Month: outubro 2016

Maternidade de Patos reforça campanha Outubro Rosa com hasteamento de bandeiras e realização de exames

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A maternidade está disponibilizando mamografias para suas funcionárias e

 convidadas, além das pacientes encaminhadas pelos PSFs

 

A Maternidade Dr. Peregrino Filho, em Patos, desde o início do mês desenvolve ações alusivas a campanha de prevenção ao câncer de mama promovida pelo movimento Outubro Rosa. Além da disponibilização de mamografias para a população e funcionárias, a unidade também está distribuindo material educativo e realizando palestras ao longo do mês para conscientizar pacientes, visitantes e profissionais sobre a importância dos exames preventivos para detecção do câncer de mama em seu estágio inicial. Na manhã desta sexta-feira (14), foi realizada a solenidade de hasteamento das bandeiras, incluindo a rosa, símbolo da campanha. A Banda Oficial do Batalhão da Polícia Militar participou da solenidade.

O diretor geral da Maternidade, Dr. Odir Pereira Borges Filho, o médico Rui Nóbrega Pontes, Gerusia, do Grupo Amigas Viva a Vida e a funcionária, Luzia Mendes, que descobriu um câncer de mama durante uma das campanhas do Outubro Rosa, na Maternidade, hastearam as bandeiras do Brasil, da Paraíba, do Outubro Rosa e de Patos, respectivamente. Houve ainda a distribuição de laços cor de rosa e um lanche coletivo no final da solenidade.

A coordenadora do Núcleo de Estágio, Capacitação e Eventos da Maternidade, a psicopedagoga, Jussineide Brito, uma das organizadoras do evento, agradeceu a presença das pessoas e autoridades, especialmente, dos integrantes da Banda, que contribuíram para abrilhantar a ação e lembrou que até o final do mês, todas as funcionárias com idade acima de 39 anos e as que tenham histórico familiar de câncer, poderão fazer a mamografia e também convidar um familiar  ou amiga para realização do exame.

Dr. Odir Pereira Borges Filho destacou que o Outubro Rosa é uma ação de extrema importância. “Nesse período, a rede de saúde pública e muitas entidades privadas chamam atenção para a importância da prevenção, conscientizando diversas mulheres para atentarem para os exames preventivos que detectam o câncer de mama em seu estágio inicial, onde as chances de cura são muito altas”, disse o médico, lembrando que em ações passadas, a maternidade identificou casos de câncer de mama entre colaboradoras graças ao Outubro Rosa, como o caso da funcionária Luzia Mendes que, após diagnóstico e tratamento, está curada e já de volta ao trabalho na unidade.

Deputado Jeová Campos é autor de PL que corrige sobrenome da homenageada que dará nome a nova escola técnica de Cajazeiras

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   No último dia de votação em plenário na Assembleia Legislativa da Paraíba, na terça-feira (11), os deputados aprovaram, por unanimidade, um Projeto de Lei que altera a redação do art. 1º da Lei nº 9.746, de 08 de junho de 2012, que denominava como ‘Professora Nicéa Claudino Fernandes’, a Unidade de Ensino da Escola Técnica Estadual de Cajazeiras. O PL Nº 1005/2016, de autoria do deputado Jeová Campos, corrige um equívoco no sobrenome da homenageada, que constava como “Fernandes”, quando na verdade deveria constar como “Pinheiro”. A Escola Técnica de Cajazeiras será inaugurada nos próximos dias.

“Não temos dúvidas da justa homenagem prestada à Professora Cajazeirense Nicéa Claudino Pinheiro, quando da denominação da Unidade da Escola Técnica Estadual, campus de Cajazeiras, através da Lei nº 9.746/2012. A homenagem com a correção de seu sobrenome, agora se dará de forma completa”, destacou o parlamentar que na justificativa do PL enaltece os diferenciais da homenageada que teve no afinco e dedicação aos estudos, tanto como aluna e depois como mestre, seu principal diferencial em vida.

