Month: outubro 2019

Requerimento de Jeová Campos solicita audiência pública para tratar da taxação sob a energia solar pretendida pela ANEEL

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O deputado estadual Jeová Campos (PSB), que é presidente Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), está preocupado com a possível taxação de concessionárias sob a energia solar. Para o deputado, essa é uma proposta absurda da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL que vai contra toda a ideia de sustentabilidade, de estimulo ao uso da energia limpa, além de inviabilizar inúmeros investimentos que já vem acontecendo no sertão paraibano, bem como deve provocar uma avalanche de demissões em todo o país. Pensando nisso, um requerimento do parlamentar vai entrar em pauta nos próximos dias na ALPB pedindo a realização de audiências públicas na Paraíba para discutir o tema.

Hoje, o consumidor residencial tem 100% da sua mini geração de energia que envia à rede pública devolvida e compensada como crédito para sua conta de luz. Ou seja, se o consumidor produz 100 kW de energia solar e consumiu 100 kW de energia convencional da concessionária, ele terá um abatimento integral e não pagará nada em sua conta de energia elétrica. Se ele consumiu da concessionária mais do que produziu, ele paga apenas a diferença. No entanto, ocorre que, com as alterações, essa compensação em créditos será parcialmente, o que equivale a criar uma taxa de até 60% em cima dessa produção.

Jeová acredita que o impacto será desastroso, principalmente em cima daqueles pequenos agricultores que aproveitaram os incentivos de instituições financeiras para investimentos em produção de energia solar para a irrigação. “Isso é um retrocesso no setor e vai reduzir em mais de 60% a economia, principalmente de pequenos investidores que ainda estão até a pagar financiamentos que fizeram para instalação de placas solares”, comentou o deputado, lembrando também que no sertão existem já outros investimentos que serão diretamente atingidos, causando desemprego.

“O sertão paraibano já é conhecido como a melhor região de incidência solar no Brasil e a segunda do mundo. Então, estamos falando de energia limpa, sustentável e que temos campo para isso. Malta é uma cidade que já tem seu parque de energia solar. Coremas também. Esse é um processo que não se pode ter volta”, frisou Jeová que agora quer esclarecimentos quanto à questão.

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica defende que o uso da estrutura dos postes para a energia solar não ameaça os lucros das concessionárias como defende a ANEEL. Segundo a associação, existem menos e 0,2% de unidades produtoras se comparadas ao número de unidades consumidoras de energia de concessionárias: em torno de 130 mil com uso solar perante um número de 84,5 milhões de unidades consumidoras.

A Resolução Normativa nº 482/2012, que cria novas regras de compensação aplicáveis à micro e mini geração distribuída de energia solar encontra-se em fase de consulta pública até 30 de novembro deste ano. A consulta foi aberta no dia 15 de agosto deste ano. A proposta de Jeová é estimular o debate a audiência pública sobre a questão para o sertão paraibano. Dentre as entidades a serem convidadas estarão representes da ANEEL, da Energisa, produtores rurais, representes de Associações e Sindicatos ligados ao setor e empresários.

Um Presidente da República não pode ter uma postura dessa e nem governar para amedrontar e ameaçar pessoas ou empresas diz Jeová

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“Um presidente da República não pode se portar assim. É preciso, sobretudo, respeitar a liturgia do cargo, ele não pode fazer uma gravação dessa, com tom tão agressivo, violento, chamando as pessoas de burras, ameaçando a Imprensa, as pessoas. Isso é inadmissível. Isso é típico de ditador, que administra impondo medo e ameaças. E a gente não pode ficar calado diante disso”, disse hoje (30), o deputado estadual, Jeová Campos. O parlamentar se referiu a uma gravação feita pelo presidente Jair Bolsonaro e postada em sua rede social em resposta a uma reportagem que abordava uma citação de seu nome na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco.

Segundo Jeová, que também é advogado, a forma como o presidente se dirige aos órgãos de Imprensa, especialmente, a Rede Globo, é típico de quem não mais compreende que governar é, sobretudo, respeitar as leis. “As leis existem para todos, pois ele afirma na gravação que não vai renovar a concessão da Globo. Ora, ai eu pergunto: a lei é dele? Se a empresa tiver uma linha editorial que não é a que ele gostaria, isso dá o direito a ele de se colocar acima da Lei? Ao se colocar acima da lei, Bolsonaro rompe o Estado Democrático de Direito, com o princípio da legalidade, da imparcialidade, da moralidade. Sinceramente, isso é demais, pois há regras para renovação da concessão e elas não estão atreladas a boa vontade do presidente”, reiterou o deputado paraibano.

O parlamentar disse ainda que não tem motivo nenhum para defender a Rede Globo, mas, que diante desta postura do presidente, não pôde ficar calado. “Eu não tenho procuração de nenhum órgão da Imprensa, nem de ninguém que foi citado por Bolsonaro neste vídeo que ele postou, mas, não posso ficar calado diante de tamanho desatino, desrespeito, descontrole e ameaças. Não é possível ouvir um presidente chamar as pessoas de burras, ameaçar empresas e mostrar tanto descontrole emocional e ficar calado diante de tudo isso”, finalizou o parlamentar.

