Diretoria da Tabu reúne fornecedores de cana-de-açúcar da Paraíba e de Pernambuco para dar as boas-vindas para a safra 2019/2020

A expectativa para o dia 1º de agosto é grande, já que nesta data está previsto o início da moagem da safra 2019/2020 da Agroindustrial Tabu. E como os fornecedores de cana-de-açúcar são agentes importantes neste processo para a indústria, já que eles devem ser responsáveis por 57% do total de matéria-prima a ser processada pela Tabu na safra que se aproxima, a diretoria da destilaria reuniu produtores da Paraíba e de Pernambuco para um almoço de confraternização na Casa Grande da fazenda onde fica seu parque industrial, localizado em Caaporã, litoral sul da Paraíba. O vice presidente, Alexandre Meeus, seu irmão, Edouard Meuus, junto com o diretor operacional, Luiz Sales e a diretora financeira, Daniela Tedesco, além de vários profissionais da Tabu, recepcionaram os convidados.

Com 130 fornecedores cadastrados, a Tabu tem uma estimativa de moer 700 mil toneladas de cana na sua 41ª safra, sendo 395 mil toneladas oriundas de matéria-prima de fornecedores e os 305 mil restantes de cana própria da indústria. Em épocas de safra, a empresa contabiliza 1.800 colaboradores. Na safra passada, a Tabu teve um incremento de 40% de produção, atingindo a marca de 610.371.240 mil toneladas. “Trabalhamos com a estimativa de superar esses números na atual safra mas, para isso, contamos com a parceria dos fornecedores”, destacou o diretor operacional, Luiz Sales.

O vice presidente da Tabu, Alexandre Meeus, deu as boas-vindas aos fornecedores, falou da importância da parceria com eles, fazendo uma analogia desta relação com um casamento, e enfatizou as mudanças da empresa que a tem diferenciado no mercado. “Estamos testando novas tecnologias, diversificando produtos, nos lançando também como distribuidores, valorizando nossos profissionais e buscamos com tudo isso fortalecer as nossas relações com o mercado e com os nossos parceiros, a exemplo de vocês, nossos fornecedores de matéria-prima. Nossa relação é como um casamento que só se fortalece com confiança mútua, fidelidade para ambos e solidez na relação”, disse Alexandre Meeus que, na ocasião, recebeu uma homenagem de seus colaboradores pela forma como conduz a administração da empresa.

O diretor operacional, Luiz Sales, falou dos desafios que passa o país, dos dois grandes adversários da indústria sucroalcooleira em relação aos interesses do Governo Federal, com destaque para o pré-sal e o carro elétrico, e das formas como a Tabu tem enfrentado tudo isso se reinventando, investindo e, sobretudo, se fortalecendo no mercado e valorizando seus profissionais. “A cana é uma cultura como outra qualquer. Nós patinamos 500 anos e precisamos, mais do que nunca, atingir três dígitos de produtividade. Enquanto outras culturas ampliaram seus níveis de produtividade em mais de 100%, a cana ainda está nos 40%. Precisamos avançar senão a gente não sobrevive. O setor precisa pensar grande, como ele é. Nós não temos mais espaço para amadorismos”, destacou Luiz Sales, enfatizando que na Tabu o trabalho e a superação dos desafios é responsabilidade de um time comprometido e competente. “Somos uma equipe, de pessoas certas, nos lugares certos”, reiterou Luiz Sales.

O presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que participou do encontro, falou do entusiasmo da classe produtora com o atual governo federal, com destaque para a atuação da ministrada da Agricultura Tereza Cristina, dos desafios do setor e ainda da alegria de constatar a evolução da Tabu, destacando a importância disso para o setor. “Temos, de fato, que melhorar nossa produtividade, atingir as três casas decimais, o que é possível, desde que haja investimentos em tecnologia e irrigação”, destacou José Inácio, lembrando que o equilíbrio da Tabu, e de outras indústrias locais, deixa o mercado mais tranquilo e os fornecedores mais aliviados. “Nós, produtores, só temos um caminho para escoar a cana que é a indústria e constatar que a Tabu, e outras indústrias da Paraíba estão equilibradas, nos dá uma segurança a mais e também alegria por ver que o mercado vive um momento mais promissor”, destacou o dirigente da Asplan.

O diretor executivo do Sindalcool, Edmundo Barbosa, destacou os desafios do mercado e da indústria e parabenizou a diretoria da Tabu pelo excelente trabalho que ela vem fazendo. Um dos produtores mais antigos em atividade, o Sr. Honorato Cabral, com 98 anos de idade, deu um testemunho de sua paixão pelo cultivo da cana e de sua crença na cultura. O coordenador de produção da Tabu, Bonifácio, destacou a crescente produção da empresa, enfatizado o importante papel que o fornecedor de cana tem nesse cenário e, em seguida, o agrônomo Bennon Barreto, que atua na cultura canavieira há 60 anos, de um testemunho emocionado sobre como o produtor de cana no Nordeste é antes de tudo forte e perseverante. “Nós produzimos cana no pior solo do mundo que é o tabuleiro arenoso do Nordeste, portanto, nós somos bons, muito bons e temos que nos orgulhar de apesar disso tudo ainda produzir cana com economia e é com muita alegria que estou aqui testemunhando esse momento de crescimento da Tabu, porque isso não diz respeito apenas à indústria, mas, gera um impacto positivo em todo o mercado”, destacou Bennon.

O prefeito de Caaporã, Kiko Monteiro, encerrou os discursos, enaltecendo a importância da Tabu para o município e a região do litoral Sul paraibano. “O coração de Caaporã bate na Tabu, isto porque, essa empresa gera quase dois mil empregos, movimenta a economia da região e é um importante sustentáculo econômico/social para todos nós. De forma que desejo muito sucesso na próxima safra, mais crescimento e desenvolvimento porque a Tabu estando bem, nós estaremos também”, disse o prefeito. Logo em seguida foi servido um almoço para todos os presentes

Postado em: 25/07/2019, Por : News Comunicação

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