Hospital do bem

Profissionais, pacientes e acompanhantes do Hospital do Bem participam de café junino

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Essa quinta-feira (27), o início da jornada do Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), aconteceu em clima de São João. Isto porque, foi servido um café da manhã junino para a equipe de profissionais da unidade e também para pacientes e acompanhantes. O café foi servido na recepção da unidade e marcou as comemorações juninas dos colaboradores do Hospital.

E quem pôde participar degustou iguarias do cardápio junino, a exemplo de pamonha e bolo de milho, além de outros lanches. A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, prestigiou o momento e destacou o objetivo da iniciativa. “Os festejos juninos fazem parte das melhores tradições do Nordeste e a cidade de Patos sempre foi referência no que diz respeito a valorização desta tradição cultural, ai achamos importante realizar esse momento onde pudemos comemorar a data, sem prejuízo algum de nossos serviços”, afirmou ela.

Colaboradores do Complexo Hospitalar de Patos participam de treinamento sobre higienização em unidades de saúde

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O ambiente hospitalar, pela própria natureza da atividade, requer uma combinação complexa de atividades especializadas, onde o serviço de higienização e limpeza ocupam um lugar de grande importância. A limpeza além de imprescindível, atua psicologicamente sobre os visitantes, pacientes e funcionários chegando a ser fundamental nos conceitos sobre a instituição. E por valorizar também esse serviço, a direção do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) realizou, no último dia 11, uma capacitação sobre Higienização Hospitalar com colaboradores do Hospital Regional e do Hospital do Bem.

Na realidade, explica a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, o treinamento foi um acréscimo de conhecimento que faz parte do programa de educação permanente do complexo hospitalar, ao qual o Hospital do Bem de Patos está vinculado. “A higiene e limpeza são elementos que concorrem decisivamente para a sensação de bem estar, segurança e conforto, não apenas do paciente, mas de todos que transitam numa unidade de saúde. Além disso, o serviço de limpeza hospitalar tem particular importância no controle de infecções, por garantir a desinfecção de áreas hospitalares e essa reciclagem de conhecimento é importante para melhorarmos, ainda mais, neste aspecto”, destaca a diretora.

O treinamento, cujo foco foi ‘Higienização e desinfecção de áreas de alta complexidade’ foi feito pela médica e oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Castro, com apoio dos integrantes da Coordenação de Higienização e Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Complexo. O público alvo foi os funcionários que atuam no serviço de higienização.

Hospital do Bem registra 1433 atendimentos, 332 internações e 290 sessões de quimioterapia entre janeiro e maio deste ano

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Idealizado para amenizar o sofrimento das pessoas que tinham que se deslocar de cidades do sertão paraibano para Campina Grande ou João Pessoa para ter acesso a um tratamento oncológico, o Hospital do Bem tem sido um ponto de referência e assistência para pacientes com câncer no interior do estado. Somente entre janeiro e maio deste ano, a unidade que integra o Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), registrou 1433 atendimentos, 332 internações e 290 sessões de quimioterapia. O Hospital do Bem integra a rede estadual de saúde e foi inaugurado em setembro do ano passado.

Dados do relatório de gestão dos primeiros cinco meses deste ano mostram que o Hospital registrou 127 internamentos na Clínica Médica, mais 179 na Clínica Cirúrgica e outros 26 nos Cuidados Paliativos, mais 1433 atendimentos nos setores de cirurgia oncológica (221), clínica oncológica (531), cirurgia plástica (29), urologia (139) e mastologia (252). A unidade que atende os casos de câncer mais incidentes na região que são os de próstata, mama, colo de útero e pele, com a oferta de serviços de diagnóstico, tratamento ambulatorial com consultas médicas, cirurgias oncológicas e quimioterapia realizou, neste período, 290 sessões de quimioterapia.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, destaca a importância do Hospital do Bem para os pacientes com câncer no sertão. “Temos uma ótima infraestrutura, uma equipe especializada em casos de oncologia, realizamos os atendimentos dentro dos protocolos igual a qualquer unidade referenciada para casos de oncologia, temos um serviço humanizado e tudo isso mais perto da casa dos pacientes o que propicia muitos ganhos em qualidade de atendimento, além da facilidade de acesso ao tratamento”, destaca a diretora, lembrando que os números do Hospital do Bem atestam a necessidade e importância deste serviço na região

