Month: outubro 2018

Deputado Jeová faz duro discurso contra Bolsonaro, diz que ele não respeitará instituições e que fala uma coisa mas pensa outra

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Como alguém ousa dizer que combate a corrupção se só anda com corrupto? Essa frase abriu o duro discurso feito hoje (17), pelo deputado estadual Jeová Campos (PSB), durante sessão na ALPB. O parlamentar lembrou ainda que 99% dos líderes políticos dos partidos que apoiam a candidatura de Bolsonaro, apoiam o governo de Temer e boa parte deles estão envolvidos em escândalos de corrução. “É muita incoerência fazer um discurso de combate à corrupção quando se vira para todos os lados do palanque do 17 e só tem corruptos, olha para traz só tem os golpistas que apoiaram Michel Temer e olha para frente só tem Michel Temer”, destacou Jeová.

Outro ponto de crítica do parlamentar foi em relação as posturas inconsistentes do candidato. “Como é que um candidato a presidência dá declarações contra o Bolsa Família e agora afirma que é uma desumanidade acabar com o Bolsa Família. Há pouco tempo, ele dizia que não estuprava mulher feia, eu mulher tinha que ganhar menos e agora diz que não tem nenhum problema com mulher. Que na votação do impeachment de Dilma elogiou um torturador e nos dias atuais diz que é compromissado com os direitos humanos. Afinal de contas, nós estamos falando com quem?, questionou Jeová.

Outro ponto de críticas foi em relação à postura de Bolsonaro no que diz respeito as armas. “Eu me pergunto como é que se vai combater violência fomentando o estímulo ao armamento da população? Quem de nós não teria cometido um erro grave na vida se tivesse uma pistola na cintura em determinados momentos?”, disse Jeová que também criticou a ausência do candidato nos debates. “Eu não posso entender que alguém que queira ajudar a democracia, fortalecer as instituições, ajudar o Brasil a encontrar um novo caminho se negue a ir a um debate político. Como vamos saber efetivamente o que pensa esse candidato dada as suas constantes contradições, se ele diz uma coisa numa semana e na outra diz outra completamente distinta”, frisou o deputado.

Jeová levantou ainda algumas questões que, segundo ele, precisam ser esclarecidas para o eleitorado. “Precisamos saber dele como ele vai gerar empregos neste país que precisa de 20 milhões de empregos. Como vai se dar a reorganização do estado nacional, como ficará a Petrobras, será privatizada? E as nossas riquezas, serão entregues de bandeja ao capital estrangeiro? Como vai se dar a relação com o Poder Judiciário? Ele vai mudar seu posicionamento como presidente em relação ao congelamento de 20 anos nos investimentos na saúde e educação que foram aprovados com o voto dele na condição de deputado federal?”, questionou Jeová.

Ainda segundo o parlamentar, a questão sobre não respeitar a listra tríplice para indicação do Procurador Geral da República, o preocupa demasiadamente. “Bolsonaro já disse que não vai respeitar a listra tríplice para indicação do Procurador Geral da República. E o que significa isso? Significa não respeitar a vontade soberana das instituições. Todos os presidentes, desde Fernando Henrique, sempre escolheram dentro da lista tríplice. Bolsonaro disse que não agirá assim e ai eu pergunto: Como vai se respeitar a democracia desta forma já que a Procuradoria é uma das instituições mais importantes da República”,  reforçou o parlamentar, que também é advogado.

Segundo Jeová essa afirmação de Bolsonaro significa uma intervenção direta na instituição, que comprometerá indubitavelmente os inquéritos que serão tocados de acordo com o interesse do Presidente da República e não da Nação. “Eu sinceramente não posso deixar de mostrar minha inquietação e meu constrangimento, porque isso significa uma insensatez, uma insanidade, aliás, isso é tudo o que significa essa candidatura. Espero que o povo acorde deste transe e consiga enxergar o que está por trás desta candidatura que eu diria até que é de um lobo vestido em pelo de cordeiro”, finalizou Jeová.

