Hospital Regional de Patos

Complexo Hospitalar de Patos classifica 100% dos pacientes que são atendidos na unidade, inclusive, os do SAMU

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A classificação de risco é um procedimento necessário na admissão de pacientes em qualquer unidade de saúde, seja ela pública ou privada. No Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) 100% dos pacientes que são atendidos passa agora por esse processo, mesmo àqueles que vêm conduzidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU. Esse procedimento de classificação adotado pelo Hospital está em consonância com a Resolução 2.110/2014 do Conselho Federal de Medicina e assegura que os pacientes tenham um atendimento mais eficaz, levando-se em conta a sua própria necessidade e urgência.

“A direção do hospital trabalha com a meta de classificar 100% dos pacientes que são atendidos na unidade, inclusive, os que são trazidos pelo SAMU”, reitera a diretora geral do Complexo, Liliane Sena. Ela lembra que embora o SAMU continue a ser considerado Vaga Zero, os pacientes oriundos deste serviço também precisam passar pela classificação de risco feita pela equipe do Hospital. “Esse procedimento com relação ao SAMU não quer dizer que o paciente não será atendido de imediato. Quem o acompanha continua a se dirigir à recepção para fazer a ficha do paciente. Desta forma, não há comprometimento no atendimento do paciente”, complementa Liliane, lembrando que alguns fluxos foram redefinidos, recentemente, para ajustar o acolhimento oriundo do SAMU.

O diretor técnico do Complexo e médico, Dr. José Carletti Júnior, explica que embora os pacientes do SAMU já venham regulados por médicos ou enfermeiros do próprio serviço, é importante a classificação pela equipe do Hospital. “Muitas vezes, entre o atendimento pelo SAMU e a chegada no hospital, há um certo tempo e o quadro do paciente já evoluiu, para pior ou melhor, daí a importância desta classificação no momento da entrada do paciente na unidade”, reitera Dr. Carletti. Segundo ele, esse procedimento dá mais segurança a equipe que vai atuar no atendimento e assegura ao paciente uma classificação mais fiel de seu estado no momento da admissão. Ele lembra ainda que esse procedimento não prejudica o SAMU, pois não há retenção de maca, nem ambulância por causa disso.

Dr. Carletti lembra ainda que muitos serviços de atendimento às urgências convivem com grandes filas onde as pessoas disputam o atendimento sem critério algum a não ser na hora da chegada. “Neste caso, a não-distinção de riscos ou graus de sofrimento faz com que alguns casos se agravem, ocorrendo às vezes até a morte de pessoas pelo não-atendimento no tempo adequado. O acolhimento com avaliação de risco configura-se, assim, como uma das intervenções potencialmente decisivas na reorganização das portas de urgência e na implementação da produção de saúde e, consequentemente, na eficiência do atendimento aos pacientes”, finaliza o diretor técnico do Complexo.

Hospital do Bem realiza 428 atendimentos nos primeiros três meses de funcionamento

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O balanço dos primeiros noventa dias de funcionamento do Hospital do Bem – unidade de oncologia do Sertão – atesta que foram realizados 428 atendimentos, em pacientes de 53 cidades. Nesse período, entre os serviços prestados, destacam-se a realização de 71 sessões de quimioterapia. Inaugurado no dia 05 de setembro, a unidade que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, atua com atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico, para quatro tipos de câncer: pele, próstata, mama e colo de útero.

O tipo de câncer com maior incidência neste primeiro balanço mensal foi o de mama, com 155 atendimentos, seguido de colo uterino com 106 casos, urologia com 78 registros. O balanço que corresponde ao período de 05 de setembro a 05 de dezembro,  mostra ainda que, neste período, a unidade registrou 54 internamentos, sendo 28 de clínica médica e 26 de clínica cirúrgica. Destes, 31 pacientes eram mulheres e 23 homens.

