Month: março 2020

Diretoria do Complexo de Patos recebe elogios de filho de paciente agradecendo o serviço humanizado que sua mãe está recebendo

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Paciente do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, a Sra. Francisca Nunes de Assis, está sob os cuidados da equipe da unidade desde a última quinta-feira (26), na Enfermaria 3. Moradora de Itaporanga, a Sra. Francisca inspira cuidados especiais por ser diabética, ter 81 anos e estar com a taxa de glicemia bem alterada, razão pela qual ela foi internada. Acompanhada sempre pelos quatro filhos – Geralda, Damiana, Francisca e Francisco Cirilo Nunes, que fazem um revezamento entre si para não deixá-la sozinha em nenhum momento, ela segue se recuperando sob os cuidados do Complexo, com a ajuda de um respirador, de uma sonda e cercada de muito amor. Como a Dona Francisca, há muitas pacientes sendo acolhidas na unidade, mas, o que chama atenção neste caso, foi a iniciativa do filho da paciente, o auditor fiscal, Francisco Cirilo, em enviar para a diretora do Complexo, Liliane Sena, um comunicado de gratidão e elogio pelo atendimento prestado a sua mãe.

“As pessoas devem reclamar quando há procedência, mas, também precisam elogiar e reconhecer quando um serviço público é bem feito, como esse agora, do Hospital de Patos. Não só eu, mas, também minhas irmãs, temos presenciado e testemunhado o atendimento cordial, eficiente, prestativo e, sobretudo, humanizado de todos os que integram o Hospital de Patos. Desde a recepção, passando pelos porteiros, como os enfermeiros, técnicos e médicos, a gente percebe que há compromisso no trato com as pessoas. Tudo o que solicitamos chega com presteza e não só para minha mãe, temos observado isso aqui e por isso recebi tomar a iniciativa de fazer tanto o elogio, como o agradecimento”, destacou Cirilo, que mesmo diante da gravidade do quadro de sua mãe, parou um pouco para reconhecer o trabalho da equipe do Complexo. “Está sendo feito tudo o que é possível para reverter este quadro. O Hospital está fazendo a sua parte. Tudo o mais está nas mãos de Deus”, reitera ele, que mora em João Pessoa, mas está em Patos, junto com as irmãs que têm residência em Itaporanga e também em Campina Grande, nessa missão de cuidado e amor.

No comunicado enviado a direção do Hospital, Cirilo ainda pede que o agradecimento seja extensivo a todos os que integram a equipe da unidade. “Transmita, por favor, aos profissionais deste hospital a gratidão e reconhecimento do trabalho que vocês estão fazendo pelos que mais precisam. Estes dias que estou aqui testemunho todo o profissionalismo e comprometimento de sua equipe”, destacou ele, que ainda reconhece o agravamento do atual momento vivido pelos profissionais de saúde, diante da pandemia do Covid-19. “Sabemos que quem atua na área hospitalar vive em constante estresse pela própria atividade e ambiente de trabalho, imagina no atual momento em que passamos. Mas, aqui, no Hospital de Patos encontramos um ambiente que me surpreendeu. De muito acolhimento, compromisso com a vida e humanização. Acho que nem num hospital privado teríamos tantos cuidados”, reforçou ele.

“De fato, apesar de termos consciência de que cotidianamente, em inúmeras situações, nos desdobramos para prestar um serviço de qualidade, que consiga reverter quadros por vezes muito críticos, que atenda os nossos pacientes da melhor forma possível, de saber que nossa missão de salvar vidas e contribuir para reestabelecer a saúde de nossos pacientes é cumprida, na maioria das vezes as pessoas não reconhecem e quando o fazem não tornam público por achar que temos obrigação e não merecemos esse tipo de reconhecimento. De fato, não trabalhamos para sermos reconhecidos publicamente, temos uma missão nobre e a desempenhamos com muita dedicação, responsabilidade, profissionalismo, mas, confesso que receber elogios como esse nos dá muita alegria, uma energia a mais, um fôlego, um entusiasmo que em tempos tão sombrios nos inspiram e nos encorajam, mais ainda, a enfrentar as batalhas cotidianas com a certeza de que estamos no caminho certo”, argumenta Liliane Sena.

