Month: dezembro 2020

Parceria da Asplan com Eco Ocelot vai possibilitar restauração da Mata Atlântica em propriedades rurais paraibanas

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Restaurar a flora e fauna de propriedades rurais dentro do bioma de Mata Atlântica proporcionando melhor qualidade de vida para as pessoas e um reequilíbrio desta floresta tropical em áreas de vários municípios paraibanos. Essa é a proposta da parceria firmada entre a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e a empresa Eco Ocelot que é representante na Paraíba da Organização Nacional Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. O projeto piloto já começou a ser executado em 25 hectares, de cinco propriedades, localizadas nos municípios de Mamanguape, Alhandra e Santa Rita.

De acordo com o Engenheiro Ambiental, Antônio Campos de Lacerda, que coordena o projeto na Paraíba há mais de 10 anos, os levantamentos nas áreas onde serão iniciados os trabalhos de restauração, em conjunto com a Asplan, foram feitos em outubro último, e agora a empresa está na fase de elaboração dos projetos executivos que deverão ser iniciados entre maio e julho de 2021. “Já estudamos as áreas e estamos montando os projetos de restauração destes ecossistemas para devolver não apenas as espécies animais, mas também a flora, fauna e recursos hídricos. Somos uma espécie de médicos da natureza. Já conhecemos nossos ‘pacientes’, estamos debatendo o diagnóstico (elaboração dos projetos) para, posteriormente, prescrevermos a ‘medicação necessária’ para cada um deles (propriedades)”, destaca o engenheiro ambiental.

O geógrafo Rogério Ferreira, da Eco Ocelot, lembra que esse trabalho de restauração traz benefícios não apenas para a natureza e o meio ambiente, como também para as pessoas. “Ao restaurar uma área de Mata Atlântica nós não apenas melhoramos a flora e fauna do local, mas, sobretudo a qualidade de vida de todo o ecossistema, porque a partir daí há mais regularidade de chuvas, melhor controle de pragas, diminuição de doenças, melhoria do ar que se respira, enfim, há uma série de ganhos com um trabalho deste que vai além da própria natureza recuperada, impactando diretamente na melhoria do ambiente da propriedade e da qualidade de vida das pessoas que também se beneficiam”, reitera ele.

Para o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, ao firmar uma parceria com esse objetivo a entidade reforça seu compromisso com o Meio Ambiente e melhoria da qualidade de vida das pessoas. “Preservar o meio ambiente é um ato importante não só para a humanidade, mas para todos os seres que habitam a Terra. Afinal, é nela que estão os recursos naturais necessários para a nossa sobrevivência, como água, alimentos e matérias-primas. Sem esses recursos, todas as formas de vida do planeta poderão acabar. E ao contribuir para preservar a Mata Atlântica, nosso principal bioma na região, com esse projeto estamos reforçando nosso compromisso com o Meio Ambiente, afinal, como produtores rurais também temos que ter essa responsabilidade com a natureza e essa é uma das formas que daremos nossa contribuição”, destaca José Inácio.

O dirigente da Asplan lembra que embora o projeto, atualmente, seja pioneiro em cinco propriedades, a idéia é expandir essa restauração de áreas de Mata Atlântica para todos os associados da entidade. “Já autorizei o pessoal da Eco Ocelot a fazer um projeto macro que possa contemplar todos os nossos mais de 1.500 associados”, afirma José Inácio. Segundo o representante da empresa, o projeto macro deve estar pronto em março do ano que vem.

Feriadão de Natal não altera média de atendimento diário no Hospital Regional de Patos

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Oplantão do feriadão de Natal movimentou a Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), mas a média diária de atendimentos não foi alterada. Boletim da unidade, correspondente ao período das 18h do dia 24 até a madrugada do dia 27, mostra que foram realizados 255 atendimentos e ainda 33 cirurgias, sendo 27 delas de emergência e seis eletivas. O plantão mais movimentado foi o do dia 26, com 87 atendimentos, seguido do dia 25, com 76 e do dia 27 quando foram atendidas 71 pessoas. O plantão de menos movimento foi o do dia 24, quando deram entrada no hospital 21 pessoas.

