Jeová Campos

Deputados da Frente Parlamentar Interestadual têm agenda em Brasília para tratar da conclusão das obras da Transposição do São Francisco

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Os deputados que integram a Frente Parlamentar Interestadual em Defesa da Conclusão das Obras dos Eixos Leste e Norte da Transposição do Rio São Francisco, das Assembleias Legislativas da Paraíba, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte, estarão em Brasília, partir das 15h desta terça-feira (10) e até o final da tarde da quinta-feira 12). Na agenda dos parlamentares estão reuniões e cobranças sobre as dificuldades enfrentadas na operação do Eixo Leste e conclusões de etapas das obras do Eixo Norte; bem como, problemas relacionados às obras complementares.

“As populações beneficiadas pelo projeto da Transposição precisam ter acesso, efetivamente, à água tanto para irrigação, quanto para consumo humano e animal e é isso que vamos cobrar”, diz o deputado estadual Jeová Campos, presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB que será o representante paraibano na comitiva que é formada ainda pelo deputado Antônio Fernando (PSC-PE), Guilherme Landin (PDT-CE) e Francisco do PT (PT-RN). Os parlamentares irão se reunir com as bancadas federais dos estados que compõem a Frente e vão tentar viabilizar audiências com o Ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, com o Presidente da Codevasf – Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco, Marcelo Andrade Moreira Pinto, ainda com o Presidente da ANA – Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu e se possível com os relatores dos orçamentos da União (LOAS, LDO, PPA).

“Vamos mobilizar as bancadas federais dos estados do Nordeste pela conclusão das obras do Eixo Norte, paralisadas desde a saída da ex-presidente Dilma, e ainda pela retomada das ações que asseguram a chegada das águas no Eixo Leste. Essa obra tão importante para o Nordeste precisa ter a devida atenção do Governo Federal”, afirma Jeová.

Para o parlamentar, a recente notícia da assinatura de um decreto que entrega à iniciativa privada a incumbência de gerar e vender energia ao longo dos canais Norte e Leste da Transposição também deve ser pauta desta viagem à Brasília. “Não podemos concordar com isso. Esse decreto merece todo o nosso repúdio, pois a água para o Nordeste é para as camadas mais pobres, é para minimizar os efeitos da seca e entregar uma obra dessas à iniciativa privada é o mesmo que tirar o direito do nordestino ter água para viver e para o pequeno plantio, para sua subsistência”, afirma o parlamentar. Jeová se refere ao Decreto de número 9954/19, publicado no Diário Oficial da União (DOU), da última quinta-feira (05).

Jeová critica Decreto que direciona para a iniciativa privada ações da Transposição e chama de “molecagem” a atitude de Bolsonaro

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O Diário Oficial da União (DOU) desta última quinta-feira (05) trouxe um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro incluindo o Projeto de Integração da Bacias do Rio São Francisco no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI). A qualificação do projeto como “obra estratégica para estudos que visem à conclusão de suas obras e contrato de parceria com o setor privado para sua operação e manutenção”, inquietou o deputado estadual Jeová Campos, presidente da Frente Parlamentar da Água e de Agricultura Familiar da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Ao tomar conhecimento do decreto de número 9954/19, Jeová irritou-se e disse que “privatizar o projeto é uma insanidade”.

Para o deputado, entregar à iniciativa privada uma obra que beneficia o nordestino pobre é o mesmo que não fazer valer o seu direito de sobrevivência, tendo em vista a contradição de se envolver a iniciativa privada, que visa o lucro, em ações contra a seca. “Esse decreto merece todo o nosso repúdio. Não podemos concordar com isso. Isso é uma molecagem desse presidente”, disparou Jeová. “Só uma pessoa inimputável, que não pode ser processada, pode propor um absurdo desses. A água para o Nordeste é para as camadas mais pobres, é para minimizar os efeitos da seca. Entregar uma obra dessas à iniciativa privada é o mesmo que tirar o direito do nordestino ter água para viver e para o pequeno plantio, para sua subsistência. Isso é revoltante”, afirmou o parlamentar.

Em justificativa, o Governo explica que o maior custo das obras é em relação à energia elétrica por causa do conjunto de estações elevatórias já construídas. Assim, a iniciativa privada seria chamada para gerar e vender energia ao longo dos canais Norte e Leste. No segundo artigo do decreto diz que ‘O Ministério de Minas e Energia encaminhará ao Conselho Nacional de Política Energética – CPE – proposta de medidas para realização de leilão com vistas à redução dos custos de energia para a operação do PISF (Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional)’.

