Month: abril 2018

Asplan monta plantão especial para orientar associados sobre adesão ao CAR

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Começou nesta segunda-feira (30) e vai acontecer até o dia 30 de maio, um plantão especial na Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) para orientar os produtores canavieiros nos procedimentos de adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR). O plantão funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h, no prédio sede da entidade, que fica na Rua Rodrigues de Aquino, 247, Centro em João Pessoa. O engenheiro florestal, Alfredo Nogueira, estará à disposição dos associados neste período para tirar dúvidas e fazer os encaminhamentos necessários para que o produtor de cana paraibano se adeque à legislação e esteja com seu CAR em dia até o prazo final que é 31 de maio.

O plantão está sob a coordenação do Departamento Técnico da Asplan (DETEC). O diretor do DETEC, Neto Siqueira destaca que essa é mais uma prestação de serviço ao associado. “Como identificamos que ainda há muitos produtores associados que não concluíram o cadastro e como sabemos que esse prazo não será mais prorrogado, resolvemos disponibilizar mais esse serviço, de forma gratuita para nossos associados, para que eles não percam o prazo e possam concluir o Cadastro com um aporte técnico”, afirma Neto Siqueira, lembrando que o produtor precisa trazer o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) e a área georeferenciada da propriedade para ser atendido.

O diretor do DETEC lembra que a adesão ao CAR é uma das obrigatoriedades previstas no Código Florestal, vigente no País desde 2013. Quem não se inscrever poderá ser impedido, por exemplo, de tomar crédito rural em agências bancárias, conforme a Lei, além de pagar multa e sofrer outras sanções. Ainda segundo Neto, o CAR também será exigido para fornecimento de cana-de-açúcar às indústrias e ainda para quem quiser participar do programa Renovar.

Moro e a ‘Justiça’ de Curitiba já ultrapassaram todos os limites legais e estão querendo levar o país a uma convulsão antidemocrática

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“O juiz Sérgio Moro e a ‘Justiça’ de  Curitiba já ultrapassaram todos os limites legais e estão querendo levar o país a uma convulsão antidemocrática.  Essa atitude de impedir que Lula seja visitado pelo seu médico não é compatível com a lei das execuções penais e a afirmação do juiz de que preferia aguardar a publicação de acórdão do STF para só então deliberar sobre a eventual remessa de processos contra Lula para a Justiça Federal, em São Paulo, deixa claro que esse juiz se acha acima da Lei, aliás acho que ele pensa ser a própria Lei, o que é um absurdo”, destaca o deputado estadual Jeová Campos (PSB).

Na opinião do parlamentar, a decisão do juiz Sergio Moro de manter sob sua jurisdição ações penais que têm o ex-presidente como alvo, contrariando uma orientação do STF de remeter os processos contra Lula para São Paulo, é sobretudo uma afronta. “Moro e os togados de Curitiba estão pensando o que? Que país é esse em que uma instância inferior, ou seja, um juiz de primeira instância, desacata os ministros da suprema corte?”, questiona Jeová.

O deputado lembra que quem melhor definiu a prisão arbitrária de Lula foi o Frei Sérgio Antônio Gorgen. “O caso do tríplex, que dizem ser de Lula, com a prisão e confinamento, saiu da esfera do razoável e entrou para a contabilidade das tragédias”, destacou o Frei, em artigo publicado no último dia 27, no site Sul21.

Asplan alerta para prazo final que proprietários rurais têm para concluir Cadastro Ambiental Rural

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Prorrogado mais de uma vez, o prazo final para os proprietários rurais concluírem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) termina no próximo dia 31 de Maio. E desta vez, não haverá nova prorrogação para realizar a adesão ao banco de dados. O CAR é importante para tornar mais eficiente as políticas públicas para um dos setores produtivos mais importantes para a economia brasileira, que é a agropecuária. Com ele, será possível ter informações importantes para melhorar as ações governamentais para esse público.