Sobre o Hospital do Bem

O Hospital dispõe de 25 leitos de internação, uma ampla sala para quimioterapia com espaços para dez tratamentos simultâneos, além de enfermarias clínica, cirúrgica e de retaguarda, entre outros espaços. Os pacientes do Hospital têm à disposição um Centro de Imagem, localizada no prédio anexo do Hospital Regional, que realiza exames de ultrassonografia com Doppler; tomografia; endoscopia; eletrocardiograma; exames laboratoriais e Raio X. Os exames de ressonância magnética e cintilografia óssea são terceirizados, mas custeados pelo poder público, através do SUS.

Hospital do Bem descobre e está tratando tipo raro de câncer de mama que é o 9º caso identificado no mundo

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Um tipo raríssimo de câncer de mama foi, recentemente, identificado pela equipe de médicos oncologistas do Hospital do Bem, em Patos. Trata-se de um carcinoma metaplásico de células fusiformes, responsável por menos de 1% dos diagnósticos, sendo, este o 9° caso em todo o mundo. O fato chamou atenção de equipes de centros oncológicos de São Paulo que já solicitaram um acompanhamento da evolução da paciente, visto que não se tem pesquisas sobre esse tipo de câncer e nem protocolos estabelecidos para tratamento, sendo este realizado apenas com base em relatos de casos. Embora apresente o pior prognóstico dos canceres, a ocorrência que está sendo tratada na Paraíba não desanima os médicos já que a paciente não tem metástase, tem apenas 36 anos, não tem doenças pré-instaladas como diabetes ou hipertensão, e está sendo bem acompanhada, o que facilita o sucesso de seu tratamento.

A médica oncologista, Dra. Nayarah Potyara, que está à frente do caso no Hospital do Bem, explica que o carcinoma ductal invasivo é o tipo mais comum entre os cânceres de mama. Cerca de 80% dos diagnósticos de câncer de mama são carcinomas ductais invasivos, que se inicia em um duto de leite, rompe a parede desse duto e cresce no tecido adiposo da mama. No entanto, no final do mês de maio, surgiu um caso especial que acometia a mama direita de uma jovem, com 36 anos apenas, da cidade de Matureia, mas com forte histórico de câncer de mama da família.

A mãe, uma tia e uma prima da paciente, cujo nome não será revelado para preservar sua identidade, faleceram de câncer de mama, o que levou a jovem a procurar o serviço de saúde logo que detectou mudanças na mama. “É uma variante muito rara e ele apresenta uma variedade de padrões histológicos que dificulta o diagnóstico pela mamografia. Então, a paciente foi submetida à mastectomia e, com a peça, realizamos um exame muito específico para identificar o tipo de cancro. Só através dele que conseguimos diferenciar”, explicou a médica, frisando que esse tipo de câncer não se diferencia muito dos demais a não ser pelas suas manifestações clínicas. “Esse carcinoma apresenta forte metástase e é muito agressivo, mas estamos confiantes”, disse a médica.

Pela sua raridade, o tratamento ainda não está estabelecido, sendo a remoção do tumor associada à terapia adjuvante o melhor caminho. A paciente, inclusive, já iniciou seu tratamento no Hospital do Bem, na semana passada, e seu prognóstico, segundo a médica oncologista, Dra. Nayarah Potyara, ao contrário do que demonstra dos relatos de casos, é bastante positivo, tendo em vista que se trata de uma paciente jovem, sem metástase e sem doenças pré-instaladas como diabetes ou hipertensão. “Esse é um tipo de câncer que tem o pior prognóstico dentre todos, mas estamos confiantes no tratamento”, afirmou a medica.