Presidente da ALPB está correto e sua decisão está respaldada em quem se orienta a partir de recomendações de autoridades que sabem o que dizem afirma Jeová

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A decisão de prorrogar a suspensão das atividades legislativas até o dia 10 de abril, por conta da pandemia do coronavírus, anunciada pelo presidente da Casa, Adriano Galdino, segundo opinião do deputado Jeová Campos, não poderia ser outra. “Enquanto o mundo se fecha em suas casas, obedecendo às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), às autoridades sanitárias e de saúde dizem que é preciso respeitar o isolamento social como principal arma para deter a disseminação do vírus, no momento em que os governadores dos estados fazem um chamamento à população para respeitarem a reclusão e anunciam medidas para contenção da pandemia decidir prorrogar a volta dos trabalhos presenciais na sede da ALPB é uma decisão prudente, acertada, correta, coerente e, sobretudo, responsável”, disse o parlamentar.

Em comunicado, o presidente da ALPB, Adriano Galdino, reiterou que as Sessões Ordinárias da Casa, bem como as atividades legislativas relativas às Comissões Permanentes e Temporárias, e das Frentes Parlamentares, permanecerão em pleno funcionamento, por meio do Sistema de Deliberação Remota (SRD), de forma online e ressaltou que é importante evitar aglomerações de pessoas neste momento em que o mundo enfrenta essa grave doença, lembrando que é necessário a união de todos em prol do bem coletivo. Com a decisão, todos os prazos de processos administrativos estão suspensos, exceto as licitações. A Secretaria de Administração e Recursos Humanos e a Comissão Permanente de Licitação da Casa continuam trabalhando em regime de plantão e teletrabalho.

O deputado Jeová Campos lembra que a iniciativa de continuar com a suspensão das atividades legislativas acontece em assembleias e casas legislativas de vários estados e reitera que isso não significa que os deputados não estejam à disposição para votação em sessões online. “É preciso entender que o momento pede essa reclusão e que matérias importantes não deixarão de ser apreciadas em função disso, já que podemos votar em sessões não presenciais como fizemos na semana passada”, explica o parlamentar, enaltecendo que a exceção à regra do isolamento social fica apenas para aqueles profissionais que exercem atividades que não podem ser paralisadas. “E, nesse aspecto, quero aqui prestar minha homenagem e respeito a todos que integram essas categorias, indistintamente, cada um com suas habilidades e funções, desde o gari, que continua recolhendo o lixo produzido em nossas casas, até o médico e enfermeiro que está na linha de frente deste combate nos hospitais Brasil afora”, afirma o deputado que tem seguido todas as orientações de isolamento social.

Asplan doa 500 litros de álcool a 70% ao Trauminha de João Pessoa como forma de contribuir no combate a disseminação do Covid-19

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O Hospital Trauminha, de Mangabeira, que integra a rede municipal de atendimento à população ganhou, nesta segunda-feira (30), um reforço de um suprimento muito importante em tempos de combate a disseminação do Covid-19. A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), entidade que congrega cerca de 1.600 produtores no Estado, doou ao hospital 500 litros de álcool a 70%. O insumo é imprescindível para higienização em tempos de pandemia do coronavírus e é um produto que está em escassez no mercado devido à grande procura. O quantitativo doado foi entregue ao responsável do setor de Farmácia da instituição de saúde acondicionado em 100 bombonas, de cinco litros cada uma.

