Month: março 2021

Direção do Complexo de Patos se reúne com vereadores de Patos

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A direção Geral, Administrativa e Técnica do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) recebeu, nesta terça-feira (30), vereadores de Patos e integrantes da Comissão de Saúde da Câmara, entre os quais a presidente da Comissão de Saúde da Câmara, vereadora Nadir Rodrigues e o Relator da Comissão, vereador Josmá Oliveira. O encontro, que havia sido agendado anteriormente, se configurou como uma reunião institucional entre os representantes do Poder Legislativo Municipal e a gestão da unidade que responde pelos atendimentos de Urgência, Emergência e Clinica Médica, além de casos de Covid-19 para a cidade de Patos e mais 60 municípios do sertão paraibano.

Segundo o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, a pauta principal da reunião foi debater ações que podem ser realizadas com apoio da Câmara Municipal no sentido de melhorar, ainda mais, os serviços da unidade. “Na ocasião também tiramos dúvidas dos vereadores sobre rotinas e ações do Complexo. No final do encontro firmamos um compromisso de nos ajudarmos mutuamente, dentro das competências de cada um, no aprimoramento da prestação de serviços de saúde pública à população de Patos e região”, destacou Francisco.

A vereadora Nadir Rodrigues disse que o momento foi muito importante. “Esclarecemos fatos, debatemos sobre as prerrogativas dos parlamentares e também tomamos conhecimento das reais situações do Hospital Regional e viemos, sobretudo, no intuito de unir forças e nos colocarmos à disposição no que a Câmara puder ser útil e, principalmente, para identificarmos quais as necessidades da unidade de saúde, neste momento”, destacou a vereadora.

O vereador Josmá Oliveira agradeceu o diretor Francisco Guedes, pela gentileza e tratamento dispensado. “Agradecemos ao diretor por nos receber tão bem, esclarecendo pontos que não tinham ficado muito claros na semana passada e nos colocamos à disposição para contribuir no que for possível com a melhoria do atendimento e da saúde pública de Patos”, afirmou Josmá.

Ainda participaram da reunião representando a Casa Juvenal Lúcio de Sousa, os vereadores Sgt. Patrian, Ítalo Gomes, Willa da Farmácia e Nega Fofa. Além do diretor Geral do Complexo, participaram do momento a diretora Técnica, Dra. Jaqueline Andrade e o diretor Administrativo, Levi Firmino de Assis.

Texto do ministro Braga Netto tem meu total repúdio por celebrar cerceamento de liberdades, torturas e mortes diz deputado Jeová

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“No dia 31 de março de 1964, um golpe militar interrompeu o processo democrático iniciado pela Constituição de 1946 e instalou um longo e brutal período no Brasil que durou exatos 21 anos. Hoje, 57 anos depois me causa perplexidade ao ler o texto do novo o ministro da Defesa do Governo Bolsonaro que afirma que o Golpe de 1964 “deve ser compreendido e celebrado”. Não devemos compreender um tempo em que a Imprensa não era livre, que cidadãos que se opunham ao regime imposto pelos militares eram torturados e mortos e nem muito menos devemos celebrar a maior tragédia da história política brasileira. Esse texto, que consta na Ordem do Dia deste 30/03/21, tem meu total e irrestrito repúdio”, disse hoje (31), o deputado estadual paraibano, Jeová Campos.

O parlamentar lembra que a ditadura militar prendeu centenas de milhares de pessoas e dezenas de milhares foram torturadas, muitos até hoje estão desaparecidos. “Mais de 400 brasileiros foram mortos pelos órgãos de repressão – e muitos deles figuram como desaparecidos até hoje. Os direitos de expressão, manifestação e organização foram suprimidos. Foi um tempo negro na história de nosso país e não um período que deva ser lembrado em forma de celebração, mas sim de protestos e indignação para que nunca mais voltemos a esses tempos sombrios”, reiterou Jeová, destacando que “a democracia pertence ao povo e não pode ser tutelada por ninguém”.