A adesão ao CAR é uma das obrigatoriedades previstas no Código Florestal, vigente no País desde 2013. Quem não se inscrever poderá ser impedido, por exemplo, de tomar crédito rural em agências bancárias, conforme a Lei, além de pagar multa e sofrer outras sanções. A inscrição no CAR é realizada por meio de sistema eletrônico e deverá ser feita junto ao órgão estadual competente, na Unidade da Federação (UF) em que se localiza o imóvel rural. Estados e Distrito Federal disponibilizam, na internet, endereço eletrônico para interface de programa junto ao SICAR, destinado à inscrição, à consulta e ao acompanhamento da situação da regularização ambiental dos imóveis rurais. Esses endereços podem ser acessados no link http://car.gov.br/#/baixar, bastando selecionar a UF em que se localiza o imóvel rural e seguir as instruções disponíveis.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, alerta os produtores para não perderem o prazo. “O governo já ampliou o prazo, mas isso não mais acontecerá, portanto, é preciso estar atento a data final que será daqui a um mês”, destaca ele, adiantando que a Asplan disponibilizará um plantão especial para orientar os associados na adesão ao CAR.

Troca da empresa vai atrasar ainda mais a entrega das obras do Eixo Norte lamenta deputado Jeová Campos

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Embora o Ministério da Integração Regional tenha divulgado que as obras do Eixo Norte da Transposição não vão atrasar por conta da substituição do Consórcio Emsa – Siton, habilitado para concluir os trabalhos restantes do trecho depois do abandono do canteiro de obras pela construtora Mendes Júnior, o deputado estadual Jeová Campos (PSB) não apenas discorda desta afirmação, como vai mais adiante, alegando que o Ministério foi negligente na escolha do consórcio por ter desprezado a  variante da capacidade financeira da referida empresa. “Essa empresa não tinha lastro financeiro para bancar essa obra. A escolha representou um atraso e um abandono anunciado e significa também um desrespeito com a população do Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, que esperam ansiosamente pela conclusão desta obra para terem acesso a tão sonhada água do São Francisco”, destaca o parlamentar.

Para Jeová, o governo foi negligente ao não verificar as condições técnicas e financeiras das empresas envolvidas na licitação. “Ora, esse trecho ficou paralisado durante um ano, depois foram alguns meses para realização da licitação e, por fim, o Ministério habilita uma empresa que não tem condições de gerir a obra e agora vai contratar outra. O que dizer disso”, questiona o deputado. Segundo Jeová, na Paraíba, a expectativa do Ministério era de que as águas chegassem ao Sertão no primeiro semestre de 2018. “Agora, vai atrasar ainda mais e a tão esperada segurança hídrica da população do Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte”, lamenta Jeová.

 Apesar da substituição, o ministro da Integração Regional, Pádua Andrade, declarou à Imprensa que a obra do Eixo Norte será concluída este ano. Ele ainda informou que a Emsa continuará os trabalhos nos pontos mais complexos da meta 1N até que a nova prestadora de serviço esteja com seu canteiro de obras pronto para iniciar os trabalhos

Proibir a visita do médico de Lula é uma violência inaceitável afirma deputado sobre a mais recente decisão da juíza Lebbos

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pois de negar a visita humanitária do prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel, de 87 anos, que denunciou um estado de exceção no Brasil, e também do Frei Leonardo Boff, além de barrar dezenas de pedidos de visita ao ex-presidente Lula, a juíza de Curitiba, Carolina Moura Lebbos, na opinião do deputado estadual Jeová Campos, passou dos limites. “Isso é uma violência inaceitável e não podemos calar diante das atrocidades que estão cometendo com Lula, a começar por uma prisão que não se justifica, até a perseguição cruel e desumana. Tudo tem limites”, destacou o parlamentar.

            Essa juíza que é responsável por quem visita ou não, na prisão, o ex-presidente Lula, de acordo com o deputado, não está levando em consideração o que estabelece a legislação sobre o direito dos presos em receber visitas e tem um argumento que não se sustenta, pois ela afirma que  “o alargamento das possibilidades de visitas a um detento, ante as necessidades logísticas demandadas, poderia prejudicar as medidas necessárias à garantia do direito de visitação dos demais’. “Ai eu pergunto: o que prejudica o direito de visitas aos demais detentos a simples solicitação de visitas ao ex-presidente?”, questiona Jeová.

