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Paciente que se recupera da covid-19 se emociona com banho de sol no Hospital Regional de Patos

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Os serviços prestados pelo Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, vão muito além dos medicamentos ministrados, dos insumos e equipamentos disponibilizados, da infraestrutura do hospital, e da técnica e profissionalismo de todos os funcionários. O acolhimento humanizado vem ajudando muito na recuperação de pacientes do setor Covid, onde ficam isolados e distantes de seus familiares. Neste domingo (04), uma ação evidenciou essa conduta, quando integrantes da equipe multiprofissional do isolamento levou o paciente Kairone Petrovino de Sousa Freitas, 36 anos, para ver o sol no jardim interno do setor. Essa foi a primeira vez que ele saiu do leito desde que foi internado, no dia 14 de maio passado.

O momento emocionou a todos porque, além de possibilitar que ele visse o sol pela primeira vez desde sua internação, Kairone pediu a equipe que cantasse a música “Eu Navegarei”, que para ele é muito familiar e acolhedora. Essa canção era cantada por sua mãe, Euci Hercília de Souza, que também foi internada na mesma época de Kairone no setor Covid do Complexo, mas, infelizmente, não resistiu e veio a óbito no dia 25 de maio. Ele ainda não sabe do falecimento da mãe.

Paciente da UTI Covid, onde permanece há 51 dias, Kairone precisou ser intubado e foi traqueostomizado há 34 dias. Ele desenvolveu a forma grave da doença, mas se recupera a cada dia. “Ele ainda está traqueostomizado e fazendo uso de suporte de oxigênio, mas melhora a cada dia, o que para todos nós significa uma vitória, dada a gravidade do quadro que ele apresentava e pela sua recuperação”, afirma a diretora clínica do Complexo, Dra. Jaquelline Andrade, lembrando que Kairone é uma pessoa com doença mental e que também, por isso, exigiu da equipe uma atenção diferenciada.

A cena de Kairone com a equipe no jardim do Complexo foi registrada em vídeo e emociona a quem vê. Ainda na cadeira de rodas e visivelmente debilitado, Kairone cantou a música junto com a equipe em homenagem à mãe. E num gesto de pura delicadeza, após a gravação do vídeo, ele pegou uma flor e ofereceu à equipe que tão bem continua cuidando dele.

Deputados se retiram da sessão em protesto a forma como Projeto do Governo foi votado na ALPB

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O deputado estadual Jeová Campos se retirou da sessão após votação do Projeto Complementar 31/2021 do Governo do Estado, em protesto como a matéria foi encaminhada e conduzida para votação na ALPB, durante sessão remota desta quinta-feira (17). “Estou me retirando da sessão em protesto como foi conduzida a votação anterior, sem o debate com esta Casa e em função da ausência completa de um aprofundamento desta temática tão importante com a Cagepa, Aesa e Secretaria de Recursos Hídricos. Eu não posso mais continuar nesta sessão porque tenho responsabilidade com meu mandato e com minha história política”, disse o parlamentar, que foi seguido pelas deputadas Estela Bezerra e Cida Ramos.

Antes da votação, Jeová tinha enaltecido a importância de um debate mais aprofundado sobre a matéria, sugerindo a presidência da Casa que adiasse a votação e marcasse uma audiência pública para essa sexta-feira, mas o presidente Adriano Galdino não considerou a sugestão, que também partiu de outros deputados, e deu prosseguimento a apreciação da matéria que foi aprovada com 18 votos favoráveis e cinco contra, entre eles o voto contrário de Jeová.

O deputado, no entanto, antes de se ausentar, apresentou uma emenda ao Artigo Segundo do Projeto, que continha um erro que nem mesmo o Governo tinha identificado. “Só tenho a lamentar que os deputados tenham votado num Projeto que nem sequer conhecem e o pior, não têm a menor noção dos impactos que ele causará na vida de todos os paraibanos. Essa chancela cega eu não me disponho a dar porque tenho responsabilidade política e compromisso com o povo da Paraíba. Em minha biografia política não cabe uma postura dessa, mas, mesmo discordando da forma, corrigi um erro no Projeto”, afirmou o parlamentar, que ainda se dirigiu aos líderes do governo Wilson Filho e Ricardo Barbosa, enaltecendo que “é muito bom ser líder, para ter mais espaço no governo, mas, é preciso, sobretudo, ter responsabilidade política”, disse ele.