Adriano, o nosso ‘João de Deus’ terá alta social do Hospital de Patos, mas seu futuro ainda é incerto

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Adriano Teixeira Lima, popularmente conhecido como ‘João de Deus’, vai ter alta social do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), na próxima semana. De alta médica há mais de 15 dias, ele permanece na unidade de saúde, onde foi internado no dia 30 de agosto último, por decisão da Justiça que determinou a permanência do paciente, mesmo sem necessidade de cuidados médicos intensivos, pelo fato dele não ter, até então, parentes conhecidos, nem apoio de qualquer espécie de órgãos governamentais. Uma audiência realizada nesta terça-feira (16), na Promotoria de Justiça de Patos, sob mediação do 3º Promotor de Justiça, Elmar Thiago Pereira de Alencar, autorizou a alta social e definiu alguns encaminhamentos.

Mas, essa alta social do hospital, que significa o começo de uma nova vida para Adriano, está longe de resolver os problemas dele. Primeiro porque as irmãs dele, Maria Sara da Conceição e Maria Luciana da Conceição, que foram localizadas graças a uma reportagem, onde ele revelou detalhes de sua vida, e que também compareceram a audiência, não têm condições financeiras, nem de infraestrutura para acolhê-lo onde moram, respectivamente, nos estados de Alagoas e Piaui. O resto da família, poucos membros, que vivem no interior alagoano também vivem em condições de extrema vulnerabilidade social, inclusive, com problemas relacionados a alcoolismo.

O que fazer então? Diante da situação, a representante comercial Luciana Pereira, uma das integrantes da força tarefa que o resgatou das ruas, maltrapilho e muito doente e que, diariamente, desde sua internação, visita Adriano no Hospital, dando apoio e cuidados, ofereceu a sua casa para que Adriano e uma de suas irmãs possam passar os próximos 45 dias até que a situação dele tenha uma solução definitiva. “Não vi outra alternativa. Fiz isso porque desde o início me propus a ajudá-lo. É uma questão de humanidade. Sabe quando você olha para uma pessoa e sente que ela precisa de você, de uma ajuda, de uma mão amiga. Não tenho muito, mas minha formação cristã não me deixa ficar omissa diante de uma situação desta”, disse Luciana, que vai ceder o quarto de um dos filhos, ela tem três, para dar espaço para Adriano e sua irmã durante esses 45 dias.

Nesse meio tempo, a Secretária de Ação Social de Patos, Edjane Barbosa Araújo, que também participou da audiência no MP, assumiu o compromisso de disponibilizar a rede de proteção assistencial do município, seja mediante a inclusão em programas de aluguel social ou de benefício de proteção continuada, através do CAPs II, e ainda com ações de assistência durante todos os dias úteis, inclusive, se responsabilizando pelo transporte e alimentação de Adriano, de segunda a sexta-feira, nos próximos 45 dias, a contar da data da alta social. Durante esse período, quinzenalmente, a equipe do CAPs terá que apresentar relatórios a Promotoria sobre as ações de inclusão e acompanhamento médico de Adriano e no final do prazo emitir parecer que balizará o encaminhamento do MP, no sentido de promover uma ação de interdição ou não. Isto porque, Adriano, ainda não se sabe, mas suspeita-se, apresenta problemas mentais que só exames mais aprofundados poderão ditar o diagnóstico.

A diretora geral do Hospital, Liliane Sena, também presente à audiência, confirmou a alta hospitalar de Adriano e o fato dele não ter mais necessidade de cuidados médicos intensivos e hospitalares, mas concordou com a permanência dele por mais uma semana, até a alta social. “Vamos continuar acolhendo-o por mais esse período. Essa é até uma questão de humanidade”, assegurou Liliane.