“Nós que fazemos a Asplan estamos solidários e disponíveis para ajudar o Estado da Paraíba a superar essa crise o mais rápido possível. Sabemos da importância da saúde pública no combate ao coronavirus e por isso resolvemos dar nossa contribuição, também desta forma ao Hospital Trauminha”, afirmou o presidente da Associação, José Inácio de Morais. Ele lembrou ainda que o Trauminha já prestou relevantes serviços ao atender associados e funcionários da entidade e que essa doação também é uma retribuição a esses serviços.

Outras iniciativas

A Asplan se engajou numa campanha solidária, semana passada, e doou R$ 30 mil para a compra de equipamentos de combate ao Covid-19 para o Hospital Público de Cabedelo e ainda fez uma campanha estimulando a doação individual de recursos com seus associados conseguindo arrecadar R$ 52 mil em doações para a referida unidade de saúde pública.

No último sábado (28), a entidade emprestou dois atomizadores tratorizados, um equipamento usado na agricultura para a aplicação de insumos biológicos e que pode ser usado também na desinfecção de áreas, à Prefeitura de Campina Grande. Eles serão úteis na desinfecção das calçadas e comércio do Centro de Campina Grande em tempos de pandemia. Os dois atomizadores já estão com a Prefeitura para serem utilizados.

Colégio GEO usa redes sociais da escola com informações importantes sobre como enfrentar a pandemia do Covid-19

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Partindo do princípio que a informação relevante e educativa é um importante aliado no combate a disseminação do Covid-19 e que em tempos de muitos fake News e notícias desencontradas sobre a pandemia seria interessante manter um canal de informações relevantes com a comunidade GEO, a direção das duas unidades da escola iniciou nesta segunda-feira (30) a publicação de post sobre essa temática. O projeto ‘GEO Informa’ consiste na publicação de post diários, tanto no feed quanto nos stories das redes sociais do colégio, com dicas e informações baseadas em dados oficiais, tirados de entidades sérias e referência, mundial e nacional, a exemplo, respectivamente, da OMS e Ministério da Saúde.

A ideia, explica o diretor do Geo Tambaú, surgiu depois que observamos que poderíamos usar nossas redes com informações interessantes e que pudessem orientar nossa comunidade com algo que ajude nestes tempos em que há muitas coisas circulando na internet e nem todas elas são de fontes confiáveis.

O diretor do Geo Sul, Roberto Oliveira, lembra que as redes sociais da escola têm uma visibilidade além da comunidade escolar e que com essa iniciativa o Geo também prestará uma espécie de serviço de utilidade pública. “Na medida em que disponibilizaremos em nossos canais na internet informações importantes, sérias e de fontes confiáveis, não só contribuiremos para a difusão de informações úteis, mas daremos a nossa contribuição enquanto escola socialmente responsável na difusão de notícias que ajudem a gente a passar por essa pandemia, numa espécie de corrente do bem”, destaca Roberto.

Asplan empresta atomizadores à Prefeitura de Campina Grande para a desinfecção de ruas da cidade em tempos de Covid-19

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Diante da crise relacionada à pandemia de coronavírus, todos tem dado as mãos e feito o que podem para atenuar a curva de transmissão do vírus e o contágio de mais pessoas. Os fornecedores de cana, através da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba – Asplan, também tem feito sua parte. No último sábado (28), a entidade emprestou dois atomizadores tratorizados, um equipamento usado na agricultura para a aplicação de insumos biológicos e que pode ser usado também na desinfecção de áreas, à Prefeitura de Campina Grande. Eles serão úteis na desinfecção das calçadas e comércio do Centro de Campina Grande em tempos de pandemia.

O engenheiro agrônomo Luís Augusto, coordenador do Departamento Técnico da Asplan foi quem realizou a entrega dos atomizadores. “A Prefeitura entrou em contato com a Asplan e a Associação, que já tinha esses dois atomizadores na estação de Camaratuba, preparou os equipamentos. Ficamos com esse equipamento a maior parte do ano parado. Usamos três vezes ao ano, então emprestamos os atomizadores e também explicamos como funcionam”, disse o engenheiro, destacando que esses equipamentos são utilizados em alta pressão, e lançarão cloro sobre as superfícies das ruas ajudando a matar o vírus.

