Hospital Regional de Patos

Médica do Hospital do Bem participa de curso de atualização em Oncologia Clínica no Albert Einstein

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Participar do Board Review in Medical Oncology, o maior curso de revisão em Oncologia Clínica no Brasil para médicos oncologistas e, também, de outras especialidades médicas e multidisciplinares, é uma experiência única que agrega valor ao profissional que amplia e atualiza conhecimentos, mas, sobretudo para os pacientes que passam a ter um profissional ainda mais capacitado e atualizado numa especialidade da ciência médica que está em constante evolução. A Dra. Nayarah Castro, oncologista do Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, está em São Paulo, participando da X edição do curso que começou dia 14 e termina no próximo sábado (17), no Hospital Israelita Albert Einstein.

“Participar deste curso, que é referência na área de Oncologia, é ter a oportunidade de aprimorar conhecimentos com o que há de mais atual sobre tratamento, de saber o que mudou de um ano para o outro, sobre incorporação de novas drogas, novos alvos terapêuticos, outras tecnologias, enfim, é agregar informações importantes que me ajudarão a atender, ainda melhor, meus pacientes em Patos”, destaca a médica.

Na edição 2019, em especial, segundo consta na programação do curso, cada palestrante irá reservar alguns minutos no término de cada aula para um momento de discussão com a plateia, que estará aberta para perguntas. “Isso também é importante porque teremos a possibilidade de debater o assunto, com o viés de nosso interesse, com os especialistas logo após a apresentação deles”, destaca a Dra. Nayarah, lembrando que nesta quinta-feira foi muito relevante as abordagens sobre os tumores de mama, de próstata e em relação a importância do acompanhamento multiprofissional do paciente oncológico.

Dra. Nayarah reitera que os tratamentos realizados no Hospital do Bem estão em conformidade com o que é feito nos grandes centros que tratam pacientes oncológicos. “Anteriormente a gente tinha os pacientes tratando tumores tipo negativo sem essa preocupação tão grande da adição de carboplatina e dentro da realidade do Hospital do Bem a gente já vinha fazendo isso. Então, estar aqui e poder conversar com outros profissionais e trocar experiências e fazer descobertas juntos é muito importante e principalmente constatar que lá, no sertão paraibano, o que fazemos está sendo feito também nos grandes centros”, afirma médica.

Para a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, a participação da Dra. Nayarah no curso é de suma importância para o Hospital do Bem. “É preciso acompanhar os avanços técnico-científicos da área de oncologia que têm possibilitado o aumento das chances de cura da doença, em muitos casos, antes considerados fatais. Hoje, se sabe que o recebimento de um diagnóstico de câncer não significa um atestado de morte, ao contrário, o avanço da Medicina nesta área é grande e os tratamentos também, portanto, saber que nossa médica está adquirindo e atualizando conhecimentos muito nos alegra e vai agregar, ainda mais, para os nossos pacientes”, finaliza Liliane.

Direção do Hospital de Patos apela ao bom senso das pessoas para que utilizem o estacionamento sem prejudicar o fluxo de ambulâncias

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Uma situação que está virando rotina no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) mais precisamente, no estacionamento, está causando transtornos e dificultando o acesso até a emergência das ambulâncias que trazem pacientes para a unidade. Isto porque, pessoas que usam o estacionamento estão parando na entrada, obstruindo a passagem dos veículos e dificultando o acesso das ambulâncias. Como não há funcionário no local para disciplinar a parada os veículos, acaba prevalecendo o bom senso, o que muitas vezes falta aos motoristas.

Essa situação absurda tem se repetido inúmeras vezes, lamenta a diretora geral do Complexo, Liliane Sena. Ela lembra que os próprios guardadores de carro que atuam no local, orientam os motoristas a não pararem na entrada do estacionamento, mas, alguns ignoram os apelos e param assim mesmo. “É tudo uma questão de bom senso, de educação para o trânsito e até de amor ao próximo, porque na medida em que as pessoas bloqueiam a entrada, a ambulância fica com acesso a emergência dificultado e isso pode prejudicar quem está sendo socorrido, já que numa situação de gravidade minutos podem significar a perda de uma vida”, destaca Liliane.

Nesta quarta-feira, outro flagrante de mau uso do estacionamento, que prejudicou o acesso de uma ambulância ao setor de emergência foi divulgado em um site de Patos. “Fazemos um apelo público as pessoas para que não estacionem na entrada. Se o local estiver lotado, melhor deixar o carro nas ruas laterais ou mesmo aguardar a saída de outro veículo para estacionar”, reitera Liliane.

