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Outubro Rosa da Unitrans chamou atenção das colaboradoras sobre importância da prevenção do Câncer de Mama

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O mês de Outubro lembra de uma importante e já clássica ação de saúde que ocorre em todo o país: o Outubro Rosa. E nas empresas do Grupo A. Cândido essa temática foi trabalhada lembrando as colaboradoras a importância da prevenção. Na empresa de ônibus Unitrans, de João Pessoa, a campanha do Outubro Rosa incluiu um dia de alerta sobre os cuidados preventivos. Foi o Pink Day, realizado no último dia 09, quando as colaboradoras foram convidadas a vestir a cor rosa alusiva a ação e receberam material informativo e laços rosa entregue em todos os setores e departamentos.

“Com as medidas restritivas da pandemia, que nos impedem de reunir muita gente no auditório, como fazíamos em anos anteriores, escolhemos essa ação individual, mas que chamou atenção para a importância da prevenção de forma coletiva, já que muitas colaboradoras aderiram à ideia e se vestiram com a cor alusiva ao Outubro Rosa. Foi um dia para lembrar a importância dos exames preventivos, do auto exame e dos cuidados com a saúde da mulher, especialmente, em relação a prevenção do câncer de mama e útero”, destaca a diretora da Unitrans, Lorena Dantas, reiterando que com essa iniciativa a Unitrans buscou alertar suas funcionárias e estimulá-las para que façam sempre seus exames de rotina e o auto exame, já que quanto mais cedo é descoberta a doença, mais chances de cura existem.

Sobre o câncer de mama

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama. Esse processo gera células anormais que se multiplicam, formando um tumor e é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres em todo o mundo, sendo 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes pela doença por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). E os dados alarmantes não param por aí. No Brasil, o Ministério da Saúde estima mais de 52 mil casos novos em um ano. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, cerca de uma a cada 12 mulheres terão um tumor nas mamas até os 90 anos de idade.

Colaboradores do Complexo Hospitalar de Patos fazem ação de esforço concentrado para atualizar ações internas

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O volume de atendimentos do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC) registra, em média, 100 atendimentos/dia, de uma população de cerca de 80 municípios da região sertaneja do estado, com ações nas áreas de Clínica Médica, cirurgias diversas e ainda as demandas de Urgência e Emergência. Com um corpo funcional de mais de 700 colaboradores, a dinâmica cotidiana de uma unidade de saúde pública deste porte requer de seus gestores e colaboradores muita agilidade, atenção, compromisso e dedicação para que quando o paciente chegar na porta de entrada da unidade até ele receber alta, tenha toda a assistência necessária, incluindo ai, ações da área médica, da enfermagem, da nutrição, dos fisioterapeutas, psicólogos, dos exames clínicos, dos exames diagnósticos por imagem, nas internações e procedimentos diversos, etc.

Só que para essa máquina funcionar adequadamente e satisfatoriamente, explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, há uma equipe de profissionais, que atua nos bastidores e que não é vista na linha de frente da unidade, que desenvolve um trabalho importantíssimo e fundamental para que tudo que envolve o atendimento ao paciente aconteça a contento. “São os profissionais do setor administrativo, da contabilidade, de compras, de faturamento, da licitação, que asseguram que todos os insumos e produtos necessários para o bom funcionamento da unidade estejam disponíveis quando houver necessidade, desde o insumo mais básico ao mais complexo”, reitera Francisco.

E foi para dar ainda mais agilidade ao atendimento destas demandas internas, que essa equipe administrativa esteve debruçada numa força-tarefa, nas últimas duas semana. “Fizemos um esforço concentrado para atualizar processos e demandas, a fim de tornar, ainda mais eficaz, o que já estava sendo feito na unidade e abastecer a unidade em todas as suas necessidades”, destaca o diretor geral, lembrando que essa ação partiu voluntariamente dos próprios colaboradores, que otimizaram ações e procedimentos, dentro de suas respectivas áreas, setores e horários de atuação. “Neste aspecto, quero agradecer o empenho de todos esses servidores que trabalham num hospital público em função do povo e que nem sempre recebem o merecido reconhecimento. A equipe do Jandhuy está de parabéns”, finaliza Guedes.