Para o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, esse é o momento de todos estarem juntos e cada um contribuir como pode para combater a pandemia. “O setor sucroalcooleiro está empenhado em fornecer toda e qualquer ajuda aos órgãos num momento como esse. As indústrias estão doando, desde o dia 20, álcool 70% a diversas entidades, empresas e prefeituras, e nós estamos ajudando agora com a disponibilidade destes equipamentos na desinfecção das ruas”, comentou o dirigente. lembrando que a Asplan também se uniu, recentemente, a uma campanha solidária para angariar recursos para o hospital de Cabedelo, doando R$ 30 mil e muitos de seus associados, atendendo ao apelo da entidade, também fizeram doações individuais atingindo a cifra de R$ 52 mil.

Presidente da Asplan enaltece centenário da Escola Técnica de Bananeiras e diz que instituições formaram grandes profissionais

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O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba – Asplan, José Inácio de Morais, parabenizou nesta segunda-feira (30), os 100 anos do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros – CAVN, pertencente ao campus V da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, localizado em Bananeiras. O dirigente destacou a importância das Escolas Técnicas Agrícolas abertas no país no passado e que foram responsáveis pelo desenvolvimento de técnicas e arcabouço científico para o fortalecimento de diversas culturas no Brasil e formação de muitos agricultores que passaram a atuar na área não apenas com conhecimento empírico, mas cientifico e técnico

“Uma escola que iniciou suas atividades em 1920 e que deu oportunidade a tanta gente nesse país, especialmente, no Nordeste, onde a agricultura além de tudo tem uma forte vocação social. Só temos que enaltecer uma formação que preparava esses profissionais para o mercado de trabalho e que muitos filhos de produtores puderam ter acesso a técnicas e informação cientifica que aplicaram no dia a dia da agricultura. Isso foi importante, principalmente no Nordeste, onde as escolas técnicas têm uma função social muito importante e ainda têm”, destacou o dirigente da Asplan.

José Inácio também frisou que ele mesmo tem parentes que são exemplo do respeito e seriedade com que a formação oferecida nas Escolas Técnicas é vista no país. “Tenho dois tios oriundos dessas escolas e que atuaram no Ministério da Agricultura e outro no BNB justamente em função dos conhecimentos que adquiriram nessas escolas técnicas. Eles são exemplo que como o ensino deu encaminhamento a produtores do país e como o campus foram e são importantes na formação dos profissionais que atuam na agricultura no Brasil”, destacou José Inácio, lembrando do Campus de Areia, que também se destaca, há anos, e é outro referencial na formação de engenheiros agrônomos na Paraíba.

O Colégio Agrícola Vidal de Negreiros – CAVN, desde o ano de 1920, vem mantendo tradição na excelência de Ensino Técnico. O CAVN destaca-se como unidade de ensino profissionalizante, devido à sua vinculação à Universidade Federal da Paraíba, fator responsável pela alta qualificação de seu Corpo Docente, contando com profissionais que possuem pós-graduação, seja a nível de especialização, mestrado ou doutorado.

Jeová alerta para a gravidade da atitude de Bolsonaro e parabeniza João Azevedo por manter medidas protetivas na PB

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O presidente Jair Bolsonaro está prestando um desserviço à população brasileira e as atitudes levianas dele podem deixar sequelas graves para a população se não for feito algo. Essa é a preocupação do deputado estadual Jeová Campos (PSB) que tem visto as posições do “chefe de Estado”, minimizando o perigo da pandemia provocada pelo Covid-19 e jogando o povo brasileiro à mercê da própria sorte. “A crise econômica é inevitável em todo o mundo. O que está em jogo agora são vidas humanas. Nem mesmo a economia é mais importante do que salvar vidas. Ainda bem que a Paraíba, com as medidas protetivas e a lucidez de nosso governador, está mantendo seu povo resguardado em suas casas”, destaca o parlamentar paraibano.

