Jeová Campos

Jeová aponta erros da tríade Moro, Guedes e Bolsonaro que fizeram o Brasil entrar em recessão, no atraso e num abismo perigoso

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A instabilidade e a politica econômica do governo Bolsonaro, bem como suas posturas nem um pouco dignas de um estadista, tem levado o Brasil a situações já esquecidas do brasileiro porque tinham sido sanadas em governos anteriores. A fome, o desemprego e a miséria voltaram a ser reais e a perspectiva não é de melhora. O deputado estadual paraibano Jeová Campos, ao tomar conhecimento dos resultados da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra o país em recessão técnica (dois trimestres consecutivos com PIB em queda), afirmou que tudo isso tem nomes e sobrenomes: Sérgio Moro, Paulo Guedes e Jair Bolsonaro.

“Moro porque quebrou a grande indústria da construção e quebrou ainda a cadeia produtiva do petróleo com a Lava-Jato. Na operação, ele produziu esse resultado. Paulo Guedes nos levou a esse quadro de profundo encurtamento econômico e de abertura plena para miséria. Tudo isso com a assinatura do Jair Bolsonaro. Esse é o quadro do governo que está aí: fome, desemprego e miséria”, disse o deputado.

Os dados do IBGE apontam que o Brasil aparece entre os piores no ranking de desempenho econômico entre os países, assim como na semana passada o Brasil esteve também entre os quatro piores em número de desempregados e o pior do G20. Segundo o IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 0,1% terceiro trimestre, após cair 0,4% nos três meses anteriores. A consultoria Austin Rating, apresentou que o PIB do Brasil no terceiro trimestre ficou abaixo do índice registrado na China, Colômbia, Chile Espanha e Estados Unidos.

E o cenário mais à frente não é de melhoria. Segundo relatório do Banco Mundial, a América Latina deve crescer 6,3% em 2021 e o que eleva esse número são as estimativas de crescimento de países com melhor desempenho como Chile, República Dominicana, Panamá e Peru que devem atingir taxas de crescimento superiores a 9% em 2021. A Argentina e a Colômbia devem avançar 7,5% e 7,7%, respectivamente, enquanto Brasil e o México devem apresentar taxas pouco acima de 5%.

“Onde já se viu isso acontecer? O Brasil sempre foi líder de bloco econômico na América Latina. Isso é de fato um desastre. Informações dão conta que a Guiana está no topo justamente porque sua economia foi impulsionada pela descoberta de petróleo. Aqui houve um verdadeiro desmonte da nossa cadeia produtiva de petróleo com a vaidade do Moro. E aqui estamos”, lamentou o deputado.

Para completar, Jeová também destacou a política econômica do Paulo Guedes que colocou fim nos programas efetivos de auxílios aos desempregados em função da pandemia e levou o país também a enfrentar novamente a inflação. “Só estamos perdendo. É o PIB, é o desemprego, é a desvalorização da nossa moeda, é a fome. O brasileiro está perdendo a qualidade de vida que um dia alcançou. Está perdendo o que já tinha conquistado. Retrocedemos ao invés de avançarmos”, avaliou Jeová, preocupado com o rumo que o país está tomando.

Jeová lamenta que requerimento para discussão da situação da comunidade Dubai não tenha sido votado pela ALPB

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“Não podemos virar as costas para o problema”. Foi com esse tom que o deputado estadual Jeová Campos se pronunciou na manhã desta quinta-feira (02) na sessão da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) pedindo aos parlamentares que aprovassem o requerimento de audiência pública da deputada Cida Ramos para discutir a situação das famílias desalojadas da comunidade Dubai, em Mangabeira, no âmbito da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Ambiente. Como presidente da Comissão, Jeová afirmou que a Casa não pode ter “medo” de realizar tal debate e garantiu uma audiência séria, como o tema requer, independentemente de quem errou. Mas, a matéria não foi votada e a sessão foi encerrada por falta de quórum. Por isso, o debate que iria acontecer nesta sexta-feira teve que ser adiado.

“Queremos dialogar com Ministério Público, com as instituições. São trabalhadores com vulnerabilidades social, desempregados. Peço para estudar a realidade para ver um caminho, uma solução. Nem no tempo da ditadura a Assembleia deixou de fazer audiências públicas para tratar dos mais diversos temas”, argumentou o parlamentar, destacando que o debate não deve ser político, mas social. “Independentemente de quem errou precisamos encontrar uma solução, uma saída, um política pública. Essas pessoas estão precisando de apoio, esperança e não desesperança”, reiterou Jeová.

O deputado afirmou ainda que o despejo de cerca de 400 famílias da comunidade, ocorrido no último dia 23, foi “extremamente extravagante”, até porque existe decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) orientando para que nenhuma ação de despejo seja realizada até 31 de março em função da pandemia e da situação econômica do país. “Foi desnecessária, inclusive essa decisão do Supremo foi prorrogada até 31 de março. E aqui se fez a revelia. Esse é o centro do debate que a Assembleia precisa fazer. Não podemos ter medo desse debate”, esclareceu o deputado.