Vereador e candidato a novo mandato Renato Martins se diferencia pela formação, visão política e sobretudo pela produção parlamentar

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Com foco numa gestão pública com qualidade, o vereador pessoense e candidato a novo mandato na Casa de Napoleão Laureano pelo Avante, Renato Martins, aproveitou o afastamento da vida púbica, num hiato entre o ex-mandato (2013 a 2016) e o atual, para concluir o mestrado em gestão pública e cooperação internacional pela UFPB. Suplente da coligação do PSD, Renato reassumiu o mandato na Câmara Municipal de João Pessoa, no dia 2 de abril deste ano. Um dos parlamentares mais atuantes da Casa, com uma das maiores produções legislativas do órgão, Renato está no páreo da disputa eleitoral com um discurso diferenciado, uma visão política com embasamento técnico e com uma folha de serviços prestados à população.

“A experiência do primeiro mandato, com a formação na UFPB, me deram ainda mais consistência técnica para atuar no legislativo. Hoje, tenho uma visão mais ampla do que é fazer política. A gestão pública só tem avanços significativos quando ela acontece sem personalizações, as boas propostas deixam de ser da gente para ser patrimônio público, porque é para a sociedade que a gente trabalha, atua e precisa direcionar nossa energia. E é, justamente, com esse novo olhar que busco renovar meu mandato na Câmara Municipal de João Pessoa. As boas ideias, venham de onde vier, precisam ser apoiadas. No próximo mandato, me comprometo a estar ao lado do povo, trabalhando em prol da sociedade e defendendo o bem público”, destaca o parlamentar candidato.

A retomada deste segundo mandato, segundo Renato, se deu em situação adversa, em plena pandemia do Covid, o que impediu de retomar suas ações cotidianas de idas ao Ministério Público, Estadual, Federal, CGU para fazer denúncias e cobrar providências em prol de melhorias para a população pessoense. “De fato, a pandemia mudou a rotina da Câmara, dos órgãos, das instituições, da vida de um modo geral, o que também nos restringiu os passos e ações que ficaram muito voltados para esse momento de pandemia, mas, estamos na luta para renovar nosso mandato e retomar as lutas, as ações, a produção parlamentar de qualidade, os discursos na tribuna, enfim, dar nossa contribuição para melhorar a gestão pública municipal”, reitera Renato.

Apoio de Moacir Rodrigues

Essa semana, o vereador Renato recebeu mais uma adesão de peso a sua campanha. Trata-se do deputado Moacir Rodrigues, irmão do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, que declarou em suas redes sociais que apoia a candidatura de Renato na capital paraibana. “Ele já tinha me dito que o candidato dele aqui seria eu e essa semana ele publicou nas redes sociais que me apoia aqui em João Pessoa, inclusive, falando com eleitores dele aqui e pedindo para votar em mim. Esse apoio, muito me honra, fortalece nossa caminhada e será muito importante para a nossa vitória”, destaca Renato.

Diretor do Complexo de Patos se reúne com secretário de saúde de Patos para debater melhorias no sistema público de saúde da cidade

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Referência para mais de 80 municípios do sertão paraibano para casos de Urgência, Emergência e Clínica Medica, o Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) tem recebido uma demanda extra nos últimos tempos que deveria ser absorvida pela rede pública municipal, mas, que está sendo direcionada para o hospital do Estado. Essa situação recorrente tem superlotado a emergência do Complexo o que, eventualmente, provoca a retenção de macas do SAMU em função da indisponibilidade de leitos. Foi para conversar sobre essa questão e buscar soluções conjuntas para melhorar o atendimento à população, que o diretor geral do CHRDJC, Francisco Guedes, se reuniu nesta quinta-feira (08), com o secretário municipal de saúde de Patos, José Francisco.