Encerramento das ações do Outubro Rosa na Maternidade de Patos reuniu colaboradores em um dia de relaxamento e beleza

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As funcionárias da Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, vivenciaram momentos de relaxamento e embelezamento na última segunda-feira (28). Isto porque, o encerramento das ações do Outubro Rosa da unidade foram marcados por momentos direcionados às colaboradoras que, durante toda a manhã tiveram à disposição serviços de depilação, sobrancelha e ainda maquiagem com as consultoras da Mary Kay. O diretor da unidade, Dr. Umberto Marinho Júnior fez o encerramento antes do início do momento beleza e falou da importância das mulheres se voltarem mais para cuidar da saúde.

“Todos sabemos que o Outubro Rosa desperta a necessidade das mulheres terem um olhar especial sobre sua saúde, especialmente, no tocante ao câncer de mama, porém é preciso destacar que não é apenas neste mês que é preciso agir preventivamente, fazer exames e se cuidar. A prevenção é importante em qualquer tempo. Então fica o alerta para não esperar chegar Outubro para se cuidar, pois quando descoberto no início, o câncer de mama tem grandes chances de cura”, reforçou o médico, avaliando como positiva todas as atividades desenvolvidas pela Maternidade neste período.

O Dia de Beleza para as colaboradoras, com maquiagem, depilação e outros serviços estéticos teve ainda sorteio de brindes. Coube a Técnica em Farmácia, Raryane Silva, deixar ainda mais bonitas as sobrancelhas das colaboradoras e a Técnica de Enfermagem, Mayanne Krysthine, fazer as depilações.

Retrospectiva

A abertura oficial da Campanha na maternidade de Patos foi realizada, com a participação da banda marcial do 3° Batalhão da Polícia Militar, com hasteamento das bandeiras do Brasil, da Paraíba, do Outubro Rosa e da cidade de Patos, seguido de um coffee break e distribuição de laços cor de rosa, símbolo da campanha, e de material educativo. A programação prosseguiu no dia 04, com a realização de uma Roda de Conversa, coordenada pela Professora, Mestra e Enfermeira, Erta Soraya, sobre Câncer de Colo de Útero. Houve ainda palestra com o médico mastologista, Dr. Thiago Alcântara.

Nos dias 16 e 23, houve a realização de exames citológicos para as funcionárias da Maternidade e do Complexo Regional de Patos. A Campanha incluiu ainda a realização, todos os sábados e domingos de outubro, de mamografias para as funcionárias, além de uma pessoa indicada por cada colaboradora, que podia ser uma parente ou uma amiga. O Dia de Beleza para as colaboradoras, com maquiagem, depilação e outros serviços estéticos e ainda um coffee break e sorteio de brindes marcou o encerramento das ações na última segunda-feira.

Alunos do GEO Tambaú estão na etapa final dos preparativos para mais uma edição da SAC – SEB Arte e Cultura que acontece sexta

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Teóricos do ensino de Artes e Cultura defendem que a criação artística, cultural e científica dialoga com a necessidade humana de perceber e entender a realidade humano-social, de expressar e objetivar significados e valores coletivos, de se tornar consciente de sua existência e suas diferentes práticas sociais. Nesse sentido, o conhecer é fruto de um fazer, ou seja, toda obra não se torna meio de conhecimento copiando uma realidade, mas criando uma nova. É por compreender a importância do ‘produzir’ no ensino-aprendizagem e da importância de levar o aluno ao pensamento crítico, ao desenvolvimento da sensibilidade, da percepção e da imaginação, que o GEO Tambaú realizará a sua 21ª edição da SEB Arte e Cultura – SAC que vai acontecer durante todo o próximo 1º de novembro, na sede da escola.

Na edição 2019 do evento, o colégio vai trabalhar o tema “Despertar para um Futuro Inovador”. Na próxima sexta-feira (01), das 8h até às 17h, todas as turmas, do Infantil à 2ª Série do Ensino Médio da unidade, apresentarão seus trabalhos e, como todos os anos, devem surpreender pais e visitantes com suas desenvolturas nas linguagens artísticas (Música, Teatro, Dança, Poesia, Literatura), e em diversas áreas do conhecimento científico em que vão adentrar com a apresentação de trabalhos. As turmas do Infantil, por exemplo, estão na incumbência de mostrar aos pais o tema “Das histórias em quadrinhos para as telas do Cinema” e trabalharão a tecnologia como propulsor do desenvolvimento.

Segundo a coordenadora do Ensino Infantil do GEO Tambaú, professora Tássia Mendes, as turmas farão uma espécie de linha do tempo para contar a história evolutiva dos alimentos, dos brinquedos, do Cinema e da fotografia. “Eles farão isso através de peças, de apresentação de dança, de música e também de um musical”, comentou Tássia, frisando que o Infantil III mostrará a evolução tecnológica dos alimentos, o Infantil IV apresentará a tecnologia dos brinquedos e também das brincadeiras, o Infantil V será a evolução do Cinema e a 1ª Série do Fundamental será a evolução da Fotografia. As apresentações ocorrerão nas salas de aula.