“A Assembleia precisa ser protagonista desse debate, mediadora. Não podemos achar que o problema não existe. São pessoas que não tem casa, não tem comida, não tem emprego. Isso é o retrato do Brasil. É uma pena que este país esteja se atolando na miséria, voltando à fome. Nós não podemos virar as costas para esse problema. O objetivo da comissão que sou presidente é fazer um debate de conteúdo, com a seriedade que a situação requer, com todas as instituições presentes. Então peço a aprovação desse requerimento o quanto antes”, disse ele.

Deputado questiona despejo das famílias da comunidade Dubai e provoca debate junto com outros parlamentares na ALPB

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A argumentação de preservação ambiental da região da Mata Atlântica, na zona sul de João Pessoa, não convenceu o deputado estadual Jeová Campos a respeito da ação de desocupação de quase 400 famílias da comunidade Dubai I, em Mangabeira. O assunto foi tema nesta quarta-feira (01) da fala do parlamentar no pequeno expediente da sessão da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Para Jeová, a atuação da Prefeitura Municipal de João Pessoa no descumprimento de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) – que suspendeu qualquer ação de despejo durante da pandemia – precisa ser debatida pela Casa de Epitácio Pessoa não apenas pela falta de justificativa plausível, mas pela falta de humanidade. E na próxima sexta-feira a ALPB fará esse debate.

No dia 03 a questão será tema da reunião da Comissão de Desenvolvimento, Meio Ambiente e Turismo da ALPB, presidida por Jeová Campos. “Estão atendendo ao interesse de quem? Quem são efetivamente as partes interessadas? Essa discussão que é em defesa do meio ambiente é totalmente insustentável e sem sentido na atual conjuntura, até porque estamos vendo como acontece a ocupação de toda zona sul de João Pessoa”, disse Jeová, destacando que Assembleia não pode virar as costas para um tema desses que chegou ao STF. “Vamos garantir esse debate, afinal esta Casa é um canal de debate e de defesa do povo que, neste caso, é o mais vulnerável”, concluiu Jeová.

O parlamentar disse reconhecer que a Prefeitura não agiu na ilegalidade, cumpriu um mandato judicial de reintegração de posse, mas, que deveria ter avaliado não apenas a questão jurídica, mas, sobretudo humana. “Não posso compreender. Esse é o tom. Como é que numa época dessas de pandemia fazem uma verdadeira atrocidade com uma comunidade pobre? Garanto que não fariam se fossem terrenos de imobiliárias. Lamentavelmente, a Prefeitura fez isso contra os pobres e num momento excepcional”, lastimou Jeová, observando que já existe decisão do STF para que durante a pandemia não fossem realizadas nenhuma ação de despejo. “O que acho incrível é que o STF tem uma decisão suspendendo qualquer ação de despejo durante a pandemia. E a pandemia acabou em João Pessoa? Já terminou a pandemia no Brasil ou na Paraíba? Por que fizeram esse despejo?”, protestou o deputado.

Requerimento de Jeová aprovado nesta quarta-feira pela ALPB pede que DNIT construa rotatórias na BR 230 nas entradas para Cajazeiras

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Um requerimento do deputado estadual Jeová Campos (PSB) aprovado pelo plenário da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) na manhã desta quarta-feira (01), solicitou a construção de rotatórias na BR-230 nas entradas da cidade de Cajazeiras, no sertão paraibano. O expediente será encaminhado ao Superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre na Paraíba – DNIT-PB. Na justificativa, o parlamentar explica que o equipamento tornará o trecho mais seguro no que se refere aos acidentes de trânsito.

“Pedimos por providências urgentes e necessárias no sentido de que sejam construídas rotatórias na BR-230 nas entradas da cidade de Cajazeiras, mais precisamente na entrada localizada no Bairro dos Remédios, no sentido Ceará/Paraíba, e na entrada próxima ao Estádio O Perpetão. A rotatória é um recurso de engenharia interessante porque tem o objetivo é evitar o encontro de fluxos, dispensando também o uso de semáforos”, explicou o deputado.

Ele também argumentou que as duas entradas da cidade de Cajazeiras pela BR-230, precisam das rotatórias em razão do eminente risco de acidentes nos locais, tendo em vista o elevado número de veículos que transita diariamente lá. “Entendemos que a única forma de evitar os possíveis acidentes de trânsito nestas localidades será a construção de rotatórias e apelamos para a sensibilidade de DNIT-PB, no sentido de que estes equipamentos sejam construídos urgentemente”, concluiu.

Jeová lembra conquistas do Estatuto da Terra que completou 57 anos e alerta para a conta que será paga após o governo Bolsonaro

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Dia 30 de Novembro celebrou-se a homologação do primeiro código instituído com a proposta de executar a reforma agrária do Brasil, o Estatuto da Terra. O deputado Jeová Campos, presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar, da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), pronunciou-se a respeito refirmando seu compromisso de fazer valer o documento como instrumento de transformação social tendo em vista que o Estatuto tem como objetivo promover o desenvolvimento econômico pela agricultura e garantir o direito à terra, e não servir a interesses políticos, ao desmatamento de áreas protegidas, à grilagem, ao estrangeirismo de terras, etc. Tudo isso, segundo o parlamentar, tornou-se prática “legalizada” com o atual governo Bolsonaro e que vai custar muito caro ao país.

