Colégio GEO

Pais de alunos dos 2º ao 4º anos participam de reunião com a coordenação e diretoria e reiteram confiança no GEO

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Uma escola que tem uma metodologia de ensino que possibilita um ampliar de horizontes para seus alunos, tem excelentes mestres, uma gama de projetos extraclasse diferenciados e alguns até inovadores e exclusivos, que tem destacados resultados em concursos e olímpiadas de conhecimento, que há 40 anos forma gerações de paraibanos e que integra um dos grupos mais importantes e sólidos no que diz respeito ao segmento educacional no país. Essa escola existe e funciona em duas unidades na capital paraibana. Trata-se do colégio Geo. Na noite desta quinta-feira (07), o diretor geral do Geo Tambaú, Danilo Abdala, e a coordenação do Fundamental I, direcionada aos alunos do 2º ao 4º ano, se reuniu com pais para reforçar o compromisso de continuar junto com as famílias a orientar e educar seus alunos.

“Quando o aluno estuda em um colégio que tem excelentes professores, uma boa estrutura pedagógica e um espaço de trabalho privilegiado, como o Geo, o aprender se torna mais amplo, rico e diversificado”, disse o diretor, lembrando que para a escola inovação é uma palavra-chave. “A informação muda, o mundo evoluiu e a escola precisa ter esse dinamismo. Nós, do Geo, não temos medo de inovar”, reiterou o diretor, agradecendo a confiança dos pais e reiterando que esse processo de educação precisa ser compartilhado e partilhado de forma conjunta com a família. “Nesse processo educacional, a escola e os pais são parceiros, companheiros e precisam estar em sintonia”, reforçou o diretor.

Antes da fala da direção, as coordenadoras Maria Railda e Flavia Espínola, abordaram os vários projetos e ações do Geo que diferenciam a metodologia de ensino da escola no mercado e possibilitam outras formas de conhecimento aos alunos, tais como, a SAC, os projetos Páscoa e Matemática Solidária, a campanha AntiBullying, o Educacross, o High School, e ainda sobre o Serviço de Orientação Educacional – SOE (Canal aluno-família) e Serviço de Coordenação Educacional –SCE (Canal professor-família), entre outros. A mudança do material didático em consonância a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) também foi outro assunto abordado na reunião, que nesta sexta-feira à noite, se repete com os pais dos alunos do Fundamental II, do 6º ano.

Para os pais do aluno Josenilton Filho, do 2º ano tarde, Josenilton e Josenice Leal, que estavam presentes à reunião, a confiança na qualidade do ensino e na proposta pedagógica do Geo são questões fundamentais e decisivas para que eles mantenham seu filho na escola. “Eu até já renovei a matrícula de meu filho, porque busco o que há de melhor e entendo que aqui, no Geo, ele tem um vasto espaço de aprendizado”, destaca o empresário. “Há onze anos que acompanho de perto o Geo, pois meu outro filho também estudou aqui e hoje cursa Direito. Acredito no potencial da escola e confio que Josenildo Filho está sendo muito bem conduzido aqui e ele também adora a escola”, disse a corretora de imóveis.

Geo volta a disponibilizar cinco pontos de apoio para seus alunos no segundo domingo de provas do Enem

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Os alunos Geo contarão, novamente, com o aporte solidário e o acolhimento da equipe da escola neste segundo domingo de provas do Enem 2019. Antes e depois das provas de Matemática e Ciências da Natureza, professores, coordenadores e os diretores dos colégios Geo Tambaú, Danilo Abdala, e Sul, Roberto Oliveira, vão estar à disposição dos alunos em cinco locais estratégicos onde as provas acontecerão. A mesma estrutura de tenda será mantida pelas duas unidades do Geo, nos seguintes pontos: em frente da UFPB, do Unipê, da Faculdade Maurício de Nassau, da FPB (Tambiá) e ainda próximo a sede do colégio Século, nos Bancários.

“Esse é um momento muito importante para os alunos do Ensino Médio, especialmente, para àqueles que estão se submetendo ao Enem após concluírem seus estudos, já que o teste é o passaporte para o curso superior e acho importante poder passar aquela energia positiva para nossos alunos num momento tão crucial na vida deles”, destaca Roberto, que a exemplo de Danilo, passará em todos os pontos de apoio.

“O Enem é o coroamento de uma vida de estudos, o passo para uma nova etapa na vida acadêmica, o trampolim para a universidade, e queremos partilhar esse momento tão especial com os nossos alunos, na certeza de que também fizemos parte desse processo, no dia a dia, nos simulados, nas atividades da escola”, reforçou Danilo.

Nos cinco pontos de apoio, destacados por tendas, os alunos além dos abraços da equipe Geo, poderão tomar água, conversar e descontrair um pouco para encarar o desafio do Enem com a maior tranquilidade possível. “Eles plantaram em anos de estudo e agora chegou a hora de colher esse plantio”, afirma o professor Roberto Oliveira, lembrando que os estudantes devem chegar aos locais de provas até as 13h, horário de Brasília. As provas começam às 13h30, e terá duração 5h, neste segundo domingo de testes. No domingo passado, os testes duraram mais meia hora, ou seja, 5h30. Os resultados do Enem serão divulgados em janeiro de 2020, para quem concluiu o Ensino Médio este ano e para os demais estudantes que fizeram o exame somente para teste, em março.

