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Projeto ‘Cinema do Bem’ leva entretenimento a pacientes e colaboradores do Hospital do Bem e humaniza internação

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 Os pacientes e profissionais que atuam no Hospital do Bem em Patos terão a oportunidade de vivenciar algo muito diferente da rotina de uma unidade de saúde. Graças ao projeto ‘Cinema do Bem’, quinzenalmente, haverá projeções de filmes nas enfermarias. O lançamento do projeto, que busca humanizar o tempo de hospitalização do paciente e reduzir o estresse no ambiente hospitalar, foi feito nesta quarta-feira (20) para os colaboradores de todos os setores da unidade. O Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, só atende casos de oncologia.

A coordenadora de Enfermagem do Hospital do Bem, Aretusa Delfino, e idealizadora do projeto, explica que a proposta do ‘Cinema do Bem’ é trabalhar as emoções, a ansiedade, a tristeza, a baixa autoestima e até a depressão, de maneira lúdica, através da projeção de filmes. “A ideia é inserir a arte como instrumento no processo curativo, porque ao projetar um filme estaremos promovendo momentos de relaxamento, calma, tranquilidade, alegria e prazer que são sensações curativas também”, destaca Aretusa.

A projeção dos filmes será feita em telão, instalado na enfermaria. O filme que estreou o projeto foi ‘Patch Adams’ que conta a história de um médico norte-americano famoso por sua metodologia inusitada no tratamento de enfermos. “Não escolhemos esse filme por acaso, pois a forma como Patch Adams tratava os pacientes tem tudo a ver com a humanização que tanto defendemos e aplicamos em nosso dia a dia”, destaca Aretusa.

Além da projeção dos filmes, cujas temáticas serão todas de motivação, o projeto prevê ainda a distribuição de pipocas e sucos, propiciando o ambiente de uma sala de projeção. A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, elogiou a iniciativa. “Essa ideia de Aretusa é digna de elogios porque ela sai do lugar comum e mostra o quanto a equipe de colaboradores está empenhada em buscar formas de tornar diferente a rotina hospitalar, de acolher os pacientes de maneira mais humanizada”, afirmou Lili.  A próxima projeção acontece na primeira semana de abril, desta vez, para os pacientes. O projeto não é inédito e já foi realizado em várias instituições de saúde com resultados muito bons na melhoria do clima hospitalar.

Paciente do Hospital do Bem que recebeu cateter implantável já fez a primeira sessão de quimioterapia usando o dispositivo

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Menos de 48 horas depois da cirurgia de implantação de um cateter  venoso, a paciente do Hospital do Bem, Renata Cristina Silva Gomes, de 31 anos, já fez sua primeira sessão de quimioterapia fazendo uso do dispositivo. A sessão de quimio foi feita na última sexta-feira (15) e foi acompanhada pela oncologista Nayarah Castro, que é a médica responsável por Renata, cujo tratamento foi iniciado em outubro do ano passado. O cirurgião oncológico responsável pelo procedimento de implantação do cateter, Dr. Wostenildo Crispim, e a responsável técnica da quimioterapia do Hospital do Bem, Marlira Freitas, também acompanharam a primeira sessão de quimio da paciente após o procedimento cirúrgico.

A paciente que trata de um câncer de mama estava com dificuldades de acesso venoso para realização do tratamento quimo terápico, daí a indicação da implantação do cateter. Renata, que é técnica de enfermagem e assistente social, mora em Patos e descobriu o câncer no seio em outubro do ano passado, após uma biopsia. Ela disse hoje que houve uma diferença gritante entre as sessões anteriores de quimio e a desta sexta-feira. “Antes, eu não podia me movimentar, hoje eu pude ficar deitada, sentada, me movimentar. A diferença com o cateter é enorme. Muito mais tranquilo e menos dolorido. Já teve sessão de eu ter que ser furada cinco vezes para aplicação do remédio. Hoje fiquei com meus braços livres. Foi muito melhor”, disse ela

Renata falou ainda da sua surpresa com os serviços oferecidos pelo Hospital do Bem e pela excelência do atendimento que ela teve e continua recebendo. “Desde o diagnóstico, passando pela cirurgia e, mais recentemente, pelas sessões de quimioterapia e agora com a implantação deste cateter, eu só tenho a agradecer aos profissionais do Hospital do Bem. A gente pensa que porque é pelo SUS não teremos um atendimento, nem um serviço deste nível, mas, posso assegurar que o que eu estou tendo de atenção, carinho, cuidado e tratamento aqui supera muitos hospitais particulares, isso sem falar na estrutura do Hospital e, sobretudo, na equipe de profissionais daqui. Se eu fosse atribuir uma nota seria nota mil”, reiterou a paciente que já entrou na sexta semana de tratamento quimioterápico. No caso dela, ainda há 14 semanas de tratamento a cumprir.