 Mas, quem pensa que o caso de Adriano está perto de ter um final feliz. Engana-se. As cicatrizes que ele agora carrega no corpo, fruto de uma cirurgia que removeu um grande tumor e boa parte de sua genitália, devem doer tanto quanto às da alma, pois ele foi uma criança que desde cedo teve que se acostumar com a ausência da mãe, que morreu de parto quando ele era pequeno, conviveu com atrocidades praticadas pelo pai, que hoje encontra-se foragido, teve que se virar desde adolescente para sobreviver, sua família sempre viveu em grave vulnerabilidade social, parentes que poderia acolhê-lo sofrem com problemas de alcoolismo, ou seja, Adriano cresceu sem muitos afetos e acolhimento, sem referencial de pais, e hoje, apesar do carinho das irmãs, ele não tem um porto seguro, não tem renda, não tem trabalho, não tem amigos, e a poucos dias, nem sua identidade era conhecida.

Apesar de calejado pela vida, ele desenha, tem traços delicados e contornos bem definidos, é educado, gentil até. A dureza da vida, não fez ele perder a ternura nos gestos. Com tanto sofrimento, ele ri pouco, muito pouco, por vezes, mantém o olhar fixo no horizonte como a perguntar o que farei, onde ficarei, como estarei amanhã, quem estará comigo? Perguntas tão simples para a maioria das pessoas, mas, que para ele tomam uma proporção diferente e ainda estão sem respostas a médio e longo prazo. Por enquanto, Luciana, tocada pelo dom da bondade e amor ao próximo, sentimentos que habitam pessoas especiais como ela, cedeu a sua casa, abriu o seu lar, para acolhê-lo nestes primeiros 45 dias fora do hospital. Mas, ela também precisa de ajuda. O Poder Público precisa fazer a sua parte. E nós, que integramos essa sociedade por vezes excludente, individualista e, por que não dizer, insensível, precisamos nos unir em prol dessa causa, contribuindo de forma coletiva e organizada para ajudá-lo.

Esse meu texto já é parte de minha contribuição, assim como foi a entrevista que fiz com ele que culminou na reportagem que possibilitou localizar seus familiares em Alagoas. Mas, eu quero mais. Vou coordenar junto com Luciana e todos os voluntários que abraçarem essa causa, uma grande campanha de mobilização popular para dar condições dele ter um lar, um emprego, assistência psicológica, condições de se manter dignamente e ser reconhecido e viver como um cidadão, como bem destaca a Constituição de nosso país, em seus vários artigos que tratam dos direitos de cada brasileiro. Quem se habilita a caminhar com a gente?

 

Eliane Sobral

Jornalista e Assessora de Imprensa do CHRDJC

Quem faz apologia a tortura não merece o meu respeito e muito menos a acolhida do povo brasileiro

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“A apologia a tortura é inadmissível, é um crime inafiançável, é um crime abominável e quem faz apologia ao crime e a tortura não merece o meu respeito, nem muito menos do povo brasileiro. Pode ser um pai de família, pode ser um exemplo de  vida, mas, qualquer pessoa que vier fazer apologia a tortura ou elogiar torturador é merecedor de meu enfrentamento porque não se trata de disputa eleitoral, de disputa de projeto político, se trata de uma questão inegociável que é a de defender os direitos humanos e combater a violência”, disse hoje (16), o deputado estadual, Jeová Campos (PSB) durante discurso na ALPB. Outros parlamentares também se manifestaram contra a violência e posições extremistas do candidato à Presidência da República pelo PSL que faz oposição a Fernando Haddad, a exemplo de Frei Anastácio e Anísio Maia.

O deputado Jeová lembrou que a Declaração Universal de Direitos Humanos destaca a tortura como crime inafiançável. “Não esqueço nunca da declaração do candidato Bolsonaro quando na votação do impeachment de Dilma Rousseff, ele fez homenagem a Ustra, um dos torturadores mais cruéis que se tem notícia. Ai eu pergunto: como alguém que quer ser presidente da República, homenageia com tanto orgulho um torturador, faz uma defesa pública de uma das práticas mais abomináveis e ainda tem a acolhida do povo brasileiro? O que leva uma pessoa a defender um armamento em massa? A trocar um livro por uma arma”, destacou o parlamentar.