ALPB debate nova Lei do marco legal que privatiza serviços essenciais para a população como água e esgotamento sanitário

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O novo marco regulatório do saneamento básico, introduzido por meio da Lei nº 14.026/2020, que traz mudanças que vão impactar diretamente à vida de todos os brasileiros, foi o tema central de um debate promovido pela Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da ALPB, na tarde desta terça-feira (15). “Essas mudanças que estão sendo propostas recaem sobre a gestão das águas e esgotamento sanitário e vai impactar de maneira muito direta a vida das pessoas e é preciso que a gente aprofunde essa proposta, sob pena de nos arrependermos amargamente num futuro bem próximo. Eu já adianto aqui que não contem comigo para transformar água em mercadoria, pois água mexe com todo mundo e dela depende a sobrevivência de todos os seres”, disse o deputado estadual Jeová Campos, externalizando sua expectativa de que um assunto tão importante não seja apreciado de forma superficial e apressada pelos deputados. Na próxima sexta-feira (18), a ALPB deverá realizar uma Audiência Pública para aprofundar ainda mais esse debate.

A professora universitária Maria Luiza Pereira Feitosa, que junto com os professores José Irivaldo Alves de Oliveira e Aendria de Souza do Carmo, é autora de um estudo acadêmico que mostra as armadilhas inconstitucionais sobre o novo marco regulatório e as implicações e impactos deste novo modelo proposto pelo Governo Federal em serviços tão essenciais como água e esgotamento sanitário, fez um resumo do conteúdo do documento e abriu as falas do debate. “Fomos estudar os meandros desta questão e produzimos um documento de 40 páginas que fosse convincente do ponto de vista científico. Nele, mostramos os problemas que essa questão traz e algumas maneiras de como enfrentá-los”, disse ela.

Segundo a professora, o problema é que essa Lei, publicada em julho de 2020, no contexto da pandemia, não revogou a Lei 11.445/2007, no entanto, revogou parte dela estabelecendo um novo marco legal para a gestão de saneamento básico no Brasil, que abrange quatro vertentes: abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, drenagem urbana e gestão de resíduos sólidos. “Não estamos falando somente de água e esgoto. A grande mudança, de acordo com o estudo, é que o novo marco abre caminho para a privatização do negócio do saneamento igualando-o, em termos de rentabilidade, ao setor de telefonia, energia e outros”, explicou ela, lembrando que a Lei altera profundamente as competências da Agência Nacional de Água, que agora passa a ser Agência Nacional de Água e Saneamento universalizando os serviços e impondo aos estados um formato de regionalização, seja por iniciativa própria ou por imposição da União.

A professora levantou a questão da necessidade da Paraíba aprofundar esse debate e não votar a matéria a toque de caixa, sem conhecer as repercussões desta mudança proposta. “Os senhores deputados conhecem as diversas modalidades da prestação regionalizada de serviços? Quais as diferenças entre elas? Sabem quais são os consórcios públicos ou os convênios de cooperação dos quais a Paraíba faz parte hoje?”, questionou a professora. Ela também lembrou que a Lei elimina o subsídio cruzado que incorpora o princípio da solidariedade entre aqueles municípios que são superavitários e aqueles que são deficitários. “Isso, fatalmente, resultará num aumento de tarifa para as comunidades mais carentes e gera uma incerteza sobre a tarifa social que não vai mais ser disponibilizada”, afirmou ela, lembrando que esse modelo imposto pela União aos Estados é prejudicial e também inconstitucional porque quebra o pacto federativo.

O modelo que deve ser proposto pela Paraíba, através de Lei Complementar, segundo o estudo feito pelos professores da UFPB e UFCG, adota um modelo de divisão em quatro blocos, sendo um no litoral com polo em João Pessoa, outro na Borborema, com polo em Campina Grande, e outros dois polos que englobam o restante do Estado. “A pergunta que fazemos é por que a Paraíba adota um modelo padrão que não foi elaborado por aqui, não foi debatido com a comunidade local, não foi discutido com o Poder Legislativo, com os municípios, mas elaborado por uma empresa de São Paulo que adota o mesmo projeto para quase todos os estados da Federação? Por que a Paraíba quer adotar esse modelo pré-pronto?”, questionou a professora Maria Luiza.

