Colégio GEO

Alunos do GEO Sul têm aula de Primeiros Socorros com enfermeiro socorrista que foi ex-aluno da escola

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Saber identificar situações que precisem de atendimento de urgência pré-hospitalar é importante para todos, visto que qualquer um pode ser solicitado a prestar socorro a algum acidentado, em algum momento da vida e ajudar a salva alguém. Assim, o GEO Sul mantém um projeto em que todo bimestre trabalha um tema de primeiros socorros em sua aula de Educação Física. Nesta quarta-feira (12), foi a vez dos alunos do 7° Ano A, B e C, manhã, receberem essa aula diferente.

Na oportunidade, um enfermeiro socorrista e ex-aluno GEO, Daniel Porto, a convite do professor de Educação Física, Marcos Llarena, idealizador do projeto, foi até a escola e deu uma aula sobre Parada Respiratória (PR) e Parada Cardiorrespiratória (PCR). Após a teoria, que abordou anatomia e fisiologia humana, os alunos foram para a prática com bonecos próprios para essas manobras que possibilitam aprender fazendo os procedimentos corretos que podem garantir que o acidentado consiga esperar pela chegada de socorro médico.

O professor Marcos Llarena lera que os acidentes acontecem a todo instante, podendo ser domésticos, numa brincadeira em casa ou na rua, no trabalho e é de extrema importância que os alunos estejam preparados para uma urgência. “Entendemos que é de suma importância esse aprendizado porque os alunos, a partir desta vivência, saberão como agir, deixando o desespero e a tensão de lado, passando, então, a se comportar com cautela diante de um pequeno acidente, podendo intervir de maneira eficaz até a chegada de um socorro médico”, comentou o professor.

Na oportunidade, o enfermeiro Daniel Porto explicou como funciona o corpo humano, passando noções de anatomia e fisiologia, e depois informações para saber identificar caso a caso. Além disso, ao final, eles também puderam treinar a ressuscitação cardiopulmonar nos bonecos, fazendo a massagem respiratória sob orientação do enfermeiro socorrista. Os alunos elogiaram a iniciativa da escola e disseram estar confiantes em poder agir numa situação de urgência.

Atleta paraibano conquista medalha de bronze na Copa Pacífico de Natação no Peru e traz a primeira medalha individual do Brasil

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Depois de conquistar as medalhas de Ouro, Prata e Bronze para a Paraíba no Campeonato Brasileiro de Inverno Troféu Ruben Dinard de Araújo, o atleta Daniel Azevedo Macena Gomes, em sua primeira competição internacional, ficou em terceiro lugar nos 100 metros costas, com um tempo de 1.02,82 conquistando a medalha de bronze na XXXIX Copa Pacífico de Natação 2019. O detalhe é que Daniel disputou a prova sul americana, nesta quinta-feira (13), com atletas de uma categoria superior, ou seja, mais velhos que ele. A medalha foi a primeira do Brasil nas provas individuais. As provas foram disputadas no Campo de Marte, em Lima, no Peru. O campeonato começou no dia 12 e acontece até o próximo sábado, dia 15. Na prova dos 200 metros Costas, realizada ontem (12), Daniel, que é aluno do 9º Ano do GEO Tambaú, ficou em 8º lugar.

“Eu fiquei bastante feliz com o resultado, com a minha primeira medalha numa disputa internacional e eu gostei bastante do meu desempenho, embora não tenha conseguido melhorar meu tempo, mas, eu estava focando meus treinamentos para o brasileiro e o fato de eu competir numa categoria acima da minha, me empolgou, mas exigiu muito de mim. Eu estou feliz, principalmente, porque vejo que a minha dedicação aos treinos, sempre buscando fazer o melhor, está dando resultados positivos”, disse Daniel, que viajou para o Peru acompanhado da mãe, Danielle Macena.