O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, avaliou o plantão como dentro da normalidade. “O número de atendimentos cresceu em relação ao final de semana passada, mas vale salientar que tivemos um feriadão e por conta disso muita gente viajou para o interior aumentando a demanda de nossa unidade, mas, mesmo assim, ainda ficamos abaixo da média usual de atendimentos/dia da unidade que gira em torno de 100 atendimentos”, destaca o diretor.

Dos 255 atendimentos do período, 34 deles foram de pessoas que sofreram acidentes de trânsito, sendo 33 deles envolvendo motocicletas e apenas um acidente com bicicleta. A maior parte das ocorrências de acidentes foi registrada em Patos, com 14 vítimas. As cidades de Malta, Matureia, Quixabá e São José de Espinharas registraram, cada uma, duas vítimas que foram atendidas no Complexo. As demais cidades – Água Branca, Boa Ventura, Brejinho (PE), Brejo da Cruz, Cachoeira dos Índios, Cacimbas, Emas, Imaculada, Itaporanga, Nova Olinda, Santa Terezinha e São Bento – pontuaram no relatório de prestação de serviços da unidade com uma vítima cada uma. Das 34 vítimas de acidentes, 13 delas precisaram ficar internadas no hospital para observação e/ou cuidados posteriores.

Das 33 cirurgias realizadas, a maior parte delas foi cirurgia geral, com 12 ocorrências, seguida de procedimento vascular, com 10 casos, mais seis cirurgias ortopédicas, três oncológicas e duas buco-maxilo.

Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana prolongado por causa do feriadão de Natal foram de pacientes com queda da própria altura (27), dor abdominal (21), dificuldade de respirar (15), dor no peito (15), contusões diversas (08), convulsão ou mal epilético (07), entre outros motivos.

Hospital Regional de Patos amplia capacidade de atendimento e disponibiliza mais seis UTIs para casos de Covid-19

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O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), que é uma das referências da rede estadual de saúde para atendimento de pacientes com coronavírus, vai ampliar sua capacidade de atendimento para casos graves da doença com a disponibilidade de mais seis leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no setor de isolamento Covid. Com os novos leitos que estarão disponíveis a partir desta quinta-feira (24), a unidade passa a ter 26 vagas de UTI. Além destes leitos, o Complexo tem mais 23 Enfermarias Clínicas destinadas exclusivamente para pacientes com Covid-19.

O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, destaca a importância destes novos leitos. “Ampliar a capacidade de atendimento, justamente, num momento em que estamos percebendo um aumento no número de casos de Covid, inclusive, de evoluções mais graves da doença, muito nos tranquiliza. Agradecemos ao governador João Azevedo e ao secretário Dr. Geraldo Medeiros que se anteciparam a essa segunda onda de contágio ampliando os leitos nas unidades de saúde da rede”, destaca o diretor.

A equipe do Complexo, junto com a direção e o pessoal da manutenção terminou os últimos ajustes e detalhes de instalação dos equipamentos da nova UTI na noite desta quarta-feira (22). “Foi um esforço conjunto de todos para que tudo ficasse pronto para podermos disponibilizar esses novos leitos já a partir desta quinta-feira, coincidentemente, o dia em que também se comemora o Natal”, destacou Francisco, agradecendo o empenho de sua equipe para que tudo ficasse pronto. O espaço onde vai ficar os novos leitos de UTI foi totalmente reformado, com novas instalações elétricas, hidráulicas e rede de gases.

Os novos leitos fazem parte de um processo de ampliação de vagas nos hospitais referências da rede pública estadual anunciado pelo governador João Azevedo dias atrás. Além do Complexo Hospitalar de Patos, o Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, em Santa Rita, foi contemplado com mais 10 leitos, o Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, com a oferta de mais cinco vagas e ainda o Hospital de Clínicas de Campina Grande, com a abertura de mais 15 leitos.

