Author: News Comunicação

Parceria da Coasplan e Agrivalle garante aplicação de tratamento com uso de maquinário sem custo adicional para o cooperado

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Estruturada para oferecer o melhor atendimento e as melhores soluções em produtos e tecnologia aos cooperados, a Cooperativa dos Associados da Asplan – Coasplan está disponibilizando, desde agosto, um tratamento para nutrição em socaria que tem dado bons resultados para os produtores paraibanos. Isso porque,a Agrivalle em parceria com a COASPLAN, garantem o uso de um cortador de soqueira com aproveitamento do produto sem custo adicional quando o produto do tratamento for comprado na Cooperativa.

O 1º Vice-Presidente da Asplan, Pedro Neto, que acaba de usufruir da parceria, explicou que o tratamento se dá após o corte da cana. “A gente aplica na socaria um tratamento oferecido pela Coasplan, que é uma bactéria fixadora de nitrogênio, o ácido húmico, ácido fúlvico, macro e micro nutrientes e também o fungicida”, disse Pedro Neto, destacando que a máquina aplicadora do tratamento é da Agrivalle e o trator utilizado por ele é próprio. “Meu trator e o aplicador da Agrivalle estão à disposição do cooperado que adquirir o tratamento. Todo cooperado que comprar esse tratamento na Coasplan leva a máquina e usa de graça. Não paga nada pelo seu uso”, deixou claro o dirigente.

A falta dos nutrientes pode resultar em prejuízo ao produtor porque além da planta não crescer, ela também não vai gerar o açúcar em um nível necessário para uma boa rentabilidade. Pedro Neto usou o tratamento da Coasplan em sua propriedade e garante: o resultado é muito bom. “Uma sanidade excelente, livre de fungo e totalmente nutrida, porque também é aplicado os micro e macro nutrientes na cana. Como resultado eu terei aumento de produtividade”, assegurou o produtor.

Religioso que fez história na Educação em Cajazeiras, Monsenhor Gualberto, é homenageado em sessão especial da ALPB

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“Fazer o bem e ajudar ao próximo não é utopia”. Foi com essa frase que o Superintendente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), Isaías Gualberto, agradeceu a homenagem de diversas instituições ao centenário natalício de seu tio, o Monsenhor Luiz Gualberto de Andrade, na tarde desta quinta-feira (14), no auditório do Colégio Diocesano de Cajazeiras. Isaías recebeu uma placa de agradecimento pelo legado do ilustre religioso sertanejo das mãos do deputado estadual Jeová Campos, que presidiu uma sessão especial conjunta da Assembleia Legislativa da Paraíba, Câmara Municipal de Cajazeiras e Academia Cajazeirense de Artes e Letras (ACAL) em homenagem ao Monsenhor. A sessão foi uma propositura da deputada Dra. Paula, que não pôde comparecer ao evento e pediu a Jeová que a substituísse na condução dos trabalhos. E para tanto, Jeová, que estava em Brasília, chegou na madrugada desta quinta-feira para cumprir essa missão. “Estou aqui com muita alegria e satisfação. Homenagear Monsenhor Gualberto muito me emociona porque sei do valor que tem a educação na vida de qualquer cidadão”, disse o parlamentar.

O evento contou com a participação de políticos, religiosos e pessoas ligadas ao setor da Educação, como o Reitor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Antônio Fernandes Filho. Durante a sessão, foi comum os convidados compartilharem histórias sobre Luiz Gualberto, principalmente, em relação à Educação, segmento em que o religioso se imortalizou por ajudar estimular muitos sertanejos a terminarem seus estudos. O padre Francivaldo do Nascimento, presidente da Comissão do Centenário do Monsenhor Luiz Gualberto de Andrade, relembrou, inclusive, fatos que marcaram a história do pároco Gualberto em sua missão como educador.