Embora algumas das propostas do estatuto não tenham alcançado êxito, segundo o parlamentar, o documento ainda é exemplo de como a relação entre o homem e a terra pode ser organizada e justa, levando em consideração o princípio constitucional da igualdade social e do direito à produtividade responsável. “Algumas ações no decorrer dos anos que tiveram sucesso foram, por exemplo, algumas indenizações por desapropriação de terras, a legalidade nas relações trabalhistas entre os que cultivam e os donos de terra e a apropriação sustentável dos recursos naturais para produção. O arrendamento rural é outro exemplo do que é possível em se tratando de contratos do Direito Agrário. Mas, tudo está desvirtuado com um governo que se posiciona contra a distribuição justa de terras no Brasil”, argumenta Jeová.

Nesse sentido, o parlamentar disse que é frustrante para qualquer brasileiro, e ainda mais para um eterno militante do direito à terra e das conquistas do meio rural, ver o desmatamento, principalmente na região Amazônica, e outras violências no campo que estão acontecendo no Brasil. “São milhares de crimes documentados por institutos que ainda sobrevivem fazendo seu trabalho. As autoridades ambientais nada fazem. A política fundiária no Brasil não conta mais com fiscalização e recursos, pelo contrário. Já temos exemplos de área registrada por grileiro em Altamira com metade da propriedade desmatada, uma profusão de discursos contra índios, quilombolas, povos da Amazônia. Esta, inclusive, padece com o fogo e com as invasões de terras”, comentou Jeová. Ele reitera que o Estatuto da Terra não pode servir de instrumento para financiar a política de estrangeirização de terras brasileiras e nem tornar legal o desmatamento de reserva.

Jeová afirmou que fazem tudo isso na certeza da impunidade. “Como presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB reafirmo meu propósito de luta pela reforma agrária como alvo de transformação social. Falamos de Código Florestal, da Amazônia, mas temos também nosso bioma da Caatinga, do interesse dos grandes empresários para a energia renovável nesses lugares e que em nada tem favorecido a população local”, lembrou Jeová, frisando que o lucro no governo Bolsonaro tem extrapolado leis, desmontado fiscalizações e ignorado decretos ambientais e a própria sustentabilidade do país neste aspecto.

“Tudo isso tem tido impacto no campo e vamos pagar o preço amanhã. É preciso enxergar a terra como morada, trabalho e sustento do povo brasileiro. Quando entendermos isso, chamaremos para nós o dever que temos na sua preservação, ocupação justa e sustentável”, concluiu o deputado paraibano.

Jeová Campos chama de “escandaloso” o esquema de distribuição de recursos públicos por meio de emendas de relator no Congresso

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Uma vergonha, um escândalo sem precedentes. Foi assim que o deputado estadual Jeová Campos avaliou a conduta do Congresso Nacional nesta terça-feira (30) após a Casa ter desafiado o Supremo Tribunal Federal (STF) legalizando o chamado “orçamento secreto” com a aprovação de regras para as emendas de relator. O STF já havia suspendido tal prática argumentando que a conduta fere o princípio da transparência. Jeová afirmou que as ‘emendas de relator’, criadas em 2019, tem ‘comprado’ deputados e senadores na “cara dura”, na frente da população brasileira e do Supremo para que Bolsonaro continue a fazer o Brasil “uma casa da imoralidade pública”.

“É uma promiscuidade escancarada que está sendo usada para que o presidente consiga tudo o que ele quer do Congresso, inclusive não sofrer um processo de impeachment pela Casa. É uma vergonha sem precedentes o que estamos vendo. O presidente fazendo o que bem quer, transformando o país num quintal de negociatas”, protestou o deputado, explicando que a emenda de relator permite a identificação do órgão orçamentário, da ação que será desenvolvida e do favorecido pelo dinheiro, mas não o deputado que indicou a destinação da verba.

Só serve para algo impróprio e censurável

“O nome do parlamentar autor da emenda fica oculto e isso fere a Constituição Brasileira, fere o princípio da publicidade e da transparência”, reitera o deputado que também é advogado. Ele acrescentou que o ‘esquema’ só pode servir para algo que não está conforme deve ser, ou seja, para algo impróprio, indevido e censurável. “O dinheiro pode até ser destinado à base política do parlamentar que apresentou a emenda. Uma verdadeira distribuição do dinheiro público para aliados”, alertou Jeová, concluindo que a liberação de recursos sem critérios é crime de responsabilidade. “Mas, quem vai abrir esse processo? A decisão é do presidente da Câmara”, lembrou o parlamentar.

TV ALPB firmará parceria com entidades do audiovisual para exibição de filmes paraibanos em sua programação

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Um requerimento do deputado estadual Jeová Campos solicitando que a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) firme parceria entre a TV Assembleia e entidades do audiovisual paraibano foi aprovado pelo plenário, agora em novembro. A ideia é executar um projeto de difusão de conteúdo audiovisual paraibano como forma de valorizar o segmento. A proposta apoia-se em um tripé de soluções: faz com que a ALPB cumpra seu papel na difusão da cultura local, oferece suporte ao segmento do audiovisual que vem sofrendo com a pandemia e, como consequência, faz com que se aumente o contingente de expectadores do cinema paraibano. O documento também é assinado pelos deputados Cida Ramos, Estela Bezerra e Melquior Batista (Chió).

