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Asplan homenageia pessoas que eram ligadas ao universo canavieiro e que faleceram neste último final de semana

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Quem passar pela Rua Rodrigues de Aquino, no Centro da capital paraibana, a partir de hoje (18) e nos próximos dias e observar o prédio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), vai se deparar com as bandeiras do Brasil, da Paraíba e da entidade a meio mastro. A iniciativa tem o objetivo de reverenciar as famílias e a memória de três pessoas que faleceram neste último final de semana e eram ligadas ao universo canavieiro. “Essa foi a forma que encontramos de nos solidarizarmos com os parentes e homenagearmos a memória destas pessoas que partiram”, destaca o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.

As homenagens são direcionadas para o Sr. João Leôncio, produtor rural, pai do atual vereador, Tota Leôncio e da atual vice-prefeita, Lenilda, de Sapé, para o jovem Emanuel Moraes, filho dos associados da entidade, Luiz Moraes e Elaine Moraes e ainda para o Dr. Francisco de Assis Marques (Dr. Assis), uma referência para o setor que muito contribuiu com a Asplan e todo o segmento e era pai dos associados Adriano, Alexandre e Ricardo Marques.

“A morte é o destino final de cada um de nós, mas, mesmo sabendo que um dia partiremos, quando ela acontece a dor é inevitável, pois ela simboliza uma separação definitiva das pessoas que amamos. E neste último final de semana a família canavieira paraibana foi tocada de forma muito intensa por esse sentimento com a partida de João, Emanuel e de Dr. Francisco, de forma que nossa singela homenagem é também uma forma de nos solidarizarmos com o luto dos familiares deles”, reitera José Inácio.

Parceria da Asplan com Eco Ocelot vai possibilitar restauração da Mata Atlântica em propriedades rurais paraibanas

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Restaurar a flora e fauna de propriedades rurais dentro do bioma de Mata Atlântica proporcionando melhor qualidade de vida para as pessoas e um reequilíbrio desta floresta tropical em áreas de vários municípios paraibanos. Essa é a proposta da parceria firmada entre a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e a empresa Eco Ocelot que é representante na Paraíba da Organização Nacional Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. O projeto piloto já começou a ser executado em 25 hectares, de cinco propriedades, localizadas nos municípios de Mamanguape, Alhandra e Santa Rita.

De acordo com o Engenheiro Ambiental, Antônio Campos de Lacerda, que coordena o projeto na Paraíba há mais de 10 anos, os levantamentos nas áreas onde serão iniciados os trabalhos de restauração, em conjunto com a Asplan, foram feitos em outubro último, e agora a empresa está na fase de elaboração dos projetos executivos que deverão ser iniciados entre maio e julho de 2021. “Já estudamos as áreas e estamos montando os projetos de restauração destes ecossistemas para devolver não apenas as espécies animais, mas também a flora, fauna e recursos hídricos. Somos uma espécie de médicos da natureza. Já conhecemos nossos ‘pacientes’, estamos debatendo o diagnóstico (elaboração dos projetos) para, posteriormente, prescrevermos a ‘medicação necessária’ para cada um deles (propriedades)”, destaca o engenheiro ambiental.

O geógrafo Rogério Ferreira, da Eco Ocelot, lembra que esse trabalho de restauração traz benefícios não apenas para a natureza e o meio ambiente, como também para as pessoas. “Ao restaurar uma área de Mata Atlântica nós não apenas melhoramos a flora e fauna do local, mas, sobretudo a qualidade de vida de todo o ecossistema, porque a partir daí há mais regularidade de chuvas, melhor controle de pragas, diminuição de doenças, melhoria do ar que se respira, enfim, há uma série de ganhos com um trabalho deste que vai além da própria natureza recuperada, impactando diretamente na melhoria do ambiente da propriedade e da qualidade de vida das pessoas que também se beneficiam”, reitera ele.

Para o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, ao firmar uma parceria com esse objetivo a entidade reforça seu compromisso com o Meio Ambiente e melhoria da qualidade de vida das pessoas. “Preservar o meio ambiente é um ato importante não só para a humanidade, mas para todos os seres que habitam a Terra. Afinal, é nela que estão os recursos naturais necessários para a nossa sobrevivência, como água, alimentos e matérias-primas. Sem esses recursos, todas as formas de vida do planeta poderão acabar. E ao contribuir para preservar a Mata Atlântica, nosso principal bioma na região, com esse projeto estamos reforçando nosso compromisso com o Meio Ambiente, afinal, como produtores rurais também temos que ter essa responsabilidade com a natureza e essa é uma das formas que daremos nossa contribuição”, destaca José Inácio.