“Tudo o que fizemos aqui é pouco perto do que ele fez. Gualberto foi a pessoa que mais deu oportunidade às pessoas para estudar por aqui. Teve época que suas turmas eram formadas por quase sessenta por cento de bolsistas e para ele pagar a folha de funcionários ele teve que vender seu fusca”, disse o padre Francivaldo, destacando que Cajazeiras e muitas cidades sertanejas deveriam saber celebrar seus filhos com orgulho, ainda mais como quando se trata de pessoa como Luiz Gualberto, alguém que para todos ali presentes seguiu sua trajetória dando continuidade ao trabalho iniciado pelo fundador da cidade de Cajazeiras, o Padre Inácio de Sousa Rolim.

Ao receber a homenagem, o sobrinho do Monsenhor Gualberto, Isaías Gualberto citou o evangelho de Lucas sobre a cura dos dez leprosos. “É com grande satisfação que recebo essa honraria e lembro aqui do evangelho de Lucas sobre gratidão. No evangelho, que trata da cura dos leprosos e que dos dez, apenas um estrangeiro, voltou para agradecer. Cajazeiras é essa que volta e agradece ao benfeitor, um abnegado, na verdade, que nunca mediu esforços para ajudar a quem precisasse seja fisicamente ou financeiramente”, destacou o sobrinho.

Para encerrar a solenidade, Jeová Campos frisou que aquele era um momento em que a esperança se renovava, tendo em vista a história de um homem como o Monsenhor Gualberto que se imortalizou pelos seus feitos em ajudar pessoas a concluírem seus estudos. “Quero expressar aqui minha esperança num mundo em que o dinheiro não marque a vida das pessoas. Isso que vimos aqui demonstra que é possível. Vender um fusca para pagar os funcionários! Isso sim torna um homem imortal”, destacou o parlamentar, frisando que esse legado deve ser passado à frente.

“Gualberto não morrerá. Quando eu chamei aqui Isaías e disse que era Gualberto entrando, eu disse isso porque ele está aqui. E ele não morrerá porque estaremos sempre lembrando seu nome e seu legado”, continuou Jeová, encerrando a sessão com um convite a todos para uma sessão especial na ALPB, no final de novembro, para a outorga de Medalha ao Monsenhor Gualberto. O prefeito de Cajazeiras, José Aldemir, também deu um testemunho de quanto o Monsenhor Gualberto marcou a sua vida e contou casos acontecidos que, segundo ele, o estimularam a seguir em frente nos estudos, o que culminou com sua formatura em Medicina e em todas as suas conquistas, graças aos seus estudos.

Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim

“Minha maior ação na Assembleia não foi de pedra e cal e nem relativa às obras de transposição do São Francisco, mas a constituição da Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim na Assembleia. Final de novembro Padre Inácio Rolim se corporifica em instituição para homenagear esse grande educador e religioso que foi o Monsenhor Gualberto”, finalizou Jeová Campos.

Ainda não há consenso sobre o percentual de inclusão do produtor na política de CBIOs do RenovaBio

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Tanto industriais, quanto fornecedores da matéria-prima concordam que é necessário que haja uma inclusão dos produtores na política de recebimento de CBIOs, do Renovabio, a questão agora é definir como se dará essa inclusão e em que percentuais. Essa foi a principal conclusão de uma audiência pública, que reuniu diversas entidades ligadas ao setor produtivo e industrial sucroenergético do país, na tarde desta quinta-feira (14). A iniciativa da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara Federal foi intermediada pelo deputado federal, José Mário Schreiner, relator da Comissão que analisará o Projeto de Lei 3149/20, de autoria do deputado Efraim Filho (DEM-PB), que regulamenta a inclusão dos produtores no recebimento de CBIOs.