Diretoria do Complexo Regional de Patos visita sede do CEDC para conhecer trabalho do Centro onde as biopsias da unidade são analisadas

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O Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer, em João Pessoa, é um importante parceiro do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), pois, é neste local que as biopsias encaminhadas pelo Complexo são analisadas. Na última sexta-feira (02), a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, a diretora administrativa, Isabella Cristina Santos e a diretora de Enfermagem, Jaqueline Fernades se reuniram com a diretora geral do CEDC, Roseane Machado, para conhecer mais detalhadamente o serviço prestado pelo Centro, a dinâmica de análise dos materiais recebidos de todos os municípios pactuados com João Pessoa e ainda debater formas de aperfeiçoar procedimentos a fim de agilizar o recebimento dos laudos.

“Foi de fundamental importância conhecer o serviço do CEDC, que é nosso parceiro, nesse processo de identificação da doença, porque quanto mais rápido as pessoas identificarem a doença mais chances de cura terão. Foi bastante válido conhecer in loco o serviço do CEDC, que é nosso parceiro nesse processo de identificação, através dos laudos das peças que enviamos para lá. Isso nos permitiu ter uma visão mais clara do funcionamento do Centro, além de estreitarmos essa parceria”, destaca a diretora do Complexo, Liliane Sena.

Atendendo, atualmente, cerca de 90 municípios da Paraíba para casos de identificação de cânceres em geral, com foco maior em câncer de colo de útero e mama, o CEDC dispõe de toda estrutura para a abordagem precoce do câncer, desde a consulta especializada por um mastologista, ultrassonografia, mamografia, punção aspirativa por agulha fina, biópsia percutânea e estudo cito/histopatológico. O CEDC dispõe ainda de laboratórios de patologia e citologia, de um mamógrafo digital de última geração e ainda faz cirurgia de alta frequência. “O CEDC é referência no diagnóstico de casos de câncer na Paraíba e ainda consegue reduzir o percurso das pacientes na rede de atendimento, pois quando a gente já identifica alguma alteração, essa paciente já é encaminhada para ultrassom ou mamografia, e daí para a biopsia, tendo um diagnóstico fechado num intervalo de até 30 dias”, explicou Roseane Machado, lembrando que nem em um serviço particular esse diagnóstico é dado em tão pouco tempo.

Após as explicações de como funciona os serviços prestados pelo CEDC, a diretora do Centro mostrou as instalações do espaço e todo o trânsito que as peças recebidas fazem desde a recepção do material até o fechamento do laudo com o parecer dos patologistas. O acesso ao serviço, segundo Roseane, é realizado pelo Sistema de Regulação, mas para as lesões suspeitas e altamente suspeitas para câncer de mama, diagnosticados através da mamografia com categoria BiRads 4 e 5 são atendidas na modalidade demanda espontânea.

“Não imaginava que o CEDC fosse tão completo como vimos aqui. Fiquei encantada com a estrutura, a forma de trabalho, os diversos serviços disponibilizados, a qualidade das atividades e, sobretudo, o cuidado que o Centro tem em todas as etapas de sua prestação de serviço”, destacou Liliane Sena. A diretora do Complexo lembrou que o Hospital do Bem, que faz parte do Complexo de Patos, já faz serviços de colposcopia, punção, biopsia cirúrgica e CORE.

Equipe do HCor constata durante visita ao Complexo de Patos que indicadores da unidade estão acima da média

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A utilização de indicadores de desempenho hospitalar atesta que o Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) tem melhorado seus índices tanto na questão da redução do tempo de atendimento ao paciente, quanto nos processos internos no tocante a respostas mais ágeis às demandas de seu cotidiano. Essa contestação foi feita durante a visita do coordenador do projeto de Desenvolvimento Gerencial integrado da linha de atenção às urgências no ambiente intra-hospitalar (Proadi/MS), coordenado pelo especialista em gestão hospitalar e de Sistemas de Saúde pela Fundação Getúlio Vargas e médico, Daniel Beltrammi. O Complexo é uma das 11 unidades estaduais de saúde que participam desta iniciativa que busca implementar ações que visem melhorar a assistência prestada ao paciente, principalmente, no Serviço de Emergência Hospitalar.