O dirigente da Asplan lembra que embora o projeto, atualmente, seja pioneiro em cinco propriedades, a idéia é expandir essa restauração de áreas de Mata Atlântica para todos os associados da entidade. “Já autorizei o pessoal da Eco Ocelot a fazer um projeto macro que possa contemplar todos os nossos mais de 1.500 associados”, afirma José Inácio. Segundo o representante da empresa, o projeto macro deve estar pronto em março do ano que vem.

Não queremos tirar nada de ninguém apenas receber a nossa parte de geração de créditos de Carbono diz presidente da Asplan

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A Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio, que instituiu o ativo de crédito de descarbonização (CBios) deixou de fora o mais importante elo desse processo que são os produtores, uma vez que é no campo que acontece a maior parte de captura de carbono. “Como um Programa que se propõe a estimular a baixa emissão de CO2 deixa de fora quem participa diretamente dessa ação, uma vez que é no processo produtivo que isso acontece em maior escala?”, questiona o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. Segundo ele, os produtores não querem tirar nada das indústrias, apenas receber o que lhes é de direito.

O dirigente canavieiro reitera que da forma como o Renovabio foi concebido só contemplou as indústrias deixando de fora quem, de fato, participa ativamente da redução da emissão de CO2, que é quem planta. “Não estamos pleiteando nada de ninguém, nem muito menos queremos tirar os dividendos das indústrias. Queremos o que é nosso por justiça e merecimento. Não é no processo industrial que se reduz a emissão de CO2, é em todo o processo produtivo no campo”, reforça José Inácio, lembrando que as indústrias que produzirem com 100% de sua matéria-prima não vão precisar dividir o CBios com ninguém.

Os ganhos financeiros com o CBios, de acordo com José Inácio, precisam ser divididos para toda a cadeira sucroenergética e não apenas com as indústrias como está acontecendo agora. “Já perdemos a parte que nos cabe desse mercado de crédito de carbono na safra passada, estamos perdendo nesta também e não é justo que isso continue acontecendo. O que pleiteamos é uma justa revisão no Programa do Renovabio para que os produtores também sejam incluídos nos ganhos e contemplados com a parte que lhes é correspondente”, afirma José Inácio.

Segundo o dirigente da Asplan, a esperança da classe recai sobre o Projeto de Lei (PL 3149), de autoria do deputado federal paraibano, Efraim Filho, que tramita na Câmara e que altera a Lei do RenovaBio e garante o acesso aos créditos de descarbonização (CBios) aos canavieiros do Brasil. “Esse PL tem o objetivo de corrigir uma injustiça contra os fornecedores independentes de cana na lei do RenovaBio e esperamos que ele seja aprovado o mais breve possível. Não é possível que os deputados não votem favoráveis a uma matéria que corrige uma distorção absurda dessa”, disse José Inácio, adiantando que caso isso não ocorra, a categoria irá entrar na Justiça para corrigir essa distorção.

Quem captura carbono é o produtor por isso o crédito do CBIOs não pode deixar de fora quem planta reitera webinar da Feplana

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A Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio, excluiu do acesso ao crédito de descarbonização (CBios ) os produtores da matéria-prima. Mas, essa exclusão é uma injustiça e uma aberração que deixa de fora, justamente, os maiores responsáveis pela captura de Carbono que são os que plantam no campo. Essa premissa foi reforçada e evidenciada nesta quarta-feira (09), durante a primeira webinar promovida pela Federação dos Plantadores de Cana do Brasil- Feplana. A palestra virtual contou com a participação do mentor do Renovabio e representante da Embrapa, Miguel Lacerda, com o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, com a representante do MAPA, Priscilla Maciel e ainda do deputado federal paraibano, Efraim Filho, autor do Projeto de Lei 3149, que altera a Lei do RenovaBio e garante o acesso aos créditos de descarbonização aos canavieiros do Brasil. O presidente da Feplana, Alexandre Lima mediou o evento.