Já os alunos do Ensino Fundamental I experimentarão um método diferente. Conforme a orientadora pedagógica Flávia Espínola, as professoras estarão trabalhando o protagonismo dos alunos através da metodologia de “sala de aula invertida”. A técnica é uma tendência que está conquistando cada vez mais espaço nas escolas devido aos benefícios que esse modelo proporciona. Nele, o processo de aprendizagem não começa com a explicação do professor, tendo em vista que hoje o conhecimento está posto e ele é o ser que facilita o aprendizado. Dessa forma, o educador seleciona alguns materiais sobre as aulas e envia previamente esse conteúdo para os estudantes, que já serão “iniciados” no conteúdo antes da aula.

“O grande benefício é que o aluno não é um sujeito passivo, ele procura entender o conteúdo por meio de estratégias tecnológicas educacionais, organiza seus pensamentos e vem para a aula sendo muito mais participativo. Isso também torna a aula mais interessante e faz com que ele aprenda mais”, comentou Flávia Espínola, destacando que na SAC os alunos do Fundamental apresentarão trabalhos de Gameficação, Robótica com sucata, farão releituras interpretadas, experiências científicas e também trarão apresentações de Realidade Aumentada. Tudo isso por meio de painéis, seminários, dinâmica e outras metodologias.

A SAC, portanto, para os alunos do Ensino Fundamental I, II, e Médio também, é um importante projeto de expansão e divulgação do conhecimento vivenciado durante todo o ano na escola. Os alunos do Fundamental e do Ensino Médio que apresentam trabalhos, inclusive, tem na SAC a sua avaliação do 4º Bimestre que é lançada em 03 disciplinas escolhidas por cada aluno. As apresentações acontecerão nas salas de 01 a 05 no corredor do Fundamental.

As turmas da 2ª Série do Fundamental apresentarão “Saberes Guardados na Memória”; as 3ª Séries ficarão com Flipped Classroom, – Sala de Aula Invertida; as 4ª e 5ª Séries ficarão com “Inglês: Jeopardy, jogo em risco” e “Ciências: a arte de atrair e transformar”. Outras turmas de 4º e 5º anos apresentarão “Matemática : STEM – (Science, Technology, Engineering, and Mathematics) e Matemática Financeira”. Também terá “História e Geografia: Astronomia em realidade Aumentada”.

Já os alunos do Fundamental II trarão temas sobre Tecnologia (6º ano A); Comunicação em Família (6º B); Tecnologia e o mundo (6º C); Cotidiano em sala de aula (6ºD); O dia a dia em; sala (7º Ano A); Inclusão Social e Educacional (7ºB); Culturas regionais brasileira (7º C); Cultura Nordestina (7ºD); radioatividade (8ºA); A evolução da dança (8ºB); Pray For Amazonia (8º C); Libras como forma de inclusão (9ºA); História do Cinema (9ºB); Chernobyl (9ºC); e Um mundo pós apocalíptico (9º D).
Os alunos da 1ª e da 2ª série do Ensino Médio apresentarão temas que, dentro da temática comum “Despertar para um Futuro Inovador”, serão aprofundados e abordarão o empreendedorismo; as linguagens; a responsabilidade social; a sustentabilidade e o mundo do conhecimento de forma geral, mostrando a autonomia e a competência de todos eles. De acordo com a professora Addissana Ganem, orientadora pedagógica do Ensino Médio do GEO Tambaú, os alunos serão avaliados quanto à criatividade, organização, relação e abordagem científica do tema e a própria apresentação o trabalho. Os temas serão: 1ª série A – Amazônia –O que se esconde por trás da fumaça; 2ª B – orgulho do nosso Oxente; 1ª série C – Escape Room – O Julgamento; 2ª A – Ciência Show – apresentação de experimentos científicos; 2ª A/B/C – Exterioridade e O Show tem que continuar; 2ª C – Dolhouse, um perfeito mundo de ilusões.

O professor Danilo Abdala, diretor da unidade Tambaú, frisou que o objetivo do GEO é proporcionar ao seu aluno uma formação integral que dê a ele capacidades cognitivas não apenas para compreender a atualidade, mas também para criar novas realidades. “São experiências como essas em que o aluno, criança ou adolescente, utilizando-se do conhecimento que tem, desenvolvem novas formas de lidar com o mundo e as pessoas em sua volta. Aqui, eles exercem seu potencial criador, trabalhando e criando novos ‘fazeres’, para reconfigurar sua realidade e dar sentido às suas práticas”, salientou Abdala.

No rito de passagem alunas explicam que apesar de ser um pouco mais difícil a mudança do 5º para o 6º ano não deve assustar

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O Ensino Fundamental II abrange do 6º ao 9º ano, dentro da Educação Básica e essa mudança do 5º para o 6º ano, que marca o encerramento do Fundamental I, traz alterações significativas que, muitas vezes, geram insegurança para os estudantes. E foi para abordar essa questão e esclarecer dúvidas sobre esse rito de passagem, que o colégio Geo Tambaú reuniu, na noite desta segunda-feira (28), pais e alunos que vão passar por esse processo para desmistificar algumas questões e pontuar outras que dizem respeito a essa transição. E os depoimentos das alunas Maria Clara e Agata, do 6º ano, resumiram e ilustraram bem esse momento simbólico, que representa um desafio saudável para os estudantes. “É verdade que tem mais matérias, que fica um pouco mais difícil, que a gente tem que ter um pouquinho mais de responsabilidade, mas é muito legal”, disse Maria Clara Abrantes, sendo complementada por Aghata Correia Martins, que disse estar gostando muito das novas experiências: “Os professores são mais exigentes, mas o 6º ano não é horrível, é só um pouquinho mais difícil. Eu estou gostando”.

