Colégio GEO

Ex-aluno GEO é aceito na Washburn University e é o único paraibano de um grupo de 13 brasileiros na conceituada instituição

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Uma educação plural e um inglês afiado levaram Luiz Antônio Gomes Pontes de Alcântara, de apenas 17 anos, ex-aluno GEO, a ser aceito na Washburn University, em Topeka, no estado do Kansas (EUA). As aulas do College tiveram início semana passada, mas Luiz já se sente em casa, visto que está no Kansas já há um ano, quando interrompeu, no meio de 2018, o 3º ano do Ensino Médio no GEO para fazer um intercâmbio e concluir os estudos nos Estados Unidos da América. Sua desenvoltura durante as avaliações (aplicação) para a Washburn University chamou a atenção da instituição, que elogiou o colégio GEO pela formação plural do jovem. Hoje, Luiz, que é o único paraibano na instituição, inspira seus colegas mostrando que com a educação proporcionada pela escola paraibana e interesse próprio, todos podem ir longe.

A professora universitária, Débora Gerlane de Alcântara, mãe de Luiz, explica que o sucesso do filho deveu-se principalmente ao conhecimento que ele adquiriu de forma “geral”, sem muita especialização, como é muito comum nos EUA. “Ele sempre foi bom aluno. Nunca gostou de destaque, mas sempre esteve entre os melhores da turma. Sabia de química, física, história. De tudo. Diferente do que acontece nos Estados Unidos que é tudo meio que especializado desde o início”, comentou. “Quando ele foi terminar o ensino médio nos Estados Unidos, sempre tirava A nas matérias e foi até laureado como melhor da turma na época”, disse a mãe.

Ela ressalta que Luiz ingressou no GEO no 1º Ano do Ensino Médio e isso, aliado a interesses pessoais, com certeza o preparou para o que ele está vivendo hoje. “A atenção especial dele pelo inglês – desde os 14 anos que ele, inclusive, dedicava-se a isso – foi extremamente importante. Mas, a educação mais abrangente da escola que ele recebeu fez a diferença também”, salientou Débora, contando que exemplo disso foi quando o filho foi fazer a prova de nivelamento da Washburn University.

“Em artes, eles puxam muito mais para a literatura, e Luiz até se surpreendeu porque se saiu super bem em algo que não fazia parte de seu cotidiano, mas que fazia parte de um universo de conhecimento que ele tinha adquirido na escola, em João Pessoa”, comentou Débora, fazendo questão de falar sobre a importância que o colégio GEO teve nesse processo. “A escola está muito preparada para levar seu aluno a fazer uma universidade no exterior e queremos mostrar isso com o exemplo de Luiz e o elogio que recebemos de fora. Eles colocaram a escola brasileira como uma escola de qualidade, que oferece um conhecimento holístico e plural aos seus estudantes”, destacou ela.

A professora explicou ainda que Luiz tem um interesse especial por cálculo, o que o levou a fazer o pré-engenharia, um College dentro da Washburn University. “Ele vai cursando as disciplinas e daqui a um ano quando for escolher, ele pode fazer engenharia, arquitetura, mas com certeza algo nessa área 1, de cálculo”, afirmou.

Hoje, a oferta de cursos superiores no exterior é realmente diversa. A Washburn University, por exemplo, oferece mais de 200 áreas de estudo. Fundada em 1865, hoje ela tem, aproximadamente, sete mil alunos (graduação e pós-graduação), dentre eles, mais de 225 alunos internacionais e 13 brasileiros. Luiz é o único paraibano da instituição. Vale ressaltar que Luiz foi fazer o intercâmbio no Kansas com recursos próprios de sua família. Estudou em escola pública americana para concluir o Ensino Médio e fez testes para três Universidades, sendo a Washburn University escolhida por ele. Hoje ele tem uma bolsa de 50% da mensalidade (o máximo oferecido a estrangeiros) e já assumiu a página brasileira da Washburn em um dos seus primeiros dias no campus! Em breve, Luiz – que assina o Instagram como @luyerz – estará gravando vídeos mostrando como é a vida de um brasileiro em uma universidade dos EUA.

Como estudar no exterior?

A maioria das universidades realiza uma avaliação holística para a seleção dos estudantes. Nesse momento, o perfil do aluno é avaliado por completo, por meio de redações, histórico escolar, cartas de recomendação, entrevistas pessoais e, claro, boas notas em testes de proficiência, sendo TOEFL e IELTS os mais aceitos. Intercâmbios no Ensino Médio, como fez Luiz, são ótimos momentos para se investir na vida profissional que se quer desenvolver no futuro. Seja para aperfeiçoar o inglês, seja para ter novos horizontes ou, por que não, lançar-se em uma carreira iniciada no exterior.