Segundo a representante do MAPA, Priscilla Maciel, que fez a apresentação do Selo PROAR, que cria uma nova cultura de gestão da propriedade rural, a certificação da cana, através da rastreabilidade de toda a produção, é um passo fundamental para inserção dos produtores nesse mercado de CBIOs e a inclusão do setor produtivo numa agenda de sustentabilidade. “Essa injustiça cometida contra os produtores de cana, tirando-os da participação neste mercado de Crédito de Carbono, precisa ser revista e o primeiro passo é essa certificação”, reforçou ela, lembrando que, posteriormente, vai se criar um mercado de crédito de carbono voluntário, que agregará ainda mais valor a cana rastreada. Priscilla também fez a demonstração de como utilizar a plataforma do selo PROAR e reforçou que a proposta de inclusão dos produtores no acesso ao CBios não “entra em rota de colisão com os usineiros, mas, em rota de coalizão”.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, lembrou que é preciso rever essa injustiça com os produtores o quanto antes e disse que se a inserção dos produtores no mercado de CBios não acontecer, ele pretende judicializar essa questão. “O Renovabio é um programa audacioso, mas, por enquanto só beneficia as indústrias, deixando de fora a gente que planta. Isso não é correto e precisa ser revisto o quanto antes. Já perdemos essa safra sem receber nada e não pretendemos perder a próxima”, disse José Inácio, adiantando que tem esperanças que o PL do deputado Efraim consiga reverter essa situação porque, segundo ele, caso contrário, ele vai judicializar. José Inácio disse ainda que é importante ver como dar celeridade a apreciação do PL no Congresso. “A pandemia atrapalhou também, mas é preciso que a gente faça pressão em Brasília para que as coisas andem de forma mais rápida”, disse ele.

Na opinião de Miguel Lacerda, o setor produtivo merece ser inserido nesse processo e ter direito a participar do mercado de CBios, mas ele acha que muito mais eficaz que votar o PL do deputado Efraim, seria mudar a regulação da ANP. “Penso que uma regulação e uma revisão no RenovaCalc iria ajustar a inserção dos produtores no mercado de CBios, sem necessariamente precisar de um PL para regulamentar essa questão”, disse ele.

Já o deputado Efraim Filho, que participou do finalzinho do Webinar em função de estar em uma reunião no mesmo horário, reforçou que o papel dele neste processo foi o de capitanear essa ação de transformação e mudança que beneficia também o produtor através da proposição de um PL que corrigisse essa distorção, mas que são os produtores que vivem o dia a dia no campo, que têm o conhecimento do que é importante para o setor que irão consolidar essa ação e dar embasamentos para que o mercado se readeque para reverter essa injustiça com a classe produtiva. “O PL ainda passará por comissões da Casa antes de ser apreciado em plenário e nesse processo a participação e acompanhamento dos líderes do setor serão fundamentais para que a gente consiga corrigir esse vazio que foi deixar de fora do CBios quem planta”, destacou o parlamentar.

O presidente da Feplana, Alexandre Lima, disse que embora boa parte dos industriais não queiram pagar o CBios aos fornecedores de cana, essa é uma luta legítima e que será encampada com muita energia e disposição. “Não é justo que na hora de somar nós sejamos parceiros, mas na hora de dividir essa parceria não exista. Nós sabemos que é um direito nosso participar deste mercado e vamos conseguir porque fazemos parte desta cadeia produtiva, inclusive, sendo os responsáveis pela maior parte de captura de carbono, já que é no processo produtivo que isso acontece em maior escala. Portanto, não vamos desistir de ter o que é nosso por direito”, disse ele, agradecendo a participação dos palestrantes e das pessoas que acompanharam a primeira webinar da Feplana.

Feplana promove palestra remota para orientar fornecedores de cana a se prepararem para ter acesso ao CBIOs

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Fruto da Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio, o crédito de descarbonização (CBios) é um ativo emitido por produtores e importadores de combustíveis e licenciado através de instituições financeiras. Cada crédito representa uma tonelada de CO2 que se evitou de jogar na atmosfera. Esse mercado de CBIO é uma novidade também pleiteada por fornecedores de cana-de-açúcar que, inicialmente ficaram de fora dessa negociação. Para entender um pouco mais e saber como se preparar para participar e ter lucros com esse ativo, a Federação dos Plantadores de Cana do Brasil- Feplana vai realizar, nesta terça-feira (08), um webinar, às 17h. O acesso a palestra cujo tema é “Selo PROAR 2030 today – Participação dos fornecedores de cana no Renovabio/CBios:Como se preparar”, será feito pelo link HTTPS://bit.ly/3mtJp60.