Ainda segundo o deputado, não cabe em nenhuma conjuntura, principalmente, no cenário em que vivemos hoje enaltecer um feito tão negro de nossa história. “A população brasileira, em meio a enormes dificuldades, soube encontrar brechas e abrir caminhos para resistir e reconquistar a democracia. Saiu desse período terrível mais forte, mais madura e mais experiente. A duras penas, reconquistamos a liberdade de expressão, a condição de escolher nossos representantes, embora as escolhas nem sempre recaiam sobre os melhores, e o país se reencontrou. Ditadura, nunca mais!”, finalizou Jeová Campos.

Presidente da Asplan é vacinado e diz que brasileiro precisa deixar de politizar tragédia e torcer para que mais vacinas cheguem logo

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Vacinado no último domingo, em função de estar incluído na faixa etária do cronograma de vacinação contra a Covid-19, o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, disse que é preciso que o brasileiro deixe de politizar a tragédia da pandemia e torça para que mais vacinas cheguem o quanto antes. “Vivemos uma tragédia mundial, com milhares de mortos, e não devemos neste momento de tanta tragédia politizar a pandemia. Devemos nos unir e torcer para que tudo dê certo, que chegue mais vacinas e num curto espaço de tempo, pois o vírus não vê posição ideológica, status social, nem poder econômico”, disse o dirigente canavieiro que foi vacinado no posto localizado na Escola Municipal Seráphico da Nóbrega, no bairro de Tambaú, em João Pessoa.

O presidente da Asplan, que apóia o governo Bolsonaro, reconhece que o Governo Federal não agiu com a agilidade que a pandemia pedia, mas, argumenta que o momento não cabe ‘chorar pelo leite derramado’, mas correr atrás do prejuízo. “De fato o governo federal não conduziu bem o processo no início, quando deveria ter se precavido e comprado antecipadamente as vacinas, mas, agora precisamos nos unir, torcer para que se resolva o mais rápido possível e jamais fazer política em cima de tanta tragédia”, reforçou José Inácio que está com três primos hospitalizados, em estado crítico por causa do Covid, em hospitais de João Pessoa e de Recife.

O presidente da Asplan tomou a primeira dose da vacina AstraZeneca, da Universidade de Oxford contra COVID-19. A segunda dose, segundo ele, será tomada daqui a 90 dias. “Não senti nenhuma reação até agora, apenas uma dorzinha no local da injeção, normal como qualquer vacina que se toma”, afirmou ele.

Após superar a marca de 1000 altas do setor Covid semana começa no Complexo de Patos com ocupação de mais de 90% dos leitos de UTI

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No último sábado (27), o setor de isolamento Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) atingiu o feito de 1000 altas, contabilizadas desde que a unidade passou a ser referência para casos da doença desde março de 2020. Contudo, o boletim de ontem (29), referente à ocupação dos leitos de UTI e Enfermarias no setor de isolamento Covid não traz notícias alentadoras e mostra o limiar de ocupação do setor. Isto porque a ocupação de leitos da UTI Covid passou a marca de 90% e das Enfermarias Clínica Covid está em mais de 70%. “A taxa de ocupação vem crescente e já chegamos a lotar a UTI e as Enfermarias. Nossa expectativa com esse decreto de restrição de circulação de pessoas e que, nos próximos dias, a gente consiga reduzir essa curva de contágio e, consequentemente, diminuir o número de casos e também e internações”, afirma o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, lembrando que as 1000 altas são reconfortantes não apenas para as famílias dos pacientes, mas para as equipes da unidade que estão na linha de frente. “É um numero significativo. São 1000 vidas que foram salvas”, destaca ele.

O médico Pedro Augusto, que desde o ano passado atua na linha de frente do setor de isolamento Covid do Complexo, e que estava de plantão no último sábado foi quem assinou a alta de número 1000 do setor. “Não deixa de ser uma vitória chegarmos a esses dados e esse número é muito importante para a gente e nos traz alegria e a consciência de que estamos lutando contra essa doença e vencendo na maior parte dos casos, mas também nos traz muita reflexão, medo e preocupação porque a gente constata a dimensão desta doença aqui em nossa região”, disse Dr. Pedro. Para ele, a experiência de vivenciar todo esse processo traz muitas lições. “A gente vê pessoas que entram e não se despedem de suas famílias, outros que conseguem superar a doença, felizmente, em maior número, e isso tudo assusta até porque a primeira coisa que essa doença provoca é o isolamento”, afirma ele.

