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Hospital Regional recebe doação de equipamentos da Diocese de Patos

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         Os equipamentos e itens doados pela Diocese de Patos ao Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro foram entregues nesta quarta-feira (11) à direção da unidade hospitalar. Os 35 itens vão melhorar, ainda mais, o serviço prestado aos cidadãos de mais de 80 municípios do sertão, para os quais a unidade pública de saúde estadual é referência. O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, acompanhado de outros profissionais do Hospital, recebeu a doação e agradeceu a iniciativa da Diocese. “Esses itens serão importantes no dia a dia de nossa unidade, especialmente, os dois bisturis eletrônicos que são extremamente necessários no nosso cotidiano”, destacou Guedes.

A compra dois itens foi efetuada com recursos próprios da Diocese e todos eles serão incorporados ao patrimônio do Hospital na modalidade de doação. O termo de recebimento dos equipamentos foi assinado na ocasião da doação. O diretor geral do Complexo lembrou que essa não é a primeira ação de doação da Diocese ao Hospital de Patos. “Já recebemos da Diocese EPI’s para proteger nossos colaboradores na pandemia e agora mais esse itens. Só temos a agradecer a iniciativa, reiterando que essa ação reforça a missão cristã de ajudar ao próximo, na medida em que contribui para a melhoria de nossa prestação de serviço à população. Em nome do Governo do Estado e de todos que integram a unidade agradecemos por essa iniciativa”, disse Francisco Guedes.

A doação incluiu a entrega de: dois bisturis eletrônicos, seis Otoscópio MD 2.5 Mark IICOM 5 Espéculos e Está Macio, três Oftalmoscópios, 04 termômetros Infravermelho, nove cabos para Laringoscópio, quatro lâminas de Aço Inox Conv. Curvo N4, seis unidades de válvulas Reguladora de Cilindro – P/Oxigênio e ainda uma unidade Seladora de Pedal Hospitalar. Na ocasião, Dom Eraldo falou da importância da missão cristã e reiterou o compromisso da Diocese com ações que contribuam para melhorar a vida das pessoas e ajudar instituições e entidades a melhorarem seus serviços.

Dom Eraldo com representantes da Diocese e do Complexo de Patos (9) Dom Eraldo falou da missão da igreja e do objetivo da ação Francisco Guedes, diretor do Complexo, lembrou que a Diocese já ajudou o hospital outra vez O diretor do Complexo, Francisco Guedes agradeceu a doação da Diocese O documento de doação foi assinado durante a solenidade Representantes da igreja, do Complexo e de outras entidades participaram do ato de doação

Pacientes de Ortopedia e de cirurgias de bucomaxilo passam a ocupar enfermarias do Hospital do Bem para desafogar leitos do Complexo

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Pacientes de Ortopedia, do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), com fraturas em membros superiores de até um osso e também de cirurgias de bucomaxilo, passaram a ocupar as enfermarias disponíveis no primeiro andar do Hospital do Bem, desde a última sexta-feira (23). A iniciativa tem o objetivo de desafogar os leitos do Complexo, reduzindo assim a lotação das Enfermarias da unidade, aproveitar um espaço que estava sendo subutilizado, ofertando conforto e mais leitos para os pacientes de uma forma geral.

A mudança também incluiu a destinação de uma enfermaria infantil, para crianças que sofreram traumas ortopédicos. O objetivo dessa transferência, segundo o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, é ocupar leitos do Hospital do Bem, que estava sendo subutilizado, desafogando, assim, os leitos do Complexo. “Com essa iniciativa a gente passa a ocupar espaços que estavam sem utilização, liberando mais leitos para a população de Patos e região, sem prejudicar o atendimento aos pacientes oncológicos que continuam utilizando os serviços da unidade sem nenhum comprometimento, nem mudança de atendimento”, explica Francisco.

O remanejamento de pacientes do Complexo para as instalações do Hospital do Bem foi uma ação autorizada pela Secretaria de Saúde Estadual como medida para desafogar as enfermarias do Hospital que, nos últimos dias estava apresentando superlotação. “Com essa transferência, as quatro enfermarias do Hospital do Bem, que estavam prontas e sendo subutilizadas, passam a ser ocupadas, disponibilizando, assim, mais leitos para a população no Complexo e sem comprometer os serviços ofertados aos pacientes oncológicos que continuam a ser atendidos em todas as suas demandas de ambulatório, quimioterapia, cirurgias e internação”, reitera o diretor do Complexo.