Daniel está entre os quatro atletas paraibanos da categoria masculina que foi convocado pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) para compor a seleção brasileira nesta disputa no Peru. Ao todo, 29 atletas, sendo 16 masculino e 13 feminino, do Norte/Nordeste formam a delegação brasileira na competição. Daniel tem apenas 14 anos e é atleta da equipe do Esporte Clube Cabo Branco – ECCB/Acqua R1. Oito países disputam a Copa Pacifico: Brasil, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai.

Apresentações culturais do GEO Junino da unidade Tambaú homenageiam Jackson do Pandeiro, a cultura popular e o ex-aluno Gabriel Diniz

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A tarde e à noite deste sábado (15) vão ficar na memória de pais, alunos, funcionários e convidados, que participaram do GEO Junino da unidade Tambaú, como um momento especial onde a cultura popular nordestina foi exaltada de várias formas, seja nas apresentações de dança dos alunos do Maternal III até os dos 3º Anos, nas homenagens in memoriam a Jackson do Pandeiro e ao cantor e ex-aluno GEO, Gabriel Diniz, e na decoração e ornamentação dos espaços. O Arraial da Família GEO Tambaú aconteceu na sede da escola que foi preparada, especialmente, para a ocasião, disponibilizando três amplos ambientes para que todos que fossem prestigiar a festa saíssem de lá bem satisfeitos.

Mãe da aluna Cecília, do Infantil III, Aline Deiró, foi uma das que elogiou a escolha do local da comemoração. “Achei muito bom fazer aqui. Assim fica mais íntimo, o ambiente que já é dos alunos. Importante criar essa identidade”, disse ela. Julieta Araújo Cunha, mãe de Lorena Cedro, do 9º Ano do fundamental e Gabriel, do 5º Ano do fundamental, também elogiou o evento. “Está tudo maravilhoso. Estou adorando cada detalhe. As comidas típicas, a decoração, as pessoas vestidas à caráter. Isso até me surpreendeu esse ano. Todos entraram no clima junino. O GEO está de parabéns pelos detalhes”, afirmou Julieta.

Para Wilma Vasconcelos, mãe de Gabrielle, do 7º Ano, a escolha pela escola foi a melhor opção. “Eu achei maravilhosa a festa e a ideia de fazer na sede. Não há espaço melhor do que esse para eles. Afinal, a festa é para os alunos e não para os adultos. Adorei o cenário, os espaços, a forma. Muito bom esse São João. Riquíssimo em detalhes”, disse ela.

A festa teve três momentos e foi realizada em três ambientes distintos. No primeiro momento, a partir das 15h30, ocorreram as apresentações de dança dos alunos do Infantil ao 1º Ano, todas ao som de músicas bem conhecidas do cancioneiro nordestino, a exemplo de Sebastiana, Tum, Tum,Tum, Base na Chinela, Amor de Mentirinha, entre outras canções. Além das coreografias, da professora Rita Spinelli, que focou nas danças tradicionais como o Xote e Xaxado, os figurinos eram um desfile à parte, cada um mais lindo que o outro, com muitas fitas coloridas, saias rodadas, calcas com remendos, maquiagem com pintinhas, chapéus de couro e botas cano alto.

No segundo momento, já no final da tarde, apresentaram-se as turmas dos 2º, 3º,4ª, 5º e 6º Anos, com danças, dublagens, homenagens aos artistas da terra, e ao ex-aluno Gabriel Diniz, falecido recentemente, que teve dois de seus sucessos, incluindo o hit ‘Jeniffer’, dublado por um aluno do 5º Ano que também se vestiu a caráter, com uma blusa florida, um dos figurinos preferidos do artista paraibano. A abertura tanto do primeiro como do segundo momento do GEO Junino foram feitos com uma apresentação do grupo de dança do GEO, formado por alunas do Fundamental II, com coreografia da professora Rita Spinelli. A terceira parte da festa foi dos alunos maiores que improvisaram uma quadrilha junina e após a dança ficaram na quadra curtindo o som da banda do músico Júlio Martins e Besouro Bass, até às 22h.