A audiência realizada de forma remota e que contou com a participação de representantes do setor industrial e produtivo foi um passo importante na consolidação do relatório final que irá ser apreciado nas comissões da Câmara e, posteriormente, irá a plenário para votação, segundo José Mário Schreiner, até novembro próximo. Em suas considerações, o relator lembrou que o passo mais importante foi instituir o Renovabio e que espera poder elaborar um relatório que contemple e atenda aos interesses de todos. “O mais complexo que é o Renovabio já está ai. Esse foi o passo mais importante. É preciso lembrar que estamos todos de um mesmo lado e acredito e sinto que partiremos para um diálogo que beneficiará com justiça a quem de direito”, destacou Schreiner, lembrado que o produtor não quer tirar direitos da indústria, mas, como estão se sentindo alijados do processo buscaram apoio dos legisladores. “Se alguém bateu na porta do parlamento brasileiro é porque está se sentido fragilizado e penso que se está buscando esse equilíbrio e é dentro desta premissa que eu vou produzir esse relatório e eu quero produzi-lo dentro de uma convergência. Eu acredito na maturidade do setor e que possamos construir um relatório dentro deste consenso”, destacou o parlamentar.

O relator lembrou que tentou a realização de reuniões prévias antes da audiência, mas, sem sucesso e disse que respeitará o prazo para apresentar o relatório já que a matéria deve estar sendo apreciada entre outubro e novembro. “Foi rico ouvir o que cada um pensa, mas, agora nós não podemos ficar só no discurso, precisamos dar as respostas que a sociedade requer de nós”, concluiu Schreiner.

A primeira participação na audiência foi do presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz, que iniciou sua fala agradecendo a solidariedade que recebeu de diversas entidades e lamentando o episódio envolvendo a sede da entidade que dirige que, na manhã desta quinta-feira, foi invadida por manifestantes do Movimento Sem Terra (MST). Os invasores picharam as paredes e depredaram a fachada do edifício, localizado no Lago Sul. “Esse foi um lastimável episódio que esperamos não se repetir em outras entidades Brasil afora”, disse ele. Sobre o CBIOs, Bartolomeu destacou que é preciso que haja uma divisão proporcional de ganhos. “É preciso que todos saiam ganhando e que os créditos sejam distribuídos também para quem produz”, disse ele, lembrando que no Brasil o CBIOs vale o equivalente a US$ 10,00, mas, nos EUA já vale US$ 50,00.

O presidente da Orplana, Gustavo Rattes de Castro, falou em seguida e mostrou um trabalho desenvolvido junto com a Pecerge que mostrava simulações em uma unidade padrão de São Paulo, usando uma produtividade média que se chegou à conclusão que quando o produtor entra com seus ativos no processo, há um incremento considerável no cálculo de CBIOs. “Além de somar, o produtor aumenta a eficiência do Programa, portanto, não há sentido dele ficar de fora deste Programa de descarbonização que reduz a emissão e aumenta a biomassa, porque essa redução se dá em sua imensa maioria no processo que acontece no campo”, afirmou ele.

O presidente da Única, Evandro Gussi, que teve sua participação gravada em vídeo, devido a estar viajando no momento da audiência, desmentiu algumas colocações sobre a divisão e cálculos do CBIOs. “É importante que essa discussão seja feita nesta casa pública, mas, é falso que as usinas não estão remunerando os produtores, há uma parcela grande de produtores que estão recebendo. O setor quer compartilhar esses recursos e já está fazendo. Também é falsa que a captura de carbono é feita pela cana no campo. Se isso fosse verdade, haveria CBIOs para quem produz açúcar. Emitimos CBIOs do Etanol que é substituto da gasolina e é nessa cadeia que há ganhos na redução da emissão. E por último, existe um estudo com parecer feito por uma consultoria que não tem imparcialidade nesse processo”, disse ele, sugerindo que a Embrapa faça esse estudo. “Não há possibilidade de voltarmos ao tempo de que a cana seja gerida pelo Estado Brasileiro. Esse tempo acabou. Deixemos o mercado trabalhar. Não há sentido colocar a precificação da cana em contrato em Lei”, reiterou ele.

O diretor técnico da Única, Antonio de Padua Rodrigues, lembrou que esse debate remonta a 2016, quando surgiu o programa do Renovabio. “Naquele ano, assumimos o compromisso de dividir o CBIOs com os produtores e desenhamos todo o regulamento para transferir esses valores para o Consecana, mas, infelizmente, não conseguimos definir quanto é da indústria, quanto é do produtor e paramos por ai”, disse ele, sugerindo que a Embrapa entre nessa discussão e defendendo que os pagamentos passem a ser feitos de forma contratual.

