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CNA e Feplana realizam reunião e visita técnica às unidades da COAF e Agrocan em Pernambuco

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A Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana) e a Comissão Nacional de Cana-de-Açúcar da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) vão realizar visitas técnicas às unidades industriais das Cooperativas do Agronegócio dos Fornecedores de Cana (COAF) e do Agronegócio de Cana-de-Açúcar (Agrocan), nos próximos das 14 e 15 de dezembro. As unidades que envolvem dois mil produtores, que empregam cinco mil pessoas, vão moer 1,2 milhões de toneladas de cana de fornecedores cooperativados, gerando um valor bruto de         R$ 180 milhões na atual safra.

            O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que vai participar do evento junto com o diretor da Associação, Pedro Neto, destaca a importância da ação cooperativada. “Não à toa, a união faz a força, e isso fica contextualizado no sucesso destas duas iniciativas que contribuem para fortalecer o fornecedor, através de um trabalho conjunto, e melhorar sua renda”, destaca José Inácio.

            Além das visitas técnicas, a primeira no dia 14, à unidade industrial da Agrocan, localizada no município de Joaquim Nabuco, e no dia seguinte, a COAF, que fica no município de Timbaúba, a programação ainda inclui a reunião da Comissão de Cana da CNA, no dia 14, a partir das 8h, na sede da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe).

            “A expectativa é que após essas visitas, a gente possa ter uma visão mais completa da realidade dessas experiências sobre organização produtiva e quem sabe trazer para a Paraíba algo semelhante”, finaliza José Inácio.

Apoio dos três senadores paraibanos ao PL que cria o Renovabio é recebido com entusiasmo pelo setor canavieiro da Paraíba

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O apoio dos três senadores paraibanos a tramitação especial e aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 160/2017, que cria a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), foi recebido com entusiasmo pelo presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. Os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB), José Maranhão (PMDB) e Raimundo Lira (PMDB) defendem que o PL seja apreciado no Senado em caráter de urgência, tanto que assinaram, essa semana, um requerimento neste sentido.

            “O RenovaBio tornará o Brasil protagonista na produção de energia de baixo carbono, gerando empregos e sendo exemplo para o mundo, além de ser um importante salto para o setor sucroenergético nacional e o apoio dos deputados e agora dos senadores, especialmente da bancada paraibana, muito nos alegra, porque isso é um aceno de que eles entenderam a importância desta matéria para o futuro e desenvolvimento do país”, argumenta o presidente da Asplan.

            Na última terça-feira (05), representantes da indústria e da produção do biodiesel se reuniram com o presidente do Senado, Eunício Oliveira, e defenderam a aprovação da matéria, aprovada pela Câmara, no final de novembro, o quanto antes. Antes de ser aprovado pela Câmara, o texto passou por consulta pública e foi articulado com os ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente. O RenovaBio é uma política de Estado que pretende reconhecer o papel estratégico de todos os tipos de biocombustíveis na matriz de energia nacional, tanto para a segurança energética quanto para redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.

Fonte: Com informações da Agência Senado

Produtores canavieiros estão na expectativa da aprovação de PL que permite a aquisição de arma de fogo por moradores de áreas rurais

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A aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, neta quarta-feira (29), do Projeto de Lei que altera o Estatuto de Desarmamento e permite a aquisição de arma de fogo por moradores de áreas rurais e mais um passo rumo a uma justa reivindicação dos produtores rurais brasileiros, que enfrentam o aumento dos índices de assaltos e furtos no campo sem poderem, ao menos, portar uma arma para se proteger dos bandidos. Caso não haja recurso para votação do PL pelo plenário, o projeto, de autoria do senador Wilder Morais (PP-GO), será enviado diretamente à Câmara, antes de ser remetido para sanção presidencial. A proposta modifica o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003) e autoriza apenas a posse e não o porte da arma, ou seja, a arma tem que ficar na propriedade.

A proposição impõe algumas condições para os residentes na zona rural conquistarem o direito de porte e uso de arma. Além de serem maiores de 21 anos, os interessados precisarão apresentar documento de identificação pessoal, comprovante de moradia e atestado de bons antecedentes. Essas três exigências já são feitas para quem mora na zona rural e atua como caçador para prover a subsistência de sua família. Mas, nesse caso, o Estatuto do Desarmamento estipula a idade mínima de 25 anos para o caçador de subsistência ter o porte de arma concedido pela Polícia Federal.