Simultâneo as apresentações, havia mais dois espaços disponíveis para a integração e diversão dos que foram participar da festa. Um deles, uma praça da alimentação, montada no pátio interno da escola, onde o público dispunha de variado cardápio, incluindo comidas típicas juninas, além de mesas para poderem degustar as delícias de forma mais confortável. Neste espaço havia ainda a barraca do beijo e um local ornamentado para registro de fotos. La também, alunos dos terceiros anos tinham um espaço para comercializar comidas e doces e assim arrecadar recursos para festa da formatura.

No andar de cima, foi montado um parquinho de diversão, com vários brinquedos infláveis que fez a alegria dos pequenos. Outra inovação da festa, que agradou bastante os pais, foi o espaço reservado de cadeiras para eles acompanharem as apresentações de seus filhos. O local era alternado com outros pais assim que as apresentações se sucediam. “Essa ideia foi ótima, pois pude ver bem de perto e registrar, sem atropelos, a apresentação de minha filha”, disse Janete Wagner, mãe de Isabela do 5º Ano.

O som foi outro fator elogiado da comemoração que além de músicas de artistas nordestinos, contou com as apresentações do trio de forró pé de serra, Ripa na Chulipa e da banda do músico Júlio Martins e Besouro Bass. Os cerimonialistas Manoel Neto e Luciana Figueiredo fizeram as chamadas das apresentações e toda a equipe pedagógica, além dos funcionários se envolveram na preparação, organização e realização da festa. “Tanto aqui no GEO Tambaú, como no GEO Sul, observamos a alegria dos nossos alunos em estarem comemorando em seu ambiente uma festa tão importante para o Nordeste e a satisfação dos pais com o formato do evento que, de fato, foi muito bonito, rico em detalhes e na programação”, finalizou o diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira.

GEO Junino acontece em ritmo de arrasta pé e com apresentações culturais nos dias 14 e 15 de junho

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O Colégio GEO, com suas unidades Tambaú e Sul, está se preparando para mais uma edição de seu Arraial das Famílias, que acontecerá nos dias 14 e 15 de junho, a partir das 15h30. A grande novidade deste ano do GEO Junino é que a festa será realizada em suas respectivas unidades que estarão decoradas especialmente para a tradicional comemoração da festa mais popular do Nordeste. Além das apresentações dos alunos do Infantil até o Ensino Médio, o evento também contará com a venda de comidas típicas e muito arrasta pé puxado pela banda Swing Nordestino e o sanfoneiro Júlio Martins.

Com o objetivo de trazer alunos, pais e convidados para o contexto da cultura popular, mais especialmente, a cultura nordestina, e deixá-los mais à vontade para aproveitar o GEO Junino, a organização da festa resolveu fazer o evento na sede de cada unidade e dividiu os festejos em dois dias. Assim, na sexta-feira (14), será a festa dos alunos do GEO Sul e, seguindo o mesmo formato, no sábado (15), será a vez dos alunos do GEO Tambaú comemorarem o São João.

O evento, nas duas unidades, terá início às 15h30, e vai começar com as apresentações da Educação Infantil. Às 17h terão início as apresentações do Ensino Fundamental I. Já a partir das 19h30, será feito um intervalo nas apresentações dos alunos para que o espaço vire palco de muito arrasta pé com a banda Swing Nordestino. Após esse momento, a programação continua às 20h30, com as apresentações dos alunos do Fundamental II e alunos do Ensino Médio que se apresentam ao som de Júlio Martins, que participará da festa conduzindo as quadrilhas juninas dos alunos.