Colégio GEO disponibiliza sistema de matrículas online para novos e atuais alunos

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“A escola pode aperfeiçoar o artista, criá-lo, nunca, porque não se melhora senão o que já existe”. Essa frase do antropólogo italiano, Paolo Mantegazza resume bem a forma GEO de educar e orientar seus alunos. Isto porque, a escola entende e atua não para criar, mas, para ampliar as possibilidades de crescimento e desenvolvimento de seus alunos, dando-lhes as ferramentas necessárias para alçarem voos solos até onde seus sonhos permitirem. E quem quiser aproveitar esse mundo de infinitas possibilidades de aprendizado e crescimento, já pode garantir sua vaga para o ano letivo de 2020. A renovação de matricula para alunos veteranos e a reserva de vagas para novos estudantes começou nesta quinta-feira (22) e pode ser feita tanto de forma online como presencial, em qualquer uma das duas unidades GEO – Tambaú ou Sul.

E quem se antecipar e fizer a matrícula logo, tem descontos no pagamento da primeira parcela que varia de 12,51%, para quem fizer a matrícula em agosto, 9,83%, quando efetuar em setembro, 7,12%, para matrículas feitas em outubro e ainda um desconto de 4,37% se a vaga for garantida em novembro. A partir deste mês, a cobrança será integral. As matrículas estão abertas para todos os segmentos: Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Os interessados já podem acessar o site www.colegiogeo.com.br e garantir vagas ou dirigir-se a uma das duas unidades GEO, que há uma equipe especialmente focada para esse atendimento nos dois colégios.

O supervisor de captação do GEO, Danyllo Oliveira, explica que a rematrícula do aluno é realizada no próprio site da escola e a vaga é assegurada mediante o pagamento da primeira parcela. Já para os novatos, a confirmação da matrícula é feita com a apresentação de documentos (ver lista no site) e o pagamento da primeira parcela. Os pais ou responsáveis que não conhecerem a escola, já podem agendar uma visita pelo telefone 83-3048-5817. “Nossas visitas precisam ser agendadas porque elas são realizadas pelos nossos coordenadores e incluem além da apresentação da nossa infraestrutura, o detalhamento de nossos projetos pedagógicos e extra curriculares que são os grandes diferenciais do GEO”, destaca Danillo, lembrando que o GEO disponibiliza 22 projetos extra curriculares, sendo a grande maioria deles sem taxas de adesão extra.

Reconhecido pelos bons índices de aprovação no Enem, por ocupar lugar de destaque em Olímpiadas de Conhecimento, utilizar diferenciais tecnológicos no ensino, ter uma equipe pedagógica bem preparada, dispor de espaços modernos, salas de multimídia, de um material didático exclusivo (AZ) que possibilita, por exemplo, aos alunos do Ensino Médio terem um acompanhamento individualizado de seu estudo, o GEO é uma instituição que reúne cerca de três mil estudantes, nas duas unidades Tambaú e Sul (Bancários).

“Nós temos um excelente corpo docente, projetos e proposta pedagógica constantemente atualizados, uma infraestrutura de padrão superior, todas as nossas salas são equipadas com plataformas digitais de aprendizagem, dispomos de laboratórios modernos, salas multimídia, espaços projetados para atividades práticas, e vários projetos extra curriculares, tudo isso aliado a uma proposta pedagógica inovadora, plural em constante evolução que busca à formação integral do aluno e não apenas resultados pontuais”, reitera o diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira.

Projetos exclusivos e cases de sucesso colocam colégio de João Pessoa na vanguarda da educação na Paraíba

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Ter um Projeto Pedagógico de personalidade própria, único em muitos aspectos e ações, profissionais comprometidos e competentes, uma excelente infraestrutura e ainda ter valores como meta de conduta na educação de crianças e jovens. Esse colégio existe em João Pessoa, se chama GEO e tem duas unidades na capital paraibana. Na noite desta quinta-feira (15), os colaboradores da escola participaram do ‘GEO Experience’, um encontro onde foi reforçado os valores, diferenciais e, sobretudo, a forma GEO de Educar que tem o aporte de, nada menos, que 22 projetos extra curriculares, muitos dos quais exclusivos da instituição na Paraíba.

“Nós levamos muito a sério a missão de educar e empregamos esse verbo no sentido mais amplo da palavra, pois não vendemos um produto, nós temos valores e inúmeros diferenciais que fazem de nossa escola uma referência na formação de crianças e jovens e estamos aqui hoje para alinhar tudo isso com vocês. Temos tudo o que outras escolas têm, mas estamos bem mais além de todas elas”, disse o diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, na abertura do encontro, realizado no auditório do GEO Tambaú.

