Month: novembro 2016

Jeová Campos homenageia sua primeira professora e reitera importância da Educação na mudança de vida das pessoas

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Educadora Maria Mendes Batista, que ensinou as primeiras letras

ao deputado, foi sepultada nesta segunda-feira (21)

 

“Todos sabem do apreço que eu tenho pela escola, eu sempre digo que a educação me salvou, que o conhecimento me fez cidadão, me fez crescer e ontem (21) eu me despedi de uma pessoa que foi fundamental na minha vida. Voltei ao Sítio Poço Vermelho, em São José de Piranhas, local de meu nascimento para sepultar a minha primeira professora, que me viu nascer, que me ensinou as primeiras letras e que foi determinante na minha vida”, disse o deputado estadual Jeová Campos, na manhã desta terça-feira (22), quando homenageou a educadora Maria Mendes Batista, sua madrinha Maria.

Visivelmente emocionado, o deputado disse que pela primeira vez foi participar de uma despedida, mas não saiu de lá chorando, “Eu cheguei chorando e sai cantando porque a vida de madrinha Maria é para ser comemorada, pois ela nada mais foi que uma poesia que fez soprar nos nossos ouvidos muita esperança de uma vida melhor. Ela foi uma das maiores educadoras que conheci. Com ela, tive o privilégio de aprender e começar a construir a minha identidade”, declarou o parlamentar.

O deputado lembrou ainda de uma passagem importante em sua vida protagonizada pela sua primeira professora. “Tia Maria tem uma passagem marcante em minha vida, quando em 1973 eu fui chamado para fazer uma recuperação de uma prova de matemática e a ela, percebendo que eu não sabia fazer a prova, fez o teste comigo e me aprovou, ou seja, ela me ensinou como aprender e isso me marcou profundamente, porque a partir dali, eu percebi que ser educador não é reprovar é mostrar caminhos, manter a esperança. Serei eternamente grato por tudo o que ela fez na minha vida”, disse Jeová.

“A escola é um espaço da libertação, o único espaço de crescimento dos humildes, de libertação dos mais carentes para uma vida mais digna. É na escola que a gente aprende a viver e tem a oportunidade de crescer. Tudo o que conquistei até hoje é fruto e reflexo da educação, por isso também faço essa homenagem a Tia Maria que me permitiu ter um começo sem traumas, vislumbrando a educação como ela deve ser, ou seja, um instrumento de crescimento e ampliação de horizontes”, finalizou Jeová.

Moderfrota terá orçamento ampliado

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O Ministério da Agricultura anunciou, essa semana, que vai aumentar em R$ 2,5 bilhões o orçamento do Moderfrota, o programa de financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas do governo federal. A regularização da ampliação deve estar concluída até o início de dezembro. Dados do Ministério destacam que nos últimos cinco meses mais de 58%, dos R$ 5 bilhões destinados ao Moderfrota já foram utilizados pelo produtor brasileiro.

“Até o mês que vem, no máximo, nós iremos regulamentar isso para que o recurso seja aumentado para que não falte disponibilidade para que o BNDES continue acatando as propostas para a aquisição de máquinas agrícolas”, anunciou o secretário de políticas agrícolas Ministério da Agricultura, Neri Geller, durante evento em São Paulo. O governo pretende diminuir a burocracia e aumentar de 7% para 10% a participação do agronegócio brasileiro no comércio internacional através de ações do plano Agro+.

De acordo com o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, o governo Temer tem demonstrado que reconhece a importância do agronegócio. “O setor já sente a diferença entre o atual governo e os anteriores e percebe que agora há uma interlocução positiva entre a cadeia produtiva e o governo federal, a exemplo da abertura para renegociação de dívidas, ampliação do crédito, etc, de forma que estamos otimistas”, afirma Murilo.