Um dos principais pontos de pauta da reunião, segundo Francisco Guedes, foi a questão das macas retidas no hospital. “O secretário municipal está sensível a situação do Complexo, entendendo que nós temos suportado todo o gargalo da região, inclusive da cidade de Patos, que enfrenta grandes desafios na atenção básica, o que termina, inevitavelmente, sobrecarregando os serviços do hospital”, disse Francisco Guedes. Inda segundo o diretor do CHRDJC, Estado e Município farão ações conjuntas para fortalecer o atendimento dos serviços públicos de saúde em Patos, a fim de que os pacientes que hoje são atendidos na área verde do hospital possam dispor de atendimento nas unidades de saúde municipais, diminuindo o fluxo no Complexo.

Segundo o secretário, o município tem conhecimento da grande demanda de Atenção Básica que tem sido direcionada para o Complexo e está buscando soluções para resolver essa questão e melhorar os serviços municipais. “Há quatro meses, desde que assumi, venho trabalhando e buscando soluções que fortaleçam os serviços de Atenção Básica do município, com a reabertura de PSF’s, a fim de assegurar à população uma assistência melhor e, consequentemente, reduzir esse direcionamento que hoje está indo para o Complexo”, disse o secretário.

Nos próximos dias, o diretor do CHRDJC pretende se reunir com outros secretários municipais com o mesmo intuito. “A ideia é conversar com secretários de outros municípios para planejarmos ações conjuntas a fim de estabelecer parcerias que melhorem o serviço de Atenção Básica à população e, consequentemente, diminua os atendimentos de pessoas que deveriam estar em UPA’s ou PSF’s, mas hoje são atendidas pelo Hospital”, finalizou Francisco Guedes.

Jeová denuncia inoperância de empresa que foi contratada para executar obra no sertão e pede ao DER que rescinda contrato

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O deputado estadual Jeová Campos fez uma grave denúncia durante pronunciamento na manhã desta quarta-feira (07), na sessão remota da ALPB, e pediu providências imediatas do Departamento de Estadas e Rodagens da Paraíba (DER), no sentido de determinar a imediata rescisão do contrato de execução da obra de pavimentação asfáltica da rodovia estadual que liga a BR 230 ao Distrito de Engenheiro Ávidos, no município de Cajazeiras. Segundo o parlamentar, a empresa executora da obra, a Tapajós, ao longo dos últimos dias, vem demonstrado que não tem qualificação técnica ou técnica/financeira suficiente para executar esta importante obra para o desenvolvimento do alto sertão paraibano.

“Essa é uma das obras mais pretendidas, queridas e esperadas pela população de Cajazeiras e também de parte de São José de Piranhas. A empresa que ganhou o processo licitatório para executar a obra, que não é da Paraíba, não está fazendo os serviços. Eu quero fazer de público um alerta ao diretor superintendente da PB do abandono do canteiro de obra pela Tapajós. Ontem, passei pelo local, a caminho de um sepultamento de um amigo e constatei que a obra está parada, que a única patrol que tinha está quebrada, que dos dez motoristas que tinham sido contratados, oito foram demitidos e apenas uma caçamba e um carro pipa estão funcionando”, denunciou Jeová.

Ainda de acordo com o deputado, a empresa não está cumprindo com o contrato. “Essa empresa, desde o início das obras, vem demonstrado que não possui qualificação técnica ou financeira para executar está obra tão importante e sonhada, que beneficiará mais de dez mil pessoas naquela região. Nos últimos dias, a empresa praticamente abandonou o canteiro de obras. Quase não existem mais maquinários executando a obra. Eu constatei in loco isso ontem”, reiterou Jeová, lembrando que a Tapajós só venceu a licitação porque apresentou o menor preço, baixou o preço na licitação, fazendo um desconto gigantesco e agora não está executando a obra.