Para Dr. Pedro, ainda mais cruel nesse processo todo de isolamento é quando chega pacientes com algum déficit neurológico ou deficiência e que além de doentes também ficam privadas do olhar e dos afetos de suas famílias. “Tivemos um caso, por exemplo, de um paciente com Síndrome de Down que nunca tinha se separado de seus pais e que por causa do Covid ficou privado deste convívio e carinho por dias. Acompanhei esse caso, vendo o sofrimento e angustia dos pais em não poder chegar perto do filho e do paciente que sentia muita falta dos pais. Felizmente, o rapaz se recuperou e pôde voltar para casa”, lembra o médico, reiterando a importância das pessoas redobrarem o cuidado e mantenham-se vigilantes, usando máscaras, fazendo uso do álcool gel, evitando aglomerações. “A gente percebe que a doença é cíclica e que quando as pessoas se descuidam mais, poucos dias depois a gente começa a observar o aumento exponencial dos casos. Mesmo com o aumento dos leitos do hospital, da UPA de Patos, se a população não tiver consciência, esses leitos serão rapidamente ocupados”, alerta Dr. Pedro.

Sobre ocupação de leitos Covid neste dia 29

O censo do meio dia desta segunda-feira (29) do setor de isolamento Covid do Complexo mostrava que dos 32 leitos de UTI, 30 estavam ocupados com pacientes que necessitam de cuidados intensivos. Dos 32 leitos de enfermaria Covid do Complexo, 22 estão ocupados. No espaço de apoio criado no Hospital Infantil Noaldo Leite, dos cinco leitos de UTI, três estão com pacientes graves e dos 12 leitos de enfermarias destinadas a pacientes com coronavírus, quatro estão ocupados.

Complexo de Patos registra queda de 18% nos atendimentos no final de semana

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Entre as 18h da última sexta-feira (26) e a meia noite desse domingo (28), o plantão da Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, registrou o atendimento de 111 pessoas e a realização de 20 cirurgias. O plantão de maior movimento foi o de sábado, quando 50 pessoas foram atendidas. No dia 28, foram mais 43 pacientes e no dia 26, outras 18 pessoas. Fazendo o comparativo com o final de semana anterior se constatou uma queda de 18% nos atendimentos e de 22% nos acidentados com motos, enquanto houve um aumento de 54% nas cirurgias de emergência, com um total de 20 procedimentos.

O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, entende que a redução da procura pelos serviços da unidade e do número de acidentados se deve, principalmente, em função da diminuição de circulação de pessoas por causa dos decretos municipal e estadual. “As medidas restritivas do Governo Estadual e dos municípios por causa da pandemia, sem dúvida, contribuiram diretamente na redução dos atendimentos, já que as pessoas estão mais em casa, assim como pela maior conscientização da sociedade que cada um deve fazer a sua parte na atual conjuntura”, disse ele.

O relatório de gestão da unidade mostra ainda que, entre as 18h do dia 26 até a meia noite desse domingo, 21 pessoas deram entrada na unidade por causa de acidentes de trânsito, sendo a maioria delas – 18 pessoas – em decorrência de acidentes com motos, dois com bicicleta, e uma pessoa com acidente de automóvel. Dos 21 acidentados, a maior parte deles foi da cidade de Patos, com nove pessoas no total. Cinco pacientes vítimas de acidentes, sendo quatro de motos e um de bicicleta, precisaram ficar internados para cuidados posteriores.

Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste último final de semana foram de pacientes com sintomas de síndrome gripal, dor abdominal, queda da própria altura, hipertensão, dor no peito, na coluna e na perna, dificuldade de respirar, administração de medicação, dor pélvica e na mão e troca de SNE/SVD, entre outros sintomas.

Das 20 cirurgias realizadas, o maior número de procedimentos foi na área de Oncologia, com oito cirurgias, seguido de Vascular, com seis atendimentos e mais três procedimentos de Cirurgia Geral e outros três de Ortopedia.