            “Ao agir assim, isolando Lula, fica mais que evidente que estamos vivendo em um estado de exceção e que o ex-presidente hoje é um preso político”, destaca Jeová, lembrando que a magistrada também não autorizou a visita dos governadores do Nordeste que foram à Curitiba prestar solidariedade ao ex-presidente e que também quer barrar a ida de uma comissão de deputados para vistoriar a Superintendência da PF (Polícia Federal), em Curitiba, onde Lula é mantido preso.

            Foram também negados os pedidos de visita da ex-presidente Dilma Rousseff, da presidente do PT, Gleyse Hoffman, do vereador paulistano Eduardo Suplicy, do presidenciável Ciro Gomes (PDT) e o presidente de seu partido, o ex-ministro Carlos Lupi. “É preciso reagir à altura de tantas arbitrariedades”, finalizou Jeová Campos.

Usinas paraibanas são parceiros estratégicos e essenciais na preservação da área remanescente de Mata Atlântica

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Atualmente, a Paraíba tem apenas 8,5% de remanescentes de Mata Atlântica índice bem menor que a média nacional, que fica em torno de 12,4%, de acordo com o último levantamento de 2015 do INPE e da SOS Mata Atlântica. E essa reserva está muito concentrada, tanto em termos de área, quanto de conexão entre elas, entre quatro usinas sucroalcooleiras, a Japungu, Miriri, Monte Alegre e São João. Juntas, essas unidades industriais detêm uma área de, aproximadamente, nove mil hectares de mata que, segundo o pesquisador e biólogo da UFPB, Pedro Cordeiro Estrela, é a ‘arca de Noé’ da Mata Atlântica paraibana.

De acordo com o pesquisador, que foi um dos palestrantes e organizadores do seminário “Diálogos de Sustentabilidade no Setor Sucroalcooleiro: Fauna e Floresta”, que aconteceu, nos dias 19 e 20 último, na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa, as usinas são parceiros estratégicos e essenciais para manutenção de toda a diversidade da Mata Atlântica paraibana. “As indústrias paraibanas contribuem de uma forma imensa para a preservação. Só a Japungu, que é o exemplo mais emblemático de todos, tem duas reservas privadas de proteção da natureza as RPPN’s, a do Engenho Gargaú e Pacatuba, que totalizam cerca de 1.200 hectares. Essas duas reservas geraram quase tanta informação quanto a Reserva Biológica Guaribas, que pertence ao Governo Federal”, destaca Pedro Estrela.

Ele lembra que a reserva Guaribas, que fica em Mamanguape, foi criada para preservar o macaco Guariba –de-mãos-vermelhas, que é um animal que existe também na Amazônia. “Esse animal desapareceu da reserva Guaribas e foi achado na RPPN Pacatuba, que é da Japungu, alguns desses animais foram realocados de uma reserva privada, pertencente à usina, para serem reintroduzidas em uma reserva federal. Essa foi uma contribuição imensa, pois esses animais estão ameaçados de extinção. As usinas daqui preservam e geram informação científica por essa preservação, pois temos uma centena de trabalhos acadêmicos, entre trabalhos de conclusão de curso, projetos de iniciação científica, de mestrados e doutorados e disciplinas de campo desenvolvidos nestas áreas, desde 1984”, atesta o pesquisador.