A expectativa é que toda a família participe do GEO Junino, um evento preparado com muito carinho por todos que fazem a escola. “Preparamos um evento que respeita e valoriza a tradição a festa junina, seja no vestuário, nas comidas típicas, nas danças, decoração, para que todos possam sentir o clima de um bom São João. A organização do evento pensou em tudo com carinho, não só para festejar o mês junino, mas também para compartilhar momentos de união e muita alegria”, disse o diretor do GEO, professor Roberto de Oliveira.

Os ingressos individuais estão sendo vendidos na própria escola ao valor de R$ 20,00 até o dia que antecede as comemorações. Esse pagamento poderá ser feito nos cartões, tanto no débito quanto no crédito. O aluno Geozinho que participa das danças tem entrada gratuita.

Estudantes vivenciam durante aula de campo teoria vista em sala de aula sobre Física, Biologia, Geografia, História e Química

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No último sábado (08), estudantes do colégio GEO de João Pessoa construíram seu próprio saber a partir de experiências práticas durante aulas de campo realizadas em vários locais de João Pessoa e de Natal. Um grupo de alunos do 9º Ano do GEO Sul conheceu a Estação de Tratamento de Água da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba – CAGEPA, o Jardim Botânico de João Pessoa e a Estação Experimental da Energisa. Já os estudantes do 7º ano da unidade GEO Tambaú foram para o Rio Grande do Norte onde conheceram o Centro de Lançamento de Foguetes, em Parnamirim, o Forte dos Reis Magos, o Centro Histórico e o Parque das Dunas, em Natal, e ainda visitaram o maior cajueiro do mundo. As aulas de campo são atividades opcionais extraclasse realizadas aos sábados pela escola.

Acompanhados de professores das disciplinas de Física, Biologia, Geografia, História e Química, além de uma equipe de apoio, os estudantes puderam observar na prática o que viram em sala de aula, a exemplo de uma parte da Física Elétrica onde os alunos vivenciaram experimentos de eletrostática e eletromagnetismo, tendo os próprios cabelos ‘arrepiados’ como campo de referência.

As aulas de campo, explica a coordenadora do ensino Fundamental do GEO Sul, Inalda Pontes, é um momento especial em que o estudante consegue, através desse recurso pedagógico, compreender melhor as disciplinas. “Às vezes ele não entendeu bem na sala de aula e quando vai a campo ele não só compreende, como vivencia a teoria memorizando-a de forma mais significativa”, destaca a coordenadora.

O roteiro em João Pessoa começou pela estação de tratamento de água da Cagepa, onde os estudantes conheceram todo o processo de tratamento da água, decantação, floculação, etc, aprendendo mais sobre os parâmetros físicos da água. Em seguida, o grupo foi para o Jardim Botânico Benjamin Maranhão e depois da pausa do almoço foram para o Museu educacional interativo da Energisa, onde conheceram aspectos técnicos e históricos sobre o uso da energia elétrica, através de ambientes projetados, experiências, equipamentos tecnológicos e recursos de áudio e vídeo.

A Aula de Campo no Rio Grande do Norte começou pelo Centro de Lançamento de Foguetes, em Parnamirim, depois foi no Forte dos Reis Magos, em seguida pelo Centro Histórico e o Parque das Dunas, em Natal. O roteiro terminou na visita ainda uma visita ao maior cajueiro do mundo, localizado na Praia de Pirangi.

Escola de João Pessoa desenvolve projeto que estimula a descoberta de novos talentos culturais e homenageia artistas da terra

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Na última edição do projeto ‘Provocação Cultural’, realizado no dia 31 de maio, na quadra do colégio GEO Sul, nos Bancários a artista Dany Danyelle que é cantora, compositora e contadora de história encantou pais e alunos com suas belas composições e repertório e performance com contação de histórias. No mesmo evento, alunos de diversas séries do colégio também se apresentaram, com instrumentos musicais, com espetáculos de dança, declamando poemas, fazendo imitações ou mesmo cantando. Essa simbiose de ritmos, talentos e aptidões acontece a cada edição do projeto. Além de estimular a descoberta de dons e habilidades artísticas dos seus alunos, a iniciativa tem o propósito de homenagear artistas locais.

