Jeová Campos

Deputado Jeová Campos levanta questão da não liberação de empréstimos já aprovados para a Paraíba durante debate da LOA

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Os deputados estaduais, representantes do governo e convidados de várias instituições participaram nesta terça-feira (13), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), de uma audiência pública que debateu o Projeto de Lei Orçamentária Anual 2019 (LOA 2019), a partir do qual estima-se a receita e fixa as despesas do Governo do Estado para o próximo ano. Em meio a vários pronunciamentos, o do deputado estadual Jeová Campos (PSB) chamou atenção por levantar uma questão muito importante para o próximo governo e que diz respeito diretamente ao equilíbrio financeiro: a questão dos empréstimos já aprovados e até então não liberados.

 O parlamentar lembrou que a Paraíba tem três empréstimos aprovados, inclusive, um deles diz respeito a recursos para investimentos em obras e ações na área de recursos hídricos, que até agora não foram liberados. “Diante de um quadro de instabilidade, de um governo federal que ninguém sabe ao certo como atuará, qual a perspectiva de liberação dos empréstimos já aprovados?”, indagou Jeová ao secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, Waldson Souza, que representou o governo na audiência.

Segundo Waldson, todos os documentos e informações que dizem respeito a liberação dos três empréstimos foram apresentados pelo Governo às instituições detentoras dos recursos, mas, até agora não se tem um aceno de liberação dos mesmos. Waldson, inclusive, levantou uma questão preocupante que é a mudança de avaliação e critérios para que entes governamentais possam ser habilitados para receber investimentos. Segundo ele, nas novas diretrizes, a capacidade de credenciamento da Paraíba, a partir de 2019, pode ser reduzida em 50%.

O secretário Waldson Souza também fez, na ocasião, uma apresentação da LOA, destacando que o orçamento para o ano de 2019 prevê receita de R$ 11,8 bilhões, valor que representa um acréscimo de 7,64% em relação ao ano de 2018. O prazo para apresentação de emendas à LOA é até o dia 16 de novembro. A apreciação do Parecer Final deve acontecer entre os dias 19 de novembro e 10 de dezembro. Após a publicação do Parecer prevista para o dia 11 de dezembro, estará aberto prazo de inclusão da Lei Orçamentária Anual – 2019 na Ordem do Dia da ALPB, concluindo o processo com a votação pelos deputados.

São José de Piranhas faz justa homenagem ao empresário José Cavalcanti afirma Jeová

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Na próxima sexta-feira (16), o empresário José Cavalcanti da Silva, receberá o título de Cidadão de São José de Piranhas. A homenagem, segundo o deputado estadual Jeová Campos (PSB), é além de oportuna, muito justa. “Esse paraibano ilustre tem uma trajetória que orgulha a Paraíba e com empreendedorismo, muito trabalho e perseverança construiu um patrimônio que não é só medido pelo valor material, mas, sobretudo pelo seu legado imaterial”, afirma o parlamentar.

Ainda segundo Jeová, como filho de São José de Piranhas, ele ficou muito feliz com a homenagem ao empresário. “Quero externar a minha felicidade por essa iniciativa que reconhece a importância deste empresário, principalmente, na área de comunicação, como proprietário de um forte grupo empresarial e ainda das Rádios Difusora de Cajazeiras e Patamuté FM, inclusive destacando que são emissoras que cumprem um papel social destacado, com uma linha editorial democrática e que sempre abre espaço para todos. Eu mesmo sou muito grato a Zé Cavalcanti pela construção de minha cidadania política”, destacou Jeová que já confirmou presença na solenidade que acontece no Jatobá Clube.

Jeová Campos propõe realização de visita técnica às obras da transposição para encerrar legislatura com dados mais atualizados

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“No próximo dia 23, meu gabinete está pedindo uma visita técnica as obras da Transposição do Rio São Francisco, pois estamos chegando ao final desta legislatura e é importante a gente ter uma ideia geral e real de como estão as obras, principalmente, no que diz respeito à conclusão do Eixo Norte”, propôs hoje (07), o deputado estadual Jeová Campos (PSB). O parlamentar já protocolou o requerimento para realização da visita que começará em Salgueiro (PE) e será finalizada no túnel Milagres (CE).

