Month: setembro 2016

Missa de 7º Dia do paraibano que morreu tragicamente em loja do interior de Alagoas será nesta segunda-feira

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A celebração da Missa de 7º Dia do paraibano Sidney Marques Leite (Ney), que morreu tragicamente em um acidente no interior da loja Joel Auto Peças, na cidade de São Miguel dos Campos (AL), na última terça-feira (20), será realizada na noite desta segunda-feira (26), na igreja São Francisco de Assis, em Mangabeira, às 19h. Quem quiser acompanhar a missa ao vivo, via Internet, pode acessar a tvtropicana.com. Em Patos, cidade Natal dele, haverá a celebração de duas missas, nesta terça-feira (27). A primeira, no Santuário de Nossa Senhora Perpétuo Socorro, às 16h, e a outra, na Igreja Nossa Senhora de Fátima, às 17h.

Ney, como era mais conhecido, ocupava o cargo de gerente da Mônaco Distribuidora e estava no momento do acidente anotando um pedido no interior da loja junto com o vendedor Jadson, quando um carro desgovernado, dirigido por um mecânico, que estava sendo consertado no referido local, bateu nele e em seu companheiro de trabalho, imprensado-os contra o balcão. O vendedor teve apenas ferimentos leves, pois pela posição que estava foi pouco atingido,  mas Ney, devido ao impacto da batida, que pegou-lhe em cheio,  foi encaminhado a UPA da cidade, em estado grave, onde recebeu os primeiros atendimentos. No local, ele teve duas paradas cardíacas, foi ressuscitado, mas logo entrou em coma, vindo a falecer poucas horas depois do ocorrido, no Hospital Geral do Estado (HGE), para onde foi encaminhado.

Paraibano de Patos, Ney tinha apenas 52 anos e deixou viúva a professora Kalina Ligia de Moura, e cinco filhos, Pedro Neto, Alan e Letícia, do primeiro casamento, além de Ligia e Anelise,  menores de idade, do segundo casamento. Como gerente regional Nordeste da Mônaco Distribuidora, Ney era responsável pelos mercados de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão

Toda a família ficou chocada com o acidente, explica a jornalista Eliane Sobral, prima de Ney. Segundo ela, o laudo do IML de Maceió, onde foi feita a autopsia na manhã da quarta-feira (21), deu como causa da morte perfuração do baço e comprometimento de outros órgãos internos ocasionados por causa do impacto do veículo contra a vítima, que permaneceu imprensada entre o carro e o balcão da loja por vários minutos, além de constatar fraturas diversas nas pernas, costelas e bacia. O sepultamento de Ney aconteceu na manhã da última quinta-feira (22), no Parque das Acácias, em João Pessoa (PB).

Senado aprova MPs de renegociação de dívida rural

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A aprovação pelo Senado, essa semana, da Medida Provisória (MP) 733/2016, que beneficia pequenos agricultores das áreas das superintendências de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Amazônia (Sudam) trouxe alívio para os produtores de cana da Paraíba, que foram atingidos pela forte estiagem dos últimos anos, perderam produtividade e acumularam prejuízos. A proposta, que agora segue para a sanção presidencial, vai beneficiar agricultores que poderão liquidar ou negociar dívidas contraídas até 31 de dezembro de 2011, com o Banco do Nordeste (BNB), com descontos que variam de  15% a 95%, e com o Banco da Amazônia (Basa), com abatimento de 10% a 85%.

Se sancionada da forma como esta, a MP vai possibilitar que produtores quitem ou renegociem suas dívidas até 29 de dezembro de 2017, explica o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso. Para ele, o governo Michel Temer tem mostrado que tem um olhar diferenciado para o setor produtivo nacional. “Nos 13 anos do PT no poder, a classe produtiva, principalmente o setor canavieiro,  não teve a prioridade que merece em pouco tempo do governo Temer já avançamos, por isso, estamos confiantes que ele vai sancionar a MP 733/2016”, argumenta Murilo Paraíso, lembrando que boa parte dos cerca de 1.800 associados a Asplan serão beneficiados com a medida.