Ainda segundo Jeová, somente a escolha do livro em detrimento da arma, salva as pessoas e torna a sociedade mais fraterna. “Eu prefiro trocar a arma por um livro, pois, o livro é esperança, enquanto a arma é violência. O livro constrói a paz, a arma fomenta a guerra”, disse Jeová, lembrando a linda ‘Caminhada dos Livros’ promovida pró candidatura de Haddad, nesta segunda-feira, em João Pessoa, numa alusão as comemorações do Dia do Professor, onde militantes, muitos dos quais professores, caminharam portando livros e pedindo paz. “O que está acontecendo com o povo brasileiro que não está enxergando o perigo que estamos correndo?”, reiterou Jeová, dizendo que não vai poupar esforços para impedir o avanço deste projeto que ele considera desastroso para o Brasil. “A candidatura de Haddad tem cara e cor, tem projeto, tem propostas e a outra? Essa não tem nada e faz questão de não mostrar se esquivando dos debates”, finalizou Jeová.

É preciso lutar para que o país não tenha um retrocesso que comprometa seu futuro diz Jeová Campos em ato pró Haddad

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“O Brasil vive um dos momentos políticos mais delicados dos últimos tempos onde há, nitidamente, um descompasso perigoso rumo a um projeto político que representa o que há de mais abominável, que pode levar o Brasil a uma situação de retrocesso e precisamos unir forças, ganhar às ruas, conversar com as pessoas, desmentir todas as mentiras e defender o projeto que redemocratiza o país, que tem foco nas questões sociais, que fez o Brasil avançar e, principalmente, que está alinhado com o país e sua gente”, disse nesta segunda-feira (15), o deputado estadual Jeová Campos (PSB), durante um ato político de apoio à candidatura de Fernando Haddad, que disputa a Presidência da República.

A ação denominada ‘Caminhada do Livro’, numa alusão ao Dia do Professor,  percorreu várias ruas do centro da capital paraibana, saindo do Lyceu Paraibano. Além de bandeiras e adesivos, boa parte dos que participaram do ato portavam livros numa referência a profissão do candidato Haddad. A professora Kalina Ligia, moradora dos Bancários, era uma delas. “Precisamos alertar as pessoas sobre o que está por trás da candidatura de nosso opositor, mas, mais que isso, temos o dever cívico de esclarecer o que significa o projeto de Haddad, quais são os diferenciais de seu programa de governo e, sobretudo, defender a democracia, a liberdade e combater o fascismo, qualquer tipo de preconceito, discriminação, tortura e ódio. Até o dia da eleição, as palavras de ordem são luta, amor e esperança”, disse ela.

Políticos, como o governador Ricardo Coutinho, o governador eleito, João Azevedo, os deputados estaduais e eleitos federal, Frei Anastácio e Gervásio Maia, participaram da Caminhada. Ricardo, que encerrou o ato com um discurso, fez duras críticas a campanha de Jair Bolsonaro, principalmente, no que diz respeito a divulgação de falsas notícias, denominadas de Fake News e convocou a militância.  “Eles só sabem disseminar mentiras para prejudicar a campanha de Haddad, pregam a violência, o ódio, porque não têm um projeto. O candidato deles nem vai aos debates porque não tem nada para falar”, disse Ricardo.

Maternidade de Patos intensifica e amplia exames em alusão ao Outubro Rosa

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Independente do Outubro Rosa, a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, atende regularmente pacientes encaminhadas pelos Programas de Saúde da Família (PSFs) na realização de mamografias e, durante este mês, está ampliando esse trabalho, estimulando as funcionárias a trazerem uma parente para realização do exame. Referência no atendimento à mulher para mais de 60 municípios paraibanos, inclusive em gravidez de alto risco, a Maternidade também está realizando palestras internas com pacientes, visitantes e funcionários sobre a importância do diagnóstico precoce e da prevenção dos cânceres de colo de útero e de mama. Nessa terça-feira (9), a professora Maria Euzarene Tiburtino, da Ecisa, abordou essa temática nos alojamentos da unidade. Foi também distribuído material educativo.