Hospital Regional de Patos realizou 35 cirurgias e atendeu 161 pacientes na Urgência e Emergência no último final de semana

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O plantão do último final de semana no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) foi bastante movimentando, especialmente, no que diz respeito a realização de procedimentos cirúrgicos e atendimentos na Urgência e Emergência da unidade. Entre as 18h do dia 18 e até a meia noite do domingo (20), o hospital realizou 35 cirurgias, sendo 11 de emergência e outras 24 eletivas e atendeu 161 pessoas. O maior número de atendimentos se deu no plantão do dia 19, quando 77 pessoas deram entrada na unidade. No dia 18 foram atendidas 25 pessoas e no domingo outras 59.

Os acidentes de trânsito foram responsáveis pelo atendimento de 23 pessoas, sendo 19 delas envolvidas em acidentes com motocicletas, outras três que sofreram ferimentos por causa de acidentes com bicicletas e ainda uma vítima de atropelamento. Dos 23 acidentados, dez precisaram ficar internados para observação e procedimentos na unidade por complicações diversas. A maior demanda de acidentados foi da cidade de Patos, com oito registros, seguida das cidades de Desterro e Malta, com três vítimas em cada município.

Das 35 cirurgias realizadas, 16 procedimentos foram de Ortopedia, seguida de cirurgias oncológicas, num total de 14, e mais cinco cirurgias geral. Na Urgência Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade no último final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, dificuldade de respirar,contusões diversas, acidentes com animal peçonhento ou raivoso, entre outros motivos.

O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, afirma que o plantão do final de semana, mesmo com esse número de cirurgias, esteve abaixo dos padrões médios de atendimento da unidade. “Até tivemos menos atendimento que nos finais de semana anteriores e penso que isso já é reflexo da conscientização das pessoas que estão percebendo o aumento do número de casos de Covid e estão restringindo saídas e até viagens”, diz o diretor, lembrando que o Complexo de Patos é referência para cerca de 60 municípios do sertão paraibano, inclusive, para casos de coronavírus.

Hospital Regional de Patos fechou balanço de novembro com o registro de quase quatro mil atendimentos

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O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) fechou o balanço de suas atividades em novembro com um saldo de 3.878 atendimentos, sendo 2.841 na Urgência e Emergência e mais 1037 atendimentos ambulatoriais. Os dados consolidados apontam ainda que a unidade, que é referência para mais de 60 municípios do sertão paraibano, inclusive no atendimento a pacientes com Covid-19, realizou 279 cirurgias, a maior parte delas de Ortopedia, e ainda 9.901 exames clínicos.

Das 279 cirurgias realizadas em novembro, 138 foram de Ortopedia, 65 procedimentos foram de cirurgia geral, outras 47 Oncológicas, 18 cirurgia Vascular, nove Bucomaxilo, além de um procedimento de Otorrino e outro de cirurgia plástica reparadora. Em relação ao mês anterior, que registrou 326 cirurgias, houve uma redução de 14% no número de procedimentos. “Essa redução se deu em função da demanda, não de restrição da unidade”, explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.

Em novembro também foram realizados pelo Complexo um total de 1.866 exames de Raio X, 1.811 tomografias computadorizadas, 319 Ultrassonografias e Ecocardiogramas, 437 Eletrocardiogramas, 51 diagnósticos por Anatomia Patológica e Citopatologia, seis Endoscopias, quatro Ressonância Magnética, três Imunohisoquímica e ainda uma Colonoscopia.