Dias de diversão e aprendizado numa escola diferente é o que propôs o projeto ‘Semana do Amigo’ do Geo Sul

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O Geozinho (Ensino Infantil até o 1º Ano do Fundamental) realizou, até esta sexta-feira (08), o projeto ‘Semana do Amigo’. Desde a última terça-feira (05), os alunos do GEO Sul convidaram amigos que estudam em outras escolas para viver uma experiência em sua companhia. Segundo a coordenadora do Infantil do GEO Sul, Roberta Guedes, o projeto é inédito no GEO, mas já foi um sucesso, tendo em vista a opinião dos pais e filhos que ainda não fazem parte da família GEO e que aprovaram a iniciativa que consiste em dias de diversão e aprendizado, numa escola diferente.

Durante toda a semana, tanto pela manhã como pela tarde, aconteceram diversas atividades que envolveram as crianças convidadas e alunos. “São atividades recreativas, brincadeiras lúdicas usando nosso espaço, incluindo, os brinquedos infláveis, que estimulam as atividades psicomotoras. Além disso, também mostramos um pouco do que fazemos em sala de aula como atividades de pintura, letras e números, tivemos pintura artística, mestre cuca. Então, as crianças sentiram o ambiente conheceram um pouco do nosso dia a dia e as professoras”, comentou Roberta, destacando como foi importante a experiência.

Exemplo disso é que teve pais que levou a filha mais de um dia para viver a rotina do GEO. A mãe de Aila Portella, Walbirlany Portella dos Santos foi uma delas. “Aila foi todos os dias, cada dia sendo convidada de um amiguinho. Ela adorou tudo. Já está adaptada. Não chora, nada”, disse ela, sobre a filha, que tem apenas três anos. Walbirlany também elogiou a ação e disse que ano que vem Aila vai ser matriculada no Infantil IV. “Minha filha mais velha, Flôrence, que hoje está no Infantil V, entrou com essa idade e eu gostei muito da professora. Acho que a professora me passou confiança, o que muito importante, além da escola e vou colocar a mais nova lá com a mesma professora”, acrescentou.

A coordenadora Roberta Guedes afirmou que a ‘Semana do Amigo’ foi uma forma de abrir o espaço para aqueles que gostariam de viver uma experiência diferente de seus colégios. “Foi a primeira vez que o GEO promoveu essa ação e mesmo sendo uma novidade tivemos uma boa adesão de pais”, disse Roberta, frisando que só nesta quinta-feira (07), as duas turmas do Infantil V da tarde receberam 15 amigos convidados. “As turmas com idades maiores trouxeram mais seus amigos porque são crianças mais independentes, com mais autonomia”, concluiu Roberta.

O diretor do GEO Sul, Roberto de Oliveira, salientou que a Semana do Amigo é um projeto também que proporciona uma visão mais ampla para aqueles pais que não têm contato com a pedagogia e o sistema de ensino do GEO e que querem conhecer, inclusive, a partir da experiência de seus próprios filhos. “Com a semana do Amigo, os filhos vêm, ficam em companhia de amigos e fazem novas amizades também, além, é claro, de conhecerem os nossos diferenciais e viver um dia diferente na escola, que está de braços abertos para recebê-los”, destacou o diretor.

Alunos do GEO Tambaú concluem projeto ‘Matemática Solidária’ e aliam aprendizado à ação social com idosos da Vila Vicentina

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Saber que o dinheiro faz parte de nossas vidas e que é preciso desenvolver a inteligência financeira desde a infância para que, quando adultos, possamos valorizá-lo do modo correto e fazer uso consciente dos recursos disponíveis e, ainda, poder realizar uma ação solidária. Foi pensando nisso que o GEO Tambaú desenvolveu o projeto ‘Matemática Solidária’ que tem o objetivo de capacitar os alunos a gerenciar suas finanças, bem como estimular o espírito de solidariedade. Assim, durante todo o mês de outubro os alunos do 1º ao 5º ano do Fundamental arrecadaram recursos, com vendas de lanches na escola, totalizando um valor de R$ 5.500,00. Com esse dinheiro, eles compraram alimentos e material de limpeza para os idosos da Vila Vicentina, em João Pessoa. A entrega dos donativos aconteceu nesta quinta-feira (08), na quadra da escola.

Segundo a professora Viviane Vieira Damacena, responsável pelo projeto, a ação contou com inúmeras atividades em outubro, a exemplo da venda de lanches pelos alunos dos 4º e 5º anos, no horário do intervalo da escola, a visita dos alunos à Vila Vicentina, uma palestra com representantes da entidade que eles tiveram no último dia 30 e também a ida ao supermercado para a compra dos itens que foram doados. Para a venda dos lanches, cada turma ficou responsável por um dia de vendas e cada aluno da sala, trouxe um prato especial para vender aos amigos dos 1º e 2º anos, que acompanhados de seus professores, ficaram comprometidos de comprar o lanche numa ‘praça de alimentação’ improvisada para colaborar com a arrecadação de fundos.