O projeto Provocação Cultural foi idealizado pela professora de Língua Portuguesa, Deuzenir Wanderley, e é desenvolvido há 10 anos pela unidade de Tambaú e há cinco anos pelo GEO Sul. Na unidade Sul, o professor Plínio Rodrigues coordena o projeto, enquanto que no Tambaú é sua idealizadora. Mas, o projeto envolve todos os professores de Língua Portuguesa, além de integrantes de vários departamentos das duas unidades da escola. A coordenadora Pedagógica do GEO Sul, Inalda Pontes, lembra que a proposta não restringe a forma de manifestação cultural e que qualquer habilidade artística é valorizada pelo projeto, assim com o artista que é homenageado a cada edição semestral. “Nós estimulamos o dom de nossos alunos seja em qual área for assim como elegemos o homenageado independente dele ser artista plástico, cantor, ator, cineasta, poeta, escritor, etc”, reitera Inalda.

O diretor geral do GEO, Professor Roberto Oliveira, explica que esse projeto se soma a muito outros que buscam estimular os alunos a descobrirem seus próprios talentos. “Seja na escolha de uma profissão, na valorização de uma habilidade, na competência nos estudos, estamos sempre estimulando nossos alunos a ampliarem seus horizontes, a avançarem na busca da felicidade e da realização pessoal e esse projeto Provocação Cultural, como o próprio nome diz, quer mesmo provocar, descobrir habilidades e descortinar o artista que habita nos nossos alunos e que por algum motivo ainda não se revelou, além de homenagear os artistas da terra”, afirma o diretor.

As apresentações do projeto acontecem na quadra e geralmente duram em torno de três horas. Simultâneo as apresentações, os alunos são estimulados a desenhar e fazer uma releitura do que viram. O resultado deste esboço espontâneo fica exposto para que toda a comunidade escolar possa vivenciar um pouco deste momento. Pais e responsáveis pelos alunos também são convidados a acompanhar e participar do projeto na condição de expectadores. “É um momento muito rico, lúdico, lindo e encantador”, finaliza a coordenadora Pedagógica do GEO Sul, Inalda Pontes, lembrando que em edições anteriores houve apresentação e homenagens a alunos que tocaram violão, clarinete, saxofone, violino e outros instrumentos, além de estudantes que fazem coreografia, cantam, encenam entre outras habilidades.

Alunos do GEO terão aula de campo focando Física, Biologia, Geografia, História e Química em locais de João Pessoa e no RN

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É por pensar no trabalho de campo como uma ferramenta estratégica e indispensável para a construção do conhecimento, que o Colégio GEO já adota a prática com algumas séries há tempos. Afinal, como já dizia o pensador e pedagogo Paulo Freire, “ensinar não é transferir conhecimento ao outro, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou a sua construção”. Assim, neste sábado (08), mais uma turma deve ampliar seus conhecimentos em uma atividade extra classe. Desta vez, alunos do 9º Ano do GEO Sul vão conhecer a Estação de Tratamento de Água da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba – CAGEPA, o Jardim Botânico de João Pessoa e a Estação Experimental da Energisa. Já os estudantes do 7º ano do GEO Tambaú irão para o Rio Grande do Norte.

As aulas de campo, explica a coordenadora do ensino Fundamental do GEO Sul, Inalda Pontes, faz parte de um contexto interdisciplinar norteados pelos objetivos propostos pelo Ministério da Educação – MEC e tem como foco a política educacional da Escola GEOSEB Tambaú e Sul. Assim, os professores trabalham as disciplinas com seus alunos, fazendo com que eles observem na prática o que aprenderam em sala

“Esse é um momento especial em que o estudante consegue, através desse recurso pedagógico de aula de campo, compreender melhor as disciplinas, assim como o lugar, sua aplicação no mundo real”, disse Inalda, lembrando também que a aula de campo é importante para fixar informações. “Às vezes ele não entendeu bem na sala e quando vai a campo ele não só compreende, como nunca mais esquece”, frisou a coordenadora.