Sobre a MP 733/2016

A referida MP autoriza a liquidação e a renegociação de dívidas de crédito rural e altera a Lei nº 10.177, de 12 de janeiro de 2001, permitindo a concessão de rebate para liquidação de dívidas de crédito rural, que podem atingir até 95% e a repactuação de dívidas rurais, com prazo de dez anos, carência de até 2020, bônus de adimplência diferenciado e encargos financeiros variáveis de 0,5% a 3,5% ao ano. O ônus será assumido pelo FNE ou pela a União, suspendendo o encaminhamento para cobrança judicial dos débitos referentes às operações até 29 de dezembro de 2017. A MP também propõe que seja aplicado o redutor na definição dos encargos financeiros e dos bônus de adimplência de financiamentos com recursos dos fundos constitucionais, a ser fixado tomando por base o Coeficiente de Desequilíbrio Regional (CDR), resultante da razão entre o rendimento domiciliar per capita da região de abrangência do respectivo fundo e o rendimento domiciliar per capita do país.

Conseguir a liberação de recursos para a adutora da barragem de Boa Vista foi a grande conquista da audiência no Ministério da Integração

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Adutora vai assegurar água para a cidade de São José de Piranhas

que hoje vive um colapso hídrico sem precedentes em sua história

Um grupo de deputados estaduais participou, no último dia 20, de uma reunião em Brasília, com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho. Em pauta, propostas para solucionar a grave crise hídrica vivida por grande parte dos municípios paraibanos. Na opinião do deputado Jeová Campos (PSB), um dos integrantes da comitiva, a maior conquista da audiência foi ter convencido o ministro a liberar recursos para o Governo do Estado fazer a adutora da barragem de Boa Vista para a cidade de São José de Piranhas. “Foi uma conversa franca, onde colocamos as necessidades e o ministro disse o que seria possível fazer”, afirma Jeová.

Segundo o parlamentar, na ocasião, foi apresentado ao ministro um plano de Trabalho da construção da barragem e, já na próxima semana, será apresentado o projeto técnico. A adutora de Pereiros para Monte Horebe também faz parte do conjunto de obras que deverão ser executadas com o objetivo de solucionar a escassez de água na Paraíba. “Eu acredito que a grande vitória da audiência foi mostrar ao ministro e fazer ele entender que não adianta, não tem sentido ter água da transposição armazenada na barragem de Boa Vista, sem que ela possa chegar ao açude de Engenheiro Ávidos. Hoje, sem essa adutora, a água da chuva, e mais tarde as águas da transposição, ficaria barrada na barragem de Boa Vista e a cidade de São José de Piranhas, vizinha a apenas 13 km de distância, continuaria sem água”, explica Jeová.

“Acredito que convencemos o ministro a liberar recursos para o Governo do Estado fazer essa adutora tão importante para o povo de minha terra Natal que é São José de Piranhas, por isso, voltei de Brasília muito feliz em poder dar essa notícia aos meus conterrâneos”, finalizou Jeová. Além dele, participaram da audiência os deputados Renato Gadelha, que agora preside a Frente Parlamentar da Água da ALPB em substituição a Jeová, que pediu seu desligamento da presidência recentemente, Janduhy Carneiro e Guilherme Almeida, além do presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Gadelha.

 

SINTUR-JP se posiciona sobre paralisação do Transporte Coletivo

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            A Diretoria do SINTUR-JP, tendo em vista as interrupções, por algumas horas e especialmente ao início da manhã, das atividades do transporte coletivo urbano em João Pessoa, nesta quarta-feira (22), provocadas em decorrência de mobilizações de movimentos sociais organizados, faz os seguintes esclarecimentos à população pessoense:

 

  • A Democracia é o regime político-governamental que a absoluta maioria dos brasileiros quer e defende;

 

  • Mas, a Democracia, como não poderia ser diferente, também é um regime que estabelece direitos e deveres;

 

  • No campo do sindicalismo, uma das regras fixadas para que a Democracia efetivamente prepondere é aquela definidora de que qualquer paralisação por parte dos trabalhadores, particularmente na área das atividades essenciais, como é a do transporte coletivo, só pode realizar-se mediante prévia Assembleia Geral da categoria e, aprovada tal paralisação, também haja comunicação à sociedade com pelo menos 72 horas de antecedência;

 