 

Maternidade de Patos reúne mães de bebês prematuros para comemorar o Dia Internacional da Sensibilização para a Prematuridade

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Comemoração aconteceu nesta quinta-feira (17), em meio a um café da manhã, que reuniu as mães que acompanham seus bebês prematuros e que ainda recebem cuidados da unidade

            O Brasil ocupa a 10ª posição no ranking mundial de prematuridade com cerca de 300 mil bebês prematuros por ano, o equivalente a 11,7% do total de nascimentos no país de acordo com dados do Sistema de Informações Sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e do Ministério da Saúde. A maioria dos casos decorre de gestações na adolescência ou tardias, pré-natal deficitário e doenças maternas. Todo bebê que nasce com menos de 37 semanas de gestação é considerado prematuro ou pré-termo. Neste dia 17 de Novembro, comemora-se o Dia Internacional da Sensibilização para a Prematuridade e a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos, referência em gravidez de alto risco, comemorou a data reunindo as mães que acompanham seus bebês, nascidos prematuros, e que ainda estão sob os cuidados da UTI Neo, UCIN ou do alojamento Mãe Canguru da unidade.

A comemoração aconteceu por volta das 9h, em meio a um café da manhã especial, preparado pela equipe de nutrição da empresa ‘Mais Sabor’, responsável pelas refeições da unidade, que foi servido nas dependência do alojamento Mãe Canguru. Na ocasião, além de abordagens sobre a conscientização da importância dos cuidados com o bebê prematuro, as mães receberam uma lembrancinha (almofadinha) da direção da unidade. Toda a programação foi organizada pela equipe de Humanização da Maternidade.

“Esta data, que também é conhecida como o Dia Internacional da Sensibilização para a Prematuridade, foi criada em 2009, sendo seguida em países como o Canadá, EUA, Austrália e Portugal e em mais de 50 países, com o intuito de se lembrar do prematuro e de se pensar em estratégias para diminuir a taxa de prematuridade”, explica a diretora assistencial da Maternidade, Luciana Maia. Estatísticas comprovam que nasce cerca de 15 milhões de bebês prematuros todos os anos no mundo, o equivalente a mais de um bebê em dez.

“A gravidez a termo dura de 38 a 42 semanas. Considera-se “prematuridade” sempre que o bebê nasce antes das 37 semanas de gestação”, explica o diretor clínico da Maternidade de Patos, Dr. Paulo Athayde. Ainda segundo o médico, os prematuros podem ser classificados de acordo com a idade gestacional ao nascer, sendo o prematuro limítrofe aquele nascido entre 37 e 38 semanas; moderado nascido entre 31 e 36 semanas e prematuro extremo aquele nascido entre 24 e 30 semanas de idade gestacional. Quanto ao peso de nascimento, denominam-se os bebês com menos de 2 kg como baixo peso, muito baixo peso os com menos de 1,5 kg e extremo baixo peso aqueles com peso menor que 1kg.

PL que acaba com indicação política de substituição de professores em licença na rede estadual segue para sanção do governador

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Proposta do deputado Jeová Campos que busca melhorar a Educação da PB, foi aprovada

 por maioria dos  deputados durante sessão na ALPB nesta quinta-feira (17)

 

A aprovação do Projeto de Lei 624/2015 pelos deputados, durante a sessão legislativa na manhã desta quinta-feira (17), tem tudo para melhorar e elevar a qualidade da prestação do serviço público estadual na área de Educação. Isto porque, a proposta acaba com o famoso ‘apadrinhamento político’ na indicação de professores substitutos na rede estadual de ensino quando os titulares se ausentarem da sala de aula, ao instituir um processo seletivo público simplificado para fins de contratação temporária de professores substitutos. O PL segue agora para sanção do governador Ricardo Coutinho.

“Esse projeto, que foi amplamente debatido com o secretário de Educação do Estado, Aléssio Trindade, é de suma importância para a Educação da Paraíba, já que ele institui um processo seletivo público simplificado para fins de contratação temporária de professores substitutos na rede estadual de ensino quando os efetivos entrarem de licença. Isso acabará com o apadrinhamento político na ocupação destes cargos na medida em que as substituições levarão em consideração a competência técnica e didática, além dos títulos de quem pleiteia a vaga e não mais a mera indicação política como acontece hoje”, explica Jeová.

Antes da votação do PL em plenário, Jeová foi a Tribuna da Casa explicar o grande passo que a Paraíba dará quando a mudança na substituição de professores estiver em vigor. “Hoje, quando um professor efetivo tira licença por problemas de saúde ou uma professora se afasta por causa da licença maternidade, a substituição não leva em consideração os critérios técnicos de capacidade profissional,  nem os títulos de quem vai assumir a missão de ensinar em sala de aula, e isso, fatalmente, compromete a qualidade do ensino porque, muitas vezes quem substitui o professor não tem qualificação para estar em sala de aula. Com o processo seletivo simplificado, que será feito pelas regionais de ensino, isso não mais acontecerá, já que a escolha vai levar em consideração a capacidade técnica deste profissional de assumir tão nobre e importante missão”, explicou Jeová.