O webinar é qualquer conferência, reunião, palestra ou seminário realizado pela internet, geralmente, realizados em tempo real para os espectadores, através de transmissões de vídeo e áudio em plataformas específicas de comunicação. No caso da webinar da Feplana, explica o presidente da entidade, Alexandre Lima, que será um dos palestrantes do evento, ele será ao vivo. “Vamos orientar os fornecedores de cana sobre como se preparar para participar desse mercado de CBios que é bastante promissor, tanto do ponto de vista de redução das emissões no meio ambiente, como de ganhos financeiros para toda a cadeira sucroenergética”, afirma Alexandre.

Além do dirigente canavieiro, também participarão do webinar, Priscilla Maciel, da Comissão de Baixa Emissão de Carbono do MAPA e ainda o deputado federal pela Paraíba, Efraim Filho (DEM), que é autor de um Projeto de Lei (PL 3149) que altera a Lei do RenovaBio e garante créditos de descarbonização (CBios) aos canavieiros do Brasil. O PL, segundo o parlamentar, tem o objetivo de corrigir uma injustiça contra os fornecedores independentes de cana na lei do RenovaBio. “Embora o setor seja responsável por 30% da matéria-prima do etanol e do açúcar produzidos pelas usinas do país, a lei não incluiu os canavieiros e nem produtores de milho e de soja no direito ao recebimento de créditos (CBios), a serem pagos pela produção do biocombustível. O PL acaba com tal exclusão, como esses setores também passam a dividir com as usinas os custos operacionais exigidos pelo mercado de CBios. O projeto também cria regulamentações para garantir aos agricultores a co-participação e recebimento proporcional dos créditos correspondentes à produção de etanol da unidade onde a matéria-prima foi fornecida”, explica Efraim Filho.

Para o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba, (Asplan), José Inácio de Morais, o webinar será muito importante, porque vai dar orientações fundamentais para que os produtores possam ser inseridos no CBios. “Os produtores já estão se mexendo para ter acesso aos créditos de descarbonização. Aqui na Paraíba, por exemplo, já criamos o selo PROAR, estamos cadastrando nossos associados e em breve estaremos também inseridos nesse mercado de CBios, agregando ainda mais valor e tendo mais lucros com a produção canavieira”, reforçou José Inácio, convidando os plantadores de cana da Paraíba a assistirem a palestra remota da Feplana.

Departamento Social da Asplan ultrapassa três mil atendimentos mesmo num ano atípico como 2020

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A pandemia mudou rotinas e procedimentos, obrigou as empresas e entidades a se adaptarem a uma nova realidade para proteção de todos contra o coronavírus, e na Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) não foi diferente. No início da pandemia e até julho todos trabalharam em regime de home Office, depois de forma presencial, mas com rodízio de pessoal e, desde julho, as atividades voltaram ao normal na entidade, respeitando todas as regras de segurança e proteção. E mesmo num ano atípico, um levantamento realizado pelo setor administrativo da Associação mostra que o número de atendimentos do Departamento de Assistência Social (médico, enfermagem, exames laboratoriais e odontológico) da entidade, de janeiro até outubro, ultrapassou a marca dos três mil atendimentos.

O relatório dos primeiros dez meses contabiliza um total de 3.445 ações, sendo 2.182 atendimentos clínico/ocupacional, 44 atividades de enfermagem, 467 exames laboratoriais, enquanto que no setor odontológico esse número chegou a 752 serviços prestados aos associados e seus dependentes. Os serviços médicos oferecidos são realizados pelo médico do trabalho, Dr. Tarcísio Campos, no ambulatório da entidade ou nas propriedades dos associados, mediante agendamento prévio. Já os serviços de odontologia estão disponíveis com a dentista Wilma Lira Dantas da Costa, que atende em um moderno consultório instalado no primeiro andar do prédio sede da Asplan, localizado no Centro de João Pessoa. O serviço de Odontologia e Medicina do Trabalho estava disponível de segunda à quinta-feira, das 7h às 13h, até o final de novembro. “Com essa nova onda de contágio, a direção achou prudente suspender temporariamente os atendimentos diários, mas manter a dentista de sobre aviso para atender casos de urgência e também o nosso médico do Trabalho”, explica a gerente administrativa da entidade, Kiony Vieira.