  • Foi, pois, com estranheza que este Sindicato patronal deparou-se nesta data, 22 de setembro, com a paralisação, embora parcial, nas atividades do transporte coletivo urbano desta cidade, inclusive com bloqueios impeditivos para que os trabalhadores que livremente compareceram às garagens para trabalhar, não o fizessem;
  • O país vivencia uma crise econômica de imensa proporção e que atinge com maior intensidade o setor de transporte coletivo urbano em face da consequente grande diminuição no quantitativo de passageiros transportados. Este fato tem levado a sérias dificuldades empresariais, inclusive para o pagamento das respectivas folhas salariais. Por consequência, paralisações como a vivenciada neste dia 22, na cidade de João Pessoa, piora ainda mais essa situação econômica, isto em prejuízo – também e por óbvio – para os próprios trabalhadores;
  • Por isto, ao reiteramos nosso permanente empenho de respeito ao princípio democrático de que “O Direito de cada um só pode ir até não prejudicar o Direito do outro”, apresentamos nossas desculpas à população pessoense pela involuntária falta de ônibus por algumas horas, neste dia 22 de setembro, o que prejudicou tantas pessoas em seu Direito Constitucional de Ir e Vir.

 

João Pessoa, 22 de Setembro de 2016

A DIRETORIA

Nova licitação para substituir a Mendes Júnior vai atrasar em pelo menos uns seis meses a conclusão das obras do Eixo Norte da transposição

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Deputado Jeová Campos diz que o ideal não era um processo licitatório,

 mas a contratação em caráter emergencial de outra empresa

 

O anúncio do Ministério da Integração Nacional de que o governo vai fazer nova licitação, para contratar uma empresa para substituir a construtora Mendes Júnior Trading S.A, a fim de dar encaminhamento às obras do Eixo Norte da Transposição, segundo o deputado estadual Jeová Campos e ex-presidente da Frente Parlamentar da Água da ALPB, vai atrasar a conclusão da obra, em pelo menos, seis meses. Segundo Jeová, o ideal, para a não paralisação deste trecho da obra, seria que o governo contratasse em caráter emergencial outra empreiteira e de preferência alguma empresa que já esteja na área com equipamentos, maquinário e equipe.

“Apenas a contratação em caráter emergencial de uma das empresas que já estão trabalhando na obra, no Eixo Norte, garantiria a continuidade dos serviços sem comprometer o último cronograma divulgado, que estabelecia a entrega da obra para o início de 2017”, argumenta o deputado. Ainda de acordo com o parlamentar paraibano, a única saída possível para que as obras não sofram uma interrupção de, pelo menos, uns seis meses, seria a realização de um aditivo ao contrato. “Isso possibilitaria a contratação, em caráter emergencial, de uma das duas empresas que já estão mobilizadas no Eixo Norte, que são a Queiroz Galvão e a Serveng Engenharia. Caso isso não ocorra,  a obra sofrerá um atraso significativo e muitas cidades, inclusive, da Paraíba que precisam da água da transposição, a partir de abril de 2017, entrarão em colapso total”, destacou o deputado.

O parlamentar lembra que tanto a Queiroz Galvão, como a Serveng já estão mobilizadas no local, com equipamentos e material humano, são habilitadas no Ministério, vêm cumprindo rigorosamente os contratos e podem assumir os serviços imediatamente, sem comprometimento do cronograma. “Os burocratas que estão em Brasília, nos gabinetes alcatifados, não sabem o que é sede, o que é andar com uma lata de água na cabeça, não sabem o que é beber uma água barrenta, eles vivem em outro mundo, ai eu pergunto se esse abandono pela Mendes Júnior acontecesse numa obra no Sudeste, o governo não acharia um jeito de contratar um substituto de imediato?”, provoca Jeová.

Se operação de tancagem sair do Porto de Cabedelo o mercado de combustíveis na Paraíba será impactado negativamente

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Deputado Artur Filho (PRTB) destaca que porto paraibano é viável e que governo, sociedade e a bancada federal devem se mobilizar para tentar evitar a transferência do terminal para PE

 

Se as mudanças dos contratos da Petrobras se concretizarem atingirão a BR Distribuidora e a Transpetro no serviço de logística realizado em alguns portos do Nordeste, a exemplo dos localizados nos Estados da Paraíba e de Alagoas. “Se isso ocorrer, estas localidades terão um impacto negativo que vai atingir a população e os governos”, afirma o deputado estadual Artur Filho (PRTB). O parlamentar lembra que além de trazer incerteza para o mercado, essa mudança atingirá os consumidores com preços mais altos e o governo com a redução do volume de impostos.