“A professora Nicéa sempre se dedicou de corpo e alma a sua missão de ensinar, nunca deixou de enfrentar os desafios, era tida como uma profissional de muita capacidade de persuasão e era requisitada para funções desafiantes. A bem da verdade, é necessário evidenciar que ela sempre estava fazendo todos os cursos da sua área de atuação, que eram ministrados em Cajazeiras, na ânsia permanente de se atualizar para melhor transmitir os seus conhecimentos aos seus alunos e nada  mais justo que ela empreste seu nome a uma instituição que vai formar cidadãos e prepará-los para ingressar no mercado de trabalho”, argumenta Jeová.

Breve histórico

Nicéa Claudino se formou professora, no dia 17 novembro de 1942, no salão nobre do Colégio Padre Rolim. Pouco tempo depois de formada, ela já estava ensinando alfabetização e curso primário, na Escola Particular Mãe Aninha. Depois, nomeada pelo governador, passou a ensinar na Escola das Palmas  na zona rural do entorno de Cajazeiras, numa comunidade rural onde hoje está instalado o Campus V, da Universidade Federal de Campina Grande, em Cajazeiras. Tempos depois estava a Professora Nicéa Claudino ensinando no Colégio Estadual de Cajazeiras e lá ela foi requisitada para coordenar a biblioteca do educandário. No ano de 1953 se matriculou no curso de Contabilidade da Escola Técnica de Contabilidade “Monsenhor Constantino Vieira”, tendo concluído o curso no ano de 1955. Nesta escola, depois de formada, ela passou a lecionar na disciplina de contabilidade. No ano de 1971, com a instalação da Universidade Federal da Paraíba, em Cajazeiras, teve a oportunidade de realizar um curso universitário. Em dezembro de 1973 conclui o curso de Licenciatura Plena de Geografia pela Universidade Federal da Paraíba, Campus V, de Cajazeiras.

A homenageada era filha de João Claudino Sobrinho, conhecido por Joca Claudino, e Francisca Fernandes Claudino, ambos in memoriam. Era casada com o empresário Gonçalo Pinheiro Torres, in memória,  e tiveram os s filhos: Liane, Leone, Luciano, Leinaldo, Liziane e Cecília. A professora Nicéia Claudino também era empresária e foi fundadora da Rede de Lojas Armazém Paraíba, atualmente, com várias filiais espalhadas pelo Nordeste.

Cana geneticamente modificada pode se tornar uma realidade no Brasil em breve

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CTNBio vai analisar o primeiro pedido de liberação de cana transgênica

 

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) realizou, semana passada, uma audiência pública para subsidiar a análise do primeiro pedido de liberação comercial de cana-de-açúcar geneticamente modificada. Essa solicitação é uma demanda do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), que desenvolveu uma variedade da cana resistente à broca do colmo, praga muito comum no centro-sul do país.         O CTC protocolou em 27 de dezembro de 2015 o pedido de liberação comercial que desencadeou nesta audiência pública. O processo em torno da cana-de-açúcar resistente à broca do colmo aguarda deliberação das subcomissões setoriais ambiental, animal, vegetal e de saúde humana da CTNBio.

Segundo o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, a broca do colmo ou Diatraea saccharalis é uma praga que está presente em todos os canaviais do centro-sul do Brasil, em maior ou menor intensidade e que, causa prejuízos consideráveis equivalentes a R$ 5 bilhões por ano. “Ter uma cana geneticamente modificada e resistente a essa praga será um avanço significativo, que vai impactar positivamente em toda a cadeia produtiva”, afirma Murilo.

Segundo o presidente da CTNBio, Edivaldo Velini, em duas décadas de existência, a comissão elaborou relatórios de 74 pleitos de Liberação Planejada no Meio Ambiente (LPMA) de cana-de-açúcar transgênica. Segundo Velini, os primeiros trabalhos avaliados, ainda nos anos 1990, tinham como objetivo a inibição de florescimento e tolerância ao estresse hídrico e aos vírus do amarelecimento foliar e do mosaico, mas, mas hoje predomina a resistência a insetos.