O requerimento é produto de uma reunião que os deputados tiveram no mês de abril com representantes do audiovisual paraibano. Na oportunidade, as possíveis alternativas para minimizar os efeitos da pandemia causados pelo novo coronavírus ao audiovisual foram discutidas. A parceria entre a TV ALPB e o segmento foi a melhor solução encontrada, sobretudo porque ela não atende apenas à salvaguarda do segmento, mas também faz cumprir um papel social e cultural próprios da TV Assembleia.

Na justificativa do documento, que tem em anexo o projeto completo, a Paraíba aparece como tendo uma população estimada em pouco mais de 4 milhões de habitantes (IBGE, censo 2010) e o sinal da TV ALPB chega a João Pessoa, Patos e Campina Grande, alcançando 1,5 milhão de pessoas. “Isso geraria oportunidade de emprego e renda aos artistas e técnicos, além de aumentar o contingente consumidor do audiovisual paraibano, fortalecendo o papel social e cultural da TV na exibição e valorização do cinema paraibano através de seus filmes, curtas e longas-metragens, bem como pequenas séries do cotidiano paraibano”, defendeu Jeová Campos.

As entidades citadas no projeto são: Carambola Produções, Amora Produções, Estrato de Cinema, Lúmina Produções Cinematográfica, ROSBUD e Rendeira Filmes.

A famosa frase de Paulo Freire nunca esteve tão em evidência quanto na solenidade da ALPB de entrega da medalha Padre Rolim

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‘A Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo’. Essa célebre frase de Paulo Freire esteve em evidência durante toda a solenidade de entrega das medalhas “Padre Rolim” promovida pela ALPB, nesta sexta-feira, em Cajazeiras. Isto porque todos que foram agraciados com a comenda, idealizada pelo deputado estadual Jeová Campos para homenagear educadores e religisosos que se destacaram na área educacional, tinham histórias de superação e sucesso neste aspecto. A solenidade realizada no auditório da Fafic- Faculdade de Filosofia Ciências e Letras durou quase três horas, mas, não foi cansativa. Ao contrário, todos que estavam lá ou que acompanharam a transmissão remota, com certeza, aprenderam algo mais com os discursos e história de vida das dez personalidades do universo educacional e religioso do estado agraciadas com a comenda.

A professora Carmelita Gonçalves, de 97 anos, fundadora do Colégio Nossa Senhora do Carmo, e considerada por Jeová a educadora do século e uma das mais representativas personalidades a receber o reconhecimento, foi uma das homenageadas. Assim como, o Monsenhor Agripino Ferreira; Monsenhor Luiz Gualberto de Andrade (in memoriam), Padre Gervásio Fernandes de Queiroga; Professor Doutor Thompson Fernandes Mariz; Professor Antônio Fernandes; Dra. Sheylla Nadjane; Irmã Olívia; Irmã Regina; e a Sra. Ana Costa Goldfarb também tiveram seus trabalhos e missões reconhecidas com a entrega da medalha.

Fruto da Resolução de autoria do deputado Jeová Campos de Nº 1800 – que por coincidência é do mesmo ano de nascimento do mestre e sacerdote inspirador da comenda que é o Padre Inácio de Sousa Rolim – as medalhas foram entregues em solenidade considerada histórica. O início da sessão foi marcado pela exibição de um vídeo que contou um pouco da trajetória do Padre Rolim, biografia esta que se confunde com própria história de Cajazeiras, a cidade que ‘ensinou a Paraíba a ler’. O “Padre Mestre”, como é conhecido pelos cajazeirenses, na opinião dos presentes, foi além de seu sacerdócio e plantou a semente do conhecimento, elevou a cidade e até hoje é honrado não por ser o fundador de Cajazeiras, mas por ter marcado a terra seca do sertão pelo saber e difusão de conhecimento.

Nesse sentido, o deputado Jeová Campos afirmou que a medalha é a própria atribuição de personalidade jurídica ao Padre Rolim, ou seja, o seu legado vive até hoje e o próprio padre vive em cada um dos homenageados e de tantas outras pessoas que fazem da Educação um sacerdócio e da religião o caminho da consolidação da fé e do amor ao próximo. “Tudo o que eu disser aqui é pouco, mas relevante. Porque aqui estamos resgatando uma história, vivendo o presente e projetando o futuro. A história de Padre Rolim não precisa ser resgatada porque ela nunca foi esquecida. Cajazeiras não esqueceu, a Igreja não esqueceu e eu particularmente tenho uma ligação profunda. É importante que continuemos a dar projeção a ela, até porque sua história é compatível com a de um santo”, comentou o parlamentar. Jeová, ele próprio, sabe da importância da Educação como transformadora de realidade. Filho de agricultores e de uma família pobre, foi graças aos estudos que ele conseguiu se formar em Direito, passar no concurso da UFCG para professor do Campus de Sousa e conquistar três mandatos de deputado estadual e mudar o rumo de sua vida e de boa parte de sua família.