O parlamentar lembrou ainda que a mudança proposta não vai trazer nenhum custo adicional para a Secretaria de Educação, já que cada regional de ensino constituirá uma comissão permanente, formada por professores efetivos de cada disciplina, para aplicação e avaliação das provas dos candidatos inscritos no processo seletivo simplificado que também vai propiciar a formação de um banco de dados para professores. “Os integrantes da comissão não serão remunerados para isso. Eles terão, por cada dia de trabalho no âmbito da comissão, direito a dois dias de folga que serão acrescidos ao período das férias”, esclarece Jeová. Ele lembra que o contrato do professor substituto terá duração enquanto vigorar o afastamento do titular do cargo, não podendo ser esse tempo superior a dois anos.

O deputado Edmilson Soares elogiou a iniciativa de Jeová. “Esse  PL é muito importante, pois vai nivelar o conteúdo programático nas escolas estaduais, já que teremos professores mais capacitados em sala de aula para ensinar os nossos alunos”, disse o parlamentar. O deputado Buba Germano também parabenizou Jeová pela proposta. “Esse projeto corrige uma distorção que hoje acontece na substituição de professores que entram em licença, ao permitir que fique em sala de aula somente professores que tenham didática para assumirem essa missão de ensinar”, afirmou Buba.

Sobre autoria do PL

O PL 624/2015, apareceu na Ordem do Dia votada hoje (17) como sendo de autoria do deputado Artur Filho (PRTB), que está licenciado da ALPB atualmente, porque foi o deputado que o protocolou, em 26 de novembro do ano passado, quando ele substituía Jeová que, na época, estava de licença médica. “Eu apenas protocolei o PL, já que quando ele ficou pronto Jeová já tinha tirado licença”, reforça Artur Filho, enaltecendo a importância da iniciativa e da sanção do PL pelo governador.

Jeová Campos diz que Governo Federal continua boicotando à Paraíba e prejudicando o desenvolvimento do Estado

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“É completamente insensato você impedir deliberadamente que um Estado, que tem sede própria, solvabilidade, está em dia com suas obrigações e capacidade de pagamento, receba recursos para investimentos em desenvolvimento”, disse na manhã desta quinta-feira (17), o deputado estadual Jeová Campos (PSB). O parlamentar se referia a não autorização do Tesouro Nacional, a título de aval, para que a Paraíba receba os recursos da Corporação Andina de Fomento e também sobre o empréstimo contratado junto ao Banco do Brasil, ainda no governo da presidente Dilma, que apesar de estar contingenciado, ainda não teve os recursos liberados.

O deputado lembrou ainda que dos R$ 500 milhões que foram liberados pelo Governo Federal aos estados não chegou nenhum real a Paraíba. “É no mínimo estranho essa discriminação, justamente a um dos poucos Estados do país que está em dia com suas obrigações com o Tesouro Nacional. Então, eu indago, o que leva o Tesouro Nacional a não fazer a autorização, a título de aval, para que a Paraíba não receba os recursos da Corporação Andina de Fomento e por que o empréstimo do BB ainda não foi liberado?”, indagou Jeová.

Segundo o parlamentar, não dá para entender uma postura dessa com um estado que está adimplente e em dia com suas obrigações. Esse dinheiro da Corporação Andina de Fomento, lembrou Jeová, serviria para fazer, por exemplo, a estrada de Boqueirão, que liga a BR 230 ao distrito de Boqueirão, também para fazer a ligação da cidade de Carrapateira a Nazarezinho, para fazer a ligação de Vieiropolis para Uiraúna, a ligação de Serra Grande a cidade de São José de Piranhas, a recuperação de estradas, a exemplo da PB que liga Cachoeira dos Índios a BR 230, Bom Jesus a BR 230 e tantas outras.