De acordo com Dr. Wostenildo Crispim, a evolução da paciente foi bem satisfatória. “Antes da sessão de hoje fizemos o teste de refluxo e de fluxo, com resultados positivos, fizemos a lavagem, que a gente chama de manutenção dos receptores de titânio, que fica no subcutâneo da paciente junto com um dispositivo de silicone interno, também com resultados positivos, fizemos ainda a introdução de algumas medicações antes da quimio ser iniciada e a punção foi muito boa, a paciente queixou-se de pouca dor, mesmo estando ainda com os fios da sutura, de forma que tudo aconteceu dentro do esperado e ela pôde iniciar a sessão desta semana já utilizado o cateter”, afirmou o médico.

O cirurgião oncológico lembrou que esse tipo de cateter que foi implantado em Renata é indicado para pacientes que vão fazer um tratamento quimioterápico prolongado. “A principal vantagem deste dispositivo é evitar dor e desconforto pela infusão periférica. No caso de Renata, ele é importante, pois ela fará um tratamento prolongado, de 20 semanas e já estava apresentando dificuldades para aplicação da medicação, o que não mais ocorrera com o cateter”, explica Dr. Wostenildo.

Hospital do Bem registra primeira cirurgia de colocação de cateter venoso implantável para quimioterapia

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Renata Cristina Silva Gomes, de 31 anos, foi a primeira paciente do Hospital do Bem, de Patos, a dispor de um cateter venoso implantável. A cirurgia de implantação do dispositivo foi feita nesta quarta-feira (13), no final da tarde, pelo cirurgião oncológico, Dr. Wostenildo Crispim. O procedimento foi um sucesso e a paciente, que trata de um câncer de mama, poderá fazer uso dele 24 horas após o implante.  O dispositivo fica imperceptível, foi implantado de forma subcutânea, com anestesia local, e não comprometerá em nada as atividades do dia a dia de Renata. A indicação de implantação do cateter foi feita pela oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Castro, que acompanha a paciente desde outubro do ano passado, quando ela fez uma cirurgia de neoplasia de mama. “Desde o final de janeiro que a Renata faz tratamento quimioterápico no Hospital do Bem, só que ela estava evoluindo para uma dificuldade nos acessos venosos que são importantes para a efusão da quimioterapia e, no caso dela, a gente não estava conseguindo mais isso, portanto, eu indiquei a implantação do cateter que foi feito hoje para termos mais facilidade e segurança para administração da quimio e tornar esse processo menos doloroso para a paciente”, explica a Dra. Nayarah. Segundo o cirurgião, esse tipo de cateter é indicado para pacientes que vão fazer um tratamento quimioterápico prolongado. “A principal vantagem deste dispositivo é evitar dor, desconforto pela infusão periférica, porque a insuficiência períférica está associada a flebites. que é a inflamação das veias, que pode levar a extravasamento de quimioterápico, o que pode provocar uma necrose na pele, comprometendo o tratamento e, em casos mais graves, necessitar de enxerto de pele para fechamento do defeito decorrente da necrose na pele”, explica Dr. Wostenildo. Ainda de acordo com o médico, as flebites podem ser intensas, determinando no futuro a dificuldade para coleta de sangue ou infusão de soro pelas veias no braço do paciente. “Esse dispositivo evita que isso ocorra”, reitera o cirurgião, lembrando que a implantação dele está sendo feita, de forma pioneira, no interior do Estado. “Essa é a primeira vez que há uma implantação de cateter venoso implantável em Patos e região. Antes do Hospital do Bem, isso só era realizado em Campina Grande e João Pessoa e a partir de hoje, o paciente não mais precisará se deslocar para esses grandes centros para implantar esse dispositivo”, disse Dr. Wostenildo. O Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, foi inaugurado em setembro de 2018 e atende casos de câncer de próstata, mama, colo de útero e pele, ofertando serviços ambulatoriais, quimioterapia e cirurgia, além de diversos exames de ultrassonografia com Doppler, tomografia, endoscopia, eletrocardiograma, exames laboratoriais e Raio X, além de ressonância magnética e cintilografia óssea, estes últimos terceirizados, mas custeados com recursos do SUS, via Hospital do Bem.