Daniel, que esteve no Complexo no último sábado (20) para conhecer a unidade e verificar os indicadores constatou, por exemplo, que o tempo de atendimento dos pacientes na área verde, entre o preenchimento da ficha cadastral na recepção até o 1º chamado para atendimento médico leva, atualmente, uma média de 11 minutos, enquanto que, de acordo com o Ministério da Saúde, isso pode ser feito em até 120 minutos. O tempo de observação do paciente que ates era de 24h, foi reduzido para 12 horas.

“O CHRDJC está implementando ações que visem melhorar a assistência prestada ao paciente, principalmente, no Serviço de Emergência Hospitalar, e estar participando de um projeto do Ministério da Saúde em parceria com o Hospital do Coração que nos mostra maneiras de enfrentar, da melhor forma possível, utilizando nosso potencial humano e de infraestrutura, problemas com a superlotação e com a qualidade da assistência prestada a pacientes agudos ou agudizados nesses serviços, é uma excelente oportunidade de evolução”, atesta a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, uma das participantes do projeto.

Ela explica que, a partir do projeto, foram elencados oito indicadores na unidade que sendo monitorados e sendo foco do trabalho de melhoria geral da unidade, a exemplo do tempo de classificação de risco, do tempo para o primeiro atendimento médico, o tempo entre a coleta de exames e entrega de resultados, o tempo de permanência de internação, o tempo de permanência nos serviços de urgência, nas áreas verde, amarela e vermelha, entre outros tópicos. “A proposta é monitorar, averiguar possibilidades de mudança e melhorar, ainda mais, nossos indicadores”, destaca a Liliane Sena.

Ainda segundo Liliane, as profissionais que estão participando do projeto se envolveram, de fato, nas ações, criaram e implementaram diversos instrumentos para coletar dados dos atendimentos, adaptaram formulários para otimizar os registros e monitoram constantemente o seu devido preenchimento. Tal envolvimento também é percebido por toda equipe assistencial que rapidamente está assimilando as ações propostas para melhoria no processo de trabalho em todo o Complexo.

“Pelos dados obtidos nestes primeiros meses, observamos que o hospital presta um atendimento de qualidade. O tempo de espera entre o momento que o médico solicita o leito de internação até o momento que o paciente chega ao leito, é de aproximadamente 3h, o que é um tempo extremamente razoável, tendo em conta a preparação prévia do leito e do paciente, necessárias antes de se efetivar a transferência.
A média do tempo de permanência de 12h no Serviço de Emergência Hospitalar (tempo entre a realização da ficha e a decisão clinica de internar, dar alta ou transferir) também mostrou-se bastante razoável, mas, nós queremos diminuir ainda mais esse tempo”, destaca a diretora geral do Complexo.

. Como próximo passo, segundo Liliane Sena, será implantado, inicialmente, na emergência, uma ferramenta de qualificação do gerenciamento do cuidado, chamada Kanban na qual todos os pacientes terão seus tempos de permanência monitorados individualmente, juntamente com as pendências que impedem a tomada de decisão sobre a melhor conduta a ser adotada em cada caso. “Com isso, teremos mais agilidade e efetividade do atendimento, além de outras ações que estão sendo implantadas simultaneamente de melhorias”, finaliza a diretora.

Além da diretora geral do Complexo, participam do projeto a diretora administrativa, Isabella Cristina, a diretora de Enfermagem, Jaqueline Fernandes, a Coord. Enfermagem Centro Cirúrgico e CME, Siglayg de Medeiros, a Coordenadora da Clinica Oncológica e Transfusão, Aretusa Delfino, a Coordenadora da Clínica Cirúrgica, Lilian Guedes, a Coordenadora do Serviço de Urgência e Emergência, Ingrid Rodrigues, a Enfermeira responsável do Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar, Camila Nunes, a Coordenadora Administrativa, Clecia Maria Torres, a Coord. Enfermagem da clínica médica, Edinelza de Queiroga, a Coord de Enfermagem da UTI, Séfora Cândida, a Enfermeira do CCIH, Janette de Lourdes, a Enfermeira do Núcleo Interno de Regulação, Constância Barbosa e a Psicóloga, responsável pela gestão de indicadores, Maria Gorete de Rezende.