O roteiro dos alunos em João Pessoa terá início logo pela manhã, quando eles sairão da unidade do GEO Sul, nos Bancários e serão acompanhados pelos professores de Biologia, André Pontes; de Física Paulo Henrique; de Geografia, Victor Junior; e de Química, Thaysla Godoi, para o primeiro ponto de visitação que será a unidade de tratamento de água da Cagepa. Lá eles vão perceber quais os passos para o tratamento da água, decantação, floculação, toda a parte do conteúdo que viram na sala eles vão acompanhar na prática. Vão colher amostras, vão verificar esse processo, ter uma aula expositiva sobre o tratamento e vão fazer uma visita aos tanques que abastecem a cidade.

“Desse modo, os alunos terão uma aula sobre os parâmetros físicos da água (os indicadores de qualidade como cor, turbidez, temperatura, sabor e odor) e os parâmetros químicos, que estão relacionados ao potencial hidrogeniônico (pH), alcalinidade, dureza, cloretos, ferro, manganês, nitrogênio, fósforo, fluoretos, oxigênio dissolvido (OD), matéria orgânica. Também serão abordados aspectos como o uso do solo, impactos ambientais, Código Florestal e Assoreamento”, afirma Inalda.

Após a Cagepa, o grupo seguirá para o Jardim Botânico Benjamin Maranhão, onde terão uma aula sobre preservação do meio ambiente com o professor André Pontes, de Biologia. Depois, alunos e professores vão parar para almoçar em um dos shoppings da capital paraibana. Será um momento de confraternização para, posteriormente, seguirem rumo ao Museu da Energisa.

Lá, no Museu educacional interativo, os alunos poderão conhecer aspectos técnicos e históricos sobre o uso da energia elétrica, através de ambientes projetados, experiências, equipamentos tecnológicos e recursos de áudio e vídeo, eles conhecerão a história da energia no mundo e vão ver como a energia elétrica é gerada e todo o caminho que percorre até chegar à casa do consumidor. A visita dura pouco mais de uma hora e é orientada por estudantes dos cursos de Física e História. Lá serão abordados conteúdos utilizados na disciplina de física, geografia e história, visto que será mostrado os estudos sobre a física elétrica, começando por experimentos de eletrostática, até chegar nos experimentos de eletromagnetismo.

Na parte de Geografia, com o professor Victor Júnior, o corpo discente aprenderá mais sobre Infraestrutura urbana, ou seja, o conjunto de sistemas técnicos de equipamentos e serviços necessários ao desenvolvimento das funções urbanas (subsistema viário, drenagem pluvial, abastecimento de água, subsistema de esgotos, subsistema energético, das comunicações, etc); aspectos sociais como adequadas condições de moradia, trabalho, saúde, educação, lazer e segurança; aspectos econômicos como o fenômeno das migrações; e institucionais.

A aula de campo é também uma espécie de “preparação” para a feira de ciências, que os alunos do GEO farão no mês de novembro. “Eles vão montar um projeto para na feira e essa aula de campo, com certeza, incentivará em diversos aspectos”, concluiu a coordenadora.

Já os alunos do 7º ano do GEO Tambaú visitarão o Centro de Lançamento de Foguetes, em Parnamirim, o Forte dos Reis Magos, o Centro Histórico e o Parque das Dunas, em Natal, além da visita ao maior cajueiro do mundo. Eles estarão acompanhados dos professores de Ciências e Biologia, de Educação Física, de Filosofia, Matemática, além de uma equipe de apoio.