“Isso é uma retaliação a quem?”, questionou Jeová. De acordo com ele, trata-se de uma retaliação injusta contra o governador Ricardo Coutinho, que prejudica toda a Paraíba. “É preciso lembrar que quando se pune um governante de um Estado, se pune seu povo. O Estado nada mais é do que a representação de brancos, negros, pobres e ricos, o Estado é o conjunto que representa todos nós. Quando não se libera os recursos para fazer as adutoras de engate rápido, as barragens necessárias, para perfurar poços, para o abastecimento de carros pipas, para estradas, não se está penalizando somente o Governo, mas, sobretudo, o povo da Paraíba”, reiterou Jeová.

Da tribuna da ALPB, o parlamentar lembrou que o momento é de união em prol da Paraíba. “Precisamos nos unir, independente de cor partidária, em 2018 os opostos vão se enfrentar nas urnas, mas, hoje, neste momento, precisamos nos dar as mãos para fazer o enfretamento mais forte das ações de interesse da Paraíba. Esse é o momento de levantar a voz e dizer que não aguentamos mais a paralisação das obras do Eixo Norte da Transposição”, afirmou Jeová. Ele disse que consignou todas as suas emendas individuais, no valor de R$ 2,4 milhões, e colocou à disposição do DER para iniciar a obra da estrada de Boqueirão. “Esse é um sonho nosso, reivindicado a tanto tempo, que vai beneficiar mais de 10 mil pessoas. Essa obra tem um alcance social e econômico muito amplo, pois ela liga o Rio Piranhas com a BR 230, num trecho que será, em um futuro próximo, quando as águas da transposição chegarem, um grande canteiro de produção agrícola e um fator fundamental de desenvolvimento daquela região sertaneja”, finalizou Jeová Campos.

Menos política e mais ação

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Desde que me conheço por gente que escuto histórias sobre a seca no Nordeste, sobre o flagelo que isso provoca, e entra governo e sai governo e nada de concreto é feito para amenizar os efeitos de uma estiagem secular que castiga o Nordestino e impede boa parte da região de se desenvolver e oferecer condições dignas de sobrevivência ao seu povo.

Diante de um iminente colapso no abastecimento de água na Paraíba e de uma triste realidade de dezenas de municípios que hoje só têm água por causa dos carros-pipa, e que irá atingir, muito em breve, cerca de 500 mil pessoas, com mais ênfase na região sertaneja e também na Borborema, é natural que as atenções se voltem para essa questão.

A semana passada, a ALPB realizou uma audiência pública para debater a crise hídrica que castiga a Paraíba em tempos atuais de forma ainda mais cruel. Não pude participar dos debates porque, como já é de conhecimento público, estou de licença médica para me tratar de um problema na coluna, mas acompanhei atentamente pela TV ALPB, as colocações tanto dos deputados, como dos convidados e ainda do competente técnico e secretário de Estado, João Azevedo, que nos esclareceu e nos tranquilizou que se não chover nos próximos dias em Boqueirão, ainda teremos água até junho do próximo ano, levando em consideração as condições atuais. Mas, algo precisa ser feito antes da água virar lama nas torneiras.

A conclusão que chego é que falta mais união e convergência para a resolutividade deste grave problema, que atinge todos indistintamente, ou seja, quem é governo ou quem não é governo, já que a falta de água não escolhe cor, partido, sigla, coligação, é o verdadeiro entrave para que soluções, mesmo emergenciais, sejam efetivamente colocadas em prática.

A solução, a meu ver, está na convergência de forças, em uma maior união da classe política, que precisa derrubar muros ideológicos e partidários e se dar as mãos na busca de soluções que matem a sede de nossa gente. Isto porque, sem água não há vida. Simples assim…

Os políticos que apoiaram o golpe têm obrigação de cobrar do governo federal ações urgentes de combate a seca e conclusão da Transposição

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O deputado estadual Jeová Campos (PSB), uma das vozes mais ativas da ALPB sobre a questão da crise dos recursos hídricos na Paraíba, não pôde participar dos debates da audiência pública que foi realizada nesta quinta-feira (10), na Assembleia, em função de compromissos assumidos anteriormente em Cajazeiras, mas acompanhou boa parte da audiência pela TV ALPB. Para o parlamentar é preciso que haja pressão política para que as ações que resolvam ou minimizem os problemas da falta de água se concretizem. “A bancada federal paraibana que apoiou o golpe e faz parte da base de sustentação do governo Temer tem obrigação de cobrar ações urgentes, inclusive, da conclusão das obras da Transposição, afinal, eles são governo e por isso detém o poder de persuasão”, afirma Jeová.