para Cco:eu

Diretoria do Hospital do Bem se reúne com representantes da SMS de Patos para tratar de regulação de pacientes

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O secretário de Saúde de Patos, Davi Nunes e a coordenadora de regulação do município, Yara Rayane se reuniu com Liliane Sena, diretora geral do Hospital do Bem – Unidade de Oncologia do Sertão, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, nesta quarta-feira (16). Em pauta a regulação de pacientes  para atendimento e investigação da doença, além da realização de exames no Centro de Imagem do Hospital Regional. A coordenador de Enfermagem da unidade, Aretusa Delfino também participou da reunião.

Liliane Sena reiterou, na ocasião, que o Hospital do Bem é uma unidade de saúde que só trabalha com regulação. “Para o paciente ser atendido aqui é necessário que ele seja encaminhado via Secretarias Municipais de Saúde, por meio de regulação da Secretaria Estadual de Saúde, que é a gestora do hospital. Esse esclarecimento se faz necessário porque não adianta o paciente se dirigir à recepção da unidade, querendo atendimento de imediato, porque isso não é possível”, reforçou a diretora.

No Hospital do Bem os atendimentos ambulatoriais e sessões de quimioterapia funcionam de maneira regulada. No caso de atendimento a urgências oncológicas, os pacientes podem procurar a emergência do Complexo Regional. Segundo Liliane, essa regulação para ambulatório e quimioterapia se faz necessária pela complexidade e particularidade dos tratamentos oncológicos.

Durante a reunião ficou acordado que, em breve, o Hospital realizará reuniões de matriciamento com a oncologista Nayhara Castro, com as equipes de saúde da Atenção Básica do município de Patos para falar sobre fluxo de encaminhamento de pacientes para a unidade e tratamentos da doença.  “Foi uma reunião produtiva, onde todas as dúvidas foram esclarecidas e também definido essa ação de matriciamento”, afirma Liliane Sena.

Detalhes Hospital do Bem

O atendimento ambulatorial do Hospital do Bem acontece de segunda a sexta-feira, entre 8h e 18h, sempre com horários agendados. A unidade também disponibiliza exames diversos, além de tratamento quimioterápico e cirurgias para quatro tipos de câncer: de pele, próstata, mama e colo de útero. Para serem atendidos no Hospital do Bem, os pacientes deverão trazer no dia marcado de sua admissão, um documento de identificação, o Cartão Nacional do SUS, a guia de encaminhamento médico, os exames complementares para estadiamento (resultados de ressonância, tomografia, USG e outros já realizados pelo paciente) e o resultado de biópsia, se for o caso.

O paciente, após o primeiro atendimento, recebe um cartão de identificação contendo o nome e o número do prontuário único, no qual constam todos os atendimentos, informações completas do quadro clínico e sua evolução, todas devidamente escritas pelos profissionais de saúde envolvidos no atendimento.

 

O Hospital do Bem começou a funcionar no dia 5 de setembro do ano passado, presta serviços de Oncologia de média e alta complexidade, tem uma estimativa de atendimento de 650 cirurgias oncológicas e 5.300 procedimentos de quimioterapia/ano, direcionados para a população dos 68 municípios que compõem a 3ª e 4ª macrorregiões de saúde.

Paciente interna do Hospital do Bem comemora aniversário surpresa do filho e se emociona com a iniciativa de funcionários

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Era para ser um dia normal para a paciente Josileide Nunes Soares, de 41 anos, moradora do bairro Nova Conquista, de Patos. Ela está internada no Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, desde o dia 10 de dezembro do ano passado e queria muito estar com o filho que completou oito anos nesta sexta-feira (11). Sensibilizados pela situação que a impedia de comemorar o aniversário de João Henrique, que completou oito anos, funcionários do Hospital se cotizaram e resolveram preparar uma comemoração surpresa na própria unidade, reunindo a mãe e seus seis filhos. Sentindo fortes dores, Josileide tem que ficar internada para fazer uso de morfina e outros medicamentos que aliviam a dor.