Atleta paraibano vai integrar a delegação brasileira na Copa Pacífico de Natação no Peru e disputar sua primeira prova internacional

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Depois de trazer três medalhas para a Paraíba no Campeonato Brasileiro de Inverno Troféu Ruben Dinard de Araújo, em Belo Horizonte, sendo uma de ouro nos 100m Costas, uma de prata nos 200 Medley e o bronze nos 200 Costas, o aluno do 9º Ano do GEO Tambaú, Daniel Azevedo Macena Gomes, é a mais nova revelação da natação paraibana, agora vai representar o Brasil na sua primeira competição internacional. Entre os dias 10 e 16 de junho, Daniel estará na cidade de Lima, no Peru, onde vai participar da XXXIX Copa Pacífico de Natação 2019. Com uma rotina de treinos intensa, a expectativa do atleta é muito boa, embora a competição conte com delegações de nove países do cone sul.

Daniel está entre os quatro atletas paraibanos da categoria masculina que foi convocado pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) para compor a seleção brasileira na disputa no Peru. Ao todo, são 29 jovens (sendo 16 masculino e 13 feminino) do Norte/Nordeste que formam a delegação brasileira para a competição em sua edição 2019. Daniel, que tem apenas 14 anos de idade, é atleta da equipe do Esporte Clube Cabo Branco – ECCB/Acqua R1 e já vem se destacando em competições na categoria Infantil em nível nacional.

No intervalo de um ano, Daniel participou de três competições nacionais. Na última, realizada entre os dias 22 e 25 de maio, ele participou de seu terceiro “brasileirão”, o Campeonato Brasileiro disputado em Belo Horizonte, lhe rendeu as três medalhas. Seu primeiro Brasileiro foi em maio de 2018, em Santos/SP realizado no Clube Internacional de Regatas, quando ele participou de duas finais, nos 100m – Costas e 200m – Costas, obtendo a sétima e sexta colocação, respectivamente.

No mesmo ano, em novembro, o atleta representou o GEO nos Jogos Escolares da Juventude em Natal/RN e ganhou sua primeira medalha em nível nacional. Ele ficou em segundo lugar, concorrendo com atletas de 12 a 14 anos, nos 50m Costas. No mesmo mês, veio o segundo Brasileiro, realizado em Vitória /ES, no Clube de Regatas Álvares Cabral, conhecido como Troféu Maurício Bekenn. Lá, ele ganhou medalha de prata nos 100m Costas e bronze nos 200m Medley, além de ter ido para a final nos 200m Costas e ter ficado em oitavo lugar.

Para a Copa Pacífico 2019 estão confirmadas as presenças de oito países: Brasil, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. A delegação Argentina também foi convocada para a com petição, mas, até essa quarta-feira (05), não tinha feito as inscrições. A Seleção Brasileira será mais uma vez representada por uma representação do Norte-Nordeste. Para Danielle Macena, mãe de Daniel, a dedicação do filho, que todos os dias treina, de segunda a sábado, e os resultados que o atleta vem conseguindo mostram um caminho de conquistas pela frente. “Estamos muito felizes com a convocação. Será uma competição árdua, são delegações de nove países, mas Daniel está se dedicando para isso”, contou a mãe, frisando que dentre os dias da semana ainda tem dois dias em que o treino é ainda mais “puxado”. “Nas terças e quintas, ele treina dobrado. Vai o treino às 5h e só sai às 6h30. Levamos o café da manhã dele e, de lá, ele já vai para o GEO. No final da tarde tem mais treino até aproximadamente as 21h, explicou a mãe, orgulhosa da disciplina do filho em busca de seu sonho.

Segundo Danielle, Daniel viaja para Lima no dia 09 de junho e chega na cidade na manhã do dia 10, e na tarde do dia 11, já tem atividade. “Terá uma tomada de tempo , para ver quais atletas participarão de uma das competições de equipe que é o revezamento”, explicou Danielle que acompanhará o filho nesta viagem.