O deputado lembra que abriu mão da presidência da Frente Parlamentar da Água da ALPB, assumida por Renato Gadelha, que tem diálogo com o governo, mas  não vai se furtar de cobrar das autoridades uma solução para esse problema. “Eu não tenho interlocução com o atual governo federal, por isso sai da presidência da Frente, mas, mesmo assim ainda me dispus a participar de uma reunião em Brasília para cobrar do governo celeridade na questão do abandono das obras pela construtora Mendes Júnior que já faz mais de 100 dias que deixou o projeto e até agora nem um contrato emergencial foi formalizado para dar continuidade à obra. Tudo está parado”, denuncia Jeová.

Os contratos da Mendes Júnior, segundo Jeová, compreendem lotes responsáveis pela captação de água do rio São Francisco, em Cabrobó (PE), até o início do reservatório Jati, em Jati (CE) e das três estações que deveriam ser construídas pela Construtora, a primeira já foi feita, com 40 km de canal que, inclusive,  já estão com água, a segunda, já estava em fase de testes quando a MJ abandonou a obra em julho, e a terceira sequer começou a fase de montagem. “Essa é uma obra de continuidade, onde um trecho compromete o todo, daí também a urgência de se resolver esse problema”, esclarece Jeová.

O parlamentar lembra que tanto a Queiroz Galvão, como a Serveng, outras duas construtoras que participam do Projeto de Integração do Rio São Francisco, já estão mobilizadas no local, com equipamentos e material humano, são habilitadas no Ministério, vêm cumprindo rigorosamente os contratos e podem assumir os serviços imediatamente, sem comprometimento do cronograma. “Apesar desta possibilidade, até agora, o Ministério da Integração, não resolveu o abandono da obra da transposição pela construtora Mendes Júnior, no Eixo Norte, nos trechos 3, 4 e 8, na chamada Meta 1 e a bancada federal paraibana continua inerte, sem pressionar o governo por uma solução. Até parece que eles não têm parentes, amigos e eleitores que estão sofrendo com a falta de água na Paraíba e que sofrerão mais ainda com o agravamento da situação que só tende a piorar de acordo com as projeções e nível crítico dos reservatórios”, finaliza Jeová.

Banco de Leite de Patos só tem sete litros pasteurizados no estoque e está com quatro bebês que precisam do produto para viver

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O estoque é tão crítico quanto em março passado e um

dos mais baixos desde que o banco começou a funcionar em 1988

 

O estoque do Banco de Leite Humano Dra. Vilani Kehrle, da Maternidade de Patos, mais uma vez, atinge níveis críticos. Em março último, o banco chegou a ter apenas sete litros pasteurizados em seu estoque, a mesma quantidade verificada agora. Isso é reflexo do reduzido quadro de doadoras e do grande número de recém-nascidos que precisam do produto. A falta de leite compromete a alimentação dos bebês que estão na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal, dos bebês que estão na UCIN e dos que se encontram  no alojamento Mãe-Canguru que necessitam do leite materno já que a dieta deles é feita, exclusivamente, com leite doado. Nesta quarta-feira (09), quatro bebês estão internados na unidade dependendo da alimentação fornecida pelo Banco de Leite.

“A nossa coleta dessa semana foi de apenas 1.600 ml. A situação é crítica e preocupante e a única forma de aumentarmos nosso estoque é captando novas doadoras já que esse produto não pode ser comprado em lugar nenhum”, explica a coordenadora do BLH de Patos, Joana Sabino. Segundo ela, outro fator que preocupa a direção da unidade é a proximidade das festividades de final de ano. “Dezembro é sempre um mês difícil porque muita gente viaja e a doação que já não está boa fica mais difícil. Por isso, também, estamos fazendo esse apelo para as mães que tem excedente de leite”, explica Joana.

Para se ter ideia da gravidade da situação do banco neste momento, basta lembrar que a dieta dos quatro RNs que estão hoje na maternidade é feita a cada três horas e que juntos os  bebês consomem, em média, 1,2 litro/dia. “Como eles não têm previsão de alta, pois isso depende do ganho de peso e das condições de saúde de cada um, e a cada dia muda a necessidade da maternidade, já que temos uma média de dez partos/dia, para termos tranquilidade precisamos trabalhar com um estoque bem maior”, argumenta Joana, lembrando que o banco já chegou a armazenar 180 litros em seu estoque.