Ainda segundo Estrela, a área que compreende cerca de nove mil  hectares e que pertence as usinas Miriri, Japungu, São João e Monte Alegre, que fica à esquerda da BR 101, indo para Mamanguape, é um conjunto de matas importantíssimo. “Se tirarmos esses fragmentos, é o mesmo que dissolver toda a Mata Atlântica paraibana. Então uma das coisas que estamos a sugerindo é que essa área fosse convertida em reservas”, destaca ele. “Essa é uma sondagem que foi feita e debatida entre os representantes da Academia e os gestores ambientais das usinas. É uma indicação, mas a gente não sabe se vai avançar porque existem uma série de procedimentos legais a serem adotados, porém seria uma das maiores reservas privadas de toda a Mata Atlântica”, destaca o pesquisador, reiterando o potencial que isso daria em termos de mudança de perspectiva socioambiental, de consciência e resultados concretos de formação de centenas de pesquisadores que estudam essas matas na Paraíba. “Esses remanescentes florestais, fornecem serviços ecossistêmicos importantes de regulação de clima, regulação hídrica, mas também serviços de biodiversidade, tais como, controle de pragas e polinização”, lembra ele.

Para o diretor do Sindalcool, Edmundo Barbosa, que foi quem fez a abertura do evento com uma palestra sobre o Renovabio, o seminário atingiu seus objetivos. “A proposta era debater e formularuma agenda de interesses convergentes dentro do quadro do Renovabio e conseguimos isso. O nosso diálogo estreitou os laços entre o setor produtivo e a academia que é quem detém a maior parte das informações sobre a biodiversidade que ocorre dentro dos fragmentos florestais da Mata Atlântica, que pertencem em grande parte as usinas e aos produtores de cana paraibanos”, afirma Edmundo.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, também avalia que o Seminário foi um diálogo importante entre o setor sucroalcooleiro, compreendido pelas indústrias e produtores, e os setores ambientais que englobam o terceiro setor e a academia. “Precisamos unir forças e conhecimentos para não apenas debatermos, mas encaminharmos propostas dentro do quadro da nova política para biocombustíveis, que é a Renovabio e debatemos aqui assuntos que são importantes para essa agenda”, destacou o dirigente da Asplan. Neste aspecto, ele lembrou que absurdos como o que propõe a fabricação de um carro híbrido, que use energia e ao mesmo tempo gasolina, não podem ser aceitos. “É um contra senso propor a operação de um carro que use um combustível fóssil, altamente poluente, como a gasolina, junto com o uso da energia”, criticou José Inácio.

O representa te da Embrapa Meio Ambiente, Marcelo Morandi, outro palestrante do evento, lembrou que tanto as empresas, quanto os produtores devem se certificar ambientalmente para acessar ao mercado de Carbono que foi criado pelo Renovabio. “É preciso estar em sintonia com as diretrizes do Programa, que vai calcular a eficiência energética em termos de emissão de Carbono de cada produtor”, disse ele, reiterando a necessidade dos produtores estarem em dia com a legislação, certificados ambientalmente e com o Cadastro Ambiental Rural concluído.

A representante da UFPE, Jakelyne Sousa, apresentou um estudo recente, que atesta que a produtividade da cana é maior perto dos fragmentos florestais do que distantes deles. “A presença dessa Mata Atlântica é um fator de produtividade mais alta da cana-de-açúcar. Um dos fatores que atesta isso é a precipitação que é acarretada próxima das matas, a chamada Brisa de Mata, que ocorre quando o ar passa em cima da mata se carrega de umidade e quando ele chega na área da cana, que é mais seca, essa precipitação condensada cai. Esse é um dos efeitos. Há outros que ainda não foram testados cientificamente”, disse ela.

 Jakelyne lembrou ainda que existe uma lacuna de quantificação dos serviços ambientais prestados pelas matas na produtividade da cana. “A gente não sabe quantificar o quanto essas matas geram, por exemplo, de recursos hídricos, a gente só observa que tem uma maior produtividade, que os recursos hídricos dependem da mata, mas não tem experimentos que comprovem isso. É empírico, a gente observa mas não sabe o mecanismo, pois os ecossistemas são complicados e dependem de muitas interações entre plantas, animais, atmosfera e solo, então não há uma agenda de pesquisa para valorizar esses serviços e permitir que haja um entendimento, uma sinergia entre o ambiente e a produção”, destacou ela.