“Se eu sofresse do coração hoje eu tinha morrido de tanta felicidade. Não tenho palavras para agradecer esse gesto que fizeram comigo e meu filho. Estava triste por estar longe de casa e de não poder preparar algo para comemorar o aniversário dele, mas as pessoas daqui fizeram tudo isso e eu só posso agradecer e também pelo tratamento, pelo acolhimento, pelo carinho, atenção e cuidados que estou tendo aqui. Melhor é impossível, até me paparicam aqui”, disse emocionada Dona Josileide.

Portadora de câncer de colo de útero, Josileide terá que submeter ao tratamento radioterápico, quimioterápico e também por procedimento cirúrgico. Enquanto espera a marcação do tratamento radioterápico, que precisará ser feito em João Pessoa, ela permanece internada na unidade para controlar as fortes dores que sente em função da doença, incluindo a administração de doses de morfina. Ela descobriu o câncer em setembro último, que foi diagnosticado através de biopsia, em exames de rotina. Na família de Josileide há casos de câncer, o que confirma a predisposição genética da doença.

Josileide, que é viúva, mora com seus cinco filhos e dois netos. Enquanto ela permanece em tratamento, quem cuida dos irmãos – José Pedro, Maria Vitória e Maria Clara – é a irmã mais velha, Joyce, que tem 23 anos. “Tenho fé em Deus que serei curada e sei que estou tendo aqui o melhor cuidado”, afirmou a paciente. A iniciativa de fazer a festinha surpresa foi da Psicóloga Pryscilla Guedes, logo abraçada por outros funcionários, que se cotizaram e compraram bolo, bolas e salgados. “Nunca vimos um olhar tão gostoso, de gratidão e sincero. Hoje, foi uma tarde muito diferente aqui no Hospital do BEM”, destaca Thiago Viana, Coordenador Administrativo da unidade.

O Hospital do Bem foi inaugurado em setembro do ano passado e atende casos de câncer de próstata, mama, colo de útero e pele, ofertando serviços ambulatoriais, quimioterapia e cirurgia, além de diversos exames de ultrassonografia com Doppler; tomografia; endoscopia; eletrocardiograma; exames laboratoriais e Raio X.

Pacientes do Hospital do Bem são surpreendidos com serenata e coral no dia de Natal

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Os pacientes e funcionários do Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), tiveram uma grata surpresa nesta terça-feira (25). É que o cantor Alcantarâ junto com alguns funcionários do Hospital fizeram uma serenata para os pacientes oncológicos que fazem tratamento na unidade.

Segundo a coordenadora do setor de Enfermagem, Aretusa Delfino, que integrou a equipe que desenvolveu a ação, a iniciativa teve o objetivo de comemorar uma data tão importante, que simboliza o nascimento de Jesus e a importância do amor ao próximo. “O gesto foi simples, mas com um significado muito bonito que é o de levar alegria e esperança. Uma data tão importante dessas teria que ser comemorada de alguma forma e escolhemos essa maneira”, disse Aretusa, que realizou a ação junto com o médico Tiago e as funcionárias Glaucia, Vanda, Luzinete, Marquelandia, Suceso e Hervyla que formaram um coral improvisado.

Hospital do Bem realiza 428 atendimentos nos primeiros três meses de funcionamento

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O balanço dos primeiros noventa dias de funcionamento do Hospital do Bem – unidade de oncologia do Sertão – atesta que foram realizados 428 atendimentos, em pacientes de 53 cidades. Nesse período, entre os serviços prestados, destacam-se a realização de 71 sessões de quimioterapia. Inaugurado no dia 05 de setembro, a unidade que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, atua com atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico, para quatro tipos de câncer: pele, próstata, mama e colo de útero.

O tipo de câncer com maior incidência neste primeiro balanço mensal foi o de mama, com 155 atendimentos, seguido de colo uterino com 106 casos, urologia com 78 registros. O balanço que corresponde ao período de 05 de setembro a 05 de dezembro,  mostra ainda que, neste período, a unidade registrou 54 internamentos, sendo 28 de clínica médica e 26 de clínica cirúrgica. Destes, 31 pacientes eram mulheres e 23 homens.