Padre Antônio Luís Nascimento, que estava na plateia, foi surpreendido por Jeová, e deu sua contribuição ao evento. O religioso salientou que o grande homenageado ali era o Padre Rolim. “Ele está hoje bem próximo da gente. Vivo. Quem sabe ainda chegando de Recife. Em 1829, em Serrania. Padre Rolim é o grande homenageado. Isso não tira a coroa de quem está recebendo a medalha hoje. Ele é educador, mas também é um pastor de almas. Sentimos ele palpitar em nossos corações de fé. Ele foi educador, aquele que ensinou a ler e plantou a semente no coração de cada um e essa semente germinou tanto que estamos aqui reverenciando sua memória e homenageando pessoas que se inspiraram em seu legado”, disse o religioso.

Jeová explicou que Padre Rolim teve atitudes ainda jovens que o fariam se destacar na sociedade da época e que ele nunca escolheu o caminho mais simples: percebeu que tinha uma missão. “Quando os pais morreram, o primeiro ato dele não foi tocar a propriedade. Ele libertou os escravos. Abriu mão de algo que era culturalmente importante à época. Largou o seminário para vir para o sítio. Não construiu um prédio, distribuiu conhecimento e saber. A escola não existia. Os alunos chegavam e não tinha estrutura. O inverso do que se tem hoje”, lembrou Jeová para dizer que o momento ali era histórico, glorioso para os homenageados, afinal de contas, os nomes escolhidos representavam os projetos de Padre Rolim em vida.

“Meus irmãos homenageados, esse momento é de glória porque estamos vivendo a vida espiritual do Padre Rolim na concretude. E aqui são nomes grandiosos”, disse Jeová, olhando todos os homenageados com suas medalhas. Ao final, ele destacou que todos ali, justamente por carregarem a memoria do Padre Mestre, tinham a missão de continuar seus trabalhos em prol da educação e da religião. “Os que aqui estão têm o dever de respeitar esse momento de hoje. A comenda não pode ser banalizada. Sejam fiscais também, diligentes desse legado. Todo religioso, professor, eu digo que tenha o espirito libertário e construtor de esperança”, reiterou Jeová.

Em um dado momento da solenidade, Jeová afirmou que se fosse perguntado sobre quem seria educador do século na Paraíba, ele diria que seria a professora Carmelita Gonçalves. “Mulher, educadora do século. Foi a primeira resolução de todas. sim, a dela. E se eu terminasse hoje meu mandato, eu terminava satisfeito”, confessou ele, dirigindo-se à jovem de 13 anos, Iasmin, aluna da professora Carmelita e que representou o Colégio Nossa Senhora do Carmo na solenidade com um belo texto, sobre a educadora que se recupera de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofrido em setembro último.

Sobre a fundadora do Colégio Nossa Senhora do Carmo, inclusive, Eugênio Nóbrega, parente que representou Dona Carmelita, relembrou a todos que “tia Carmelita”, como é conhecida, foi e é focada na educação e evangelização, mas também na caridade e no fomento dos movimentos religiosos. “Nunca quis destaque. A alegria era ver os alunos encaminhados no caráter e na vida”, disse Eugênio. Mais adiante, ele destacou trechos de uma crônica do médico João Izidro, ex-aluno da professora, no qual fala da obstinação e luta da professora antes de conseguir fundar o seu colégio. “Em todo pé de serra que armava seu ensino chegava o dono do terreno e a retirava. Graças à sua perseverança, ela atingiu seus objetivos esqueceu as ferroadas da vida. Está feliz. Parabenizamos a tia Carmelita. Ela realizou um sonho que parecia uma quimera. A principal obra dela são os alunos dela em diferentes estados do país e lugares do globo terrestre”, concluiu.

O Monsenhor Agripino, no momento da entrega de sua medalha, disse sentir-se honrado. “A comenda nos faz lembrar a importância do Padre Rolim para Cajazeiras, a Paraíba e todo o país. Sua preocupação em desenvolver ensino a tal nível elevou a cidade e tornou ela conhecida em todas as províncias e de onde vinham os filhos de todos. Com sagrada sabedoria ele uniu a educação e o sacerdócio”, frisou o religioso. Dom Francisco Sales, também presente à sessão, afirmou que o Padre Rolim continua dando sentido à educação da cidade. “O Padre Rolim continua vivo entre nós. Vocês são responsáveis por isso. Vocês tem grande responsabilidade”, comentou.

Ana Costa Goldfarb, Diretora Presidente da Faculdade Santa Maria, ao receber a medalha Padre Rolim ao lado da Dra. Sheylla Nadjane, que é a atual Diretora Pedagógica da Faculdade, agradeceu a honraria frisando que é preciso fazer a diferença. “Eu me sinto honrada em estar aqui diante de tanta gente importante para a educação de Cajazeiras. Se consegui salvar e mudar a vida de alguém já fiz algo. Se como professoras fizermos alguém virar a esquerda quando ia virar a direita e isso for o melhor, eu já me sinto feliz”, disse Ana Goldfarb, frisando que foi também a Educação que mudou sua vida.

O professor doutor Antônio Fernandes, atual Reitor da UFCG, também agradeceu. “É uma honra estar aqui diante dessa constelação. Que dia esse. Rolim está em cada projeto que traz desenvolvimento para nossa cidade. Receber essa homenagem hoje da Assembleia é uma responsabilidade também”, disse ele, que foi seguido do professor Doutor e ex-Reitor da UFPB, Thompson Mariz, que afirmou ter sido a honraria da ALPB mais importante que recebeu na vida. “Recebi já a medalha Epitácio Pessoa, que é a comenda mais alta da ALPB. Mas, essa é especial porque está mais ligada à educação”, frisou ele, reprovando a falta de respeito de outros parlamentares na sessão. “A ausência de deputados aqui é um desprestígio. Se aprovaram a outorga por unanimidade, deveriam se fazer presentes num momento tão importante quanto esse”, lamentou o ex-reitor.

