Month: outubro 2020

Outubro Rosa da Unitrans chamou atenção das colaboradoras sobre importância da prevenção do Câncer de Mama

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O mês de Outubro lembra de uma importante e já clássica ação de saúde que ocorre em todo o país: o Outubro Rosa. E nas empresas do Grupo A. Cândido essa temática foi trabalhada lembrando as colaboradoras a importância da prevenção. Na empresa de ônibus Unitrans, de João Pessoa, a campanha do Outubro Rosa incluiu um dia de alerta sobre os cuidados preventivos. Foi o Pink Day, realizado no último dia 09, quando as colaboradoras foram convidadas a vestir a cor rosa alusiva a ação e receberam material informativo e laços rosa entregue em todos os setores e departamentos.

“Com as medidas restritivas da pandemia, que nos impedem de reunir muita gente no auditório, como fazíamos em anos anteriores, escolhemos essa ação individual, mas que chamou atenção para a importância da prevenção de forma coletiva, já que muitas colaboradoras aderiram à ideia e se vestiram com a cor alusiva ao Outubro Rosa. Foi um dia para lembrar a importância dos exames preventivos, do auto exame e dos cuidados com a saúde da mulher, especialmente, em relação a prevenção do câncer de mama e útero”, destaca a diretora da Unitrans, Lorena Dantas, reiterando que com essa iniciativa a Unitrans buscou alertar suas funcionárias e estimulá-las para que façam sempre seus exames de rotina e o auto exame, já que quanto mais cedo é descoberta a doença, mais chances de cura existem.

Sobre o câncer de mama

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama. Esse processo gera células anormais que se multiplicam, formando um tumor e é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres em todo o mundo, sendo 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes pela doença por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). E os dados alarmantes não param por aí. No Brasil, o Ministério da Saúde estima mais de 52 mil casos novos em um ano. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, cerca de uma a cada 12 mulheres terão um tumor nas mamas até os 90 anos de idade.

Colaboradores do Complexo Hospitalar de Patos fazem ação de esforço concentrado para atualizar ações internas

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O volume de atendimentos do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC) registra, em média, 100 atendimentos/dia, de uma população de cerca de 80 municípios da região sertaneja do estado, com ações nas áreas de Clínica Médica, cirurgias diversas e ainda as demandas de Urgência e Emergência. Com um corpo funcional de mais de 700 colaboradores, a dinâmica cotidiana de uma unidade de saúde pública deste porte requer de seus gestores e colaboradores muita agilidade, atenção, compromisso e dedicação para que quando o paciente chegar na porta de entrada da unidade até ele receber alta, tenha toda a assistência necessária, incluindo ai, ações da área médica, da enfermagem, da nutrição, dos fisioterapeutas, psicólogos, dos exames clínicos, dos exames diagnósticos por imagem, nas internações e procedimentos diversos, etc.

Só que para essa máquina funcionar adequadamente e satisfatoriamente, explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, há uma equipe de profissionais, que atua nos bastidores e que não é vista na linha de frente da unidade, que desenvolve um trabalho importantíssimo e fundamental para que tudo que envolve o atendimento ao paciente aconteça a contento. “São os profissionais do setor administrativo, da contabilidade, de compras, de faturamento, da licitação, que asseguram que todos os insumos e produtos necessários para o bom funcionamento da unidade estejam disponíveis quando houver necessidade, desde o insumo mais básico ao mais complexo”, reitera Francisco.

E foi para dar ainda mais agilidade ao atendimento destas demandas internas, que essa equipe administrativa esteve debruçada numa força-tarefa, nas últimas duas semana. “Fizemos um esforço concentrado para atualizar processos e demandas, a fim de tornar, ainda mais eficaz, o que já estava sendo feito na unidade e abastecer a unidade em todas as suas necessidades”, destaca o diretor geral, lembrando que essa ação partiu voluntariamente dos próprios colaboradores, que otimizaram ações e procedimentos, dentro de suas respectivas áreas, setores e horários de atuação. “Neste aspecto, quero agradecer o empenho de todos esses servidores que trabalham num hospital público em função do povo e que nem sempre recebem o merecido reconhecimento. A equipe do Jandhuy está de parabéns”, finaliza Guedes.