De fato, explicou o diretor do Colégio Geo Tambaú, Danilo Abdala, que abriu o encontro com os pais e alunos, esse rito de passagem e com ele novas responsabilidades, novas disciplinas, conteúdos mais complexos e aprofundados, somada a transformações físicas, ou seja pela pré-adolescência, o que por si só já gera alguma insegurança para meninos e meninas, com idades entre 10 e 11 anos, tudo isso muda a rotina escolar destes estudantes. “Mas, quando essa mudança vem acompanhada de um aporte, quando o aluno estuda em um colégio que tem excelentes professores, uma boa estrutura pedagógica e um espaço de trabalho privilegiado, como o Geo, essa transição flui naturalmente”, explicou o diretor, lembrando que a escola é um local em constante movimento e que no Geo os alunos encontram um espaço para se desenvolverem não apenas no saber didático, mas com uma educação para a vida.

E neste aspecto, o diretor apresentou alguns dos diferenciais do Geo, a exemplo do High School, do Serviço de Orientação Educacional – SOE (Canal aluno-família), do Serviço de Coordenação Educacional –SCE (Canal professor-família), do sistema AZ, um produto exclusivo da escola Geo, que permite ao aluno ter uma plataforma de estudos e avaliação individual e direcionado, da academia SEB para aperfeiçoar e ampliar os conhecimentos dos professores, do Prêmio Chaplin, que reconhece o esforço e dedicação dos alunos em avançar, o programa ‘Líder em mim’, que estimula o desenvolvimento da liderança, a partir de valores éticos, estimulando o aluno a refletir sobre suas atitudes, entre outros projetos extraclasse e ainda sobre a missão, visão e valores da escola. “O Geo forma gerações há 40 anos, integra um dos grupos mais fortes de Educação no país, tem uma excelente equipe de professores, projetos extraclasse que ampliam os horizontes e criam novas oportunidades para seus alunos, enfim, somos a melhor escola pelo conjunto de atividades que disponibilizamos. Inovação também é uma palavra que bem nos define”, reiterou Danilo.

A coordenadora do Fundamental I, Flávia Winkeler, a coordenadora do Fundamental II, Maria dos Milagres, e a orientadora educacional, Tatiana Rocha, reforçaram as colocações do diretor. Na ocasião, os professores do 6º ano demonstraram, através de breves relatos, a didática de cada um em sala de aula. A psicopedagoga, Gersione Honorato, também falou sobre os diferencias do Geo e do papel da escola nesse processo de educar e ajudar o aluno a compreender melhor o conteúdo que é visto em sala de aula, mas inserindo-o num contexto mais amplo do conhecimento, onde pais, professores e a escola têm papeis fundamentais. Foi abordado ainda as mudanças na grade de horários, o fardamento, material didático, entre outros tópicos.

Gerenciamento das Águas é foco de debates durante Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas

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Trocar ideias, apresentar experiências exitosas de boa gestão dos recursos hídricos e, fundamentalmente, conhecer os modelos, atualmente, aplicados nos estados brasileiros no que se refere ao gerenciamento das águas esse bem tão precioso e que precisa ser utilizado de maneira racional. Esses foram o foco dos trabalhos do XXI Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (Encob), que aconteceu entre os dias 21 e 25 últimos, em Foz do Iguaçu. O técnico em Meio Ambiente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e um dos seis integrantes do Comitê de Bacia Hidrográfica do Litoral Sul da Paraíba, Alfredo Nogueira da Silva Neto foi um dos participantes que representou a Paraíba no evento.

Segundo Alfredo, que viajou a convite da AESA, assim como os demais 19 representantes da Paraíba ao Encontro Nacional, o evento foi muito importante porque possibilitou que os integrantes dos Comitês de Bacias Hidrográficas identificassem as oportunidades e desafios para a promoção da gestão integrada das águas. “Essa gestão precisa ser realizada de forma participativa e descentralizada, de modo a apontar para toda a sociedade a efetiva sustentabilidade dos recursos hídricos”, destaca Alfredo.

Ele salienta que a integração de todos os organismos e segmentos que compõem e participam do Sistema Nacional de Recursos Hídricos, sejam públicos ou privados, é de suam importância. “É preciso manter uma discussão participativa e compartilhada no setor, haja vista a necessidade de se discutir os cenários futuros no que se refere aos recursos hídricos no Brasil e, a partir daí, estabelecer metas e diretrizes para a efetivação das políticas públicas que norteiam a gestão das águas que é um assunto universal e que interessa a todos”, destaca Alfredo.

Durante o evento, segundo Alfredo, também foi discutido os compromissos e responsabilidades dos entes do Sistema Nacional de Recursos Hídricos, visando a otimização das ações de preservação da qualidade e quantidade de nossas águas. “Fica cada vez mais evidente que é necessário integrar as políticas federal e estaduais, compartilhadamente, com os Municípios, apontando as ações necessárias para a implementação de programas e serviços que tragam a recuperação e conservação das águas”, reitera ele, complementando que as discussões foram bem apropriadas e demostram o quanto o Brasil está preocupado com a gestão de seus recursos hídricos.