O Presidente executivo do Sindaçúcar, Renato Cunha, reforçou a necessidade de que o pagamento seja também compartilhado com os produtores, lembrando que as 35 unidades industriais do NE que ele representa são favoráveis a um entendimento na participação dos produtores no recebimento do CBIOs. “O fornecedor é importante nesse processo e é justo que ganhe também neste processo”, disse ele, destacando que 40% da cana em PE é oriunda de fornecedores. Renato lembrou ainda que na questão do CBIOS, as indústrias do NE já vem repassando os ganhos em torno de 60%, além de outras bonificações, como ajuda no frete. “O ideal é o caminho do entendimento e o jogo de ganha-ganha, onde ambos os lados ganhem”, reiterou ele.

O presidente da Feplana e da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco, Alexandre Lima, disse que o setor produtivo está aberto a negociações, mas, que não abrirá mão de receber o que lhe é devido proporcionalmente. “Não queremos sair da mesa de negociação, embora seja difícil em alguns casos. O que nós pleiteamos é o que é nosso de direito. Quando buscamos esse PL é no sentido de regulamentar esse processo e assegurar que os fornecedores recebam a sua parte. Nós sabemos que a Lei hoje não incluiu os produtores e é preciso que isso seja revisto. As entidades de classe não apoiam esse 40%/60% pagos para o produtor, pois isso não é CBIOs, é Consecana”, disse Alexandre.

Ele lembrou que a Lei obriga as distribuidoras a cumprirem metas, a serem multadas se não cumprir as metas e a pagar as unidades industriais e que isso deve também valer para os fornecedores. “Como uma Lei é válida para regulamentar essa questão para as indústrias, mas não pode regulamentar para pagar os parceiros delas? Esse argumento de pagar 40%/60% não é CBIOs, é Consecana”, afirmou Alexandre, lembrando que os produtores não abrirão mão do PL. “O ideal seria que houvesse um entendimento. Essa situação precisa ser definida e é necessário beneficiar essa cadeia produtiva ou o selo será só para as indústrias? O Renovabio como está hoje, como bem disse Paulo Guedes, é uma bolsa usineiro e os produtores não ganharão nada. É importante que haja uma convergência, mas, do jeito que está não pode continuar”, destacou o dirigente canavieiro.

O presidente Executivo da Associação das Indústrias Sucroenergeticas de Minas Gerais – SIAMIG, Mário Ferreira Campos, lembrou da parceria entre produtores e indústrias e disse que aposta num diálogo para que tudo seja resolvido. “Os produtores tem um espaço muito significativo dentro de nossa história e reconhecemos a importância do trabalho do setor e acreditamos e defendemos que os produtores tenham direito a receber os CBIOs pelo benefício que todos estão fazendo pela sociedade”, disse ele, destacando que o preço do CBIOs hoje, quando descontados os impostos, sobra muito pouco. “Essa participação que os produtores estão pleiteando sobre a receita líquida é procedente, mas, ainda estamos aguardando um estudo técnico que garanta que o produtor tenha direito a 100% do CBIOs. Queremos dialogar e manter essa relação que sempre tivemos, mas, defendemos a desregulamentação do setor, o que significa tirar o Estado deste processo. inclusive, porque essa relação fornecedor/usina não envolve somente CBIOs, mas, uma série de outras questões. A forma como está proposta essa Lei não nos convence tecnicamente, mas, precisamos unir esforços para construir essa convergência entre usina/fornecedores nas diversas regiões produtoras do país.”, reiterou Campos, sugerindo uma negociação caso a caso, o que é recusado pela classe produtiva que entende que sem a regulamentação da Lei, a classe produtiva não será contemplada a consenso.