De acordo com levantamento do Hospital nestes 90 dias foram atendidos pacientes regulados das cidades de Água Branca, Belém do Brejo do Cruz, Boa Ventura, Bom Sucesso, Bonito de Santa Fé, Brejo do Cruz, Cacimba de Areia, Cacimbas, Cajazeirinhas, Catingueira, Catolé do Rocha, Condado, Coremas, Desterro, Igaracy, Imaculada, Itaporanga, Jericó, Junco do Seridó, Juru, Mãe D’água, Malta, Manaira, Mato Grosso, Maturéia, Nazarezinho, Nova Olho D’água, Olinda, Patos, Paulista, Piancó, Pombal, Princesa Isabel, Quixaba, Riacho dos Cavalos, Santa Helena, Santa Inês, Santa Luzia, Santa Terezinha, São Bentinho, São Bento, São José de Espinharas, São José de Brejo do Cruz, São José do Bonfim, São José do Sabugi, São Mamede, Serra Grande, Sousa, Taperoá, Teixeira, Uiraúna, Várzea  e Vista Serrana.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, reitera a importância do Hospital do Bem. “Com a disponibilidade dos serviços oncológicos de média e alta complexidade em Patos, os pacientes que antes tinham que viajar cerca de 350 km, até a capital para realizarem seus tratamentos, têm agora toda assistência necessária para em nossa unidade e isso representa um avanço significativo não apenas para o tratamento em si, mas para a qualidade de vida destes pacientes, que não tem mais o desgaste do deslocamento”, destaca Liliane.

            A coordenadora do setor de Enfermagem, Aretuza Delfino, lembra que o Hospital do Bem só atende pacientes regulados, ou seja, com consultas e procedimentos já agendados previamente. A única exceção, explica ela, é em relação a internação de pacientes oncológicos. “Neste caso, o paciente não precisa de regulação, pois acolhemos pessoas com qualquer tipo de câncer para internação. O hospital só trata as quatro referências somente para efeito de quimioterapia e cirurgia, para internação não há essa restrição. Porém, para isso, o paciente tem que se dirigir a emergência do Complexo e, se tiver apresentando sintomas ou sinais de doenças oncológicas que necessitem de internação, é encaminhado para uma de nossas enfermarias”, esclarece. Ela lembra ainda que a internação também pode ser via ambulatório. “Se o paciente se sentir mal, por exemplo, depois de uma sessão de quimioterapia, pode ser internado também”, disse Aretuza.

 O Hospital do Bem tem uma estimativa de atendimento de 650 cirurgias oncológicas e 5.300 procedimentos de quimioterapia/ano, direcionados para a população dos 68 municípios que compõem a 3ª e 4ª macrorregiões de saúde do estado.

O Hospital do Bem também possibilitou uma evolução significativa no atendimento da saúde do homem no sertão paraibano

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“Com a inauguração do Hospital do Bem, m setembro deste ano, houve um avanço significativo no atendimento da saúde do homem em Patos e região, isso porque o acesso aos exames, diagnóstico e tratamento do câncer de próstata ficou muito mais acessível”, afirmou o cirurgião oncológico, Antônio Segundo. A fala do médico foi feita durante uma audiência pública na Câmara Municipal de Patos, na noite desta sexta-feira (30), que marcou o encerramento das atividades do Novembro Azul no município. A propositura foi da vereadora Nadir Rodrigues (MDB).

Além de Dr. Segundo, também participaram da audiência a diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, Liliane Sena, do qual faz parte o Hospital do Bem, o diretor clínico doComplexo, Dr. José Carletti Júnior e a oncologista, Nayarah Castro, que integra a equipe médica do hospital de oncologia de Patos e foi a palestrantes da noite.

O objetivo da audiência, além de marcar o encerramento do Novembro Azul, era promover um debate sobre a importância da sensibilização dos homens na busca do  diagnóstico precoce do câncer da próstata. Segundo Dr. Segundo, não é somente o urologista que deve ter especial atenção com o câncer de próstata. “O médico da atenção básica deve convencer os pacientes a fazerem o exame de toque, o PSA  estarem atentos a essa questão, porque por mais que se tenha urologistas, nunca esses especialistas conseguirão diagnosticar toda essa população de forma precoce. O primeiro alerta tem que ser dado pelo clínico geral”, reiterou o médico. Ele lembrou que com o Hospital do Bem, os homens do sertão agora têm um hospital que atende câncer de próstata, inclusive nos casos que há necessidade de fazer biopsia.