Depois, os coordenadores da cada projeto, por faixa de ensino, apresentaram as ações, com detalhamento de cada atividade. Em relação ao Ensino Fundamental, foram apresentados os projetos ‘Mundo Leitor’, que já rendeu vários prêmios para a escola, o ’Mestre Cuca’ e o ‘Circuito de Psicomotricidade’, o projeto ‘Fluência’, que atinge alunos de outras faixas etárias também, o ‘Binoculo’ e o ‘Educacross’, este último, uma plataforma de letramento m Matemática que é, exclusividade, do GEO João Pessoa.

No Ensino Fundamental II, abordou-se os projetos de ‘Monitoria’, as ‘Aulas de Apoio’, ‘Aulas de Campo’, as ‘Salas de Grow Up’ que possibilitam que os alunos sejam protagonistas e agentes de seu próprio conhecimento e ainda o projeto das ‘Aulas laboratoriais’. Para os alunos do Ensino Médio, focou-se nos projetos ‘Metodologia AZ’, exclusivo do GEO, que dispõe de laboratório de redação online e se constitui numa plataforma que personaliza o estudo do aluno, os ‘Aulões do Enem’, ‘Aulas de Campo’, o ‘Super Colegial’, o ‘High School’, este último, possibilita um aprendizado da língua inglesa com material americano, único na Paraíba, inclusive com entrega do mesmo certificado de curso similar nos EUA.

Outros diferenciais do GEO também foram apresentados, tais como, o evento ‘Provocação Cultural’, que estimula o descobrimento do dom artístico dos alunos, as ‘Olímpiadas do Conhecimento’, que já rendeu para o GEO nada menos que 226 medalhas, o ‘SAC Arte e Cultura’, uma mostra anual de conhecimento programada para acontecer no dia 1º de novembro, as ‘Aulas de Robótica’, que destacam a escola como protagonistas de diversos projetos na área, além das ‘Escolinhas de Esportes’, que têm revelado talentos que já atuam dentro e fora do país, em diversas modalidades, e ainda o diferencial do GEO de dispor de Sala de IPAD e Lousas Digitais Interativas em todas as salas de aula, feito pioneiro e ainda inédito, neste formato, em relação a outras escolas locais.

“A ideia, foi trazê-los aqui para fazer com que todos vocês conhecessem, em detalhes, todos os diferenciais de nossa escola, cujos projetos são resultados de reflexões coletivas que buscam avançar, cada vez mais, no sentido de dispor para os nossos alunos o que há de mais avançado no ensino, com um projeto pedagógico amplo, rico, inovador que, de fato, possibilita a expansão do conhecimento e isso não é algo que façamos sozinhos, mas, em conjunto, em equipe, por isso conto com todos vocês nessa jornada de avançarmos cada vez mais”, finalizou o professor Roberto, convocando a todos para expandirem essas informações extra muros da escola.

Cinquenta e quatro alunos do GEO viajam sábado para Campina Grande para 2ª fase das Olimpíadas de Química

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As olímpiadas científicas existem para dar uma chance a estudantes que se interessam por alguma área do conhecimento e revelar novos talentos na Física, Química, Matemática, Robótica, Informática, Linguística, etc. Hoje, já existem instituições que avaliam e selecionam seus novos alunos através de medalhas alcançadas em olímpiadas do conhecimento. O Colégio GEO, com objetivo de proporcionar essa oportunidade a seus alunos, sempre estimula a participação deles nestes concursos. Exemplo disso é que neste sábado (17), 54 alunos dos 8º e 9° anos vão para a cidade de Campina Grande participar da segunda etapa das Olimpíadas de Química, que vão acontecer na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

O professor de Física, Paulo Henrique, que também é coordenador do projeto de “Olimpíadas do Conhecimento” do GEO, afirmou que durante todo o ano são várias as competições que acontecem, cada uma com cerca de três fases. “São várias olimpíadas que acontecem durante o ano no país. Temos a primeira etapa que geralmente acontece com uma prova sendo aplicada na escola mesmo com a supervisão de professores e coordenadores daquela olimpíada em sua esfera estadual. Os selecionados, que atingem certa nota, vão para a segunda fase e assim por diante”, comentou o professor, frisando que a de Olimpíada de Química teve sua primeira fase no primeiro semestre do ano e agora os alunos estão se preparando para a segunda. A coordenação da Olimpíada de Química é da UEPB.

Ele conta que este ano a quantidade de alunos superou e muito a do ano passado nas Olimpíadas de Química. “Temos 54 alunos que vão participar esse ano da segunda fase. Ano passado foram 15 alunos do GEO Tambaú e 15 do GEO Sul. Esse ano temos 17 alunos só dos 9° anos do Tambaú. Estamos melhorando muito”, comemorou o professor. Paulo Henrique lembrou, inclusive, que os alunos do GEO têm dado um show das olimpíadas. Ano passado, por exemplo, estudantes da escola conquistaram três medalhas de Ouro nas Olimpíadas de Física, a mesma quantidade de medalhas de Prata e mais cinco medalhas de Bronze na edição 2018 da olimpíada.