O presidente Nacional da Comissão de Cana-de-açúcar, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Enio Jaime Fernandes Júnior, reiterou que criar um título de descarbonização sem incluir os produtores não tem sentido. “A cana do produtor que sai do fundo agrícola e na cadeia produz CBIOs precisa ser inserida neste processo de ganhos. Remunerar todos os elos da cadeia é imprescindível. E é preciso que a gente tenha um olhar mais amplo sobre esse processo que é muito maior que a simples remuneração. Estamos falando de um mercado global de crédito de carbono que envolve a participação de todos os setores, do pequeno produtor até o grande industrial e, neste caso, é preciso que haja uma intermediação do parlamento, com a instituição desta Lei que irá regulamentar essa questão do recebimento dos CBIOs para os produtores. Se nós tivéssemos um olhar igualitário de todos os industriais, essa intermediação não seria necessária, mas, não é o caso. O Brasil é importante na questão da segurança alimentar, mas, também, na segurança ambiental e isso envolve uma questão de justiça social com os produtores que é incluí-los no CBIOs, remunerando o produtor com a parte que lhe cabe”, finalizou ele, que foi o último a falar antes das considerações finais de cada participante.

O presidente da União Nordestina de Produtores de Cana (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, não falou, mas, acompanhou a transmissão do evento. “É consenso que é justo e é preciso remunerar os produtores com o CBIOs e isso já é uma avanço, mas, não vamos aceitar receber menos do que a gente tem de direito. Essa proposta de 40% ou 60% não nos atende e é preciso que haja um olhar mais flexível das indústrias e, sobretudo, uma regra única que valha tanto para pequenos, quanto para grandes produtores e para todo o país é, justamente, isso que buscamos com a aprovação do PL”, finalizou José Inácio.

Centenário do Monsenhor Luiz Gualberto é celebrado e ALPB concederá em breve Medalha in memoriam ao educador

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Nesta quinta-feira (14), a cidade de Cajazeiras celebra o centenário natalício do Monsenhor Luiz Gualberto de Andrade (1921-2021). Diversas instituições comemoram a data e a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) também, através de uma sessão especial que será presidida pelo deputado Jeová Campos, no ginásio do colégio Diocesano – Fafic. Mas, a homenagem da ALPB não se encerra na referida sessão. Dentro em breve, a Casa de Epitácio Pessoa concederá ao Monsenhor – in memoriam – a Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim.

A propositura, aprovada em plenário na sessão de quarta-feira (13), é do deputado Lindolfo Pires, mas, o parlamentar que estava no exercício do cargo à época, na realidade, atendeu um pedido do titular do mandato e autor intelectual da proposta, deputado Jeová Campos. A data da solenidade ainda será agendada, mas Jeová já anuncia o evento com alegria. “A Assembleia tinha que honrar essa personalidade que tanto fez pela Educação do nosso estado. O padre Gualberto, que também foi professor, primeiro diretor do campus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), diretor da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Cajazeiras e ocupou outros cargos, tem uma história de dedicação à população sertaneja e tenho muita satisfação com a outorga dessa Medalha”, comentou o deputado.

Luiz Gualberto de Andrade também é patrono da Academia Cajazeirense de Artes e Letras (ACAL), Cadeira 28, ocupada pelo padre Francivaldo do Nascimento Albuquerque e foi pároco em Patos, Itaporanga, São José de Piranhas e Cajazeiras. “Padre Inácio de Sousa Rolim tem uma história que une religião e Educação também. Foi fundador de Cajazeiras com as atividades da escolinha da Serraria, na época uma casa pequena que abrigava estudantes que queriam ingressar no ensino superior. Ali ele começou uma revolução. Monsenhor Gualberto seguir esse mesmo caminho e fez de sua vida uma sintonia de religião e educação e contribuiu com o conjunto cultural da formação de Cajazeiras e merece essa homenagem”, concluiu Jeová.

Complexo de Patos reúne fisioterapeutas e comemora Dia Nacional da Fisioterapia com várias atividades

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Neste dia 13 de outubro foi comemorado o Dia Nacional do Fisioterapeuta. A data foi escolhida por representar o dia da regulamentação da profissão no Brasil, em 1969. E a comemoração não passou desapercebida no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) que reuniu sua equipe de Fisioterapeutas para celebrar essa data muito especial para essa categoria que dá uma importante contribuição no reestabelecimento da saúde dos pacientes da unidade.