Elevador

O elevador que irá substituir a plataforma elevatória, hoje utilizada no Hospital do Bem, já havia sido comprado pela OS Santa Casa de Birigui, que administrava a unidade, encontra-se em São Paulo, onde nos próximos dias será transportado para Patos. Segundo o diretor do Complexo, no qual o Hospital está vinculado, o processo de contratação da empresa transportadora do equipamento deve ser concluído essa semana e a expectativa é de que até o final do ano o elevador já esteja disponível para utilização pelos pacientes. “A OS comprou o equipamento, mas não finalizou o processo de transferência e de adequação do equipamento às instalações da unidade o que estamos fazendo agora”, finalizou Francisco Guedes.

Hospital do Bem abre Outubro Rosa e alerta sobre o diagnóstico precoce do câncer de mama

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Uma das questões fundamentais e que são determinantes no tratamento e cura de um câncer de mama e de boa parte dos tumores malignos é a identificação precoce do problema. Nesta quinta-feira (01), durante a abertura das atividades alusivas ao Outubro Rosa do Hospital do Bem, de Patos, essa questão da identificação precoce da doença foi um dos assuntos abordados. A ação que aconteceu na recepção do hospital e que contou com poucas pessoas, seguindo protocolo de cuidados da pandemia do Covid, contou com a participação do diretor geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, Francisco Guedes, da Dra. Nayarah Castro, médica oncologista do Hospital do Bem, além de funcionários, pacientes e acompanhantes.

“Foi um momento de relembrar a importância da prevenção, da identificação precoce da doença e de reforçar a diferença que faz contar com um tratamento como o do Hospital do Bem no sertão”, destacou Francisco Guedes. O diretor do Complexo, no qual o Hospital do Bem faz parte, deixou uma mensagem de esperança para pacientes e acompanhantes. “Nossa unidade tem uma missão muito importante de acolher os pacientes oncológicos do sertão e fazemos isso com uma equipe que trata o paciente não enxergando a doença, mas, sobretudo sua cura. Aqui, além do tratamento, nós renovamos a esperança”, reforça Francisco.

A Dra. Nayarah reforçou que entre o que se conhece como verdade sobre a doença é que o câncer tem cura desde que tratado em estágios iniciais e acompanhados corretamente “Isso demonstra a importância do diagnóstico precoce. Qualquer pessoa corre o risco de desenvolver câncer, não há ninguém que possa dizer que é imune a doença”, disse a médica, reforçando o atendimento do Hospital do Bem, onde se destaca a questão da humanização e dos protocolos adotados. “Dispomos aqui do mesmo tratamento de outros locais do país”, disse Dra. Nayarah, que fez ainda uma abordagem sobre a importância da conscientização da prevenção do câncer de mama e colo uterino.

Ao longo deste mês, outras atividades alusivas ao Outubro Rosa serão realizadas pelo Hospital do Bem, mas, respeitando todos os protocolos de segurança no tocante a evitar aglomerações de pessoas na unidade, inclusive, porque pacientes oncológicos precisam de mais proteção por causa da imunidade.

Hospital do Bem realizou mais de 2,5 mil atendimentos ambulatoriais no primeiro semestre

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O Hospital do Bem – unidade de oncologia do Sertão – contabilizou a realização de 1108 sessões de quimioterapia e 2549 atendimentos ambulatoriais, em pacientes de várias cidades do interior do estado. A unidade, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, não parou seus atendimentos na pandemia, inclusive as cirurgias, apenas redobrou os cuidados para atender esse público considerado de risco, adotando outras medidas de prevenção. Entre janeiro e junho, de acordo com o relatório de gestão, a unidade realizou ainda 229 cirurgias oncológicas e vários outros procedimentos.