A representante da SOS Mata Atlântica, Erika Guimarães, ressaltou que existem, há mais de 30 anos, pesquisas nestes ecossistemas, nestes fragmentos de Mata Atlântica que pertencem as usinas, mas inexiste uma síntese de todas essas informações. “Nestas três décadas, pesquisadores estudam fauna, flora dentro destes fragmentos, mas ainda não existe um estudo mais organizado sobre tudo isso”, disse Erika. O Seminário contou ainda com a apresentação de projetos agroecológicos das usinas Miriri, Japungu e Monte Alegre, que incluem desde a preservação e conservação das reservas de Mata Atlântica até a adoção de práticas cotidianas nas unidades que aliam harmonicamente o compromisso ambiental à atividade produtiva e industrial das unidades.

Unitrans lança Projeto Operador em Ação 2018 com novidades tanto de programação quanto de premiação e em ritmo de Copa do Mundo

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Será em ritmo de Copa do Mundo, a partir do slogan “Nosso gol é transportar bem”, que o projeto Operador em Ação 2018, das empresas de ônibus de João Pessoa, Unitrans e Santa Maria, será desenvolvido este ano. Dividido em cinco etapas, a primeira delas começou hoje (23), o projeto ampliou as premiações, concentrou os treinamentos em cinco módulos e foi elaborado com a mesma dinâmica de um jogo de futebol, só que os ‘atletas’ serão os motoristas, manobreiros e cobradores. “Ao invés da escalação de 22 jogadores, a nossa seleção inclui todos os operadores que lidam diretamente com os passageiros, cotidianamente”, explicou Alysson Ricartte, do Tráfego da Unitrans, no lançamento do Projeto 2018, realizado no auditório da empresa, em Água Fria, nesta segunda-feira.

            Com o auditório todo decorado com bolas, faixas, miniaturas de camisas da seleção brasileira de futebol, com a logomarca que será utilizada pelo Projeto 2018, a equipe do RH da Unitrans, formada pela gerente, Isabela Maria, pela psicóloga, Socorro Aragão, a analista, Herla Albuquerque e o responsável pelo Tráfego, Allisson Ricartti, recebeu os operadores dos terminais 101,102,106, 202, 1500, 5100 e 107, para falar das novidades do Projeto deste ano. A primeira delas será a realização dos treinamentos em cinco etapas (Abril, Maio, Julho, Setembro e Novembro). A primeira etapa começou hoje e termina na próxima sexta-feira (27).

            A gerente de Recursos Humanos da Unitrans, Isabela Maria, apresentou a nova metodologia do Projeto que manteve os treinamentos divididos em turmas (duas turmas por dia, sendo uma pela manhã e outra à tarde), e divididas por terminais de linhas. Na nova versão do Projeto, os operadores que tiverem melhores resultados no bimestre, de acordo com critérios pré-estabelecidos, receberão premiações. E o motorista Moacir Carlos dos Santos, do Terminal 101-Grotão, foi um dos premiados nesta segunda-feira, por resultados obtidos nas avaliações de janeiro e fevereiro deste ano. Ele ganhou uma garrafa térmica.

            Outra novidade do Projeto deste ano diz respeito aos critérios de pontuação que agora têm pontos extras, de até 15 pontos para o motorista e até 30 pontos extras para o cobrador. Os registros de boa conduta do operador também valerá pontos extras. “Queremos homenagear o operador que, por exemplo, é reconhecido por um passageiro com uma atitude diferenciada”, esclarece Isabela, adiantando que há outros critérios, tais como, cumprimento de viagens e passageiros transportados, para que o motorista ganhe pontos extras. No caso de cobrador, o passageiros transportado e a biometria são critérios que contam na contabilização destes pontos extras.

            A necessidade de ter 100% de presença nos treinamentos do Projeto foi mantida. Segundo Isabela, essa é a principal condição para os operadores concorrerem a todas as demais premiações, que incluem folgas no Natal e Ano Novo, brindes diversos e ainda uma viagem para conhecer a fábrica de ônibus da Marcoplo, em Caxias (RS) ou no Rio de Janeiro, com direito a passagem aérea, hospedagem e alimentação. Este ano, a SIPAT não fará parte do Projeto.