“Plantei uma semente e ela germinou. Esse foi o grande ganho para todos”, disse a professora Viviane Damascena, idealizadora da atividade. Além dela, as ações também foram coordenadas pela professora de Matemática, Luciana Figueiredo, que após cada venda, fazia atividades com os alunos sobre os resultados. A entrega dos donativos aconteceu na quadra do GEO Tambaú, na presença de direção, coordenadores, professores e alunos.

“Tivemos todos os objetivos alcançados com o projeto. Essa ação levou os alunos a vivenciarem a matemática ativamente. Eles treinaram cálculos não só através dos valores das vendas dos lanches, mas também com a feira que fizeram depois. Não há como medir o conhecimento adquirido por essas crianças. Além disso, unimos a matemática, que é um conhecimento tão vivo e aplicado nos dias de hoje, a uma ação social, de solidariedade. A criança se colocou no lugar do outro e, assim baseados nisso, puderam ter consciência cidadã e perceberam a necessidade de contribuir com a Vila Vicentina”, explicou a professora.

Ao todo, a professora conta que foram arrecadados R$ 5.500,00. Destes, R$ 5.100 foram destinados à compra de alimentos, inclusive uma quantidade expressiva de carne e frango, que lotou o freezer da entidade beneficiada, e material de higiene pessoal, e mais R$ 400,00 foram doados para a ceia de Natal dos idosos. Ela acrescentou que o projeto teve um compromisso muito grande dos alunos. Alguns, até continuaram a arrecadação em seus prédios. “O projeto de tamanha importância para os alunos que alguns deles saíram em seus prédios, de apartamento em apartamento, arrecadando alimentos e contando que estavam fazendo essa ação. Conheceram idosos da Vila, tiveram momentos de lazer com eles, então, não podemos medir o tamanho que foi esse despertar de consciência social deles. Alcançamos metas que, eu nem imaginava”, avaliou Viviane.

O diretor geral do Geo Tambaú, Danilo Abdala, destaca que a ação ilustra muito bem a amplitude do projeto pedagógico da escola. “Inovamos na maneira de trabalhar a disciplina de Matemática e ao mesmo tempo despertamos a consciência cidadã em nossos alunos”, reforça o diretor, lembrando que essa maneira de encarar o ensino-aprendizagem do Geo e o que diferencia a escola em termos de visão de mundo e formação de seus alunos. Os representantes da Vila Vicentina ao irem receber os alimentos elogiaram a iniciativa do Geo e agradeceram em nome da instituição a ajuda que muito contribuirá para os idosos assistidos pela entidade.

Projeto Semana do Amigo possibilita que amiguinhos de alunos possam vivenciar e conhecer a experiência de ser GEO

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Os alunos do Ensino Infantil do GEO Sul terão uma semana diferente. Isso porque, a partir desta terça-feira (05), até a sexta-feira (08) acontece o projeto “Semana do Amigo”, quando cada aluno poderá levar um amiguinho convidado para viver e desfrutar da rotina da escola. A coordenadora do Geozinho Sul, Roberta Guedes, explica que esse será um momento inédito no GEO Sul e único para alunos.

“Eles serão recebidos com muito carinho para conhecer a escola, a rotina de atividades e estarão junto a um amigo, o que é importante para que eles se sintam à vontade em um novo ambiente. Será uma semana com ações lúdicas, brincadeiras, e que vai ficar na memória de cada um de nossos alunos e de seus amiguinhos “, comentou Roberta.

A Semana do Amigo é um projeto que tem como objetivo principal abrir um espaço no calendário do Geozinho para que alunos que não estudam na escola possam ter essa experiência durante uma semana. Além disso, a ação também proporciona mais segurança para aqueles pais que não têm contato com a pedagogia e o sistema de ensino do GEO e que, a partir daí, possam conhecer através da experiência vivida pelos seus filhos os diferenciais de ensino que a escola possui.

Várias atividades marcarão o Novembro Azul do Hospital do Bem em Patos

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Rodas de Conversas, Bates Papos, Dia de Beleza e Fotografias, Musicoterapia, Dia de Atividades Lúdicas e Happy Day. Essas atividades vão movimentar o Novembro Azul do Hospital do Bem entre os dias 04 e 27 deste mês. Na abertura das ações, na manhã desta segunda-feira, colaboradores, pacientes e acompanhantes foram recebidos com músicas na recepção da unidade, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos.

“A exemplo do que fizemos no Outubro Rosa, quando conscientizamos as mulheres a se cuidarem, também realizaremos muitas ações ao longo do Novembro Azul, desta vez, com direcionamento de atividades para a conscientização da importância dos homens cuidarem da sua saúde como um todo, com ênfase para eles realizarem o exame de próstata”, destaca a diretora geral do Complexo, Liliane Sena.

Programação

A programação do Novembro Azul segue no dia 07, com uma Roda de Conversa às 8h, com profissionais da UNIFIP, sobre o tema ‘Cuidado do Cuidador’, e às 15h, com um Bate Papo, sobre ‘Oncologia voltada para a saúde do homem’, com o enfermeiro Fernando Régis. Na sexta (08) outra Roda de Conversa, desta vez, com a oncologista Nayarah Castro e a psicóloga, Pryscilla Guedes, vai abordar o tema ‘Valorização da vida após o diagnóstico’.