A paciente está fazendo tratamento de Quimioterapia com quatro sessões de séries vermelhas, a cada 14 dias e 12 sessões de série branca, semanalmente. O tratamento é semelhante ao do carcinoma ductal invasivo. Ela está internada no Hospital do Bem há dois meses e, quando receber alta da quimioterapia, poderá fazer a reconstrução mamária. O caso será acompanhado também por médicos de São Paulo, haja vista a relevância da doença para a comunidade científica brasileira pela sua raridade e falta de pesquisas que norteiem o seu tratamento.

O exame que identifica o tipo de câncer que a doutora Nayarah se refere é o imuno-histoquímico (uma biópsia), realizado através do próprio Hospital do Bem e que é um método de análise dos tecidos via microscópio para identificar características moleculares das doenças. A análise tem diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças inflamatórias, infecciosas e neoplasias, sendo determinante também no prognóstico do câncer, já que o exame pesquisa moléculas associadas a diferentes tipos de tumor.

O Hospital do Bem faz parte do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos e oferta serviços de diagnóstico, tratamento ambulatorial com consultas médicas, cirurgias oncológicas e quimioterapia para os casos de câncer mais incidentes na região que são os de próstata, mama, colo de útero e pele. O Hospital tem 25 leitos de internação, uma ampla sala para quimioterapia com espaços para dez tratamentos simultâneos, além de enfermarias clínica, cirúrgica e de retaguarda, entre outros espaços, além de diversos exames de ultrassonografia com Doppler; tomografia; endoscopia; eletrocardiograma; exames laboratoriais e Raio X. Há ainda os exames de ressonância magnética e cintilografia óssea, que são terceirizados, mas custeados pelo poder público, através do SUS.

Projeto que leva entretenimento a pacientes e colaboradores do Hospital do Bem ganha parceria do Guedes Shopping

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Uma sessão de cinema sem pipoca fica com um gostinho de que algo está faltando. Mas, os cinéfilos do projeto ‘Cinema do Bem’ não precisam se preocupar com isso, pois, uma parceria com o Guedes Shopping garantirá a pipoca em todas as sessões quinzenais de projeção. Idealizado para humanizar o tempo de hospitalização do paciente e reduzir o estresse no ambiente hospitalar, o projeto, iniciado em março, é direcionado aos pacientes e profissionais que atuam no Hospital do Bem, em Patos. Essa semana, a segunda sessão foi realizada. O filme Benji que conta a história de um cãozinho que tem fantástica habilidade para estar no lugar certo, na hora certa, normalmente para ajudar alguém a superar um problema, foi o escolhido. O Hospital do Bem integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro e atende casos de oncologia.

A sessão começou por volta das 18h, aconteceu na Enfermaria da Clínica Médica e teve como expectadores cinco pacientes, seus acompanhantes, além do pessoal da enfermagem e de outros setores do hospital.  Para a paciente Cândida Medeiros de Araújo, a iniciativa foi muito bem-vinda. “Foi um momento maravilhoso para todos os pacientes. Espero que se repita por mais vezes. Essa equipe daqui é sempre muito amorosa e prestativa, só uma equipe assim pensaria em algo como esse cinema no hospital”, disse ela.

A enfermeira Socorro Rodrigues, destaca a importância da ação. “A promoção da humanização no ambiente hospitalar, o estreitamento de laços entre paciente e equipe e a redução do sofrimento, através de um momento de alegria e relaxamento, são questões importantes e que estão sendo atingidas aqui, também, com esse projeto. Eu estou feliz em participar dessa ação que vai além de um momento de descontração que é uma forma terapeutica relevante, que contribui para o enfrentamento do sofrimento causado pela doença, aliviando a dor dos pacientes”, disse Socorro.

A coordenadora de Enfermagem do Hospital do Bem, Aretusa Delfino, e idealizadora do projeto, está entusiasmada com a receptividade da proposta que tem o objetivo de trabalhar as emoções, a ansiedade, a tristeza, a baixa autoestima e até a depressão, de maneira lúdica, através da projeção de filmes. “As pessoas esquecem, neste momento, que estão num ambiente hospitalar, relaxam, ficam mais tranquilas e isso contribui no processo curativo, porque alegria e prazer são sensações curativas”, destaca Aretusa.