O professor do Curso de Gestão Pública da UFCG, José Irivaldo Alves de Oliveira, lembrou que a regionalização, por si só não é ruim, mas que é preciso observar detalhes deste processo porque a regulação como está sendo proposta é frágil. João Vicente Machado Sobrinho, engenheiro e representante do Sindiágua, que trabalha há mais de 40 anos no setor, lembrou das deficiências dos municípios e dos processos licitatórios que podem prejudicar as localidades se não interessar do ponto de vista lucrativo. “Essa discussão não se restringe aos muros da Cagepa, vai muito mais além”, disse ele.

O presidente do Sindiágua, José Reno de Sousa, elogiou a iniciativa da ALPB de discutir um assunto tão importante e externou sua preocupação não apenas com o provável aumento da tarifa da água, mas com a disponibilidade do bem que poderá faltar em localidades que não serão prioritárias para as concessionárias. O vice-presidente do Sindiágua, Geraldo Quirino, lembrou que esse debate da privatização dos recursos hídricos começou logo após a posse de Michel Temer e que é preciso mudar esse modelo que está sendo proposto porque ele não será bom para a Paraíba. Wilton Maia, do Sindicato dos Urbanitários, seguiu o mesmo raciocínio dos dirigentes do Sindiágua, acrescentando que se permanecer o modelo de divisão da Paraíba em quatro regiões, apenas uma delas será superavitária. “E como ficarão as outras três regiões que serão deficitárias”, disse ele, lembrando que além da questão técnica, essa decisão da privatização da água também é política.

Guilherme Mateus, representante do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba- STIUPB, parabenizou a iniciativa do deputado Jeová Campos e lembrou do perigo de se entregar um serviço tão essencial nas mãos da iniciativa privada. A Cagepa não mandou representante para o debate e alegou que os técnicos da empresa estavam participando de debate semelhante, com interlocutores nacionais no momento do evento da ALPB.

Posição dos parlamentares que participaram do debate

A deputada Cida Ramos lembrou que esse projeto não se trata de uma mera privatização da Cagepa, como já aconteceu em vários setores no país, mas de um bem comum que é essencial à vida e que, por isso, é preciso aprofundar muito esse debate até que a matéria seja aprovada. “O Governo do Estado ainda não nos apresentou nenhum dado sobre essa temática para que a gente realize uma discussão qualificada. A Paraíba tem 500 mil pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade. E como ficam essas pessoas quando a água for privatizada? A água é um direito humano e nós não permitiremos que o povo da Paraíba fique à margem deste debate”, reiterou a parlamentar.

O deputado Anísio Maia reiterou que essa proposta de privatização, que agora chega aos recursos hídricos e saneamento básico, é uma traição a soberania nacional e ao povo brasileiro, como já aconteceu em outros setores. “Só nos resta às ruas, o levante popular para lutar e resistir a essa política de privatização de serviços essenciais que torna o que já é ruim, muito pior e mais caro. Isso é uma traição ao povo brasileiro e nós precisamos resistir a tudo isso, divulgando essa ‘tramoia’ o mais que a gente possa”, disse ele.

A deputada Estela Bezerra reiterou a necessidade deste tema ser mais aprofundado e reafirmou que, além do aprofundamento dos debates, é preciso que a Paraíba encontre um projeto que não inviabilize o acesso a segurança hídrica dos paraibanos. “Não podemos nos associar ao projeto que propõe um completo desmonte da Cagepa proposto pelo governo federal. Devemos fazer um esforço para fazer emendas ao projeto que chegará a ALPB para que a Paraíba não aprove uma matéria nociva aos paraibanos”, disse ela.

Já o deputado Jutay Meneses lembrou de sua preocupação com o encaminhamento desta questão tão importante, levantando também a questão de como ficará a qualidade da água e a administração deste recurso neste novo modelo de gestão. O deputado Moacir Rodrigues, por sua vez, chamou atenção para a gravidade da ALPB aprovar uma matéria desta importância, sem o devido debate, e disse que se isso não for levado muito a sério a “Paraíba vai caminhar para uma sinuca de bico”. O deputado Janduhy Carneiro externou sua preocupação com essa temática e disse que há necessidade de realização de um debate mais amplo, através de uma audiência pública, para debater com mais profundidade essa questão antes que o Projeto de Lei, que aborda essa temática, chegue à ALPB para ser apreciado e votado.