A celebração aconteceu no auditório da sede da 6ª Gerência Regional de Saúde e incluiu dinâmicas, brincadeiras, sorteio de brindes, premiação para os profissionais que mais se destacaram durante o ano e terminou com um lanche coletivo. A Coordenadora da equipe de Fisioterapeutas do Complexo, Thaysa Nóbrega, destacou a importância desta comemoração. “A eficácia da terapêutica também passa pela conduta dos fisioterapeutas que, num ambiente hospitalar, desenvolvem atividades com os pacientes que contribuiu muito com a recuperação deles, em vários aspectos”, afirma Thaysa, lembrando que essa comemoração também reforça o reconhecimento da importância do profissional de Fisioterapia na unidade.

A equipe de Fisioterapia do Complexo é composta por 34 profissionais que se revezam em plantões alternados de forma que a qualquer momento e em todos os dias da semana há fisioterapeutas em atuação na unidade para atender pacientes da Clínica Médica, no pós-operatório, os politraumatizados, os internos em UTI e também no setor Covid.

Jeová Campos presidirá sessão especial em homenagem ao centenário de nascimento do Monsenhor Luiz Gualberto de Andrade

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Uma sessão especial da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) em alusão ao centenário de nascimento do Padre Luiz Gualberto de Andrade (1921-2007) será presidida pelo deputado Jeová Campos, nesta quinta-feira (14). O evento, que foi uma propositura da deputada Dra. Paula, é esperado com entusiasmo pela comunidade sertaneja tendo em vista que o sacerdote, além de suas atividades religiosas, também foi educador e exerceu suas atividades em sintonia com a formação histórica de Cajazeiras e à obra do Padre Inácio de Sousa Rolim, fundador da cidade. A solenidade será transmitida ao vivo pela TV ALPB.

Para Jeová, o momento, que se dará às 17h e de forma híbrida (online e presencial) será uma bela homenagem ao religioso. “Estou em Brasília, mas em função da sessão especial de amanhã, o centenário do monsenhor Luiz Gualberto, já estou com um voo marcado para Juazeiro, para presidir a sessão. O requerimento da sessão é da deputada Paula, mas como ela está afastada, pediu que eu presidisse a sessão e faço isso com muita alegria e satisfação”, comunicou Jeová na sessão desta quarta-feira (13) da ALPB.

O padre Luiz Gualberto de Andrade também é patrono da Academia Cajazeirense de Artes e Letras (ACAL), Cadeira 28, ocupada pelo padre Francivaldo do Nascimento Albuquerque. Além disso, também foi o primeiro diretor do campus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), diretor da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Cajazeiras. Outras comemorações em homenagem ao Monsenhor Gualberto serão realizadas neste dia 14 em Cajazeiras e outras cidades sertanejas. Ele foi pároco em Patos, Itaporanga, São José de Piranhas e Cajazeiras.

Asplan participará de audiência pública que vai tratar da inclusão dos plantadores de cana na política do RenovaBio

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O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, estará presente, nesta quinta-feira (14), na audiência pública da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que será transmitida de Brasília. Em pauta, a questão da participação dos plantadores de cana na política de RenovaBio – CBIOs. O evento está marcado para às 14h e traz o Projeto de Lei 3149/20, de autoria do deputado Efraim Filho (DEM-PB), como carro-chefe da discussão. José Inácio e outros diretores da Asplan vão acompanhar a audiência na sede da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), em Recife. A audiência pode ser acompanhada pelo site da Câmara no HTTPS://www.2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/capadr.

O PL tem o objetivo de colocar um fim na controvérsia existente na cadeia produtiva de biocombustíveis desde que usinas começaram a receber os créditos da lei do RenovaBio e decidiram não pagar de forma proporcional e justa aos fornecedores de cana. A propositura é um pedido que atende às demandas dos fornecedores da matéria-prima que solicitam a divisão proporcional das receitas dos créditos de carbono do programa federal RenovaBio, os Créditos de Descarbonização (CBios).