“É mais do que justo que um cidadão de bem, que mora ou tem uma propriedade rural possa portar uma arma neste local para se defender, já que devido à localização na zona rural e portanto longe de postos policiais, o produtor fica à mercê da própria sorte e hoje nem se defender pode porque o bandido sabe que ele está desarmado ou se estiver armado está cometendo uma ilegalidade”, destaca o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.

Produtores canavieiros da Paraíba comemoram aprovação do Renovabio na Câmara

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A notícia da aprovação pela Câmara, nesta terça-feira (28), do projeto de lei que cria a Política Nacional de Biocombustíveis, chamada de RenovaBio, foi recebida com muito entusiasmo pelos produtores de cana-de-açúcar da Paraíba. O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, comemorou a aprovação da matéria. Para ele, esse é um primeiro passo muito importante rumo a um futuro mais sustentável no Brasil. Aprovada de forma simbólica pelos deputados, após a rejeição de emendas que previam a alteração do texto, a matéria segue agora para o Senado.

O presidente da Asplan lembra que o RenovaBio é a grande esperança do setor sucroenergético nacional porque estimulará o aumento da produção de biocombustíveis no Brasil, a fim de que o país cumpra os compromissos assumidos no Acordo de Paris que prevê a redução gradativa das emissões de gases de efeito estufa. “Esse projeto cria metas anuais dos distribuidores de combustíveis, com a definição de percentuais obrigatórios de biodiesel que deverão ser adicionados gradativamente ao óleo diesel, e de etanol anidro que será acrescentado na produção de gasolina entre 2022 e 2030”, destaca José Inácio.

“O Renovabio vai estimular uma maior produção dos combustíveis renováveis e limpos, melhorando toda a cadeia produtiva”, reitera José Inácio, lembrando que o RenovaBio é uma política de incentivo aos biocombustíveis e à sustentabilidade do Brasil.

Câmara aprova urgência em PL que institui o Renovabio

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O projeto de lei que institui o Programa RenovaBio, anunciado como um novo marco legal dos biocombustíveis no país, vai tramitar em caráter de urgência na Câmara dos Deputados. A decisão, por ampla maioria dos parlamentares, aconteceu durante sessão desta quarta-feira (22), e foi recebida com alegria pelo setor produtivo de cana-de-açúcar. Com a urgência, o PL não precisa passar pelas comissões da Casa e pode ir direto para votação em plenário, ainda este ano.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, comemorou a decisão dos deputados. “Esse é um projeto importante que busca substituir combustíveis fósseis, poluentes e não renováveis, por combustíveis produzidos aqui no Brasil que sejam renováveis e limpos. Sem dúvida o Renovabio é importante para o meio ambiente, mas, é sobretudo fundamental para as famílias brasileiras porque ele será um grande gerador de emprego e renda, tanto no campo como nas cidades brasileiras”, destaca José Inácio.

Setor canavieiro paraibano comemora aprovação de projeto que permite o porte de arma de fogo para quem trabalha ou mora no campo

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         “Enquanto o cidadão de bem está em sua casa ou no seu trabalho desarmado, sem poder se defender, os bandidos estão armados e agem sem medo de represálias. Tenho certeza de que quando os produtores rurais puderem portar armas de fogo, os índices de assaltos nas propriedades rurais vão diminuir drasticamente, de forma que estamos torcendo para que esse projeto seja logo apreciado pelos deputados, votado e seja sancionado pelo presidente Temer o quanto antes”, destacou o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente se referia a aprovação do projeto que permite porte de arma de fogo para quem trabalhar ou morar na área rural.

            O projeto que foi aprovado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara, na semana passada, seguirá agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Em seguida, caberá ao plenário decidir sobre o assunto. De acordo com a proposta, o proprietário rural ou trabalhador rural maior de 21 anos poderá ter porte de arma de fogo, desde que o solicitante do porte apresente comprovante de residência ou trabalho na área rural e nada consta criminal, além de demonstrar habilidade no manejo da arma. A licença para o porte rural de arma de fogo terá validade de 10 anos e o uso da arma é restrito aos limites da propriedade rural. O projeto não especifica quais armas serão permitidas.

O autor do projeto, Afonso Hamm (PP-RS), afirma que a aprovação do projeto é uma demanda antiga do meio rural, que sofre com a “criminalidade que migrou para o interior”. De fato, segundo o presidente da Asplan, há uma insegurança muito grande no país inteiro, sendo a intranquilidade na área rural ainda maior. “No campo não há instrumentos de proteção próximos, daí ser de fundamental importância que, pelo menos, seja permitido ao produtor se proteger e a sua família e o porte legal de arma é um instrumento fundamental neste sentido”, finaliza José Inácio.