Vale ressaltar que para participar de qualquer olimpíada do conhecimento o aluno não precisa ser “destaque” ou “prodígio”, nada do tipo. Não precisa ser nenhum “gênio” da Física ou da Linguística para participar. Basta ser interessado e comprometido com o conhecimento. O professor Roberto de Oliveira, diretor gral do GEO, afirma que na escola o aluno tem um aprofundamento dos conteúdos já visto, com nível de questões mais elevados para despertar a motivação. Por isso, a palavra ‘interessado’ e não ‘gênio’. “A maior competição que existe em uma olimpíada é aquela feita entre o aluno e suas próprias limitações. Isso é o que leva ao crescimento”, avaliou.

Inspiração

Atualmente, a maior inspiração para os jovens que competem nas olimpíadas é a deputada federal Tábata Amaral, astrofísica e cientista política formada em Harvard. Ela é um exemplo para milhares de jovens que buscam o sucesso através de seu conhecimento. Aos 12 anos, ela começou uma carreira como “atleta” do conhecimento. Ao todo, colecionou mais de 30 medalhas em olimpíadas de das mais diversas áreas e hoje conta sua história em diversos lugares. Em entrevista ao programa Conversa com Pedro Bial, por exemplo, ela atribuiu seu sucesso às olimpíadas. “Consequência de oportunidades que me deram acesso a uma educação de qualidade e também a sonhos bem diferentes”, disse ela.

Colégio GEO apresentará projetos pedagógicos para o ano de 2020 aos seus colaboradores

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Um Projeto Pedagógico confere identidade à escola. É ele quem mostra a intenção da escola e de seus profissionais em realizarem um trabalho de qualidade e, por que não dizer, de personalidade própria. E para fortalecer essa linha de propósitos, o colégio GEO criou o “GEO Experience Colaboradores”, um evento que acontecerá na noite desta quinta-feira (15), no auditório do GEO Tambaú, destinado a apresentar todos os projetos pedagógicos da escola para o ano de 2020 aos seus colaboradores. O objetivo é compartilhar todas as informações sobre a proposta de ensino do GEO com os profissionais da área administrativa da escola das duas unidades: Tambaú e Sul.

A reunião acontecerá das 19h às 20h30 e contará com presença do professor Roberto de Oliveira, diretor do GEO, que comandará a ação. Na ocasião, a direção do colégio GEO e as coordenações pedagógicas da escola mostrarão seus objetivos pedagógicos para o próximo ano e apresentarão os projetos do colégio para os funcionários da área administrativa. O objetivo é fazer com que todos profissionais conheçam melhor a escola. Essa é a primeira vez que o evento é realizado para os colaboradores. “Os projetos do GEO são resultados de reflexões coletivas de nossos profissionais e de coordenações pedagógicas que pensam em como a escola e seus alunos podem ser ainda melhores no que fazem. E, nesse contexto, os profissionais do administrativo também estão incluídos, afinal de contas, eles também são parte de um grupo coeso e de identidade”, afirma o professor Roberto.

Vale ressaltar que além do programa de ensino regular da escola, que cumpre calendário proposto todos os anos pelo Ministério da Educação (MEC), o GEO vai além e também trabalha com outros projetos pedagógicos que perpassam o dia a dia do aluno. “Olimpíadas do Conhecimento”, “Projeto Fluência”, “Educacross”, “Monitoria” e “Super Colegial”, são alguns projetos que tiveram grande adesão do alunado e foram destaques desses últimos anos e que continuam a ser desenvolvidos pela escola dentro da proposta de expandir conhecimentos.

Para o professor Roberto de Oliveira, todo projeto pedagógico é uma construção e é preciso envolver a todos nesse processo. “Estar sempre renovando a prática pedagógica para elevar a qualidade do ensino é algo que alcançamos sempre que temos uma equipe pensando e caminhando na mesma direção”, ressaltou o diretor. Ele salientou ainda que cada projeto nasce de um pensamento ou necessidade coletiva, vislumbrando caminhos para melhorar a atuação da escola. “Não é algo que um diretor faça sozinho ou professor, mas um grupo, docentes e sua coordenação. Depois de projetado, o projeto precisa de todos para ajudar o aluno a alcançar suas vitórias e a se construir como cidadão do mundo”, concluiu o professor Roberto, convidando a todos para conhecer ainda melhor os projetos que vem por aí.