A coordenação do BLH faz um apelo para que as mulheres que têm excesso de leite, ao invés de descartar o produto, doe para o banco. “A captação do leite pode ser feita na casa da doadora e nós fornecemos orientação e materiais para a ordenha. Para tanto, é só entrar em contato através do telefone 3423-2157”, destaca Joana.

‘O mundo está de pernas para o ar vamos ver no que isso vai dar’ afirmou o deputado Jeová após vitória de Donald Trump nos EUA

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“A vitória de Donald Trump para o mundo é mais ou menos a realidade que a gente vive no Brasil. Longos anos de inclusão social com Lula e Dilma foi substituído por uma política de aliança equivocada com a conspiração feita por Michel Temer. Barak Obama representou ares de esperança para o mundo com o respeito aos negros, política contra o racismo, política da inclusão aos não americanos, do reconhecimento dos direitos aos Latinos e lamentavelmente cai por terra com a eleição de um reacionário, de uma pessoa que não respeita o direito das mulheres, que tem uma visão xenofóbica em relação ao mundo, que quer isolar os EUA, enfim são tempos difíceis para a política mundial”, afirmou o deputado estadual Jeová Campos (PSB) logo após a consolidação da vitória de Donald Trump como o 45º presidente dos Estados Unidos. Contariando todas

Se dói na gente ver um conspirador governar o Brasil, como é o caso de Michel Temer, um golpista, também deve doer em todos os cidadãos do mundo que não aceitam essa posição atrasada representada pelo Trump. Mas, o mundo está de pernas para o ar vamos ver no que isso vai dar. Espero que saiamos deste cenário catastrófico com alternativas que possam unificar o mundo em torno de uma política de paz e de evolução da humanidade.

A política no mundo, na minha compreensão, independente da minha corrente filosófica ou ideológica, está politicamente de pernas para o ar. Fazendo uma leitura hoje da realidade mundial, pós eleição de Trump, mostra a Europa toda com medo, a Russia já se preparando para o enfrentamento bélico, a América Latina eu tenho certeza de que será de profundo isolamento, porque se é para fazer a grande América, não terá espaço para fazer política com a América Latina. Como vai ficar a China, o Brasil, a India, a África do Sul que se uniram em torno de um projeto de internacionalização com ficarão em torno deste governo. Ninguém tem resposta a isso.

Novas regras regularizam a produção de cachaça no país

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Assim como a famosa tequila, no México, e o champagne, na França, agora os produtores de cachaça do Brasil têm novas regras a seguir se quiserem usar o termo para nomear a bebida que produzem. E para se adequar às novas regras, a aguardente de cana precisa ter graduação alcoólica entre 38% e 48% e os estabelecimentos que desenvolvem o produto devem ser fiscalizados pelo Ministério da Agricultura a cada dois anos para quem vende para o mercado interno e uma vez por ano para quem exporta. A expectativa do mercado, segundo especialistas, é de que as exportações da cachaça tripliquem nos próximos cinco anos com a mudança das regras para produção da bebida.

 

Segundo o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, as novas regras devem melhorar, ainda mais, a qualidade das cachaças produzidas no país.“Nós já temos produtos de excelência, reconhecidos internacionalmente, e com essas novas regras a produção deverá ficar ainda melhor”, destaca Murilo, lembrando que a Indicação Geográfica, que reconheceu a cachaça como produto genuinamente brasileiro, depois de 15 anos de espera, chega em boa hora. “O reconhecimento dessa indicação geográfica significa que só a cachaça proveniente do Brasil é que pode ser chamada cachaça, então isso aumenta a agregação de valor ao nosso produto”, explica Murilo.

 

Com as novas regras, complementa o presidente da Asplan, a cachaça não poderá ser mais produzida em qualquer situação, em qualquer local. “Haverá todo um planejamento e ainda a responsabilidade do governo em certificar, através do Ministério da Agricultura”, destaca Murilo, lembrando que com a regulamentação virá também a proteção no mercado europeu, que é o mais forte no mundo quando o assunto é bebida destilada. O Brasil exporta quase oito milhões de litros de cachaça por ano e, somente a Alemanha, compra 27% do total. Com as novas regras esses percentuais tendem a crescer, acreditam os especialistas do setor.