Jeová afirmou que com seu jeito singular de dizer e desfazer o discurso depois, Bolsonaro joga com o mercado especulativo e assusta com sua irresponsabilidade sarcástica pormenorizando o número de vítimas e as projeções feitas para o Brasil, frente as experiências já vividas em vários países do mundo. Recentemente, num vídeo que circula em redes sociais, Bolsonaro afirma que “brasileiro tem que ser estudado. Ele não pega nada. Não vê o cara pulando em esgoto? Vai ali, sai, mergulha, e não acontece nada com ele. Acho, inclusive, que muita gente já ficou infectada por esse vírus, há semanas, meses, criou anticorpos e não prolifera mais”, diz o presidente em tom jocoso. “O presidente esqueceu de mostrar, porém, os números que chegam aos hospitais púbicos de todo o país com doentes por cólera ou por leptospirose e outras doenças, o que contraria sua tese de que com brasileiro “não acontece nada”. Ele está brincado com coisa séria e quem vai pagar a conta dessa insanidade é o povo brasileiro”, reitera Jeová.

No Brasil, lembrou o deputado, os governadores não estão seguindo as orientações do Governo Federal para a abertura de órgãos, empresas e retorno das pessoas ao trabalho. Na Paraíba, inclusive, Jeová parabeniza o governador João Azevedo por manter os paraibanos seguros em suas casas em quarentena e, principalmente, durante a ascensão do pico de contaminação do Covid-19 previsto para o início de abril. “Esse é um momento muito tenso e o nosso governador João Azevedo está mostrando sua responsabilidade para com a vida do povo paraibano. Um governante responsável protege os seus compatriotas em primeiro lugar e não o capital. Eu parabenizo nosso governador por isso”, disse Jeová Campos.

Além disso, o parlamentar também alertou para a conduta criminosa do Presidente da República e cobrou uma postura do Congresso Nacional para que chame para si a responsabilidade de “frear” Jair Bolsonaro. “O engraçado é como no Brasil existem dois pesos e duas medidas. Dilma foi cassada, em tese, por ter cometido um único crime de responsabilidade, que foram as ditas ‘pedaladas fiscais’. Bolsonaro já incorreu em mais de 10 crimes de responsabilidade e continua a fazer desmandos usando da prerrogativa do cargo que ocupa. É o momento de o Congresso atentar para isso e tomar as providências”, comentou o deputado.

O ultimo dos crimes de Bolsonaro durante seu pronunciamento essa semana foi o de colocar a população em risco de morte evidente quando incorreu em não ouvir as autoridades sanitárias, médicos e a comunidade científica a respeito de manter a população em casa. “O presidente está priorizando o capital e isso não pode estar a frente da vida da população. Ficar em isolamento social agora é a melhor maneira de conter a propagação do Covid-19. Ficar em casa não se trata de apenas não pegar a doença, mas de não contribuir para transmitir a doença”, avalia Jeová, lembrando que a ciência e a experiência de cientistas, pesquisadores, médicos e autoridades não podem ser desprezadas em nenhum momento, principalmente, nos tempos atuais.