Para ele, não é justo e muito menos legal, que uma empresa vencedora de uma licitação, não cumpra com os termos do contrato celebrado com o Poder Público. “Diante deste descaso, é imprescindível que o Governo Estadual promova imediatamente a rescisão do contrato com esta empresa Tapajós, nos termos da Lei nº 8.666/93 e considere-a inidônea, e convoque a empresa que ficou em segunda colocação, ou promova outra licitação”, destaca o parlamentar em Requerimento enviado ao governador João Azevêdo e também ao DER.

O parlamentar ainda chamou atenção do Sr. Silvio Silveira, diretor da Tapajós, e de seu sócio na Paraíba, Roberto Burity. “Não é possível que vocês queiram fazer o povo de Cajazeiras e desta região de bestas”, finalizou o parlamentar.

Asplan realiza visita técnica na usina Vale Verde em Baía Formosa e constata eficácia no uso de controladores biológicos

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A usina Vale Verde, localizada em Baía Formosa, é uma das unidades industriais que utilizam controladores biológicos no combate a pragas que atacam canaviais. Na semana passada, o biólogo da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Roberto Balbino realizou uma visita técnica para avaliar vários talhões de produção tanto na cana planta, quanto de soca, constatando assim a eficácia do uso de insumos biológicos, principalmente, no combate a Diatraea que é combatida pela Cotesia flavipes (Vespas). “Constatamos, in loco, que esse insumo biológico, produzido na estação de Camaratuba, de fato, tem combatido com sucesso e sem agredir o meio ambiente a Diatraea”, afirmou o biológo.

Nas avaliações in loco, Roberto frisou a importância do monitoramento precoce da lavoura para identificar o ataque da Diatraea e logo fazer o manejo adequado para o controle. “Essas visitas técnicas em campo, para avaliar as condições de levantamento e liberação são importantes, pois tornam o controle de pragas com a utilização dos insumos, mais preciso”, afirma o biólogo da Asplan.

De acordo com o coordenador do Departamento Técnico da Asplan (Detec), o engenheiro agrônomo, Luis Augusto, a procura para produção de cana-de-açúcar com baixo impacto ambiental e a parceria existente há vários anos entre a Vale Verde e a Asplan para o fornecimento de insumos biológicos, mostra o quanto é importante o trabalho desenvolvido em Camaratuba. “Constatamos a eficácia do combate as pragas e conseguimos achar brocas parasitadas por Cotesia, que é o nosso controlador biológico. Isso é muito gratificante, pois confirma a qualidade da nossa Cotesia e o nosso compromisso com os nossos parceiros de que o nosso controlador é eficiente, contribuindo há décadas com a produção sustentável de cana não apenas na Paraíba, mas, na região Nordeste”, reforça Luis.

Sobre a Estação

A Estação Experimental de Camaratuba é mantida pela Asplan, através de convênios com o Ministério da Agricultura, Instituto Nacional de Meteorologia e Secretaria de Agricultura da Paraíba. Nos dois laboratórios da Estação são produzidos dois insumos biológicos capazes de controlar duas das principais pragas que atacam os canaviais: a Broca Comum e a Cigarrinha da Folha: Cotesia flavipes (Vespas) e Metahizium anisopliae (Fungo), Os insumos produzidos na Estação são registrados e aprovados para uso da agricultura orgânica e distribuídos, gratuitamente, para os produtores de cana associados e ainda vendidos no mercado paraibano, pernambucano e do Rio Grande do Norte.

Complexo de Patos contabiliza mais de 28 mil atendimentos e quase 2 mil cirurgias

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O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, que integra a rede hospitalar do Governo do Estado, prestou no mês de agosto 2.516 atendimentos no setor de Urgência e Emergência, realizou 264 cirurgias, 481 internações, 995 atendimentos ambulatoriais, totalizando entre os dias 1º e 31 de agosto 3.511 serviços prestados. Contabilizando os pacientes da unidade nos primeiros oito meses de 2020, registramos um total de 28.058 atendimentos, 1.946 cirurgias.