Na segunda (11), às 9h, os Doutores Sorrisos preparam surpresas para pacientes e colaboradores do Hospital do Bem no Happy Day. No dia seguinte, haverá outro Bate Papo, às 15h, sobre ‘Acolhimento multiprofissional ao paciente oncológico’, com a Dra. Nayarah Castro e a enfermeira Aretusa Delfino. A programação segue no dia 14, com duas Rodas de Conversa, sendo às 8h, sobre ‘Direitos dos pacientes oncológicos’ e, às 14h, com o tema ‘Ética no serviço de saúde com ênfase no sigilo das informações’. As duas atividades serão conduzidas por profissionais da UNIFP.

Na segunda-feira (18), haverá um dia de beleza e fotografias, às 9h. Na terça, a programação continua, às 9h, com uma Roda de Conversa sobre ‘Relação alimentação x câncer’, com a nutricionista Riama Sobral. Na quinta, haverá um Bate Papo sobre ‘Oncologia para não oncologistas’, com a Dra. Nayarah Castro.

No domingo (24), o Hospital do Bem fará um Dia de Atividade Social, com consultas, massoterapia, musicoterapia, entre outras atividades e na última semana de ações, a programação começa no dia 25, às 9h, com um dia de Atividades Lúdicas. Na terça-feira (26), acontecerá um Bate Papo sobre ‘Fitoterapia na prevenção e tratamento do câncer’, com a Dra. Nayarah Castro e o coordenador de quimioterapia do Hospital do Bem, Thiago Viana.

E no encerramento das ações, no dia 27, está programado uma Roda de Conversa, a partir das 9h, sobre ‘A importância da equipe multidisciplinar’, com a diretora do Complexo, Liliane Sena e a oncologista, Nayarah Castro e, em seguida, outro momento, sobre ‘A ética do cotidiano e o sigilo profissional’, com Anarita, coordenadora do curso de Serviço Social da Universidade, que conduzirá o momento junto com alunos da instituição. Essas atividades acontecerão no auditório da Gerência Regional de Saúde.

As atividades do Novembro Azul começaram hoje no Hospital do Bem, de Patos
As atividades do Novembro Azul começaram hoje no Hospital do Bem, de Patos
Dra. Nayarah Castro participou da abertura do Novembro Azul
Dra. Nayarah Castro participou da abertura do Novembro Azul
Os pacientes e funcionários do Hospital do Bem foram recebidos hoje com musica
Os pacientes e funcionários do Hospital do Bem foram recebidos hoje com musica

Equipe Geo ficou à disposição dos alunos em locais estratégicos e acolheu os estudantes no primeiro domingo de provas do Enem

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O Enem 2019 começou neste domingo (03), quando os candidatos fizeram as provas de Ciências Humanas, Linguagens e Códigos e Redação. E para dar suporte e acolhimento minutos antes das provas e depois da realização dos testes, professores, coordenadores e diretores dos colégios Geo Tambaú e Sul estiveram à disposição dos alunos em locais estratégicos da cidade. Foram cinco pontos de apoio, com tendas, distribuição de água e muito carinho para que esse momento fosse encarado com a maior tranquilidade possível. A segunda etapa das provas do Enem 2019 serão aplicadas no próximo domingo, 10 de novembro, e a equipe Geo estará nos mesmos locais novamente.

“Por volta de dez horas, já estávamos à postos para receber nossos alunos, abraçá-los e passar aquela energia positiva que eles já conhecem bem do nosso dia a dia. Foi muito legal interagir com eles”, destaca o diretor do Geo Sul, professor Roberto Oliveira, lembrando que está confiante que os alunos Geo se sairão muito bem no Enem, pois tiveram, ao longo dos anos e, mais precisamente, este ano, um excelente suporte para serem vitoriosos.

Já o diretor do Geo Tambaú, Danilo Abdala, reforça que os alunos devem ficar tranquilos e nesta reta final precisam redobrar a confiança na caminhada que fizeram. “Foram anos de estudo, intensificados neste ano, com um suporte fundamental do colégio que, inclusive, disponibiliza aos seus alunos a metodologia de ensino AZ que permite um estudo personalizado. Diante disso e também da competência, foco e capacidade de nossos alunos, a expectativa de bons resultados é muito real”, reitera o diretor.

No próximo domingo (10), quando serão realizadas as provas de Matemática e Ciências da Natureza, a mesma estrutura de tenda e acolhimento será mantida pelas duas unidades do Geo, nos seguintes pontos: em frente da UFPB, do Unipê, da Faculdade Maurício de Nassau, da FPB (Tambiá) e ainda próximo a sede do colégio Século, nos Bancários. Os pontos foram escolhidos em função da concentração de um grande número de alunos Geo nestes locais de prova. Os resultados do Enem serão divulgados em janeiro de 2020 para quem concluiu o Ensino Médio e para os demais estudantes que fizeram o exame para teste, somente em março.

Alunos do GEO Tambaú estão na etapa final dos preparativos para mais uma edição da SAC – SEB Arte e Cultura que acontece sexta

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Teóricos do ensino de Artes e Cultura defendem que a criação artística, cultural e científica dialoga com a necessidade humana de perceber e entender a realidade humano-social, de expressar e objetivar significados e valores coletivos, de se tornar consciente de sua existência e suas diferentes práticas sociais. Nesse sentido, o conhecer é fruto de um fazer, ou seja, toda obra não se torna meio de conhecimento copiando uma realidade, mas criando uma nova. É por compreender a importância do ‘produzir’ no ensino-aprendizagem e da importância de levar o aluno ao pensamento crítico, ao desenvolvimento da sensibilidade, da percepção e da imaginação, que o GEO Tambaú realizará a sua 21ª edição da SEB Arte e Cultura – SAC que vai acontecer durante todo o próximo 1º de novembro, na sede da escola.