Presidente da Asplan comemora anúncio da UFPR/RIDESA sobre quatro novas variedades de cana-de-açúcar

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O anúncio que o Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar, vinculado ao Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade da Universidade Federal do Paraná (UFPR), está prestes a liberar mais quatro variedades de cana-de-açúcar deixou o setor canavieiro paraibano em expectativa. Para o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, a notícia foi recebida com muito entusiasmo. “A cada nova variedade, surgem novas possibilidades, de melhor adaptação ao solo, de maior produtividade e também de ampliação do teor de sacarose, de forma que noticias desta natureza sempre deixam o setor em euforia e gera grandes expectativas”, destacou o dirigente canavieiro.

Segundo divulgação da Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento Sucroenergético (Ridesa), que é, atualmente, o principal núcleo de pesquisa canavieira na área do governo federal, desenvolvendo as cultivares denominadas República do Brasil (RB), desde 1992, o Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar já desenvolveu 10 variedades. Entre as vantagens das novas variedades anunciadas agora estão o elevado teor de sacarose, os diferentes ciclos de colheita e as adaptações a vários tipos de solos e ambientes.

O coordenador do programa na UFPR, professor Ricardo Augusto de Oliveira, explica as características de cada uma delas. “Destaco o elevado teor de sacarose da RB056380 e da RB056351, sendo recomendas para cultivo em ambientes de alta a média fertilidade. Ambas possuem ciclo precoce, isto é, podem ser colhidas no início de safra. A RB006970 também tem alto teor de sacarose e apresenta um período de colheita maior, podendo ser colhida do início ao meio de safra. Ela é recomenda para cultivo em ambientes de alta a média fertilidade, com melhores resultados quando cultivada em solos com boa retenção de umidade. Já a variedade RB036152 tem resultados melhores em solos de média à baixa fertilidade. Ao longo dos cortes, ela apresenta elevados rendimentos agrícolas e possui teor de sacarose de médio a alto”, disse Ricardo.

As variedades mais cultivadas no Brasil são a RB867515, desenvolvida na Universidade Federal de Viçosa, seguida pela RB966928, desenvolvida na UFPR. Essa última, liberada em 2010, está presente em 14% da área nacional cultivada com cana-de-açúcar.Ainda de acordo com divulgação da Ridesa, além das quatro variedades criadas na UFPR, a Rede pretende liberar para cultivo, ainda este ano, outras 17 variedades. No total, serão 114 qualidades de cana-de-açúcar RB desenvolvidas em 50 anos de pesquisa pelo setor público.

O que muda com o melhoramento genético de plantas

“O melhoramento genético proporciona aumento de produtividade, pois viabiliza o cultivo de plantas mais resistentes a pragas e a doenças e adaptadas para as diferentes regiões produtoras”, lembra José Inácio. Esse processo, segundo o dirigente canavieiro, tem grande relevância para o setor agrícola e, principalmente para a sociedade, brasileira e mundial. São necessários cerca de 15 anos de estudos e pesquisas para obter uma nova variedade de cana-de-açúcar que passa por várias etapas, incluindo envios de sementes para os campos de experimentação, onde são realizadas a germinação das plântulas, a seleção de clones, os ensaios de competição de clones, a avaliação da época de maturação dos clones, a reação às pragas e doenças e depois desses estágios, que levam alguns anos, os clones são multiplicados em ensaios de validação comercial, cuja fase, dura cerca de dois anos, até que sejam comprovadas as qualidades das novas variedades em situações de manejo.

Fonte: UFPR/RIDESA

Complexo de Patos manterá serviços normais em todos os setores sem alteração durante o feriadão da próxima semana

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Por prestar um serviço essencial de saúde pública à população de Patos e para mais 60 municípios do sertão paraibano, sendo referência em Urgência, Emergência, Clinica Médica, além de atender casos de pacientes com Covid, para essas localidades, mesmo com o feriadão antecipado por decreto estadual, as atividades da unidade não serão alteradas na próxima semana. Um comunicado neste sentido foi encaminhado, nesta quinta-feira (25), pela direção geral do Complexo para os funcionários, reforçando a necessidade de todos os setores manterem os serviços normais nos dias 29,30 e 31 de março e ainda no dia 01 de abril. “De segunda a quinta o expediente será normal. Feriado somente na sexta feira da paixão”, destaca o informe.

