Month: abril 2018

Deputado Jeová Campos e família realizam missa para celebrar os 86 anos do patriarca Assis de Noé

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O aniversário de 86 anos do pai do deputado estadual Jeová Campos, o Sr. Francisco de Oliveira Campos foi comemorado nesta terça-feira (17), com um missa em Ação de Graças, celebrada pelo pároco da Catedral Nossa Senhora da Piedade, de Cajazeiras, Pe. Severino Elias. A celebração foi realizada defronte a casa do Sr. Assis de Noé, como é mais conhecido o aniversariante, na Rua Treze de Maio, em Cajazeiras, e reuniu familiares de várias gerações, a exemplo dos filhos, da esposa, Maria Vieira Campos, sobrinhos, netos, além de parentes, amigos, vizinhos e pessoas que passavam pelo local.

O aniversariante permaneceu sentado, muito concentrado e acompanhou toda a celebração defronte da janela de sua casa, cujo parapeito foi anteparo de anjos e santos de sua devoção. No final recebeu a benção do Pe. Elias e os abraços e votos de todos os que participaram deste momento de celebração, agradecimento pelo dom da vida e renovação da fé. No final da celebração, parentes, a exemplo do neto Vitor Campos, filho de Jeová, a esposa e o Pe. Elias exaltaram as virtudes do aniversariante e externaram a alegria de poder comemorar mais um ano de sua vida.

“Poder celebrar os 86 anos de meu pai, me dá uma alegria enorme, é uma emoção sem tamanho, porque conheço de perto a grandeza deste homem sertanejo, de mãos calejadas pelo trabalho, de uma fé inabalável, de uma sabedoria imensa, que me inspirou a ser uma pessoa decente, a enxergar beleza nas pessoas, nas coisas simples da vida e nunca temer as adversidades”, disse Jeová.

O pais deve priorizar uma fonte de energia renovável, não poluente e disponível no mercado como o Etanol destaca o presidente da Unida

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O automóvel causa basicamente dois tipos de problemas ambientais: contribui para o efeito estufa, ao emitir dióxido de carbono (CO2), e compromete a saúde pública, poluindo a atmosfera com gases nocivos e partículas. E por estranho que possa parecer, os carros atuais emitem, praticamente, tanto CO2 como os de há dez anos. Então o que fazer diante dessa realidade? Qual a melhor opção e a que menos impacta o meio ambiente e a saúde da população? Tem se falado muito em carro elétrico, mas esse tipo de veículo não é de todo ecológico porque o grau de poluição provocado por ele dependerá da fonte geradora de energia e também do posterior descarte das baterias. Diante dessa realidade, questiona o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, por que não priorizar uma fonte de energia renovável, não poluente e disponível no mercado?

De acordo com o dirigente canavieiro, o Brasil possui um parque industrial com potencial de suprir a demanda de álcool para o mercado interno, tem autonomia na produção de etanol e detém a tecnologia de fabricação do produto. “O que falta é mesmo uma política de estímulo à produção de etanol e a conscientização das pessoas para priorizar o uso deste produto. Atualmente, mesmo com carros flex, muita gente ainda faz a opção em utilizar a gasolina, até mesmo quando o custo x benefício do álcool é equivalente ao uso da gasolina e mesmo sabendo do alto teor poluente deste combustível fóssil”, lamenta José Inácio.

 Na última edição da revista Veja, nas páginas amarelas da publicação, o presidente do Conselho da Toyota, Jennifer Ann Thomas, lembra que em consequência das mudanças climáticas e do aquecimento global, a sociedade precisa incentivar a adoção de um veículo que respeite o meio ambiente e destaca que, no Brasil, o etanol já é uma alternativa bastante popular. Para ele, o carro do futuro terá que ser sustentável. Se não for assim, na opinião dele, desaparecerá. Sobre o Projeto de Lei que tramita no Congresso de plantio de cana-de-açúcar na Amazônia, que foi duramente criticado por especialistas, ambientalistas e por representantes do setor sucroenergético do país, o executivo disse que a montadora não se pronunciou a respeito porque ainda não se inteirou profundamente sobre esse tema.