Esses números revelam reduções de 10,38% nos atendimentos e de 17,30% nos procedimentos cirúrgicos, respectivamente, em comparação a 2019, quando no mesmo período foram prestados 31.309 atendimentos e realizadas 2.353 cirurgias. “Creditamos essa redução a pandemia, em função das pessoas estarem circulando menos e menos expostas aos riscos de acidentes e outras intercorrências”, afirma a diretora geral do Complexo, Liliane Sena.

Ainda no mês de agosto, os dez motivos mais prevalentes de atendimentos nos serviços de Urgência e Emergência, por ordem de quantitativo, foram: acidente de trânsito com vítimas de moto (232), dor abdominal (231), queda da própria altura (190), dificuldade de respirar (155), sintomas de síndrome gripal (135), dor de cabeça (127), dor na coluna (90), outros (81), queda de nível (70), além de dores no tórax (67).

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, lembra que embora os números de atendimentos tenham diminuído comparando ao mesmo período do ano passado, os dados de sintomáticos respiratórios e de pacientes Covid ainda são expressivos. “Os números referentes ao Covid, embora tenham tido uma discreta redução, nos mostram que ainda não é o momento de relaxar nas medidas preventivas”, alerta Liliane, lembrando que os impactos com as aglomerações que se formaram no feriadão de 07 de Setembro, em todo o país, deverão refletir no número de atendimentos nos próximos 15 dias em toda rede de saúde pública.

Selo ProAR 2030 vai certificar cana da PB e possibilitar que produtor seja incluído no Renovabio para recebimento de créditos de carbono

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O lançamento do selo ProAR 2030, na tarde desta quarta-feira (9), na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa, é um feito inédito em nível nacional, no âmbito da cadeia produtiva primária, que vai possibilitar que os produtores canavieiros paraibanos sejam protagonistas do Renovabio e tenham acesso, ao recebimento dos créditos de carbono, a partir da adoção de boas práticas na área socioambiental e da certificação destes processos.

“Com a instituição do selo e da certificação, a Asplan parte na frente para assegurar que seus associados sejam inseridos no Renovabio e passem a receber CBIOs proporcional a sua produção e organização. A Paraíba é pequena, mas nós pensamos grande”, disse o presidente da entidade, José Inácio de Morais que estava acompanhado do presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil, Alexandre Lima, de Mário Borba, representante da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), do Secretário de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Efraim Morais e do deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar de Biocombustíveis e Energias Renováveis da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Tovar Correia Lima.

O projeto do selo é uma parceria da Asplan com a Associação Centro Interdisciplinar de Pesquisa em Educação e Direito – CIPED, entidade responsável por executar o projeto e pela implantação dos dados no aplicativo denominado ProAR. A certificação dos processos, que se dará através de mecanismos de controle de qualidade de produção, desde a plantação até a entrega da matéria-prima às indústrias, com informações que serão consolidadas num sistema próprio, utilizando um banco de dados antifraude e rasterável, chamado Blockchain. A auditagem dos dados será responsabilidade da empresa SGS, que atua em mais de 140 escritórios, em vários países e é líder mundial em certificação.

Segundo a diretora executiva da CIPED, Priscilla Maciel, a expectativa é que até o final deste ano, todos os dados da safra atual já estejam no sistema para certificação. “A Asplan ficará responsável pelo repasse das informações que alimentará o sistema, que seguirá os padrões internacionais de indicadores de produtividade”, disse Priscilla. Ela explicou ainda que a nota de eficiência energética é um somatório das fases agrícola, industrial e de distribuição. “Daí porque os produtores não podem ficar de fora destes recebíveis, pois o que acontece no campo vai impactar no coeficiente energético da indústria e, consequentemente, em seus recebíveis que precisam ser repartidos, proporcionalmente, com toda a cadeia produtiva”, explicou Priscilla.

O diretor da Asplan, Pedro Neto, explica que o rastreamento da cadeia produtiva, desde a plantação até a entrega do produto na usina, vai agregar valor ao produtor, na medida em que o associado da Asplan terá sua cana monitorada e certificada com a adoção de boas práticas. “Essa iniciativa agrega valor ao nosso negócio e fortalece nossa luta em busca de um direito que é nosso. Nós não queremos disputar nada com as indústrias, apenas pleiteamos a nossa parte nesse processo de recebíveis de créditos de carbono, o que é muito justo”, reiterou Pedro Neto.