A Chefe de Recursos Humanos do Complexo, D’Ávila Filgueiras, lembra que o próprio decreto governamental já reforça que não há interrupção dos serviços considerados essenciais que além de hospitais e unidades de saúde, incluem-se também os serviços de segurança pública, serviços funerários, administração penitenciária, etc. “Só reforçamos com nossa equipe que apesar do feriadão, a nossa rotina não mudará nestes dias, com exceção da Sexta-feira Santa, quando alguns setores, a exemplo do administrativo, não funcionarão”, destaca D’Ávila, lembrando que as escalas serão mantidas no dia 02.

O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, reitera a importância das  medidas adotadas em função da pandemia, reforçando o compromisso de todos os que integram o Complexo de Patos, em manter os serviços sem nenhuma interrupção na próxima semana. “O governador João Azevêdo, o secretário de Saúde, Dr. Geraldo Medeiros e sua equipe, estão atentos e vigilantes adotando medidas necessárias e prudentes para evitar um aumento ainda maior do número de casos da doença e nós, aqui do Complexo, manteremos a nossa rotina a fim de dar o suporte necessário aos nossos pacientes, não apenas dos casos de Covid, mas de todas as nossas outras demandas”, destaca Francisco.

O feriadão não mudará rotina no Complexo de Patos Diretor geral do Complexo, Francisco Guedes

O povo quer ser vacinado mas, infelizmente, nós não tivemos um governo que priorizasse a imunização disse deputado Jeová Campos

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“O presidente Bolsonaro falou ontem, em cadeia nacional, com uma fala completamente distorcida da realidade e dos fatos, pois nunca priorizou a aquisição de vacinas e vai para a TV dizer que essa era a meta do governo. O que ele propôs, desde o início, foi Cloroquina, Ivermectina e outras tinas, mas não fez as ações concretas para suprir o país de vacinas e hoje sofremos por causa desta inércia e descaso com uma situação tão séria como essa da pandemia”, disse hoje (24), o deputado estadual Jeová Campos, durante sessão remota da ALPB.

O povo quer ser vacinado, lembrou o deputado, destacando que o governo brasileiro só está acordando agora quando o país atinge a infeliz cifra de três mil mortos/dia por causa do Covid. “O governo não investiu no Instituto Butantã dotando-o de condições para que ele se aparelhasse e ampliasse sua capacidade de produção, não fez um gesto com a Fiocruz para que ele tivesse uma capacidade de produção muito superior do que a que ela tem hoje, não adquiriu as doses da vacinas da Pfizer oferecidas ao governo brasileiro em setembro do ano passado e até março Bolsonaro não aceitava as vacinas da Pfizer”, afirmou Jeová.

Ainda segundo o parlamentar, o discurso de Bolsonaro na noite desta terça-feira foi um mar de contradições. “Nunca vi tanta falta de verdade, tanta falta de compromisso com o governo brasileiro. Aquele pronunciamento de ontem, para quem tem o mínimo de senso crítico, foi uma vergonha, porque distorce completamente a verdade, os fatos e induz a mentira de levar as pessoas a pensar que o governo federal está agindo. Agindo está o Governo da Paraíba, com a equipe de saúde, os governadores do NE também estão agindo, mas Bolsonaro sempre foi contra, dizia que era uma gripezinha e nosso povo está pagando um preço muito alto. Morrem proporcionalmente hoje oito vezes mais pessoas no Brasil que na Inglaterra. Isso é uma tragédia, uma tristeza que eu lamento muito”, finalizou Jeová.

FOTO: CRM-PB

Deputado Jeová Campos parabeniza trabalho da Polícia Civil da Paraíba no caso do assassinato do paraibano Gerfferson de Moura

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Deputado Jeová Campos parabeniza trabalho da Polícia Civil da Paraíba

no caso do assassinato do paraibano Gerfferson de Moura

“Quero dar meus parabéns a Polícia Civil do Estado da Paraíba e ao setor de Segurança Pública do Estado pela sensibilidade competência e diligência na condução deste caso do brutal assassinato do jovem empresário Gerfferson de Moura, de 32 anos”, disse hoje, durante pronunciamento na sessão remota da ALPB, o deputado Jeová Campos. Ele se referia as prisões dos policiais suspeitos da morte do empresário que foi executado durante uma ação da polícia sergipana na Paraíba, no dia 16 de março. Os policiais foram presos nesta terça-feira (23), em Aracaju (SE) pela Polícia Civil do mesmo estado.

