Comissão do Meio Ambiente, coordenou, em 2016 e 2017, diversas atividades no sentido de unir esforços de vários setores da comunidade científica para discutir o tema e elaborar soluções viáveis para reduzir os impactos da ação do homem sobre a natureza e aproveitar essa radiação solar que incide na Paraíba. Um dos temas mais frequentes de discursos, pautas e ações, foi sobre o uso de energias renováveis como a solar e a eólica na Paraíba. De acordo com Jeová, um dos locais que mais possui incidência de radiação solar no mundo fica na Paraíba, nas imediações da cidade de São Gonçalo, o que, caso aproveitado, poderia colocar o estado no topo das localidades que utilizam energias limpas, renováveis.

“Lá, durante todo o ano, registra-se mais de 3 mil horas de sol por metro quadrado, quando a média de radiação solar gira em torno de 2 mil metros quadrados. Além disso, nosso estado também é rico em silício, um dos principiais materiais utilizados na fabricação de células fotovoltaicas que captam a luz solar transformando-a em energia. Então, não vejo motivos para não aproveitar isso. Vários países já estão fazendo isso e aqui mesmo na Paraíba já temos experiências nesse sentido”, disse Jeová, ancorado em informações de cientistas das Universidades Federais de Pernambuco e da Paraíba.

Essas são questões que, para ele, precisam ser conhecidas pelo governador, prefeituras, entidades e empresas que trabalham no desenvolvimento de tecnologias e toda a comunidade científica. “O Meio Ambiente e também do uso das energias renováveis não deve se restringir às pessoas ou entidades que lutam pela preservação da natureza e suas fontes esgotáveis de energia. Todos devemos abraçar o tema. Sabemos que o aquecimento global tem provocado diversos desastres naturais e que a temperatura na Terra deve aumentar de 2 a 3 graus até o final do século. Precisamos mudar nossos hábitos”, afirmou Jeová, frisando que a Paraíba tem por onde começar. “Esses recursos naturais é uma excelente fonte de desenvolvimento e precisamos aproveitá-los de maneira mais produtiva, além disso, as mudanças climáticas exige de todos nós mudanças de costumes, posturas e atitudes então que comecemos a nos transformar antes que seja tarde demais”, concluiu Jeová.

Deputado Jeová participa de plenária preparatória que debateu mobilização do dia 14 contra cortes na Educação e outros retrocessos

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A mobilização nacional, que acontece no próximo dia 14 de junho, contra a reforma da previdência, os cortes nas universidades públicas e essa política do governo Bolsonaro que favorece os banqueiros e grandes capitais em detrimento da imensa maioria da população brasileira, teve importante plenária preparatória, nesta segunda-feira (03), à tarde, no Campus da UFPB, em João Pessoa. Convocada pelo deputado federal, Gervásio Maia Filho, com apoio do deputado estadual Jeová Campos, o evento que definiu estratégias de mobilização para a Paraíba, teve ainda a participação do deputado federal, Alessadro Molon, do PSB do Rio de Janeiro.

“A mobilização popular é a única forma da população brasileira mostrar que não concorda com esses cortes na Educação, que não aceita esse projeto de Reforma da Previdência, que não quer que o capital nacional seja dado de graça, enfim, o povo nas ruas mostrará sua indignação diante deste cenário e passará um recado de que o Brasil precisa ter políticas públicas voltadas a maioria e que não aceitará essa política implementada pelo governo Bolsonaro”, disse Jeová.

O deputado tem feito reiterados discursos na ALPB com duras críticas ao governo federal, especialmente, contra o projeto de reforma da previdência, além de participar de audiências públicas e plenárias esclarecendo os prejuízos que ela trará ao trabalhador brasileiro se for aprovada da forma como tramita no Congresso Nacional. “Essa reforma da forma como ela está sendo proposta é um crime contra o trabalhador brasileiro que terá que trabalhar mais tempo e receberá menos quando se aposentar. Ela é, na realidade, uma iniciativa que beneficia banqueiros e o capital especulativo. O povo tem que ir às ruas e dizer não a tudo isso e vamos fazer isso no dia 14 de junho”, finaliza Jeová.