Os exames de Mamografia começaram a ser realizados no dia 8, e continuam nos dias 15, 22 e 29 deste mês, enquanto os citológicos acontecerão nos dias 18 e 19, pela manhã e à tarde. No primeiro dia da ação, foram realizadas 16 mamografias. A coleta do citológico acontecerá numa sala, previamente preparada, na sede do Banco de Leite.

Mamografias – Podem marcar a mamografia mulheres com idade a partir de 39 anos. Caso haja histórico familiar de câncer de mama, o acesso será a partir de 35 anos. Cada colaborador pode ainda indicar uma parente para fazer os exames que precisam ser agendados previamente no Nece da Maternidade. Os exames encaminhados via PSFs continuam suas rotinas normais.

O diretor geral da Maternidade de Patos, Dr. Umberto Marinho Júnior, destaca a importância da campanha. “Essa ação é muito oportuna, porque ela consegue uma maior mobilização para conscientizar as mulheres sobre a importância da prevenção do câncer de mama, estimulando a realização de exames que podem identificar a doença ainda em seu estágio inicial, quando as chances de cura são bem maiores”, destaca o médico.

Deputado Jeová Campos convoca sua militância e apoiadores para defender o nome de Haddad e se engajar na campanha presidencial

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            O deputado estadual Jeová Campos (PSB), que conseguiu renovar seu projeto político na ALPB, com expressiva votação, disse que só irá descansar da maratona da campanha depois das eleições para presidente. “Agora é a hora de arregaçarmos as mangas e andar novamente pela Paraíba defendendo um projeto político que está do lado do povo brasileiro, que prefere a democracia à ditadura, que respeita a pluralidade das pessoas, que não cultua o preconceito, que não prega o ódio, que tem um projeto que não congela investimentos em saúde e educação, enfim, que representa avanço, progresso e justiça social”, disse o parlamentar que está convocando sua militância e apoiadores para se engajarem na campanha presidencial também nesse segundo turno.

            “Não podemos permitir que o povo vote enganado, precisamos desconstruir essa falsa imagem de salvador da pátria, precisamos mostrar as pessoas que o projeto do PT e das forças progressistas e aliadas é o que há de melhor para o Brasil, precisamos apresentar nosso candidato Haddad que é, de longe, o mais preparado e o único que tem compromisso com as causas sociais, com os menos favorecidos, com a gente humilde que é a grande maioria da população brasileira”, destaca Jeová.

            Ainda segundo o parlamentar, é preciso reascender a esperança do povo brasileiro que está descrente da política e dos políticos. “O alto índice de abstenção desta campanha, de quase 30 milhões de eleitores, os votos nulos e em branco, que somaram 10 milhões, mostra a descrença do povo brasileiro com a política. Precisamos esclarecer que é a partir da política que mudamos a realidade de uma sociedade, a vida das pessoas. Vamos fazer nestes poucos dias uma campanha propositiva e, principalmente, demarcar a enorme diferença entre o projeto de Haddad e seu adversário que representa as forças retrógradas, nefastas, fascistas, conservadoras e preconceituosas”, disse Jeová que vai reunir sua militância e apoiadores para definir estratégias e ações que foquem na campanha e eleição de Haddad.

Deputado Jeová Campos tem votação expressiva e atribui vitória a reconhecimento dos paraibanos ao seu trabalho e a sua coerência

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Candidato a um novo mandato para Assembleia Legislativa, Jeová Campos (PSB), foi o 15º mais votado da Paraíba e teve seu mandato renovado por 31.017 votos, a maior votação dele nas disputas para o legislativo estadual. Jeová, que exercerá o mandato pela terceira vez, conseguiu descentralizar sua campanha, antes bem restrita ao sertão paraibano, para várias regiões do estado, a exemplo do Vale do Mamanguape, litoral e região metropolitana de João Pessoa e reunir um conjunto de militares,  apoiadores e, principalmente, eleitores que identificaram no candidato uma exceção na política, ou seja, um cidadão decente, trabalhador, honesto, que honra o mandato por sua coerência, atitudes, iniciativas e, sobretudo, produção parlamentar.