‘As agressões nossas de todo dia’ foi tema de palestra exclusiva do psicólogo Davoli para colaboradores do GEO em João Pessoa

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O que fazer para melhorar as relações interpessoais, evoluir como ser humano, como trabalhar o egocentrismo que nasce e cresce com cada um de nós que se supõe o centro das atenções e distinguir isso de egoísmo, fazer uma reflexão sobre as regras das relações sociais que, atualmente, estão muito confusas, ter clareza sobre o que é certo, errado, o que pode ou não pode, e impor limites para não agredir o outro, não culpar o outro, sobretudo, no ambiente escolar. Essas foram algumas das reflexões trabalhadas durante uma palestra, exclusiva, do psicólogo e palestrante, Guilherme Davoli, para todos os colaboradores do Colégio GEO de João Pessoa. O encontro, realizado na unidade Tambaú, na noite desta quarta-feira (07), foi voltado para educadores, coordenadores e funcionários de todos os setores da instituição, que tem uma preocupação também com a formação cidadã de seus colaboradores.

“A escola é, se não a única, uma das únicas fontes onde essas questões podem ser trabalhadas, porque a sociedade chegou a tal nível que as pessoas pararam de dialogar, de trocar ideias, de pensar valores, conceitos e tudo mais. E o individualismo que é alimentado pelo uso excessivo da Internet, das redes sociais, de uma sociedade extremamente consumista, pode e deve ser quebrado dentro do ambiente escolar, porque na escola é possível criar situações de reaprendizado ao diálogo, onde jovens de uma mesma faixa etária, podem exercitar essa questão e tomar decisões em grupo”, explicou o psicólogo, dizendo que, desta forma, o jovem começa a perceber a importância do mundo para o outro e não apenas para ele mesmo.

Segundo o psicólogo, uma das coisas fundamentais nesse reaprendizado ao diálogo, são as atividades em grupo. “Não me refiro aquela ideia antiga de juntar uma turma para fazer um trabalho em grupo, mas, a uma visão diferente de trabalhar em conjunto, tanto que ao dar uma nota para um trabalho, o professor deve analisar o conteúdo, mas também o esforço do grupo em buscar as respostas”, enfatizou Davoli. Isto porque, segundo o palestrante, o mercado de trabalho hoje não quer alguém muito bom apenas no que faz, mas, ele busca alguém que sabe conversar, trabalhar em equipe, ajudar o outro, pensar como colaborador e não apenas como funcionário. “Neste contexto, a escola tem um papel fundamental, assim como a família. A escola não vai salvar o mundo, mas, ela ajuda a melhorar e iniciativas dessa do GEO, de reunir seus colaboradores em torno desta temátca, torna a escola um local ainda mais preparado para essa conduta”, disse ele.

Durante sua apresentação, Davoli ainda trabalhou questões como bullyng, suicídio, depressão, a distinção entre egocentrismo e egoísmo, empoderamento e ainda sobre o uso e importância das redes sociais. Sobre este último item, Davoli foi enfático: “As redes sociais, talvez, sejam as ferramentas mais fantásticas dos últimos anos, só que ninguém sabe usar direito, mas, a culpa não é delas, são as pessoas que se acomodaram com as redes sociais. Quer ver um exemplo do mal uso da internet. Uma coisa é eu usar o Google para responder uma pergunta e outra é virar escravo do Google e não pesquisar mais nada. A Internet é para dar uma ideia e estimular a pesquisa, mas não é isso que a gente vê hoje em dia. A rede social é fantástica, mas a conversa de verdade, olho no olho, precisa acontecer e é isso que vai na contramão das relações sociais”, reiterou Davoli.

Redes Sociais

Sobre o uso de redes sociais, como parte das atividades direcionadas aos colaboradores, houve ainda uma apresentação do diretor geral do SEB, Alessandro Marques. Ele começou mostrando um vídeo sobre “Revolução Industrial’, que foca as mudanças da sociedade, a partir da evolução tecnológica e seu impacto em vários setores do mundo moderno e depois, intercalando informações e apresentação de slides, Alessandro abordou diversos aspectos do bom e mau uso das redes sociais, a postura que pessoas responsáveis têm que ter no uso das redes, os limites para a liberdade de expressão, os cuidados necessários em manifestações públicas na rede, o caminho sem volta de publicações e suas implicações jurídicas, entre outros aspectos.

“As redes sociais são fantásticas e têm inúmeras possibilidades de uso, mas, é preciso ter cuidado ao se manifestar em redes sociais, porque o limiar da liberdade individual é tênue e muitas vezes difuso. O que é publicado não sai do ar. Publicou, já era, portanto, é preciso ter muita consciência e responsabilidade ao usar. Coisas aparentemente permitidas, não são e são passíveis de processos judiciais, demissões, destruição de reputações, etc, portanto, precisamos pensar antes de publicar”, disse Alessandro, pedindo, especial atenção ao uso do watzap. “Foi constatado que 77% dos incidentes no ambiente escolar são originados em grupos de watzap, portanto, redobrem o cuidado”, reiterou Alessandro, encerrando o evento dos colaboradores que contou com a presença do Guilherme Davoli.