Hospital de Patos destina área exclusiva para sintomáticos do Covid-19 

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Desde que foi decretada a situação de calamidade pública no Estado, que o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, vem se adequando as normas e orientações das organizações de saúde sobre como proceder durante a pandemia do Covid-19. Para tanto, a unidade destinou uma área verde exclusiva para o atendimento aos sintomáticos respiratórios, de maneira que aqueles pacientes que procurem a unidade com outros sintomas que não problemas respiratórios sejam atendidos de maneira separada, evitado assim a infecção cruzada e contágio dos possíveis casos suspeitos de Covid-19 com outras patologias. A unidade também fez o bloqueio de duas enfermarias, com 12 leitos de clínica médica, destinados, exclusivamente, para o atendimento e internação dos casos de sintomatologia respiratória que precisem de uma assistência mais intensiva.
Os casos suspeitos ao chegar na unidade, explica a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, passam por uma classificação de risco e são direcionados, caso a caso, para o isolamento domiciliar, ou para a observação ou internação. “O médico ao examinar o paciente decidirá a conduta. Nos casos de sintomas de alarme que sejam indicativo de Covid-19, atualmente, nós estamos direcionando ao hospital de referência, em João Pessoa, que é o Clementino Fraga, mas, já estamos nos preparando para atender essa demanda também”, afirma Liliane
Sobre como orientar a população a procurar atendimento médico em meio a essa pandemia do coronavírus, a diretora do Complexo lembra que foi estabelecido um fluxo para o município de Patos, em conjunto com a Secretaria Municipal da cidade, e a rede hospitalar e as unidades de Pronto Atendimento para o atendimento de pessoas com síndrome gripal, com a seguinte orientação. “Primeiro, deve se procurar as Unidades de Saúde da Família, e o profissional médico destas unidades farão uma avaliação do quadro do paciente, decidindo pelo isolamento domiciliar ou encaminhamento para a unidade de Pronto Atendimento. Lá, o paciente será examinado novamente, e a equipe médica e de enfermagem decidirá, se há necessidade de encaminhar para o hospital. Chegando ao hospital, será decidido pelo isolamento domiciliar, transferência ou internamento a depender da sintomatologia de cada caso”, explica Liliane.
“É preciso alertar as pessoas que só procurem a rede hospitalar em casos moderados a grave, pois não podemos preencher os leitos hospitalares com casos leves, porque é necessário estar com leitos disponíveis para aquelas pessoas que vão precisar de um atenção mais intensiva da rede hospitalar”, reitera Liliane, lembrando que além do Complexo, que fica responsável pelo atendimento de adultos e idosos, a cidade de Patos tem outras duas unidades do estado, que é o Hospital Infantil Noaldo Leite, responsável pelo atendimento de crianças e adolescentes, e a Maternidade Dr. Peregrino Filho, que receberá as gestantes e puérperas nestas situações de pandemia do Covid-19.
“Tudo isso é muito novo para todos nós. A rede está se organizando para que a gente possa atender da melhor maneira possível os casos suspeitos e confirmados que por ventura chegarem na nossa unidade. Nós ressaltamos a importância de quem pode manter o isolamento social, que fique em casa, saindo o menos possível, para diminuir a velocidade de transmissão do Covid-19”, enfatizou a diretora, destacando que muitos contrairão o vírus, mas, serão assintomáticos ou apenas apresentarão sintomas leves da doença, mas alguns precisarão de cuidados intensivos. “A maior preocupação é com aquelas pessoas que precisarão de uma assistência mais intensiva. Esses casos precisarão estar dentro da nossa capacidade de atendimento da rede hospitalar. Daí, a importância do isolamento, de se evitar visitas, saídas, para que se possa achatar essa curva de transmissão do contágio para que possamos ofertar a assistência adequada a todos que necessitam”, destacou Liliane Sena.
Sobre o Plano de Contingência para o atendimento ao Covid-19, a diretora explica que além do Complexo Hospitalar de Patos, o Hospital de Pombal e de Cajazeiras integram esse plano na terceira macro região de saúde. O Complexo de Patos é referência para 89 municípios, que compreendem toda a terceira macro região de saúde da Paraíba

Hospital de Patos zera cirurgias ortopédicas e disponibiliza mais leitos para enfrentamento do Covid-19