 

Unitrans inicia treinamento de integração dos jovens aprendizes 2016/2017

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No total, foram selecionados 71 jovens, que irão atuar

nos setores Administrativo e Operacional

 Os candidatos, com  idades entre 18 e 22 anos, que foram selecionados para atuar no Programa Jovem Aprendiz da empresa de ônibus Unitrans, começaram nesta quinta-feira (13) a conhecer a rotina de suas atividades. Pela manhã, os 21 candidatos que atuarão no Setor Administrativo conheceram os coordenadores e gerentes da empresa e se familiarizaram com as normas interna da Unitrans. À tarde, eles participaram de um treinamento prático, onde conheceram o ambiente de trabalho onde desenvolverão seus talentos e habilidades durante o estágio. Nesta sexta-feira (14), o mesmo programa será apresentado aos demais 50 jovens que atuarão no setor Operacional, na função de cobradores.

A integração foi conduzida pelo Setor de Recursos Humanos e teve a participação de representantes dos setores de Segurança do Trabalho, de Bilhetagem, Tráfego, Departamento Pessoal, além do próprio RH. Segundo a gerente de RH da Unitrans, Isabela Maria,  a integração teve o objetivo de apresentar a empresa e também os responsáveis por cada área. “É importante que antes de começar a atuar, todos possam conhecer detalhes do funcionamento da empresa, sua missão, objetivos, etc”, destaca ela.

A diretora da Unitrans, Lorena Dantas, também participou da integração, no momento de apresentação dos gestores. Ela reforçou a importância do Programa e da chance que os candidatos têm de iniciar sua vida profissional, aliando estudo e trabalho. “O programa Jovem Aprendiz se constitui na primeira oportunidade de emprego e muitos dos candidatos, dependendo do desempenho e da necessidade da empresa, são contratados e efetivados na função que estagiaram ou em outras após o encerramento do contrato com o programa. Portanto, aproveitem essa chance de aprender fazendo e façam o melhor que podem”, disse Lorena.

Todos os novos contratados estão matriculados entre o ensino fundamental e o ensino médio ou já concluíram seus estudos. A carga horária do Jovem Aprendiz é de quatro horas de atuação na empresa, de segunda a sexta-feira, mais duas horas de curso, no SEST/SENAT, de segunda a quinta-feira.  “O Jovem Aprendiz é um programa que valoriza os estudos, tanto é que a carga horária é reduzida para que o jovem possa levar adiante os seus estudos, caso ele não tenha concluído, e tenha tempo de frequentar as aulas do SEST/SENAT”, reforça a psicóloga da Unitrans, Socorro Aragão. O contrato de trabalho tem duração de um ano e a remuneração varia de acordo com as horas computadas de serviços prestados. . Os Jovens Aprendizes da Unitrans começam a trabalhar e estudar no SEST no próximo  dia 17  e terminam o contrato em 17 de setembro de 2017.

Sobre o Programa

O Programa Jovem Aprendiz no Transporte foi iniciado em 2010, pelo SENAT, na Paraíba e faz parte do programa nacional de Estímulo ao Primeiro Emprego (PNPE), segundo o decreto Nº 5.598, de 01 de dezembro de 2005, na CLT e a Lei 8.069/1990 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Para participar do projeto é necessário que o jovem tenha entre 14 e 24 anos, esteja matriculado e frequentando a escola, caso não tenha concluído o Ensino Fundamental, e esteja inscrito em curso ou programa de aprendizagem desenvolvido por instituições de aprendizagem, a exemplo do SEST/SENAT.

‘A aprovação da PEC 241 é um descaramento muito grande que vai custar caro à população brasileira’ afirma Jeová Campos

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“A aprovação da PEC 241 foi um açodamento e um descaramento muito grande  desse governo que sou divergente, que enfrento claramente. Com 366 votos, eles decidiram limitar, durante 20 anos, o direcionamento de recursos e gastos públicos em nosso país, sacrificando os mais humildes, comprometendo diretamente os setores de saúde e educação, como se a população brasileira não aumentasse. Isso vai custar caro aos mais humildes e atingir mais de 80% da população”, desabafou o deputado estadual Jeová Campos (PSB), na sessão desta terça-feira (11).