A Irmã Regina de Castro, diretora do Colégio Nossa Senhora de Lourdes, disse que estava feliz por ser homenageada. “Padre Rolim faz parte do início dessa cidade. Ele representa a educação e a cultura. Então, eu que faço parte da educação, sou de uma congregação que tem como título ‘Irmãs escolares de Nossa Senhora’, para mim é uma alegria imensa. Só tenho a agradecer por esse reconhecimento, por tudo aquilo que até hoje as irmãs escolares vêm desenvolvendo aqui no sertão da Paraíba, em particular em Cajazeiras”, afirmou ela.

Jeová Campos acompanhou o homenageado na cobrança e disse que mesmo assim é preciso valorizar a comenda. “Estamos ricos com a presença da Educação em nossa terra. Os que aqui estão têm o dever de respeitar e perpetuar esse momento de hoje. A comenda não pode ser banalizada. Na ALPB se banalizam as medalhas. Então, sejam fiscais, diligentes para que isso não ocorra com a medalha do Padre Rolim, a que eu considero a mais importante da ALPB”, finalizou Jeová, concluindo os trabalhos chamando a todos para se unirem em oração.

O deputado federal Wilson Santiago e vários prefeitos da região, a exemplo de Chico Mendes, de São José de Piranhas prestigiaram a solenidade e falaram da importância da iniciativa de se homenagear cidadãos que se doam para ajudar os outros através da educação, partilhando conhecimentos, e da religião, fortalecendo a fé e o amor ao próximo. O Bispo da Diocese de Cajazeiras, Dom Francisco de Sales Alencar, também prestigiou o momento, embora tenha saído antes do final da solenidade por causa de compromissos com a Diocese.

O deputado Junior Araújo, coautor da iniciativa, comemorou a instalação da Assembleia em Cajazeiras, para homenagear tantas pessoas ilustres que contribuíram diretamente com o desenvolvimento da educação do Alto Sertão da Paraíba, especialmente, da cidade de Cajazeiras. “Por ser um cajazeirense nato, viver este momento é algo muito especial e muito gratificante; assistir as homenagens ao Padre Rolin, que tanto contribuiu com o município me deixou muito feliz e gratificado”, disse o parlamentar que dividiu os trabalhos da mesa e entrega das medalhas com Jeová.
Jeová Campos, ao lado do deputado Júnior Araújo, co-autor da propositura de algumas comendas, coordenou os trabalhos na solenidade

Monsenhor Agripino Ferreira, um dos homenageados

Deputado Jeová Campos disse que o legado do Padre Rolim jamais será esquecido

Jeová tirou o chapéu em homenagem ao Padre Rolim

A medalha Padre Rolim

Parte da mesa com as autoridades e convidados

O ex-reitor da UFPB, Doutor Thompson Fernandes Mariz, foi um dos homenageados

O deputado Jeova Campos com os homenageados

A solenidade aconteceu no auditório da Fafic- Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Carlos Queiroz

O Reitor da UFCG, Antônio Fernandes Filho foi um dos homenageados

Diversas personalidades serão homenageadas pela ALPB durante evento de entrega da Medalha Padre Rolim em Cajazeiras

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Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), por iniciativa do deputado Jeová Campos, concederá nove medalhas “Padre Inácio de Sousa Rolim – Padre Rolim” nesta próxima sexta-feira (26), em evento no ginásio da Fafic-Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Carlos Queiroz, em Cajazeiras, a partir das 17h. Uma das homenageadas é a professora Carmelita Gonçalves, de 97 anos, “Tia Carmelita” como é carinhosamente chamada. Além dela, que marcou a história de Cajazeiras com a fundação do Colégio Nossa Senhora do Carmo, outras personalidades receberão o devido reconhecimento pela sua contribuição nas áreas educacional e religiosa no Estado da Paraíba, a exemplo de reitores, ex-reitores, diretores educacionais, professores e educadores vocacionados de base e de exercício.

Dona Carmelita Gonçalves foi um nome indicado para a Medalha Padre Rolim porque a educadora reflete a herança do Padre Rolim, o grande precursor e construtor da educação no alto sertão paraibano. Desde criança que ela teve interesse de entrar para ordem dos Carmelitas Descalças, mas após a morte de seu pai, o rumo de sua vida foi modificado e ela ficou em Cajazeiras ajudando na criação dos seus irmãos. Nunca se casou. Ao concluir o Curso Normal em 1943, fundou nesse mesmo ano a Escola Nossa Senhora do Carmo, passando a Colégio no ano de 1986. Até hoje é professora de língua portuguesa e diretora do Colégio, e se destaca no ensino da cidade, sendo um dos mais indicados na região.