De acordo com Jeová, esse é um tema fundamental para todos os deputados, pois, segundo ele, nos últimos quatro anos, os parlamentares paraibanos, capitaneados pela atuação da Frente Parlamentar da Água, dispensaram toda uma energia para essa temática. “Esta Casa, que, de forma impessoal e direta, com a participação de boa parte dos parlamentares, teve uma atuação destacada em relação ao tema das águas, por isso, acho fundamental essa iniciativa”, afirmou Jeová.

Ainda segundo Jeová, a iniciativa é estratégica para a ALPB. “É importante realizar essa visita técnica às obras da Transposição em Pernambuco e na Paraíba, para saber em que reais condições se encontram esses pontos finais da obra que são fundamentais para a chegada das águas do Rio São Francisco nestes dois estados, inclusive desaguando em São José de Piranhas”, destacou o parlamentar, lembrando que a temática da água foi um tema que mais marcou os debates nesta Casa durante os quatro anos de legislatura.

Para Jeová seria, inclusive, muito importante a presença do presidente da ALPB, Gervásio Maia e do deputado Frei Anastácio nesta visita técnica, pois, eles estarão em Brasília, a partir do próximo ano. “É importante que vocês levem para Brasília as demandas deste tema para que possam pautar suas atuações também na defesa desta questão”, finalizou Jeová.

Deputados Jeová Campos, Estela e Hervázio entram com recurso para anular aprovação de PEC que não respeitou o Regimento Interno da ALPB

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Os deputados Jeová Campos, Estela Bezerra e Hervázio Bezerra, todos do PSB,  subscrevem um requerimento que pede a anulação da votação da PEC 13/2015, ocorrida no último dia 30. A Proposta de Emenda Constitucional em questão altera a Constituição Estadual vedando a antecipação da eleição dos membros da Mesa Diretora da Casa. A PEC é de autoria do deputado estadual Ricardo Barbosa e, segundo os parlamentares que assinam o requerimento, da forma como ela foi votada violou vários pontos do Regimento Interno da ALPB.

“Nós, deputados estaduais, temos o poder e o dever de assegurar que o processo legislativo seja além de um processo legítimo, seja tecnicamente e juridicamente perfeito.  O que aconteceu no último dia 30, na votação desta PEC, foi uma violação em vários itens do Regimento Interno da Casa e isso nós não podemos aceitar”, argumenta Jeová, que também é advogado.

De acordo com o parlamentar, a PEC tem um rito especial e é disciplinada em capítulo próprio, portanto, jamais poderia ser aprovada da forma como foi. “A PEC requer quórum de 3/5, requer que seja votada em dois turnos, com período mínimo, entre um turno e outro, de cinco dias úteis, e ela foi votada em uma única sessão, requer que seja entregue cópia da PEC a todos os deputados, o que também não aconteceu, além disso, é necessário que a votação seja nominal, ou seja, cada parlamentar precisa ser chamado pelo nome e declarar se aprova ou não a matéria, e isso também não aconteceu. Tudo isso caracteriza o desrespeito ao RI”, reitera Jeová.

Ainda segundo o parlamentar, ele não se opõe ao conteúdo da PEC, mas a forma como ela foi conduzida e aprovada. “Não tenho problema de votar no conteúdo da matéria, mas, eu tenho o dever de lutar pela lisura, pela correção, pela aplicação correta do Regimento Interno da ALPB. Uma matéria tão substancial, inclusive a única PEC que foi a plenário na atual legislatura, jamais poderia ser votada desta forma, apressada, sem a maturidade do debate político necessário. Definitivamente, não é possível concordar com isso, por isso entramos com esse recurso e esperamos que a presidência da Casa acolha o nosso pleito para reestabelecer a devida forma legal de aprovação de uma PEC exigida pelo Regimento Interno desta Casa”, finaliza Jeová.