Para o presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil- Feplana, Alexandre Lima, o projeto do deputado Efraim Filho vem consertar uma distorção da Lei que criou o RenovaBio e não incluiu os produtores da biomassa. “É preciso reparar urgentemente essa distorção e injustiça, pois já estamos perdendo de receber o que nos é de direito a quase três safras”, reitera Alexandre.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, explicou que o relator do PL, o deputado José Mário (DEM/GO), ao solicitar audiência pública, solicitou a participação dos representantes dos setores rural e industrial envolvidos no debate. Foram convidadas a CNA, Feplana, Orplana, Unida, bem como cooperativas e entidades estaduais ligadas ao tema. “É preciso sensibilizar a todos da situação que acontece não só com a cana, mas também com a soja, por exemplo. O deputado Efraim Filho ano passado já propôs a mudança para nos incluir nesse repasse e estamos confiantes que chegaremos a um equilíbrio com essa iniciativa”, comentou José Inácio.

A lei do RenovaBio não obriga as usinas de biocombustíveis a dividirem os ganhos com Créditos de Descarbonização (CBios) com os produtores das matérias-primas. A legislação deixou as regras de divisão dessa receita a cargo dos agentes privados, que não entraram em consenso. No ano passado, o deputado Efraim Filho (DEM/PB), com apoio de representantes dos produtores da região Nordeste do país, apresentou um PL modificando a legislação do programa para incluir a obrigação do repasse aos plantadores de cana.

Jeová parabeniza Governo do Estado pela implantação do Teste do Pezinho Ampliado na rede pública de saúde

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O deputado estadual Jeová Campos usou parte de seu tempo de fala na sessão da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) nesta quarta-feira (13) para parabenizar o Governo do Estado pela implantação do Teste do Pezinho Ampliado na rede pública de saúde. O parlamentar lembrou que terça-feira (12) foi Dia das Crianças e que esse era um grande avanço do estado na proteção das crianças paraibanas, tendo em vista que a lei garante que todos os bebês nascidos nas unidades da rede pública de saúde da Paraíba tenham o direito ao teste de triagem neonatal em sua modalidade ampliada, assegurando o diagnóstico precoce de 10 doenças. A Lei Nº 11566, de autoria de Jeová, foi sancionada antes da Lei Federal Nº 5043/2020 e colocou a Paraíba como pioneira nesta iniciativa.

“Tive a felicidade de como deputado apresentar um Projeto de Lei sobre a Triagem Neonatal Ampliada para diagnosticar doenças raras. Quanto a isso, ontem, inclusive, fiz uma saudação toda especial a todas as crianças de nossa Paraíba que passarão a ter acesso gratuito a esse teste mais amplo, o que antes só era assegurado a quem podia pagar”, disse o parlamentar. “Quero parabenizar aqui o Governo do Estado pela sensibilidade de abraçar essa política pública. Faço isso porque tenho a capacidade de ver aquilo que é bem feito e reconhecer, assim como me posicionar contra aquilo que não concordo”, disse Jeová Campos, afirmando que sua função no Parlamento é manter uma postura de coerência.

O deputado agradeceu também ao Presidente de ALPB, o deputado Adriano Galdino pela condução dos trabalhos. “A Casa de Epitácio Pessoa foi muito feliz em aprovar essa matéria e quero agradecer também a Vossa Excelência que foi um dos condutores para, de fato, esse projeto fosse implementado na Paraíba”, afirmou o deputado.

Para Jeová Campos, essa legislação é uma conquista para os paraibanos, especialmente, para os mais humildes. “O filho do pobre pode hoje ter uma doença rara diagnosticada, como inclusive, o autismo, ter um tratamento adequado e uma vida mais tranquila. Existem várias patologias que as crianças trazem ao vir ao mundo, mas que se diagnosticadas e tratadas a tempo tem cura ou um tratamento mais eficaz que assegura uma melhor qualidade de vida”, disse Jeová, salientando que a rede de saúde também precisa fazer o encaminhamento para o tratamento. “Isso tudo reduzirá, lá na frente, um impacto no SUS. Estou muito feliz de ter ajudado, através de meu mandato, a Paraíba a dar esse importante passo na proteção das crianças paraibanas”, finalizou o parlamentar.