Palestra de Davoli sobre mercado de trabalho ajuda estudantes do 3º ano do GEO a refletirem sobre suas próprias escolhas profissionais

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Entender que profissões mudam diante de um mercado de trabalho oscilante, e que devemos estar prontos para a mudança; que uma profissão é parte da gente, não deve escravizar e que sua escolha não resolve a vida; e que se vive para fazer a diferença no mundo, movimentar ideias próprias ou de outras pessoas. Essa foi a essência da palestra do psicólogo, educador e palestrante, Guilherme Davoli, que abriu o segundo semestre letivo dos alunos da 3ª Série do Ensino Médio do GEO Tambaú e do GEO Sul, na manhã desta quinta-feira (08). A proposta da apresentação, intitulada “Sonhos, desafios e perspectivas do mercado de trabalho”, faz parte do projeto GEO de educar para a vida e teve o objetivo de ajudar os jovens estudantes com informações que os ajudem na tomada de decisões que os impactarão pelo resto de suas vidas.

O evento, que teve início às 7h30 no GEO Tambaú e depois, às 10h, no GEO Sul, foi aberto pelo professor Roberto de Oliveira, diretor do GEO João Pessoa. Na ocasião, ele perguntou se os alunos descansaram nas férias e destacou o quanto momentos de descanso e reflexão como o da palestra em questão são importantes para eles, perto de escolher uma profissão, o façam de forma mais tranquila e segura. “Muitos de vocês passaram o mês de julho estudando. Tudo bem. Isso é bom, mas sem exagero. Vocês estão em um momento muito importante da vida. Precisam de orientação para pensar nos desafios que a vida trará com a finalização do Ensino Médio e estamos aqui para ajudá-los, não apenas nas salas de aula, mas, também através de outras atividades como essa”, destacou o diretor.

Em seguida, o psicólogo Guilherme Davoli, começou sua palestra falando em depressão. Ele explicou que a doença é diferente de “tristeza” e comentou que ela é muito comum nesta fase da vida que os jovens estão em função da pressão de escola, pais, família e amigos para realizar bem uma escolha. “Na depressão não temos claro nosso propósito, não compreendemos nossa realidade. Tristeza sabemos. Estamos tristes pela morte de alguém, pela decepção do fim de uma relação, enfim. Então, mais importante do que passar no exame é saber o que vocês querem fazer. Saber qual o propósito disso. Temos então, o sonho. Assim, estaremos livres da depressão”, disse Guilherme.

Ele confirmou que metade dos 127 alunos presentes no auditório do GEO Tambaú não tinha certeza do curso que fariam no ano que vem. “Se vocês ainda não escolheram, conversem com as pessoas. Não fiquem na pesquisa do Google. Quer fazer Direito? Converse com um advogado. Não aquele seu tio, mas alguém de fora da família. Vá ao Forúm. Veja qual o clima. Ele vai fazer parte de você e a atividade tem que dar sentido ao seu dia, não escravizá-lo”, orientou, acrescentando que se deve ter muito cuidado com a expressão “sou bom nisso”. É comum o aluno que acha que é bom em matemática e vai fazer engenharia ou gosta de biologia e vai fazer odontologia. “A verdade é que no decorrer do curso a necessidade da matemática vai diminuindo. Se for ortodentista, tem mais a ver com mecânica e funilaria do que com qualquer outra coisa”, brincou Guilherme.

O coordenador pedagógico do Ensino Médio do GEO Tambaú, André Luís, comentou que a palestra assume uma grande importância e necessidade nesse momento da vida dos alunos, tendo em vista que essa é uma decisão muito “solitária” e que é importante que a escola ajude nesse sentido também. “Eles estão cercados de uma insegurança que é normal nessa fase da vida. E quando a escola abre esse espaço é quando eles conversam, abrem um pouco de suas preocupações e a gente também consegue colocar ideias novas para eles. São muito produtivas as situações como essas”, avaliou o coordenador.