Audiência com o ministro da Agricultura anima setor canavieiro

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  “Foi uma reunião produtiva, onde nós colocamos questões importantes para o setor canavieiro e tivemos uma boa receptividade do ministro. Não saímos da audiência com os problemas resolvidos e nem tínhamos essa ilusão, porque sabemos da complexidade que existe no setor público, mas, ganhamos acenos importantes e o indicativo de que o governo está disposto a colaborar com as demandas do setor”, afirmou o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. Ele se referia a audiência com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, ocorrida nesta quinta-feira (09), em Brasília.

            Entre as questões colocadas como desafios do setor, que precisam da intermediação ou ajuda do governo para serem resolvidos, destacam-se a questão do baixo preço da cana que, nos atuais valores praticados não remunera o produtor e sequer cobre os custos de produção, além de não contabilizar outros insumos da cana, a exemplo da co-geração de energia. O preço pago pela tonelada  da cana está em R$ 75,00, quando deveria estar em, no mínimo, R$ 100,00

            Na ocasião, foi solicitado ao ministro que prorrogasse o prazo da Lei 13.340, que trata da liquidação do crédito rural, que vence em 27 de dezembro, por mais um ano, ou seja, dezembro de 2018. “O ministro se mostrou disposto a atender nosso pleito, porque entendeu que é uma reivindicação justa e disse que iria estudar a viabilidade de estender esse prazo para que mais produtores possam se beneficiar e aderir à liquidação das dívidas”, explica José Inácio, que expôs ao ministro a importância do apoio ao setor, principalmente na região Nordeste. “A cana-de-açúcar é a única cultura viável para grande parte da Zona da Mata nordestina, e a que mais gera emprego e renda na região e qualquer comprometimento deste setor eleva a vulnerabilidade socioeconômicas da população local, haja vista que a cultura da cana é o grande sustentáculo econômico da região”, disse José Inácio.

            Além do presidente da Asplan, que na audiência representou também a União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), participaram do encontro com o ministro, o presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, além de representantes da Organização dos Plantadores de Cana do Centro-Sul (Orplana) e o presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), José Martins.

Representantes do IBGE pedem apoio da Asplan para divulgação do Censo Agropecuário 2017

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Até o final de fevereiro de 2018, os recenseadores do Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística estarão visitando os produtores agropecuários, em todo o território nacional, para realizar o Censo Agropecuário 2017. E para que os dados coletados reflitam a realidade do setor no país, é preciso que o público alvo da pesquisa não apenas receba bem, os recenseadores, como fiquem atentos às respostas do questionário. E foi justamente na busca de apoio para divulgação deste trabalho, que o supervisor do Censo na Paraíba Jorge Souza Alves, se reuniu com a diretoria da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan).

Na ocasião, ele entregou um ofício do IBGE, assinado pelo Chefe da Unidade estadual do IBGE na Paraíba, Roberto Salgado Beato, a partir do qual o Instituto solicita o apoio da entidade de classe dos produtores canavieiros, na divulgação da realização da pesquisa. “Sabemos da importância da Asplan no setor produtivo paraibano e gostaríamos de contar com a colaboração da entidade no sentido de avisar seus associados para colaborarem com a realização do Censo”, explicou Jorge Alves.

Os diretores Murilo Paraíso e Oscar Gouveia, além da gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira, reiteraram a importância do Censo e se comprometeram a divulgar junto aos seus associados à realização da pesquisa. “Nós fazemos parte do desenvolvimento do campo e temos interesse de que o Censo reflita a nossa realidade. Vamos colaborar, com certeza”, reiterou Oscar Gouveia.

Durante a reunião foi abordada a questão da segurança e do receio dos produtores em receber pesquisadores em sua casa ou estabelecimento. Contudo, pensando nisso, o IBGE criou o portal “Respondendo ao IBGE”. A página permite que qualquer pessoa comprove a autenticidade dos agentes por meio do nome ou do número do RG, do CPF ou da matrícula, expostos no crachá do pesquisador, assegurando, assim a segurança e a privacidade dos informantes. A plataforma também explica a participação na pesquisa e garante que as informações passadas ao IBGE estão sob o sigilo estatístico. A coleta das informações do Censo vai durar cinco meses e pouco mais de 5 milhões de estabelecimentos serão recenseados. Mais de 20 mil recenseadores e supervisores estão envolvidos com esse trabalho.