Na edição 2019 do evento, o colégio vai trabalhar o tema “Despertar para um Futuro Inovador”. Na próxima sexta-feira (01), das 8h até às 17h, todas as turmas, do Infantil à 2ª Série do Ensino Médio da unidade, apresentarão seus trabalhos e, como todos os anos, devem surpreender pais e visitantes com suas desenvolturas nas linguagens artísticas (Música, Teatro, Dança, Poesia, Literatura), e em diversas áreas do conhecimento científico em que vão adentrar com a apresentação de trabalhos. As turmas do Infantil, por exemplo, estão na incumbência de mostrar aos pais o tema “Das histórias em quadrinhos para as telas do Cinema” e trabalharão a tecnologia como propulsor do desenvolvimento.

Segundo a coordenadora do Ensino Infantil do GEO Tambaú, professora Tássia Mendes, as turmas farão uma espécie de linha do tempo para contar a história evolutiva dos alimentos, dos brinquedos, do Cinema e da fotografia. “Eles farão isso através de peças, de apresentação de dança, de música e também de um musical”, comentou Tássia, frisando que o Infantil III mostrará a evolução tecnológica dos alimentos, o Infantil IV apresentará a tecnologia dos brinquedos e também das brincadeiras, o Infantil V será a evolução do Cinema e a 1ª Série do Fundamental será a evolução da Fotografia. As apresentações ocorrerão nas salas de aula.

Já os alunos do Ensino Fundamental I experimentarão um método diferente. Conforme a orientadora pedagógica Flávia Espínola, as professoras estarão trabalhando o protagonismo dos alunos através da metodologia de “sala de aula invertida”. A técnica é uma tendência que está conquistando cada vez mais espaço nas escolas devido aos benefícios que esse modelo proporciona. Nele, o processo de aprendizagem não começa com a explicação do professor, tendo em vista que hoje o conhecimento está posto e ele é o ser que facilita o aprendizado. Dessa forma, o educador seleciona alguns materiais sobre as aulas e envia previamente esse conteúdo para os estudantes, que já serão “iniciados” no conteúdo antes da aula.

“O grande benefício é que o aluno não é um sujeito passivo, ele procura entender o conteúdo por meio de estratégias tecnológicas educacionais, organiza seus pensamentos e vem para a aula sendo muito mais participativo. Isso também torna a aula mais interessante e faz com que ele aprenda mais”, comentou Flávia Espínola, destacando que na SAC os alunos do Fundamental apresentarão trabalhos de Gameficação, Robótica com sucata, farão releituras interpretadas, experiências científicas e também trarão apresentações de Realidade Aumentada. Tudo isso por meio de painéis, seminários, dinâmica e outras metodologias.

A SAC, portanto, para os alunos do Ensino Fundamental I, II, e Médio também, é um importante projeto de expansão e divulgação do conhecimento vivenciado durante todo o ano na escola. Os alunos do Fundamental e do Ensino Médio que apresentam trabalhos, inclusive, tem na SAC a sua avaliação do 4º Bimestre que é lançada em 03 disciplinas escolhidas por cada aluno. As apresentações acontecerão nas salas de 01 a 05 no corredor do Fundamental.

As turmas da 2ª Série do Fundamental apresentarão “Saberes Guardados na Memória”; as 3ª Séries ficarão com Flipped Classroom, – Sala de Aula Invertida; as 4ª e 5ª Séries ficarão com “Inglês: Jeopardy, jogo em risco” e “Ciências: a arte de atrair e transformar”. Outras turmas de 4º e 5º anos apresentarão “Matemática : STEM – (Science, Technology, Engineering, and Mathematics) e Matemática Financeira”. Também terá “História e Geografia: Astronomia em realidade Aumentada”.

Já os alunos do Fundamental II trarão temas sobre Tecnologia (6º ano A); Comunicação em Família (6º B); Tecnologia e o mundo (6º C); Cotidiano em sala de aula (6ºD); O dia a dia em; sala (7º Ano A); Inclusão Social e Educacional (7ºB); Culturas regionais brasileira (7º C); Cultura Nordestina (7ºD); radioatividade (8ºA); A evolução da dança (8ºB); Pray For Amazonia (8º C); Libras como forma de inclusão (9ºA); História do Cinema (9ºB); Chernobyl (9ºC); e Um mundo pós apocalíptico (9º D).
Os alunos da 1ª e da 2ª série do Ensino Médio apresentarão temas que, dentro da temática comum “Despertar para um Futuro Inovador”, serão aprofundados e abordarão o empreendedorismo; as linguagens; a responsabilidade social; a sustentabilidade e o mundo do conhecimento de forma geral, mostrando a autonomia e a competência de todos eles. De acordo com a professora Addissana Ganem, orientadora pedagógica do Ensino Médio do GEO Tambaú, os alunos serão avaliados quanto à criatividade, organização, relação e abordagem científica do tema e a própria apresentação o trabalho. Os temas serão: 1ª série A – Amazônia –O que se esconde por trás da fumaça; 2ª B – orgulho do nosso Oxente; 1ª série C – Escape Room – O Julgamento; 2ª A – Ciência Show – apresentação de experimentos científicos; 2ª A/B/C – Exterioridade e O Show tem que continuar; 2ª C – Dolhouse, um perfeito mundo de ilusões.