Sobre essa questão, o presidente da Unida, ressalta que esse debate sobre o plantio de cana-de-açúcar na Amazônia é inoportuno, descabido e inaceitável. “Por que plantar cana em uma região que não tem tradição para tal cultivo, que não dispõe de parque industrial instalado para tal, que necessitará de investimentos vultosos para operacionalizar o processo industrial e, pior ainda, que vai alterar, negativamente, o Zoneamento Agroecológico, que determina as áreas onde a cana-de-açúcar pode ser cultivada, provocando, assim, uma forte pressão por desmatamento no bioma amazônico?”, questiona José Inácio. Para ele, muito mais importante para o país é debater formas de reativar as indústrias do setor que estão desativadas e que poderiam voltar a atividade, sem grandes investimentos, para produzir um combustível limpo e renovável que é aproveitado de fontes renováveis, geralmente vegetal, tais como, algas, milho, cana-de-açúcar, entre muitas outras fontes que podem ser usadas para fazer o etanol.

O presidente da Unida lembra que o etanol tem sido misturado à gasolina para ajudar o país na redução de emissão de gases poluentes na atmosfera. “Em 2016, essa taxa era de 26%, ou seja, 26% de cada litro de gasolina é, na verdade, etanol”, destaca José Inácio.  Ele lembra que ao contrário do petróleo, o etanol pode ser fabricado, reduzindo o impacto da extração de petróleo do meio ambiente. “Precisamos ter consciência de que o futuro não terá mais espaço para combustíveis fósseis. Eles serão gradualmente substituídos por fontes renováveis, que podem ser a energia elétrica, o hidrogênio, o próprio etanol, o biodiesel, etc, e a indústria automobilística precisa acompanhar essa evolução”, finaliza José Inácio.

Deputado se emociona e vibra com açude que estava seco há oito anos e agora está quase sangrando

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O deputado estadual Jeová Campos viveu, nesta sexta-feira (13), momentos de muita emoção. É que o parlamentar voltou às origens, mais precisamente ao sítio Poço Vermelho, onde ele nasceu, no município de São José de Piranhas, Alto Sertão da Paraíba e testemunhou o milagre da natureza. O açude da propriedade, que estava seco há oito anos, com as chuvas acumulou tanta água que está quase sangrando.

“Vim aqui me reencontrar com minhas origens, com minha vida e com minha história e presenciar esse espetáculo da natureza. Ver um manancial que estava seco, só com pedras e areia se transformar nesta riqueza que Deus nos dá, é emocionante. Isso me revitaliza, me revigora e me faz crer ainda mais na vida, no renascer das coisas, na superação dos desafios”, disse o parlamentar que aproveitou a visita e se banhou no açude, junto com familiares, amigos e correligionários.

Deputado vê in loco comprometimento das Comportas do açude de Engenheiro Ávidos e reitera necessidade de medidas urgentes

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O deputado Jeová Campos, que essa semana fez um alerta na tribuna da ALPB, sobre as precárias condições das comportas do açude de Engenheiro Ávidos que, se precisarem ser acionadas, nas atuais condições, não vão funcionar, fez questão de ir ver in loco a situação das comportas, nesta sexta-feira (13). “O nível da água está chegando nas comportas e daqui a pouco, se for preciso abrir as comportas, elas não funcionarão porque não têm a mínima condição técnica de serem acionadas”, denunciou o parlamentar que também registrou em fotos as precárias condições do equipamento.

Jeová lembra que não é de hoje que faz alertas sobre as precárias condições das comportas do açude. “Há dois anos, desde a época da Caravana dos Bispos, já identificamos que as comportas não estão em boas condições de uso. E agora, com as chuvas naquela região e o volume de água se acumulando, ele tem tudo para precisar das comportas e as comportas não têm condições de serem acionadas, de serem movimentadas e abertas em caso de necessidade”, reiterou o parlamentar. Ele lembra que o DNOCS já tem conhecimento da situação, mas, que até agora, n~/ao se pronunciou.