Sobre o abastecimento

Em nota divulgada nesta segunda-feira (02), o Ministério do Desenvolvimento Regional explicou que, por recomendação da Agência Nacional de Águas (ANA), em abril de 2019, o bombeamento do Eixo Leste foi interrompido para averiguar a segurança do reservatório Cacimba Nova, já que foi encontrado cerca de 2 km de rachaduras. “Após investigações na barragem, a estrutura foi liberada em julho para novas avaliações – o que incluiu a retomada do bombeamento. Contudo, em agosto, os equipamentos de monitoramento emitiram alerta durante a fase final de enchimento da barragem. E o MDR determinou a interrupção da atividade”, diz a nota.

Já as obras do Eixo Norte, que abastecerá uma população de pelo menos 500 mil habitantes nas cidades de Monte Horebe, São José dos Piranhas e Cajazeiras, ainda há trechos para serem concluídos. Vale destacar que antes da ex-presidente Dilma deixar o governo, faltava apenas 5% desse trecho da Transposição ser concluído. “De lá para cá, entrou Temer e Bolsonaro já vai fazer nove meses de mandato e nada foi feito”, desabafa Jeová, lembrando que o Eixo Leste da Transposição abastece mais de um milhão de pessoas, em 46 municípios, sendo 12 em Pernambuco e 34 na Paraíba. “Esse projeto grandioso precisa cumprir seu papel de garantir a segurança hídrica da população que habita regiões que sofrem com longos períodos de estiagem e se ele for privatizado, certamente, não cumprirá esse papel”, finaliza o parlamentar que, no próximo dia 10, estará em Brasília cumprindo agenda para cobrar do governo federal e da bancada federal paraibana um posicionamento sobre essas questões.

Seminários sobre o Paraíba Rural Sustentável são um sucesso e dão o norte para uma política de agricultura familiar que projetará a PB

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“Eu não tenho dúvidas que esse exitoso programa ‘PB Rural Sustentável’, que desenha um novo olhar e norte sobre as políticas públicas da Paraíba para o setor de Agricultura Familiar, projetará o nosso Estado de forma muito especial nos próximos anos”, disse hoje (05), o deputado estadual Jeová Campos, após participar do Seminário em Catolé do Rocha. Essa semana, o parlamentar que é presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, direcionou sua agenda para os debates que aconteceram em Cajazeiras, Sousa e em Catolé do Rocha.

“Estamos dando sequência a um trabalho executado pela Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, a partir do qual percorremos vários municípios da Paraíba, colhendo informações e sugestões com os agricultores, que agora começam a ser debatidas nestes seminários para serem, oportunamente, colocadas em prática com apoio do Governo, por meio de investimentos do Cooperar”, destaca Jeová Campos.

Entusiasmado com a adesão e participação dos agricultores nos debates, principalmente, com o que ocorreu hoje (05), em Catolé do Rocha, o parlamentar enaltece a iniciativa do atual governo em promover o desenvolvimento da Agricultura Familiar no Estado e seu entusiasmo com essa causa. “Estou convencido que essa bandeira da Agricultura Familiar será a principal razão de meu mandato nos próximos anos porque eu sinto no olhar dos agricultores uma sensação de esperança muito grande de que dias muito melhores virão. Tenho certeza também que o setor projetará a Paraíba de forma diferenciada nos próximos anos”, disse o deputado, parabenizando o governador João Azevedo pelo Programa.

Jeová lembra que as ações do programa ‘PB Rural Sustentável’, executado pelo Governo do Estado, por meio do Projeto Cooperar, vinculado à Secretaria de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido (Seafds), pretende beneficiar entre 2019 e 2023, 44.600 famílias de agricultores da zona rural do Estado, com investimentos da ordem de US$ 80 milhões, sendo US$ 50 milhões oriundos do empréstimo do Banco Mundial, e US$ 30 milhões da contrapartida do Governo do Estado da Paraíba e das Comunidades.

