AZ João Pessoa

Escola AZ João Pessoa traz método de aprendizagem que estimula o aluno a superar dificuldades e a gostar de estudar

Posted on

Já não é novidade que para se sair bem nos estudos o aluno não precisa estudar “muito”, mas precisa estudar bem, ou seja, ter um método que o faça superar suas dificuldades ao longo do caminho da aprendizagem e, sobretudo, identificar os erros e superá-los. Pensando assim, o AZ João Pessoa aposta num processo chamado “Ciclo PDCA”. A metodologia é muito conhecida no mundo empresarial e consiste em planejar (Plan), executar (Do), checar (Check) e atuar (Act) na correção das falhas que aparecem nas ações executadas. Esse é um novo modo de pensar sobre a produção do conhecimento e a escola contemporânea e vanguardista, como o AZ, já utiliza esse modelo de agir com ótimos resultados.

“Acabou aquele tempo em que os alunos memorizavam muitas coisas para realizar uma avaliação e o que se errava refletia apenas na nota e era esquecido. No Ciclo PDCA o estudante é estimulado a aprender porque ele volta ao erro, compreende em que falhou e corrige. Nesse movimento, o aluno assiste à aula, desenvolve o conteúdo através de exercícios de habilidade, faz a prova, obtém o resultado e se ele não atingiu uma boa performance, em algum conteúdo, é porque ele precisa melhorar. Então, ele assiste a uma vídeo aula sobre o conteúdo que falhou e volta no processo. Assim, ele vai para a “Folha Z” e reavalia sua competência. Ao atingir o resultado esperado, considera-se o conteúdo aprendido e ele vai para a próxima avaliação com esse obstáculo vencido”, explica a diretora do AZ João Pessoa, Verônica Monteiro.

Essa metodologia mais completa do estudar, explica Veronica, encontra no processo AZ um amplo e vasto campo de conhecimento. “Os fundadores do AZ tiveram um olhar diferente para a escola que muda significativamente ao longo do tempo. Os alunos de hoje, por exemplo, são da geração tecnológica e a gente não pode continuar instituindo uma escola que não avançou nesse processo de atender a necessidade deles. Antes tínhamos a certeza absoluta que a necessidade do aluno era aprender e ter conhecimento, memorizar, fazer prova e esse escola não atende mais a isso. Os estudantes hoje têm o conteúdo que pesquisam na palma da mão e eles são desafiadores, estão pesquisando algo sobre o que o professor está falando até na sala de aula e muitas vezes a informação até já mudou”, esclareceu Verônica.

O AZ nasceu, portanto, para “entregar” uma escola diferente da que se materializou e que não tem mais avanços. “Foi então que um conceito que é a gestão, gestão administrativa, de processos, PDCA, foi enxergado e aplicado ao desenvolvimento do conhecimento. A partir do momento em que planejo, desenvolvo, checo e eu atuo observando se meu desempenho é satisfatório ou não, se eu tive erros no percurso, metas que não alcancei, eu posso recuar e atuar naquele gap que ficou”, explanou a diretora.

Bárbara Almeida, do 6º Ano, é uma aluna que utiliza de forma muito eficiente a plataforma AZ e o Ciclo PDCA. O pai dela, Arimateia Almeida, elogiou a plataforma e o avanço da filha com o método. “Barbara vem utilizando a plataforma AZ desde o ano passado e temos visto que é muito interessante como a plataforma foi desenhada. Quando ela precisa, principalmente, nos momentos de atividades, de exercícios no horário pós-aula, e ela precisa de um entendimento melhor sobre determinado conteúdo, ela faz a busca dentro dos vídeos disponibilizados na plataforma do AZ e ela consegue superar a dificuldade que estava sentindo sobre o assunto”, disse o pai, destacando que a filha se adianta porque percebe sua necessidade de melhoramento antes das provas.

O pai disse ainda que ela é muito autônoma nos seus estudos e que a plataforma também ajudou nisso. “É bem interessante. Estamos gostando e tem atendido as expectativas. Bárbara tem se superado, cada vez mais, e tem tido muita facilidade em navegar pela plataforma. Quando eu peço para ela fazer os percursos ela vai lá e faz tudo e me apresenta a plataforma. Então, é bem interessante e bem fácil, bem didática e está de parabéns a escola por ter implantado a plataforma AZ”, concluiu.

Sobre a autonomia do aluno, Verônica Monteiro destacou que esse é um dos direcionamentos da própria Base Nacional do Currículo Comum – BNCC. “Lá se fala muito em autonomia. A aprendizagem nasce na própria pessoa. O estudante é protagonista de tudo isso, ele não é mais passivo”, afirmou, acrescentando que é uma mudança de modelo mental e essa mudança é gradativa. “Envolve muitos fatores do ser humano, é cognitivo, ele é socioemocional, mas, o fato é que o PDCA junto com o aporte de nossa plataforma AZ, que tem mais de 49 mil vídeos-aulas exclusivas, dão aos nossos estudantes diferenciais significativos de aprendizagem e crescimento”, assegura a diretora geral do Colégio AZ João Pessoa.

Colégio AZ João Pessoa faz parceria com a National Geographic Learning e amplia ensino de inglês da escola para 2022

Posted on

Já imaginou combinar Ciências e Inglês de forma inspiradora no dia a dia do seu filho? Pois, na Escola AZ João Pessoa é assim. E em 2022, a escola traz para a sala de aula uma novidade que é a parceria com o National Geographic Learning para a aprendizagem do idioma Inglês. Essa novidade e inovação vai possibilitar que os alunos estudem a vida do planeta Terra e suas diferentes culturas no ambiente escolar. A sensibilização dos professores do AZ para o uso dos conteúdos impressos e digitais acontecerá em duas datas: 21 e 28 de outubro, na sede do Colégio AZ João Pessoa, em Tambaú. Toda capacitação é feita por instrutores do National Geographic e será online.

O professor de inglês do AZ e coordenador do projeto Fluência, Aku Eric, explicou que a primeira sessão tem o objetivo de apresentar aos professores e direção a proposta do National Geographic Learning. Em seguida, o corpo docente terá treinamentos específicos para cada segmento/série de livros que será usado. O objetivo é desenvolver e aplicar os materiais de aprendizagem que reflitam o trabalho da National Geographic para professores e alunos em qualquer parte do mundo. “Serão compartilhadas histórias de exploradores, escritores, cientistas em sala de aula e isso será incrível”, comentou Aku.

Para a diretora geral do Colégio AZ João Pessoa, Verônica Monteiro, o ensino de inglês na escola será ainda mais cativante e motivador. “A compreensão da natureza e da Ciência através das histórias da vida real da National Geographic será uma oportunidade de conhecimento única para os nossos alunos. É o ensino associado à vida real, ao cotidiano e voltado para crianças e jovens conectados com um mundo globalizado”, declarou a dirigente, salientando que o ensino do Inglês, através do Fluência, é aplicado na Educação Infantil, Ensino Fundamental 1, Ensino Fundamental 2 e no Ensino Médio.

Estudante participa de sua 1ª competição Norte-Nordeste e traz títulos para a Paraíba

Posted on

O estudante paraibano José Ronildo Filho, do 4º Ano do Colégio GEO/AZ João Pessoa, acaba de trazer para a Paraíba títulos do Campeonato Norte-Nordeste Mirim e Petiz de Natação, realizado nos dias 01 e 02 de outubro, em Maceió. O estudante, de apenas nove anos de idade, ganhou pelo Clube o 1º lugar petiz 2; o 3º lugar Mirim 1 pelo revezamento em equipe e o 3º lugar geral de toda competição. Além disso, Ronildo ainda foi medalhista de Prata pelo revezamento Livre e Medley. Ele competiu pelo Acqua R1, do Clube Cabo Branco e foi treinado pela técnica Ana Paula.

Essa foi a primeira competição de Ronildo e a família está muito orgulhosa. Para pai, mãe e irmã que acompanharam o campeonato de perto, foi uma emoção e surpresa imensa receber os resultados de quem foi orientado a participar para apenas se divertir. “Essa foi a primeira competição que ele participou por conta da pandemia que suspendeu as competições. Eu tive esse privilégio de acompanhar. Eu disse vamos e vamos nos divertir”, comentou Gabrielly Carvalho, irmã do atleta.

Ela contou que até sem voz ficou durante a torcida pelo irmão. “Foi emocionante cada vez que ele entrou na piscina. Gritei muito, fiquei sem voz, mas estimulei mesmo dizendo a ele que independente do resultado, ele seria meu campeão”, disse ela, destacando que o nível dos competidores era alto. “Foi uma conquista muito grande pelo nível dos atletas que estavam lá. Ficamos muito contentes, pai, mãe, avós, primos, toda família. Todos estão muito orgulhosos dele”, completou Gabrielly.

Nas categorias em que Ronildo foi medalhista individual, que foram dois revezamentos (Livre e Medley), ele optou pelo nado Craw e no Medley, ele nadou peito. Nas competições pelo Clube, foi a primeira que o Cabo Branco conseguiu o 3º lugar geral do mirim, o 1º lugar no petiz 2 e 3º lugar geral. A mãe de Ronildo, Cleonice Carvalho, falou da dedicação do filho pela Natação. “Ele treina todos os dias após sair do colégio. Mesmo assim, não esperávamos medalha porque os adversários eram muito fortes e ele competiu com atletas do Norte-Nordeste. Antes que ele viajasse eu disse que ele aproveitasse a viagem como presente de dia das crianças, apenas, e ele e os colegas nadaram bravamente”, comentou a mãe.

O pai, Ronildo Carvalho, também disse que a ideia era só se divertir. “Meu filho é um menino muito inteligente, gosta muito de estudar, divertir-se e ele estava querendo ir para a competição e eu disse a ele que ele não se cobrasse, que era primeira competição. Eu disse que ele fosse para se divertir, apenas participar, que nas próximas ele seria melhor. E ele acaba nos trazendo medalhas”, destacou Ronildo.

O incentivo ao desenvolvimento de habilidades e competências para o mundo digital começa desde cedo na Escola AZ

Posted on

O desenvolvimento infantil é alicerçado no brincar e aprender. É por essa razão que a Educação Infantil precisa ter uma metodologia própria e inovadora para alcançar os resultados esperados, inclusive, descritos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para essa faixa etária dos estudantes. E com o projeto a ‘Liga das Corujinhas’ trabalhado na Escola AZ João Pessoa, isso é feito de forma natural, pois, a partir dele é estimulado o desenvolvimento integral das crianças por meio do multiletramento e da multidisciplinaridade, com auxilio de uma plataforma digital com jogos lúdicos e envolventes destinados também à promoção da cultura digital escolar.

Assim como o Educacross para o Ensino Fundamental, a ‘Liga das Corujinhas’ são jogos digitais que promovem experiências de aprendizagem da linguagem oral (escuta e fala), da construção da linguagem escrita, do pensamento lógico-matemático, além de transformações e relações nos temas relacionados à arte, à natureza e à sociedade. Os jogos de linguagem, por exemplo, é um convite à criança para elaborar sua fala e a exercitar a escuta, compreendendo as regras e convenções que regem um diálogo. São permutas coletivas sob a regência do professor, que se torna um mobilizador.

“Nas brincadeiras, o aluno é que é o protagonista. Observamos que a aprendizagem que envolve jogos é diferenciada justamente porque coloca o aluno como sujeito direto da ação e isso atribui à criança e ao professor novas posições na relação do saber escolar”, argumenta a coordenadora pedagógica do Colégio AZ João Pessoa, Sara Oliveira,

Roberta Meira, mãe de Ana Beatriz, aluna do Infantil V, avalia que a ferramenta ajuda bastante na aprendizagem. “Ela gosta muito da Liga das Corujinhas. Ela faz as missões, explora o aplicativo. Eu, como mãe, percebo como isso ajuda na consolidação do conhecimento de forma despretensiosa, mas eficaz, utilizando o lúdico. É uma forma saudável da criança usar o celular e explorar as atividades, aprendendo da melhor forma”, comentou.

A Liga das Corujinhas disponibiliza jogos para a Educação Infantil contemplando o desenvolvimento de variadas habilidades para essa faixa etária como o desenvolvimento do pensamento lógico-matemático, da psicomotricidade e também das relações socioafetivas. As atividades também acontecem em ambientes colaborativos. “Isso também contribui para que se desenvolvam a escuta, a linguagem oral ou não, a observação, a autonomia, a empatia e até os princípios éticos da criança”, finalizou a coordenadora pedagógica do Colégio AZ João Pessoa, Sara Oliveira.

Projeto socioemocional do Colégio AZ – Trabalha questões ligadas ao autoconhecimento, relações interpessoais e respeito às diferenças

Posted on

O My Life está alinhado a uma base pedagógica de formação proativa, foi criado em parceria com o Instituto Ayrton Senna e é exclusivo das escolas do grupo SEB.

Uma pessoa inteligente tecnicamente, mas que não tenha a capacidade de se relacionar bem com os outros e consigo mesma, mobilizar-se, articular-se e colocar em prática seus conhecimentos ou que não saiba lidar com as diferenças e gerenciar suas emoções ficará excluída do mercado de trabalho no século XXI. Isso é fato e é com essa preocupação que o Colégio AZ João Pessoa trabalha o programa My Life de Educação Socioemocional. O projeto é alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é compõe a formação integral dos estudantes para que desenvolvam seus potenciais e se tornem pessoas de sucesso. Baseado em vivências e conteúdos ampliados, o My Life foi criado através de uma parceria do Instituto Ayrton Senna com o Conexia Educação (Grupo SEB) e tem deixado os pais satisfeitos com os resultados.

“Quem imaginava que o Instituto Ayrton Senna atuava apenas com a filantropia para ampliar o acesso da criança e adolescente à Educação, engana-se. A expertise da instituição vai muito além disso. Como uma das grandes pesquisadoras em Educação no Brasil, o instituto vem atuando também em projetos para a implantação de currículos alinhados à BNCC, um documento estruturado com competências gerais que devem nortear as escolas na busca não apenas das habilidades cognitivas, mas também socioemocionais, como: projeto de vida, autoconhecimento, empatia, relacionamento, cidadania, dentre outras”, destaca a diretora geral do Colégio AZ João Pessoa, Veronica Monteiro.

Ela lembra que o programa My Life é trabalhado nos Ensinos Fundamental II e Médio no AZ e envolve metodologias e avaliações a partir de conteúdo programático de educação bilíngue e utilização de plataforma digital que integra escola, aluno e família. Segundo a coordenadora do Ensino Fundamental do AZ João Pessoa, Milagres Saldanha, o My Life é um projeto de extrema importância que agrega e completa a proposta pedagógica da escola. “É nosso projeto socioemocional que não só atende às habilidades emocionais e competências da BNCC, mas se configura em um grande projeto de vida, onde o estudante é estimulado a iniciar sua construção a partir do 6º Ano do Fundamental II até a 3ª Série do Ensino Médio, aqui no Colégio AZ”, disse Milagres.

“O AZ possui uma proposta que envolve a desconstrução de um ensino baseado na memorização. A escola nasceu com um indicativo de evolução não só acadêmica, mas integral do aluno. Assim, a parceria da Conexia Educação – que integra o Grupo SEB do qual o AZ também faz parte, com o Instituto Ayrton Senna permitiu a construção de aplicativos e materiais apoiados em bases pedagógicas da própria escola e proporcionou ao estudante o desenvolvimento de competências para atuar com proatividade, respeitar diferenças, lidar com suas emoções, agir com responsabilidade, bem como “aprender a aprender”, ou seja, saber se utilizar do volume de informações disponíveis no mundo conectado”, reforça a diretora Veronica.

Elísia Andrade, mãe de Júlia Carraro, do 6º Ano do AZ João Pessoa, afirmou que a sua experiência com o My Life foi de extrema importância para o desenvolvimento da autoconfiança e a descoberta de competências que sua filha não tinha conhecimento. “Como mãe, vejo minha filha descobrindo habilidades que ela não sabia que tinha e isso tem proporcionado autoconfiança para se posicionar. Somos novatos, viemos de Minas Gerais, também de escolas do grupo SEB, e aqui minha filha se adaptou bem, mas o programa ajudou porque é bom no sentido de mostrar a ela o quão competente ela é em algumas áreas e o que ela precisa melhorar. Além disso, estimula e envolve o aluno nesse processo de crescimento socioemocional que hoje está tão conturbado devido ao momento que estamos vivendo”, declarou Elísia.

Para Elísia, o programa é uma oportunidade de crescimento para os alunos. “Eu acho que o programa é tão importante quanto os componentes curriculares tradicionais como Geografia, Português, Matemática. Essa é uma geração líquida que não se prende a nada, que pensa que sabe tudo, mas não tem conhecimento apurado de nada, não se dedica a aprofundar. Para essa geração, o My Life vem a acrescentar não só para o indivíduo, mas também para família. Ele vem dar tranquilidade a questões que temos vivido como, por exemplo, falar sobre drogas. A autoconfiança para tratar de temas como esse é muito importante para o aluno porque faz com que ele se posicione diante disso tudo”, concluiu Elísia Andrade.

O objetivo do My Life é a construção de uma vida com mais significado. Milagres explicou que o programa orienta o estudante para o amadurecimento pessoal, a expansão das habilidades emocionais, a transformação intrapessoal e interpessoal. “Assim, ele poderá estabelecer relações mais frutíferas e saudáveis”, disse ela, detalhando a metodologia utilizada. “Hoje, o projeto integra o currículo uma vez na semana com professor qualificado para as aulas. O professor é um mediador e a aula se desdobra a partir de vivências e das trilhas que o estudante tem que desenvolver na realização de cada temática proposta”, disse.

O My Life foi desenvolvido com base nos dois principais pilares da Conexia, a Tecnologia e a Educação Bilíngue. “Essa construção se dá atendendo à especificidade de cada série e nível de entendimento dos estudantes na busca do autoconhecimento, do gerenciamento de suas emoções, tudo para que eles possam administrar suas habilidades emocionais para se conhecerem melhor e assim se relacionarem de maneira positiva e construtiva com os demais. Isso é inteligência emocional”, finaliza Milagres.

Atleta paraibano Daniel Azevedo ganha seis medalhas de ouro, três de prata e duas de bronze no Torneio Norte Nordeste de Natação

Posted on

Ele chegou ao Maranhão para disputar as provas do Torneio Norte Nordeste de Clubes Inverno – Troféu Walter Figueiredo Silva como um dos favoritos, mas, terminou o campeonato como um dos mais premiado atletas da competição com a conquista de seis medalhas de Ouro, três de Prata e duas de Bronze e ainda ficou no 2º lugar no revezamento Medley Masculino e em terceiro no revezamento Livre. Estamos falando do atleta paraibano Daniel Azevedo que vem despontando no cenário nacional e internacional de Natação como um dos melhores nadadores de sua categoria, a Juvenil 2. Com apenas 16 anos, Daniel desponta no cenário brasileiro de natação como um dos grandes nomes da atualidade e uma marca registrada de suas competições é sempre estar no pódio e, desta vez, em São Luis (MA), não foi diferente. Daniel também empatou tecnicamente com o atleta Gabriel Bandeira, do Amapá, em número de pontos absolutos na competição geral e ficou em segundo lugar como o atleta mais eficiente do Torneio. Como Gabriel tinha nadado 10 provas e Daniel nove, o troféu ficou com o Amapá.

Daniel foi campeão na prova dos 100 Costas, uma de suas modalidades de melhor performance, com o tempo de 57.83. A medalha de ouro nos 50 Borboleta foi conseguida com o tempo de 25.75, nos 50 Peito, ele sagrou-se campeão com o tempo de 29.89, nos 50 Livre ele terminou a prova com 23,98, nos 50 Costas ele foi vencedor com o tempo de 26.34 e nos 100 Peito fez o melhor tempo em 1.05.22.

E além de ganhar essas seis provas ( 50 Borboleta, 50 Livre, 50 Peito, 50 Costas, 100 Costas, 100 Peito) ficar em segundo lugar três vezes ( 200 Peito, 200 Medley e Revezamento Medley) e em terceiro duas vezes ( 100 Borboleta e Revezamento Livre), Daniel ainda conseguiu baixar seus tempos nas provas de 50 Livre (era 25.04 e baixou para 23.98), 50 Peito (era 31.48 baixou para 29.89), 50 Costas (era 26.67 baixou para 26.34), 50 Borboleta (era 26.73 baixou para 25.75), 100 Costas (era 58.83 baixou para 57.83), 100 Peito (era 1.07.12 baixou para 1.05.22), 200 Peito ( era 2.35.40 para 2.25.53), 200 Medley ( era 2.12.87 para 2.09.87) e 100 Borboleta ( era 58.73 e baixou para 57.63).

Para o atleta, que passou um tempo sem treinar em 2020, teve poucas competições ano passado e que no começo deste ano teve Covid, essa retomada gradativa aos campeonatos nacionais, este ano, está sendo muito positiva. “Ano passado foi difícil. Mas, não quero olhar para trás, o importante é que retomamos os treinos e os campeonatos e pelos resultados das provas que venho participando, especialmente, essa última, avalio que estou melhorando e chegando aos meus objetivos que, neste torneio, além de ganhar as competições era conseguir baixar meus tempos. Estou voltando para a Paraíba com seis medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze, um resultado até melhor do que projetei e com melhores tempos”, disse Daniel que estava acompanhado de sua mãe, a odontóloga, Danielle Azevedo.

O Torneio Norte Nordeste de Clubes Inverno – Troféu Walter Figueiredo Silva foi disputado na cidade de São Luís (MA), entre os dias 23 e 25 de setembro. O nadador paraibano é campeão brasileiro e sul americano e é um dos atletas contemplados com o programa Bolsa Esporte, do Governo do Estado. “Esse apoio do Governo é muito importante para os atletas, pois é uma ajuda de custo que contribuiu com algumas despesas”, agradece Daniel que é estudante do 2º Ano do Ensino Médio do Colégio Geo/AZ João Pessoa.

A diretora geral da escola, Veronica Monteiro, parabenizou o atleta e lembrou que além de um grande nadador, Daniel é também um excelente aluno. “Daniel é atencioso, dedicado aos estudos tanto quanto a Natação, tem excelentes notas e a vantagem de dispor da plataforma AZ de estudos que pode ser acessada, via aplicativo, a hora que nossos alunos desejarem e de onde eles estiverem”, destacou Veronica, lembrando que por causa das competições, Daniel tem abonado suas faltas na escola, mas que sempre repõe as atividades e provas sem nenhum prejuízo para seu currículo.

No revezamento, que rendeu a medalha de Prata para o grupo dos quatro atletas paraibanos, participaram da disputa que começou com Arthur Leal, que nadou os 50 Costas, depois Daniel, que nadou os 50 Peito, Miguel Leal, nos 50 Borboleta e Flávio Eugênio, que encerrou a prova com os 50 Livre. “O segundo lugar foi uma conquista muito boa, pois o nível das equipes estava muito bom”, destacou Daniel que essa semana já retoma os treinos na piscina do Esporte Clube Cabo Branco, em João Pessoa, sob a coordenação de seu treinador, Stephano Vieira. Daniel integra a equipe do Clube Acqua R1 e também recebe apoio do Colégio Geo/AZ João Pessoa.

Premiação de melhor atleta da competição geral

Além de ter ganho as seis medalhas de Ouro, as três de Prata e as duas de Bronze, Daniel quase traz para a Paraíba o troféu de Atleta Mais Eficiente da competição na pontuação geral na Categoria Juvenil 2, já que ele teve o mesmo número de pontos – 163 – que o atleta do Amapá, Gabriel Bandeira. Mas, ele ficou em segundo lugar por causa do índice técnico. “Mesmo ele nadando uma prova a menos, já que Daniel nadou nove provas individuais e o outro nadador tinha competido em 10 provas, ele acabou tendo a mesma pontuação do atleta que levou o troféu, mas, como o outro atleta teve um maior índice técnico foi o que desempatou a decisão. Contudo, Daniel foi mais eficiente, já que pontuou a mesma coisa, tendo uma prova a menos”, explica Danielle, a mãe de Daniel, lembrando que na competição existiam mais de 100 atletas homens, de várias categorias e ele conseguiu ficar em segundo lugar absoluto, atingindo 163 pontos para o Clube Acqua R1.

Alunos do AZ estudam Ciência da Computação e Programação usando vídeos, jogos divertidos e projetos desafiadores através do Ubbu

Posted on

Aulas de ‘computação’ ou ‘informática’ são coisas do passado. Agora esses conceitos foram atualizados e as escolas precisam estar atentas à nova geração de estudantes que buscam, sobretudo, conteúdos e formas de informação digital. Pensando nisso, o AZ trabalha com o que chamam de ‘pensamento computacional’ através de uma plataforma digital chamada Ubbu que ensina Ciência da Computação e Programação usando vídeos, jogos divertidos e projetos desafiadores. Os estudantes do GEO, dos seis aos 12 anos de idade que já vivenciam essa experiência desde 2020, terão agora com o AZ ainda mais conteúdo, através das aulas que acontecem uma vez na semana.

Segundo a Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental do AZ, Sara de Oliveira, através do pensamento computacional a criança vai além e se prepara melhor para as competências do futuro. “O aluno começa a estudar a história do computador até desenvolver programação e chegar a um projeto. Linguagem binária, coeficientes, algoritmos, robótica, linguagem mesmo de programação. É uma necessidade até dessas crianças que já nasceram na era digital”, comentou a coordenadora.

A plataforma Ubbu foi pensada para preparar o estudante para os novos desafios do mundo do trabalho, mas os resultados são imediatos. Estudos mostram que com o desenvolvimento do pensamento computacional as crianças resolvem problemas de forma mais rápida e melhoram seus desempenhos em matérias exatas. “São pessoas que vão para o mercado de trabalho com o pensamento lógico mais apurado e resolutivo”, reforça a coordenadora pedagógica. No Ubbu cada aula é composta por vários recursos que podem ou não ser recorrentes, tais como, vídeos, jogos, atividades e quizzes e os recursos estão organizados como slides, na ordem que devem ser dados na aula. Cada recurso tem instruções associadas onde o aluno encontrará informações de apoio à aula, resoluções de exercícios, e introduções e conclusões (no slide inicial e final de cada aula).

Ana Flávia, aluna do 6º ano do GEO Tambaú, afirmou que o Ubbu é um dos projetos de que mais gosta na escola. “Se quisermos fazer um jogo mais na frente, por exemplo, o programa ajuda a fazer isso junto a aplicativos. Na aula aprendemos a fazer os comandos de robôs também, temos projetos a realizar e a entregar. É muito bom e desafiador”, declarou Ana Flávia.

Vale frisar que o projeto de formação digital interliga conhecimentos e metodologias que desenvolvem nos alunos várias competências de pensamento computacional como o reconhecimento de padrões ou algoritmia; competências cognitivo-motoras; e outras essenciais que farão a diferença no futuro do aluno, como o pensamento crítico e a colaboração, sustentabilidade e cidadania, isso tudo através da tecnologia.

No AZ o aluno aprende jogando e se conecta melhor com atendência que desenvolve a confiança, o raciocínio lógico e a concentração   

Posted on

Pesquisas no mundo inteiro já mostraram que jogar é uma das maneiras mais naturais e prazerosas que o ser humano possui para aprender. É uma estratégica cognitiva para explorar o desconhecido e vencê-lo. Basta lembrar-se da primeira infância, quando a criança ainda brinca de encaixar os blocos de madeira: ali ela experimenta, descobre e, assim, aprende. Essa é a dinâmica dos jogos. É por entender a incrível contribuição que essa ferramenta pode dar ao estudante, o Colégio AZ João Pessoa também investe na Educacross, uma plataforma de jogos já conhecida e bastante trabalhada pelos alunos no GEO Tambaú.         A plataforma é formada por mais de dois mil jogos, com mais de dois milhões de desafios aliados à inteligência artificial e gameficação para desenvolver o engajamento e a aprendizagem em Matemática, Raciocínio Lógico e, mais recentemente, Português, no Ensino Fundamental. A ideia surgiu em 2016 e foi idealizada não somente para satisfazer o gosto dos estudantes pelos jogos digitais, mas incentivá-los, por meio das atividades colaborativas, a pensar e a expressar suas ideias, melhorar capacidades cognitivas, trabalhar seus reflexos, raciocínio lógico, bem como seu foco e concentração.          A Coordenadora Pedagógica do Ensino Infantil e Fundamental Anos Iniciais do AZ, Sara Oliveira, explica que a proposta tem dado certo e os alunos (de 5 a 12 anos) têm chegado ao Ensino Médio muito mais confiantes. Ela destacou que a Educacross é utilizada de duas formas pelos alunos: livremente, através do que chamam de “Ilha Matemática” ou direcionada, através de “Missões”. Nas Missões, os professores selecionam conteúdos específicos para exercitarem e com prazo para ser contabilizado na pontuação.                “Temos uma ilha em que o aluno pode andar livremente e acessar o conteúdo direcionado à idade e turma. Toda vez que ele acessa a plataforma, ela dá uma devolutiva se ele está mais adiantado que sua turma, se ele tem alcançado as habilidades dos estudantes de sua idade ou mesmo se ele o aluno tem uma competência maior. O dash board informa tanto à escola, como informa aos pais e ao aluno, o resumo de como anda o desempenho dele e isso é muito bacana porque ele vai se auto avaliando, vai se alinhando e ficando mais confiante”, disse Sara.      O Educacross  utiliza os resultados dos jogos e os coloca em um ranking local e nacional de escolas que usam a ferramenta. Aluska Valentina, do 3º Ano, é uma das campeãs no assunto. Ela ingressou no GEO em 2020 e hoje é 1º lugar no ranking Educacross do colégio. “Minha filha se desenvolveu e aprendeu muito no Educacross. Esse foi um programa que ela se interessou logo e alcançou os primeiros lugares”, diz a mãe de Aluska, Joelma Moura. “Ela é super atenciosa, estudiosa. Só tenho a agradecer à escola, à equipe. Quero que Aluska vá até a Universidade estudando com essa equipe”, comentou Joelma. E não é de hoje que a escola apresenta ótimos resultado: o GEO foi tricampeão nacional no Educacross.        Durante o isolamento causado pela pandemia, o Educacross foi um dos aplicativos de jogos mais procurados na internet. A plataforma de Ensino e Aprendizagem de Lógica e Matemática criada pela Edtech Cross Reality, nascida na Incubadora da Supera Parque, campus da USP, em Ribeirão Preto, liberou gratuitamente o acesso para as escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Hoje, a plataforma está presente em todo o país e com forte presença do Nordeste.

Daniel Azevedo confirma favoritismo e já acumula três vitórias no Torneio Norte Nordeste de Natação disputado no Maranhão

Posted on

Das quatro provas que participou até agora no Torneio Norte Nordeste de Clubes Inverno – Troféu Walter Figueiredo Silva, sendo duas ontem (23) e mais duas nesta sexta-feira (24) pela manhã, o nadador paraibano Daniel Azevedo foi vencedor em três delas – 100 Costas, 50 Borboleta e 50 Peito – e vice-campeão no revezamento. Além de ganhar a medalha de Ouro nas três provas, o atleta ainda conseguiu baixar seus tempos. O campeonato está sendo disputado na cidade de São Luís (MA), entre os dias 23 e 25 de setembro e Daniel está inscrito para nadar oito modalidades, na categoria Juvenil 2. O nadador paraibano é campeão brasileiro e sul americano e é um dos atletas contemplados com o programa Bolsa Esporte, do Governo do Estado.

Daniel ganhou a prova dos 100 Costas, uma de suas modalidades de melhor performance, com o tempo de 57.83. A medalha de ouro nos 50 Borboleta foi conseguida com o tempo de 25.75 e nos 50 Peito, ele sagrou-se campeão com o tempo de 29.89. “Eu estou muito feliz pelos resultados, consegui baixar meu tempo e pretendo melhorar ainda mais nas outras provas”, disse Daniel antes de subir ao pódio e deixar-se fotografar com a três medalhas de Ouro ganhas ontem e hoje.

No revezamento, que rendeu a medalha de Prata para o grupo dos quatro atletas paraibanos, participaram da disputa que começou com Arthur Leal, que nadou os 50 Costas, depois Daniel, que nadou os 50 Peito, Miguel Leal, nos 50 Borboleta e Flávio Eugênio, que encerrou a prova com os 50 Livre. “O segundo lugar foi uma conquista muito boa, pois o nível das equipes aqui está muito bom”, destacou Daniel que ainda tem mais quatro provas para mostrar o seu talento.

No total, nesta competição disputada em São Luís, Daniel vai nadar os 50 Borboleta, 50 Costas, 50 Peito, 50 Livre, 100 Borboleta, 100 Costas, 100 Peito, 200 Medley, 200 Peito, fora os revezamentos. “Eu treinei bastante e estava confiante de bons resultados e estou muito feliz e espero ganhar outras medalhas até o final do campeonato”, comentou o nadador que é campeão brasileiro e sul americano. Daniel integra a equipe do Clube Acqua R1, é orientado pelo treinador Stephano Vieira, que o acompanha nos treinos que acontecem na piscina do Esporte Clube Cabo Branco, em João Pessoa.

Atleta paraibano Daniel Azevedo participa em São Luís do Torneio Norte Nordeste de Natação como um dos favoritos

Posted on

O atleta paraibano Daniel Azevedo se prepara para disputar mais uma competição de natação. Desta vez, ele participará do Torneio Norte Nordeste de Clubes Inverno – Troféu Walter Figueiredo Silva, que será realizado na cidade de São Luís (MA), no período de 23 a 25 de setembro. Nesta quinta-feira (23), Daniel participa de sua primeira prova competindo pelo melhor tempo dos 50 metros Borboleta. Nadando na categoria Juvenil 2, o atleta que é campeão brasileiro e sul americano, disputará mais oito modalidades até o dia 25. Ele declarou que vai para o torneio com o desejo de reduzir suas marcas, principalmente, no nado Costas, sua competição de melhor performance.

Daniel desponta no cenário brasileiro de natação como um dos grandes nomes da atualidade. Uma marca registrada já de suas competições é sempre estar no pódio. No seu perfil mantido pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos – CBDA, o resumo traz 10 participações internacionais com 6 medalhas de ouro; 56 participações em campeonatos nacionais, com 12 medalhas de ouro, 10 de prata e 6 de bronze; além de 158 medalhas de ouro em campeonatos estaduais e nada menos que 20 recordes nacionais e dois internacionais quebrados por ele. Uma de suas melhores marcas foi nos Jogos Sul Americanos Escolares, em Assunção – Paraguai, quando concluiu a prova dos 50 metros costas com 27.92 segundos, ficando com a medalha de ouro na categoria.

No Torneio Norte Nordeste, Daniel disputa pela categoria Juvenil 2 e vai nadar os 50 Borboleta, 50 Costas, 50 peito, 50 livre, 100 Borboleta, 100 Costas, 100 Peito, 200 Medley, 200 Peito, fora os revezamentos. “Estou bastante ansioso para essa competição. Treinei bastante porque quero baixar todos meus tempos, principalmente costas e medley e sair, se possível, com medalha em todas as provas”, comentou o nadador. A competição acontecerá em piscina de 25 metros.

Nos 50 metros nado costas, Daniel tem a marca dos 27´´39 ( 1º N/NE); nos 100 Costas 58´´83 (1º N/ NE); nos 100 Borboleta 58´´73 (1º N/NE); nos 50 Peito 31´´48 ( 1º N/NE); nos 200 Peito 2´30´´51 (1º N/NE); e nos 100 Peito 1´07´´12 (1º N/NE). O atleta integra a equipe do Clube Acqua R1, é orientado pelo treinador Stephano Vieira, que o acompanha nos treinos que acontecem na piscina do Esporte Clube Cabo Branco, em João Pessoa e concilia muito bem suas atividades de atleta de ponta, com a rotina de estudante da 2ª Série do Ensino Médio, do Colégio GEO, em João Pessoa. Ele treina antes e depois das aulas, a depender do dia, sendo os treinos pela manhã junto com os primeiros raios de sol na cidade mais oriental das Américas, onde o sol nasce primeiro.