A projeção dos filmes é feita na parede da enfermaria. O filme que estreou o projeto foi ‘Patch Adams’ que conta a história de um médico norte-americano famoso por sua metodologia inusitada no tratamento de enfermos. A terceira sessão de cinema está marcada para o dia 23. O filme a ser projetado ainda não foi definido, mas, o critério de escolha recai sobre temáticas de motivação e lições de superação. Além da pipoca, que é um alimento anticancerígeno, é distribuído sucos durante a sessão.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, é uma das entusiastas do projeto. “Essa Ideia foi muito boa e já trouxe parceiros como o Cinema do Guedes Shopping. Quero parabenizar a todos os envolvidos, iniciativas como essa são muito importante e reforçam a humanização que tanto defendemos. Essa ideia é linda e faz todo o sentido, como forma de contribuir com a melhora do quadro dos pacientes, por isso tem nosso total apoio”, disse Liliane, lembrado que o projeto não é inédito, pois já foi realizado em outras instituições de saúde com resultados muito bons na melhoria do clima hospitalar.

Complexo Hospitalar de Patos integra Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho

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O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro adere ao movimento “Abril Verde” e vai desenvolver ações de conscientização de colaboradores, nesta sexta-feira (12). As atividades acontecerão no Hall do Hospital do Bem, e serão conduzidas pelo setor de saúde e segurança do trabalho e RH da unidade hospitalar em parceria com o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST- regional Patos). A proposta é abordar questões de segurança e saúde do trabalhador, visando a redução de acidentes e doenças do trabalho.

Dentre as atividades programadas para o CHRDJC estão previstas a iluminação das fachadas de verde, distribuições de laços verdes e material educativo impresso com objetivo de sensibilizar o corpo funcional sobre a importância da proteção à saúde e a prevenção de acidentes no ambiente laboral, além de mini palestras nos setores da unidade.

De acordo com a Técnica de Segurança do Trabalho, Lusângela Azevedo, o foco das ações será o da proteção, com o incentivo para ao uso de equipamentos de proteção individuais (EPIs), bem como a prevenção de acidentes. “Temos que usar todos os mecanismos disponíveis para chamar atenção que somente com a prevenção reduziremos os acidentes e adoecimento no ambiente de trabalho, e também ir mais além, lembrando que o investimento em prevenção e precaução mudam a realidade para muito melhor”, afirma a Técnica.

 Segundo Lusângela, o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho da Previdência Social, atesta que foram registrados 549.405 acidentes de trabalho no Brasil, somente em 2017.  “Se os empregadores não procurarem se antecipar aos fatos, acidentes continuarão acontecendo no país. É mais barato, inclusive, prevenir e evitar do que reparar os danos já causados”, finaliza a Técnica.

Paciente do Hospital do Bem recebe diagnóstico de cura e elogia tratamento e acolhida da unidade

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Foram quatro meses de sessões de quimioterapia, com aplicações durante cinco dias consecutivos e intervalos de 15 dias, ou seja, quatro ciclos de 20 sessões. Antes, uma cirurgia de histerectomia e, finalmente, a tão buscada cura, foi constatada após uma ressonância e, posteriormente, uma cintilografia. A professora aposentada Francisca Trigueiro de Almeida, 57 anos, que descobriu um tumor no ovário esquerdo, em agosto do ano passado, e teve sua primeira consulta no Hospital do Bem, no dia 03 de outubro, comemora agora a regressão total do tumor e a ausência de sintomas intercorrentes. “Da recepção até os médicos, só tenho gratidão e reconhecimento ao tratamento e a forma como fui acolhida no Hospital do Bem, que é um hospital de primeiro mundo”, disse Francisca.

Quando descobriu o tumor, o Hospital do Bem ainda não tinha sido inaugurado, por isso, Francisca iniciou o tratamento em João Pessoa, onde se submeteu a uma histerectomia estendida, no Hospital Napoleão Laureano. Com indicação de tratamento quimioterápico posterior à cirurgia, ela não titubeou ao optar por fazer a quimioterapia em Patos. “Quando vi a estrutura do Hospital, o carinho que fui recebida e depois da primeira consulta com a Dra. Nayhara Castro, oncologista do Hospital do Bem, não tive dúvidas de que faria meu tratamento lá e não me arrependi, ao contrário, estou grata por tudo”, disse  Francisca.