Deputado Jeová, que já foi paciente do Laureano, agradece ao governador pelo anúncio de repasse de recursos ao Hospital

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O deputado estadual Jeová Campos (PSB), que já foi paciente do Hospital Napoleão Laureano, parabenizou o Governador da Paraíba, João Azevedo, pelo anúncio do repasse de R$ 4,2 milhões, por ano, para o Hospital por meio de um convênio com a Secretaria de Estado da Saúde. O parlamentar, que esteve reunido com a direção do Hospital, na semana passada, foi um articulador com o governo do estado na busca de uma alternativa para ajudar a unidade de saúde que passa por grandes dificuldades, principalmente, para manter o tratamento de cerca de 500 pacientes quimioterápicos no estado.

“Ainda durante a reunião com a direção do Laureano, eu telefonei para o secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, e pedi a ele que intercedesse junto ao governador para buscar uma alterativa da SES ajudar a unidade e para minha grata surpresa e para a felicidade de milhares de pessoas que precisam de tratamento contra o câncer, fui informado que o governador autorizou a formalização de um convênio que assegurará um repasse mensal à unidade”, destaca o parlamentar.

Ainda segundo o deputado, o Laureano tem uma demanda que é de 94% de pacientes do Sistema Único de Saúde realizando milhares de procedimentos como exames e tratamentos, sendo que a tabela do SUS não é reajustada há dez anos. “Isso também precisa ser revisto, porque todos os medicamentos oncológicos são importados, pagos em dólar e com a tabela congelada há tanto tempo, o hospital não tem como arcar com esse custo sozinho”, reitera Jeová, lembrando que embora a legislação que disciplina os hospitais filantrópicos determine que a unidade só precisaria destinar seus serviços a 60% de pacientes do SUS, esse percentual no Laureano é muito maior. “Não existe outro hospital como o Laureano para atender aos doentes oncológicos no estado, então não há outra saída a não ser absorver essa demanda”, explica ele.

“Estou muito agradecido ao Governador por ter ouvido e sido sensível com esse pedido de socorro do Laureano e sei que falo em nome de diversas famílias que tem alguém parente doente e que estava com seu tratamento suspenso por falta de medicamento. Esse gesto é um alento de esperança para às pessoas que recebem um diagnóstico de câncer e precisam lutar para vencer a doença e encontram no Laureano um excelente aliado”, destaca Jeová.

Segundo informações divulgadas pelo governo, o convênio com repasse de R$ 350 mil por mês será assinado nos próximos dias em solenidade no Hospital Napoleão Laureano. Além de interceder junto ao secretário de saúde do estado, Jeová também sugeriu, em discurso na ALPB, na semana passada, que as Prefeituras e a sociedade como um todo devem ajudar o hospital. Como medida emergencial de apoio ao Laureano, ele pediu que os prefeitos paraibanos também ajudem no tratamento dos pacientes encaminhados pelos municípios para a instituição. “Afinal, qual dos 223 municípios não mandam pacientes para o Laureano? É preciso convocar a todos para esse momento. É muito duro você ter um diagnóstico de câncer e não ter tratamento. Todos podem contribuir com uma pequena participação no custeio das despesas dos medicamentos dos pacientes encaminhados para o Laureano e os prefeitos também”, finaliza Jeová.

Jeová participa do Ciclo de Seminários do projeto ‘PB Sustentável’ em Cajazeiras

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Com o objetivo de deixar os produtores rurais da Paraíba a par do que o Governo do Estado pretende fazer para alavancar o setor rural, através do projeto “PB Sustentável”, o deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, Jeová Campos, esteve em Cajazeiras na manhã desta terça-feira (03), em mais uma edição do Ciclo de Seminários de Divulgação e Informações do projeto. O plano é investir R$ 320 milhões, sendo R$ 200 milhões do Banco Mundial e R$ 120 milhões com contrapartida do Governo do Estado e das comunidades, para a implantação de abastecimento de água completo, com perfuração de poços, abastecimento de água simplificado (poços e cisternas); dentre outras ações, melhorando a convivência de cerca de 165 mil pessoas com as vulnerabilidades climáticas do estado.

O encontro com diversos agricultores da região polarizada por Cajazeiras aconteceu no auditório do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) e reuniu também além de Jeová Campos, autoridades como o ex-deputado federal e secretário de Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido, Luiz Couto, e o coordenador do projeto Cooperar, Omar Gama. O projeto PB Sustentável é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido (Seafds) e do Projeto Cooperar.