“Parece até que os serviços dessas áreas no país não são importantes e são excelentes que não precisam mais de novos investimentos e recursos. Que democracia é essa, onde uns poucos, que não têm compromisso com a imensa maioria da população brasileira, decide numa votação apressada e de forma irresponsável algo tão importante e crucial”, afirmou ainda Jeová.

Da tribuna da ALPB, o parlamentar também questionou por que o governo Temer não revê os juros cobrados pelo setor financeiro. “E ai eu pergunto, por que não mexem nos juros dos banqueiros, por que  não tem nenhum Projeto de Lei para impedir as cobranças extorsivas dos juros que os banqueiros impõem a população brasileira, por que  não tem um PL para limitar os juros nos contratos públicos com os bancos entre a União Federal, os estados membros e os municípios. São contratos com juros enormes que faz com que a concentração de renda no Brasil só aumente e lamentavelmente se socialize e pobreza e a miséria para o povo”, disse Jeová.

No entendimento do deputado, os maiores assaltantes do país são os banqueiros. “Eles cobram 17% ao mês de juros no cheque especial, isso é uma vergonha, tudo legalizado, e os tribunais concordando com isso. E o governo não diz nada, por que não se limitar esses juros ao invés de reduzir investimentos em áreas essenciais com saúde e educação. Fica aqui o meu protesto contra essas disparidades e a minha indignação com tudo isso”, finalizou Jeová.

A PEC 241 representa uma sentença de morte, pois vai sucatear o SUS e comprometer o atendimento de 80% dos brasileiros

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“Se, irresponsavelmente, os nossos deputados federais e senadores aprovarem a PEC 241, serão responsabilizados, junto com esse (des)governo Temer, pelo fechamento de leitos hospitalares, pelo encerramento de serviços de saúde, pelas demissões de profissionais da área, pela redução do acesso ao SUS, pelo aumento da demora no atendimento, enfim, pelo desmantelamento de um sistema que atende, atualmente, todos os brasileiros que não tem plano de saúde privado, nem empresarial, que representam 80% da população deste país e que morrerão à míngua sem atendimento. Se essa PEC for aprovada, ela significará a sentença de morte para milhares de brasileiros que terão seu atendimento prejudicado, ainda mais, por mais uma medida irresponsável desse governo golpista”, afirma o deputado estadual Jeová Campos.

O parlamentar lembra que enquanto as doenças infectocontagiosas estão perdendo espaço, as doenças crônicas, que representam um custo mais alto, não apenas no diagnóstico, mas em virtude do tratamento prolongado, que se estende por toda a vida, aumentam cada vez mais e com o sucateamento gradativo do SUS, caso a PEC 241 passe no Congresso, essa situação virará um caos. “A PEC, que vigorará por 20 anos, levará a um profundo desfinanciamento da saúde, que a partir do terceiro ou quarto ano terá uma perda real de recursos, enquanto a demanda só aumentará. É um raciocínio simples. Se há mais demanda, deve haver mais investimento e a PEC, na área de Saúde, propõe exatamente o contrário”, destaca Jeová.

“Essa PEC 241 é um crime contra a saúde pública e os deputados e senadores que estão protegidos por seus planos e seguros-saúde, inclusive subsidiados pelos contribuintes, precisam se lembrar que a imensa maioria dos brasileiros, ou seja, 80% da população deste país, não tem condições de pagar um plano privado, nem têm essa oportunidade via seus empregadores. Ai eu pergunto, o que farão esses brasileiros que já sofrem para serem atendidos hoje, com todo o investimento do governo no sistema público de Saúde, imagina quando esse investimento for diminuindo e a demanda aumentando. Como ficará o SUS?”, questiona Jeová. O deputado lembra ainda que a PEC 241 ameaça uma cláusula da Constituição de 1988, que é o direito à saúde. “O que acontecer daqui em diante será uma responsabilidade intransferível deste mau governo e dos congressistas que aprovarem este absurdo”, finaliza Jeová.