Funcionários da Asplan participam de sessões de ginástica laboral

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É fato comprovado mundialmente que os hábitos saudáveis influenciam diretamente na expectativa e qualidade de vida das pessoas. A prática regular de exercícios é um deles. E foi justamente seguindo essa orientação, que a Asplan implantou, em setembro, seu programa permanente de ginástica laboral. Desde então, todas as segundas e quartas-feiras, os funcionários de forma voluntária e espontânea, participam de sessões de ginástica e alongamento com a educadora física, Suzete Kátia.

As aulas, que acontecem no hall do salão de festas da entidade, são realizadas nas terças-feiras, das 7h30 às 8h, e nas quintas-feiras, no mesmo horário. A gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira, explica que a atividade está inserida no programa ‘Asplan Saúde’. “Esse programa tem como foco dar orientações e realizar ações que melhorem a qualidade de vida, saúde e bem estar de nossos colaboradores e associados. No caso da ginástica laboral, ela é direcionada para os funcionários, mas o associado que estiver na Asplan, no momento da aula, também pode participar”, afirma Kiony.

Produtores canavieiros agora têm atendimento personalizado do BNB na sede da Asplan

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Os produtores rurais que cultivam cana-de-açúcar na Paraíba terão à disposição um atendimento personalizado feito por gerentes do Banco do Nordeste (BNB) que trabalham com o segmento de agricultura familiar e agronegócio. A agência itinerante do BNB funcionará em uma sala do prédio anexo da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), no Centro, em João Pessoa. Ela foi aberta nesta segunda-feira (30) e vai disponibilizar desde serviços de renegociação de dívidas, quanto o fomento a novos negócios.

E o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, que prestigiou a abertura do espaço, foi o primeiro produtor a ser atendido nesta nova modalidade de serviço personalizado. “Com esse novo serviço, a Asplan disponibiliza um atendimento diferenciado ao produtor associado, tanto no tocante a resolver problemas relacionados à negociação de dívidas, principalmente levando em consideração as vantagens da Lei Nº 13.340, como acesso ao crédito para novos negócios”, argumenta José Inácio, cujo atendimento foi voltado para novos investimentos. O consultor de finanças da Asplan, Cristiano Aguiar também prestigiou a abertura da agência.

A agência itinerante vai funcionar, inicialmente, às segundas-feiras, das 9h às 13h, com atendimento via agendamento. O agendamento será feito na Asplan, no setor administrativo. “Vamos entrar em contato com os nossos associados, disponibilizar informações na Imprensa, no nosso jornal e no nosso site para divulgar o novo serviço”, explica a gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira, que logo após a abertura da agência se reuniu com representares do BNB para definir detalhes deste agendamento. Inicialmente, segundo ela, a agência atenderá até 10 clientes por dia. “Mas, se a demanda for superior, o banco nos abriu a possibilidade de tanto ampliarmos o horário quanto os dias de funcionamento. Isso vai depender da resposta de nossos associados”, explicou ela.

O presidente da Asplan, que na primeira gestão dele, em 2002, foi o responsável por reaproximar o BNB dos produtores para a instituição financiar os projetos do segmento canavieiro e agora disponibiliza esse serviço personalizado, comemorou a abertura da agência, lembrando que o produtor precisa de uma oportunidade para renegociar débitos e ter acesso a novos recursos. “O produtor rural não gosta de dever, é uma classe que honra seus compromissos, mas, muitos ficaram impossibilitados de renegociarem suas dívidas ou mesmo quitarem seus débitos por causa da ausência de uma lei que atendesse a nossa realidade. Com a 13.340 isso ficou mais acessível e agora com esse atendimento personalizado, acredito que abrimos uma oportunidade única de nossos associados não apenas acertarem suas contas, mas, sobretudo terem acesso a novos recursos para investirem em suas terras”, disse José Inácio.

O gerente executivo de Crédito Rural da Superintendência do BNB  na Paraíba, Silvio Carvalho, explica que o produtor canavieiro não precisa ser correntista do banco para ser atendido na Asplan. “Isso não é condição para que nossos gerentes façam o atendimento. A abertura da conta é um processo natural, já que isso é condição para a formalização do relacionamento do banco com o cliente”, afirma Silvio. Na agência itinerante da Asplan vão atuar os gerentes Maria Izabel Dantas e Tiago Leite, cuja carteira de clientes  é de pronafianos e pequenos produtores com renda até R$ 360 mil/ano, e Paulo Urquisa, que atenderá produtores com renda a partir de R$ 360 mil reais de renda anual. “Teremos atendimento para todas as faixas de renda”, finaliza Silvio. Os agendamentos já podem ser feitos através do número 3241-6424.