Bolsonaro recua na proposta de privatização do SUS por pressão popular e não por entender que essa medida seria nociva ao povo destaca Jeová

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As inúmeras manifestações em várias partes do Brasil contrárias à publicação do decreto presidencial que permitia ao Ministério da Economia realizar estudos para a inclusão das Unidades Básicas de Saúde (UBS), dentro do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI), levaram o presidente Bolsonaro a recuar e revogar sua proposta menos de 24h depois que ela havia sido divulgada. O Decreto, que havia sido publicado na terça-feira (27), no Diário Oficial, tornou-se sem efeito. Para o deputado estadual Jeová Campos, um dos críticos da medida, o governo federal usa a sigla PPI como neologismo bonito para não usar a palavra privatização e o recuo de Bolsonaro, na opinião de Jeová, só aconteceu por pressão popular.

“Na realidade, esse governo está entregando o país de bandeja para o capital especulativo, para os EUA, para os banqueiros, reduzindo investimentos em saúde e educação, enfraquecendo as universidades públicas, enfim, governando para uma elite em detrimento da classe trabalhadora, dos menos favorecidos, do povo”, disse o parlamentar paraibano. Ainda segundo Jeová, a questão do valor do auxílio emergencial é outra situação que demonstra claramente o quanto a pressão e a mobilização podem mudar os rumos das coisas. “O governo queria um auxílio no valor de R$ 300,00, os R$ 600,00 foram consequência de pressão popular e dos parlamentares federais que não aceitaram votar o valor menor proposto pelo governo”, lembra Jeová.

Segundo ele, a justificativa apresentada pelo presidente para revogar a medida, alegando que o intuito seria para terminar obras de UBS e UPAs que estão inacabadas país afora, é só uma desculpa para encobrir o objetivo de privatizar a saúde no Brasil. “É obrigação da União cuidar das brasileiras e dos brasileiros. Essa é uma premissa fundamental que permitiu e permite a existência do Sistema Único de Saúde (SUS), um sistema que funciona, que atende, que salva vidas e que poderia salvar muito mais se mais investimentos fossem feitos”, reitera o deputado paraibano.

Jeová lembra que as manifestações de rua (restritas agora em função da pandemia), a mobilização da sociedade, a pressão sobre seus representantes políticos são formas legítimas e eficazes da população se rebelar contra as atitudes absurdas deste governo e de qualquer um outro que não defenda os interesses nacionais e da população brasileira. “O povo unido jamais será vencido. Essa frase emblemática e carregada de forte simbolismo será sempre atual, porque nada, nem ninguém consegue conter as vozes das ruas, a mobilização de muitos”, finaliza Jeová.

Bolsonaro prepara privatização do SUS em plena pandemia num total desrespeito com os brasileiros, especialmente, os mais pobres afirma Jeová

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“Ao invés de fortalecer o SUS contra qualquer tipo de privatização e retirada de direitos, o atual presidente reduz investimentos na Saúde e agora publica um decreto permitindo que o Ministério da Economia realize estudos para a inclusão das Unidades Básicas de Saúde (UBS) dentro do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI). É inaceitável que em plena pandemia da Covid, numa das maiores, se não a maior, crise da saúde pública na história do Brasil, com drásticas reduções de investimentos no setor, Bolsonaro abra caminho para a privatização do SUS”, disse hoje (28), o deputado estadual Jeová Campos. O Decreto a que o parlamentar se refere foi publicado na edição desta quarta-feira (28), do Diário Oficial da União.

Para o deputado paraibano, essa iniciativa do governo federal, disfarçada sob o discurso de “parcerias com a iniciativa privada”, na prática, deixa os brasileiros ainda mais vulneráveis e desassistidos no tocante a saúde pública. “Constitucionalmente, é obrigação da União cuidar das brasileiras e dos brasileiros. Essa é uma premissa fundamental que permitiu e permite a existência do Sistema Único de Saúde (SUS), um sistema que funciona, que atende, que salva vidas e que poderia salvar muito mais se mais investimentos fossem feitos. Ao invés de privatizar, o governo deveria investir no SUS”, defende Jeová.

A exemplo do deputado paraibano, outros parlamentares já se pronunciaram contra a medida. O deputado federal Rogério Correia (PT-MG), por exemplo, já protocolou na Câmara Federal um projeto de decreto legislativo que susta imediatamente os efeitos da medida do governo federal. “O decreto de Bolsonaro propõe que as Unidades Básicas de Saúde (UBS) saiam da esfera pública e se transfiram para a iniciativa privada e as UBSs são as portas de entrada do SUS, o que o governo quer, de fato, é privatizar todo o sistema de saúde público brasileiro”, afirmou o parlamentar mineiro.