Exoneração de servidores do Complexo Hospitalar de Patos não muda gestão e atende procedimentos meramente administrativos do Governo

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Exoneração de servidores do Complexo Hospitalar de Patos não muda gestão e atende procedimentos meramente administrativos do Governo

A exoneração de diretores do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), publicada no Diário Oficial do Estado, desta sexta-feira (05), não muda a gestão da unidade, nem tão pouco afasta os atuais diretores do Hospital. A exoneração foi a pedido e atende normas meramente administrativas de adequação à legislação já que os servidores exonerados ainda mantém vínculos com a OS Instituto Gerir, que administra a instituição até o término do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), previsto para acabar no final deste mês de julho.

“Como nós ainda temos vínculos com o Gerir, até o final de julho, e por isso foi necessário a nomeação de pessoas que não têm esse vínculo para atender, em determinadas situações emergenciais o abastecimento da unidade”, explica Liliane Sena, diretora geral do Complexo.

Ainda segundo ela, a nomeação para os cargos se deu num momento crítico, quando o governo precisava ter autonomia de compras para abastecimento do Complexo e a OS passava por problemas com outros estados e ficou impossibilitada de realizar esses e outros procedimentos. “Foi uma solução emergencial para agilizar as compras e pagamentos com o objetivo de assegurar que a população não sofresse com a interrupção de serviços”, reitera Liliane.

Os novos nomeados, que não têm vínculos com o Instituto Gerir, responderão emergencialmente, se necessário, pelas compras e pagamentos do Complexo, até o término do contrato da OS com o Estado, quando a Secretaria Estadual de Saúde firmará novo contrato de pactuação de gestão com outra OS. “Essa foi a solução encontrada para que o hospital não sofra desabastecimento e a população não tenha serviços interrompidos por alguma impossibilidade do Gerir, portanto, os novos nomeados só serão acionados em casos excepcionais”, reitera Liliane que continuará à frente da diretoria geral do Complexo, a exemplo das demais servidoras exoneradas.

Profissionais, pacientes e acompanhantes do Hospital do Bem participam de café junino

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Essa quinta-feira (27), o início da jornada do Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), aconteceu em clima de São João. Isto porque, foi servido um café da manhã junino para a equipe de profissionais da unidade e também para pacientes e acompanhantes. O café foi servido na recepção da unidade e marcou as comemorações juninas dos colaboradores do Hospital.

E quem pôde participar degustou iguarias do cardápio junino, a exemplo de pamonha e bolo de milho, além de outros lanches. A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, prestigiou o momento e destacou o objetivo da iniciativa. “Os festejos juninos fazem parte das melhores tradições do Nordeste e a cidade de Patos sempre foi referência no que diz respeito a valorização desta tradição cultural, ai achamos importante realizar esse momento onde pudemos comemorar a data, sem prejuízo algum de nossos serviços”, afirmou ela.

Colaboradores do Complexo Hospitalar de Patos participam de treinamento sobre higienização em unidades de saúde

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O ambiente hospitalar, pela própria natureza da atividade, requer uma combinação complexa de atividades especializadas, onde o serviço de higienização e limpeza ocupam um lugar de grande importância. A limpeza além de imprescindível, atua psicologicamente sobre os visitantes, pacientes e funcionários chegando a ser fundamental nos conceitos sobre a instituição. E por valorizar também esse serviço, a direção do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) realizou, no último dia 11, uma capacitação sobre Higienização Hospitalar com colaboradores do Hospital Regional e do Hospital do Bem.

Na realidade, explica a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, o treinamento foi um acréscimo de conhecimento que faz parte do programa de educação permanente do complexo hospitalar, ao qual o Hospital do Bem de Patos está vinculado. “A higiene e limpeza são elementos que concorrem decisivamente para a sensação de bem estar, segurança e conforto, não apenas do paciente, mas de todos que transitam numa unidade de saúde. Além disso, o serviço de limpeza hospitalar tem particular importância no controle de infecções, por garantir a desinfecção de áreas hospitalares e essa reciclagem de conhecimento é importante para melhorarmos, ainda mais, neste aspecto”, destaca a diretora.

O treinamento, cujo foco foi ‘Higienização e desinfecção de áreas de alta complexidade’ foi feito pela médica e oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Castro, com apoio dos integrantes da Coordenação de Higienização e Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Complexo. O público alvo foi os funcionários que atuam no serviço de higienização.