De acordo com levantamento do Hospital nestes 90 dias foram atendidos pacientes regulados das cidades de Água Branca, Belém do Brejo do Cruz, Boa Ventura, Bom Sucesso, Bonito de Santa Fé, Brejo do Cruz, Cacimba de Areia, Cacimbas, Cajazeirinhas, Catingueira, Catolé do Rocha, Condado, Coremas, Desterro, Igaracy, Imaculada, Itaporanga, Jericó, Junco do Seridó, Juru, Mãe D’água, Malta, Manaira, Mato Grosso, Maturéia, Nazarezinho, Nova Olho D’água, Olinda, Patos, Paulista, Piancó, Pombal, Princesa Isabel, Quixaba, Riacho dos Cavalos, Santa Helena, Santa Inês, Santa Luzia, Santa Terezinha, São Bentinho, São Bento, São José de Espinharas, São José de Brejo do Cruz, São José do Bonfim, São José do Sabugi, São Mamede, Serra Grande, Sousa, Taperoá, Teixeira, Uiraúna, Várzea  e Vista Serrana.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, reitera a importância do Hospital do Bem. “Com a disponibilidade dos serviços oncológicos de média e alta complexidade em Patos, os pacientes que antes tinham que viajar cerca de 350 km, até a capital para realizarem seus tratamentos, têm agora toda assistência necessária para em nossa unidade e isso representa um avanço significativo não apenas para o tratamento em si, mas para a qualidade de vida destes pacientes, que não tem mais o desgaste do deslocamento”, destaca Liliane.

            A coordenadora do setor de Enfermagem, Aretuza Delfino, lembra que o Hospital do Bem só atende pacientes regulados, ou seja, com consultas e procedimentos já agendados previamente. A única exceção, explica ela, é em relação a internação de pacientes oncológicos. “Neste caso, o paciente não precisa de regulação, pois acolhemos pessoas com qualquer tipo de câncer para internação. O hospital só trata as quatro referências somente para efeito de quimioterapia e cirurgia, para internação não há essa restrição. Porém, para isso, o paciente tem que se dirigir a emergência do Complexo e, se tiver apresentando sintomas ou sinais de doenças oncológicas que necessitem de internação, é encaminhado para uma de nossas enfermarias”, esclarece. Ela lembra ainda que a internação também pode ser via ambulatório. “Se o paciente se sentir mal, por exemplo, depois de uma sessão de quimioterapia, pode ser internado também”, disse Aretuza.

 O Hospital do Bem tem uma estimativa de atendimento de 650 cirurgias oncológicas e 5.300 procedimentos de quimioterapia/ano, direcionados para a população dos 68 municípios que compõem a 3ª e 4ª macrorregiões de saúde do estado.

O Hospital do Bem também possibilitou uma evolução significativa no atendimento da saúde do homem no sertão paraibano

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“Com a inauguração do Hospital do Bem, m setembro deste ano, houve um avanço significativo no atendimento da saúde do homem em Patos e região, isso porque o acesso aos exames, diagnóstico e tratamento do câncer de próstata ficou muito mais acessível”, afirmou o cirurgião oncológico, Antônio Segundo. A fala do médico foi feita durante uma audiência pública na Câmara Municipal de Patos, na noite desta sexta-feira (30), que marcou o encerramento das atividades do Novembro Azul no município. A propositura foi da vereadora Nadir Rodrigues (MDB).

Além de Dr. Segundo, também participaram da audiência a diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, Liliane Sena, do qual faz parte o Hospital do Bem, o diretor clínico doComplexo, Dr. José Carletti Júnior e a oncologista, Nayarah Castro, que integra a equipe médica do hospital de oncologia de Patos e foi a palestrantes da noite.

O objetivo da audiência, além de marcar o encerramento do Novembro Azul, era promover um debate sobre a importância da sensibilização dos homens na busca do  diagnóstico precoce do câncer da próstata. Segundo Dr. Segundo, não é somente o urologista que deve ter especial atenção com o câncer de próstata. “O médico da atenção básica deve convencer os pacientes a fazerem o exame de toque, o PSA  estarem atentos a essa questão, porque por mais que se tenha urologistas, nunca esses especialistas conseguirão diagnosticar toda essa população de forma precoce. O primeiro alerta tem que ser dado pelo clínico geral”, reiterou o médico. Ele lembrou que com o Hospital do Bem, os homens do sertão agora têm um hospital que atende câncer de próstata, inclusive nos casos que há necessidade de fazer biopsia.