O parlamentar reiterou ainda em sua fala a eficiência do trabalho da polícia paraibana. “As forças de segurança fizeram uma investigação rápida, urgente e acima de tudo imparcial. Quero parabenizar esse trabalho de inteligência, que nos dá um alento no sentido de dar encaminhamento neste caso e prender os assassinos”, afirmou Jeová.

O deputado lembrou ainda que o trabalho da polícia paraibana conseguiu também desmentir o fato de que o empresário estivesse armado. “A perícia confirmou que Gerfferson não estava armado e que a arma encontrada no carro dele pertence, na realidade, ao policial sergipano”, destacou Jeová, lembrando que a Polícia Civil da Paraíba está trabalhando de maneira técnica e imparcial.

Jeová solicita que Mesa da ALPB oficie Ministério e Presidência da República para conclusão do canal Caiçara-Engenheiro Ávidos

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Preocupado com as chuvas que têm caído na Paraíba, mas que não estão sendo suficientes para fazer a recarga dos reservatórios e com a morosidade das obras do canal Caiçara-Engenheiro Ávidos, o deputado estadual Jeová Campos, solicitou nesta terça-feira (23), durante sessão remota da ALPB, que a Mesa Diretora da Casa envie ofício ao Ministério do Desenvolvimento Regional e a Presidência da República cobrando a conclusão da obra e também aos integrantes da bancada federal paraibana para que juntos, eles somem esforços neste sentido. “A conclusão desse canal é uma reivindicação necessária, urgente e importante, pois somente após ela se concretizar poderemos ter as águas do Rio São Francisco correndo pelo Rio Piranhas-Piancó-Açu”, afirmou Jeová.

Segundo o deputado e presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, ele e a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, que também defende a conclusão do canal, tinham uma agenda a cumprir para cobrar do Governo Federal a finalização da obra, mas, o agravamento da pandemia os impediu de prosseguir com as atividades. “Infelizmente, a atual situação da pandemia nos impediu de avançarmos nessa agenda como gostaríamos e tínhamos planejado, mas, fica aqui meu apelo a Mesa Diretora da ALPB para cobrar providências neste sentido”, disse Jeová.

Ele lembrou que a situação de recursos hídricos se agrava a cada dia e que, recentemente, houve a liberação de água do açude de Engenheiro Ávidos para São Gonçalo e daí em direção a Açú, no RN, e isso gerou uma grita geral na cidade de Cajazeiras. “De fato, o açude de Engenheiro Ávidos não teve recarga este ano que permitisse essa liberação de água. Então, mais do que nunca, faço esse apelo para que a gente some esforços para assegurar essa obra a fim de que possamos ter, ainda esse ano, as águas do Rio São Francisco correndo pelo Rio Piranhas-Piancó-Açu”, reiterou Jeová.

Respondendo a uma indagação do presidente da ALPB, Adriano Galdino, sobre as águas que chegam ao Castanhão (CE), Jeová lembrou que as águas do Velho Chico estão chegando ao Açude do Castanhão, em torno de 10 mil metros cúbicos por segundo, descendo de Jati, no chamado cinturão das águas do Ceará e de lá, desemboca no Rio Salgado, que corre diretamente para o Castanhão. Sobre a chegada das águas à Paraíba, Jeová explicou que elas também saem de Jati, percorrem quilômetros até chegar a barragem de Morros, em São José de Piranhas, de lá vai para a barragem de Boa Vista até a barragem de Caiçara. “Esse canal Caiçara-Engenheiro Ávidos, que está sendo construído em solo cajazeirense, é para ligar essa barragem ao açude de Engenheiro Ávidos que vai possibilitar, a partir daí, perenizar todo o Rio Piranhas”, finalizou o parlamentar.