Dos atendimentos do setor médico, entre janeiro e outubro deste ano, a maior parte foi no campo, com um total de 1.982 procedimentos realizados nas fazendas dos associados e outros 76 casos atendidos no ambulatório da Associação. Associados, cônjuges e filhos, além de funcionários têm direito aos serviços e procedimentos disponibilizados pelo Setor Social da entidade sem ter que pagar pelos serviços. “A contribuição dos Associados assegura que nossa entidade se mantenha e ainda disponibilize uma série de vantagens para produtores e ainda para seus funcionários e familiares”, reforça Kiony, lembrando que os produtores dispõem ainda de assessoria jurídica, financeira, de Segurança do Trabalho, e de comunicação, além de ter planos diferenciados de telefonia e de seguro saúde.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, lembra que esses serviços refletem a organização da Asplan e à própria política de relacionamento da entidade com seus associados. “Temos uma excelente estrutura de atendimento, contamos com profissionais competentes e dedicados. Vale salientar que o nosso foco é atender, cada vez melhor, os produtores de cana da Paraíba não apenas nesta demanda social, mas, em todas as outras áreas que ele precisar”, destaca José Inácio, lembrando que os dados de prestação de serviços do Departamento Social, mesmo num ano atípico como 2020, reforçam o compromisso da Asplan com todos que integram o mundo canavieiro paraibano.

Departamento Administrativo da Asplan interage com todas as ações e setores da entidade

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Uma entidade sexagenária, mas que se atualiza cotidianamente e é referência no setor canavieiro. Assim é a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). Formada por cerca de 1.500 pequenos, médios e grandes fornecedores, a Asplan tem vários departamentos, dá um suporte em vários aspectos aos associados, inclusive com alguns serviços extensivos aos familiares deles e ainda aos funcionários nas fazendas e propriedades, mantém um Estação Experimental, em Camaratuba, tem uma sede própria, no Centro da capital paraibana, que simboliza bem a resistência e fortaleza do homem canavieiro, e tem um departamento que se destaca em relação aos outros, justamente, por interagir com todos os demais: o Administrativo.

Responsável por todas as compras, contratos, Recursos Humanos, pela manutenção do prédio, pelos aluguéis (de espaços próprios e de imóveis e salas alugadas), por todas as questões financeiras, de organização de eventos, pelas ações sociais, pela administração dos planos de Saúde e de Telefonia, e ainda pela organização e manutenção do prédio sede (condomínio), o setor Administrativo tem uma equipe enxuta, mas, bastante pró-ativa. São seis colaboradores, incluindo a gerente do setor, Kiony Vieira, mais dois menores aprendizes e mais seis funcionários do condomínio.

“Não é tarefa fácil dar conta de tantas atribuições e ainda interagir com todos os demais departamentos, mas, nossa equipe é pequena somente no quantitativo, porém, é gigante na capacidade de produção e respostas às nossas demandas e atividades”, afirma Kiony, que está à frente da equipe há mais de duas décadas.

Para o presidente da Asplan, José Inácio, contar com uma equipe tão competente e compromissada é um privilégio de poucas empresas e entidades. “Costumo dizer que as pessoas é quem fazem uma entidade. E temos muita sorte de contar, não apenas no setor Administrativo, mas em todos os departamentos da Asplan, com profissionais competentes, que abraçam a causa canavieira com amor e que sobretudo se doam a essa entidade, desde o presidente ao mais simples porteiro. O sucesso, equilíbrio e solidez da Asplan vem muito dessa união e dedicação de sua equipe e pela visão de trabalho que temos no cuidar do que é nosso”, reitera José Inácio.

Mesmo na pandemia, o setor Administrativo não sofreu interrupção de serviços. Trabalhou em regime de Home Office, de março a julho, por causa da pandemia e desde início de agosto, de forma presencial, inicialmente com revezamento de pessoal e mais recentemente atendendo normalmente, das 7h às 13h, de segunda a sexta-feira. “Somos o começo, meio e fim dos processos da entidade. Isso exige de nós uma capacidade de respostas muito grande, mas, em contrapartida, nos dá um imenso prazer em saber que ajudamos a Asplan a ser o que ela é”, finaliza Kiony.