O professor Danilo Abdala, diretor da unidade Tambaú, frisou que o objetivo do GEO é proporcionar ao seu aluno uma formação integral que dê a ele capacidades cognitivas não apenas para compreender a atualidade, mas também para criar novas realidades. “São experiências como essas em que o aluno, criança ou adolescente, utilizando-se do conhecimento que tem, desenvolvem novas formas de lidar com o mundo e as pessoas em sua volta. Aqui, eles exercem seu potencial criador, trabalhando e criando novos ‘fazeres’, para reconfigurar sua realidade e dar sentido às suas práticas”, salientou Abdala.

No rito de passagem alunas explicam que apesar de ser um pouco mais difícil a mudança do 5º para o 6º ano não deve assustar

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O Ensino Fundamental II abrange do 6º ao 9º ano, dentro da Educação Básica e essa mudança do 5º para o 6º ano, que marca o encerramento do Fundamental I, traz alterações significativas que, muitas vezes, geram insegurança para os estudantes. E foi para abordar essa questão e esclarecer dúvidas sobre esse rito de passagem, que o colégio Geo Tambaú reuniu, na noite desta segunda-feira (28), pais e alunos que vão passar por esse processo para desmistificar algumas questões e pontuar outras que dizem respeito a essa transição. E os depoimentos das alunas Maria Clara e Agata, do 6º ano, resumiram e ilustraram bem esse momento simbólico, que representa um desafio saudável para os estudantes. “É verdade que tem mais matérias, que fica um pouco mais difícil, que a gente tem que ter um pouquinho mais de responsabilidade, mas é muito legal”, disse Maria Clara Abrantes, sendo complementada por Aghata Correia Martins, que disse estar gostando muito das novas experiências: “Os professores são mais exigentes, mas o 6º ano não é horrível, é só um pouquinho mais difícil. Eu estou gostando”.

De fato, explicou o diretor do Colégio Geo Tambaú, Danilo Abdala, que abriu o encontro com os pais e alunos, esse rito de passagem e com ele novas responsabilidades, novas disciplinas, conteúdos mais complexos e aprofundados, somada a transformações físicas, ou seja pela pré-adolescência, o que por si só já gera alguma insegurança para meninos e meninas, com idades entre 10 e 11 anos, tudo isso muda a rotina escolar destes estudantes. “Mas, quando essa mudança vem acompanhada de um aporte, quando o aluno estuda em um colégio que tem excelentes professores, uma boa estrutura pedagógica e um espaço de trabalho privilegiado, como o Geo, essa transição flui naturalmente”, explicou o diretor, lembrando que a escola é um local em constante movimento e que no Geo os alunos encontram um espaço para se desenvolverem não apenas no saber didático, mas com uma educação para a vida.

E neste aspecto, o diretor apresentou alguns dos diferenciais do Geo, a exemplo do High School, do Serviço de Orientação Educacional – SOE (Canal aluno-família), do Serviço de Coordenação Educacional –SCE (Canal professor-família), do sistema AZ, um produto exclusivo da escola Geo, que permite ao aluno ter uma plataforma de estudos e avaliação individual e direcionado, da academia SEB para aperfeiçoar e ampliar os conhecimentos dos professores, do Prêmio Chaplin, que reconhece o esforço e dedicação dos alunos em avançar, o programa ‘Líder em mim’, que estimula o desenvolvimento da liderança, a partir de valores éticos, estimulando o aluno a refletir sobre suas atitudes, entre outros projetos extraclasse e ainda sobre a missão, visão e valores da escola. “O Geo forma gerações há 40 anos, integra um dos grupos mais fortes de Educação no país, tem uma excelente equipe de professores, projetos extraclasse que ampliam os horizontes e criam novas oportunidades para seus alunos, enfim, somos a melhor escola pelo conjunto de atividades que disponibilizamos. Inovação também é uma palavra que bem nos define”, reiterou Danilo.

A coordenadora do Fundamental I, Flávia Winkeler, a coordenadora do Fundamental II, Maria dos Milagres, e a orientadora educacional, Tatiana Rocha, reforçaram as colocações do diretor. Na ocasião, os professores do 6º ano demonstraram, através de breves relatos, a didática de cada um em sala de aula. A psicopedagoga, Gersione Honorato, também falou sobre os diferencias do Geo e do papel da escola nesse processo de educar e ajudar o aluno a compreender melhor o conteúdo que é visto em sala de aula, mas inserindo-o num contexto mais amplo do conhecimento, onde pais, professores e a escola têm papeis fundamentais. Foi abordado ainda as mudanças na grade de horários, o fardamento, material didático, entre outros tópicos.