Morte de adolescente por doença rara reitera importância da implantação do teste do pezinho ampliado na rede de saúde da PB

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Conhecida como Doença do Beijo Salgado ou Mucoviscidose, a Fibrose Cística é uma doença genética, que pode ser diagnosticada pelo Teste do Pezinho. Ela atinge 1 a cada 10 mil nascidos vivos no Brasil e poderia ter sido diagnosticada precocemente no adolescente Pedro Lucas Lins Leite, de 14 anos, que faleceu nesta quinta-feira (17), no Hospital Universitário, em João Pessoa, por complicações da doença associada ao Covid-19, caso a Paraíba já tivesse, à época em que ele nasceu, o Teste do Pezinho Ampliado à disposição na rede pública de saúde. Coincidentemente, o adolescente é parente do deputado estadual Jeová Campos, autor da Lei 11.566/19 que disponibiliza o teste ampliado nas unidades da rede de saúde paraibana, em vigor há mais de um ano. O teste está em vias de ser implantado no Estado faltando, para isso, a conclusão da licitação das compras dos kits e insumos para realização dos exames.

“Por ironia do destino, acabo de perder um parente por complicações de uma doença que se tivesse sido diagnosticada precocemente poderia ter sido tratada a tempo de não comprometer a qualidade, nem o tempo de vida de meu primo”, lamentou o parlamentar que destinou este ano, exclusivamente, sua emenda impositiva no valor de R$ 1,2 milhão para ajudar na implantação do teste ampliado na Paraíba. “Fiz essa destinação porque acho importante que esse teste seja disponibilizado o mais rápido possível, dada a importância dele no futuro e na qualidade de vida das próximas gerações de paraibanos. Essa política preventiva para diagnosticar precocemente as doenças raras é fundamental para dar garantia de melhor qualidade de vida”, reitera Jeová, que se solidarizou com o luto da mãe, Maria Lúcia, e do pai do adolescente, Pedro Herculano.

Em entrevista publicada no site do Ministério da Educação (https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/fibrose-cistica-atinge-1-a-cada-10-mil-nascidos-vivos-no-brasil), a médica pneumologista pediatra, professora doutora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFG e supervisora do Programa de Residência em Pneumologia Pediátrica do HC-UFG/Ebserh, Lusmaia Damasceno Camargo Costa, explica que a Fibrose Cística é uma doença genética, rara e ainda sem cura. “Também chamada de Doença do Beijo Salgado ou Mucoviscidose devido ao fato de que o muco é viscoso, ou seja, as secreções do organismo são mais espessas do que o normal, dificultando a sua eliminação. Trata-se de uma doença de origem genética, transmitida de pais portadores para seus filhos. Não é uma doença contagiosa. Apesar de rara, no Brasil, a Fibrose Cística é uma das doenças raras mais comuns, atingindo 1 a cada 10 mil nascidos vivos no país. Com o desenvolvimento científico e a melhoria da assistência aos pacientes, a sobrevida vem aumentando a cada ano. Dados de registros internacionais apontam uma sobrevida média atual de cerca de 40 anos.

Ainda segunda a médica, a doença pode ser identificada a partir da suspeita clínica, pelos sinais de alarme, ou pelo Teste do Pezinho, ou ainda por ter um parente que tem a doença. “A partir da suspeita, é solicitado o Teste do Suor, que realiza o diagnóstico da doença, além do teste genético, que confirma e especifica qual o tipo de defeito genético (mutação) que a pessoa apresenta. Ressalto que o Teste do Pezinho ou Teste de Triagem Neonatal é fundamental e quanto mais cedo se detectar a doença e iniciar o tratamento, melhor será a qualidade de vida do paciente”, atesta a profissional de saúde.

Não queremos tirar nada de ninguém apenas receber a nossa parte de geração de créditos de Carbono diz presidente da Asplan

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A Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio, que instituiu o ativo de crédito de descarbonização (CBios) deixou de fora o mais importante elo desse processo que são os produtores, uma vez que é no campo que acontece a maior parte de captura de carbono. “Como um Programa que se propõe a estimular a baixa emissão de CO2 deixa de fora quem participa diretamente dessa ação, uma vez que é no processo produtivo que isso acontece em maior escala?”, questiona o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. Segundo ele, os produtores não querem tirar nada das indústrias, apenas receber o que lhes é de direito.