Deputado estadual Jeová Campos participou da plenária prepratória realizada na UFPB nesta segunda-feira (1)

Jeová Campos fala de sua satisfação com a inauguração da nova escola de Capim cujo mandato contribuiu com esse pleito da população

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O deputado estadual Jeová Campos (PSB) se confraternizou com a população do município de Capim, na última sexta-feira (31), tendo em vista a alegria da daquela comunidade em receber a nova Escola Estadual de Ensino Médio Agropecuarista José Wilson de Albuquerque Melo. A entrega do equipamento, que teve um investimento de R$ 2,4 milhões, com recursos próprios do governo do estado, foi realizada pelo governador João Azevedo (PSB) na presença de diversas autoridades políticas da região. Cerca de 500 estudantes passarão a ser beneficiados com a estrutura da nova escola, cujo mandato de Jeová teve importante participação nessa conquista.

Na oportunidade, Jeová destacou o empenho do ex-governador Ricardo Coutinho e parabenizou o atual governador, João Azevedo, pela continuidade do trabalho. “Estou muito feliz de estar participando da entrega desse equipamento. Essa escola foi construída com a luta política do vereador Neto Chaves, Edvaldo, Adauto, Zé Ramos, Guiomar, com apoio de nosso mandato e, sobretudo, da determinação e visão do ex-governador Ricardo Coutinho, que acatou o pleito e ordenou a construção dessa escola. Estou vindo aqui agradecer ao atual governador João Azevedo. Mas, nada disso estaria acontecendo se não fosse o trabalho definido por Ricardo Coutinho. A ele todas as minhas reverências, e meus parabéns a João por ter, nesse instante, realizado esse grande sonho da comunidade de Capim”, afirmou o deputado.

A Escola Estadual de Ensino Médio Agropecuarista José Wilson de Albuquerque Melo tem quatro salas de aula, laboratórios de Ciências, Matemática, Robótica e Informática, biblioteca, sala de professores, secretaria, diretoria geral, sala de arquivo, espaço pedagógico, recreio, depósito e área de convivência, cozinha, despensa, baterias de banheiros acessíveis, estacionamento, hall e rampa de acessibilidade.

Além disso, a unidade é padrão e atende a diversos critérios de engenharia inteligente. Um dos destaques é a utilização de iluminação natural e a estrutura de aproveitamento de água da chuva que poderá ser utilizada, por exemplo, em banheiros, na irrigação de jardins, na lavagem de pisos, etc.

Para Jeová, é sempre uma satisfação acompanhar o governador na entrega de obras que tem o potencial de mudar e transformar o futuro de uma população. “Acompanhar o governador em ações que melhoram a vida dos paraibanos me renovam as esperanças. Eu sempre acreditei na Educação, minha história de vida é um exemplo do quanto a educação pode mudar a nossa trajetória e com essas ações, com um governo que sempre investiu na Educação, eu me sinto, particularmente, muito feliz e ainda mais comprometido”, finalizou o parlamentar.

“Moro deve pedir exoneração do cargo de Ministro” afirma deputado Jeová Campos se referindo às informações reveladoras do Intercept

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A relação promiscua entre o atual Ministro da Justiça Sérgio Moro e o procurador da força-tarefa da Lava Jato Deltan Dallagnol, além da revelação de que muitos procuradores do Ministério Público Federal tinham total consciência de que Moro agia de maneira sistemática e descumprindo as leis, tem indignado muita gente, principalmente, quem tem formação na área de Direito como é o caso do deputado Jeová Campos (PDB). Para o parlamentar, Moro insistir na estratégia de que não reconhece a autenticidade dos dados e não pedir exoneração do cargo de ministro mostra o quanto é grave a situação.

“A opção menos vergonhosa, nesse caso, seria, além de reconhecer sua culpa no caso, principalmente em se tratando das conversas que evidenciam influências dele (Mror) na Lava Jato e que mostraram o esforço conjunto para condenar o ex-presidente Lula, era também pedir a exoneração de seu cargo de ministro. Isso também serve para os procuradores envolvidos nos diálogos, já que mostra a omissão deles nesse processo todo que resultou na prisão do ex-presidente”, ponderou Jeová.

Para o deputado, que desde o início do processo da Lava Jato já questionava determinadas práticas dos procuradores e do próprio Moro, o fato do ex-juiz federal ter sido apontado por uma das procuradoras, a Monique Cheker, como aquele que “viola o sistema acusatório e é sempre tolerado pelos seus resultados” e muito grave. “De toda a conversa, essa frase da procuradora sintetiza tudo. Ele precisa sofrer as sanções cabíveis que esse caso requer e Lula deve ser solto sim, pois estamos diante de um ato criminoso para condenar alguém sem provas e com a clara manipulação de quem deveria ser completamente neutro no processo e foi exatamente o contrário”, reitera Jeová.