Além dos atendimentos no ambulatório, das sessões de quimioterapia e das cirurgias, o Hospital do Bem realizou, no primeiro semestre deste ano, 29 biopsias prostáticas, 25 punções de mama por agulha grossa, 20 biópsias de colo uterino, 19 exereses de nódulo de mama (uma cirurgia que faz a retirada de nódulos mamários benignos, geralmente os fibroadenomas) e três exéreses de colo uterino.

O Hospital do Bem, que completará dois anos de funcionamento em setembro próximo, tem atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico para quatro tipos de câncer: pele, próstata, mama e colo de útero. A sala de quimioterapia tem capacidade para atender dez pacientes simultaneamente, inclusive, com os acompanhantes que, em função da pandemia, não estão mais permanecendo nas sessões da sala de quimioterapia como forma preventiva. A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, explica que essa medida foi tomada para proteger os pacientes cuja imunidade durante o tratamento fica mais suscetível e frágil.

O Hospital do Bem só atende pacientes regulados, ou seja, com consultas e procedimentos já agendados previamente, via Secretarias de Saúde dos municípios, através da Central de Regulação do Estado. Nestes primeiros seis meses do ano, os dois tipos de maior incidência de câncer atendidos na unidade foram os de mama e de próstata.

Hospital do Bem mantém atendimentos e realiza 520 sessões de quimioterapia em três meses

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OHospital do Bem – unidade de oncologia do Sertão – não parou suas atividades neste período de pandemia e vem mantendo a assistência aos pacientes, adotando um rígido controle de prevenção para proteger os pacientes oncológicos que fazem parte do grupo de risco em relação ao Covid-19. Nos últimos 90 dias, a unidade contabilizou 1028 atendimentos ambulatoriais e a realização de 520 sessões de quimioterapia.

Em março, o Hospital do Bem realizou 377 atendimentos e 173 sessões de quimioterapia. Já em abril, foram 350 atendimentos ambulatoriais e mais 185 sessões. Em maio, foram contabilizadas 301atendimentos e mais 162 sessões de quimioterapia. Os atendimentos ambulatoriais se dividem nas especialidades Oncologia Clínica e Cirúrgica, Mastologia, Cirurgia Plástica e Urologia.

Por ordem de demanda, a Oncologia Clínica foi a que teve um maior número de atendimentos, com 672 registros. Em segundo lugar foi Mastologia, com 149 atendimentos, seguido de Oncologia Cirúrgica, com 119 casos. A Cirurgia Plástica teve 65 atendimentos, enquanto a Urologia teve outros 23 casos.

A diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, no qual o Hospital do Bem está inserido, Liliane Sena, reitera que o hospital continua em pleno funcionamento, mantendo controles de desinfecção e limpeza ainda mais rígidos. “Adotamos uma série de medidas para garantir a segurança de nossos pacientes na atual conjuntura, a exemplo de distanciar os leitos e cadeiras da recepção e sala de quimioterapia, disponibilizamos máscaras para pacientes e acompanhantes que não possuem o acessório, álcool em gel em todas as dependências, reduzimos a quantidade de pacientes atendidos diariamente para evitar aglomerações e ainda orientamos nossos pacientes sobre medidas preventivas”, destaca Liliane.

O Hospital do Bem atua com atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico para quatro tipos de câncer: pele, próstata, mama e colo de útero. A sala de quimioterapia tem capacidade para atender dez pacientes simultaneamente, mantendo uma distância segura entre todos eles. O Hospital do Bem só atende pacientes regulados, ou seja, com consultas e procedimentos já agendados previamente, via Secretarias de Saúde dos municípios, apor meio da Central de Regulação do Estado.

Profissionais do Complexo Hospitalar de Patos participam de Woskshop sobre ‘Atuação da Enfermagem na Oncologia’

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Profissionais que integram a equipe de Enfermagem do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, participaram nesta quinta-feira (27), de um workshop no Hospital do Bem, sobre a ‘Atuação da Enfermagem na Oncologia’. Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem e estagiários, não apenas do Complexo, mas de outras unidades de saúde e instituições de ensino na área de Enfermagem, adquiriram mais conhecimento com a palestra do enfermeiro oncológico, Fernando Régis, que integra a equipe do Hospital do Bem, que é referência no tratamento oncológico no sertão paraibano.