Essa semana, foi aprovado um requerimento do parlamentar para que não somente o DNOCS, mas também a AESA, informem a ALPB, quais são as medidas que estão sendo adotadas em relação às comportas do açude. Os órgãos teriam 24h para responder a solicitação da ALPB. “Na segunda-feira, vou me inteirar sobre essa resposta”, disse Jeová, lembrando que essa é uma questão urgente, pois o açude, atualmente, já se encontra com quase 50 milhões de metros cúbicos e se continuar chovendo, provavelmente, até o final do mês as comportas precisem ser acionadas.

 

Comportas do açude de Engenheiro Avidos não têm condições de serem abertas e é preciso tomar providência urgente diz Jeová Campos

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“Há dois anos, desde a época da Caravana dos Bispos, já identificamos que as comportas do açude de Engenheiro Avidos não funcionavam. E agora, com as chuvas naquela região e o volume de água se acumulando, ele tem tudo para precisar das comportas e as comportas não têm condições de serem acionadas, de serem movimentadas e abertas em caso de necessidade”, afirmou, na tarde desta quarta-feira (11), o deputado Jeová Campos. O parlamentar teve um requerimento aprovado na sessão, para oficiar o DNOCS e a AESA para que os órgãos informem a ALPB, num prazo de 24 horas, quais são as medidas que estão sendo adotadas em relação às comportas do açude. O presidente da ALPB, Gervásio Maia Filho, solicitou a Mesa da Casa para providenciar os encaminhamentos necessários para tal propositura.

De acordo com Jeová, é preciso ter celeridade com essa questão, pois o açude hoje já se encontra com quase 50 milhões de metros cúbicos. “A revisão nestas comportas não pode mais esperar, isto porque, se o volume de chuvas continuar assim como está muito provavelmente teremos, até o final do mês, de acionar essas comportas e elas estão sem condições de serem abertas”, reiterou o deputado, lembrando que o fato é grave. “Eu estou aqui denunciando, previamente, este fato já que o açude tem duas comportas e nenhuma delas pode ser acionada. E se precisar abrir as comportas e não se poder fazer isso, como fica a população que mora no entrono do Rio Piranhas?”, indagou ele, lembrando que, recentemente, quando esteve em Brasília, em uma audiência pública com o então ministro da Integração, Elder Barbalho, ele levantou essa demanda, assim como a recuperação das paredes da própria barragem.

Segundo o parlamentar, o DNOCS que é responsável por essa manutenção, não se pronuncia, não diz qual providência que pode ser executada. O deputado lembrou que o açude está acima da cidade de Sousa e de Nazarezinho. O deputado Lindolfo Pires se acostou a preocupação de Jeová e reiterou que é necessário que o DNOCS faça essa revisão urgente. “Quero me solidarizar com seu pronunciamento e até subscrever o seu requerimento porque sei da importância dessa revisão das comportas do açude”, disse Lindolfo

ALPB realiza audiência pública proposta pelo deputado Jeová Campos para debater repovoamento de açudes e fomento a pesca no estado

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Na próxima segunda-feira (16), a Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa promove uma audiência Pública, na cidade de São José de Piranhas, para debater o repovoamento dos açudes e barreiros da Paraíba com alevinos. A proposta, segundo o presidente da Comissão, deputado Jeová Campos, é aproveitar que os açudes estão com água e realizar o repeixamento destes locais a fim de ajudar as pessoas a terem uma fonte de renda e alimento, a partir do estímulo à criação de peixes e o fomento a pesca em todo o estado. O secretário de Estado de Desenvolvimento da Agropecuária da Pesca, Rômulo Montenegro, já confirmou presença na audiência, que acontece na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São José de Piranhas.