A oncologista Nayarah Castro, que antecedeu Dr. Segundo nas falas, lembrou da importância da prevenção, falou sobre indicadores da doença, os tipos de tratamento e os tipos de câncer mais comuns. Ela reiterou que no Brasil, o câncer de próstata é o mais incidente na população masculina e é o segund

o que mais causa mortes entre os homens. A importância da instalação de uma unidade oncológica em Patos e os serviços do Hospital do Bem também foram abordados na fala da médica que é responsável pelos atendimentos no ambulatório do hospital.

No final da audiência, o presidente da Comissão Executiva do Coletivo ‘Homens com mais vida’, José Romildo de Sousa, entregou o troféu ‘Diácono João Batista Ferreira’ aos palestrantes e integrantes da mesa da Câmara que conduziu os trabalhos. Dr. Segundo, Dra. Nayhara e a diretora do Complexo, Liliane Sena, foram agraciadas com a entrega que simbolizou o reconhecimento do Coletivo ao trabalho do Hospital do Bem. O gerente da 6ª Regional de Saúde, Leudo Farias, presente à audiência também recebeu o troféu, assim como a vereadora Nadir Rodrigues e o presidente da Câmara, Sales Júnior.

Complexo Hospitalar de Patos participa de ação educativa sobre acidentes de trânsito e suas implicações

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Cerca de 10% dos atendimentos realizados pelo Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) são provenientes de acidentes de trânsito. Dados da unidade apontam que de janeiro a outubro deste ano, 2.704 pessoas deram entrada no hospital por causa de acidentes de trânsito. Desse total, 2.296 pacientes se envolveram em acidentes com motocicletas. E para chamar atenção da sociedade sobre a importância de se reduzir esses dados, a partir de medidas preventivas, vários órgãos estão se mobilizando para lançar uma campanha educativa em Patos. Nesta sexta-feira (30), representantes destas instituições se reuniram no auditório da STTrans para definir detalhes da programação que vai ser realizada entre os dias 14 e 20 de dezembro.

A partir do tema “O ano termina, mas a vida continua’, a STTrans, o Complexo, o Hospital Infantil, Samu, Corpo de Bombeiros, BPTran e Detran estão unindo forças e habilidades para realizar essa campanha educativa. Na reunião desta sexta-feira, foram apresentados dados estatísticos que comprovam a necessidade desta ação e definindo alguns encaminhamentos para que ela aconteça na data prevista.  Entre as ações que foram definidas, destacam-se a realização de uma audiência pública no Fórum da cidade, blitz educativas em vários pontos e em dias alternados, a distribuição de material informativo e a realização de uma mesa redonda.

 A proposta, segundo a diretora geral do Complexo Hospitalar de Patos, Liliane Sena, é também atrair a parceria de outros órgãos e instituições para se integrarem à ação. “Essa campanha que abraçamos foi capitaneada pela STTRans, mas interessa a toda a sociedade, haja vista que acidentes de trânsito causam transtornos diversos e não apenas na rede pública de saúde, que absorve quase a totalidade destas demandas. As repercussões também não se limitam aos pacientes e familiares, mas a toda a sociedade que se mobiliza em torno de um acidente”, destaca Liliane Sena.

 Ainda segundo Liliane, os dados de acidentes são relevantes e uma ação educativa tem tudo para reduzir esse triste cenário, através da prevenção. Ela lembra que, estatisticamente, o mês de abril é quando acontece mais acidentes de trânsito em Patos, segundo dados do Hospital, do Samu e do Corpo de Bombeiros. Inusitadamente, esse pico de acidentes acontece justamente no feriado da Semana Santa.