Contrariando até a orientação do médico que a atendeu em João Pessoa, que queria que ela fizesse o tratamento no Laureano, por desconhecer a equipe do Hospital do Bem e a estrutura, Dona Francisca em nenhum momento teve dúvidas. “Ao sair da primeira consulta, no dia 03 de outubro, eu tomei a melhor decisão, pois me senti muito segura com as orientações da médica, tanto que no dia 08 já comecei minhas sessões”, disse ela. As sessões no Hospital do Bem terminaram no dia 21 de dezembro, eram feitas de 2ª a 6ª feira e duravam, em média,  oito horas/dia.

Para Dona Francisca, além da oportunidade de poder fazer o tratamento na mesma cidade onde mora, dispor de um equipamento como o Hospital do Bem foi uma grande vantagem. “A estrutura é excelente, o tratamento é o mesmo porque eles seguem os protocolos que são adotados pelos hospitais que atuam na área de oncologia, mas, com um grande diferencial que são as pessoas, das recepcionistas até os médicos, todos me acolheram com um carinho e atenção que nunca esquecerei, pois o paciente de câncer já chega fragilizado ao hospital e receber esse acolhimento faz toda a diferença” disse Francisca, fazendo uma referência especial a equipe de Enfermagem do Hospital do Bem. “Eles não só são enfermeiros, eles são anjos e Marlira um ser humano e uma profissional exemplar”, reiterou a professora, que agora só vai precisar ir ao Hospital apenas para acompanhamento periódico, em consultas programadas, como é de praxe em pacientes de oncologia.

No último dia 25, a professora esteve no Hospital do Bem durante a visita do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. A professora fez questão de dar seu testemunho como paciente da unidade e vir agradecer ao ministro a habilitação da unidade que possibilitará o repasse mensal de recursos para manutenção e ampliação dos serviços do Hospital do Bem. “Esse hospital foi muito importante para mim, está sendo para muitas pessoas e fiz questão de reforçar isso para o ministro”, disse ela que, na ocasião, estava acompanhada da médica oncologista Dra. Nayhara Castro, responsável pelo seu tratamento. A habilitação garantirá que a unidade passe a receber do Governo Federal o valor de R$ 5 milhões e 740 mil, anualmente, para o custeio.

Liliane Sena, diretora do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, do qual o Hospital do Bem faz parte, reforça que o tratamento oncológico realizado na unidade é o mesmo de outros hospitais de referência na área. “Nós usamos o mesmo protocolo de atendimento do Laureano, de hospitais de São Paulo, etc, ou seja, a medicação aplicada aqui é a mesma, o tratamento é prescrito individualmente, caso a caso, de forma que não deixamos a desejar em nenhum aspecto, com um diferencial de termos uma equipe treinada e focada no atendimento oncológico que requer dos profissionais uma acolhida diferenciada. Não e à toa que somos o Hospital do Bem”, destaca a diretora. O Hospital do Bem foi inaugurado no início de setembro do ano passado e nos primeiros seis meses de funcionamento já realizou 124 cirurgias, 1648 consultas ambulatoriais, 179 quimioterapias e 304 internações.

 

Projeto ‘Cinema do Bem’ leva entretenimento a pacientes e colaboradores do Hospital do Bem e humaniza internação

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 Os pacientes e profissionais que atuam no Hospital do Bem em Patos terão a oportunidade de vivenciar algo muito diferente da rotina de uma unidade de saúde. Graças ao projeto ‘Cinema do Bem’, quinzenalmente, haverá projeções de filmes nas enfermarias. O lançamento do projeto, que busca humanizar o tempo de hospitalização do paciente e reduzir o estresse no ambiente hospitalar, foi feito nesta quarta-feira (20) para os colaboradores de todos os setores da unidade. O Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, só atende casos de oncologia.