GEO Junino 2019 começa a ser preparado com ensaios dos alunos que irão se apresentar na festa de São João

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Trazidas pelos europeus que passaram a habitar o Brasil desde as navegações, as Festas Juninas foram incorporadas pelos povos que aqui se fixaram, resultando, portanto, num grande encontro de culturas e costumes de diversas partes do mundo. No Nordeste, a festa ganha contornos ainda mais especiais e no colégio GEO essa festa popular tem sua essência preservada, valorizada e também comemorada em grande estilo. E para fazer bonito no dia da festa, essa semana, iniciaram os ensaios para as comemorações que acontece no dia 14, para os estudantes da unidade Sul, e no dia 15, para àqueles que estudam na sede em Tambaú.

Os alunos do Fundamental I do GEO Tambaú iniciaram os ensaios nessa terça-feira (04). Os estudantes do GEO Sul farão o mesmo na próxima semana. A comemoração junina nas duas unidades da escola envolve professores, coordenadores e supervisores, além de funcionários de vários setores e até a diretoria. “É uma festa que pede o envolvimento de todos, inclusive, trabalhamos o significado desta comemoração em sala de aula porque o São João é um forte elemento de identidade regional, que envolve a cultua popular presente no vestuário, na culinária, nas músicas, nas danças, nas brincadeiras e na decoração”, afirma o diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira.

Intitulada “O Arraial da Família’, o GEO Junino tem vários momentos e começa com as apresentações das turmas de Educação Infantil, seguida das dos alunos do Ensino Fundamental I. A programação ainda incluiu um ‘Arrasta-pé das Famílias’ e uma festa com banda de forró para os alunos do Fundamental II e Ensino Médio. Todas as atividades acontecem nas quadras das unidades. Os ingressos individuais e limitados já estão à venda e custam R$ 20,00. O aluno Geozinho não paga entrada. No local da festa haverá ainda a venda das tradicionais comidas típicas feita por alunos das 3ª séries e também por uma empresa contratada para tal finalidade.

Alunos conhecem cultura indígena dançando Toré e vivenciando outras atividades na Aldeia dos Potiguaras na Baía da Traição

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O Toré, uma importante prática ritual sagrada indígena, que celebra a amizade entre as distintas aldeias, realçando o sentimento de grupo e de nação, foi apresentado no último sábado (01), para um grupo de 43 estudantes, do 8ª ano, do colégio Geo Tambaú. A apresentação fez parte de um roteiro de aula de campo que possibilitou aos estudantes trabalharem assuntos das disciplinas de Produção textual, Literatura e História, tendo uma experiência prática do conteúdo teórico visto em sala de aula. A aula aconteceu no município de Baía da Traição, no litoral norte paraibano, e os alunos tiveram a oportunidade de não apenas ver, mas, participar desta dança sagrada. As aldeias do Forte e São Francisco, dos índios Potiguaras, foi o cenário da aula.

Além de assistir ao Toré e participar da dança, os alunos visitaram ruínas, igrejas, provaram da culinária indígena, conheceram o artesanato local, quem se dispôs fez pinturas corporais e houve ainda um campeonato de arco e flecha. Os professores de Produção textual, David Anthony, e de Literatura, Thaís Barbosa, além da orientadora educacional, Tatiana Rocha e uma equipe de apoio acompanhou o grupo que passou todo o dia do sábado na Baia da Traição, conhecendo a cultura indígena Potiguar, cujos integrantes se dedicam às atividades agrícolas, principalmente milho, feijão, mandioca, inhame e coco, além da pesca.

As aulas de campo são atividades extracurriculares do colégio e, portanto, opcionais. A partir delas, os alunos enriquecem o conhecimento, ampliando o assunto visto em sala de aula, a partir de experiências práticas, já que os roteiros são elaborados a partir dos assuntos dos conteúdos programáticos vistos em sala de aula.