O presidente da Feplana e da Associação de Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Alexandre Lima, parabenizou a Asplan pela iniciativa e lamentou que o Renovabio não tenha incluído os produtores neste processo de CBIOs. “É vergonhosa essa situação. Ainda nas discussões de implantação do Programa, chamamos a atenção para inclusão dos produtores no processo, mas, nada disso foi feito. Agora temos um projeto de autoria do deputado paraibano Efraim Filho tramitando no Congresso para corrigir essa distorção, mas, já ficamos sabendo que há toda uma movimentação de entidades industriais para que ele não avance. Mas, não vamos abrir mão de nossa parte. Só queremos o que cabe ao produtor”, enfatizou Alexandre, que discorreu ainda sobre a importância do sistema cooperativado, dando como exemplo de sucesso a COAF, em PE, que distribuiu na última safra R$ 8 milhões de lucro entre seus cooperados.

O secretário Efraim Morais, presente à solenidade de lançamento do selo ProAR 2030, enalteceu a iniciativa da Asplan, parabenizando a entidade pelo pioneirismo. “A Asplan, mais uma vez, dá um passo importante no fortalecimento do setor e reitero aqui o compromisso do Governo do Estado com esse segmento, inclusive na parceria de doação de cana-semente”, disse o secretário. Mário Borba, que representou a CNA, lembrou que a rastreabilidade e certificação não só da cana-de-açúcar, mas de outros produtos e culturas é uma exigência do mercado que se consolida cada vez mais. “Essa é uma condição que será cobrada, aqui no Brasil e também lá fora e a Asplan sai na frente com o lançamento deste selo, não apenas com vistas ao Renovabio, mas, sobretudo para melhoria e sustentabilidade do processo produtivo”, disse ele. Mário ainda abordou o impacto negativo e oneroso da Reforma Tributária na cadeia produtiva, conclamando o setor a se mobilizar contra o que está sendo proposto. “Da forma como está sendo proposta, a Reforma onerará os custos de produção da cana-de-açúcar, por exemplo, em 7%, dos derivados de leite em 11%, e por ai vai. Precisamos nos mobilizar para mudar isso”, disse Mario Borba.

“A cana tem um valor agregado que extrapola, e muito, o açúcar que ela possui. Queremos ter acesso aos créditos do CBIOs, aos créditos de carbono e a ganhar em cima do valor agregado que nosso produto possui e a certificação de nossa produção com o SELO ProAr 2030, com certeza, será um passo importante neste sentido. O fato de termos esse selo de qualidade já é um fator agregador de valor que será um facilitador para atingirmos nosso objetivo porque estaremos ampliando a credibilidade da cadeia produtiva paraibana e também nos organizando melhor”, finalizou José Inácio.

Ainda participou da solenidade a presidente da CIPED, Laryssa Almeida, o diretor de Estratégia da CIPED, Clynson Oliveira, o diretor financeiro, Bruno Souza, o diretor de Tecnologia, Thiago Monay e o diretor de Sustentabilidade da SGS, Fabian Gonçalves. Alguns associados prestigiaram o evento que não pôde contar com muita gente para evitar aglomerações em tempos de pandemia.

Presidente da Unida critica posição da Sefaz que dificulta benefício para reabertura da terceira usina cooperativada de Pernambuco

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“Não estimular o cooperativismo, principalmente, num setor potencialmente gerador de progresso, desenvolvimento e muitos postos de trabalho como o sucroenergético, é um erro que se agrava ainda mais quando já se tem provas concretas de que dois empreendimentos similares no Estado já deram certo. Esperamos que o governador Paulo Câmara tenha a devida sensibilidade quanto ao pleito da Cooaf Sul, que somente com apoio e incentivo do governo pode repetir o sucesso da usina Cruangi (Coaf), em Timbaúba, e da antiga Pumaty (Agrocan), em Joaquim Nabuco”, disse nesta sexta-feira (28) o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), José Inácio de Morais.