A coordenadora de Enfermagem do Hospital do Bem, Aretusa Delfino, e idealizadora do projeto, explica que a proposta do ‘Cinema do Bem’ é trabalhar as emoções, a ansiedade, a tristeza, a baixa autoestima e até a depressão, de maneira lúdica, através da projeção de filmes. “A ideia é inserir a arte como instrumento no processo curativo, porque ao projetar um filme estaremos promovendo momentos de relaxamento, calma, tranquilidade, alegria e prazer que são sensações curativas também”, destaca Aretusa.

A projeção dos filmes será feita em telão, instalado na enfermaria. O filme que estreou o projeto foi ‘Patch Adams’ que conta a história de um médico norte-americano famoso por sua metodologia inusitada no tratamento de enfermos. “Não escolhemos esse filme por acaso, pois a forma como Patch Adams tratava os pacientes tem tudo a ver com a humanização que tanto defendemos e aplicamos em nosso dia a dia”, destaca Aretusa.

Além da projeção dos filmes, cujas temáticas serão todas de motivação, o projeto prevê ainda a distribuição de pipocas e sucos, propiciando o ambiente de uma sala de projeção. A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, elogiou a iniciativa. “Essa ideia de Aretusa é digna de elogios porque ela sai do lugar comum e mostra o quanto a equipe de colaboradores está empenhada em buscar formas de tornar diferente a rotina hospitalar, de acolher os pacientes de maneira mais humanizada”, afirmou Lili.  A próxima projeção acontece na primeira semana de abril, desta vez, para os pacientes. O projeto não é inédito e já foi realizado em várias instituições de saúde com resultados muito bons na melhoria do clima hospitalar.

Paciente do Hospital do Bem que recebeu cateter implantável já fez a primeira sessão de quimioterapia usando o dispositivo

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Menos de 48 horas depois da cirurgia de implantação de um cateter  venoso, a paciente do Hospital do Bem, Renata Cristina Silva Gomes, de 31 anos, já fez sua primeira sessão de quimioterapia fazendo uso do dispositivo. A sessão de quimio foi feita na última sexta-feira (15) e foi acompanhada pela oncologista Nayarah Castro, que é a médica responsável por Renata, cujo tratamento foi iniciado em outubro do ano passado. O cirurgião oncológico responsável pelo procedimento de implantação do cateter, Dr. Wostenildo Crispim, e a responsável técnica da quimioterapia do Hospital do Bem, Marlira Freitas, também acompanharam a primeira sessão de quimio da paciente após o procedimento cirúrgico.

A paciente que trata de um câncer de mama estava com dificuldades de acesso venoso para realização do tratamento quimo terápico, daí a indicação da implantação do cateter. Renata, que é técnica de enfermagem e assistente social, mora em Patos e descobriu o câncer no seio em outubro do ano passado, após uma biopsia. Ela disse hoje que houve uma diferença gritante entre as sessões anteriores de quimio e a desta sexta-feira. “Antes, eu não podia me movimentar, hoje eu pude ficar deitada, sentada, me movimentar. A diferença com o cateter é enorme. Muito mais tranquilo e menos dolorido. Já teve sessão de eu ter que ser furada cinco vezes para aplicação do remédio. Hoje fiquei com meus braços livres. Foi muito melhor”, disse ela

Renata falou ainda da sua surpresa com os serviços oferecidos pelo Hospital do Bem e pela excelência do atendimento que ela teve e continua recebendo. “Desde o diagnóstico, passando pela cirurgia e, mais recentemente, pelas sessões de quimioterapia e agora com a implantação deste cateter, eu só tenho a agradecer aos profissionais do Hospital do Bem. A gente pensa que porque é pelo SUS não teremos um atendimento, nem um serviço deste nível, mas, posso assegurar que o que eu estou tendo de atenção, carinho, cuidado e tratamento aqui supera muitos hospitais particulares, isso sem falar na estrutura do Hospital e, sobretudo, na equipe de profissionais daqui. Se eu fosse atribuir uma nota seria nota mil”, reiterou a paciente que já entrou na sexta semana de tratamento quimioterápico. No caso dela, ainda há 14 semanas de tratamento a cumprir.