O diretor do Departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, destaca eu ter um representante da Associação no Comitê de gestão de águas é de suma importância. “A gestão dos recursos hídricos é determinante para qualquer segmento da sociedade e, mais ainda, para nós agricultores que temos a nossa atividade diretamente ligada a essa questão. Além disso, reforça o nosso compromisso com um assunto tão relevante como esse de gestão e racionalidade do uso das águas”, finaliza Neto Siqueira.

Projeto ‘Enem na Rua’ leva estudantes paraibanos a conhecerem fatos, detalhes e curiosidades da História de João Pessoa

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Terceira cidade mais antiga do país, ponto mais oriental das Américas, com 434 anos, a capital paraibana tem um acervo histórico, cultural, religioso e geopolítico riquíssimo, mas, infelizmente, pouco conhecido ou até desconhecido de boa parte da população local. Neste domingo (27), um grupo de estudantes paraibanos das 3ª séries dos colégios GEO Sul e Tambaú vivenciou uma experiência única e rica numa verdadeira incursão na história do Brasil, com ênfase, na de João Pessoa desde a colonização, passando pelo período escravocrata, do Império Português, a Velha república, a Era Vargas, os governos militares, a redemocratização, até os dias atuais, com o neoliberalismo. A atividade faz parte do projeto ‘Enem na Rua’ que está em sua 4ª edição e cujo objetivo é estimular os estudantes, que estão prestes a “entrar” na universidade, a trabalhar as disciplinas, especialmente, Geografia e História a partir de um resgate sócio-político-histórico-cultural do Brasil, com ênfase, em João Pessoa.

O aulão in loco foi realizado em pontos turísticos do Centro Histórico e começou na Casa da Pólvora, onde os estudantes foram recepcionados com um café da manhã e receberam informações diversas de professores de História, Geografia, Português e Biologia, além de uma mensagem do professor Roberto Oliveira, diretor do Geo Sul. “Estamos na reta final para o Enem e vocês estão aqui para ampliar conhecimentos e mais que isso, perceber que estão preparados para enfrentar o exame e saírem vitoriosos. Confiamos em vocês e estamos na torcida”, disse Roberto. O professor Carlos Campos reforçou o objetivo do Enem na Rua. “A ideia é incentivar o aluno a despertar para a história, a arte, a arquitetura e a geografia de João Pessoa de uma forma descontraída e prazerosa”, destacou ele.

Antes de visitar a Casa da Pólvora, os alunos aprenderam um pouco mais sobre a colonização da capital paraibana e o porquê dela ter sido feita pelo Rio e não pelo litoral. Isso aconteceu, porque as barreiras de coral impediam a chegada dos navios a costa paraibana (tanto que há muitas embarcações naufragadas ao longo da costa) e, na época, os navegadores encontraram a entrada de onde hoje é o Porto de Cabedelo, seguindo pelo Rio Paraíba e depois pelo seu afluente, o Sanhauá como rota ideal. Por isso João Pessoa começou a se expandir do Centro para o Litoral, tendo o Rio Paraíba como sua principal rota de entrada e saída à época. “O marco zero das cidades normalmente ficavam no litoral, o de João Pessoa era onde fica o Centro Histórico mais precisamente na casa da Pólvora”, explicou o professor Fernando, de História. Ele disse ainda, que haviam três fortes – o a Fortaleza de Santa Catarina, o Porto Velho e o da Ilha da Restinga, este último não existe mais.

O também professor de História, Sérgio, complementou as informações, abordando os fatores de migração das pessoas do Centro para as áreas litorâneas da cidade, explicando o porquê da decadência e abandono da área central e desenvolvimento das áreas localizadas próximos ao litoral. “Na maior parte das cidades nordestinas o desenvolvimento das cidades se deu da praia para o centro em João Pessoa esse movimento migratório se deu ao contrário”, reiterou Sérgio, que pincelou aspectos do processo de colonização do Brasil, a aliança dos brancos com os índios, a influência espanhola, portuguesa e holandesa no Brasil Colônia entre outros assuntos. O professor de Geografia, Rodrigo Leite, falou da migração da população reforçando que ‘antigamente, as famílias mais abastadas moravam no Centro ou ao redor dele hoje estão noutras áreas da cidade’, reforçou ele.

Após visitarem a Casa da Pólvora, os estudantes foram caminhando até a igreja de São Francisco, contemplando casarios de estilos diversos, uns Barroco, outros Arte Decó e até mesmo Clássicos. Na frente da igreja de São Francisco, eles ficaram sabendo que João Pessoa é a única cidade do Brasil a ter as quatro ordens religiosas juntas, ou seja, as ordens Franciscana, dos Jesuítas, das Carmelitas Descalças e a dos Beneditinos, simbolizadas pelas quatro pontas de uma enorme Cruz de Pedra que estrategicamente foi colocada no largo da igreja. La, eles também ficaram sabendo que o piso do largo da igreja, formado por enormes blocos de pedra calcária, já não é mais todo original e que esses blocos de pedras, que pesavam em média 400 quilos cada, eram trazidos pelos escravos – não se sabe como – do Rio Paraíba até o local das construções da época.