A oncologista Nayarah Castro, que antecedeu Dr. Segundo nas falas, lembrou da importância da prevenção, falou sobre indicadores da doença, os tipos de tratamento e os tipos de câncer mais comuns. Ela reiterou que no Brasil, o câncer de próstata é o mais incidente na população masculina e é o segund

o que mais causa mortes entre os homens. A importância da instalação de uma unidade oncológica em Patos e os serviços do Hospital do Bem também foram abordados na fala da médica que é responsável pelos atendimentos no ambulatório do hospital.

No final da audiência, o presidente da Comissão Executiva do Coletivo ‘Homens com mais vida’, José Romildo de Sousa, entregou o troféu ‘Diácono João Batista Ferreira’ aos palestrantes e integrantes da mesa da Câmara que conduziu os trabalhos. Dr. Segundo, Dra. Nayhara e a diretora do Complexo, Liliane Sena, foram agraciadas com a entrega que simbolizou o reconhecimento do Coletivo ao trabalho do Hospital do Bem. O gerente da 6ª Regional de Saúde, Leudo Farias, presente à audiência também recebeu o troféu, assim como a vereadora Nadir Rodrigues e o presidente da Câmara, Sales Júnior.

Ação nacional de combate ao câncer chama atenção para a importância da prevenção em Patos

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“É melhor prevenir do que remediar”. A frase é pronunciada de geração em geração mas, muitas vezes não tem sua essência assimilada como deveria. E quando se trata de diagnóstico de câncer, ela faz toda a diferença porque, independentemente do tipo e local da doença, quanto mais rápido o diagnóstico, mais fácil fica o tratamento e as chances de cura se ampliam. E foi para chamar atenção das pessoas de que a prevenção será sempre o melhor caminho, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) realizou uma ação, em nível nacional, neste domingo (25). Em Patos, as atividades foram realizadas com apoio do Hospital do Bem e sob a coordenação do cirurgião oncológico, Wostenildo Crispim.

A ação, cujo slogan foi ‘Troque o Medo por Esperança”, foi realizada em Patos na Praça Nossa Senhora de Fátima. Entre às 8h e o meio dia, a população pôde fazer testes de glicemia, aferir a pressão arterial, tirar dúvidas sobre câncer, receber dicas de alimentação saudável, participar de um aulão de Zumba com o professor Alberto Freitas, cortar o cabelo com a cabelereira Silvania Simone, conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Casa de Apoio ‘Amigas Viva a Vida’ e os homens, por causa do Novembro Azul, fizeram consultas com o cirurgião oncológico, Wostenildo Crispim. Houve ainda a distribuição de frutas e sucos durante todo o evento. O Corpo de Bombeiros também participou da ação com a exposição de equipamentos de socorro e salvamento.

Todas as ações de saúde foram realizadas por cerca de 30 estudantes de Medicina voluntários da Faculdades Integradas de Patos (FIP), sob a supervisão da equipe de enfermagem do Hospital do Bem. A diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, Liliane Sena, a coordenadora do setor de Enfermagem do Hospital do Bem, Aretuza Delfino, e a diretora de enfermagem do Complexo, Jaqueline Medeiros prestigiaram a ação, que começou com uma caminhada do Hospital do Bem até a Praça.

Na avaliação do médico Wostenildo Crispim, a ação surtiu o efeito esperado no sentido de despertar nas pessoas a consciência de que, em se tratando de câncer, a prevenção será sempre a melhor solução. “O estigma do câncer ainda é muito grande. O diagnóstico amedronta, mas é preciso vencer o medo, pois a cura é possível e enquanto houver vida e tratamento há esperança”, destaca. O câncer, lembra Dr. Wostenildo, é a segunda causa de morte dos brasileiros, mas, muitas destas mortes poderiam ser evitadas se as pessoas descobrissem precocemente a doença e fizessem o tratamento adequado com uma equipe de especialistas, composta de Cirurgiões Oncológicos, Oncologistas Clínicos e Radio-oncologistas, a exemplo do que se tem no Hospital do Bem.