Vítimas de acidente de trânsito chegam a quase 20% dos atendimentos no Hospital Regional de Patos

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O balanço de atendimentos do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) durante o fim de semana, entre às 18h da última sexta-feira (23) e às 6h da manhã desta segunda-feira (26), registrou no setor de Urgência e Emergência um total de 172 atendimentos. Neste período, a unidade que integra a rede estadual de saúde, atendeu 33 pessoas vítimas de acidentes de trânsito. Dos 33 pacientes atendidos em função de acidentes, 27 eram motociclistas. O plantão de maior movimento foi o do dia 24, quando 82 pacientes deram entrada na unidade.

Na Urgência e Emergência, depois dos casos de acidentes de trânsito, as causas mais recorrentes de atendimentos foram, por ordem de quantidade, pacientes com dor abdominal (19), seguida de queda da própria altura (17), Dor no peito, hipertensão e queda de nível (com 08 ocorrências cada um). Houve ainda casos de contusões diversas, dificuldade de respirar, dor renal, dor no braço, no tórax, acidentes com animais peçonhentos, dor no olho, dor na coluna, entre outras demandas, foram as causas mais comuns de atendimentos.

Das vítimas de acidentes de trânsito, a cidade de Patos, onde localiza-se o Complexo, foi a que mais teve pacientes atendidos, num total de 13 pessoas, seguida da cidade de Cacimbas, com três pacientes e Água Branca, com duas pessoas. As outras demandas para a unidade vieram das cidades de Cajazeiras, Catingueira, Desterro, Diamante, Ygaracy, Itaporanga, Matureia, Nova Olinda, Olho D´água, Piancó, Santa Gertrudes, Santana dos Garrotes, São Mamede e Imaculada, com o registro de um paciente por cada município citado. Dos 33 acidentados, 26 eram do sexo masculino e sete do sexo feminino.

Opera Paraíba: Hospital de Queimadas realiza 100 cirurgias eletivas

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A segunda etapa do programa Opera Paraíba, no Hospital Regional de Queimadas, possibilitou que cerca de 100 pacientes de cirurgias eletivas pudessem realizar o procedimento cirúrgico. Os procedimentos foram realizados entre os dias 17 e 25 de outubro e incluíram cirurgias de hérnias, vesícula, histerectomia, fimose, entre outros.

O Opera Paraíba estava suspenso desde março, em virtude da pandemia do coronavírus, e foi retomado, inicialmente, nos hospitais de Queimadas e Mamanguape. Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) atestam que só este ano foram realizadas 2.625 cirurgias e a estimativa da SES é de realizar 12 mil cirurgias até o fim do Programa.

O diretor geral do Hospital de Queimadas, Flávio Daniel, lembra que o Opera Paraíba foi lançado há um ano com a meta na redução das filas de espera por cirurgias eletivas no Sistema Único de Saúde (SUS). “Com o Opera Paraíba estamos zerando as filas de espera por procedimentos cirúrgicos, beneficiando milhares de pacientes que não mais precisarão esperar para realizar suas cirurgias”, destacou Flávio, comentando que o mutirão realizado em Queimadas foi um sucesso. O diretor parabenizou toda a equipe da unidade que se uniu, num esforço coletivo, para que todos os procedimentos programados pudessem ser realizados.

Sobre o Opera Paraíba – Ao todo, 12 hospitais da Rede Estadual integram a força-tarefa para a realização dos procedimentos cirúrgicos, que contemplam as especialidades de ortopedia, oftalmologia, otorrinolaringologia, ginecologia, proctologia e cirurgia geral. Em contrapartida, os municípios com a população beneficiada pelo programa realizam os exames pré-operatórios e o transporte até a unidade hospitalar responsável pelo procedimento cirúrgico.

Hospital Regional de Queimadas ganha nova ambulância e reforça atendimento aos pacientes

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O Hospital Regional de Queimadas acaba de ganhar um reforço significativo para atendimento aos pacientes da cidade e região. Trata-se de uma nova ambulância adquirida com apoio do senador Veneziano Vital do Rego, que através de emenda parlamentar conseguiu destinar recursos para aquisição do novo equipamento, A nova ambulância foi entregue ao hospital na última sexta-feira (23). A solenidade contou com a presença do senador e do secretário estadual de saúde, Geraldo Medeiros que, na ocasião, falaram sobre a importância do veículo no atendimento dos pacientes.