Projeto ‘Enem na Rua’ leva estudantes paraibanos a conhecerem fatos, detalhes e curiosidades da História de João Pessoa

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Terceira cidade mais antiga do país, ponto mais oriental das Américas, com 434 anos, a capital paraibana tem um acervo histórico, cultural, religioso e geopolítico riquíssimo, mas, infelizmente, pouco conhecido ou até desconhecido de boa parte da população local. Neste domingo (27), um grupo de estudantes paraibanos das 3ª séries dos colégios GEO Sul e Tambaú vivenciou uma experiência única e rica numa verdadeira incursão na história do Brasil, com ênfase, na de João Pessoa desde a colonização, passando pelo período escravocrata, do Império Português, a Velha república, a Era Vargas, os governos militares, a redemocratização, até os dias atuais, com o neoliberalismo. A atividade faz parte do projeto ‘Enem na Rua’ que está em sua 4ª edição e cujo objetivo é estimular os estudantes, que estão prestes a “entrar” na universidade, a trabalhar as disciplinas, especialmente, Geografia e História a partir de um resgate sócio-político-histórico-cultural do Brasil, com ênfase, em João Pessoa.

O aulão in loco foi realizado em pontos turísticos do Centro Histórico e começou na Casa da Pólvora, onde os estudantes foram recepcionados com um café da manhã e receberam informações diversas de professores de História, Geografia, Português e Biologia, além de uma mensagem do professor Roberto Oliveira, diretor do Geo Sul. “Estamos na reta final para o Enem e vocês estão aqui para ampliar conhecimentos e mais que isso, perceber que estão preparados para enfrentar o exame e saírem vitoriosos. Confiamos em vocês e estamos na torcida”, disse Roberto. O professor Carlos Campos reforçou o objetivo do Enem na Rua. “A ideia é incentivar o aluno a despertar para a história, a arte, a arquitetura e a geografia de João Pessoa de uma forma descontraída e prazerosa”, destacou ele.

Antes de visitar a Casa da Pólvora, os alunos aprenderam um pouco mais sobre a colonização da capital paraibana e o porquê dela ter sido feita pelo Rio e não pelo litoral. Isso aconteceu, porque as barreiras de coral impediam a chegada dos navios a costa paraibana (tanto que há muitas embarcações naufragadas ao longo da costa) e, na época, os navegadores encontraram a entrada de onde hoje é o Porto de Cabedelo, seguindo pelo Rio Paraíba e depois pelo seu afluente, o Sanhauá como rota ideal. Por isso João Pessoa começou a se expandir do Centro para o Litoral, tendo o Rio Paraíba como sua principal rota de entrada e saída à época. “O marco zero das cidades normalmente ficavam no litoral, o de João Pessoa era onde fica o Centro Histórico mais precisamente na casa da Pólvora”, explicou o professor Fernando, de História. Ele disse ainda, que haviam três fortes – o a Fortaleza de Santa Catarina, o Porto Velho e o da Ilha da Restinga, este último não existe mais.

O também professor de História, Sérgio, complementou as informações, abordando os fatores de migração das pessoas do Centro para as áreas litorâneas da cidade, explicando o porquê da decadência e abandono da área central e desenvolvimento das áreas localizadas próximos ao litoral. “Na maior parte das cidades nordestinas o desenvolvimento das cidades se deu da praia para o centro em João Pessoa esse movimento migratório se deu ao contrário”, reiterou Sérgio, que pincelou aspectos do processo de colonização do Brasil, a aliança dos brancos com os índios, a influência espanhola, portuguesa e holandesa no Brasil Colônia entre outros assuntos. O professor de Geografia, Rodrigo Leite, falou da migração da população reforçando que ‘antigamente, as famílias mais abastadas moravam no Centro ou ao redor dele hoje estão noutras áreas da cidade’, reforçou ele.

Após visitarem a Casa da Pólvora, os estudantes foram caminhando até a igreja de São Francisco, contemplando casarios de estilos diversos, uns Barroco, outros Arte Decó e até mesmo Clássicos. Na frente da igreja de São Francisco, eles ficaram sabendo que João Pessoa é a única cidade do Brasil a ter as quatro ordens religiosas juntas, ou seja, as ordens Franciscana, dos Jesuítas, das Carmelitas Descalças e a dos Beneditinos, simbolizadas pelas quatro pontas de uma enorme Cruz de Pedra que estrategicamente foi colocada no largo da igreja. La, eles também ficaram sabendo que o piso do largo da igreja, formado por enormes blocos de pedra calcária, já não é mais todo original e que esses blocos de pedras, que pesavam em média 400 quilos cada, eram trazidos pelos escravos – não se sabe como – do Rio Paraíba até o local das construções da época.

O aulão seguiu para a Igreja do Carmo que pouca gente sabe, tem uma igreja totalmente independente do lado, a Igreja Santa Tereza. “Um olhar menos atento, não percebe que são duas igrejas distintas que pertencem a Ordem das Carmelitas descalças”, explicou o historiador do IPHAEP e professor de História do Geo, Edvaldo Lira. Ele lembrou ainda que a exemplo do largo da igreja de São Francisco, neste local, as pedras do entorno das construções também não são mais as originais, embora os monumentos sejam tombados pelo Patrimônio Histórico. “Não tinha como restaurar com o material original então optou-se por algo o mais próximo possível do que era antes”, complementou ele.