De acordo com Dr. Wostenildo Crispim, a evolução da paciente foi bem satisfatória. “Antes da sessão de hoje fizemos o teste de refluxo e de fluxo, com resultados positivos, fizemos a lavagem, que a gente chama de manutenção dos receptores de titânio, que fica no subcutâneo da paciente junto com um dispositivo de silicone interno, também com resultados positivos, fizemos ainda a introdução de algumas medicações antes da quimio ser iniciada e a punção foi muito boa, a paciente queixou-se de pouca dor, mesmo estando ainda com os fios da sutura, de forma que tudo aconteceu dentro do esperado e ela pôde iniciar a sessão desta semana já utilizado o cateter”, afirmou o médico.

O cirurgião oncológico lembrou que esse tipo de cateter que foi implantado em Renata é indicado para pacientes que vão fazer um tratamento quimioterápico prolongado. “A principal vantagem deste dispositivo é evitar dor e desconforto pela infusão periférica. No caso de Renata, ele é importante, pois ela fará um tratamento prolongado, de 20 semanas e já estava apresentando dificuldades para aplicação da medicação, o que não mais ocorrera com o cateter”, explica Dr. Wostenildo.

Hospital do Bem registra primeira cirurgia de colocação de cateter venoso implantável para quimioterapia

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Renata Cristina Silva Gomes, de 31 anos, foi a primeira paciente do Hospital do Bem, de Patos, a dispor de um cateter venoso implantável. A cirurgia de implantação do dispositivo foi feita nesta quarta-feira (13), no final da tarde, pelo cirurgião oncológico, Dr. Wostenildo Crispim. O procedimento foi um sucesso e a paciente, que trata de um câncer de mama, poderá fazer uso dele 24 horas após o implante.  O dispositivo fica imperceptível, foi implantado de forma subcutânea, com anestesia local, e não comprometerá em nada as atividades do dia a dia de Renata. A indicação de implantação do cateter foi feita pela oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Castro, que acompanha a paciente desde outubro do ano passado, quando ela fez uma cirurgia de neoplasia de mama. “Desde o final de janeiro que a Renata faz tratamento quimioterápico no Hospital do Bem, só que ela estava evoluindo para uma dificuldade nos acessos venosos que são importantes para a efusão da quimioterapia e, no caso dela, a gente não estava conseguindo mais isso, portanto, eu indiquei a implantação do cateter que foi feito hoje para termos mais facilidade e segurança para administração da quimio e tornar esse processo menos doloroso para a paciente”, explica a Dra. Nayarah. Segundo o cirurgião, esse tipo de cateter é indicado para pacientes que vão fazer um tratamento quimioterápico prolongado. “A principal vantagem deste dispositivo é evitar dor, desconforto pela infusão periférica, porque a insuficiência períférica está associada a flebites. que é a inflamação das veias, que pode levar a extravasamento de quimioterápico, o que pode provocar uma necrose na pele, comprometendo o tratamento e, em casos mais graves, necessitar de enxerto de pele para fechamento do defeito decorrente da necrose na pele”, explica Dr. Wostenildo. Ainda de acordo com o médico, as flebites podem ser intensas, determinando no futuro a dificuldade para coleta de sangue ou infusão de soro pelas veias no braço do paciente. “Esse dispositivo evita que isso ocorra”, reitera o cirurgião, lembrando que a implantação dele está sendo feita, de forma pioneira, no interior do Estado. “Essa é a primeira vez que há uma implantação de cateter venoso implantável em Patos e região. Antes do Hospital do Bem, isso só era realizado em Campina Grande e João Pessoa e a partir de hoje, o paciente não mais precisará se deslocar para esses grandes centros para implantar esse dispositivo”, disse Dr. Wostenildo. O Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, foi inaugurado em setembro de 2018 e atende casos de câncer de próstata, mama, colo de útero e pele, ofertando serviços ambulatoriais, quimioterapia e cirurgia, além de diversos exames de ultrassonografia com Doppler, tomografia, endoscopia, eletrocardiograma, exames laboratoriais e Raio X, além de ressonância magnética e cintilografia óssea, estes últimos terceirizados, mas custeados com recursos do SUS, via Hospital do Bem.

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