Jeová Campos se diz estarrecido pelo antipatriotismo e falta de humanidade de Bolsonaro

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“Temos um presidente que se diz patriota, mas só toma medidas que prejudicam o país e o futuro da nação e penaliza os trabalhadores, os mais pobres, a maioria dos cidadãos”. Foi com essa constatação que o deputado estadual Jeová Campos se colocou hoje (11) contra as últimas decisões do governo Bolsonaro. Primeiro pelo veto que o parlamentar considerou “desumano” e “escandaloso” em relação à distribuição gratuita de absorventes íntimos a mulheres em situação de vulnerabilidade e a inserção do produto na cesta básica. Segundo pelo anúncio – novamente – de corte 87% na verba do Ministério da Ciência e Tecnologia.

“Estamos cansados já desse governo que nos envergonha. A bancada de oposição pensa em levar o caso à ONU, inclusive, por achar ultrajante, misógino, o fato. Mais um escândalo de descaso com a população brasileira, com a ciência”, comentou Jeová, acrescentando que ainda se não bastasse o presidente ainda ameaça a população dizendo que o Congresso rejeitar seu veto, os recursos vão sair da Saúde e da Educação. “Que tipo de presidente é esse, que ameaça sua gente ao invés de defendê-la?”, disse Jeová.

Outro golpe duro essa semana foi o anúncio de corte na área de pesquisa. O Ministério da Ciência e Tecnologia teve a ameaça de 87% da sua verba cortada, pegando de surpresa pesquisadores que contavam com os recursos para continuar estudos nas mais diversas áreas. “Não é a primeira vez que ele faz isso. Ano passado, as Universidades sofreram com o corte de recursos, estão passando por dificuldades e milhares de bolsistas país afora também. Isso é uma subtração que impossibilita projetos já agendados pelo CNPq. É um golpe que prejudica o desenvolvimento nacional e o futuro desta nação. Como esse presidente se diz tão patriota e ele mesmo prejudica sua nação? Absurdo em cima de absurdo”, afirmou o parlamentar, lembrando ainda a negligência e descaso de Bolsonaro com os brasileiros na pandemia, com o atraso na compra das vacinas, o que agravou o quadro de mortes no país.

Hospital de Queimadas realiza 23 cirurgias no Opera Paraíba neste final de semana

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A quinta etapa do Opera Paraíba no Hospital Regional de Queimadas contemplou com cirurgias de Vesícula, Hérnias e Cistos de Ovários 23 pacientes, de 13 municípios da região, nos últimos dias 9 e 10. “É com enorme satisfação que demos continuidade ao Opera Paraíba em nossa unidade atendendo pacientes que esperavam por cirurgias eletivas”, afirmou a Diretora do Hospital de Queimadas, Eva Maria. A gestora agradeceu ao governador João Azevedo, pelo Programa, e ao secretário de Saúde, Dr. Geraldo Medeiros e sua equipe, pela confiança na unidade e a todos os profissionais que se envolveram na ação em Queimadas.

“O Opera Paraíba vem diminuindo o sofrimento de muitos paraibanos que precisavam destas cirurgias e estavam numa fila que diminui, substancialmente, a cada edição do Opera Paraíba”, reitera o diretor geral do Hospital de Queimadas, Dr. Flávio Daniel, lembrando que essa ação ocorre em vários hospitais da rede pública estadual, inclusive, com uma ação arrojada no Hospital das Clínicas de Campina Grande, que tem uma meta audaciosa de realizar 600 a 900 cirurgias/mês. “O Governo tem interesse de reduzir essa fila de paraibanos que precisam destes procedimentos e temos muita satisfação e alegria de estarmos dando nossa contribuição, em Queimadas, para que isso seja atingido”, finalizou o diretor.