“O Hospital de Queimadas é referência para a população do Cariri e o aporte desta ambulância permitirá uma segurança maior para os pacientes e uma maior agilidade no transporte de pacientes graves, de forma, que essa aquisição soma de forma muito positiva na prestação de serviço ofertado à população daquela localidade”, destacou o secretário Geraldo Medeiros.

O diretor geral do Hospital de Queimadas, Flávio Daniel, esclareceu como a nova ambulância dará suporte aos pacientes que são atendidos diariamente pela unidade. “Essa ambulância chega num momento importante, tendo em vista que o Hospital de Queimadas hoje presta serviços não apenas a população de Queimadas, mas de outros municípios circunvizinhos, que englobam 14 municípios, então esse novo equipamento vem contribuir com a eficácia e agilidade no transporte de pacientes não apenas para a nossa unidade, como para o remanejamento destes para outros hospitais quando houver necessidade”, disse Flávio Daniel.

“Esse é um momento de alegria e contentamento e, para mim, particularmente, na condição de agente político que possibilitou essa aquisição, isso muito me alegra porque sei que o exercício de meu mandato está ajudando a essa unidade a melhorar o atendimento à população”, disse o senador autor da emenda.

O deputado estadual Doda de Tião, que é natural de Queimadas, também prestigiou a entrega da nova ambulância e, na ocasião, agradeceu ao governador João Azevêdo, pelo excelente trabalho na gestão da saúde dos paraibanos, e ao senador pela emenda que possibilitou a aquisição do novo equipamento. “Esse equipamento é muito importante para o hospital e quero de público agradecer o compromisso do nosso governador com a região e também de seu secretário de saúde, Dr. Geraldo que vem desenvolvendo um trabalho muito bom à frente da Secretária de Saúde e também lembrar do compromisso do senador Veneziano com a nossa região”, finalizou Doda de Tião.

Hospital Regional de Patos ganha mais uma ambulância

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O Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) recebeu, na manhã desta segunda-feira (26), um novo equipamento que vai agilizar, ainda mais, o atendimento de transporte de seus pacientes. Trata-se de uma ambulância de apoio básico. O veículo se soma a outras duas ambulâncias que já davam suporte na logística de transporte dos pacientes do Regional. Com essa aquisição, a unidade passa a ter disponível três ambulâncias, sendo uma de suporte avançado e outras duas de suporte básico. A ambulância foi recebida pelo diretor geral, Francisco Guedes e pela diretora administrativa do Complexo, Isabella Cristina dos Santos.

O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, agradeceu a Secretaria Estadual de Saúde pela destinação da ambulância, lembrando que o veículo dará um aporte importante na logística de transporte de pacientes da unidade. “Essa outra ambulância vem auxiliar de maneira bem efetiva nas transferências, que tem sido cada vez maiores, de pacientes em estado médio e grave que precisam ser deslocados para o Metropolitano, em Santa Rita, com problemas cardíacos, ou neurológios, para o Hospital de Trauma de Campina Grande”, afirma o diretor.

Francisco lembra ainda que além das três ambulâncias do Complexo Regional de Patos, há outra ambulância de suporte avançado disponível no Hospital Infantil de Patos, perfazendo um total de quatro ambulâncias ligadas a rede estadual de saúde à disposição da população de Patos e região.

Pacientes de Ortopedia e de cirurgias de bucomaxilo passam a ocupar enfermarias do Hospital do Bem para desafogar leitos do Complexo

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Pacientes de Ortopedia, do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), com fraturas em membros superiores de até um osso e também de cirurgias de bucomaxilo, passaram a ocupar as enfermarias disponíveis no primeiro andar do Hospital do Bem, desde a última sexta-feira (23). A iniciativa tem o objetivo de desafogar os leitos do Complexo, reduzindo assim a lotação das Enfermarias da unidade, aproveitar um espaço que estava sendo subutilizado, ofertando conforto e mais leitos para os pacientes de uma forma geral.

A mudança também incluiu a destinação de uma enfermaria infantil, para crianças que sofreram traumas ortopédicos. O objetivo dessa transferência, segundo o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, é ocupar leitos do Hospital do Bem, que estava sendo subutilizado, desafogando, assim, os leitos do Complexo. “Com essa iniciativa a gente passa a ocupar espaços que estavam sem utilização, liberando mais leitos para a população de Patos e região, sem prejudicar o atendimento aos pacientes oncológicos que continuam utilizando os serviços da unidade sem nenhum comprometimento, nem mudança de atendimento”, explica Francisco.