“A Paraíba mostrou que respeita e reconhece quem trabalha. Foi assim comigo, com João Azevedo, nosso governador a partir de janeiro, com os nossos deputados federais, Frei Anastácio e Gervásio Maia e que, sobretudo, o caminho da democracia e da decência na política é o que deve prevalecer. Estou muito feliz e agradecido, principalmente, porque nesta caminhada das eleições recebi inúmeros acenos de carinho e apoio, que me mostram que estou do lado e no caminho certo. A todos que contribuíram com essa vitória a minha mais profunda gratidão”, disse Jeová.

Em seus agradecimentos, Jeová ressaltou a energia e garra de sua militância, o compromisso de seus apoiadores e aliados e a força de sua equipe que foi se multiplicando em quantidade e qualidade durante a campanha. “Essa vitória não é minha, é de um coletivo que entendeu que os represento bem na ALPB, que se identifica com minhas lutas, que enxerga no político Jeová Campos uma representação legítima. Nesta campanha não tivemos caciques, nem generais, tivemos o povo”, disse o parlamentar, que hoje (08) à noite, em Cajazeiras, vai realizar uma festa popular, no meio da rua, como ele gosta, para agradecer os votos e a confiança dos paraibanos.

Para o parlamentar, agora é hora de arregaçar as mangas, colocar o pé na estrada novamente para garantir a vitória de Fernando Haddad no segundo turno. “Quem tem compromisso com o povo, com a democracia, com a liberdade, com o país, não pode se eximir desta luta que é garantir que o país retome seu rumo e isso só é possível se conseguirmos eleger Haddad, porque ele representa o lado que não tem ódio, que tem projetos, que quer governar o país para os brasileiros e os mais humildes”, disse Jeová. Ele lembra que Haddad teve 31 milhões de voto, enquanto se adversário teve 49 milhões. “Temos amplas chances de vitória, pois houve 29,5 milhões de abstenções, três milhões de votos em branco e sete milhões nulos, ou seja 1/3 da população não votou em Bolsonaro”, argumenta Jeová. Na opinião dele, o Brasil precisa ser passado a limpo e a única forma efetiva disso ocorrer é com a eleição de Haddad.

Motoristas da Unitrans participam de treinamento que busca harmonizar a convivência no trânsito entre ônibus e ciclistas

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 Imagine um trânsito onde o transporte coletivo conviva harmonicamente com pedestres, veículos pequenos e ciclistas. Esse é o ideal que o sistema de transporte de João Pessoa está buscando atingir também com o Programa de Humanização de Operadores do Sistema de Transporte Coletivo da Capital. A proposta, lançada há três anos pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP), chega a terceira etapa com foco em ações direcionadas para melhorar a convivência entre ônibus e ciclistas. Nesta sexta-feira (05), operadores da empresa de ônibus Unitrans iniciaram o treinamento que vai acontecer uma vez por semana, todas as sextas-feiras, com turmas pela manhã e à tarde, até o dia 21 de dezembro. O curso acontece no anexo da Estação Ciências, no Altiplano. Os operadores das outras empresas de ônibus da cidade já participaram do treinamento.

A psicóloga da Semob, Sandra Araújo, explica que a Unitrans, por ter mais operadores, cerca de 700 profissionais, foi a última empresa a participar desta etapa do Programa, que inclui uma parte teórica e outra prática. Na parte teórica, os profissionais revisam regras básicas de convivência no trânsito, as normas gerais de circulação e conduta baseadas no Código de Trânsito Brasileiro, além de receber dicas, conceitos e soluções práticas que ajudam a resolver conflitos que surgem entre motoristas de coletivos e ciclistas no dia a dia.