Comissão de Ética de Enfermagem do Hospital Regional de Patos toma posse em evento com palestra do COREN sobre conduta profissional

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            Os novos membros da Comissão de Ética de Enfermagem do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) tomaram posse na quinta-feira (22). A solenidade aconteceu na sede da 6ª Gerência Regional e contou com a participação do representante do Conselho Regional de Enfermagem da Paraíba, Valdeni Mendes e do Coordenador do Departamento de Processo Ético do COREN, Júnior Gomes. Eles falaram da importância da Comissão e sobre ‘Processo Ético’ e mostraram vídeos sobre condutas dos profissionais e suas consequências no ambiente hospitalar. O CHRDJC conta, atualmente, com um quadro de mais de 300 profissionais na área de Enfermagem.

            Coube a diretora de Enfermagem do CHRDJC, Jaqueline de Medeiros, falar sobre a importância da Comissão, focando a contribuição dela no sentido de acompanhar o exercício profissional e ético da enfermagem no âmbito de todas as funções inerentes às atividades da área no Complexo. “A Comissão tem uma função fundamental na observação e atuação do exercício ético-profissional na área de assistência e um papel importante na defesa do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem”, destacou Jaqueline.

A diretora geral do CHRDJC, Liliane Sena, que prestigiou a solenidade, destaca que a existência de Comissão de Ética de Enfermagem no Complexo reforça o atendimento humanizado que já é dispensado aos pacientes da unidade, com ainda mais  qualidade, segurança e ética em todas as condutas ligadas a Enfermagem.

            A Comissão do CHRDJC e formada pelas enfermeiras, Daniela Almeida, que foi escolhida presidente e Maria da Conceição Ferreira, vice-presidente e ainda Patrícia Freire de Almeida, técnica de Enfermagem, que será a Secretária da Comissão. O mandato tem duração de dois anos.

Adriano, o ‘João de Deus’ voltou para Alagoas nesta segunda-feira, mas, campanha solidária para ajudá-lo continua

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Adriano Teixeira Lima, popularmente conhecido como ‘João de Deus’, está voltando às suas origens nesta segunda-feira (26). Contrariando a opinião das pessoas que o acompanham de perto desde setembro, quando ele foi internado para se tratar no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, ele voltou para Alagoas, seu estado de origem. Um motorista da Secretaria de Ação Social da Prefeitura de Patos teve a missão de levá-lo à cidade de Olho D’água do Casado, sertão alagoano, cidade de poucos habitantes, quase nenhuma assistência médica, um local que não oferece condições dele fazer um tratamento adequado de saúde. Mas, ele quis ir e ninguém conseguiu removê-lo desta ideia.

Diagnosticado recentemente com um câncer na região inguinal, ele precisa de tratamento especializado. As irmãs Sara e Luciana Conceição prometem dar a atenção necessária para que ele consiga fazer o tratamento em Alagoas, mas admitem que no interior será bem mais difícil que em Patos, onde ele já fez exames, se consultou com o oncologista e teria todo o aporte necessário para acompanhamento e tratamento de seu caso. Uma casa foi alugada para abrigá-lo na cidade a partir desta segunda-feira, mas o futuro de Adriano é incerto. “Não há nada na casa. Estamos levando um colchão, um ventilador e roupas que foram doadas. Só temos isso. Os familiares não se dispuseram a ajudar, eu trabalho em Maceió, estou de licença e vou esperar minha irmã chegar do Piauí, no dia 03, para retornar o trabalho”, afirma Sara, que estava no abrigo com ele há mais de 15 dias e viajou junto.

Não se sabe ao certo quais as razões que levaram Adriano a decidir voltar. “Não são os vínculos familiares que foram perdidos há muito tempo, nem melhores condições de moradia, nem muito menos a perspectiva de tratamento. Ele decidiu ir e pronto. Ele se nega a reconhecer que está doente, que precisa de tratamento oncológico. Mesmo vendo os exames que atestam os tumores, ele diz que está bem. Tentamos, eu e Luciana, que o acompanha desde o início, demovê-lo da ideia de ir agora, mas ele foi irredutível”, afirma a jornalista Eliane Sobral, que fez uma matéria com ele a partir da qual foi identificada a história, as origens e a família dele.