“Estamos tendo a felicidade de ver os açudes enchendo e ganhando mais volume em relação aos anos anteriores, muitos açudes já estão cheios e agora precisamos debater como aproveitar isso de forma produtiva, ou seja, estamos propondo fazer o repovoamento destes locais com alevinos não só para ajudar as pessoas, mas também como forma de fomentar o desenvolvimento e a geração de renda”, destaca Jeová. Ele lembra que, atualmente, as pessoas que sobrevivem da pesca estão adquirindo peixes em outros estados, uma vez que o maior reservatório da Paraíba, o complexo Coremas – Mãe D’água, também foi afetado pela crise hídrica.

O parlamentar lembra que os açudes estão com água, mas, estão sem peixes, em consequência da longa estiagem. “Nós precisamos fazer imediatamente o repeixamento, ou seja, o repovoamento com alevinos para aproveitar essa dádiva da natureza que é ter água nos açudes e barreiros”, destaca Jeová. Segundo o deputado a escolha do local para realização da audiência se deu em função de São José de Piranhas estar próximo dos açudes de Engenheiro Ávidos e Lagoa do Arroz, do próprio açude da Cagepa que abastece o município, das barragens de Morros, Boa Vista e Caiçara, além de São Gonçalo e Coremas, que são importantes mananciais da região.

Agenda de interesses relacionado ao Renovabio será debatida durante evento na sede da Asplan em João Pessoa

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Reunir pesquisadores da UFPB, gestores de órgãos ambientais e a indústria sucroalcooleira paraibana para debater uma agenda de interesses convergentes dentro do quadro do Renovabio. Essa é a proposta de um evento que acontecerá nos dias 19 e 20 deste mês, na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa. O evento, promovido pela Universidade Federal da Paraíba e a Japungu Industrial, tem como tema “Diálogos de Sustentabilidade no Setor Sucroalcooleiro: Fauna e Flora e terá palestras, mesa redonda e workshop.

O presidente Asplan e da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-açúcar (Unida), José Inácio de Morais, lembra que a expansão do setor sucroalcooleiro no Brasil vem ao longo do tempo, impactando consideravelmente o meio ambiente e que é importante debater essa expansão também sobre a ótica da sustentabilidade. “Há alguns anos talvez fosse impossível conceber a ideia de aliar a preservação do meio ambiente ao desenvolvimento das indústrias e, consequentemente, ao setor sucroalcooleiro. Hoje, além de ser completamente aceitável, esse pensamento pode ser considerado como aspecto estratégico e um importante diferencial no mercado competitivo. Um dos fundamentos das usinas de açúcar e álcool é o fornecimento e desenvolvimento de produtos trabalhando de maneira sustentável, manejando os produtos e subprodutos de forma a diminuir impactos ambientais, já que o Brasil é líder neste setor”, destaca José Inácio.

Ele lembra também que a imagem da cultura da cana-de-açúcar, que por muitos anos, se notabilizou como exploratória, poluidora e predatória, não mais condiz com a realidade, já que o mercado dispõe de várias ações e instrumentos que objetivam assegurar o tão almejado equilíbrio ambiental. “A cadeia agrícola mudou muito nos últimos anos, reduziu drasticamente os impactos na biodiversidade e a cultura da cana manteve sua importância no desenvolvimento das regiões onde ela existe, com práticas que respeitam o meio ambiente e valoriza seus trabalhadores”, reitera José Inácio.

Programação

A abertura do evento está programada para às 9h, do dia 19, seguida da primeira palestra do dia com o diretor do Sindalcool, Edmundo Barbosa, que vai abordar o tema “Renovabio: política de biocombustíveis na redução de emissão de carbono”. O representante da SIG Ambiental, Rogério Ferreira, fala em seguida sobre o tema “Valorizando a natureza em favor de sua empresa”. A última palestra antes do coffee break, “Conservação Florestal e seus benefícios para a produtividade de cana-de-açúcar” será proferida por Jakeline Sousa, da UFPE. As 10h30 recomeçam as palestras com Pedro Estrela, da UFPB que vai abordar o tema “Histórico da Mata Atlântica na Paraíba:uma ecologia de paisagem”.