No total, participaram deste 1º Workshop 39 profissionais. A ideia, segundo a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, é realizar periodicamente encontros neste molde. “Vamos aproveitar a Prata da Casa para disseminar e aprofundar conhecimentos específicos. Neste primeiro encontro abordamos a questão da enfermagem na oncologia e noutros momentos abordaremos outras temáticas que possam ampliar nossos conhecimentos e melhorar ainda mais nossa prestação de serviço”, destaca a diretora.

Como é o funcionamento da quimioterapia, quais os tipos de tratamentos disponíveis, as vias de administração e os tipos de neoplasias foram alguns dos tópicos abordados pelo enfermeiro palestrante. Para Fernando, atuar na área de oncologia e no Hospital do Bem é a realização de um sonho. “Eu amo o que faço como Enfermeiro, e mais ainda com a minha especialização em oncologia, e também atuar na área que escolhi, num espaço como esse do Hospital do Bem, que tem qualidade na assistência aos pacientes é muito gratificante”, destacou Fernando, elogiando a iniciativa da direção da unidade em realizar os workshops e de ter lhe dado a oportunidade de ser o palestrante do primeiro deles.

A enfermeira Sheyla Rosendo, foi uma das profissionais que participou do workshop, e disse que o momento foi muito interessante. “Foi um espaço de ampliação de conhecimento e esclarecimento bem oportuno, inclusive, direcionado a pacientes oncológicos, que requerem procedimentos específicos. Eu, particularmente, mesmo trabalhando no Complexo nunca tinha tido a oportunidade de me aprofundar nessa área de oncologia e achei tudo muito esclarecedor. Com certeza o que vi aqui hoje vai ampliar minha atuação como profissional”, afirmou Sheyla.

Hospital do Bem realiza ação para marcar Dia Mundial de Combate ao Câncer

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Estima-se que 1,5 milhão de mortes anuais por câncer poderiam ser evitadas com medidas adequadas de prevenção. Esse alerta foi feito na manhã desta terça-feira (04), por profissionais que atuam no Hospital do Bem, na data em que se comemora o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Na ocasião, a Oncologista Nayarah Castro e o Cirurgião Oncológico Wostenildo Crispim realizaram uma abordagem com orientações de saúde e prevenção para pacientes, acompanhantes e funcionários da unidade oncológica que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos.

“Essa data é muito importante para que a gente possa relembrar a diferença que faz a identificação da doença ainda em seu estágio inicial. Quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor para o paciente, para a terapêutica e para o sucesso do tratamento também”, destaca a médica. Ela reitera que as pessoas devem estar atentas a alguns sinais, tipo manchas estranhas na pele, nódulos nos seios e axilas, febre contínua, feridas que não cicatrizam, indigestão constante e rouquidão crônica e que os homens realizem o exame da próstata e dos testículos periodicamente após os 40 anos. “Hoje nós temos disponível aqui em Patos uma unidade que é um espaço que pode ajudar neste diagnóstico precoce e possibilitar um imediato início do tratamento”, destaca Dra. Nayarah.

Dr. Wostenildo Crispim reforçou a importância da identificação precoce da doença, lembrando que essa data comemorativa de 04 de Fevereiro já completa duas décadas e que ela torna-se ainda mais relevante a cada ano. “A detecção precoce se baseia na seguinte premissa: quanto mais cedo diagnosticado o câncer, maiores as chances de cura, a sobrevida e a qualidade de vida do paciente, por isso, identificar a doença em seu estágio inicial faz toda a diferença tanto no atendimento a esse paciente, quanto nas chances de cura dele”, enfatizou o médico, lembrando que as estratégias para a detecção precoce do câncer incluem rastreamento e diagnóstico precoce.