A campanha “Dê uma mão para nosso João”. cujo objetivo era dar o suporte necessário para que Adriano pudesse ser reinserido na sociedade de Patos e criasse vínculos com a cidade, agora será desdobrada em uma outra ação. “Ele vai precisar de ajuda, pois das duas irmãs, apenas Sara trabalha e ganha um salário mínimo. Ele tem direito a receber um benefício do governo, em função do diagnóstico de esquizofrenia, mas isso ainda levará um certo tempo, haja vista que ele só receberá a segunda via de seus documentos daqui a uns 20 dias, daí a dar entrada e ser liberado o benefício ainda leva mais tempo, talvez meses, de forma que precisamos ajudá-lo’, reitera Eliane. Quem se interessar pode depositar qualquer quantia na conta da irmã dele Maria Luciana Conceição, Agência 3693, conta Nº 10419-0, Operação 013, Conta Poupança, da Caixa Econômica Federal. Quem quiser contribuir com a campanha solidária também pode ligar para Sara no (82) 98714-8917. O número também é watzap.

 “A ideia é formar uma grande corrente solidária para ajudá-lo nesta nova fase. Ele é uma pessoa muito sofrida, que nunca teve afeto, aconchego, amigos, sempre se virou sozinho, é um ser humano embrutecido pela vida dura e solitária, mas que tem um olhar sensível, de um apelo sentimental sem explicação e que precisa de apoio para voltar a acreditar que a vida vale a pena, que apesar das inúmeras tristezas que viveu, ainda tem direito de voltar a sorrir”, destaca Luciana Pereira. Ela lembra ainda que ele tem um terreno na cidade e que as doações também podem servir para, quem sabe, construir algo neste terreno que o estimule a permanecer no interior, já que há receio de que ele volte a Alagoas, mas fuja novamente como o fez há cinco anos.

Ação nacional de combate ao câncer chama atenção para a importância da prevenção em Patos

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“É melhor prevenir do que remediar”. A frase é pronunciada de geração em geração mas, muitas vezes não tem sua essência assimilada como deveria. E quando se trata de diagnóstico de câncer, ela faz toda a diferença porque, independentemente do tipo e local da doença, quanto mais rápido o diagnóstico, mais fácil fica o tratamento e as chances de cura se ampliam. E foi para chamar atenção das pessoas de que a prevenção será sempre o melhor caminho, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) realizou uma ação, em nível nacional, neste domingo (25). Em Patos, as atividades foram realizadas com apoio do Hospital do Bem e sob a coordenação do cirurgião oncológico, Wostenildo Crispim.

A ação, cujo slogan foi ‘Troque o Medo por Esperança”, foi realizada em Patos na Praça Nossa Senhora de Fátima. Entre às 8h e o meio dia, a população pôde fazer testes de glicemia, aferir a pressão arterial, tirar dúvidas sobre câncer, receber dicas de alimentação saudável, participar de um aulão de Zumba com o professor Alberto Freitas, cortar o cabelo com a cabelereira Silvania Simone, conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Casa de Apoio ‘Amigas Viva a Vida’ e os homens, por causa do Novembro Azul, fizeram consultas com o cirurgião oncológico, Wostenildo Crispim. Houve ainda a distribuição de frutas e sucos durante todo o evento. O Corpo de Bombeiros também participou da ação com a exposição de equipamentos de socorro e salvamento.

Todas as ações de saúde foram realizadas por cerca de 30 estudantes de Medicina voluntários da Faculdades Integradas de Patos (FIP), sob a supervisão da equipe de enfermagem do Hospital do Bem. A diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, Liliane Sena, a coordenadora do setor de Enfermagem do Hospital do Bem, Aretuza Delfino, e a diretora de enfermagem do Complexo, Jaqueline Medeiros prestigiaram a ação, que começou com uma caminhada do Hospital do Bem até a Praça.