“Se os tanques da Petrobras que estocam combustíveis no Porto de Cabedelo forem desativados, e a operação passar a ser realizada no Porto de Suape, em Pernambuco, a Paraíba perderá cerca de R$ 20 milhões/mês de arrecadação e Cabedelo cerca de R$ 4 milhões. Nós não podemos deixar isso acontecer. O Porto de Cabedelo não pode perder a tancagem da Petrobras. Nosso porto tem área e potencial para a operação”, destaca o deputado.

Artur Filho já defendia a permanecia da operação de tancagem no Porto de Cabedelo, como vereador do município, e agora faz ecoar mais longe a sua indignação como deputado estadual. “Não acredito que o presidente Michel Temer, que tem o apoio dos três senadores da Paraíba e da maior parte da bancada federal na Câmara, vá permitir que isso aconteça com o nosso Estado. A pressão política, neste caso, será fundamental para mudar o rumo das coisas”, acredita Artur.

O deputado lembra que não é apenas a perda da arrecadação e o aumento nos preços que preocupa. A logística de abastecimento de combustível do estado também seria seriamente afetada com essa transferência. “Um caminhão para ir para Suape, abastecer lá, vir para cá, vai gastar, em média, 16 horas. Esse é o tempo que teremos para receber os combustíveis, além disso, essa operação tem custo e isso será repassado para o consumidor”, lembra Artur Filho. Ele cita outro contratempo que é o aumento do congestionamento nas rodovias causado por cerca de 16 mil caminhões que farão esse serviço de transporte se a tancagem for transferida para Pernambuco.

São José de Piranhas está à beira de um colapso denuncia Jeová Campos

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    O deputado estadual Jeová Campos (PSB) denunciou hoje (13), da Tribuna da ALPB, que pela primeira vez na história de São José de Piranhas, o município, com 20 mil habitantes, a partir da próxima semana, terá sua estrutura de bombeamento hídrica desligada e ficará sem abastecimento de água. “Isso nos preocupa bastante e nos deixa aflitos, pois a cidade ficará sem água, a vida de seus habitantes virará um caos, eles viverão uma situação trise e vexatória”, disse Jeová que anunciou que iria para uma audiência com a presidência da Cagepa e o secretário de Recursos Hídricos.

Na Cagepa e na secretaria de Recursos Hídricos, o parlamentar foi buscar uma saída emergencial, além de soluções a curto prazo para minimizar a situação do abastecimento do município. “Fui reivindicar uma adutora de engate rápido, ligando o açude de Boa Vista a São José de Piranhas. Essa é a alternativa que nós temos. Vai ser avaliada a nossa sugestão”, disse Jeová.

O deputado pediu ainda ao novo presidente da Frente Parlamentar da Água da ALPB, Renato Gadelha, que fizesse um requerimento endereçado ao Ministério da Integração, solicitando a liberação dos recursos para construção de adutoras de engate rápido e para outras ações emergenciais contra a seca na Paraíba.

Ainda segundo Jeová, o secretário executivo de Recursos Hídricos, Deusdete Queiroga, se mostrou sensível a questão colocada e adiantou que medidas urgentes já estão sendo tomadas, a exemplo da instalação de poços já perfurados, não apenas em São José de Piranhas, mas em outros municípios que vivem essa triste realidade da falta de água. “Aproveito o momento para destacar o empenho do governo em resolver essa questão, especialmente, a dedicação de Deusdete na busca de soluções que minimizem o sofrimento de quem sofre com a falta de água em nosso estado”, finalizou Jeová.

A cassação de Eduardo Cunha não representa a redenção do parlamento brasileiro afirma o deputado Jeová Campos

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“A cassação de Eduardo Cunha no meu entendimento não significa ter feito Justiça, porque para que isso ocorresse de fato, além dele, teria que ter seus mandatos cassados os senadores Aécio Neves e Renan Calheiros e todos os integrantes da tribo da conspiração, principalmente, o golpista Michel Temer”, afirmou na manhã desta terça-feira (13), o deputado estadual Jeová Campos (PSB).

Na opinião de Jeová, na verdade, os deputados escolheram sacrificar o que hoje se apresentava como o mais frágil dos agentes do golpe. “Cunha, outrora o todo poderoso e que serviu muito bem no processo de cassação da presidente Dilma, não servia mais, incomodava e era preciso tirar-lhe o que restava de poder que era o mandato. Isso tudo para dizer que estamos passando o Brasil a limpo. Ora, para que isso, ocorresse era preciso fazer uma ampla reforma política e tirar das casas legislativas do país os políticos fichas sujas”, afirma o deputado.