“O objetivo deste treinamento é conscientizar os motoristas da importância deles não apenas respeitarem o Código de Trânsito, mas, sobretudo terem uma visão mais humanizada da condução dos ônibus e como eles devem se posicionar diante de situações corriqueiras”, destaca Sandra. Ela lembra que o conteúdo da capacitação não traz nenhuma novidade em relação às regras já conhecidas dos profissionais, apenas reforça a necessidade de se ter um olhar mais humanizado e atitudes positivas em situações de conflito no trânsito.

O curso foi elaborado e é ministrado por instrutores do SEST/SENAT que é parceiro da Semob no Programa e é dividido em sete tópicos: O papel do condutor no trânsito; Representatividade dos Ciclistas; Normas gerais de circulação e conduta; A responsabilidade do maior pelo menor; Adote a direção preventiva; Pedestres e condutores de veículos não motorizados e Infrações. Nesta sexta-feira, o treinamento foi conduzido pelo instrutor Samir Pereira e também incluiu dinâmicas.

Depois da parte teórica, os profissionais foram para o pátio da Estação e vivenciaram situações cotidianas que acontecem nas ruas entre ônibus e ciclistas, só que no papel de ciclistas. Freadas bruscas e próximos das bicicletas, ultrapassagens, situações de perigo, de iminência de batida foram algumas das situações vivenciadas pelos profissionais. “Essa inversão de papéis faz com que eles percebam o perigo e passem a encarar os ciclistas de uma outra forma”, explica a gerente de capacitação de operadores da Semob, Fátima Araújo.

A gerente de Recursos Humanos da Unitrans, Isabela Maria, e a psicóloga da empresa, Socorro Aragão também participaram do treinamento. “Avalio que com esse treinamento e outras capacitações que nossos operadores têm internamente através do projeto Operador em Ação e outras ações, o comportamento solidário e humanizado no trânsito melhore ainda mais”, disse Isabela. Durante o treinamento, alguns motoristas sugeriram que a Semob também faça uma capacitação com os ciclistas que, segundo os motoristas, cometem muitas irregularidades. De acordo com as representantes da Semob, essa conscientização irá ocorrer no começo do próximo ano. “Essa é outra etapa do Programa”, reiterou Fátima.

Outubro Rosa do Grupo A. Cândido terá novamente ação de apoio a Rede Feminina de Combate ao Câncer

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Além da palestra de abertura do Outubro Rosa, onde se abordou a importância da conscientização sobre as medidas de prevenção contra o câncer de mama, na última sexta-feira (28), as empresas de ônibus Unitrans e Santa Maria, que integram o Grupo A. Cândido, mantiveram na programação do Outubro Rosa uma parceria com a Rede Feminina de Combate ao Câncer. Ano passado, essa parceria se deu através de uma campanha de doação de alimentos. Este ano, as empresas adquiriram camisas da Rede que serão usadas nos expedientes dos sábados pelas colaboradoras do Grupo.

A abertura do Outubro Rosa realizada na sede da Unitrans, em Água Fria, contou com a participação da presidente da Rede, Márcia Serpa, e da gerente da Casa de Apoio da Rede, Karla Bezerra. Além de falarem sobre os trabalhos da instituição que representam, elas divulgaram a festa anual que promovem e que este ano acontece nesta quinta-feira (04), no Palazzo Cristal, com a participação das cantoras Renata Arruda, Nathalia Bellar e Diana Miranda. A entrada, que é revertida para a Rede, custa R$ 50,00.

A diretora da Unitrans, Lorena Dantas, falou da importância do Outubro Rosa e explicou o direcionamento dos investimentos das ações da campanha deste ano. “Avaliamos que apoiaríamos de forma mais eficaz as ações do Outubro Rosa ajudando a Rede e o fizemos através da compra de camisas e de ingressos do show do dia 04. Além disso, estaremos ao longo deste mês, divulgado a campanha em nossas empresas, já que as colaboradoras vestirão a camisa do Outubro Rosa aos sábados”, destacou Lorena.