Na avaliação do médico Wostenildo Crispim, a ação surtiu o efeito esperado no sentido de despertar nas pessoas a consciência de que, em se tratando de câncer, a prevenção será sempre a melhor solução. “O estigma do câncer ainda é muito grande. O diagnóstico amedronta, mas é preciso vencer o medo, pois a cura é possível e enquanto houver vida e tratamento há esperança”, destaca. O câncer, lembra Dr. Wostenildo, é a segunda causa de morte dos brasileiros, mas, muitas destas mortes poderiam ser evitadas se as pessoas descobrissem precocemente a doença e fizessem o tratamento adequado com uma equipe de especialistas, composta de Cirurgiões Oncológicos, Oncologistas Clínicos e Radio-oncologistas, a exemplo do que se tem no Hospital do Bem.

O vigilante Teotônio Alves, 52 anos, um dos que se consultou na ação deste domingo com Dr. Wostenildo, está atendo à saúde. Há cinco anos, ele faz exames periódicos. “Primeiro precisamos olhar nossa saúde, depois uma vaidade besta que impede um homem de fazer esse exame tão importante”, disse ele. Mesmo fora da faixa etária recomendada para fazer os exames de toque e PSA, o desempregado André Charles, 38 anos, foi à Praça hoje buscar informações. “Os cuidados com a saúde precisam existir desde cedo. O médico me explicou que não preciso fazer os exames ainda, já que eu não estou sentindo nada, mas vou ficar atento e no tempo certo vou fazer todos eles”, disse Charles.

O escritor e historiador José Romildo de Sousa, presidente da Comissão Executiva do Coletivo ‘Homens com mais vida’, descobriu um câncer de próstata no início da evolução da doença e nem teve que passar por tratamentos agressivos para se curar porque teve o diagnóstico precoce. “Não vou mentir que a descoberta da doença foi um choque, mas eu transformei essa dura realidade em uma lição de vida, me curei e hoje faço palestras e dou testemunhos de como se pode vencer o câncer e dar a volta por cima ainda com mais energia”, afirmou ele, que está finalizando um livro intitulado “A vida depois do câncer”. Não há data ainda para lançamento da obra, cujo objetivo é falar de sua experiência e a partir dela encorajar outras pessoas a enfrentarem o câncer sem tantos medos e receios.

COREN empossa comissão de Ética de Enfermagem do Hospital Regional de Patos

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            Os novos membros da Comissão de Ética de Enfermagem do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) tomam posse nesta quinta-feira (22). A solenidade acontecerá às 15h, na sede da 6ª Gerência Regional. Na ocasião, será ministrada uma palestra a por um representante do Conselho Regional de Enfermagem da Paraíba sobre resoluções do Conselho Federal de Enfermagem e outros assuntos de interesse e que são importantes para uma boa atuação da Comissão.

            A Comissão, explica a diretora de Enfermagem do CHRDJC, Jaqueline de Medeiros tem uma função educativa, consultiva e de averiguação do exercício ético-profissional na área de assistência. Ela também dá suporte a gestão da unidade na questão ética, incentivando o cumprimento e a interpretação do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. “É importante ressaltar que a existência de Comissão de Ética de Enfermagem no Complexo valoriza os profissionais de Enfermagem, garantindo um atendimento mais humanizado aos pacientes, com qualidade, segurança e ética em todas as condutas do exercício profissional” destaca a diretora.

            As profissionais que integram a Comissão do CHRDJC e que tomarão posse são:

as enfermeiras, Daniela Almeida, indicada presidente e Maria da Conceição Ferreira, vice-presidente e ainda Patrícia Freire de Almeida, técnica de Enfermagem, que será a Secretária da Comissão. O mandato tem duração de dois anos.

Hospital do Bem só atende pacientes com atendimentos agendados previamente

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O Hospital do Bem – Unidade de Oncologia do Sertão – é uma unidade de saúde que trabalha com regulação, ou seja, para o paciente ser atendido é necessário que ele seja encaminhado via Secretarias Municipais de Saúde, por meio de regulação da Secretaria Estadual de Saúde, que é a gestora do hospital. Esse esclarecimento se faz necessário, segundo a diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, Liliane Sena, porque alguns pacientes têm se dirigido à recepção da unidade, querendo atendimento de imediato, o que não é possível.