O vereador pessoense, Marcos Henriques (PT), lembrou que essa luta é de todos os cidadãos e que o processo de privatização de serviços essenciais precisa da resistência da população. “Precisamos nos unir contra tudo isso. Essa política hídrica não contempla a sociedade, pois é uma política de estado mínimo do atual governo federal, que estratifica a população e entrega ao capital especulativo e a iniciativa privada serviços essenciais. A Paraíba não pode aceitar esse marco regulatório de maneira açodada. É preciso aprofundar esse debate e lutar contra essa política excludente”, disse ele.

Deputado Jeová Campos anuncia debate sobre a questão do novo marco regulatório da água no Brasil

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O novo marco regulatório do saneamento básico, introduzido por meio da Lei nº 14.026/2020, traz mudanças que vão impactar diretamente na vida de todos os brasileiros. E é justamente para tratar sobre esses impactos, que o presidente da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio ambiente da ALPB, deputado Jeová Campos, convidou os deputados na sessão desta terça-feira (15), para logo mais, às 16h, debater essa questão. O debate, restrito aos convidados, acontecerá de forma remota. Em outro momento, mais adiante, segundo o parlamentar, a ALPB promoverá uma audiência pública com a participação de quem se interessar pelo tema.

“Vamos debater com instituições e especialistas essa temática que me inquieta muito, principalmente, pelo fato de que esse novo marco extingui contratos e programas, que não considera mais a água como direito universal e fundamental. Essa Lei do Paulo Guedes entrega um setor que presta um serviço essencial à iniciativa privada”, disse Jeová, reiterando que esse debate é um dos mais importantes da atual legislatura.

Ainda segundo o parlamentar, o exemplo de privatização da Saelpa, que era a concessionária de energia elétrica da Paraíba, ilustra bem o que pode vir ai também com a privatização dos serviços de água e saneamento no país que trata a Lei 14.026/2020. “A Energisa hoje estabelece as taxas de energia que quer, não temos mais uma política de governo que dê subsídios, e isso também vai acontecer com a privatização da Cagepa. O impacto na vida das pessoas será igualmente danoso se seguir o que determina esse novo marco regulatório”, disse Jeová, convidando os deputados e a sociedade paraibana a debater sobre o tema.

Sobre a Lei 14.026/2020

O novo marco regulatório do saneamento básico, introduzido por meio da Lei nº 14.026/2020, traz algumas mudanças na gestão das águas e do saneamento básico no país, com a obrigatoriedade de os contratos preverem metas de desempenho e de universalização dos serviços; adota como princípio a regionalização dos serviços de saneamento; promove mudanças substanciais na sua regulação; estimula a concorrência e a privatização das empresas estatais de saneamento, entre outras ações.

Complexo de Patos recebe Voto de Aplauso da Câmara Municipal de Patos por trabalho realizado durante a pandemia

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O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), que é uma das unidades referência para acolhimento de pacientes com Covid no sertão paraibano e que, desde março de 2020, quando iniciou esse trabalho já conseguiu dar alta a mais de 1000 pessoas que contraíram o coronavírus, recebeu na manhã desta quarta-feira (19), Voto de Aplauso da Câmara de Vereadores de Patos em reconhecimento à assistência prestada à população do município e de outras 80 cidades da região para as quais a unidade é referência não apenas para casso de Covid, mas, também de Urgência, Emergência, Clínica Médica e Oncologia, este último no Hospital do Bem que integra o Complexo.

O título foi entregue pelo vereador autor da propositura, Jamerson Ferreira Monteiro, ao diretor geral do Complexo, Francisco Guedes que, na ocasião, agradeceu a homenagem em nome dos profissionais que integram a unidade, especialmente, os que atuam diretamente no setor de isolamento Covid. “Realizamos o nosso trabalho não em busca de reconhecimento público porque para nós o que importa e poder propiciar um tratamento eficaz e de qualidade aos nossos pacientes e, no caso específico do Covid, superar essa doença e possibilitar que as pessoas possam voltar para suas famílias, mas, confesso que essa iniciativa muito nos alegra e nos estimula ainda mais porque a batalha cotidiana não tem sido fácil”, agradeceu Francisco, lembrando que Patos, mesmo com a grande demanda nunca deixou de atender os pacientes de Covid.