 Em seguida, George Miranda e Simone Porfírio, da PPGMA/UFPB/SUDEMA, abordam o tema “Panorama das unidades de conservação da Paraíba”. Severino Rodrigo da CEPAN vai falar sobre “Importância da fauna e flora para manutenção dos recursos hídricos e produtividade de cana-de-açúcar” e Erika Guimarães, da SOS Mata Atlântica, vai abordar o tema “Importância da criação e ampliação de unidade de conservação: RPPN’s como modelo”.

Depois da pausa para almoço, prevista para acontecer entre 12 e 13h30, Fabiana Rocha, da PPGEMA/UFPB, vai falar sobre “Integração do setor sucroalcooleiro e ciência: desafios e agenda de pesquisa”. Em seguida, acontece a primeira mesa redonda “Fauna da região da Mata paraibana”, com Daniel Mesquita, Mayara Beltrão, Carla Soraia, Mônica Montenegro e Antônio Emanuel, da PPGCB, PPGEMA, UFPB, CPB e CEMAVE. Depois do coffee break, haverá outra mesa redonda sobre projetos das usinas Miriri, Monte Alegre e São João, entre outros temas. Na sexta-feira (20), das 9h às 12h, haverá o workshop a partir do tema “Planos de Manejo RPPN’s Pacatuba e Gargaú”, com pesquisadores da UFPB e representantes da Japungu Industrial.

Os bebês que nascem na Maternidade de Patos já recebem alta com todos os documentos exigidos pelas normas do CNJ

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A lavratura do registro de nascimento de uma criança, logo após seu nascimento, ainda na maternidade, já com a necessária inscrição de seu Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), já é uma realidade na Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, que integra a rede estadual de saúde. Essa ação acontece, rotineiramente, desde setembro do ano passado. Seguindo orientação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), todo bebê que nasce na Maternidade já sai de alta com sua certidão de nascimento, CPF e com o cartão do SUS.

O serviço prestado pelos cartórios Céu Palmeira e Adelgistro Balduino funciona de segunda a sexta-feira, em uma sala específica para tal finalidade. Os bebês que nascem nos finais de semana ou feriados, têm os documentos providenciados no primeiro dia útil. “Enquanto em algumas unidades públicas e privadas da Paraíba ainda se debate a necessidade e obrigatoriedade dessa ação, aqui isso já acontece desde o ano passado e ela significa muito mais que o cumprimento de uma requisição da Justiça, ela traduz uma responsabilidade social que abraçamos com muita satisfação”, destaca o diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior.

Para a paciente Maria das Mercês Calixto Pedro, da cidade de Tavares, que teve seu bebê, na Maternidade, sair com seu filho já com todos os documentos é uma ajuda e tanto. “Fiquei muito feliz com essa entrega, pois facilita muito a vida da gente”, disse ela, agradecendo também a assistência da unidade com o seu bebê, que apresentou um sopro no coração, precisou fazer um ecocardiograma, ficou na UCIN alguns dias e está sendo acompanhado por um otorrino e outros profissionais para poder ter alta hospitalar.

Deputado Jeová Campos denuncia manobra do Governo, parlamentares e Planos de Saúde para acabar com o SUS

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Em discursos na tribuna, na tarde desta quarta-feira (11), o deputado estadual Jeová Campos (PSB), denunciou que durante o “1º Fórum Brasil – Agenda Saúde: a ousadia de propor um Novo Sistema de Saúde”, que aconteceu em Brasília, neste dia 10, começou-se a esboçar o desmantelamento definitivo do Sistema Único de Saúde (SUS). Isto porque, explicou o parlamentar, a proposta lançada durante esse evento sugere a transferência de recursos do SUS para custear despesas de alta complexidade de quem tem Plano de Saúde.

“A Constituição Federal estabeleceu que o direito à saúde deve ser público, gratuito e universal, universal para brancos, pretos, ricos e pobres, ou seja, para todos e sem que se faça nenhum alarde, o Governo Federal, através do Ministério da Saúde, a Federação Brasileira de Planos de Saúde e alguns parlamentares, querem agora propor que a alta complexidade seja financiada com recursos do SUS. Isso é um absurdo, é inaceitável, pois significa tirar dinheiro do SUS para financiar a alta complexidade de quem tem plano de saúde”, destacou o parlamentar.