O aulão seguiu para a Igreja do Carmo que pouca gente sabe, tem uma igreja totalmente independente do lado, a Igreja Santa Tereza. “Um olhar menos atento, não percebe que são duas igrejas distintas que pertencem a Ordem das Carmelitas descalças”, explicou o historiador do IPHAEP e professor de História do Geo, Edvaldo Lira. Ele lembrou ainda que a exemplo do largo da igreja de São Francisco, neste local, as pedras do entorno das construções também não são mais as originais, embora os monumentos sejam tombados pelo Patrimônio Histórico. “Não tinha como restaurar com o material original então optou-se por algo o mais próximo possível do que era antes”, complementou ele.

De lá, os estudantes seguiram para a Praça Barão do Rio Branco, onde, explicou o professor de História, Rafael Virgínio, idealizador do ‘Enem na Rua’, que neste local, os escravos negros eram trazidos para o açoite – prática do castigo físico – e que também à forca. Lembrou-se da normatização da violência da época tão bem retratadas nas pinturas de Jean-Baptiste Debret. Neste local, ainda abordou-se a influência dos maçons na política desde o Brasil Colônia até os dias atuais, lembrando que a história da maçonaria sempre esteve ligada com os mais variados feitos históricos do país. Da Praça, todos avistaram a Casa Nossa Senhora dos Prazeres, para onde na época dos governos militares, no auge da ditadura, os chamados ‘subversivos’ eram levados.

O aulão seguiu então para a Rua Duque de Caxias, onde houve uma breve parada ao lado de uma igreja que, antigamente, mantinha uma engenhoca denominada ‘Roda dos Enjeitados’, onde eram colocados bebês que as mães não queriam criar passando a missão para as freiras da Santa Casa de Misericórdia. Na Praça dos Cem Réis, os estudantes aprenderam a razão da denominação do local ser assim. “Era por causa do preço das passagens dos bondes elétricos, que faziam ponto no local, que era esse valor, daí o local foi denominado Ponto de Cem Réis”, explicou o historiado Edvaldo Lira.

A incursão histórica terminou na Praça Presidente João Pessoa, popularmente chamada de Praça dos Três Poderes, pelo fato de, atualmente, ela estar localizada entre as sedes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário estaduais, respectivamente, o Palácio do Governo, a Assembleia Legislativa e a sede do Tribunal de Justiça. Neste local, os professores se revezavam para revisar assuntos sobre coronelismo, velha república, era Vargas, governos militares, república, constituição até aspectos da política dos dias atuais.

Houve ainda um momento de curiosidades, como a que destacou que o local, outrora, já foi chamado de ‘Largo do Comendador Felizardo’, e que esse era um espaço de segregação visto que toda a área era cercada por grades e somente aos ricos e personalidades influentes da época era permitida o acesso. Os pobres, não podiam desfilar pelo local, nem tão pouco dançar ao redor do coreto que no final das tardes tinha música ao vivo. Outra curiosidade da época, foi o romance trágico dos estudantes- Sady e Agaba que resultou num dos episódios mais polêmicos da história local, verdadeiro drama social que abalou os pilares do patriarcalismo paraibano. Sady Castor Correia Lima, foi assassinado pelo guarda civil Antônio Carlos de Menezes, em função de normas disciplinares impostas nas escolas paraibanas da época que proibiam estudantes do Lyceu Paraibano se relacionarem com alunas de outra escola somente para mulheres. Sady, apaixonado por Agaba resolveu romper com essa norma e terminou assassinado e Agaba, uma semana depois cometeu o suicídio.

Impressões

O aluno Gabriel Souza, 17 anos, do Geo Sul, que pretende cursar Medicina, ficou surpreso com as histórias dos açoites na Praça Barão do Rio Branco. “Fiquei tentando imaginar como isso acontecia e questionando que, embora fosse um costume da época, como alguém tinha prazer em ir ver uma cena bizarra dessa, isso porque o professor disse que as pessoas iam para a praça com esse intuito”, disse Gabriel. Rayssa Karla, que estuda com Gabriel, e que vai tentar o Enem para Ciências Sociais, disse que já sabia da história da Praça do Açoite, mas não sabia da existência de uma casa que abrigava presos políticos. Lisa Almeida, de 17 anos, aluna do Geo Tambaú, que pretende cursar Letras, disse que já conhecia os monumentos visitados, mas não tinha tantas informações detalhadas sobre eles. “Nós temos uma riqueza histórica memorável, pena que pouca gente conheça e que também não valorizemos o Centro Histórico como deveríamos”, disse ela.

Maria Goretti Silva, mãe da estudante Victoria Madalena, aluna do Geo Tambaú, e que vai tentar uma vaga para Medicina, disse que ficou encantada com tantas informações. “Esse projeto é maravilhoso. Estou encantada. Acho que deveram haver mais aulões assim. Especialmente para os alunos das 3ª séries que chegam neste ano decisivo muito ansiosos. Uma aula assim, acho que rende muitos conhecimentos, além de distrair um pouco da tensão cotidiana de estudos”, disse Goretti, que acompanhou todo o trajeto com a filha. O aluno Pedro Henrique Sotero, do Geo Sul, que vai tentar Engenharia da Computação, disse que a experiência foi muito válida. “Aprendi coisas que, necessariamente, não entrarão na prova do Enem, mas que têm uma relação com tudo o que vimos sobre História e Geografia e até relações humanas. Foi muito bom”, disse ele.