Curiosidade e flexibilidade não podem faltar

Ainda de acordo com o psicólogo, além de ter um propósito, ou seja, saber que “o ser o humano mexe com o mundo e com as ideias”, características como flexibilidade para a mudança e curiosidade para aprender fazem parte de um profissional do futuro. Ele enfatizou que se perguntassem a ele qual a perspectiva do mercado no futuro ele responderia que não sabe. “Ele é oscilante. Quando eu me formei, em 1979, havia 22 profissões apenas. Hoje são 187 cadastradas no Brasil. E a cada dia estão surgindo novas e deixando de existir outras. Isso é parte das mudanças trazidas pelas tecnologias. Exemplo disso é que antes o médico oncologista fazia tudo sozinho em um centro cirúrgico. Hoje, temos os físicos médicos que atuam junto e isso muda a configuração de um ambiente de trabalho. Precisamos estar prontos para essas mudanças, trabalhar naquilo que pode ser nossa fraqueza e seguir em frente, sempre curiosos e prontos para fazer mais do que o trabalho contratado, trabalhar em grupo, aprender mais”, comentou.

Ao final, ele lembrou a todos que a escola, pais e família esperaram muito por esse momento e que todos compreendem que é uma fase difícil. “Todos protegeram vocês para que chegassem até aqui. Ano que vem será diferente”, disse Guilherme, dando algumas dicas. “Quando for estudar deixem o celular desligado e quando for pegar, esperem uns 10 minutos. Pega uma fruta, uma agua. Isso é neurociência. Você está com informações importantes na cabeça e se pegar no celular, abrir a rede social, vai ‘entrar’ novas informações, estas sem importância para você e cheia de poluição visual”, afirmou.

A busca pela excelência

Para encerrar o encontro, o professor Roberto de Oliveira frisou a necessidade de se buscar não o sucesso, mas a excelência. “Fazer o que nos faz feliz. Esse é o ponto. assim, investimos toda nossa dedicação porque gostamos daquilo. O segredo é tentar ser feliz no que se faz. Ter um propósito e buscar a excelência”, afirmou o diretor. A fala do professor Roberto, inclusive, trouxe pontos que também chamaram a atenção de Lucas França, da 3ª Série A. “A palestra foi muito cativante e me mostrou que só devemos competir conosco mesmo. Não ser melhor do que ninguém, mas superar nossos desafios, alcançar nossos propósitos. Ele me deu uma nova visão e fiquei muito satisfeito”, comentou o estudante.

Já Maria Lucy Lopes, está entre aqueles que ainda não escolheram o curso e, por isso, também ficou muito feliz com a orientação que teve na manhã desta quinta-feira. “Achei sensacional a palestra. Prestei atenção a todos os pontos e absorvi também as dicas para fazer essa escolha mais acertada”, disse ela.

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Além de passar toda a matéria do currículo para os alunos, também é papel da escola instigá-los! Sobretudo provocá-los e orientá-los rumo à capacidade de pensar criativa, original e criticamente e, se possível, vendo e participando de experimentos que mostrem na prática o que eles viram na teoria. É é justamente com esse propósito que o professor de ciências, Fábio Henrique de Andrade, frequentemente leva seus alunos para o laboratório, como fez nesta sexta-feira (09), com a turma do 6º ano manhã, da unidade GEO Sul, para estudarem o fenômeno da formação do solo e da ação da natureza ao longo dos anos

“É preciso repensar o estudo, torná-lo mais dinâmico e atrativo para essa garotada que vive conectada e não se contenta apenas com a teoria, por isso, gosto das aulas do laboratório que além de contextualizar o aprendizado, na prática, coloca os alunos como agentes do assunto estudado porque eles atuam verdadeiramente, se empolgam e assimilam mais o assunto colocando a ‘mão na massa’”, destaca Fábio.

A experiência vivida pelos alunos da 6ª série hoje versou sobre a formação do solo e a transformação que ele tem através da ação da natureza, com a ação do Sol, da chuva, da temperatura. Segundo o professor, foi feita simulações da ação do Sol na rocha, usando lâminas de vidro de laboratório (numa simulação de rochas), recipientes de louca refratária, álcool gel, pegadores de laboratório para entender como se dá a ação do Sol nas rochas. “Simulamos em poucas horas a ação que a natureza leva muitos anos para executar”, destaca o professor, lembrando que as aulas práticas desenvolvem as habilidades da turma e também os estimula ainda mais e estudar sobre os assuntos. “Dessa forma, eles colocam não só a mão na massa, como percebem claramente os fenômenos como se processam”, destaca Fábio.

O diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, lembra que na escola, os alunos são constantemente, levados a pensarem além da teoria, tendo estímulos a partir de várias atividades e projetos que lhes proporcionam um aprendizado mais amplo. “Os alunos GEO têm acesso a uma educação muito mais completa, envolvente, marcante e estimulante e, neste contexto, as aulas práticas, de campo, nos laboratórios, fazem muita diferença”, finaliza o diretor.