O dirigente canavieiro que também preside a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), lembra que na contramão do que aconteceu nos últimos anos no Brasil, quando muitas usinas de etanol e açúcar fecharam, os produtores de cana-de-açúcar de Pernambuco, organizados em cooperativas e estimulados por políticas fiscais do Estado, reabriram duas usinas que hoje são modelo para uma terceira unidade, prevista para abrir em setembro. Contudo, mesmo com leis fiscais vigentes, a Sefaz dificulta o benefício para abertura deste terceiro empreendimento (antiga usina Estreliana) previsto para ser reativada mês que vem, em Ribeirão.

O presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de PE (AFCP) e da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, lamenta que às vésperas da reabertura deste terceiro empreendimento, o governador Paulo Câmara, recue e não mantenha sua arrojada política de incentivos fiscais, baseada nas leis 16.505/18 e 15.584/15. “A Cooaf Sul tem capacidade para gerar 2,5 mil postos de trabalho na indústria e no campo e a nossa intenção é começar a produção em meados de setembro. Essa unidade tem as mesmas características da Coaf, em Timbaúba, e da Agrocan, em Joaquim Nabuco e portanto está enquadrada nestas leis de incentivo fiscais”, reitera Alexandre.

O presidente da Feplana lembra que a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) tem impedido o mesmo benefício de crédito presumido do ICMS para Cooaf Sul, mesmo com as legislações vigentes até 2022, sem nenhuma justificativa. “Vamos nos mobilizar e cobrar do governador esse apoio e além dessa coerência, pois ele é fundamental para que possamos reabrir essa terceira usina em Pernambuco, gerando assim mais empregos, renda e desenvolvimento”, finaliza Alexandre Lima.

Jeová destaca produção parlamentar em tempos de pandemia e diz que decisão de retomada das atividades da ALPB deve ver o coletivo

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“Eu quero parabenizar todos os deputados que fizeram tudo o que foi possível para poder responder as necessidades que a ALPB tinha neste período de pandemia, que atenderam as demandas da Casa neste período tão difícil e trouxeram questões que ajudaram o povo paraibano a passar por esse drama. Nesse período, não houve debates em plenário, mas houve uma importante e significativa produção legislativa. A questão de retomada das atividades presenciais da Casa, na minha opinião, é prematura e precisa ser analisada sob o ponto de vista coletivo e não individual”, disse hoje (26), o deputado estadual Jeová Campos, referindo-se ao debate sobre a retomada ou não das sessões presenciais e das atividades da Casa de Epitácio Pessoa.

O deputado aproveitou para parabenizar o presidente da ALPB, Adriano Galdino que, na opinião ele, está conduzindo esse processo com muita competência. “Embora tenhamos limitações nos debates, eu avalio que esse foi um período que a Assembleia mais produziu. A produção legislativa, mesmo com as sessões remotas, teve um alto nível de produtividade e isso é inquestionável. Eu gostaria muito que a ALPB pudesse voltar as sessões presenciais, mas, na atual conjuntura, isso não me parece sensato”, disse o deputado.

Ainda segundo Jeová, as colocações da deputada Cida Ramos e de outros parlamentares sobre o risco de se retomar as sessões plenárias tradicionais e as atividades da Casa, precisam ser levadas em consideração com muito cuidado. “Eu, pessoalmente, me associo as palavras da deputada Cida Ramos e também não podemos esquecer que estamos nos igualando aos EUA no número de mortes pelo Covid, exatamente pela falta de ações preventivas. Esse assunto não pode ser tratado como uma questão de natureza individual. É necessário olhar o conjunto da Casa. Eu próprio, que tive Covid, poderia voltar sem nenhum problema comigo, mas os demais parlamentares, os funcionários, os profissionais de Imprensa que cobrem a Casa poderiam voltar sem correr riscos?”, reforçou o deputado.