Perdas se a PEC for aprovada

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada fez uma projeção, antes dessa última mexida no texto da PEC 241, que demonstra um impacto brutal, de centenas de bilhões de reais (em um cenário de crescimento do PIB de 2% ao ano, a perda acumulada em 20 anos seria de 654 bilhões de reais, segundo uma nota técnica divulgada pelo IPEA no fim de setembro. De acordo com uma projeção feita por uma Consultoria da Câmara, somente no ano de 2025, a perda seria de 63 bilhões de reais – no acumulado de dez anos, chega a 331 bilhões).

Apenas 48% das despesas totais com saúde no Brasil são públicas, o restante, 52%, são gastos privados, das famílias e das empresas. Os mais pobres também investem recursos próprios, toda vez que precisam comprar um medicamento ou ter acesso a algum serviço que não encontram na rede pública. No Brasil, o governo gasta pouco e o ônus do financiamento recai sobre as famílias.

Fonte Dados: Carta Capital

Artur Filho confirma presença em protesto contra decisão do STF que proíbe a realização de vaquejadas no país

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Defensores das vaquejadas prometem realizar um grande protesto, nesta terça-feira (11), no Centro de João Pessoa. Deputado Artur Filho disse que vai levar tema para debate na ALPB

 

Vaqueiros, criadores de animais, donos de comércio que trabalham com artigos afins e simpatizantes, além de defensores da continuidade das vaquejadas estão organizando um protesto, em nível nacional, que acontecerá nesta terça-feira (11). Em João Pessoa, o ato, que conta com o apoio do deputado estadual Artur Filho (PRTB), será realizado a partir das 9h, com concentração na Praça da Independência. De lá, seguirá até a Praça dos três Poderes. A ideia é levar vários caminhões e animais.

“Será uma manifestação pacifica, onde vamos mostrar nossa indignação com essa equivocada e desproporcional decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu a realização de vaquejadas no Ceará, e cuja decisão deverá ser adotada em todo o país”, explica Artur Filho que, desde que tomou conhecimento da decisão, se colocou contra o que ele denomina de ‘morte de uma das mais antigas e importantes manifestações da cultura nordestina’.

Segundo um dos organizadores do protesto, o Presidente da Associação de Vaqueiros Amadores da Paraíba, Walter Trigueiro Júnior, conhecido como Walter Papel, a manifestação tem o objetivo de chamar atenção dos políticos da Paraíba sobre a necessidade deles se unirem para evitar que essa decisão do STF acabe com as vaquejadas e da sociedade sobre a questão. “Já falei com Artur Filho e ele se prontificou a encabeçar essa luta na ALPB”, afirma Papel. Na Câmara Federal, outro político paraibano já se mostrou disposto a lutar em favor da manutenção das vaquejadas. Trata-se do deputado federal Efraim Filho que já se pronunciou a respeito da questão, taxando de  ‘equivocada’ e ‘preconceituosa’ a decisão do STF de proibir a vaquejada.

“A vaquejada de hoje é bem diferente da de anos atrás. Ela é um esporte, que incorporou mudanças ao longo do tempo, justamente, para proteger os animais de maus tratos. Agora, se usa o protetor de cauda, o boi não perde mais a cauda, temos o rabo artificial, cavalo não é mais cortado, ou seja, as mudanças que foram adequadas para proteger os animais já estão em pleno uso, portanto, o argumento de maus-tratos, que motivou a decisão do STF, não se sustenta mais”, finaliza Artur Filho.

SINTUR-JP vai ter plantão no final de semana para cadastramento biométrico de estudantes

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O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de João Pessoa (Sintur-JP) montou um esquema especial de atendimento, com plantão neste final de semana, para atender os estudantes que ainda não fizeram o cadastramento biométrico. Para tanto, neste sábado (08) e domingo (09), os postos da Rua 13 de Maio e do Terminal de Integração funcionarão para atender os estudantes.