Deputado Jeová Campos chama atenção para matéria aprovada pela ALPB que extingue indiretamente Comarcas na Paraíba

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O deputado estadual Jeová Campos (PSB) chamou atenção hoje (30), durante pronunciamento na ALPB, para uma questão que pode fragilizar o acesso de parte dos paraibanos à Justiça. Trata-se da votação de uma matéria, realizada no dia 27 de agosto, que extingue várias promotorias de primeira instância na Justiça da Paraíba. “A ALPB aprovou uma matéria sem fazer o necessário debate. Trata-se de um Projeto de Lei, do Ministério Público, que extingue várias promotorias de primeira instância e isso, na prática, significa a precarização da Justiça na Paraíba”, disse o parlamentar.

A matéria a que se referiu o deputado foi votada, em pleno período eleitoral, e extingue as promotorias das Comarcas das cidades de Coremas, Bonito de Santa Fé, Uiraúna, Barra de Santa Rosa, Belém, Brejo do Cruz, Cabaceiras, Malta, Pilões, Pirpirituba, Prata, Remígio, Serra Branca e Serraria. “Como uma comarca vai funcionar sem promotoria?”, questionou Jeová, lembrado que, na prática, o que vai acontecer é a extinção de comarcas.

 “Nós votamos aqui, essa matéria sem debater o tema, e ninguém atentou para isso. Eu estou preocupado E aqui eu faço a minha mea culpa, porque nem eu, nem minha assessoria técnica atentou para a gravidade desta votação”, disse o parlamentar, que sugeriu a Mesa Diretora da ALPB que abra um diálogo com o Ministério Público para fazer uma audiência pública para debater esse tema. “Esse não é um assunto qualquer e precisa ser debatido, porque do contrário, esta Casa, está por via indireta e obliqua, extinguindo as comarcas desses municípios e prejudicando muitos paraibanos”, reiterou Jeová.

Deputado Jeová faz duro discurso contra Bolsonaro, diz que ele não respeitará instituições e que fala uma coisa mas pensa outra

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Como alguém ousa dizer que combate a corrupção se só anda com corrupto? Essa frase abriu o duro discurso feito hoje (17), pelo deputado estadual Jeová Campos (PSB), durante sessão na ALPB. O parlamentar lembrou ainda que 99% dos líderes políticos dos partidos que apoiam a candidatura de Bolsonaro, apoiam o governo de Temer e boa parte deles estão envolvidos em escândalos de corrução. “É muita incoerência fazer um discurso de combate à corrupção quando se vira para todos os lados do palanque do 17 e só tem corruptos, olha para traz só tem os golpistas que apoiaram Michel Temer e olha para frente só tem Michel Temer”, destacou Jeová.

Outro ponto de crítica do parlamentar foi em relação as posturas inconsistentes do candidato. “Como é que um candidato a presidência dá declarações contra o Bolsa Família e agora afirma que é uma desumanidade acabar com o Bolsa Família. Há pouco tempo, ele dizia que não estuprava mulher feia, eu mulher tinha que ganhar menos e agora diz que não tem nenhum problema com mulher. Que na votação do impeachment de Dilma elogiou um torturador e nos dias atuais diz que é compromissado com os direitos humanos. Afinal de contas, nós estamos falando com quem?, questionou Jeová.

Outro ponto de críticas foi em relação à postura de Bolsonaro no que diz respeito as armas. “Eu me pergunto como é que se vai combater violência fomentando o estímulo ao armamento da população? Quem de nós não teria cometido um erro grave na vida se tivesse uma pistola na cintura em determinados momentos?”, disse Jeová que também criticou a ausência do candidato nos debates. “Eu não posso entender que alguém que queira ajudar a democracia, fortalecer as instituições, ajudar o Brasil a encontrar um novo caminho se negue a ir a um debate político. Como vamos saber efetivamente o que pensa esse candidato dada as suas constantes contradições, se ele diz uma coisa numa semana e na outra diz outra completamente distinta”, frisou o deputado.