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Nesta sexta-feira (27) nenhum paciente do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, esperava para a realização de cirurgias ortopédicas. Isto porque, num esforço que envolveu uma equipe multiprofissional, foi zerada a demanda de procedimentos cirúrgicos nesta especialidade. A finalidade, além de atender com agilidade as necessidades dos pacientes da unidade, foi a de ter mais disponibilidades de leitos para pessoas que precisarão de atendimento intensivo em função da pandemia do Covid-19.
“É com grande satisfação e felicidade que venho comunicar que zeramos as cirurgias na unidade e estamos sem nenhum paciente para operar. Gostaria de parabenizar a equipe da ortopedia pelo grande empenho e dedicação, a toda a diretoria que nos forneceu condições para que isso acontecesse, as equipes de anestesiologistas, enfermagem, técnicos, serviços gerais, maqueiros e todos os agentes envolvidos que nos possibilitou chegar a esse resultado reiterando que essa é a hora de todo mundo se ajudar para termos mais disponibilidades de leitos neste momento em que vivemos”, disse o médico e coordenador da Ortopedia do Complexo, Dr. João Suassuna, que há sete anos coordena o setor na unidade.
Dr. João explica que além do esforço dos profissionais do Complexo, no sentido, de fazerem um trabalho conjunto para zerar o número de cirurgias ortopédicas e ter menos pacientes internados na unidade, a fim de disponibilizar a maior quantidade de leitos possíveis para os pacientes que precisarão de suporte hospitalar durante a pandemia do Covid-19, a redução significativa do número de acidentes de trânsito, nos últimos dias, devido as medidas de isolamento social, foram determinantes para essa atual situação. “Já observamos uma sensível queda no número de acidentes de trânsito por causa da diminuição do fluxo de pessoas nas ruas e, consequentemente, da necessidade de intervenções cirúrgicas na ortopedia, já que muitos casos terminam impactando nosso setor, haja vista que a ortopedia é uma das especialidades que recebem a maior demanda oriunda de acidentes”, explica o médico.
Para Dr. João é preciso também que as pessoas reflitam nesse período de isolamento sobre a necessidade de redução dos acidentes de trânsito. “É urgente que medidas públicas, tais como punições severas, e ações de educação continuada sejam realizadas com mais frequência, a fim de minimizar a calamidade que se encontra a guerra no trânsito de todo o território nacional”, destaca o médico, estimando que o trânsito deve matar mais pessoas dentro de um ano no Brasil, do que todas as vítimas de COVID-19.
Dados de redução de atendimentos
Os dados do relatório de atendimentos na Urgência e Emergência do Complexo das vítimas de acidentes de trânsito já mostram uma sensível redução. Se compararmos, por exemplo, os números dos dois últimos finais de semana (13 a 15/03) com (20 a 22/03) já percebemos essa redução. Enquanto no primeiro final de semana foram registrados 40 acidentes, dos quais 37 envolveram motociclistas (grupo que mais tem demanda para o setor de ortopedia), e mais três casos de acidentes com bicicleta, no final de semana seguinte esse número caiu para 23 casos, sendo 20 envolvendo motos, e mais três vítimas de acidentes de carro, bicicleta e atropelamento, com um caso para cada modal.
Se o comparativo dos atendimentos por acidentes for com dados semanais, também há evidências na redução dos casos atendidos. Na primeira semana de março foram 71 casos, na segunda semana, 67, na terceira o número voltou a subir, com o registro de 72 atendimentos, mas nesta quarta semana, com resultados ainda parciais, faltando apenas dois dias do fechamento do período, o número de casos estava em 17. Se comparamos os dados semanais de acidentes de trânsito, levando em conta apenas os períodos de quarta a domingo, nas duas últimas semanas, essa redução é ainda mais gritante, atingindo uma redução de 64% no número de atendimentos, já que na terceira semana do mês (de domingo a quarta) foram registrados 47 casos e na quarta semana, apenas 17. No computo geral, do dia 1º a 22 de março, o Complexo registrou 219 atendimentos de vítimas de acidentes de trânsito, sendo a maior parte deles envolvendo motociclistas, com um total de 189 pessoas. Os acidentes com bicicletas somaram 16 casos. Já as vítimas com acidentes envolvendo automóvel foram sete. Outras seis deram entrada no hospital vítimas de atropelamento.