Segundo informações do Governo do Estado, o projeto pretende contemplar 222 municípios paraibanos da zona rural ou que vivam em pequenos aglomerados urbanos com até 2,5 mil habitantes dando, primeiro, acesso a melhores condições de vida e dignidade aos agricultores familiares do Estado, proporcionando-lhes, por exemplo, o acesso primordial à água potável para uso em casa, na agricultura e na pecuária. Outra forma de investimento será no apoio às Alianças Produtivas através de Associações e Cooperativas de produção, na gestão e acesso a mercados.

A ideia do Ciclo de Seminários é apresentar a proposta do estado para os produtores rurais. Nesta quarta-feira o evento será realizado em Sousa e depois em Catolé do Rocha. Para o deputado Jeová Campos, o projeto é uma realização importante para o estado, que precisava ter esse olhar diferenciado para o produtor rural familiar. “Já percorri vários municípios paraibanos colhendo informações e esses encontros são muito importantes para que o estado possa articular seus projetos conforme o que cada um necessita. Aqui estamos articulando essa relação do estado com os produtores através de cooperativas e associações. Levando as informações para que eles possam se credenciar no projeto e avançar com sua produção”, comentou o parlamentar.

Vale lembrar que os interessados em participar do “Paraíba Rural Sustentável” devem estar lotados em uma entidade legalmente constituída há pelo menos dois anos; a entidade deverá estar adimplente com o Cooperar e outros órgãos; o beneficiário deve pertencer formalmente ao quadro de sócios da entidade; e também pertencerem a comunidades rurais ou aglomerados urbanos com até 2,5 mil habitantes. O projeto dará prioridade às comunidades indígenas, quilombolas; comunidades com maior número de famílias chefiadas por mulheres; comunidades com dificuldades de acesso à água; comunidades que tenham deficiência de água em quantidade e/ou qualidade, entre outros critérios.

Deputados da PB, PE e RN têm agenda em Brasília no próximo dia 10 para tratar do tema Transposição do Rio São Francisco

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O ato SOS Transposição realizado em Monteiro, neste domingo (01), não ficou marcado apenas pelas manifestações pró conclusão das obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, nem da reativação dos serviços do Eixo Leste, nem tão pouco à críticas à inercia do governo federal em relação ao projeto. Os deputados que integram a Frente Interestadual da Água, que congrega parlamentares da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará, se reuniram e definiram uma agenda para o próximo dia 10, em Brasília.

Além do deputado estadual Jeová Campos (PSB), presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, participaram da reunião, o deputado estadual por Pernambuco, Antônio Fernandes (PSC), que preside a Frente de PE, e o parlamentar do Rio Grande do Norte, Chico do PT, que preside a Frente Paramentar das Águas do RN. “Definimos que no próximo dia 10 iremos à Brasília para mobilizar as bancadas federais dos estados do Nordeste pela conclusão das obras do Eixo Norte, paralisadas desde a saída da ex-presidente Dilma, e ainda pela retomada das ações que asseguram a chegada das águas no Eixo Leste”, disse Jeová.

Na avaliação do parlamentar paraibano, o ato realizado em Monteiro foi muito positivo. “Não tivemos um público tão numeroso quanto ao ato anterior que contou com a presença de Lula e de diversas caravanas, mas, já esperávamos isso, em função da desmobilização das pessoas e entidades tão fragilizadas com os cortes realizados pelo governo federal em várias áreas, mas tivemos um bom debate de ideias que nos animou bastante a continuar nesta luta pela Transposição e em defesa dos interesses do povo nordestino”, destaca Jeová.

O evento de Monteiro contou com a participação do ex-prefeito de São Paulo e ex-candidato do PT à presidência, Fernando Haddad, que fez duras críticas a maneira como Bolsonaro trata o Nordeste e conduz os destinos do país, e da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, além do senador Veneziano Vital (PSB) e dos deputados federais Gervásio Maia (PSB) e Damião Feliciano (PDT). Prefeitos e vereadores de vários municípios também prestigiaram o ato, além de populares.

Privatizar a Dataprev e Serpro é mais um desatino deste governo entreguista que não mede as consequências de afundar esse país

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A Dataprev é uma empresa pública, que fornece soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação para o aprimoramento e a execução de políticas sociais do Estado brasileiro e está presente na vida do cidadão brasileiro, provendo a tecnologia necessária para os programas estratégicos e sociais do governo. Entre outros serviços, processa o pagamento mensal de cerca de 34,5 milhões de benefícios previdenciários e é responsável pela aplicação on-line que faz a liberação de seguro-desemprego e em 2018, teve um faturamento de R$ 1,2 bilhão. Já o Serpro é a maior empresa pública de tecnologia da informação do mundo e há 50 anos, moderniza o Estado brasileiro com soluções estratégicas para o país.