Jeová levantou ainda algumas questões que, segundo ele, precisam ser esclarecidas para o eleitorado. “Precisamos saber dele como ele vai gerar empregos neste país que precisa de 20 milhões de empregos. Como vai se dar a reorganização do estado nacional, como ficará a Petrobras, será privatizada? E as nossas riquezas, serão entregues de bandeja ao capital estrangeiro? Como vai se dar a relação com o Poder Judiciário? Ele vai mudar seu posicionamento como presidente em relação ao congelamento de 20 anos nos investimentos na saúde e educação que foram aprovados com o voto dele na condição de deputado federal?”, questionou Jeová.

Ainda segundo o parlamentar, a questão sobre não respeitar a listra tríplice para indicação do Procurador Geral da República, o preocupa demasiadamente. “Bolsonaro já disse que não vai respeitar a listra tríplice para indicação do Procurador Geral da República. E o que significa isso? Significa não respeitar a vontade soberana das instituições. Todos os presidentes, desde Fernando Henrique, sempre escolheram dentro da lista tríplice. Bolsonaro disse que não agirá assim e ai eu pergunto: Como vai se respeitar a democracia desta forma já que a Procuradoria é uma das instituições mais importantes da República”,  reforçou o parlamentar, que também é advogado.

Segundo Jeová essa afirmação de Bolsonaro significa uma intervenção direta na instituição, que comprometerá indubitavelmente os inquéritos que serão tocados de acordo com o interesse do Presidente da República e não da Nação. “Eu sinceramente não posso deixar de mostrar minha inquietação e meu constrangimento, porque isso significa uma insensatez, uma insanidade, aliás, isso é tudo o que significa essa candidatura. Espero que o povo acorde deste transe e consiga enxergar o que está por trás desta candidatura que eu diria até que é de um lobo vestido em pelo de cordeiro”, finalizou Jeová.

Quem faz apologia a tortura não merece o meu respeito e muito menos a acolhida do povo brasileiro

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“A apologia a tortura é inadmissível, é um crime inafiançável, é um crime abominável e quem faz apologia ao crime e a tortura não merece o meu respeito, nem muito menos do povo brasileiro. Pode ser um pai de família, pode ser um exemplo de  vida, mas, qualquer pessoa que vier fazer apologia a tortura ou elogiar torturador é merecedor de meu enfrentamento porque não se trata de disputa eleitoral, de disputa de projeto político, se trata de uma questão inegociável que é a de defender os direitos humanos e combater a violência”, disse hoje (16), o deputado estadual, Jeová Campos (PSB) durante discurso na ALPB. Outros parlamentares também se manifestaram contra a violência e posições extremistas do candidato à Presidência da República pelo PSL que faz oposição a Fernando Haddad, a exemplo de Frei Anastácio e Anísio Maia.

O deputado Jeová lembrou que a Declaração Universal de Direitos Humanos destaca a tortura como crime inafiançável. “Não esqueço nunca da declaração do candidato Bolsonaro quando na votação do impeachment de Dilma Rousseff, ele fez homenagem a Ustra, um dos torturadores mais cruéis que se tem notícia. Ai eu pergunto: como alguém que quer ser presidente da República, homenageia com tanto orgulho um torturador, faz uma defesa pública de uma das práticas mais abomináveis e ainda tem a acolhida do povo brasileiro? O que leva uma pessoa a defender um armamento em massa? A trocar um livro por uma arma”, destacou o parlamentar.