O vigilante Teotônio Alves, 52 anos, um dos que se consultou na ação deste domingo com Dr. Wostenildo, está atendo à saúde. Há cinco anos, ele faz exames periódicos. “Primeiro precisamos olhar nossa saúde, depois uma vaidade besta que impede um homem de fazer esse exame tão importante”, disse ele. Mesmo fora da faixa etária recomendada para fazer os exames de toque e PSA, o desempregado André Charles, 38 anos, foi à Praça hoje buscar informações. “Os cuidados com a saúde precisam existir desde cedo. O médico me explicou que não preciso fazer os exames ainda, já que eu não estou sentindo nada, mas vou ficar atento e no tempo certo vou fazer todos eles”, disse Charles.

O escritor e historiador José Romildo de Sousa, presidente da Comissão Executiva do Coletivo ‘Homens com mais vida’, descobriu um câncer de próstata no início da evolução da doença e nem teve que passar por tratamentos agressivos para se curar porque teve o diagnóstico precoce. “Não vou mentir que a descoberta da doença foi um choque, mas eu transformei essa dura realidade em uma lição de vida, me curei e hoje faço palestras e dou testemunhos de como se pode vencer o câncer e dar a volta por cima ainda com mais energia”, afirmou ele, que está finalizando um livro intitulado “A vida depois do câncer”. Não há data ainda para lançamento da obra, cujo objetivo é falar de sua experiência e a partir dela encorajar outras pessoas a enfrentarem o câncer sem tantos medos e receios.

Hospital do Bem só atende pacientes com atendimentos agendados previamente

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O Hospital do Bem – Unidade de Oncologia do Sertão – é uma unidade de saúde que trabalha com regulação, ou seja, para o paciente ser atendido é necessário que ele seja encaminhado via Secretarias Municipais de Saúde, por meio de regulação da Secretaria Estadual de Saúde, que é a gestora do hospital. Esse esclarecimento se faz necessário, segundo a diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, Liliane Sena, porque alguns pacientes têm se dirigido à recepção da unidade, querendo atendimento de imediato, o que não é possível.

“Nós não funcionamos de ‘portas abertas’ como o Hospital Regional. Os atendimentos precisam ser regulados via Secretarias Municipais, em sintonia com o sistema de regulação do Estado, tanto para os atendimentos nos ambulatórios, quanto para as sessões de quimioterapia, exames e cirurgias”, reitera a diretora.

O atendimento ambulatorial acontece de segunda a sexta-feira, entre 8h e 18h, sempre com horários agendados. A unidade também disponibiliza exames diversos, além de tratamento quimioterápico e cirurgias para os quatro tipos de câncer mais comuns na região onde está inserido, ou seja, câncer de pele, próstata, mama e colo de útero. “Mas é importante que a população saiba que não basta chegar ao hospital para ser atendido. A admissão de pacientes precisa ser regulada”, reforça Liliane Sena.

E para serem atendidos no Hospital do Bem, os pacientes deverão trazer no dia marcado de sua admissão, um documento de identificação, o Cartão Nacional do SUS, a guia de encaminhamento médico, os exames complementares para estadiamento (resultados de ressonância, tomografia, USG e outros já realizados pelo paciente) e o resultado de biópsia, se for o caso. O paciente, após o primeiro atendimento, recebe um cartão de identificação contendo o nome e o número do prontuário único, no qual constam todos os atendimentos, informações completas do quadro clínico e sua evolução, todas devidamente escritas pelos profissionais de saúde envolvidos no atendimento.

 “Os serviços de uma unidade oncológica diferem do atendimento de um hospital de portas abertas, que é aquele que atende o paciente de urgência ou emergência assim que ele chega, por isso, é necessário essa regulação”, explica Liliane Sena. Ela lembra que a exceção fica por conta de internações de urgência. “O paciente oncológico que precise de uma internação de urgência, precisa se dirigir ao Hospital Regional, ser atendido pelo médico que avaliará a necessidade ou não de internação no Hospital do Bem”, esclarece a diretora, lembrando que em todos os demais casos vale a regulação.

Em relação aos pacientes que já fazem tratamento em Campina Grande ou João Pessoa, Liliane explica que para eles serem atendidos no Hospital do Bem precisam ser regulados pelo médico que já os atende.

O Hospital do Bem, que começou a funcionar no dia 5 de setembro, presta serviços de Oncologia de média e alta complexidade, tem uma estimativa de atendimento de 650 cirurgias oncológicas e 5.300 procedimentos de quimioterapia/ano, direcionados para a população dos 68 municípios que compõem a 3ª e 4ª macrorregiões de saúde.