Unida encaminha propostas para serem incluídas no Plano Agrícola 2020/2021

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Os produtores de cana do Nordeste, através da UNIDA – União Nordestina dos Produtores de Cana-de-Açúcar, encaminharam um oficio ao secretário substituto de Polícia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, Wilson Vaz Araújo, elencando propostas da classe a serem incluídas no Plano Agrícola 2020/2021. Segundo o presidente da UNIDA e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, as sugestões visam a garantia da manutenção da cultura de cana no NE, tendo em vista as dificuldades dos produtores, principalmente, em relação às oscilações do preço da matéria-prima, a ausência de políticas públicas para os produtores independentes e a irregularidade das chuvas.

O documento contém seis propostas: 1- Adesão da cultura ao Programa de Garantia de Preço Mínimo – PGPM; 2 – Subvenção para a lavoura de cana; 3 – A construção de barragens em propriedades rurais e financiamento de sistema de irrigação; 4 – A criação de um conselho arbitral para revisão do sistema de pagamento de cana; 5 – Atualizações para a NR31 e 6 – Incentivo para reabertura de unidades industriais através de cooperativas de produtores. Para o presidente da UNIDA, as indicações trarão segurança e renda para que os produtores independentes de cana voltem a realizar os investimentos na sua cultura.

“A Unida tem mais de 20 anos, representa mais de 15 mil fornecedores de cana e nove associações de produtores de cana filiadas no Nordeste. Temos discutido e levado ao Governo Federal e ao legislativo as necessidades dos plantadores de cana. Nos debates, a principal questão é a ausência de politicas publicas para os produtores independentes de cana que participam com 33% da cana produzida no Nordeste e que operam, nesse momento, ao sabor das adversidades climáticas e da sazonalidade de preço sem os mecanismos que lhes deem segurança para os investimentos, isso sem entrar no mérito desta pandemia do Covid-19 que ninguém sabe ao certo onde iremos parar”, destaca José Inácio, lembrando também que a cultura da cana é uma das únicas atividades agrícolas que não está beneficiada no Programa de Garantia de Preços Mínimos – PGPM.

Em relação ao pedido de Subvenção para a cana, a UNIDA justifica dizendo que a solicitação é necessária devido ao cálculo do preço da tonelada de cana que é feito em cima dos preços do açúcar e do etanol. Assim, o pagamento da remuneração oscila muito de acordo com o mercado interno e externo. Além disso, o Nordeste fica em desvantagem em relação ao Sudeste nos custos de produção em função da topografia acidentada que dificulta o corte mecanizado e solos menos férteis. “Levando em consideração que Nordeste é grande a mão de obra, chegando a ser cerca de 45% dos recursos de um ciclo, temos o cunho social da atividade também, pois a região tem muita gente com baixa escolaridade e a atividade rural é a única fonte de emprego e renda”, destacou o dirigente da UNIDA.

Já sobre o incentivo para reabertura de unidades industriais através de cooperativas de produtores, a UNIDA acredita que com mais unidades moendo cana o sistema fica mais distribuído, evitando retardamento no processo e perdas para os fornecedores. “A despeito do sucesso ocorrido pela transferência de unidades em recuperação judicial, os produtores de cana, no sistema de cooperativismo em Pernambuco e Alagoas, e em virtude de várias outras unidades se encontrarem na mesma situação sem funcionar ou em recuperação judicial, está havendo uma oferta maior de matéria-prima para usinas e elas estão com medidas que estão prejudicando a entrega das canas dos produtores e retardando a entrega da cana e isso está prejudicando a qualidade da ATR”, finaliza o documento, aguardando a boa recepção das necessidades da classe canavieira pelas autoridades, em Brasília.