Hospital do Bem registra 1433 atendimentos, 332 internações e 290 sessões de quimioterapia entre janeiro e maio deste ano

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Idealizado para amenizar o sofrimento das pessoas que tinham que se deslocar de cidades do sertão paraibano para Campina Grande ou João Pessoa para ter acesso a um tratamento oncológico, o Hospital do Bem tem sido um ponto de referência e assistência para pacientes com câncer no interior do estado. Somente entre janeiro e maio deste ano, a unidade que integra o Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), registrou 1433 atendimentos, 332 internações e 290 sessões de quimioterapia. O Hospital do Bem integra a rede estadual de saúde e foi inaugurado em setembro do ano passado.

Dados do relatório de gestão dos primeiros cinco meses deste ano mostram que o Hospital registrou 127 internamentos na Clínica Médica, mais 179 na Clínica Cirúrgica e outros 26 nos Cuidados Paliativos, mais 1433 atendimentos nos setores de cirurgia oncológica (221), clínica oncológica (531), cirurgia plástica (29), urologia (139) e mastologia (252). A unidade que atende os casos de câncer mais incidentes na região que são os de próstata, mama, colo de útero e pele, com a oferta de serviços de diagnóstico, tratamento ambulatorial com consultas médicas, cirurgias oncológicas e quimioterapia realizou, neste período, 290 sessões de quimioterapia.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, destaca a importância do Hospital do Bem para os pacientes com câncer no sertão. “Temos uma ótima infraestrutura, uma equipe especializada em casos de oncologia, realizamos os atendimentos dentro dos protocolos igual a qualquer unidade referenciada para casos de oncologia, temos um serviço humanizado e tudo isso mais perto da casa dos pacientes o que propicia muitos ganhos em qualidade de atendimento, além da facilidade de acesso ao tratamento”, destaca a diretora, lembrando que os números do Hospital do Bem atestam a necessidade e importância deste serviço na região

Sobre o Hospital do Bem

O Hospital dispõe de 25 leitos de internação, uma ampla sala para quimioterapia com espaços para dez tratamentos simultâneos, além de enfermarias clínica, cirúrgica e de retaguarda, entre outros espaços. Os pacientes do Hospital têm à disposição um Centro de Imagem, localizada no prédio anexo do Hospital Regional, que realiza exames de ultrassonografia com Doppler; tomografia; endoscopia; eletrocardiograma; exames laboratoriais e Raio X. Os exames de ressonância magnética e cintilografia óssea são terceirizados, mas custeados pelo poder público, através do SUS.

Hospital do Bem descobre e está tratando tipo raro de câncer de mama que é o 9º caso identificado no mundo

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Um tipo raríssimo de câncer de mama foi, recentemente, identificado pela equipe de médicos oncologistas do Hospital do Bem, em Patos. Trata-se de um carcinoma metaplásico de células fusiformes, responsável por menos de 1% dos diagnósticos, sendo, este o 9° caso em todo o mundo. O fato chamou atenção de equipes de centros oncológicos de São Paulo que já solicitaram um acompanhamento da evolução da paciente, visto que não se tem pesquisas sobre esse tipo de câncer e nem protocolos estabelecidos para tratamento, sendo este realizado apenas com base em relatos de casos. Embora apresente o pior prognóstico dos canceres, a ocorrência que está sendo tratada na Paraíba não desanima os médicos já que a paciente não tem metástase, tem apenas 36 anos, não tem doenças pré-instaladas como diabetes ou hipertensão, e está sendo bem acompanhada, o que facilita o sucesso de seu tratamento.

A médica oncologista, Dra. Nayarah Potyara, que está à frente do caso no Hospital do Bem, explica que o carcinoma ductal invasivo é o tipo mais comum entre os cânceres de mama. Cerca de 80% dos diagnósticos de câncer de mama são carcinomas ductais invasivos, que se inicia em um duto de leite, rompe a parede desse duto e cresce no tecido adiposo da mama. No entanto, no final do mês de maio, surgiu um caso especial que acometia a mama direita de uma jovem, com 36 anos apenas, da cidade de Matureia, mas com forte histórico de câncer de mama da família.

A mãe, uma tia e uma prima da paciente, cujo nome não será revelado para preservar sua identidade, faleceram de câncer de mama, o que levou a jovem a procurar o serviço de saúde logo que detectou mudanças na mama. “É uma variante muito rara e ele apresenta uma variedade de padrões histológicos que dificulta o diagnóstico pela mamografia. Então, a paciente foi submetida à mastectomia e, com a peça, realizamos um exame muito específico para identificar o tipo de cancro. Só através dele que conseguimos diferenciar”, explicou a médica, frisando que esse tipo de câncer não se diferencia muito dos demais a não ser pelas suas manifestações clínicas. “Esse carcinoma apresenta forte metástase e é muito agressivo, mas estamos confiantes”, disse a médica.