O dirigente canavieiro reitera que da forma como o Renovabio foi concebido só contemplou as indústrias deixando de fora quem, de fato, participa ativamente da redução da emissão de CO2, que é quem planta. “Não estamos pleiteando nada de ninguém, nem muito menos queremos tirar os dividendos das indústrias. Queremos o que é nosso por justiça e merecimento. Não é no processo industrial que se reduz a emissão de CO2, é em todo o processo produtivo no campo”, reforça José Inácio, lembrando que as indústrias que produzirem com 100% de sua matéria-prima não vão precisar dividir o CBios com ninguém.

Os ganhos financeiros com o CBios, de acordo com José Inácio, precisam ser divididos para toda a cadeira sucroenergética e não apenas com as indústrias como está acontecendo agora. “Já perdemos a parte que nos cabe desse mercado de crédito de carbono na safra passada, estamos perdendo nesta também e não é justo que isso continue acontecendo. O que pleiteamos é uma justa revisão no Programa do Renovabio para que os produtores também sejam incluídos nos ganhos e contemplados com a parte que lhes é correspondente”, afirma José Inácio.

Segundo o dirigente da Asplan, a esperança da classe recai sobre o Projeto de Lei (PL 3149), de autoria do deputado federal paraibano, Efraim Filho, que tramita na Câmara e que altera a Lei do RenovaBio e garante o acesso aos créditos de descarbonização (CBios) aos canavieiros do Brasil. “Esse PL tem o objetivo de corrigir uma injustiça contra os fornecedores independentes de cana na lei do RenovaBio e esperamos que ele seja aprovado o mais breve possível. Não é possível que os deputados não votem favoráveis a uma matéria que corrige uma distorção absurda dessa”, disse José Inácio, adiantando que caso isso não ocorra, a categoria irá entrar na Justiça para corrigir essa distorção.

Comissão de Desenvolvimento da ALPB se posiciona contra privatização da gestão das águas da Transposição

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Durante reunião remota na última segunda-feira (14), a Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa deliberou que a Casa se colocará contra a privatização da gestão das águas do projeto de Transposição do Rio São Francisco como está propondo o governo Jair Bolsonaro. Aproveitando a decisão da Comissão, o deputado Jeová Campos propôs que a deliberação seja comunicada a bancada federal paraibana e as demais autoridades ligadas à questão de recursos hídricos do país, além da presidência da Câmara, do Senado e ao presidente Jair Bolsonaro.

“As águas da Transposição chegam para resolver um problema secular do setor setentrional do Nordeste e não tem sentido, a esse altura, depois de investimentos vultosos iniciados no governo Lula e depois no governo Dilma, já próximo da conclusão das obras, com o canal Caiçara-Engenheiro Ávidos, que a gente entregue à iniciativa privada a gestão das águas”, reforçou o parlamentar paraibano. Para Jeová, a água não pode ser tratada como uma mercadoria.

“Não podemos entregar a gestão das águas ao setor privado da economia, isso tem que ser gerido por uma política de Estado. A água não pode ser encarada como mercadoria, ela é um bem essencial, e um agricultor familiar não poderá fazer o seu roçado se tiver que pagar um valor alto pelo produto. Essa água terá que ser subsidiada e onde uma empresa privada irá subsidiar?”, questionou Jeová.

 “Vamos nos posicionar formalmente contra essa privatização, pois precisamos ter um olhar voltado para a melhoria da qualidade de vida dos nordestinos. Esse sempre foi o foco da Transposição e não pode ser desvirtuado”, finalizou Jeová.