Ainda segundo Jeová, somente a escolha do livro em detrimento da arma, salva as pessoas e torna a sociedade mais fraterna. “Eu prefiro trocar a arma por um livro, pois, o livro é esperança, enquanto a arma é violência. O livro constrói a paz, a arma fomenta a guerra”, disse Jeová, lembrando a linda ‘Caminhada dos Livros’ promovida pró candidatura de Haddad, nesta segunda-feira, em João Pessoa, numa alusão as comemorações do Dia do Professor, onde militantes, muitos dos quais professores, caminharam portando livros e pedindo paz. “O que está acontecendo com o povo brasileiro que não está enxergando o perigo que estamos correndo?”, reiterou Jeová, dizendo que não vai poupar esforços para impedir o avanço deste projeto que ele considera desastroso para o Brasil. “A candidatura de Haddad tem cara e cor, tem projeto, tem propostas e a outra? Essa não tem nada e faz questão de não mostrar se esquivando dos debates”, finalizou Jeová.

É preciso lutar para que o país não tenha um retrocesso que comprometa seu futuro diz Jeová Campos em ato pró Haddad

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“O Brasil vive um dos momentos políticos mais delicados dos últimos tempos onde há, nitidamente, um descompasso perigoso rumo a um projeto político que representa o que há de mais abominável, que pode levar o Brasil a uma situação de retrocesso e precisamos unir forças, ganhar às ruas, conversar com as pessoas, desmentir todas as mentiras e defender o projeto que redemocratiza o país, que tem foco nas questões sociais, que fez o Brasil avançar e, principalmente, que está alinhado com o país e sua gente”, disse nesta segunda-feira (15), o deputado estadual Jeová Campos (PSB), durante um ato político de apoio à candidatura de Fernando Haddad, que disputa a Presidência da República.

A ação denominada ‘Caminhada do Livro’, numa alusão ao Dia do Professor,  percorreu várias ruas do centro da capital paraibana, saindo do Lyceu Paraibano. Além de bandeiras e adesivos, boa parte dos que participaram do ato portavam livros numa referência a profissão do candidato Haddad. A professora Kalina Ligia, moradora dos Bancários, era uma delas. “Precisamos alertar as pessoas sobre o que está por trás da candidatura de nosso opositor, mas, mais que isso, temos o dever cívico de esclarecer o que significa o projeto de Haddad, quais são os diferenciais de seu programa de governo e, sobretudo, defender a democracia, a liberdade e combater o fascismo, qualquer tipo de preconceito, discriminação, tortura e ódio. Até o dia da eleição, as palavras de ordem são luta, amor e esperança”, disse ela.

Políticos, como o governador Ricardo Coutinho, o governador eleito, João Azevedo, os deputados estaduais e eleitos federal, Frei Anastácio e Gervásio Maia, participaram da Caminhada. Ricardo, que encerrou o ato com um discurso, fez duras críticas a campanha de Jair Bolsonaro, principalmente, no que diz respeito a divulgação de falsas notícias, denominadas de Fake News e convocou a militância.  “Eles só sabem disseminar mentiras para prejudicar a campanha de Haddad, pregam a violência, o ódio, porque não têm um projeto. O candidato deles nem vai aos debates porque não tem nada para falar”, disse Ricardo.

Deputado Jeová Campos convoca sua militância e apoiadores para defender o nome de Haddad e se engajar na campanha presidencial

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            O deputado estadual Jeová Campos (PSB), que conseguiu renovar seu projeto político na ALPB, com expressiva votação, disse que só irá descansar da maratona da campanha depois das eleições para presidente. “Agora é a hora de arregaçarmos as mangas e andar novamente pela Paraíba defendendo um projeto político que está do lado do povo brasileiro, que prefere a democracia à ditadura, que respeita a pluralidade das pessoas, que não cultua o preconceito, que não prega o ódio, que tem um projeto que não congela investimentos em saúde e educação, enfim, que representa avanço, progresso e justiça social”, disse o parlamentar que está convocando sua militância e apoiadores para se engajarem na campanha presidencial também nesse segundo turno.

            “Não podemos permitir que o povo vote enganado, precisamos desconstruir essa falsa imagem de salvador da pátria, precisamos mostrar as pessoas que o projeto do PT e das forças progressistas e aliadas é o que há de melhor para o Brasil, precisamos apresentar nosso candidato Haddad que é, de longe, o mais preparado e o único que tem compromisso com as causas sociais, com os menos favorecidos, com a gente humilde que é a grande maioria da população brasileira”, destaca Jeová.