Asplan convoca seus associados para atualização cadastral que vai possibilitar habilitar fornecedor de cana a receber créditos do CBIOS

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Depois de lançar o Selo Pro-AR/2030, que vai ampliar a atuação sócio-ambiental dos produtores canavieiros paraibanos e instituir uma certificação para a matéria-prima produzida pelos seus associados, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) agora parte para ampliar as possibilidades de ganho dos produtores habilitando-os para receberem Créditos de Descarbonização (CBIOs). Para tanto, a entidade está convocando os cerca de 1.500 associados a atualizarem seus cadastros, inclusive com dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

A certificação da matéria-prima, que se dará através de mecanismos de controle de qualidade de produção, desde a plantação até a entrega da matéria-prima às indústrias explica o presidente da Asplan, José Inácio, se dará através do convênio com a Associação Centro Interdisciplinar de Pesquisa em Educação e Direito – CIPED, entidade que ficará responsável por executar o SELO Pro-Ar e conduzir os trabalhos de certificação, mas o cadastro, será feito na sede da entidade, em João Pessoa, das 7h às 13h, de segunda a sexta-feira. “O departamento Técnico será o responsável pela coleta e realização da atualização cadastral e quanto mais cedo o fornecedor atualizar seus dados, mais cedo ele estará apto a receber os créditos do CBIOs”, destaca José Inácio.

O presidente da Asplan lembra que o acesso aos créditos do CBIOs é uma justa reivindicação dos produtores e que será possível com a certificação da cana produzida por eles. “Não é justo o produtor ficar fora. É preciso ampliar os ganhos de quem produz para além da ATR, pois a cana tem um valor agregado que extrapola, e muito, o açúcar que ela possui”, reitera José Inácio, lembrando que depois do Selo e da certificação da matéria-prima, a atualização cadastral do fornecedor é o último passo para torná-lo apto a receber os CBIOs.

Como proceder para atualização cadastral

Para atualizar seu cadastro, o fornecedor de cana associado precisa levar seus documentos pessoais (Identidade, CPF, certidão de casamento, comprovante de residência) e os documentos da propriedade, a exemplo da escritura, do contrato de arrendamento se for o caso, o CAR e se tiver frota própria de veículos levar a documentação ou placa dos mesmos. “Basta o associado trazer essa documentação para atualizarmos o cadastro dele. Não vamos estabelecer prazo para que isso ocorra, porque quanto mais cedo o associado atualizar seus dados, mais cedo ele passa a estar apto a receber o CBIOs, então como é interesse de todos, estaremos à disposição no tempo em que o associado achar mais conveniente”, afirma o diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, reforçando que o atendimento se dará no horário das 7h às 13h, de segunda a sexta-feira, no primeiro andar do prédio sede, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, Centro.

A 27ª edição do Concurso Mundial de Destilados de Bruxelas premia cachaça paraibana Baraúna com três medalhas de Ouro

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O universo dos destilados tem um concurso mundial que premia, em várias categorias, a cachaça, uísque, conhaque, aguardente, rum, vodca, gin, entre outras bebidas destiladas que são avaliadas e classificadas por um grupo de especialistas de renome internacional e a 27ª edição do Concurso Mundial de Bruxelas, realizado nos dias 30 e 31 de outubro e 1º de novembro de 2020, premiou a cachaça Baraúna com três medalhas de Ouro. Produzida no Engenho Baraúna, localizado no município de Alhandra, no litoral sul paraibano, a cachaça arrebatou os prêmios com os produtos Baraúna Carvalho Premium, Baraúna Tradicional (Branca) e Baraúna Umburana. A edição 2020 teve a participação de um total de 1.400 destilados, de 54 países que competiram para ganhar uma medalha de Prata, Ouro ou Grande Ouro. A premiação do concurso deste ano foi feito de forma online, em função da pandemia, mas a degustação dos produtos concorrentes foi feita pelos especialistas, em Bruxelas.