“Mas, apesar de tudo isso, o Governo Federal anuncia que quer privatizar essas empresas, ai eu pergunto: Como uma empresa, criada desde 1974, que detém e processa todos os dados da Previdência Social, que presta serviço a Secretaria da Fazenda Nacional, que cuida dos bancos de dados de todos os segurados do Governo Federal e tem função estratégica, vai ser privatizada. Qual o interesse de privatizar uma empresa nacional que detém tecnologia de informação como o Serpro?”, indagou o deputado Jeová Campos (PSB) em discurso na tribuna da ALPB, na manhã desta quarta-feira (28).

O parlamentar lembrou que a privatização da Dataprev e do Serpro significa entregar os bancos de dados públicos ao capital estrangeiro. Não estamos falando de uma empresa que dá prejuízo, ao contrário, no caso da Dataprev ela teve um faturamento, somente em 2018, de um bilhão e meio de reais. Um único ano de faturamento”, disse Jeová. Para ele, entregar todo esse banco de dados público ao setor privado, aos banqueiros, aos interesses que não são do povo brasileiro, é um crime. “Nós não podemos aceitar isso”, reiterou Jeová, prestando solidariedade a todos os servidores da Dataprev e do Serpro.

“É preciso que essa Casa, brevemente, possa fazer um grande debate aqui contra a privatização da Dataprev, do Serpro, do Sistema Eletrobrás, porque já imaginou pegar o Rio São Francisco e entregar ao capital privado?”, indagou ele, enfatizado que privatizar essas empresas é um crime contra o Brasil e contra a Nação. “Privatizar essas empresas é uma tremenda covardia contra o povo brasileiro é expor o banco de dados das políticas públicas brasileiras. Isso é inaceitável e precisamos reagir”, reiterou o parlamentar.

Vale salientar, lembrou Jeová, que a Dataprev é uma empresa pública federal, vinculada ao Ministério da Economia, possui personalidade jurídica de direito privado, patrimônio próprio e autonomia administrativa e financeira, portanto, frisou o deputado, ela não depende e nem recebe recursos da União. “Ai, volto a perguntar: a quem interessa a privatização de uma empresa com esse perfil, superavitária e que não dá prejuízo ao país?”, disse Jeová. Ele próprio respondeu em seguida: “Somente a um governo entreguista que não mede as consequências de afundar esse país!”

Jeová destaca importância do PB Rural Sustentável e lembra do papel da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar em levantar demandas do setor

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“Participar da abertura do Seminário de Divulgação e Informação das Ações do Programa PB Rural Sustentável me deu uma sensação muito boa porque senti como se a gente estivesse dando sequência a um trabalho executado pela Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, a partir do qual percorremos vários municípios da Paraíba, colhendo informações e sugestões com os agricultores, que agora começam a ser debatidas aqui para serem, oportunamente, colocadas em prática com apoio do Governo, por meio do Cooperar”, disse hoje (28), o deputado Jeová Campos, presidente da Frente, enaltecendo sua alegria em participar da abertura do evento, realizado no Teatro do Sesi, em João Pessoa.

O deputado lembrou que as ações do Programa PB Rural Sustentável, executado pelo Governo do Estado, por meio do Projeto Cooperar, vinculado à Secretaria de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido (Seafds), pretende beneficiar em entre 2019 e 2023, 44.600 famílias de agricultores da zona rural do Estado, com investimentos da ordem de US$ 80 milhões, sendo US$ 50 milhões oriundos do empréstimo do Banco Mundial, e US$ 30 milhões da contrapartida do Governo do Estado da Paraíba e das Comunidades.

“O PB Rural vai criar condições para melhorar exatamente a capacidade de o agricultor permanecer no campo em condições dignas para sobreviver, promovendo políticas públicas e ações que melhorem o setor de agricultura familiar no estado e, sobretudo, dará um novo enfoque e norte do governo a esse setor vital para a economia paraibana”, destacou Jeová.