Segundo o parlamentar, atualmente, na maior parte das vezes, em tratamentos de alta complexidade, os planos de saúde precisam ser demandados judicialmente para poder cumprir os tratamentos e procedimentos da alta complexidade. “Então a saída que encontraram para beneficiar a iniciativa privada é tirar da estrutura do SUS, da receita que financia o SUS, e atende todos os brasileiros, principalmente, os mais carentes que não tem dinheiro para pagar um plano?”, questionou Jeová, lembrando que não é contra os planos, mas contra essa transferência de recursos.

“Eu e ninguém de bom senso pode aceitar essa proposta tão insana que, na verdade, acaba com o SUS que já funciona de forma precária, em função de uma estrutura de contingenciamento de recursos, principalmente, por causa do atual governo que congelou os investimentos em saúde nos próximos 20 anos e agora quer dar esse tiro de misericórdia, retirando dinheiro do SUS para financiar a alta complexidade de planos de saúde”, reiterou o parlamentar, complementando que essa proposta significa ‘matar o SUS, subtrair de quem já tem pouco para dar a quem já tem muito”. Para Jeová, essa proposta significa o desmantelamento do Sistema Único de Saúde pela via do estrangulamento de seu financiamento. “O SUS é uma conquista da sociedade brasileira e deve ser defendido. É preciso barrar mais essa tentativa de retrocesso, como fizemos com a reforma da Previdência. Essa proposta é uma brincadeira, uma palhaçada”, finalizou Jeová.

Sobre o Fórum

A alternativa, defendida durante o evento, organizado pela Federação Brasileira de Planos de Saúde, com participação do Ministério da Saúde, de deputados e senadores, seria construir um “Novo Sistema Nacional de Saúde”. Entre suas características, segundo apresentação feita por Alceni Guerra, ex-ministro da Saúde no governo Collor e ex-deputado federal pelo DEM, estaria a transferência de recursos do SUS para financiar a Atenção de Alta Complexidade nos planos privados de saúde. A meta, segundo ele, seria garantir que 50% da população deixe de ser atendida de forma pública, gratuita e universal e passe a ser atendida exclusivamente de forma privada.

 

O juiz Sergio Moro não está acima da Lei afirma deputado Jeová Campos

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“O juiz Sergio Moro, mais uma vez, extrapola o bom senso ao proibir a visita de solidariedade dos governadores do Nordeste a Lula e eu penso que ele deveria ir morar nos Estados Unidos que não faria nenhuma falta ao Brasil, porque o país que ele quer implantar não é, definitivamente, a nação dos brasileiros”, disse hoje (10), o deputado estadual Jeová Campos (PSB). O parlamentar se referia ao despacho do juiz curitibano de que Lula não deve ter tratamento privilegiado em relação aos demais presos da Lava Jato em Curitiba e que, por isso, não poderia receber a solidariedade dos governadores ou de qualquer outra autoridade.

Segundo Jeová, o juiz deveria respeitar mais as autoridades e o clamor das ruas. “É preciso mais respeito às autoridades, às instituições, aos brasileiros, porque esse juiz não está acima da Lei, ele não está abaixo, mas, não está acima da Lei.  Ele quer tratar Lula como um segregado qualquer, mas, Moro jamais vai conseguir isso, porque Lula é o maior símbolo político deste país e não tem grades que o prendam porque ele está livre no pensamento das pessoas, na sede de justiça das pessoas, na capacidade das pessoas de reagir, de dizer o que pensam como eu estou dizendo aqui”, destacou Jeová.

O parlamentar criticou os atos de força vindos do Judiciário e disse que isso merece uma reação de quem faz política. “Eu faço política de cabeça erguida, não faço política de cabeça baixa, porque não participo de rodas de corrupção, não participo de banquetes de palácios, participo de reuniões com o povo e ando de cabeça erguida, no meio do povo, como fez Lula durante toda a sua vida pública”, finalizou Jeová.