O sócio fundador do Engenho Baraúna, José Rodrigues, recebeu com muita alegria mais essa premiação. “É uma honra representar a Paraíba, o Nordeste e meu país num concurso de destilados do nível deste de Bruxelas e conquistar medalhas de Ouro com os nossos produtos. Esse prêmio simboliza o desafio de produzir cachaça de qualidade com muita responsabilidade, zelo, competência e amor”, disse José Rodrigues.

Para o sócio diretor da Baraúna, Alexandre Amorim, o reconhecimento dos produtos são um forte indicativo da excelência de produção e da qualidade da Baraúna. “Os prêmios nacional e internacional que recebemos esse ano é uma prova que estamos no caminho certo, fazendo um produto de qualidade, com preço acessível”, disse Alexandre, que herdou de seu bisavô e pai o gosto pelas coisas do mundo canavieiro. Além do concurso de Bruxelas, a Baraúna também teve um reconhecimento nacional de especialistas no Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil, realizado em outubro último, quando ganhou duas medalhas, uma de Ouro, com a Baraúna Carvalho Premium, e outra de Prata, com a Baraúna Umburana. Além da Baraúna, outras três cachaças paraibanas também foram premiadas neste concurso nacional (Engenho Nobre, Engenho Gregório e Pai Vovó).

Relativamente nova no mercado de destilados, já que a Baraúna só começou sua produção em 2013, com a Baraúna Tradicional (Branca), a marca veio para se firmar como uma das mais bem feitas do mercado, com aroma, sabor e gosto diferenciado. A Baraúna Umburana só começou sua produção em 2018, enquanto que a Baraúna Carvalho Premium, entrou no mercado apenas 2019. Alexandre explica que a Baraúna Carvalho Premium fica quatro anos envelhecendo em barris de carvalho americano e Francês, enquanto as outras duas cachaças de sua produção precisam de um ano para serem engarrafadas e comercializadas. “É um processo demorado, que tem um tempo adequado para cada produto”, reforça ele.

A Baraúna pode ser facilmente encontrada em pontos comerciais da região metropolitana de João Pessoa e em algumas cidades do interior do Estado. “Começamos há pouco tempo, há seis anos apenas, e estamos melhorando essa logística de vendas aos poucos. O importante é colocar no mercado um bom produto. Não queremos quantidade, mas, sobretudo qualidade”, destaca ele, lembrando que sua cachaça é produzida a partir das melhores canas e leveduras selecionadas por exame de DNA e possui baixa acidez e degustação suave. Sobre o exame de DNA, Alexandre explica que isso se deu graças a uma parceria com a Destilaria Japungu, detentora desta tecnologia, e a UFPE e que esse estudo é utilizado por ele para melhorar a fermentação de seus produtos.

O presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, fala da satisfação de ver um produto genuinamente paraibano ser premiado internacionalmente e destaca a qualidade da cachaça paraibana. “A cachaça é uma bebida que possui complexidade, frescor e características especiais. Ela é bem diferente de outros destilados e fabricar cachaça de qualidade é uma arte e nós, da Paraíba, somos privilegiados neste aspecto porque temos aqui a produção de excelentes cachaças, entre elas, a Baraúna, que com esses prêmios conquistados agora passa a ocupar lugar de destaque internacionalmente também”, disse José Inácio.

Sobre o concurso internacional

O Concurso Mundial de Bruxelas, mundialmente conhecido como Spirits Selection by Concours Mondial de Bruxelles (CMB), é o maior evento voltado para avaliação e premiação de destilados do mundo inteiro. A excelente reputação de seu processo de seleção é um dos principais componentes do sucesso da competição. São rigorosamente escolhidos para a competição juízes conceituados e renomados por sua capacidade de avaliar bebidas alcoólicas. Na seleção e competição de destilados participaram 60 juízes profissionais que provaram e avaliaram até 35 bebidas alcoólicas por dia. A Seleção de destilados pela CMB é a única competição itinerante no mundo e única que realiza análises laboratoriais pós-evento nos destilados vencedores de medalhas.

Realizado há 20 anos, o concurso, que é sediado em diferentes países a cada edição, é levado muito a sério e cada vez mais produtores de destilados do mundo inteiro querem ganhar nas categorias, já que um selo de premiação no Spirits Selection pode representar um aumento de 30% nas vendas. O que torna a premiação ainda mais almejada e competitiva está na regra que apenas 30% dos participantes levam medalhas entre Ouro, Prata e Grand Ouro – o que quer dizer se 100 produtos forem inscritos, somente 30 ganharão.