             O chefe de tráfego Allisson Ricartti, lembrou que a empresa já algum tempo contabiliza os resultados com esse projeto, que embora seja voluntário, tem tido muito engajamento dos operadores e mostrado uma curva ascendente de resultados positivos. “Nós não obrigamos ninguém a vir, mas, todos sabem que é muito importante essa participação porque ela reflete o compromisso do profissional em querer melhorar cada vez mais. O nível de participação é alto e isso muito nos alegra porque também observamos que melhoramos em muitos aspectos após a implantação do Projeto e estamos melhorando ano após ano”, destacou Allisson.

O ‘Operador em Ação’ é um Programa de capacitação permanente da Unitrans e da Santa Maria, que existe desde 2012, e aborda temas ligados ao cotidiano dos operadores. A iniciativa busca qualificar os operadores com treinamentos diversos, com o objetivo de melhorar a prestação de serviço das empresas e ao mesmo tempo reconhecer o empenho e dedicação dos profissionais na melhoria continua dos processos que envolvem a operação de transporte de passageiros na cidade.

Calendários

O treinamento na Unitrans segue amanhã (24), com os operadores dos terminais 204,208,3200, 5204, 207, 2303,3203, 2307 e 3207. Na quarta-feira será a vez dos operadores que atuam nos terminais das linhas 301, 2514, 5206, 5600, 302, 2509, 5209 e 5603. No penúltimo dia desta primeira etapa, participarão do treinamento os operadores dos terminais 303, 2515, 5210, 5605, 3507, 201, 304, 517, 3510, 5310, 9902, 1006 e 402. Na sexta-feira será a vez dos que atuam nos terminais 511, 510, 521, 600, 522, 513, 6012, 603, 5103, 5104 e 5101 participarem desta primeira etapa do Projeto. Os treinamentos acontecem em dois turnos, pela manhã, as 8h30, e à tarde, as 15h30, para não prejudicar a escala de trabalho.

Na Santa Maria, os motoristas das linhas 1510 e 5110 participaram da abertura do  Operador em Ação nesta segunda-feira (23). Amanhã será a vez dos profissionais que atuam nas linhas 2501,103,116, 5201 e 1009. Na quarta-feira participarão os das linhas 5301, 5302 e 5305,9901 e do Consórcio Metropolitano. Na quinta-feira o calendário ficou com os motoristas que trabalham nas linhas 109,105, A002 e 002. Na sexta-feira será o treinamento dos cobradores das linhas 1510 e 5110. Na Santa Maria os encontros acontecem às 9h e as 15h30.

Ministro do Trabalho visita a Asplan e conversa com diretoria da entidade sobre importância do setor na geração de emprego e renda

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O ministro do Trabalho, Helton Yomura, que anunciou investimentos de R$ 20 milhões para a Paraíba, esteve na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), na manhã desta sexta-feira (20), para falar sobre a aplicabilidade da Nova Lei de Migração, em um evento do Ministério do Trabalho que está sendo realizado no auditório da entidade canavieira. Na ocasião, o ministro foi recepcionado pela diretoria da Asplan e recebeu informações dos produtores sobre a importância da cultura canavieira na geração de empego e renda.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, fez um breve relato sobre a importância da cultura canavieira, situando-a como a maior e mais promissora da região e a que mais emprega no campo (são cerca de 40 mil empregos diretos em épocas de safra), destacou a expectativa do setor com o Renovabio, criticou a importação do álcool dos EUA e o projeto do carro híbrido, que usa gasolina e energia elétrica, e reiterou o despropósito de se debater o plantio de cana-de-açúcar na Amazônia.

O ministro ressaltou a importância do setor, especialmente, em relação as oportunidades de trabalho, falou da expectativa em relação ao Renovabio e disse que estava feliz em vir à Paraíba trazer boas novas.  “Vim aqui anunciar a liberação de recursos para o Estado, na ordem de R$ 20 milhões, que serão destinados à qualificação profissional, através dos programas Qualifica Brasil, Economia Solidária e Pronatec Trabalhador”, disse Yomura, que tomou posse como ministro no último dia 10, após a reforma ministerial feita pelo presidente Michel Temer.