 Deputado Jeová Campos é contra privatização da gestão das águas do projeto de transposição do São Francisco

ALPB aprova Projeto de Resolução que concede Medalha ao Padre Djacy Pereira Brasileiro

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Os deputados paraibanos aprovaram, por unanimidade, na sessão remota desta quarta-feira (16), o Projeto de Resolução 211/2020, de autoria de Jeová Campos, que concede a Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim –Padre Rolim – ao Padre Djacy Pereira Brasileiro. A justificativa da proposta é que o Padre tem relevantes serviços prestados ao Estado da Paraíba, especialmente, na defesa dos mais humildes e na luta pela conclusão das obras do projeto de Transposição do Rio São Francisco. Foi dele a iniciativa de construir uma cruz de latas e depois acampar em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, visando chamando a atenção das autoridades constituídas, especialmente, do governo federal, para a extrema necessidade da execução do projeto de transposição para o povo nordestino.

A Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim –Padre Rolim, explica o parlamentar que também foi o autor do Projeto que criou essa honraria, é outorgada às personalidades que se destacarem nas áreas educacional e religiosa no Estado da Paraíba. “Pelos relevantes serviços prestados à Paraíba em face da sua atuação com princípios na área religiosa, abraçando diversas causas sociais, tendo em vista a dignidade da pessoa humana, pela luta que travou em favor do povo paraibano, especialmente os mais humildes, com destaque pela sua luta em prol da transposição de águas do Rio São Francisco, Padre Djacy é merecedor desta honraria”, argumentou Jeová, lembrando que o religioso foi membro efetivo do comitê pró-transposição.

Na justifica do PR, Jeová destaca que “no ano de 2007, com uma “cruz de latas” (que se tornou símbolo da luta por água), de aproximadamente dez metros de altura, Padre Djacy acampou em frente ao Palácio do Planalto e também percorreu diversas cidades da Paraíba, na sua luta pela água. No sertão, a sua maior preocupação foi com as vítimas da seca, seca esta que tanto castigou os sertanejos nos últimos oito anos”, destaca o texto.

“Por essas e outras contribuições, por justiça e mérito, como fruto de reconhecimento pelo incansável trabalho e, especialmente, pelas ousadas e vitoriosas lutas em favor da transposição de águas do Rio São Francisco, amparado em seu lema religioso: na fé, no amor e na luta, não temos dúvidas de que o homenageado, Padre Djacy Pereira Brasileiro, é possuidor de um vasto currículo e se habilita ao recebimento da Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim –Padre Rolim,outorgada pela Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba”, reitera o deputado autor da propositura. O Padre Djacy Pereira Brasileiro, atualmente, mora em João Pessoa, no Bairro dos Bancários, onde atua como vigário numa igreja no mesmo bairro.

 Padre Djacy quando levou sua cruz de latas para Brasília será homenageado pela ALPB

Jeová propõe Moção de Pesar pelo falecimento de Francisco Matias Rolim ocorrido nesta quarta-feira em Cajazeiras

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“O homem que levou a universidade para Cajazeiras, que fez obras de esgotamento sanitário no município em 1976 e tantas outras ações importantes não será esquecido pelos seus conterrâneos. Chico Rolim será lembrado como um grande líder político do povo cajazeirense”, disse hoje (16), durante sessão remota da Assembléia Legislativa, o deputado Jeová Campos, ao lamentar a morte do ex-prefeito de Cajazeiras Francisco Matias Rolim, mais conhecido como Chico Rolim, que faleceu nesta quarta-feira, aos 98 anos, de causas naturais. O parlamentar propôs uma Moção de Pesar e se solidarizou com a família de Chico Rolim.

 

Outros deputados da região, a exemplo de Dra. Paula e Júnior Araújo, se acostaram a manifestação e iniciativa de Jeová e pediram para subscrever a Moção de Pesar, assim como também enalteceram a importância do ex-prefeito e político para Cajazeiras. Chico Rolim foi prefeito de Cajazeiras por mais de um mandato, no total ocupou o cargo por 11 anos. Ele também foi candidato a deputado federal, ficando na suplência, mas chegou a assumir o cargo por um período.

Jeová prôpos Moção de Pesar pelo falecimento de ex-prefeito de Cajazeiras