A paciente Marlene da Silva Melquiades, 56 anos, da cidade de Patos, esteve hoje no Hospital do Bem para dar continuidade a sua quimioterapia e disse que a identificação mais cedo faz toda a diferença. “Tive que fazer uma mastectomia, por causa de um câncer de mama que talvez não tivesse sido tão invasivo se eu descobrisse a doença mais cedo, mas, o importante é encarar o tratamento e não perder a fé que tudo dará certo”, disse ela, elogiando a equipe do Hospital do Bem. “O atendimento aqui é ótimo, todos no tratam muito bem, da auxiliar de serviços até o médico, todos aqui os acolhem com muito carinho”, afirmou ela, enquanto tomava sua medicação intravenosa na sala de quimioterapia da unidade.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, reforçou a diferença que faz o diagnóstico precoce. “Muitas de nossas pacientes que tiveram câncer de mama e que já tocaram o sino da cura descobriram a doença em sua fase inicial e atestam essa premissa de altos índices de cura quando a doença é identificada no início”, reforça ela.

Sobre o Dia Mundial do Câncer

O Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, é uma iniciativa global organizada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS). Criada em 2000, por meio da Carta de Paris contra o câncer, a data tem como objetivo aumentar a conscientização e a educação mundial sobre a doença, além de influenciar governos e indivíduos para que se mobilizem pelo controle do câncer evitando, assim, milhões de mortes a cada ano.

Hospital do Bem: Pacientes comemoram cura após cirurgia e tratamento

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Dados do Instituto Nacional de Câncer – Inca atestam que o câncer de mama atinge 60 mil mulheres por ano no Brasil. Ele é o tipo de tumor mais temido pelas mulheres e com razão, já que é o mais incidente entre elas depois do câncer de pele não melanoma e também uma doença que mexe com uma parte do corpo da mulher que é muito significativa. Mas, com o avanço da Medicina e das técnicas cirurgicas e de tratamento, o diagnóstico da doença não significa mais uma sentença de morte. Os vários casos de cura atestam que é possível superar a doença e ressignificar a vida após esse episódio. E é isso que farão a partir de hoje as pacientes do Hospital do Bem, Franceilma da Silva, 32 anos, Maria Lúcia da Silva, 57 anos e Francisca Maria dos Santos, 53 anos, que nesta quinta-feira (23) tocaram o sino da cura e deram a volta por cima após realizarem, com sucesso, o tratamento cirúrgico e quimioterápico no Hospital do Bem, de Patos.

O momento do toque do sino, que simboliza que o tratamento realizado no Hospital do Bem surtiu efeito sobre a doença, foi acompanhado pela diretora do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, Liliane Sena, pela oncologista da unidade, Dra. Nayarah Castro, e pelo cirurgião oncológico do Hospital, Dr. Wostenildo Crispim. As pacientes Franceilma da Silva, da cidade de Mato Grosso, que iniciou seu tratamento em maio de 2019, Maria Lúcia da Silva, da cidade de Patos, que começou em agosto do ano passado e Francisca Maria dos Santos, de Brejo dos Santos, que se tratava desde julho de 2019, receberam alta nesta quinta-feira e tocaram o sino, após passarem por cirurgias e quimioterapias. O ateste da cura veio após a realização de tomografias de tórax e abdômen inferior, além das cintilografias que mostraram a inexistência de tumor pós-tratamentos. “Esses exames indicam que as pacientes que fizeram cirurgias no hospital e quimioterapia, durante seis meses, tiveram sucesso e não mais apresentam tumor neste momento”, afirma a Dra. Nayarah, lembrando que todas elas tiveram câncer de mama.

Ainda segundo a médica, é importante que ao menor sinal de nódulo endurecido ou caroço (no seio ou na axila), irritação ou aparecimento de irregularidades em alguma parte da mama, como afundamentos ou franzidos que fazem a pele parecer com uma casca de laranja, inchaço na mama toda ou em parte dela e vermelhidão ou descamação da pele da mama ou do mamilo (bico do seio) e ainda ao se notar a saída de secreção pelo mamilo (que não leite), dor ou inversão do mamilo (quando o bico do seio fica para dentro), a mulher deve procurar um médico e fazer exames para afastar a possibilidade de câncer ou diagnosticar a doença em estágio inicial. “Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maiores são as chances de cura”, disse Dra. Nayarah. O Hospital do Bem faz parte do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC) e integra a rede estadual de saúde.