“O Padre Rolim, na sua obstinação educacional, arregimentou jovens para lhes abrigar sob o mesmo teto e lhes transmitir as primeiras letras, marco inicial do mais importante educandário do Estado da Paraíba. Por isto, o Parlamento paraibano faz justiça quando reconhece a importância desses homens e mulheres na missão de desenvolver a Paraíba e estou extremamente feliz de ter sido o idealizador desta honraria”, comentou o deputado, citando outras personalidades sertanejas que receberão a Medalha Padre Rolim como o Professor Doutor Thompson Fernandes Mariz; Professor Antônio Fernandes; ao Padre Gervásio Fernandes de Queiroga; Monsenhor Agripino Ferreira; Dra Sheylla Nadjane; Irmã Olívia; Irmã Regina; e a Sra. Ana Costa Goldfarb. A propositura de Jeová tem como coautor o também deputado Junior Araújo.

Luta pelo ensino público superior

A ALPB aprovou por unanimidade as concessões das Medalhas no decorrer do ano. Ao professor Doutor e ex-Reitor, Thompson Mariz, a honraria reconhece sua luta em prol da expansão do ensino superior no sertão da Paraíba e toda a região sob a jurisdição da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG. “Não só implantou a nova Universidade, mas fez uma grande Universidade. Nos idos dos tempos do governo Lula, na expansão das Universidades, ele teve o poder de fazer e o fez com muita competência. Fez o campus de Pombal, Cuité, Sumé, porque não dizer o novo campus de Cajazeiras, onde se tem o curso de Medicina, uma grande luta sertaneja e que está mudando a economia e a saúde da cidade”, disse o deputado, elogiando o educador.

O professor Antônio Fernandes, atual Reitor da UFCG será outro homenageado. Um de grandes feitos dele foi em 2009, quando assumiu a direção do Hospital Regional de Cajazeiras (HRC) e triplicou a capacidade de atendimento da unidade, bem como implantou a três programas de Residência Médica, sendo a primeira unidade hospitalar da rede estadual a possuir Residências em Saúde da Família, Pediatria e Clínica. Teve destaque como Diretor de Centro, como Diretor de unidades de saúde, integrante da comissão para fundação do Curso de Medicina da UFCG e como professor fundador de vários cursos da área de saúde nesta Universidade.

Religião e Educação

Os religiosos Padre Gervásio Fernandes de Queiroga; o Monsenhor Agripino Ferreira; e as Irmãs Regina e Olívia, também foram destaque em Cajazeiras no exercício da educação. Padre Gervásio, nas palavras do deputado Jeová Campos (que foi seu aluno na Faculdade de Direito), foi o primeiro professor Doutor da Unidade no sertão. Com um extenso currículo, o padre assumiu uma das primeiras Coordenações Diocesanas de Pastoral do Brasil, a da sua diocese, Cajazeiras, em janeiro de 1964. Foi professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras (FAFIC), de 1970 a 1973, da Faculdade de Direito de Sousa, na mesma época, e da Universidade Federal da Paraíba no campus VI de Sousa de 1980 a 1992. Entre várias atividades em Cajazeiras e cidades do Rio Grande do Norte, fundou diversos grupos missionários, institutos seminaristas e até hoje continua assessorando, quando solicitado, bispos, sacerdotes ou religiosos.

Já o Monsenhor Agripino Ferreira de Assis ocupou inúmeras funções na estrutura organizacional da Diocese de Cajazeiras, destacando-se o período em que foi reitor do Seminário Nossa Senhora da Assunção (1992-2006), pároco da Catedral de Nossa Senhora da Piedade, Vigário Geral da Diocese, Administrador Diocesano e diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras (Fafic). Como Vice-Diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras – FAFIC, no período de 1996 a 2006; Tesoureira da Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras – FESC, da cidade de Cajazeiras; Diretor-Geral da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras – FAFIC, o Monsenhor Agripino Ferreira sempre foi um homem visão.

Entendendo que só através da educação é que se pode transformar e revolucionar uma sociedade, o Monsenhor, no ano de 2016, atendendo as demandas de mercado, iniciou o processo de expansão da FAFIC, tendo procedido à abertura do Curso Superior de Tecnologia em Marketing, de Bacharelado em Ciência da Computação e Educação Física, ampliando as possibilidades de capacitação superior para toda a sociedade de Cajazeiras e região.

Homenagem às irmãs de grandes Colégios em Cajazeiras

As irmãos Olívia e Regina serão homenageadas por suas funções em Colégios importantes e de tradição religiosa em Cajazeiras. Olivia Boniatti desenvolve suas atividades no Colégio Nossa Senhora de Lourdes, em Cajazeiras, há 20 anos, sendo uma figura bastante conhecida e respeitada pela sociedade, que reconhece os inúmeros serviços prestados para o desenvolvimento local. A irmã Olívia, como é popularmente conhecida em razão de ser membro da congregação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora, da Província da América Latina e Caribe, com sede em Porto Alegre/RS, na qual ingressou no ano de 1963, antes de ser encaminhada para a cidade de Cajazeiras, atuou como secretária de escola de 1º e 2º Grau no Colégio Sagrada Família de Forquilhinha, em Criciúma- SC, por 16 anos.

Maria Regina Soares de Castro é conhecida popularmente como irmã Regina, desempenha suas atividades como diretora geral do Colégio Nossa Senhora de Lourdes. Há 18 anos na cidade de Cajazeiras e desde então tem executado suas atividades para o auxílio do desenvolvimento educacional da região, a ALPB reconhecerá seu papel na educação local com a merecida homenagem.