 

Deputado Jeová Campos faz cirurgia na garganta para tratar rouquidão e vai ficar 15 dias sem poder falar

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O deputado estadual Jeová Campos (PSB) submeteu-se, na manhã desta quinta-feira (19), a uma cirurgia para tratar o problema da rouquidão. O procedimento  denominado ressecção endoscópica foi realizado pelo especialista em cirurgia de cabeça e pescoço, Dr. Ary Serrano Santos, no hospital Nossa Senhora das Neves. O parlamentar passa bem e deve ter alta amanhã. Ele está no apartamento 311, no terceiro andar do hospital.

O deputado deverá ficar sem falar durante uns 15 dias, seguindo orientação médica para poupar a área onde foi feita a ressecção. Mas, o parlamentar adiantou que não vai tirar licença médica durante esse período de recuperação.

A cirurgia era necessária porque o deputado vinha falando com muita dificuldade, com a voz cada vez mais rouca. “Antes do procedimento, fiz vários tratamentos que não obtiveram sucesso, daí não tive outra alternativa a não ser passar por esse procedimento”, escreveu o deputado, que nos próximos dias só irá se comunicar desta forma.

Bando de Leite da Maternidade de Patos alimenta 15 bebês que consomem mais de três litros de leite por dia

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A exemplo da doação de sangue, a doação de leite materno também salva vidas. Portanto, o ato de doar o leite excedente, além de não prejudicar o bebê que mama no seio, ainda é um gesto solidário de grande importância. Nesta terça-feira (18), estavam internados na Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, e necessitando do alimento, que só é conseguido através de doação, 15 bebês prematuros, sendo três deles na UCI, oito na UTI e mais quatro na enfermaria Mãe-Canguru. Para essa demanda, o Banco de Leite Drª Vilani Kehrle que supre a necessidade da unidade precisa disponibilizar, por dia, 3.812 ml de leite.

            De acordo com a coordenadora do Banco, Joana Sabino, a demanda pelo produto é sempre maior que as doações e, em alguns momentos, os estoques ficam críticos, daí a necessidade de se alertar as mães e, principalmente, as futuras mamãe sobre a importância da doação do leite excedente. “Nós não temos como fabricar o produto, nem temos formas de fazê-lo render mais, portanto, o nosso estoque vai sempre corresponder às doações. Se elas tiverem boa quantidade, trabalharemos mais tranquilos, do contrário corremos o risco de não atender os bebês que necessitam”, alerta Joana.

Joana lembra que o consumo de leite na Maternidade está muito alto, chegando a um total de 107,9 litros consumidos apenas nos meses três primeiros meses do ano. Em janeiro forma 37,2 litros, em fevereiro mais 23,2 litros e em março 47,5 litros. “Isso só representa a quantidade de leite pasteurizado pelo Banco, porque tem ainda o leite exclusivo da mãe que amamenta o próprio filho que não é contabilizado”, destaca a coordenadora do banco.

Ainda de acordo com Joana, a atual distribuição diária de leite na Maternidade está assim definida: UTI 1320 ml/ dia,UCI 340 ml/ dia e Mãe-Canguru 792 ml/ dia, além do alojamento conjunto que recebe 1360 ml/dia. “Como se vê é uma demanda grande e para poder continuar atendendo adequadamente os bebês, faço um apelo às mães para que não descartem o excedente. Acionem o Banco de Leite que a gente faz a coleta em domicílio”, lembra Joana.

Para ser doadora é só entrar em contato através dos telefones 3423-2157 e 3421-5252, que a equipe do banco de Leite faz atendimento domiciliar, orienta a mãe com os procedimentos básicos de higiene de manuseio do leite e da ordenha mamária e também leva um kit esterilizado composto por gorro, luvas, máscara, vidro esterilizado e etiqueta identificadora para que o leite seja ordenhado com qualidade e segurança. O excedente doado, reitera Joana Sabino, não faz falta para o bebê que mama, mas, faz muita diferença para quem não tem.