“Nós não funcionamos de ‘portas abertas’ como o Hospital Regional. Os atendimentos precisam ser regulados via Secretarias Municipais, em sintonia com o sistema de regulação do Estado, tanto para os atendimentos nos ambulatórios, quanto para as sessões de quimioterapia, exames e cirurgias”, reitera a diretora.

O atendimento ambulatorial acontece de segunda a sexta-feira, entre 8h e 18h, sempre com horários agendados. A unidade também disponibiliza exames diversos, além de tratamento quimioterápico e cirurgias para os quatro tipos de câncer mais comuns na região onde está inserido, ou seja, câncer de pele, próstata, mama e colo de útero. “Mas é importante que a população saiba que não basta chegar ao hospital para ser atendido. A admissão de pacientes precisa ser regulada”, reforça Liliane Sena.

E para serem atendidos no Hospital do Bem, os pacientes deverão trazer no dia marcado de sua admissão, um documento de identificação, o Cartão Nacional do SUS, a guia de encaminhamento médico, os exames complementares para estadiamento (resultados de ressonância, tomografia, USG e outros já realizados pelo paciente) e o resultado de biópsia, se for o caso. O paciente, após o primeiro atendimento, recebe um cartão de identificação contendo o nome e o número do prontuário único, no qual constam todos os atendimentos, informações completas do quadro clínico e sua evolução, todas devidamente escritas pelos profissionais de saúde envolvidos no atendimento.

 “Os serviços de uma unidade oncológica diferem do atendimento de um hospital de portas abertas, que é aquele que atende o paciente de urgência ou emergência assim que ele chega, por isso, é necessário essa regulação”, explica Liliane Sena. Ela lembra que a exceção fica por conta de internações de urgência. “O paciente oncológico que precise de uma internação de urgência, precisa se dirigir ao Hospital Regional, ser atendido pelo médico que avaliará a necessidade ou não de internação no Hospital do Bem”, esclarece a diretora, lembrando que em todos os demais casos vale a regulação.

Em relação aos pacientes que já fazem tratamento em Campina Grande ou João Pessoa, Liliane explica que para eles serem atendidos no Hospital do Bem precisam ser regulados pelo médico que já os atende.

O Hospital do Bem, que começou a funcionar no dia 5 de setembro, presta serviços de Oncologia de média e alta complexidade, tem uma estimativa de atendimento de 650 cirurgias oncológicas e 5.300 procedimentos de quimioterapia/ano, direcionados para a população dos 68 municípios que compõem a 3ª e 4ª macrorregiões de saúde.

Complexo Hospitalar de Patos faz abertura do Novembro Azul e divulga programação

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O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos realizou, na quinta-feira (01), a abertura do Novembro Azul, cuja programação inclui diversas atividades até o dia 30. A solenidade, que contou com a participação da banda da Polícia Militar teve ainda o hasteamento das bandeiras, incluindo a que faz alusão ao mês de prevenção ao câncer de próstata. A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, o gerente da 6ª Regional, Leudo Farias e o presidente da Comissão Intergestora Regional de SaúdeJosé Ruclenato Gomes da Silva prestigiaram o evento, realizado no pátio externo da unidade de oncologia do sertão.

Exames de PSA com coletas feitas no Hospital do Bem, consultas com urologistas para funcionários e familiares, passeio ciclístico e palestra fazem parte da programação do Novembro Azul da unidade que, trata entre outros tipos de câncer, o de próstata. Tanto os exames, quanto as consultas precisam ser previamente agendadas na recepção do Hospital.

Os exames de PSA acontecerão nos dias 07, 14, 21 e 28 de novembro, enquanto que as consultas ocorrerão nos dias 09 e 23 de novembro. O passeio ciclístico será realizado no dia 25 e encerrando a programação, no dia 30, haverá uma palestra com a oncologista, Dra. Nayarah Castro, na Câmara de Vereadores, às 19h.

Sobre o Novembro Azul

O Novembro Azul é um movimento com origem em 2003, na Austrália e, desde então, são realizadas diferentes estratégias de conscientização sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce de doenças que atingem a população masculina. No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma.