Asplan

Presidente da Unida critica posição da Sefaz que dificulta benefício para reabertura da terceira usina cooperativada de Pernambuco

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“Não estimular o cooperativismo, principalmente, num setor potencialmente gerador de progresso, desenvolvimento e muitos postos de trabalho como o sucroenergético, é um erro que se agrava ainda mais quando já se tem provas concretas de que dois empreendimentos similares no Estado já deram certo. Esperamos que o governador Paulo Câmara tenha a devida sensibilidade quanto ao pleito da Cooaf Sul, que somente com apoio e incentivo do governo pode repetir o sucesso da usina Cruangi (Coaf), em Timbaúba, e da antiga Pumaty (Agrocan), em Joaquim Nabuco”, disse nesta sexta-feira (28) o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), José Inácio de Morais.

O dirigente canavieiro que também preside a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), lembra que na contramão do que aconteceu nos últimos anos no Brasil, quando muitas usinas de etanol e açúcar fecharam, os produtores de cana-de-açúcar de Pernambuco, organizados em cooperativas e estimulados por políticas fiscais do Estado, reabriram duas usinas que hoje são modelo para uma terceira unidade, prevista para abrir em setembro. Contudo, mesmo com leis fiscais vigentes, a Sefaz dificulta o benefício para abertura deste terceiro empreendimento (antiga usina Estreliana) previsto para ser reativada mês que vem, em Ribeirão.

O presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de PE (AFCP) e da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, lamenta que às vésperas da reabertura deste terceiro empreendimento, o governador Paulo Câmara, recue e não mantenha sua arrojada política de incentivos fiscais, baseada nas leis 16.505/18 e 15.584/15. “A Cooaf Sul tem capacidade para gerar 2,5 mil postos de trabalho na indústria e no campo e a nossa intenção é começar a produção em meados de setembro. Essa unidade tem as mesmas características da Coaf, em Timbaúba, e da Agrocan, em Joaquim Nabuco e portanto está enquadrada nestas leis de incentivo fiscais”, reitera Alexandre.

O presidente da Feplana lembra que a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) tem impedido o mesmo benefício de crédito presumido do ICMS para Cooaf Sul, mesmo com as legislações vigentes até 2022, sem nenhuma justificativa. “Vamos nos mobilizar e cobrar do governador esse apoio e além dessa coerência, pois ele é fundamental para que possamos reabrir essa terceira usina em Pernambuco, gerando assim mais empregos, renda e desenvolvimento”, finaliza Alexandre Lima.

Coasplan desenvolve parcerias para melhor atender seus cooperados e clientes

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            Depois da inauguração de sua sede, em Bayeux, no último dia 15, as atividades da Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN) ficaram ainda mais dinâmicas. Em conjunto com a PH Química, a Cooperativa está desenvolvendo experimentos na cana-de-açúcar junto as usinas Japungu, sob a supervisão do gerente Agrícola, Dr. Dante, e na Monte Alegre, sob a supervisão do Agrônomo Dr. Hugo Amorim. Junto ao parceiro Agrivalle vem desenvolvendo tratamentos com seus produtos enraizadores, fungicidas e nematicidas, fornecendo um custo mais competitivo por hectare, além de   ser escolhida para o fornecimento de Glifosato na usina Monte Alegre junto com o parceiro Smitomo. “Estamos atuando em várias frentes, mas, com um único foco: agregar valor ao mercado, com produtos de excelência e diferenciais de atendimento”, afirma o diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz.

            Ele destaca que em relação aos produtos da PH Química, usados nos experimentos das usinas Japungu e Monte Alegre, que foram iniciados há alguns meses, a resposta tem surpreendido, atingindo uma produção de até 12 toneladas por hectare a mais usando os produtos PH Mix, PH Raiz, PH Control e PH Energy, da PH Química. Já junto ao parceiro Agrivalle, segundo Thiago, a Coasplan vem desenvolvendo tratamentos com seus produtos enraizadores (Implanta), fungicidas (Shocker) e nematicidas (Profix ultra), apresentando também resultados muito eficientes, com um custo muito mais acessível, por hectare, do que praticado no mercado.

             “Em relação a Agrivalle, lembro que agora ela é multinacional e que está recebendo grandes investimentos, principalmente, no que diz respeito ao produto carro-chefe, o Implanta, que é um produto rico nos 20 aminoácidos essenciais, com extrato de algas, cobalto, molibidênio e níquel. Esse é um produto completo para se usar em fundo de sulco e na socaria”, lembra Thiago.

            Há ainda, segundo o diretor comercial da Cooperativa, disponível via compra na Coasplan, outro nematicida excelente que é o Profix Ultra, cujo custo por hectare está batendo todos os concorrentes e com uma eficiência fantástica. “Inclusive, o presidente da Asplan, José Inácio, já adquiriu o produto para usá-lo em mais de 300 hectares em uma de suas propriedades”, reitera Thiago.

            Ainda segundo o diretor da Coasplan, juntamente com a Sumitomo, a Cooperativa fechou um contrato com fornecimento de Glifosato para a usina Monte Alegre. “Estamos começando, mas, já com muitas novidades e sobre as vendas da Cooperativa, elas já estão ocorrendo desde julho e a expectativa é que a partir do dia 15 de setembro elas ganhem um incremento significativo”, finalizou Thiago.

Sede da Coasplan em Bayeux (1) Thiago Queiroz, diretor comercial da Coasplan

Asplan alerta produtores rurais sobre o prazo para a declaração de ITR que começa hoje e vai até 30 de setembro

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Começa hoje (17) e vai até o dia 30 de setembro, o prazo para os proprietários rurais de todo o país enviarem a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2020. A expectativa da Receita Federal é receber 5,9 milhões de declarações este ano, cerca de 104,5 mil a mais que as 5.795.480 enviadas em 2019. A declaração só pode ser preenchida por meio do programa gerador da declaração, que pode ser baixado na página www.receita.fazenda.gov.br, a partir desta segunda-feira. A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) lembra aos produtores rurais e, em especial, aos canavieiros associados, a necessidade da declaração. “Quem não declarar o tributo estará sujeito a aplicação de multas e de uma série de sanções”, lembra o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.

Todas as pessoas físicas e jurídicas proprietárias, titulares do domínio útil ou que detenham qualquer título do imóvel rural precisam fazer a DITR. Apenas os contribuintes imunes ou isentos estão dispensados de entregar a declaração. O produtor que perdeu ou transferiu a posse ou o direito de propriedade da terra desde 1º de janeiro também está obrigado a apresentar a declaração. A DITR deve ser preenchida no computador, por meio do programa gerador da Receita Federal. O documento pode ser transmitido pela internet ou entregue em pendrive em qualquer unidade da Receita Federal. Quem perder o prazo pagará multa de 1% ao mês sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 50,00.

O Imposto sobre Propriedade Territorial Rural pode ser pago em até quatro parcelas mensais, mas nenhuma quota pode ser inferior a R$ 50,00. O imposto inferior a R$ 100,00 deve ser pago à vista, até 30 de setembro, último dia de entrega da declaração. O pagamento pode ser feito por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) em qualquer banco ou por transferência eletrônica de instituições financeiras autorizadas pela Receita.

Embora ainda haja tempo de fazer a declaração, o presidente da Asplan alerta aos produtores que não deixem para a última hora sob o risco de passar o prazo de entrega estabelecido pela Receita “O contribuinte que atrasar a entrega da declaração será penalizado com 1% de multa ao mês, ou fração sobre o imposto devido”, finaliza José Inácio.

Apresentação da sede da Coasplan reúne produtores, cooperados e parceiros do agronegócio paraibano

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A apresentação da sede da Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN) ao mercado paraibano do agronegócio reuniu produtores, cooperados e parceiros da entidade, na manhã deste sábado (15). Respeitando as devidas regras de flexibilização na pandemia, com convidados e anfitriões todos de máscaras, a inauguração da sede da Cooperativa aconteceu em meio a um café da manhã, com direito a descerramento de placa comemorativa, discursos e apresentação das instalações da entidade que chega ao mercado paraibano para ampliar os serviços de comercialização de insumos, produtos, máquinas e equipamentos para o setor do agrobusiness, com especial atenção, para os produtores canavieiros. A sede da COASPLAN fica na Avenida Francisco Marques da Fonseca, 294, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, e aos sábados, das 7h ao meio dia.

O presidente da Associação dos Planadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que descerrou a placa de inauguração da COASPLAN junto com o presidente da Cooperativa, Fernando Rabelo Filho, lembrou que a inauguração da entidade simboliza a concretização de um sonho antigo, que segue o sucesso de outras iniciativas no país que fomentam o agronegócio de forma consorciada e que pode ser uma semente de projetos ainda mais audaciosos. “A união de forças fortalece qualquer negócio e a gente já conhece iniciativas de sucesso com o sistema cooperativado em outras regiões do país e até mesmo aqui pertinho, em Pernambuco, com a COAF, de forma que começamos agora a disponibilizar na Paraíba, não apenas para nossos associados uma forma diferente de adquirir produtos, insumos, implementos e máquinas. Não chegamos para competir com ninguém, mas para somar”, disse José Inácio.

O presidente da COASPLAN, Fernando Rabelo Filho, destacou que a Cooperativa já nasce forte e com grande representatividade, mas que vai precisar da união e apoio de seus cooperados, dos associados da Asplan e do próprio mercado para crescer cada vez mais. “Nós representamos diretamente 1.600 produtores associados, que juntos respondem por 60 mil hectares de terra e temos 50 cooperados que plantam em 20 mil hectares, ou seja, que detém mais da metade de área cultivada de cana na Paraíba, isso só fazendo referência a cultura canavieira, porém não estamos focados apenas nela, mas, no mercado do agro de um modo geral”, destacou ele, lembrando que o apoio dos produtores em prestigiar a Cooperativa será fundamental para o sucesso da iniciativa. Fernando lembrou ainda que além das vantagens de ter mais um canal de compras, os cooperados ainda participarão do rateio proporcional de lucros da COASPLAN no final de cada exercício fiscal. “A Casa é nossa e quanto mais prestigiá-la, mais vantagens e dividendos teremos”, reiterou Fernando Filho.

O presidente do Sistema OCB/PB, André Pacelli, que estava acompanhado do superintendente do Sistema, Pedro Albuquerque, elogiou as instalações da COASLAN e desejou sucesso no novo empreendimento. “É com muita satisfação e alegria que vemos surgir essa cooperativa. Isso mostra a força do agronegócio e o quando o sistema cooperativado tem conquistado o mercado pelos seus inúmeros atrativos e desejamos muito sucesso para a COSPLAN na prospecção de novas parcerias que devem ser ampliadas além da área comercial e, inclusive, com o Sistema OCB/PB na área de capacitação e de outros projetos”, disse André.

O gerente de Negócios Agro da Sicredi Evolução Aurélio Pizano, destacou a similaridade de foco da instituição que representa com a COASPLAN, lembrando que ambos têm o mesmo ‘DNA’. “Tanto o Sicredi, quanto a COASLAN atuam no mercado com foco num sistema cooperativado que traz ganhos diversos para os cooperados e nós esperamos que a partir de agora ambas as instituições possam estreitar seus laços e serem parceiros”, disse Aurélio, lembrando que o Sicredi Evolução é a terceira melhor referência de crédito para o agronegócio na Paraíba, ficando atrás apenas do BNB e BB, respectivamente, primeiro e segundo lugares neste ranking.

O vice-presidente da COASPLAN, Pedro Neto, também prestigiou o evento e afirmou que essa data ficará como um marco no mundo do agronegócio paraibano. “Já há algum tempo que a gente sonhava com essa Cooperativa e este ano conseguimos realizar esse sonho e agora é acreditar e apostar nele, fortalecendo a entidade cada vez mais”, disse ele, lembrando que na sede da entidade, em Bayeux, além de amplas instalações que ocupam uma área de quase 1000 metros quadrados, incluindo um amplo galpão para o armazenamento de mercadorias e produtos, o cooperado tem além de todas as vantagens de compra, uma sala a disposição para a realização de reuniões.

O produtor canavieiro, associado da Asplan e cooperado da COASPLAN, Celso Morais, não apenas prestigiou o evento deste sábado, como já efetuou sua primeira compra através da Cooperativa. Ele adquiriu 60 litros do produto Implanta, um bio estimulante e complexo de nutrientes da empresa Agrivalle, para melhorar o enraizamento de parte de sua lavoura localizada na Fazenda Santa Emília, em Rio Tinto. “Essa é a primeira compra de outras que irei realizar, pois acho importante a gente prestigiar a Cooperativa, não apenas para obter vantagens na aquisição dos produtos, mas, também para fortalecer a entidade que quanto mais apoio tiver, mais forte ficará”, disse ele. O Representante Técnico da Agrivalle, Flávio Alves, não divulgou quais vantagens Celso tinha tido ao adquirir o Implanta através da Cooperativa, mas, adiantou que ele teve uma condição comercial vantajosa.

O diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz, que recepcionou os convidados, reforçou que embora a COASPLAN seja uma entidade ligada a Asplan, não é preciso o produtor ser associado para adquirir produtos da entidade. “Temos herbicidas, fertilizantes e defensivos agrícolas e também um portfólio de produtos que inclui implementos e máquinas para todo o mercado agrícola, não apenas para os produtores de cana-de-açúcar, de forma que estamos de portas abertas para todo o m mercado do agronegócio”, reforçou ele, agradecendo a parceria da Agrivalle, da PH Química e da Sumitomo neste início de operação da entidade. A COASPLAN está em operação desde a segunda quinzena de julho, com produtos para atender as linhas de cana-de-açúcar, de Hortifruti, de Pastagem, de Jardim, além de peças e máquinas agrícolas.

A Cooperativa tem ainda uma Central de Compras, com um funcionário à disposição dos clientes para fazer a cotação de peças e equipamentos, incluindo EPI’s. Para acionar a Central, basta que o interessado ligue pelo número (083) 2177-0441 e diga qual é sua necessidade de compra que a Cooperativa se encarregará de fazer as cotações e adquirir o produto sem custo adicional algum para o cliente. O representante da Yara Brasil Fertilizantes S/A, Mozart Cavalcante, também prestigiou a inauguração da sede da COASPLAN.

O evento aconteceu em meio a um café da manhã para convidados
O evento aconteceu em meio a um café da manhã para convidados
José Inácio, presidente da Asplan
José Inácio, presidente da Asplan
Fernando Rabelo Filho, presidente da Coasplan
Fernando Rabelo Filho, presidente da Coasplan
Fernando Filho e José Inácio descerraram a placa de inauguração
Fernando Filho e José Inácio descerraram a placa de inauguração
Dirgentes da Asplan e da Coasplan
Dirgentes da Asplan e da Coasplan
Clientes e cooperados prestigiaram a inauguração
Clientes e cooperados prestigiaram a inauguração
Celso Morais já fez sua primeira compra na Coasplan
Celso Morais já fez sua primeira compra na Coasplan
Alguns dos itens comercializados pela Cooperativa
Alguns dos itens comercializados pela Cooperativa
A sede da Coasplan fica em Bayeux
A sede da Coasplan fica em Bayeux
ThiagoQuiroz, diretor comercial da Coasplan
ThiagoQuiroz, diretor comercial da Coasplan
Sede da Coasplan em Bayeux
Sede da Coasplan em Bayeux
O gerente de negócios Agro da Sicredi, Aurélio Pizano também prestigiou o evento
O gerente de negócios Agro da Sicredi, Aurélio Pizano também prestigiou o evento
O presidente do Sistema OCBPB, André Pacelli esteve no evento
O presidente do Sistema OCBPB, André Pacelli esteve no evento
Produtores prestigiaram o evento
Produtores prestigiaram o evento
Produtores e associados marcaram presença
Produtores e associados marcaram presença

Apresentação da sede da Coasplan reúne produtores, cooperados e parceiros do agronegócio paraibano

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A apresentação da sede da Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN) ao mercado paraibano do agronegócio reuniu produtores, cooperados e parceiros da entidade, na manhã deste sábado (15). Respeitando as devidas regras de flexibilização na pandemia, com convidados e anfitriões todos de máscaras, a inauguração da sede da Cooperativa aconteceu em meio a um café da manhã, com direito a descerramento de placa comemorativa, discursos e apresentação das instalações da entidade que chega ao mercado paraibano para ampliar os serviços de comercialização de insumos, produtos, máquinas e equipamentos para o setor do agrobusiness, com especial atenção, para os produtores canavieiros. A sede da COASPLAN fica na Avenida Francisco Marques da Fonseca, 294, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, e aos sábados, das 7h ao meio dia.

            O presidente da Associação dos Planadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que descerrou a placa de inauguração da COASPLAN junto com o presidente da Cooperativa, Fernando Rabelo Filho, lembrou que a inauguração da entidade simboliza a concretização de um sonho antigo, que segue o sucesso de outras iniciativas no país que fomentam o agronegócio de forma consorciada e que pode ser uma semente de projetos ainda mais audaciosos. “A união de forças fortalece qualquer negócio e a gente já conhece iniciativas de sucesso com o sistema cooperativado em outras regiões do país e até mesmo aqui pertinho, em Pernambuco, com a COAF, de forma que começamos agora a disponibilizar na Paraíba, não apenas para nossos associados uma forma diferente de adquirir produtos, insumos, implementos e máquinas. Não chegamos para competir com ninguém, mas para somar”, disse José Inácio.

            O presidente da COASPLAN, Fernando Rabelo Filho, destacou que a Cooperativa já nasce forte e com grande representatividade, mas que vai precisar da união e apoio de seus cooperados, dos associados da Asplan e do próprio mercado para crescer cada vez mais. “Nós representamos diretamente 1.600 produtores associados, que juntos respondem por 60 mil hectares de terra e temos 50 cooperados que plantam em 20 mil hectares, ou seja, que detém mais da metade de área cultivada de cana na Paraíba, isso só fazendo referência a cultura canavieira, porém não estamos focados apenas nela, mas, no mercado do agro de um modo geral”, destacou ele, lembrando que o apoio dos produtores em prestigiar a Cooperativa será fundamental para o sucesso da iniciativa. Fernando lembrou ainda que além das vantagens de ter mais um canal de compras, os cooperados ainda participarão do rateio proporcional de lucros da COASPLAN no final de cada exercício fiscal. “A Casa é nossa e quanto mais prestigiá-la, mais vantagens e dividendos teremos”, reiterou Fernando Filho.

            O presidente do Sistema OCB/PB, André Pacelli, que estava acompanhado do superintendente do Sistema, Pedro Albuquerque, elogiou as instalações da COASLAN e desejou sucesso no novo empreendimento. “É com muita satisfação e alegria que vemos surgir essa cooperativa. Isso mostra a força do agronegócio e o quando o sistema cooperativado tem conquistado o mercado pelos seus inúmeros atrativos e desejamos muito sucesso para a COSPLAN na prospecção de novas parcerias que devem ser ampliadas além da área comercial e, inclusive, com o Sistema OCB/PB na área de capacitação e de outros projetos”, disse André.

            O gerente de Negócios Agro da Sicredi Evolução Aurélio Pizano, destacou a similaridade de foco da instituição que representa com a COASPLAN, lembrando que ambos têm o mesmo ‘DNA’. “Tanto o Sicredi, quanto a COASLAN atuam no mercado com foco num sistema cooperativado que traz ganhos diversos para os cooperados e nós esperamos que a partir de agora ambas as instituições possam estreitar seus laços e serem parceiros”, disse Aurélio, lembrando que o Sicredi Evolução é a terceira melhor referência de crédito para o agronegócio na Paraíba, ficando atrás apenas do BNB e BB, respectivamente, primeiro e segundo lugares neste ranking.

            O vice-presidente da COASPLAN, Pedro Neto, também prestigiou o evento e afirmou que essa data ficará como um marco no mundo do agronegócio paraibano. “Já há algum tempo que a gente sonhava com essa Cooperativa e este ano conseguimos realizar esse sonho e agora é acreditar e apostar nele, fortalecendo a entidade cada vez mais”, disse ele, lembrando que na sede da entidade, em Bayeux, além de amplas instalações que ocupam uma área de quase 1000 metros quadrados, incluindo um amplo galpão para o armazenamento de mercadorias e produtos, o cooperado tem além de todas as vantagens de compra, uma sala a disposição para a realização de reuniões.

            O produtor canavieiro, associado da Asplan e cooperado da COASPLAN, Celso Morais, não apenas prestigiou o evento deste sábado, como já efetuou sua primeira compra através da Cooperativa. Ele adquiriu 60 litros do produto Implanta, um bio estimulante e complexo de nutrientes da empresa Agrivalle, para melhorar o enraizamento de parte de sua lavoura localizada na Fazenda Santa Emília, em Rio Tinto. “Essa é a primeira compra de outras que irei realizar, pois acho importante a gente prestigiar a Cooperativa, não apenas para obter vantagens na aquisição dos produtos, mas, também para fortalecer a entidade que quanto mais apoio tiver, mais forte ficará”, disse ele. O Representante Técnico da Agrivalle, Flávio Alves, não divulgou quais vantagens Celso tinha tido ao adquirir o Implanta através da Cooperativa, mas, adiantou que ele teve uma condição comercial vantajosa.

            O diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz, que recepcionou os convidados, reforçou que embora a COASPLAN seja uma entidade ligada a Asplan, não é preciso o produtor ser associado para adquirir produtos da entidade. “Temos herbicidas, fertilizantes e defensivos agrícolas e também um portfólio de produtos que inclui implementos e máquinas para todo o mercado agrícola, não apenas para os produtores de cana-de-açúcar, de forma que estamos de portas abertas para todo o m mercado do agronegócio”, reforçou ele, agradecendo a parceria da Agrivalle, da PH Química e da Sumitomo neste início de operação da entidade. A COASPLAN está em operação desde a segunda quinzena de julho, com produtos para atender as linhas de cana-de-açúcar, de Hortifruti, de Pastagem, de Jardim, além de peças e máquinas agrícolas.

            A Cooperativa tem ainda uma Central de Compras, com um funcionário à disposição dos clientes para fazer a cotação de peças e equipamentos, incluindo EPI’s. Para acionar a Central, basta que o interessado ligue pelo número (083) 2177-0441 e diga qual é sua necessidade de compra que a Cooperativa se encarregará de fazer as cotações e adquirir o produto sem custo adicional algum para o cliente. O representante da Yara Brasil Fertilizantes S/A, Mozart Cavalcante, também prestigiou a inauguração da sede da COASPLAN.

ThiagoQuiroz, diretor comercial da Coasplan Produtores prestigiaram o evento Sede da Coasplan em Bayeux Produtores e associados marcaram presença O presidente do Sistema OCBPB, André Pacelli esteve no evento O gerente de negócios Agro da Sicredi, Aurélio Pizano também prestigiou o evento O evento aconteceu em meio a um café da manhã para convidados José Inácio, presidente da Asplan Fernando Rabelo Filho, presidente da Coasplan Fernando Filho e José Inácio descerraram a placa de inauguração Dirgentes da Asplan e da Coasplan Celso Morais já fez sua primeira compra na Coasplan Clientes e cooperados prestigiaram a inauguração A sede da Coasplan fica em Bayeux Alguns dos itens comercializados pela Cooperativa

Coasplan recebe produtores e parceiros neste sábado para apresentar sua estrutura e formas de atuação no mercado do agronegócio

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Em operação desde a segunda quinzena de julho, com produtos para atender as linhas de cana-de-açúcar, de Hortifruti, de Pastagem, de Jardim, além de peças e máquinas agrícolas, a Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN), abre as portas de sua sede em Bayeux, no próximo sábado (15), para receber os produtores rurais, parceiros e integrantes da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). A ideia é apresentar a estrutura da Cooperativa e mostrar ao seu público alvo as vantagens de adquirir insumos e produtos nela. O evento, que seguirá os protocolos de cuidados em tempos de pandemia, acontece a partir das 8h, na sede da Coasplan, na Avenida Francisco Marques da Fonseca, 294, com um café da manhã.

O diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz, reforça que embora a Coasplan seja uma entidade ligada a Asplan, para adquirir os produtos da entidade não é preciso ser associado. “Temos herbicidas, fertilizantes e defensivos agrícolas e também um portfólio de produtos que inclui implementos e máquinas para todo o mercado agrícola, não apenas para os produtores de cana-de-açúcar”, destaca Thiago, lembrando que o público alvo é todo o mercado do agronegócio paraibano. Ainda segundo Thiago, essa ação do sábado servirá para mostrar como está a Cooperativa e como os produtores podem utilizar os serviços disponibilizados por ela.

A Cooperativa tem ainda uma Central de Compras, com um funcionário à disposição dos clientes para fazer a cotação de peças e equipamentos, incluindo EPI’s. Para acionar a Central, basta que o interessado ligue pelo número (083) 2177-0441 e diga qual é sua necessidade de compra que a Cooperativa se encarregará de fazer as cotações e adquirir o produto sem custo adicional algum para o cliente. “Esse é outro grande diferencial da Cooperativa que vai dar um importante suporte ao produtor na hora de comprar peças de reposição e outros itens ligados ao seu negócio”, destaca Thiago Queiroz.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, reitera que o grande objetivo da Coasplan é, primordialmente, baratear custos para os associados e facilitar o aceso dos produtores aos insumos e produtos do setor, permitindo que os investimentos necessários na produção sejam realizados com mais facilidade. “Como vamos comprar os produtos de forma cooperativada, teremos melhores condições de ter preços menores e mais atrativos”, ressalta José Inácio. O presidente da Coasplan é Fernando Rabelo Filho e o vice-presidente, Pedro Tavares Neto.

Produtores não devem entregar o CAR às usinas para garantir acesso aos CBios do RenovaBio orienta Asplan

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O repasse para os produtores da parte que lhes cabe dos Créditos de Descarbonização (CBios), do RenovaBio, ainda continua indefinido, mas, as usinas precisam ter acesso aos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), conforme manda a legislação, para atestar o perfil do uso correto da terra pelos produtores que é condição para a indústria estar apta a emitir os papéis correspondentes a cada lote de etanol negociado com as distribuidoras. Não entregando os dados para as indústrias, os canavieiros podem travar o novo programa nacional até que a parte que lhes cabe seja incluída nos CBios.

A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), entidade que junto com a Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), sairam na frente, convocando reuniões com seus associados para orientá-los a não entregar o CAR, pressionam para que os produtores tenham acesso aos créditos de carbono do Renovabio. “É uma reivindicação justa, inclusive, apoiada pela maioria dos dirigentes industriais, que também avaliam que os ganhos com os CBios devam ter a participação dos produtores que direcionam boa parte da matéria-prima processada pelas indústrias”, afirma o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, que também preside a União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida).

José Inácio lembra que o pleito dos produtores, incluindo também os de biodiesel, já vem desde as primeiras discussões nacionais do RenovaBio, mas com a implantação do programa em 2020 – e com algumas emissões de CBios já no mercado – a reivindicação não prosperou e os ganhos ainda estão restritos a cadeia industrial. “A produção de uma cana cada vez mais limpa no seu processo produtivo e sem resíduos fósseis, que é o que ajudará a precificar o valor dos CBios das usinas, não pode desconsiderar e deixar de fora quem produz no campo. Os produtores precisam também ter acesso aos ganhos do CBios”, reitera José Inácio.

Asplan inicia fiscalização da safra 2020/2021 nas usinas da Paraíba

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    O trabalho de fiscalização dos agentes tecnológicos contratados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), para acompanhar a avaliação da qualidade da matéria-prima entregue pelos produtores canavieiros, começou nesta segunda-feira (03), na Giasa, em Pedra de Fogo, e Japungu, em Santa Rita. Essas indústrias começaram suas moagens, respectivamente, nos dias 18 e 21 de julho. “A análise da matéria-prima usa a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado) e nos acompanhamos todo o processo, desde a pesagem até a análise no laboratório para que a remuneração paga pela cana seja fidedigna ao que está sendo entregue”, explica o diretor do Departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, setor responsável pela coordenação dos trabalhos em campo da fiscalização.

O acompanhamento da cana dos associados, reitera Neto Siqueira, vai permanecer durante toda a safra, diuturnamente, e enquanto houver fornecimento da matéria-prima para as oito unidades industriais paraibanas. Neto lembra ainda que além de fornecer cana para as indústrias do estado, outras unidades industriais fora da Paraíba também absorveram parte da produção paraibana, mas, em menor escala, porém nestas unidades a fiscalização da Asplan não atua.

            Das oito unidades industriais paraibanas, duas fabricam álcool e açúcar (São João e Monte Alegre), uma fabrica açúcar (Agroval) e cinco produzem só álcool (Tabu, Giasa, Japungu, Miriri e Dpadua). A Paraíba detém a terceira maior produção de cana-de-açúcar do Nordeste, uma vez que produz mais que o Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe, Maranhão e Piauí. Em produção, a Paraíba só fica atrás de Alagoas e Pernambuco, que são tradicionalmente os maiores produtores da região. O setor sucroalcooleiro paraibano gera cerca de 30 mil empregos diretos durante a entressafra e 40 mil em épocas de safra.  Atualmente, entre 50% e 60% da matéria-prima é oriunda de lavouras próprias ou arrendadas pelas indústrias, sendo o restante produzido pelos fornecedores ligados a Asplan que contabilizam 1.400 associados, entre pequenos, médios e grandes produtores.

Fiscais da Asplan em atividade durante a pesagem da cana na indústria A fiscalização foi iniciada hoje na Giasa e Japungu A fiscalização também inclui análises em laboratório

            O trabalho de fiscalização da Asplan conta com 18 gentes tecnológicos, sendo que 16 deles vão atuar nas usinas, um vai ser o coletor das amostras e outro ficará no laboratório fazendo as análises. Antes de irem a campo, todos os agentes receberam treinamento. Os novatos participaram de uma capacitação na sede da Asplan que durou uma semana e os fiscais veteranos apenas reviram os procedimentos.

Giasa e Japungu já iniciaram a moagem da Safra 2020/2021 na PB e trabalho de fiscalização da Asplan nas usinas começa segunda-feira

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Desde o último dia 18 de julho que a Giasa, uma das unidades sucroenergéticas da Paraíba, iniciou a moagem da safra 2020/2021. Em seguida, no dia 21, a Japungu também começou a processar a matéria-prima que dá origem tanto ao açúcar como ao Etanol. Na Paraíba, existem oito unidades industriais, sendo que duas fabricam álcool e açúcar (São João e Monte Alegre), uma fabrica açúcar (Agroval) e cinco produzem só álcool (Tabu, Giasa, Japungu, Miriri e Dpadua). A partir da próxima segunda-feira (03), os agentes tecnológicos contratados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) iniciam a fiscalização da matéria-prima dos fornecedores às indústrias processadoras.

A produção de cana-de-açúcar na Paraíba na safra anterior manteve a média das três últimas safras que foi algo em torno e 5 milhões de toneladas e a expectativa é que, mesmo com as intercorrências provocadas pela pandemia, os dados se mantenham similares na atual safra. “As chuvas que caíram na região e os investimentos em irrigação, fertilização e assistência técnica nos dão a expectativa de mantermos o nível de produção das safras anteriores muito embora, a Paraíba, a exemplo de outras regiões produtoras do Nordeste, venha registrando sensível queda em sua produção, haja vista que houve uma sensível redução da área plantada, contudo, em contrapartida mantemos a média de produção de anos anteriores”, afirma o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.

O presidente da Asplan lembra ainda que além de fornecer cana para as indústrias do estado, outras unidades industriais fora da Paraíba também absorveram parte da produção paraibana, mas, em menor escala. “A Olho D’água, em Camutanga (PE), a Baia Formosa, em Baia Formosa (RN) e a Cooperativa do Agronegócio dos Fornecedores de Cana de Açúcar (Coaf) – antiga usina Cruangi, em Timbaúba (PE) também recebem cana daqui”, reitera José Inácio.

A Paraíba detém a terceira maior produção de cana-de-açúcar do Nordeste, uma vez que produz mais que o Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe, Maranhão e Piauí. Em produção, a Paraíba só fica atrás de Alagoas e Pernambuco, que são tradicionalmente os maiores produtores da região. O setor sucroalcooleiro paraibano gera cerca de 30 mil empregos diretos durante a entressafra e 40 mil em épocas de safra. Atualmente, entre 50% e 60% da matéria-prima é oriunda de lavouras próprias ou arrendadas pelas indústrias, sendo o restante produzido pelos fornecedores ligados a Asplan que contabilizam 1.400 associados, entre pequenos, médios e grandes produtores.

Começa também na próxima segunda-feira (03), o serviço de fiscalização dos agentes tecnológicos da Asplan nas indústrias. Primeiro pela Japungu e Giasa e depois pelas demais indústrias quando elas iniciarem suas operações e os fornecedores de cana ligados a Associação começarem a destinar sua produção para as usinas. A expectativa é que isso aconteça já a partir da segunda quinzena de agosto. A principal missão dos agentes tecnológicos é avaliar a qualidade da matéria-prima entregue pelos fornecedores, utilizando a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado) para que a remuneração pela cana seja fidedigna ao que está sendo entregue.

Segundo o diretor do departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, no total, 18 fiscais contratados pela Associação vão desenvolver esse trabalho durante toda a safra, sendo que 16 deles atuarão nas usinas, um vai ser o coletor das amostras e outro ficará no laboratório fazendo as análises. As indústrias São João, Japungu, Miriri e Agroval ficam em Santa Rita, a Monte Alegre, em Mamanguape, a Dpadua, em Mataraca, a Giasa, em Pedra de Fogo e a Tabu, em Caaporã.

Fiscais da Asplan participam de treinamento para monitorar qualidade da cana nas usinas na safra 2020/21

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A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) encerrou, nesta segunda-feira (27), o treinamento dos novos agentes tecnológicos que irão atuar nas usinas do estado durante toda a safra 2020/2021. A capacitação, que incluiu aulas práticas e teóricas, foi conduzido pelo supervisor dos fiscais, Edvam Silva. Os fiscais vão acompanhar o processo de moagem de cana-de-açúcar nas usinas sucroalcooleiras existentes na Paraíba, entre o mês de agosto, quando inicia a safra, e janeiro ou fevereiro do próximo ano. Por causa do atual momento de pandemia, apenas os cinco fiscais novatos participaram do treinamento presencial, assim mesmo respeitando todas as regras de distanciamento, uso de máscaras e higienização das mãos antes, durante e depois dos encontros que aconteceram no mini auditório da Associação.

A principal missão dos agentes tecnológicos será avaliar a qualidade da matéria-prima entregue pelos fornecedores, utilizando a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado). “A precisão no trabalho dos fiscais, a partir de uma avaliação correta, assegura uma remuneração justa pela matéria-prima fornecida pelos nossos associados”, explica Edvam Silva. Ele lembrou ainda que para se ter essa correta avaliação da cana é fundamental o domínio de conhecimentos técnicos e específicos. “Por isso, esse treinamento é tão importante para quem vai atuar na fiscalização das indústrias”, enfatizou ele, lembrando que a análise da cana para efeito de avaliação da remuneração é bem complexa porque é cheia de detalhes técnicos que precisam ser observados.

A expectativa, segundo o diretor do departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, é que os fiscais comecem a acompanhar a safra nas indústrias, na medida em que a cana dos associados for sendo entregue, já no início de agosto, quando está previsto o início da moagem. No total, 18 fiscais vão desenvolver esse trabalho durante a safra, sendo 16 com atuação nas usinas, um que vai ser o coletor das amostras e outro que ficará no laboratório fazendo as análises.