De lá, os estudantes seguiram para a Praça Barão do Rio Branco, onde, explicou o professor de História, Rafael Virgínio, idealizador do ‘Enem na Rua’, que neste local, os escravos negros eram trazidos para o açoite – prática do castigo físico – e que também à forca. Lembrou-se da normatização da violência da época tão bem retratadas nas pinturas de Jean-Baptiste Debret. Neste local, ainda abordou-se a influência dos maçons na política desde o Brasil Colônia até os dias atuais, lembrando que a história da maçonaria sempre esteve ligada com os mais variados feitos históricos do país. Da Praça, todos avistaram a Casa Nossa Senhora dos Prazeres, para onde na época dos governos militares, no auge da ditadura, os chamados ‘subversivos’ eram levados.

O aulão seguiu então para a Rua Duque de Caxias, onde houve uma breve parada ao lado de uma igreja que, antigamente, mantinha uma engenhoca denominada ‘Roda dos Enjeitados’, onde eram colocados bebês que as mães não queriam criar passando a missão para as freiras da Santa Casa de Misericórdia. Na Praça dos Cem Réis, os estudantes aprenderam a razão da denominação do local ser assim. “Era por causa do preço das passagens dos bondes elétricos, que faziam ponto no local, que era esse valor, daí o local foi denominado Ponto de Cem Réis”, explicou o historiado Edvaldo Lira.

A incursão histórica terminou na Praça Presidente João Pessoa, popularmente chamada de Praça dos Três Poderes, pelo fato de, atualmente, ela estar localizada entre as sedes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário estaduais, respectivamente, o Palácio do Governo, a Assembleia Legislativa e a sede do Tribunal de Justiça. Neste local, os professores se revezavam para revisar assuntos sobre coronelismo, velha república, era Vargas, governos militares, república, constituição até aspectos da política dos dias atuais.

Houve ainda um momento de curiosidades, como a que destacou que o local, outrora, já foi chamado de ‘Largo do Comendador Felizardo’, e que esse era um espaço de segregação visto que toda a área era cercada por grades e somente aos ricos e personalidades influentes da época era permitida o acesso. Os pobres, não podiam desfilar pelo local, nem tão pouco dançar ao redor do coreto que no final das tardes tinha música ao vivo. Outra curiosidade da época, foi o romance trágico dos estudantes- Sady e Agaba que resultou num dos episódios mais polêmicos da história local, verdadeiro drama social que abalou os pilares do patriarcalismo paraibano. Sady Castor Correia Lima, foi assassinado pelo guarda civil Antônio Carlos de Menezes, em função de normas disciplinares impostas nas escolas paraibanas da época que proibiam estudantes do Lyceu Paraibano se relacionarem com alunas de outra escola somente para mulheres. Sady, apaixonado por Agaba resolveu romper com essa norma e terminou assassinado e Agaba, uma semana depois cometeu o suicídio.

Impressões

O aluno Gabriel Souza, 17 anos, do Geo Sul, que pretende cursar Medicina, ficou surpreso com as histórias dos açoites na Praça Barão do Rio Branco. “Fiquei tentando imaginar como isso acontecia e questionando que, embora fosse um costume da época, como alguém tinha prazer em ir ver uma cena bizarra dessa, isso porque o professor disse que as pessoas iam para a praça com esse intuito”, disse Gabriel. Rayssa Karla, que estuda com Gabriel, e que vai tentar o Enem para Ciências Sociais, disse que já sabia da história da Praça do Açoite, mas não sabia da existência de uma casa que abrigava presos políticos. Lisa Almeida, de 17 anos, aluna do Geo Tambaú, que pretende cursar Letras, disse que já conhecia os monumentos visitados, mas não tinha tantas informações detalhadas sobre eles. “Nós temos uma riqueza histórica memorável, pena que pouca gente conheça e que também não valorizemos o Centro Histórico como deveríamos”, disse ela.

Maria Goretti Silva, mãe da estudante Victoria Madalena, aluna do Geo Tambaú, e que vai tentar uma vaga para Medicina, disse que ficou encantada com tantas informações. “Esse projeto é maravilhoso. Estou encantada. Acho que deveram haver mais aulões assim. Especialmente para os alunos das 3ª séries que chegam neste ano decisivo muito ansiosos. Uma aula assim, acho que rende muitos conhecimentos, além de distrair um pouco da tensão cotidiana de estudos”, disse Goretti, que acompanhou todo o trajeto com a filha. O aluno Pedro Henrique Sotero, do Geo Sul, que vai tentar Engenharia da Computação, disse que a experiência foi muito válida. “Aprendi coisas que, necessariamente, não entrarão na prova do Enem, mas que têm uma relação com tudo o que vimos sobre História e Geografia e até relações humanas. Foi muito bom”, disse ele.

O diretor do Geo Tambaú, Danilo Abdala, que também acompanhou o grupo, lembrou que o Geo tem uma proposta pedagógica que estimula o aprendizado também a partir de atividades extraclasse. “Entendemos que a construção do conhecimento se dá de variadas formas, dentro e fora da sala de aula, inclusive, construindo junto com o aluno seu próprio aprendizado e foi isso que fizemos aqui com o ‘Enem na Rua’ e também fazemos a partir de tantos outros projetos extraclasse”, finalizou ele.