As cachaças premiadas com Medalhas de Ouro na edição 2020 foram:

Aguardente Borghezan Tajuva 4 Months

Valdemir Debiasi Borghezan

Cachaça Barauna Carvalho Premium

Cachaça Barauna Tradicional

Cachaça Barauna Umburana

Engenho Barauna Ltda. Me

Cachaça Bylaardt Premium 5 Years

Ind. e Com. De Aguardente Bylaardt Ltda.

Cachaça Cafundó da Serra Ouro French Oak 2 Years

Coop. Familiar Agroindustrial Sul Catarinense Cafundó Da Serra

Cachaça Catarina Única

Destilaria Vitória

Cachaça Córrego Novo Amburana

Cachaça Córrego Novo Prata

Agrimar Agro Indústria e Comércio Ltda.

Cachaça de La Vega Premium

De La Veja Indústria de Bebidas Ltda.

Cachaça Extra Premium

Destilaria Rech

Cachaça Guaraciaba jequitibá

Aguardente Guaraciaba Ltda

Cachaça Pátria Amada Carvalho e Cumarú

Cachaça Pátria Amada Ouro

Quefan Agroindústria e Comércio Ltda-Me

Cachaça Seleta Seleta & Boazinha

Indústria e Comércio Importação e Exportação Ltda.

Cachaça Sóbria Clássica 2019

Cachaça Sóbria

Cachaça Vanalli Envelhecida 10 anos

Cachaça Vanalli

Cachaça Vanderley Azevedo Prata 2018

Cachaça Vanderley Azevedo Premium

Vanderey Azevedo

Moendão Premium Blend

Cachacaria Moendão Ltda

Pé Na Areia Cachaça Prata 40°

Alquimia Companhia Industrial e Comércio de Bebidas Ltda

Pinoco’s Premium French Oak 2 Years

Pinoco’s Cana Ltda

Fonte: site da cachaça- https://www.sitedacachaca.com.br/concurso-mundial-de-bruxelas/

A Baraúna já tinha ganho dois prêmios nacionais esse ano

ASPLAN realiza ação social com crianças carentes de comunidade de Mamanguape

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Além de ser uma referência para os produtores canavieiros, a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (ASPLAN), que atua em defesa da categoria há mais de 60 anos, também é uma entidade socialmente responsável, que desenvolve ações em prol da comunidade e da sociedade. No último dia 30, mais uma ação social foi realizada com esse objetivo, quando colaboradores da Estação de Camaratuba, onde funciona a produção de insumos biológicos da Associação, promoveram uma tarde de brincadeiras e diversão com crianças carentes da comunidade Rua Nova, localizada no município de Mamanguape.

Foi uma tarde de muitas brincadeiras e diversão, que teve ainda a distribuição de kits de higiene e de lanches e guloseimas. “Esse evento foi importante para as crianças que se divertiram bastante e também aprenderam um pouco sobre a produção de insumos biológicos da Estação e a importância deles para o meio ambiente. Desde cedo precisamos formar a consciência ecológica na geração futura”, destaca o biólogo da Estação, Roberto Balbino, que também participou das atividades junto com seus colegas de trabalho.

“As crianças são o futuro de toda nação, devemos pensar e contribuir de alguma forma para um país melhor, mais humano e mais justo, além de ensinarmos boas lições, que com certeza ficaram marcadas e eles levarão para o resto da vida. Além disso tivemos o cuidado de entregarmos os kit’s de higiene, que são importantes em qualquer ocasião, ainda mais agora no momento que estamos vivendo”, reforça o coordenador da ASPLAN Luís Augusto.

Recentemente, por causa da pandemia do COVID-19, a ASPLAN, também dentro deste escopo de trabalho social, distribui álcool etílico à 70% para várias entidades públicas e privadas da capital paraibana. “Entendemos que se cada um fizer a sua parte, a sociedade caminhará de forma mais equilibrada. E a ASPLAN sempre teve esse cuidado, não apenas com seus associados, mas, com a sociedade de um modo geral, não à toa existimos há mais de 60 anos”, finaliza o presidente da ASPLAN, José Inácio de Morais.