Faculdade Santa Maria em destaque

Além das irmãs, outras duas mulheres receberão a Medalha Padre Rolim na sexta-feira (26). As duas exercem fortes funções na Faculdade Santa Maria, em Cajazeiras. Uma será Ana Costa Goldfarb, Diretora Presidente da Faculdade Santa Maria. “A Santa Maria leva ensino e educação ao sertão e via de consequência, sendo fator de desenvolvimento e crescimento cultural e profissional ao povo que ali reside e merece nosso reconhecimento”, destaca Jeová.

“Ana é uma mulher de visão futurista e grande empreendedora. Quando ninguém tinha essa visão, a professora Ana já considerava o investimento em educação no sertão uma realidade. Hoje, a Faculdade Santa Maria, é uma Instituição de Ensino Superior que oferta 12 cursos de graduação nas áreas de saúde, ciências sociais aplicadas, humanas, e engenharia”, reitera o parlamentar.

A outra é a Dra. Sheylla Nadjane, que é a atual Diretora Pedagógica da Faculdade Santa Maria e Diretora da Pós-Graduação Lato Sensu da Faculdade Santa Maria. É Doutora em Saúde Pública pela Faculdade de Medicina do ABC, Mestre em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal da Paraíba, possui graduação em Licenciatura em Biologia pela Universidade Federal da Paraíba, finalizando as homenagens.

“Essas homenagens será um momento histórico e bonito que a ALPB irá realizar. A Assembleia faz um resgate importante sobre essa questão da Educação da Paraíba. Pe. Rolim tem essa marca e tanto outros e em nome dos homenageados quero convidar a todos que puderem comparecer a essa sessão histórica, tão bela e para mim um verdadeiro louvor, uma celebração divina para algo que é tão importante: a Educação”, finalizou Jeová.

Jeová Campos diz que Jair Bolsonaro está levando o Brasil para o “inferno” com a 4ª maior taxa de desemprego do mundo

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O ranking da Austin Rating que apontou o Brasil, nesta segunda-feira (22), como tendo a 4ª maior taxa de desemprego do mundo, foi tema da fala do deputado estadual Jeová Campos na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta terça-feira (23). Segundo o levantamento da Consultoria, o Brasil agora é o pior entre os integrantes do G20 no que se refere ao desemprego. A taxa de 13,2% de desocupação é inferior apenas que o registrado em Costa Rica (15,2%), Espanha (14,6%) e Grécia (13,8%). O deputado Jeová, que se encontra em Brasília e participou da sessão de forma remota, chamou de “tragédia” o que está acontecendo no país governado por Jair Bolsonaro e afirmou que a situação se observa em todos os sentidos. “Esse governo está levando o país a um verdadeiro ‘inferno’. É lamentável tudo isso”, disse o parlamentar.

Dos países que compõem o G20, apenas três ainda não divulgaram números oficiais de desemprego no terceiro trimestre (junho, julho e agosto): África do Sul, Arábia Saudita e Argentina. Até que haja uma mudança no momento dessa divulgação, o Brasil segue como o pior desempenho do grupo. A taxa de 13,2% de desocupação, antes da chegada da Covid-19 estava abaixo de 12%. “Não é prazeroso você acordar com notícias como essa. O Brasil tem a 4ª maior taxa de desemprego do mundo entre 44 países e tem o dobro da taxa média global, que é 6,5%. Além disso, o Brasil é campeão do desemprego nos países do G20. Isso é uma tragédia. Esse governo assumiu a presidência com o fundamento de salvar o Brasil, mas tá levando o país ao caos. O que faz em todos os sentidos. É só olhar o número de mortes em decorrência da Covid. Infelizmente, você fica sem compreender”, desabafou o Jeová Campos.

Para o deputado, o país não está conseguindo acompanhar o crescimento da economia como o restante dos países. “Temos um Governo que não está em sintonia com seu povo. Estamos tendo uma recuperação extremamente lenta, sem incentivo estatal, a população nas ruas a pedir comida e ele ainda fez campanha contrária à imunização para que saíssemos dessa pandemia”, frisou Jeová, já sabendo também que o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que o Brasil feche 2021 com uma taxa de desemprego de 13,8%, o que coloca a economia brasileira na 14ª pior do mundo.

Jeová destacou que a situação é ainda mais grave quando se pensa na condução de uma solução para tirar o país da clausura (de todas as formas) e fazer com ele volte a crescer. Ele lembrou que o ex-presidente Lula é recebido como estadista onde for até os dias de hoje mesmo sem ser mais presidente, enquanto que Bolsonaro não tem o respeito da comunidade internacional. “A incompetência deste Governo para lidar com a pandemia, em especial a imunização da população, fez com que a nação perdesse o respeito da comunidade internacional”, disse Jeová, lembrando que, recentemente, teve contato com um primo que estava com Covid, mas, pelo fato de estar vacinado, fez o teste e não acusou o contágio. “Eu e outras pessoas não tivemos problema algum porque estávamos vacinados, imunizados com duas doses”, reiterou ele, lembrando que o atual presidente tem uma postura antiquada e muitas vezes amoral sobre a importância da imunização, do uso de máscaras e da não aglomeração em tempos de pandemia.