O diretor do Geo Tambaú, Danilo Abdala, que também acompanhou o grupo, lembrou que o Geo tem uma proposta pedagógica que estimula o aprendizado também a partir de atividades extraclasse. “Entendemos que a construção do conhecimento se dá de variadas formas, dentro e fora da sala de aula, inclusive, construindo junto com o aluno seu próprio aprendizado e foi isso que fizemos aqui com o ‘Enem na Rua’ e também fazemos a partir de tantos outros projetos extraclasse”, finalizou ele.

Redes Sociais: como favorecer a sua empresa utilizando cada uma delas.

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Já não é mais novidade que as empresas precisam estar presente nas redes sociais, tanto para a divulgação da sua marca, de forma mais institucional, quanto na oferta de produtos e serviços, expondo seu trabalho promocionalmente. Para que esta “presença” digital aconteça da maneira mais assertiva, é necessário adequar os perfis da empresa aos diferentes ambientes online, ou seja, adaptar as publicações para cada rede social.

Nesse sentido, é importante levar em conta as especificidades de cada plataforma, seguindo e priorizando a linguagem própria da rede em questão. Cada rede social possui características específicas e possibilidades que dependem de seu programa, como a postagem de fotos, vídeos ou textos, por exemplo. Considerando, ainda, a linguagem das redes sociais, em algumas, a interação ocorre mais informalmente, enquanto em outras, o contato e publicações são mais formais. Vejamos algumas características da linguagem das principais plataformas online: Facebook, Twitter, Instagram e Linkedin.

Facebook: Sendo uma plataforma de contato e comunicação entre os usuários, a publicidade no Facebook não pode ser direta, devendo ser acompanhada de imagens chamativas e linguagem mais informal. Nesta rede, imagem e texto se complementam e devem estar em concordância e equilíbrio nas publicações.

Twitter: Baseado na rapidez, instataneidade e fluxo de informações, o Twitter apresenta as postagens de forma cronológica e possui um limite restrito na quantidade de caracteres para os textos. Nessa plataforma, os posts devem ser curtos e impactantes, podendo também ser veículos para a divulgação de links para outras páginas da empresa.

Instagram: Sendo estritamente visual, o Instagram determina a imagem como a principal parte do conteúdo, onde a legenda deve somente completar o que está na foto. Outra característica importante dessa rede social são as hashtags, palavras-chaves colocadas nas legendas que criam segmentação de conteúdos por assuntos específicos, o que facilita a postagem ser encontrada em um conjunto temático.

Linkedin: Com foco mercadológico e profissional, o Linkedin serve para as pessoas e empresas se autodivulgarem no mercado, sendo, uma primeira apresentação do seu currículo e experiência. Com linguagem mais formal e profissional, o Linkedin é uma plataforma de contato mais séria e com objetivos mais comerciais.

Ainda não sabe como posicionar a sua empresa nas redes sociais? Chame a Publicidade Popular para te ajudar com isso! Estamos preparados para gerenciar os seus perfis da forma mais adequada em cada plataforma diferente!

3)      Publicidade no Facebook: uma forma de impulsionar as suas vendas.

Com a presença de muitas empresas no mercado e, atualmente, também no mundo digital, cada vez mais é necessário investir constantemente em marketing e publicidade. Dessa forma, usar as redes sociais como uma ferramenta de divulgação dos produtos e serviços pode ser muito positivo e vantajoso para o negócio.

O Facebook, por exemplo, possui um sistema específico para esse tipo de utilização, o Facebook Ads, que garante o gerenciamento das publicações e impulsionamentos das postagens.

Antes de criar um anúncio, é necessário pensar no objetivo da empresa com essa publicação, podendo ser promocional, de divulgação, institucional ou de relacionamento. Outro ponto importante a ser considerado antes da veiculação da postagem é o público  que se pretende atingir, atentando para o perfil e interesses dessas pessoas. Além disso, deve-se pensar na verba disponível que vai ser destinada para esta campanha online. Estes são elementos estratégicos para fazer o seu anúncio ser assertivo perante o público, portanto é essencial dedicar um tempo de planejamento antecipado.

Os anúncios no Facebook podem aparecer em diferentes formatos, como imagens rotativas, gerados por links, publicações no próprio feed de notícias (imagens e vídeos), ao lado direito da linha do tempo, etc. Essa variedade permite às empresas escolherem qual a melhor forma para atingir o seu público-alvo.

A melhor maneira de ter um anúncio certeiro é investindo nas imagens que serão divulgadas. Fotos chamativas e atraentes, combinadas com textos e legendas interessantes compõem os posts com mais visualizações. Inserindo frases como “saiba mais”, “confira”, “acesse”, o post ainda estará redirecionando o usuário para outras párinas da empresa, aumentando a interação e, ainda, a possibilidade de vendas.