            Ainda segundo o parlamentar, é preciso reascender a esperança do povo brasileiro que está descrente da política e dos políticos. “O alto índice de abstenção desta campanha, de quase 30 milhões de eleitores, os votos nulos e em branco, que somaram 10 milhões, mostra a descrença do povo brasileiro com a política. Precisamos esclarecer que é a partir da política que mudamos a realidade de uma sociedade, a vida das pessoas. Vamos fazer nestes poucos dias uma campanha propositiva e, principalmente, demarcar a enorme diferença entre o projeto de Haddad e seu adversário que representa as forças retrógradas, nefastas, fascistas, conservadoras e preconceituosas”, disse Jeová que vai reunir sua militância e apoiadores para definir estratégias e ações que foquem na campanha e eleição de Haddad.

Deputado Jeová Campos tem votação expressiva e atribui vitória a reconhecimento dos paraibanos ao seu trabalho e a sua coerência

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Candidato a um novo mandato para Assembleia Legislativa, Jeová Campos (PSB), foi o 15º mais votado da Paraíba e teve seu mandato renovado por 31.017 votos, a maior votação dele nas disputas para o legislativo estadual. Jeová, que exercerá o mandato pela terceira vez, conseguiu descentralizar sua campanha, antes bem restrita ao sertão paraibano, para várias regiões do estado, a exemplo do Vale do Mamanguape, litoral e região metropolitana de João Pessoa e reunir um conjunto de militares,  apoiadores e, principalmente, eleitores que identificaram no candidato uma exceção na política, ou seja, um cidadão decente, trabalhador, honesto, que honra o mandato por sua coerência, atitudes, iniciativas e, sobretudo, produção parlamentar.

“A Paraíba mostrou que respeita e reconhece quem trabalha. Foi assim comigo, com João Azevedo, nosso governador a partir de janeiro, com os nossos deputados federais, Frei Anastácio e Gervásio Maia e que, sobretudo, o caminho da democracia e da decência na política é o que deve prevalecer. Estou muito feliz e agradecido, principalmente, porque nesta caminhada das eleições recebi inúmeros acenos de carinho e apoio, que me mostram que estou do lado e no caminho certo. A todos que contribuíram com essa vitória a minha mais profunda gratidão”, disse Jeová.

Em seus agradecimentos, Jeová ressaltou a energia e garra de sua militância, o compromisso de seus apoiadores e aliados e a força de sua equipe que foi se multiplicando em quantidade e qualidade durante a campanha. “Essa vitória não é minha, é de um coletivo que entendeu que os represento bem na ALPB, que se identifica com minhas lutas, que enxerga no político Jeová Campos uma representação legítima. Nesta campanha não tivemos caciques, nem generais, tivemos o povo”, disse o parlamentar, que hoje (08) à noite, em Cajazeiras, vai realizar uma festa popular, no meio da rua, como ele gosta, para agradecer os votos e a confiança dos paraibanos.

Para o parlamentar, agora é hora de arregaçar as mangas, colocar o pé na estrada novamente para garantir a vitória de Fernando Haddad no segundo turno. “Quem tem compromisso com o povo, com a democracia, com a liberdade, com o país, não pode se eximir desta luta que é garantir que o país retome seu rumo e isso só é possível se conseguirmos eleger Haddad, porque ele representa o lado que não tem ódio, que tem projetos, que quer governar o país para os brasileiros e os mais humildes”, disse Jeová. Ele lembra que Haddad teve 31 milhões de voto, enquanto se adversário teve 49 milhões. “Temos amplas chances de vitória, pois houve 29,5 milhões de abstenções, três milhões de votos em branco e sete milhões nulos, ou seja 1/3 da população não votou em Bolsonaro”, argumenta Jeová. Na opinião dele, o Brasil precisa ser passado a limpo e a única forma efetiva disso ocorrer é com a eleição de Haddad.