Na justificativa de seu requerimento para propor o Voto de Aplauso, o vereador Jamerson Ferreira lembra que com a tragédia mundial provocada pelo coronavírus, nunca foi tão necessário dispor de hospitais e profissionais para acolher tantos doentes. “Quis com essa iniciativa reconhecer publicamente a dedicação e empenho de todo o corpo funcional e médico do Complexo que, diariamente, se dedicam a uma luta muitas vezes inglória e sob condições adversas de adesão as medidas de isolamento e que carregam consigo uma aura de anjos da guarda dos pacientes”, destacou o parlamentar patoense. O Voto de Aplauso foi aprovado, em primeira votação, no dia 02 de março último.

Balanço um ano Covid Patos

Em um ano de atendimento com pacientes com coronavírus, que compreendeu março de 2020, quando começou a atender pacientes sintomáticos respiratórios no setor de isolamento Covid, e até o último dia 31 de março, o CHRDJC internou 1505 pessoas suspeitas ou com diagnóstico comprovado de coronavírus e deu alta a 1018 pacientes.

O vereador Jamerson Ferreira entrega o título ao diretor geral do Complexo, Francisco Guedes
O vereador Jamerson Ferreira entrega o título ao diretor geral do Complexo, Francisco Guedes
A justificativa da iniciativa
A justificativa da iniciativa

Infelizmente, não adianta ter boa produção parlamentar se não tiver recursos para atrair votos diz Renato Martins

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Em seu segundo mandato na Câmara Municipal de João Pessoa, o vereador Renato Martins, é um dos parlamentares mais atuantes da Casa de Napoleão Laureano. Com vasta produção parlamentar, incluindo leis que beneficiam diretamente várias categorias profissionais, assiduidade nas sessões e na Tribuna, onde faz discursos elouquentes na defesa dos cidadãos pessoenses, o parlamentar não conseguiu renovar seu mandato para a próxima legislatura. Teve uma votação muito aquém do esperado, mas, não se deixou abater.

“Cumprirei a minha missão de vereador até o último dia desta legislatura, consciente de que fiz um trabalho diferenciado na Câmara. Só fico triste porque se o eleitor avaliasse seus candidatos pela sua história e produção, eu estaria, sem dúvidas entre os eleitos. Mas, na atual conjuntura, não adianta ter um bom trabalho se não tiver recursos para atrair o voto”, disse Renato, que não terá descanso nos próximos dias, já que é um dos principais coordenadores da campanha a prefeito de João Pessoa, Nilvan Ferreira, que disputará o segundo turno com Cícero Lucena.

“Agora não é hora de parar. Ao contrário. Vamos arregaçar as mangas e buscar votos para Nilvan, que será o próximo prefeito da capital paraibana. Vamos percorrer os bairros junto com Nilvan, a campanha de segundo turno será curta, mas emocionante”, afirma Renato, que nesta segunda-feira (16) já tem agenda com Nilvan.

Complexo de Patos também registra aumento de ocupação de leitos do isolamento Covid

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Dados desta sexta-feira (06) do boletim do setor de isolamento Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) mostram que a ocupação de leitos na unidade com pacientes com coronavírus ainda não atingiu os níveis de outras unidades referência para tratamento da doença na BGrande João Pessoa, mas, demonstram que houve um incremento de internações nos últimos dias. Das 20 vagas de UTI Covid existentes no hospital, 12 estão ocupadas e das 23 vagas da Enfermaria Clínica do isolamento, quatro estão com pacientes. Vale salientar que esses dados mudam cotidianamente a cada plantão. Nesta sexta-feira, a enfermaria do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, atingiu 100% de ocupação e só havia três leitos de UTI disponíveis. A ocupação de leitos de UTI do Hospital Metropolitano, em Santa Rita, beira os 70%.

O boletim geral do CHRDJC referente aos atendimentos do setor Covid no mês de outubro totalizam 213 atendimentos ambulatoriais. Entre altas hospitalar e transferência, no período, foram registrados, 102 pacientes. A taxa ocupacional média da UTI Covid em outubro foi de 49%, enquanto que a taxa das enfermarias clínicas ficou em 44% e a taxa de mortalidade por causa do coronavírus ficou em 44%. Infelizmente, foram registrados 27 óbitos por causa da doença no período.