Alunos da 3ª Série do GEO participarão de palestra sobre perspectivas do mercado de trabalho

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Com o início do segundo semestre letivo e o fim de ano mais próximo, é hora de começar a pensar nos desafios que a vida trará com a finalização do Ensino Médio. A escolha de uma profissão, as profundas mudanças que a tecnologia tem nos proporcionando, novas regras para os negócios que estão sempre surgindo, diferentes maneiras de desenvolver talentos, de tornar-se bem-sucedido, são questões latentes nas mentes de jovens que estão na 3ª série do Ensino Médio. Pensando em ajudá-los a melhorar a tomada de decisões, o colégio GEO trará, nesta quinta-feira (08), o psicólogo, educador e palestrante, Guilherme Davoli, para uma palestra exclusiva para todos os alunos da 3ª série do GEO Tambaú e Sul.

A palestra desta quinta-feira (08), intitulada “Sonhos, desafios e perspectivas do mercado de trabalho” está programada para acontecer das 07h10 às 8h50 no GEO Tambaú e das 10h às 11h20 no GEO Sul. O objetivo do GEO é auxiliar seus alunos em seus dilemas, trazer para eles perspectivas de um mercado em mudança, que requer profissionais extremamente qualificados e com vocação para suas atividades. Para o professor Roberto de Oliveira, os jovens não podem mais escolher uma profissão através do que “ouvem falar”. É preciso saber o que está fazendo. “A maior parte dos jovens consegue perceber a necessidade de colocação no mercado de trabalho, mas não se dá conta da importância de se realizar pessoal e profissionalmente. Quando entram no mercado, muitos se decepcionam porque não procuraram saber e nem a atender as exigências do mercado na profissão que escolheram”, comentou o professor Roberto.

Segundo ele, os alunos saem do Ensino Médio sem ter contato com experiências que poderiam colaborar com a decisão sobre sua carreira como, por exemplo, palestras que poderiam apresentar-lhes novas profissões, ou atividades voltadas a orientação vocacional. “No GEO prezamos por um processo de ensino que não se restringe à grade curricular para se ter boas notas no ENEM. O GEO sempre teve uma preocupação em formar cidadãos e, para isso, traz temas que fazem com que esses jovens reflitam sobre suas vidas num aspecto mais amplo”, disse Roberto, lembrando das ações que o GEO já realizou nesse sentido.

Preparando para os desafios da vida

Nesta última quarta-feira (07), por exemplo, Guilherme Davoli, que dará a palestra para os alunos da 3ª Série, também fez, no dia 07, uma apresentação para os colaboradores da escola sobre o uso responsável das redes sociais. Em março desse ano, outro momento importante, foi quando o GEO trouxe o escritor e psicólogo Clínico, Rossandro Klinjey, para fazer uma palestra aos pais de alunos e educadores da escola interessados no aprimoramento do relacionamento entre pais, filhos e escola. O evento, marcado por um público de duas mil pessoas que compareceu ao Centro de Convenções de João Pessoa, abordou a relação família-escola, destacando que é salutar a definição de papeis e atribuições de responsabilidades.

A ideia de trazer palestrantes está dentro de um processo educacional que enxerga uma realidade plural de informações. “O GEO tem um projeto pedagógico/educacional que o diferencia enquanto escola porque nosso foco não é apenas preparar o aluno para o ingresso na universidade, o que é atestado pelos ótimos índices de aprovação no ENEM, mas, para a vida em sociedade a qual exige que cada um saiba o seu papel e a melhor forma de vivenciá-lo”, finaliza o professor Roberto.

Alunos GEO além de metodologia exclusiva para estudos também receberam Cadernos dos últimos cinco exames do Enem como reforço

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A metodologia AZ que provoca alta performance acadêmica e, consequentemente, expressivos resultados em aprovação, sejam no Enem ou em outros concursos que medem o conhecimento de estudantes do ensino médio, na Paraíba, está disponível, com exclusividade, para alunos do Colégio GEO. E além de contar com essa metodologia, os alunos das terceiras séries do Ensino Médio da escola, que tem duas unidades em João Pessoa, acabam de ganhar outro reforço significativo para aprimorar conhecimentos e se prepararem para o Exame Nacional do Ensino Médio. Trata-se dos Cadernos do Enem com os testes dos últimos cinco exames, totalizando 900 questões. O material está sendo entregue desde a semana passada aos alunos e fazem parte do kit de material AZ dos estudantes das terceiras séries da instituição.

O diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, lembra que ao receber os cadernos, os alunos são orientados para resolverem as versões Enem na quantidade de tempo que o exame oferece. Em seguida, os alunos têm uma correção via TRI e podem verificar as questões corrigidas com comentários. “Esse é mais um diferencial do GEO que possibilita ampliar o universo de estudos de nossos alunos, dando-lhe além de uma metodologia comprovadamente eficiente e eficaz, de forma exclusiva, mais um suporte para estudos”, destaca o diretor, lembrando que os alunos já estão fazendo uso dos Cadernos.