Hospital do Bem realizou mais de 3 mil atendimentos em 2019

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O Hospital do Bem – unidade de oncologia do Sertão, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, está cumprindo sua missão de acolher e tratar os pacientes de câncer no interior do Estado. Absorvendo boa parte do contingente de pessoas que antes da unidade só tinham a opção de tratamento de câncer em Campina Grande ou em João Pessoa, o Hospital contabilizou, a longo de 2019, a realização de 1.296 sessões de quimioterapia, 3342 consultas por especialidades e ainda 534 cirurgias, em pacientes de 84 municípios do sertão paraibano.

O Hospital tem atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico, para quatro tipos de câncer: pele, próstata, mama e colo de útero. A sala de quimioterapia da unidade tem capacidade para atender dez pacientes simultaneamente. Das 3342 consultas por especialidade, a maior parte delas foi de Oncologia Clínica, com 1.939 casos, seguido de Mastologia com 419, Colo Uterino com 407, Pele com 391 casos e Urologia com 186.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, reitera a importância do Hospital do Bem no atendimento de pacientes próximos de suas cidades. “Antes da disponibilidade de nossos serviços, os pacientes oncológicos do interior viviam uma dura rotina de ter que se deslocar cerca de 350 km até a Capital ou Campina Grande, para realizarem seus tratamentos. Com a disponibilidade dos serviços oncológicos de média e alta complexidade em Patos, esse tratamento pode ser feito mais próximo da residência dos pacientes, o que impacta positivamente na melhoria da qualidade de vida dessas pessoas, que não mais precisam enfrentar o tratamento, seguido do desgaste do deslocamento destas viagens muito longas, tendo toda a assistência necessária no Hospital do Bem que segue os mesmos protocolos de hospitais que tratam o câncer”, destaca Liliane.

Hospital do Bem, lembra Liliane, só atende pacientes regulados, ou seja, com consultas e procedimentos já agendados previamente, via Secretarias de Saúde dos municípios, através da Central de Regulação do Estado. Desde que foi fundado, em 03 de setembro de 2018, os tipos de maior incidência de câncer atendidos na unidade foram os de mama e colo uterino.

Público já pode ver a exposição ‘Bruta Flor’ no hall do Hospital do Bem em Patos

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Ressignificar o sofrimento e angustia de mulheres que fazem tratamento contra o câncer de mama transformando esse processo de cura em arte e mostrar que a beleza existe e resiste mesmo em condições adversas. Essa é a tônica da exposição fotográfica ‘Bruta Flor’ que utilizou como personagens 13 pacientes do Hospital do Bem, de Patos, que fazem tratamento contra câncer de mama na unidade. A mostra, que já foi exposta em uma Livraria na cidade, está exposta a partir desta quinta-feira (26) ao hall de entrada do Hospital do Bem e pode ser apreciada pelo público no horário comercial. As fotos das pacientes foram feitas pela fotógrafa Thayse Gomes e ficarão expostas na unidade até o início de janeiro.

A diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), Liliane Sena, disse que ter a mostra na unidade é uma forma de prestigiar não apenas as pacientes que se tornaram personagens da exposição, mas todas as outras que não se deixam abater pelo diagnóstico. “Essa exposição é uma espécie de resgate da autoestima dessas mulheres que se reinventam e se reencontram consigo mesma e mesmo com o sofrimento de um tratamento oncológico não se deixam abater pela doença e descobrem que continuam belas, pois as fotos valorizam de uma forma muito singular a beleza dessas mulheres que ressignificam o sofrimento com o sorriso, com a alegria de viver. Portanto, a mostra é uma homenagem a essas mulheres de fibra”, destaca Liliane.

A mostra foi uma iniciativa da médica Marcília Lopes que produziu, em parceria com a ONG ‘Amigas Viva a Vida’, um calendário com as modelos paciente. Como o resultado ficou muito bonito, o projeto inicial foi ampliado para uma exposição itinerante. Os calendários com as fotos estão à venda e toda a renda é revertida para a ONG ‘Amigas Viva a Vida’, uma entidade bem atuante em Patos que dá um suporte multiprofissional, incluindo de acolhimento em sua sede, às pacientes que se tratam no Hospital do Bem.