Programação do Outubro Rosa do Hospital do Bem incluiu debate sobre a importância da humanização nos serviços de saúde

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No Brasil, os principais marcos regulatórios da construção da saúde pública são a Constituição Federal de 1988 e o Projeto da Reforma Sanitária, os quais foram os responsáveis pela idealização e implantação do Sistema Único de Saúde – SUS.
A razão da existência de um sistema de saúde é o cuidar dos pacientes nas suas múltiplas necessidades de atendimento e, na atualidade, esse cuidar precisa ser feito de maneira humanizada. E foi justamente para debater sobre a importância da “Humanização na Área de Saúde”, que no último dia 23, a programação do Outubro Rosa, do Hospital do Bem, de Patos, incluiu um Bate Papo com essa temática.

E quem conduziu essa conversa foi a psicóloga Paula Santos e alguns alunos concluintes do Curso de Psicologia da UNIFIP. Durante boa parte da manhã, eles colocaram para os colaboradores da unidade, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, muitas informações sobre os diferenciais que a humanização promove nos serviços de saúde e realizaram dinâmicas que facilitam o entendimento da necessidade de tais iniciativas.

“Por mais especialistas que disponhamos, por melhores estruturas físicas que tenhamos, e com todos os recursos tecnológicos, precisamos também ter uma equipe que esteja pronta a acolher, a partilhar sentimentos e a, sobretudo, tratar com dignidade e afeto nossos pacientes e também fortalecer e estimular relações saudáveis de trabalho. Esse é o sentido da humanização”, argumenta a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, lembrando que, conceitualmente, a humanização baseia-se numa visão holística, e requer um esforço individual dos prestadores de serviços. “À medida em que o homem passa a adquirir um maior conhecimento técnico, tende a esquecer de que também precisa valorizar o lado humano, por isso, os valores da humanização devem ser resgatados”, reitera Liliane.

Programação

Até o dia 30, ainda haverá algumas atividades dentro da programação do Outubro Rosa no Hospital do Bem. No próximo dia 28, a partir das 15h, acontecerá outra Roda de Conversa com o tema “Autoestima e enfrentamento do câncer” e no dia 30, último dia de atividades, às 8h, acontecerá momentos de maquiagem, musicoterapia e sessões de fotos. Logo em seguida, às 10h, será realizada outra Roda de Conversa. Ambas as ações acontecem no hall da unidade. E a tarde, haverá uma sessão de cinema especial, no Guedes Shopping, exclusiva, para pacientes, acompanhantes e colaboradores. O filme em exibição será ‘Malévola’.

Orientações para o autocuidado e para a busca para uma melhor qualidade de vida marcaram a II SIPAT do GEO Sul e Tambaú

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Foram quatro dias de muita participação e orientações para o cuidado com a saúde. Assim foi a II SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho dos colégios GEO Sul e Tambaú, realizada entre os dias 22 e 25 de outubro. Para o presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – CIPA do GEO Sul, professor Cláudio Brasileiro, o objetivo de conscientizar os colaboradores quanto à importância da manutenção de certos cuidados para alcançar mais qualidade de vida, sem dúvida, foi atingido. Um dos destaques do evento foi a realização de aferição de Pressão Arterial e teste de Glicemia disponibilizado ao público.

Nesses dias, as duas unidades do GEO trouxeram palestras sobre uso de Equipamentos de Proteção Individual; Saúde Bucal; Equilíbrio Emocional e Qualidade de Vida; “Uma Oportunidade Na adversidade”, com a Coach Emanuelle; “Reeducação Alimentar”, com facilitadores da Faculdade Três Marias; além de orientações tanto para levar uma vida mais saudável com o personal trainer da Science Academia, Rodolpho, dentre outros temas relativos à busca de uma melhor qualidade de vida. Também aconteceu uma palestra focada no aspecto financeiro, “Mentalidade Financeira”.

Mas, um dos destaques da Semana foi a aferição de Pressão Arterial e Glicemia realizada por equipes da RedeMed, um parceiro do GEO durante o evento. A ação foi de extrema importância, tendo em vista que muitas vezes as pessoas sabem do risco por ter gente na família com hipertensão ou com um quadro diabético, mas não vão atrás de marcar consultas para acompanhar a si próprios. A ideia central de uma SIPAT é o de levar ao público informações para a reflexão de suas posturas. O ambiente de trabalho é o foco, mas são orientações que servem para a vida.

Nesse sentido, o presidente da CIPA do GEO Sul, Cláudio Brasileiro, avalia que a Sipat foi um sucesso. “Foi tudo muito positivo porque tivemos a participação de muitos colaboradores nas palestras com exames e testes que foram realizados. Esperamos que em 2020 possamos contribuir ainda mais nas orientações para nossos colaboradores”, disse Cláudio.

Nova CIPA no GEO Sul

Além da II SIPAT, o GEO Sul também realizou, na última terça-feira (23), durante todo o dia, a eleição de sua Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). A CIPA é formada por colaboradores eleitos por voto secreto e por colaboradores indicados pela Direção da escola. Cada unidade do GEO tem sua própria CIPA. A eleição da CIPA no Tambaú acontecerá no dia 04 de novembro. A renovação dos membros eleitos pelos colaboradores ocorre anualmente. A formação da CIPA nas duas unidades é composta por 08 membros, sendo 04 eleitos e 04 indicados pela direção e seus suplentes.