O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, alerta a população para uma possível segunda onda de contágio e pede que as pessoas redobrem os cuidados com a higienização das mãos, usem máscara e evitem aglomerações. “Estamos vendo estarrecidos a realização de eventos com muita gente, aglomerações, pessoas descuidando de cuidados essenciais na atualidade, como usar máscara, higienizar bem as mãos, evitar aglomeração. É preciso ter consciência que o vírus ainda circula, que não existe ainda uma vacina e que somente os cuidados preventivos é que podem evitar ou reduzir o contágio”, alerta Guedes.

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, reforça o alerta sobre o crescimento dos casos de Covid-19, lembrando que o momento ainda não é de pânico, mas, de cautela. “Os dados mostram que está havendo um crescimento de casos na Grande João Pessoa desde o mês passado, graças a uma soma de fatores, a exemplo de eventos de campanha eleitoral, festas e o relaxamento da população. As praias têm estado lotadas de pessoas sem máscaras e sem o distanciamento adequado. É preciso salientar que a pandemia não acabou e a população não deve abandonar os cuidados como distanciamento e uso de máscara, além de evitar aglomerações”, disse ele, lembrando que qualquer evento com mais de 10 pessoas, atualmente, é arriscado.

Luciana Dias se diferencia dos demais candidatos a vereador de Patos por propor que seu mandato seja direcionado aos mais humildes

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Às vésperas das eleições municipais, muita gente ainda não definiu em quem vai votar para Prefeito, nem para vereador. Infelizmente, boa parte da população ainda não consegue entender a importância de eleger representantes que cheguem ao executivo ou ao legislativo com compromissos de trabalhar por mudanças na sociedade, que impactem positivamente a vida das pessoas, principalmente, àquelas que mais necessitam do poder público. Em Patos, uma candidatura tem chamado bastante atenção: a de Luciana Dias, para vereadora, pelo Patriota. Jovem, com apenas 36 anos, bonita, inteligente, trabalhadora, formada em Administração, mãe de três filhos, uma mulher simples e que deseja fazer de seu mandato uma ponte para implementação de políticas públicas e de leis que beneficiem a população, especialmente, a parcela da população menos favorecida.

O desafio de se lançar candidata sem nenhum apadrinhamento político, nem fartos recursos para bancar sua campanha, não desanima Luciana, que nasceu no Rio de Janeiro, mas, tem em Patos, onde mora desde os dez anos de idade, sua principal referência de vida. “Estamos cansados de eleger pessoas que não têm compromisso com o povo. A população merece um legislativo mais atuante e é justamente isso que me proponho a fazer. Trabalhar muito, pelo povo mais humilde. Na Câmara, vou ter um olhar voltado aos que são invisíveis na sociedade patoense, pois desejo que eles sejam incluídos socialmente, com o respeito que merecem”, afirma a candidata, que mora no Jardim Magnólia.

Segundo Luciana, que apóia a candidatura a Prefeito do juiz Ramonilson, durante décadas Patos foi governado por apenas dois grupos políticos, que se revezam no poder, sem muito fazer pela cidade e seu povo. “Vi na candidatura do Juiz Ramonilson uma esperança de nossa cidade ser governada com mais respeito e dignidade, por isso, defendo esse nome, que também tem um programa de governo muito similar ao que eu gostaria de propor a minha cidade”, diz Luciana.

Luciana, para quem não se lembra, foi uma das pessoas que se mobilizou para ajudar Adriano, mais conhecido como ‘João de Deus’, que perambulava maltrapilho e doente por Patos. O rapaz, levado para o Complexo Regional de Patos, graças a intermediação de Luciana e outras pessoas sensibilizadas com a situação dele, fez uma cirurgia, se tratou e depois foi acolhido num lar provisório, antes de voltar ao estado de origem, Alagoas, onde permanece até hoje. “Aquele episódio com João de Deus me despertou a vontade de ajudar o próximo de forma mais efetiva e creio que com o mandato de vereador isso se concretizará de forma mais dinâmica e eficaz”, destaca a candidata que tem feito campanha de porta em porta.