Pela sua raridade, o tratamento ainda não está estabelecido, sendo a remoção do tumor associada à terapia adjuvante o melhor caminho. A paciente, inclusive, já iniciou seu tratamento no Hospital do Bem, na semana passada, e seu prognóstico, segundo a médica oncologista, Dra. Nayarah Potyara, ao contrário do que demonstra dos relatos de casos, é bastante positivo, tendo em vista que se trata de uma paciente jovem, sem metástase e sem doenças pré-instaladas como diabetes ou hipertensão. “Esse é um tipo de câncer que tem o pior prognóstico dentre todos, mas estamos confiantes no tratamento”, afirmou a medica.

A paciente está fazendo tratamento de Quimioterapia com quatro sessões de séries vermelhas, a cada 14 dias e 12 sessões de série branca, semanalmente. O tratamento é semelhante ao do carcinoma ductal invasivo. Ela está internada no Hospital do Bem há dois meses e, quando receber alta da quimioterapia, poderá fazer a reconstrução mamária. O caso será acompanhado também por médicos de São Paulo, haja vista a relevância da doença para a comunidade científica brasileira pela sua raridade e falta de pesquisas que norteiem o seu tratamento.

O exame que identifica o tipo de câncer que a doutora Nayarah se refere é o imuno-histoquímico (uma biópsia), realizado através do próprio Hospital do Bem e que é um método de análise dos tecidos via microscópio para identificar características moleculares das doenças. A análise tem diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças inflamatórias, infecciosas e neoplasias, sendo determinante também no prognóstico do câncer, já que o exame pesquisa moléculas associadas a diferentes tipos de tumor.

O Hospital do Bem faz parte do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos e oferta serviços de diagnóstico, tratamento ambulatorial com consultas médicas, cirurgias oncológicas e quimioterapia para os casos de câncer mais incidentes na região que são os de próstata, mama, colo de útero e pele. O Hospital tem 25 leitos de internação, uma ampla sala para quimioterapia com espaços para dez tratamentos simultâneos, além de enfermarias clínica, cirúrgica e de retaguarda, entre outros espaços, além de diversos exames de ultrassonografia com Doppler; tomografia; endoscopia; eletrocardiograma; exames laboratoriais e Raio X. Há ainda os exames de ressonância magnética e cintilografia óssea, que são terceirizados, mas custeados pelo poder público, através do SUS.

Hospital Regional de Patos registra mais de 19 mil atendimentos e quase 1.500 cirurgias nos primeiros cinco meses de 2019

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O balanço de atividades do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) relativo ao período de janeiro a maio deste ano, somente no que diz respeito a prestação de serviços do Hospital Regional, mostra que a unidade realizou um total de 19.178 atendimentos nos primeiros cinco meses de 2019. Somente nos serviços de urgência e emergência foram 15.004 registros, 1.443 cirurgias, 2.680 internações além de mais 4.174 procedimentos ambulatoriais. Esses dados já contabilizam os serviços preados pelo Hospital do Bem que integra o Complexo com atendimentos na área de Oncologia.

Grande polo receptor de pacientes de mais de 60 municípios da região do sertão paraibano e referência para urgências e emergências em casos de pequena e média complexidade o hospital, que integra a rede estadual de saúde, registrou como principais motivos de atendimento nos plantões de urgência e emergência, neste período, quedas, seguido de casos de hipertensão, depois acidentes de trânsito ( a maior parte envolvendo motos), dores abdominais, de cabeça e no peito, além de casos de insuficiência respiratória e contusões diversas.

De acordo com a diretora geral da unidade, Liliane Sena, o relatório de gestão dos primeiros cinco meses deste ano mostra que as causas de atendimento na emergência não se modificaram muito. “Observamos, comparando os resultados com anos anteriores, que as maiores causas de procura pelos nossos serviços não se alteram, sendo as quedas, os acidentes e dores diversas as maiores demandas de nossa porta de entrada”, destaca a diretora. Ela lembra que, atualmente, não há filas para realização de cirurgias e que apesar da unidade dispor somente de seis leitos de UTI, o Hospital tem conseguido realizar os procedimentos sem demora para os pacientes.