No dia da abertura, além da palestra com as representantes da Rede, houve um momento de oração e a distribuição das camisas e laços cor de rosa, numa alusão à iniciativa que tem o objetivo de chamar atenção das mulheres para a importância dos exames preventivos e da identificação precoce do câncer de mama, quando as chances de cura chegam a 95%.

Tudo o que ‘João de Deus’ revelou em entrevista é verdade e parentes seus já foram localizados

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Adriano Teixeira Lima é mesmo o nome de batismo de ‘João de Deus’, um rapaz que até o último dia 27 de setembro não tinha referenciais, nem mesmo se sabia o nome dele e que foi resgatado das ruas e encaminhado para o Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), onde fez cirurgia e tratamento e, onde, atualmente, ainda se encontra. Sem portar documento e com dificuldades de se comunicar, ele foi apelidado de João de Deus. A entrevista da semana passada, feita pela assessora de imprensa do Complexo, a jornalista Eliane Sobral, replicada em sites de várias cidades do Nordeste, inclusive em veículos do interior de Alagoas, serviu para que a informação chegasse aos familiares dele, que logo o identificaram e entraram em contato com a representante comercial, Luciana Pereira, que foi uma das integrantes da força tarefa que conseguiu resgatá-lo das ruas, no dia 30 de agosto, e leva-lo ao hospital.

“Fiquei muito emocionada e chorei bastante quando a irmã dele me telefonou, porque desde o início todos nós desejávamos que ele tivesse algum parente que pudesse ajudá-lo e a reportagem serviu para contar a história dele e fez com que isso chegasse até os familiares que logo o identificaram”, afirma Luciana. Segundo ela, esforços da família e das pessoas que querem ajudá-lo estão sendo feitos agora para definir a forma como proceder daqui em diante. Ainda de acordo com Luciana, a família havia perdido o contato com ele desde 2013.

De fato, Adriano tem três irmãos, duas mulheres e um homem, tem trinta anos (ao invés de 25 que ele disse ter), e nasceu em 25 de fevereiro de 1988 e sua mãe se chamava mesmo Maria Tereza da Conceição, que faleceu de parto e seu pai é José Teixeira Lima, também falecido, e é natural de Penedo (AL). Também foi confirmada a informação de que ele trabalhou na usina Caetés, na cidade de São Miguel dos Campos (AL) cortando cana-de-açúcar.

Quando foi resgatado para o hospital, Adriano apresentava um grave ferimento e tumoração na genitália, tanto que teve que passar por uma cirurgia de remoção de parte do órgão, um dia após sua internação. Desde então, mesmo com alta médica, há alguns dias, ele permanece na enfermaria de isolamento do hospital. Além de não ter para onde ir, há uma ordem judicial endereçada a direção da unidade, obrigando-a a acolher o paciente sob pena de pagamento de multa e outras implicações.

A diretora do Hospital, Liliane Sena, ao saber da identificação de parentes, disse que a unidade vai continuar acolhendo-o até a família vir resgatá-lo. “Todos nós nos sensibilizados com a situação dele e ficamos muito felizes com a notícia de que as informações sobre ele são verídicas e que familiares já foram contatados. Vamos aguardar os próximos dias para ver qual encaminhamento será dado, mas, o fato que agora sabemos que ele não é mais indigente e que, em breve, a situação dele terá um encaminhamento adequado”, afirma Lili. Ela lembra que Adriano não tem mais necessidade de cuidados médicos intensivos e hospitalares e que permanece na unidade apenas porque não tinha para onde ir,

Luciana Pereira, que diariamente, visita ele no Hospital, dando apoio e cuidados,  foi quem falou com as irmãs dele (Luciana e Paulla) e é quem está capitaneado esforços para que Adriano tenha uma boa ressocialização. No próximo dia 11, inclusive, ela tem uma audiência com seu advogado no Ministério Público para ver de que forma ele pode ser ajudado neste processo de resgate de cidadania. “O importante é definirmos para onde ele irá quando sair do hospital, com quem ficará, etc”, afirma Luciana. A diretora do Complexo, Liliane Sena, também participará da audiência no MP.