O  posto da Rua 13 de maio vai funcionar, no sábado, das 8 às 12 horas, e no

domingo, das 8 às 11 horas, enquanto que o do Terminal de Integração ficará aberto para atendimento dos estudantes no sábado, das 6h30 às 17 horas, e no domingo, das 8 às 11 horas.

Também estarão fazendo o atendimento neste final de semana, para o cadastramento biométrico, mas só no sábado e dentro do horário convencional, das 10h às 18 horas, os postos do Sintur-JP que funcionam no Shopping Sul, nos Bancários, e no Manaíra Shopping. O cadastramento biométrico dos estudantes será encerrado no próximo dia 11.

 

 

Decisão do STJ pode acabar com uma tradição cultural do NE, causar desemprego e fechar comércios que existem em torno das vaquejadas

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“Essa decisão do STF vai provocar desemprego, fechar todos os comércios que existem em função das vaquejadas, vai desestimular a criação de animais e ainda acabar com uma tradição cultural e secular do Nordeste”, afirma o deputado estadual Artur Filho. O parlamentar se refere ao julgamento ocorrido nesta quinta-feira (06), no  Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou inconstitucional a lei cearense 15.299/2013, que regulamentava os espetáculos de vaquejada no estado. Com o entendimento da Corte Máxima do país, a vaquejada agora passa a ser considerada uma prática ilegal, relacionada a maus-tratos a animais e, portanto, proibida.

A vaquejada, segundo Artur Filho,  é um esporte, diferentemente, da farra do boi, que foi proibida pelo STF em outro julgamento e já tinha incorporado algumas mudanças em sua condução, justamente, para proteger os animais de maus tratos. “Agora já se usa o protetor de cauda, o boi não perde mais a cauda, temos o rabo artificial, cavalo não é mais cortado, ou seja, as mudanças que foram adequadas para proteger os animais já estão em pleno uso, portanto, o argumento de maus-tratos, que motivou a ação, não se sustenta mais”, destaca o parlamentar que também é criador de cavalos.

Muito comum no Nordeste, a vaquejada é uma atividade competitiva no qual os vaqueiros têm como objetivo derrubar o boi puxando o animal pelo rabo. A atividade gera em seu entorno milhares de emprego e movimenta a economia de muitos municípios. “Sapé, Condado, Santa Luzia, na Paraíba, por exemplo, que tem selarias e que mexem com artigos para cavalo e vaquejada, e Cachoeirinha, em Pernambuco, onde 90% do comércio é voltado para esse segmento, com selas, rédeas, etc, não vai mais existir, empregos de gente humilde, de vendedores, o comércio de bares, etc, tudo vai acabar se essa decisão do STF se mantiver”, declara Artur Filho, lembrando que a saída agora para resolver essa questão e manter essa tradição é o Congresso Nacional constitucionalizar as vaquejadas.

 

Leto Viana fará festa popular para comemorar reeleição em Cabedelo

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Deputado estadual Artur Filho já confirmou presença na comemoração. Partido do parlamentar, o PRTB,  integrou coligação vencedora na cidade portuária

 

            O prefeito Leto Viana que foi reeleito no último dia 02, vai comemorar a vitória nesta sexta-feira (07). A festa intitulada ‘A vitória da onda amarela’, vai acontecer na Praça Getúlio Vargas, a partir das 20h, com artistas de Cabedelo, ao som de Leko e Banda D’Baile, e das bandas Forró Bakana e Stylo Ousado. O deputado estadual Artur Filho, um dos mais entusiastas da candidatura de Leto, já confirmou presença no evento que deve reunir milhares de pessoas na cidade portuária.

“A vitória de Leto foi do povo de Cabedelo que escolheu, no último domingo, pela continuidade das obras e ações que estão mudando a realidade de Cabedelo para muito melhor”, destaca o parlamentar, que ingressou na política com grande incentivo de Leto Viana. “Ele foi uma das pessoas que acreditaram no meu potencial, que me estimulou a sair candidato a vereador de Cabedelo e foi um dos responsáveis pela conquista de meu primeiro mandato legislativo, de forma que além de gratidão, tenho admiração por Leto e pela forma como ele conduz sua vida pública”, disse Artur.