Ele lembra que uma limpeza nacional passa, necessariamente, pela unificação das eleições, entre outras mudanças. “É preciso unificar as eleições de vereador a presidente, com mandato de cinco anos, sem reeleição além da eleição unificada, porque do jeito que está é um terreno propicio para a corrução política”, argumenta Jeová.

Segundo o parlamentar, mal terminou-se a eleição de 2014 e já se começava a falar da eleição de 2018. “Isso não tem sentido. O Brasil precisa entender que essa questão é estrutural. Ou muda a estrutura da base política ou não temos para onde ir. Desta forma, os ‘Cunhas’ continuarão governando o país porque quem manda, na atual conjuntura, é o poder do dinheiro”, finalizou Jeová.

A sociedade brasileira aplaude a cassação de Cunha mas vai cobrar que os políticos fichas sujas saiam de cena e paguem pelos seus erros

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“Não há mais tolerância para políticos que não defendem os interesses do povo, que legislam em causa própria, que desvirtuam seu papel de agente público e que usam a política para se beneficiar. A quase unanimidade na aprovação da cassação de Cunha reflete essa realidade, mas, acredito que isso não ficará somente nele. É tempo de fazer uma limpeza geral no parlamento brasileiro e a sociedade vai cobrar isso, de alguma forma”, argumenta o deputado estadual Artur Filho (PRTB).

Para Artur, não se pode mais adiar a apreciação da reforma política. “O Congresso Nacional precisa colocar na ordem do dia a questão da reforma política, pois ela será fundamental para alicerçar um novo tempo na política nacional e corrigir distorções que comprometem o processo político no país de forma profunda”, destaca o deputado.

Ainda segundo o parlamentar, a operação Lava Jato deve ser fortalecida e ir a fundo nas investigações dos políticos envolvidos nos escândalos de corrupção. “Independentemente de partidos, de quem for, todos os envolvidos devem ser julgados, condenados e devem pagar pelos seus erros, além de devolver para a nação os recursos desviados. A sociedade brasileira clama por isso e não vai descansar enquanto todos não forem julgados”, finaliza Artur Filho.

Projeto Caminhos da Cana vai abordar adaptações às novas realidades

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Idealizado pela Markestrat, o projeto que conta com apoio da Bayer,

 será realizado no dia 28 deste mês, em Carpina (PE), a partir das 8h30

Os produtores de cana-de-açúcar do Nordeste terão a oportunidade de participar, no próximo dia 28, de mais uma edição do projeto ‘Caminhos da Cana’ e assistir uma palestra sobre ‘Eficiência: adaptando-se às novas realidades’, com o professor Dr. Marcos Fava Neves, um dos principais estudiosos da cadeia de produção sucroenergética no Brasil. O evento, que acontece na Estação Experimental de Cana-de-Açúcar de Carpina (PE), ainda inclui na programação o 15º Workshop sobre plantas daninhas, nutrição e adubação da cana-de-açúcar e uma palestra sobre a nova plataforma de controle de plantas daninhas.

“O Brasil, ao contrário dos EUA, não tem um plano estratégico para o etanol que estabeleça metas que devemos atingir. Isso atesta uma falta de visão e uma consequente perda de oportunidade de desenvolvimento econômico, social e ambiental”, disse Dr. Marcos Fava Neves durante palestra proferida, ano passado, na Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan).

O presidente da Asplan, Murilo Paraíso, destaca que o setor, atualmente, trabalha com expectativa positiva. “Vamos ouvir o Dr. Marcos Fava, que tem muito conhecimento sobre o nosso setor, e com certeza ele deverá trazer dados positivos, já que com apenas a mudança de governo já vislumbramos um novo cenário, mais próspero e menos nebuloso”, afirma Murilo que, junto com dirigentes e fornecedores paraibanos, deve prestigiar o Caminhos da Cana.

Na última edição do Caminhos da Cana, que é uma iniciativa que envolve diferentes elos do setor sucroenergético, com o objetivo de unir forças, difundir conhecimentos e divulgar os benefícios  do uso do etanol, o evento percorreu quase 11 mil quilômetros e foi realizado em 18 cidades do Brasil, inclusive, João Pessoa, onde aconteceu uma palestra técnica, no auditório da Asplan.