Ato em Monteiro precisa mostrar que o Nordeste merece maior respeito e que a Transposição precisa cumprir seu papel diz Jeová

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“O “SOS Transposição – Grito do Nordeste”, a ser realizado, em Monteiro, no Cariri Paraibano, no dia 1º de Setembro, precisa ecoar além da região, chegar ao Planalto Central, aos homens do Ministério do Desenvolvimento Regional e mostrar a todos o quanto essa obra, tão cara e importante para o Nordeste, não pode ser mais negligenciada, precisa ser concluída e, mais que isso, servir ao seu grande propósito que é fazer chegar água na casa dos nordestinos, disse hoje (22), o presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, deputado estadual Jeová Campos, um dos articuladores do movimento suprapartidário.

“Não podemos aceitar que destruam a Transposição do São Francisco, que não terminem essa obra com apenas 3% faltando no Eixo Norte, que impeçam o Nordeste de se desenvolver e que neguem a nós o direito de ter água boa e abundante. A exemplo do que foi em 2017, quando Lula esteve em Monteiro, novamente transformaremos a cidade na capital da luta do povo brasileiro”, afirmou Jeová, lembrando que Monteiro foi a primeira cidade da Paraíba a receber as águas da transposição, em março de 2017. Atualmente, o canal da transposição no município acumula apenas água das chuvas, porque está com o bombeamento suspenso há cinco meses, desde fevereiro último. Segundo informes da Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA) essa suspenção se deu em função de problemas na barragem de Cacimba Nova, em Pernambuco. Para o deputado Jeová, isso caracteriza mais um descaso do Governo Federal com a região Nordeste. “Ora, se há um problema, deve-se corrígí-lo. Se há apenas 3% da obra a ser concluída no Eixo Norte, é preciso fazê-lo, mas, o que o governo faz é ignorar, fazer de conta que não tem nada a ver com isso, e no dia 1º de setembro vamos gritar contra todo esse descaso”, reitera Jeová.

No início desta semana, o parlamentar se reuniu com agricultores paraibanos, na sede da Fetag, em João Pessoa, para definir ações pontuais que serão realizadas durante o Grito. “Não vamos a Monteiro fazer barulho, realizar um mero ato político, a intenção é muito maior, vamos mobilizar as pessoas, acender o coração valente que tem todos os Nordestinos e fazer ecoar, num só grito, que merecemos respeito, atenção e, sobretudo, consideração. Uma obra gigantesca, cara, fundamental e importante não merece esse descaso”, finaliza Jeová, convocando as pessoas a se unirem ao movimento.

Pai do deputado Jeová Campos faleceu neste domingo e será enterrado nesta segunda-feira

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O Sr. Francisco de Assis Campos, pai do deputado estadual Jeová Campos faleceu na tarde deste domingo (11), aos 87 anos. Seu Assis de Noé, como era mais conhecido, deixa filhos, esposa, netos e bisnetos. Agricultor, pouco letrado, mas de uma inteligência e perspicácia acima da média, além de muito afetuoso, ele exerceu forte influência para que Jeová saísse do sítio, estudasse, se formasse e entrasse na vida pública. Ele estava em casa, no sítio Bom Jesus, localizado zona rural de Cajazeiras, onde será realizado o velório. A família ainda está definindo detalhes do velório, mas sabe-se que o sepultamento, será na tarde desta segunda-feira (12), no distrito de Bom Jesus.

O deputado, que estava no sertão onde desde sexta-feira participava de compromissos políticos, estava retornando na tarde deste domingo para João Pessoa e amanhã, pela manhã, iria para Recife, participar de uma audiência com deputados da Frente Parlamentar Interestadual da Transposição, quando soube, ainda na estrada, do ocorrido voltando imediatamente.

“Ele não era apenas meu pai. Era meu professor, era uma pessoa que esteve ao meu lado em todos os momentos de minha vida, era meu amigo e nós brincávamos muito e eu mais ainda com ele, como na última sexta-feira, quando gravei um vídeo provocando-o com coisas do passado”, disse Jeová, bastante emocionado.

Seu Assis, nos últimos tempos, oscilava momentos de vitalidade com idas a hospitais e permanência em casa, mas, manteve-se lúcido até o último momento de vida, inclusive, cantando em cerimônias familiares como o fez, recentemente, em um encontro da família. “É uma tristeza que eu não tenho palavras para definir. Fecha-se um ciclo em minha vida com essa partida, mas, ele permanecerá comigo, porque nunca sairá de meu coração e pensamentos”, disse Jeová.