O remanejamento de pacientes do Complexo para as instalações do Hospital do Bem foi uma ação autorizada pela Secretaria de Saúde Estadual como medida para desafogar as enfermarias do Hospital que, nos últimos dias estava apresentando superlotação. “Com essa transferência, as quatro enfermarias do Hospital do Bem, que estavam prontas e sendo subutilizadas, passam a ser ocupadas, disponibilizando, assim, mais leitos para a população no Complexo e sem comprometer os serviços ofertados aos pacientes oncológicos que continuam a ser atendidos em todas as suas demandas de ambulatório, quimioterapia, cirurgias e internação”, reitera o diretor do Complexo.

Elevador

O elevador que irá substituir a plataforma elevatória, hoje utilizada no Hospital do Bem, já havia sido comprado pela OS Santa Casa de Birigui, que administrava a unidade, encontra-se em São Paulo, onde nos próximos dias será transportado para Patos. Segundo o diretor do Complexo, no qual o Hospital está vinculado, o processo de contratação da empresa transportadora do equipamento deve ser concluído essa semana e a expectativa é de que até o final do ano o elevador já esteja disponível para utilização pelos pacientes. “A OS comprou o equipamento, mas não finalizou o processo de transferência e de adequação do equipamento às instalações da unidade o que estamos fazendo agora”, finalizou Francisco Guedes.

Monitoramento da cana feito pela Asplan nas indústrias assegura ganho real ao produtor canavieiro paraibano

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O trabalho de fiscalização dos agentes tecnológicos contratados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), para acompanhar a avaliação da qualidade da matéria-prima entregue pelos produtores canavieiros às indústrias processadoras paraibanas, vem assegurando, ano após ano, que o produtor receba uma remuneração compatível com a matéria-prima que está direcionando as usinas. Agora em outubro, a eficácia deste trabalho ficou ainda mais evidente quando um agente tecnológico da Asplan identificou uma falha de processo na Destilaria Giasa, comunicou o fato a referida empresa que, prontamente, tomou providências para corrigir o problema e ressarcir as diferenças em função do mesmo.

“O DETEC vem desenvolvendo um belo trabalho em prol dos associados e no que diz respeito a fiscalização nas unidades industriais esse trabalho é fundamental para assegurar ao produtor que ele receberá uma remuneração compatível com a cana que está entregando”, desta a o diretor técnico do DETEC, Neto Siqueira. Ele ressalta que o problema na Giasa se deu no laboratório de sacarose, com alguns certificados que não estavam dando como clarificados devido a um problema no clarificante usado. “Ao mesmo tempo que parabenizamos o nosso fiscal por ter identificado a falha, também enaltecemos a conduta da Giasa que de imediato resolveu problema e se prontificou a ressarcir os prejuízos noticiados”, reitera Neto Siqueira.

Em comunicado à Asplan, a Giasa esclareceu que assim que tomou conhecimento do problema, suspendeu a utilização do clarificante que estava sendo utilizado substituindo-o por outro produto também homologado pelo Consecana e se prontificou a ressarcir os prejuízos noticiados, programando o pagamento dos mesmos o que ocorreu neste dia 22 de outubro. No ofício endereçado ao DETEC, a direção da Giasa ainda reiterou que o Grupo Olho D’Água tem 100 anos de atuação no mercado sucroalcooleiro e que sempre agiu com ética e transparência no relacionamento com seus clientes, parceiros, colaboradores e fornecedores.

Sobre a fiscalização

O trabalho dos agentes tecnológicos da Asplan nas usinas compreende a análise da matéria-prima que usa a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado) e o acompanhamento de todo o processo, desde a pesagem até a análise no laboratório para que a remuneração paga pela cana seja fidedigna ao que está sendo entregue. O acompanhamento da cana dos associados permanece durante toda a safra, diuturnamente, e enquanto houver fornecimento da matéria-prima para as oito unidades industriais paraibanas. O trabalho de fiscalização da Asplan conta com 18 gentes tecnológicos, sendo que 16 deles atuam nas usinas, um é o coletor das amostras e outro fica no laboratório fazendo as análises.