Luciana Dias é candidata a vereadora em Patos
Luciana Dias é candidata a vereadora em Patos
Santinho da candidata Luciana Dias
Santinho da candidata Luciana Dias

Opera Paraíba: Hospital de Queimadas realiza 100 cirurgias eletivas

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A segunda etapa do programa Opera Paraíba, no Hospital Regional de Queimadas, possibilitou que cerca de 100 pacientes de cirurgias eletivas pudessem realizar o procedimento cirúrgico. Os procedimentos foram realizados entre os dias 17 e 25 de outubro e incluíram cirurgias de hérnias, vesícula, histerectomia, fimose, entre outros.

O Opera Paraíba estava suspenso desde março, em virtude da pandemia do coronavírus, e foi retomado, inicialmente, nos hospitais de Queimadas e Mamanguape. Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) atestam que só este ano foram realizadas 2.625 cirurgias e a estimativa da SES é de realizar 12 mil cirurgias até o fim do Programa.

O diretor geral do Hospital de Queimadas, Flávio Daniel, lembra que o Opera Paraíba foi lançado há um ano com a meta na redução das filas de espera por cirurgias eletivas no Sistema Único de Saúde (SUS). “Com o Opera Paraíba estamos zerando as filas de espera por procedimentos cirúrgicos, beneficiando milhares de pacientes que não mais precisarão esperar para realizar suas cirurgias”, destacou Flávio, comentando que o mutirão realizado em Queimadas foi um sucesso. O diretor parabenizou toda a equipe da unidade que se uniu, num esforço coletivo, para que todos os procedimentos programados pudessem ser realizados.

Sobre o Opera Paraíba – Ao todo, 12 hospitais da Rede Estadual integram a força-tarefa para a realização dos procedimentos cirúrgicos, que contemplam as especialidades de ortopedia, oftalmologia, otorrinolaringologia, ginecologia, proctologia e cirurgia geral. Em contrapartida, os municípios com a população beneficiada pelo programa realizam os exames pré-operatórios e o transporte até a unidade hospitalar responsável pelo procedimento cirúrgico.

Hospital Regional de Queimadas ganha nova ambulância e reforça atendimento aos pacientes

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O Hospital Regional de Queimadas acaba de ganhar um reforço significativo para atendimento aos pacientes da cidade e região. Trata-se de uma nova ambulância adquirida com apoio do senador Veneziano Vital do Rego, que através de emenda parlamentar conseguiu destinar recursos para aquisição do novo equipamento, A nova ambulância foi entregue ao hospital na última sexta-feira (23). A solenidade contou com a presença do senador e do secretário estadual de saúde, Geraldo Medeiros que, na ocasião, falaram sobre a importância do veículo no atendimento dos pacientes.

“O Hospital de Queimadas é referência para a população do Cariri e o aporte desta ambulância permitirá uma segurança maior para os pacientes e uma maior agilidade no transporte de pacientes graves, de forma, que essa aquisição soma de forma muito positiva na prestação de serviço ofertado à população daquela localidade”, destacou o secretário Geraldo Medeiros.

O diretor geral do Hospital de Queimadas, Flávio Daniel, esclareceu como a nova ambulância dará suporte aos pacientes que são atendidos diariamente pela unidade. “Essa ambulância chega num momento importante, tendo em vista que o Hospital de Queimadas hoje presta serviços não apenas a população de Queimadas, mas de outros municípios circunvizinhos, que englobam 14 municípios, então esse novo equipamento vem contribuir com a eficácia e agilidade no transporte de pacientes não apenas para a nossa unidade, como para o remanejamento destes para outros hospitais quando houver necessidade”, disse Flávio Daniel.

“Esse é um momento de alegria e contentamento e, para mim, particularmente, na condição de agente político que possibilitou essa aquisição, isso muito me alegra porque sei que o exercício de meu mandato está ajudando a essa unidade a melhorar o atendimento à população”, disse o senador autor da emenda.

O deputado estadual Doda de Tião, que é natural de Queimadas, também prestigiou a entrega da nova ambulância e, na ocasião, agradeceu ao governador João Azevêdo, pelo excelente trabalho na gestão da saúde dos paraibanos, e ao senador pela emenda que possibilitou a aquisição do novo equipamento. “Esse equipamento é muito importante para o hospital e quero de público agradecer o compromisso do nosso governador com a região e também de seu secretário de saúde, Dr. Geraldo que vem desenvolvendo um trabalho muito bom à frente da Secretária de Saúde e também lembrar do compromisso do senador Veneziano com a nossa região”, finalizou Doda de Tião.